Plano de Negócios e Gestão 2012-2016

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Apresentação do Plano de Negócios e Gestão 2012-2016, com participação da presidente Maria das Graças Foster e diretores executivos da Petrobras.
25 de junho de 2012

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Plano de Negócios e Gestão 2012-2016

  1. 1. Plano de Negócios e Gestão 2012 - 2016 25 de Junho de 2012
  2. 2. Aviso Estas apresentações podem conter previsões acerca de eventos futuros. Tais previsões refletem apenas expectativas dos administradores da Companhia sobre condições futuras da economia, além do setor de atuação, do desempenho e dos resultados financeiros da Companhia, dentre outros. Os termos “antecipa", Aviso aos Investidores Norte-Americanos: "acredita", "espera", "prevê", "pretende", "planeja", "projeta", "objetiva", "deverá", bem como outros termos A SEC somente permite que as companhias de óleo similares, visam a identificar tais previsões, as quais, e gás incluam em seus relatórios arquivados reservas evidentemente, envolvem riscos e incertezas previstos ou provadas que a Companhia tenha comprovado por não pela Companhia e, consequentemente, não são produção ou testes de formação conclusivos que garantias de resultados futuros da Companhia. Portanto, sejam viáveis econômica e legalmente nas condições os resultados futuros das operações da Companhia econômicas e operacionais vigentes. Utilizamos podem diferir das atuais expectativas, e o leitor não deve alguns termos nesta apresentação, tais como se basear exclusivamente nas informações aqui contidas. descobertas, que as orientações da SEC nos A Companhia não se obriga a atualizar as apresentações proíbem de usar em nossos relatórios arquivados. e previsões à luz de novas informações ou de seus desdobramentos futuros. Os valores informados para 2012 em diante são estimativas ou metas. 2
  3. 3. Plano de Negócios“H Plano de Negócios ist or i ca m en te ,a Pe t ro br a sn ão cu m pr e su as me ta sd ep ro du çã o. ..”3
  4. 4. 8 Planos de Negócio: Metas de Produção Não Cumpridas Metas de Produção de Óleo 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 (mbpd) PN 2003-2007 1.590 1.620 1.820 2.030 2.220 PN 2004-2008 1.550 1.780 1.940 2.140 2.370 2.330 2.300 PN 2006-2010 1.910 2.000 2.100 2.200 2.300 PN 2007-2011 1.979 2.061 2.195 2.368 2.374 PN 2008-2012 1.875 2.050 2.191 2.296 2.374 PN 2009-2013 2.050 2.250 2.430 PN 2010-2014 2.100 2.180 PN 2011-2015 2.100 Produção Realizada 1.540 1.493 1.684 1.778 1.792 1.855 1.971 2.004 2.022 Desvio da Meta (78) No Plano Estratégico 1999, a meta de produção para 2005 era de 1.850 mbpd No Plano Estratégico 2001, a meta de produção para 2005 era de 1.900 mbpd Em 2005, a produção efetiva foi de 1.684 mbpd devido a atrasos na P-43, P-48 e P-50 Planejamento do E&P fundamentado em “Metas Ousadas”, que se mostraram, ano a ano, não realistas 4
  5. 5. Plano de Negócios“H Plano de Negócios ist or i ca m en te ,o sp ro jet os da Pe tr o br a sa tr a sa m5 ...”
  6. 6. Refinaria do Cumpridos, com Elevação dos CustosPrazos não Nordeste (RNEST) Exemplo: Refinaria Abreu e Lima Marcos de Partida do 1º Trem e (2 Trens de 115 mbpd) Investimento Total da Refinaria Investimento Data de Partida Aprovações Total da Refinaria do 1º Trem (US$ bilhão) Marco 0 Nov/2011 2,3 (set/05) 9 vezes o custo inicial Marco 1 Out/2011 4,1 3 anos de atraso (dez/06) Marco 2 Jul/2012 13,4 (nov/09) Marco 3 Set/2013 17,1 (mar/12) Marco 4Construção da RNEST no Complexo Industrial Portuário de Suape (PE) Nov/2014 20,1 (*)mai/12 (jun/12) • Não cumprimento integral da Sistemática de Aprovação de Projetos • Falhas no Acompanhamento Físico e Financeiro * US$ 3,0 bilhões de pleitos em discussão. 6
  7. 7. Plano de Negócios“A Plano de Negócios Po lít i ca de Co nt eú do Lo ca l pr ov o ca a tr as o sn os pr oj et os ...”7
  8. 8. Sondas de Perfuração Construídas no Exterior: Conteúdo Local Zero Sondas entregues em 2011: 10 (542 dias de atraso) Programação de Entrega para 2012 (LDA > 2.000m) 1. Pacific Mistral – Coréia do Sul (atraso de 83 dias) 8. ODN Delba III – Emirados Árabes (atraso de 683 dias) -> Marlim Sul 2. Schain Amazônia – China (atraso de 864 dias) 9. Schahin Sertão – Coréia do Sul (atraso de 215 dias) -> Roncador 3. Ocean Rig Mykonos – Coréia do Sul (atraso de 98 dias) 10. ODN Tay IV (atraso de 481 dias) -> Ring-fence Albacora 4. Schahin Cerrado – China (atraso de 112 dias) 11. Sevan Brasil – China (atraso de 91 dias) -> BM-S-41 5. Etesco Takatsugu J – Coréia do Sul (atraso de 147 dias) 12. ODN I – Coréia do Sul (atraso de 344 dias) -> Cessão Onerosa 6. Deepsea Metro II – Coréia do Sul (atraso de 138 dias) 13. ODN II – Coréia do Sul (atraso de 380 dias) -> Cessão Onerosa 7. Ocean Rig Corcovado – Coréia do Sul (atraso de 148 dias) 14. Amaralina Star – Coréia do Sul (atraso de 189 dias) -> Cessão Onerosa Sonda já recebida e em operação. Sonda em recebimento. Já no Brasil • Demanda por Bens e Serviços Aquecida Mundialmente • Cumprimento do Conteúdo Local no Brasil e prazos de execução serão demonstrados mais adiante 8
  9. 9. Plano de Negócios“A Plano de Negócios Pe tr ob ra sn ão pr a ti c ap ar id ad ed ep re ço sd ec om bu stí v eis . ..”9
  10. 10. Política Comercial de Preços de Derivados da Petrobras é de Longo Prazo 2012: defasagem conjuntural dos preços domésticos, com impactos acentuados pelo aumento de importações. 2009-2010: preços domésticos praticados pela Petrobras superiores aos preços internacionais Preço Médio Brasil* x Preço Médio no Golfo** 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 Jan- Abr/12 260 900 240 800 220 Perdas 700 Volumes Importados (Mil bbl / d) 200 180 Ganhos 600 160 500R$/bbl 140 400 120 300 100 200 80 60 100 40 0 jan-03 jan-06 jan-09 jan-02 jan-04 jan-05 jan-07 jan-08 jan-10 jan-11 jan-12 PMR USGC (c/ volumes vendidos no Brasil) Importação de Gasolina PMR Brasil Importação de Diesel * Preço Médio Brasil (PMR - Preço Médio de Realização) ** Preço Médio no Golfo (USGC: United States Gulf Coast) (*) considera Diesel, Gasolina, Nafta, GLP, QAV e Óleo Combustível. (**) preço do USGC com volumes de mercado brasileiro. 10
  11. 11. Plano de Negócios Nosso Diferencial: Descobertas no Brasil representamPlano de Negócios 63% daquelas em águas profundas nos últimos 5 anos Nosso Diferencial: Nossas reservas estão localizadas a 300 km do principal mercado doméstico 11
  12. 12. BRASIL: Líder em Novas Descobertas em Águas Profundas PETROBRAS: Índice de Reposição de Reservas (IRR) > 100% pelo 20º ano consecutivo 33.989 milhões bbl Novas Descobertas 2005-2010 • Nos últimos 5 anos, mais de 50% das descobertas do 19% mundo foram em águas profundas. O Brasil responde por 63% destas descobertas. 49% 32% • Projeções indicam que, com o desenvolvimento das Brasil reservas recém-descobertas, o Brasil será o país com Brasil maior crescimento de produção dentre os países fora da OPEP até 2030 (PFC Energy). Águas Profundas Outras Descobertas Petrobras: Reservas Provadas no Brasil (bilhão boe) +3% 15,28 15,71 13,23 • Reserva/Produção 19,2 anos • Apropriação de Reservas em 2011 +164% 9,65 Total: 1,24 bilhão boe 7,53 5,96 Pré-Sal: 1 bilhão boe 1991 1995 2000 2010 2005 2011 12
  13. 13. Nosso Diferencial: O Valor das Nossas Reservas300 km do Mercado A Região Sudeste representa: 47% do consumo de derivados 62% do Consumo de Energia Elétrica 65% do Consumo de Gás Natural 55 % do PIB 13
  14. 14. Plano de Negócios Ações Imediatas na Gestão da Companhia para MelhorarPlano de Negócios os Resultados 14
  15. 15. REALISMO 1ª Ação da Presidente Junto com a Nova Diretoria (fev/12): Revisão da Curva de Produção de Óleo do Planejamento Anual 2012 Curva de Produção Brasil - Produção de Óleo e LGN 4.910 5.000 PN 2011-2015 4.000 3.070 3.000 2.022 2.000 1.000 ? 0 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 METAS REALISTAS VISÃO PRAGMÁTICA PAUTADA EM PROJETOS TÍPICOS, REAIS 15
  16. 16. REALISMO 1ª Ação da Presidente Junto com a Nova Diretoria (fev/12): Revisão da Curva de Produção de Óleo do Planejamento Anual 2012 Curva de Produção Brasil - Produção de Óleo e LGN 4.910 5.000 PN 2011-2015 4.000 3.070 3.000 2.022 2.000 Qual a produção E&P revisitou o realista possível cronograma de 1.000 para o ano de seus projetos 2012? durante 3 meses 0 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 METAS REALISTAS VISÃO PRAGMÁTICA PAUTADA EM PROJETOS TÍPICOS, REAIS 16
  17. 17. REALISMO 1ª Ação da Presidente Junto com a Nova Diretoria (fev/12): Revisão da Curva de Produção de Óleo do Planejamento Anual 2012 Curva de Produção Brasil - Produção de Óleo e LGN 4.910 5.000 PN 2011-2015 4.000 -1.000 mbpd 4.200 3.070 3.000 2.500 PN 2012-2016 2.022 2.000 Qual a produção E&P revisitou o realista possível cronograma de 1.000 para o ano de seus projetos 2012? durante 3 meses 0 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 METAS REALISTAS VISÃO PRAGMÁTICA PAUTADA EM PROJETOS TÍPICOS, REAIS 17
  18. 18. DISCIPLINA DE CAPITAL 2ª Ação da Presidente Junto com a Nova Diretoria: Seguir a Sistemática de Aprovação de Projetos Aprovação Iniciação e Planejamento do Projeto do EVTE Básico e Fase IV Fase I Fase II Fase III liberação Fase V Identificação da Projeto Projeto Básico para Encerramento Execução Oportunidade Conceitual ExecuçãoEntrada na Aprovação Aprovação PartidaCarteira do EVTE do EVTEPetrobras Fase I Conceitual Condição para a Contratação dos investimentos no PN 2012-2016 Exceção somente para o E&P no Brasil Projetos de Exploração e Produção no Brasil: Projetos nas Fases I, II e III poderão ter autorizada a antecipação de recursos quando essa medida comprovadamente contribuir para a aceleração da produção de petróleo. 18
  19. 19. DESEMPENHO 3ª Ação da Presidente junto com a Nova Diretoria: Gerir Efetivamente os Projetos • Todos os projetos do PN 2012-16 possuem Curvas S como referência única de gestão, planejamento e controle • Criação de três novas gerências executivas nas Diretorias de Engenharia e de E&P, dedicadas exclusivamente à construção das sondas de perfuração e unidades estacionárias de produção Acompanhamento Físico: Curva S Acompanhamento Financeiro: Curva S 100 Projetos críticos acompanhados mensalmente pela Custo total Projetos críticos acompanhados mensalmente pela Diretoria e Conselho de Administração da Petrobras projetado 90 Diretoria e Conselho de Administração da Petrobras 80 70 60 Entrada em Entrada em Custo total% Acumulado (US$ Milhões) operação planejada operação projetada planejado 50 1 40 Desvio de prazo - Justificativas para desvio de custo 1 30 2 Desvio de avanço físico mensal Autorização para revisão - Justificativas para desvio de prazo orçamentária 20 1 2 1 Desvio de custo 10 Plano de Recuperação quando necessário 0 set-09 nov-09 set-10 nov-10 set-11 nov-11 set-12 nov-12 set-13 nov-13 set-14 nov-14 jan-10 mar-10 mai-10 jul-10 jan-11 mar-11 mai-11 jul-11 jan-12 mar-12 mai-12 jul-12 jan-13 mar-13 mai-13 jul-13 jan-14 mar-14 mai-14 jul-14 jan-10 mai-10 jul-10 jan-11 mai-11 jul-11 jan-12 mai-12 jul-12 jan-13 mai-13 jul-13 jan-14 mai-14 jul-14 set-09 mar-10 set-10 mar-11 set-11 mar-12 set-12 mar-13 set-13 mar-14 set-14 nov-09 nov-10 nov-11 nov-12 nov-13 nov-14 Linha de Base Realizado Projetado Linha de Base Realizado Projetado 19
  20. 20. Fundamentos do Plano de Negócios 2012-2016 PRIORIDADE DISCIPLINA DE CAPITAL • Prioridade DESEMPENHO para os projetos de • Curvas “S” exploração e • Garantir a expansão dos produção de • Gestão focada Gestão Integrada do negócios da óleo e gás no atendimento Portfólio da Companhia Empresa com natural no das metas indicadores Brasil físicas e financeiras de financeiros cada projeto sólidos • Realismo nas metas de produção 2012 2016 20
  21. 21. Investimentos PN 2012-2016: Aprovado pelo Conselho deAdministração da Petrobras em 13/06/12 Período 2012-2016 US$ 236,5 bilhões Pressupostos da Financiabilidade • Paridade com Preços de Importação de 27,7%28% Derivados E&P (US$ 65,5 Bi) • Manutenção do Grau de Investimento: 60,0% 5,8% (US$ 141,8 Bi) (US$ 13,8 Bi) - Alavancagem menor que 35% 2,1% - Dívida líquida/Ebitda menor que 2,5x (US$ 5,0 Bi) 1,5% • Não há emissão de novas ações (US$ 3,6 Bi) • Desinvestimentos de US$ 14,8 bilhões, com 1,6% 1,3% (US$ 3,8 Bi) foco em ativos no exterior (US$ 3,0 Bi) E&P RTC G&E Petroquímica Distribuição Biocombustíveis Corporativo*4,5% de investimentos no exterior, sendo 90% em E&P 21
  22. 22. Investimentos 2012-2016:Projetos em Implantação x Projetos em Avaliação Em Implantação Em Avaliação PN 2012-2016 = Todos os projetos de E&P no Brasil e os projetos dos demais segmentos que se + Projetos dos demais segmentos atualmente em Fase I, II e III. encontram em Fase IV* US$ 236,5 bilhões US$ 208,7 bilhões US$ 27,8 bilhões 980 projetos 833 projetos 147 projetos 27,7% 24,8% 17% (**) (US$ 65,5 Bi) US$ 51,7 Bi (US$ 4,6 Bi) 28% 7% (US$ 1,9 Bi) 0% (US$ 0,1 Bi) 3,7% 60,0% 65,8% 5% 50% (US$ 7,8 Bi) (US$ 141,8 Bi) (US$ 137,2 Bi) (US$ 13,9 Bi) 5,8% (US$ 1,3 Bi) 1,8% (US$ 13,8 Bi) (US$ 3,7 Bi) 2,1% 1,7% (US$ 5,0 Bi) (US$ 3,5 Bi) 21% 1,5% (US$ 3,6 Bi) 0,9% (US$ 6,0 Bi) 1,6% (US$ 1,9 Bi) 1,4% (US$ 3,8 Bi) 1,3% (US$ 3,0 Bi) (US$ 3,0 Bi) ** E&P no exterior E&P RTC G&E Petroquímica Distribuição Biocombustíveis Corporativo * Inclui as verbas já comprometidas dos projetos em avaliação de RTC, G&E, Petroquímica, Distribuição, Biocombustíveis e Corporativo. 22
  23. 23. Em Avaliação: 147 Projetos RTC, G&E, Petroquímica, Distribuição e Biocombustíveis Período 2012-2016 Composição: US$ 27,8 bilhões Competição pelos recursos financeiros disponíveis 17% (*) (US$ 4,6 Bi) Criatividade Simplicidade Criatividade Simplicidade Redução de Custo Redução de Custo 7% (US$ 1,9 Bi) • A mudança de fase destes projetos 0%(US$ 0,1 Bi) 50% dependerá de: (US$ 13,9 Bi) a. Resultado dos Estudos de Viabilidade; 5% (US$ 1,3 Bi) 21% b. Disponibilidade de Recursos (financiabilidade); (US$ 6,0 Bi) c. Competição pelos recursos financeiros disponíveis d. Alinhamento dos custos das novas refinarias às métricas internacionais; * E&P no exterior e. Disponibilidade de GN nacional para plantas de E&P Internacional Distribuição fertilizantes e novas termelétricas; e RTC Biocombustíveis f. outras variáveis. G&E Corporativo Petroquímica 23
  24. 24. Programas Estruturantes de Apoio ao PN 2012-2016 Plano de Negócios 2012-2016 US$ 236,5 bilhões Programa de Programa de Aumento da Programa de Otimização de Eficiência Gestão de Custos Operacional da Conteúdo Local Bacia de Campos Gestão Integrada do Portfólio da Companhia Segurança e Meio-Ambiente 24

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