ESTRUTURA INTERNA DA      TERRA                 SESI-SP - CE 388                        1º ANO A                     GEOGR...
DINÂMICA TERRESTRE• As deformações visíveis na superfície do  terreno, os fenômenos vulcânicos e  sísmicos, presentes tant...
CROSTA TERRESTRE OU        LITOSFERA• A camada mais externa e delgada da  Terra é chamada Crosta. É a parte  externa conso...
CROSTA TERRESTRE OU        LITOSFERA• A litosfera (em grego, “lito” significa  “pedra”) é a superfície do planeta,  compos...
CROSTA CONTINENTAL• Menos densa e geologicamente mais antiga  e complexa. Normalmente apresenta uma  camada superior forma...
CROSTA OCEÂNICA• Comparativamente mais densa e mais  jovem que a continental. Normalmente é  formada por uma camada homogê...
DINÂMICA DA TERRA• DINÂMICA INTERNA• DINÂMICA EXTERNA
DINÂMICA INTERNA• Resultado da interação de correntes  de convecção na astenosfera sob a  litosfera• Dinâmica das forças i...
DINÂMICA EXTERNA• Dinâmica das forças externas, que  modelam a paisagem:  intemperismo, erosão, transporte  de sedimentos,...
A CROSTA:FRAGMENTADA•A crosta terrestre não é uma camada rochosa inteiriça, e sim, fragmentada.
A DERIVA CONTINETAL• A primeira teoria a defender essa tese  ficou conhecida como Deriva  Continental.• Exposta pelo alemã...
A DERIVA CONTINETAL• Wegener utilizava como evidência  o contorno de continentes, que se  encaixavam como um grande  "queb...
MAS O QUE EXPLICARIA A DERIVACONTINELTAL ( SEPARAÇÃO DOS        CONTINETES?)• A DERIVA CONTINENTAL É EXPLICADA      PELA T...
A DERIVA CONTINENTAL ÉEXPLICADA PELA TECTÔNICA DEPLACAS...MAS COMO?• Estudos concluíram que as partes da  crosta, denomina...
• Supõe-se que as correntes de convecção      (o magma circulante no interior do     manto) funcionam como um motor,      ...
1- NOS LIMITESCONVERGENTES(PLACASCONVERGENTES):• Este caso ocorre quando duas placas se  chocam;• Na maior parte das vezes...
ZONA DE SUBDUCÇÃO• Na zona de subducção, a placa que  mergulha está sujeita a elevadas  temperaturas e pressões. As rochas...
2- NOS LIMITES DIVERGENTES(PLACAS DIVERGENTES:• O afastamento das placas facilita a  ascensão de magma que se encontra na ...
• GRANDE PARTE DAS ILHAS OCEÂNICAS  SÃO PICOS EMERSOS DE MONTANHAS   PERTENCENTES ÀS DORSAIS MESO-   OCEÂNICAS. AS ILHAS S...
A erupção na sua fase sub-aérea inicial. 14 de Novembro de 1963
Surtsey, 16 dias após o início da erupção
Lava flowing into the sea. April 20, 1964. (Photo: Sólarfilma)http://www.surtsey.is/pp_ens/photo_map_1.htm
Lava formation on the southernmost part of Surtsey. (Photo: Sigmar Metúsalemsson, July 2001)
• (...) emergindo a 14 de Novembro de 1963, o  que faz daquela ilha um dos territórios mais  jovens do planeta e a ilha ma...
NO LIMITE DAS PLACAS COMMOVIMENTO HORIZONTAL (FALHA DETRANSFORMAÇÃO OUTRANSCORRENTE)• Separa placas que estão se deslocand...
SAN ANDREAS• Para esse caso, o melhor exemplo é a  falha de Santo André, na Califórnia,  limitando a Placa Americana, com ...
http://blog.educacional.com.br/blog_geografia/tag/falha-geologica/
HTTP://WWW.MUNDOEDUCACAO.COM.BR/GEOGRAFIA/AGENTES-FORMACAO-RELEVO.HTM•   O relevo corresponde às irregularidades contidas ...
O CASO DOJAPÃO 2011
NATORI- SENDAI - JAPÃO
Imagem batimétrica Oceano Pacífico. No centro da imagem, esses pequenos "espinhos" são ilhas, que emergemdo fundo do ocean...
NATORI-JAPÃOANTES
NATORI-JAPÃODEPOIS
NATORI-JAPÃO
SENDAI - JAPÃO
SENDAI - JAPÃO
SENDAI - JAPÃO
MINAMISOMA
MINAMISOMA
MINAMISOMA
NATORI
NATORI
NATORIFONTE: http://edition.cnn.com/2011/WORLD/asiapcf/03/12/japan.before.after/index.html?hpt=C2
FONTE•   http://edition.cnn.com/2011/WORLD/asiapcf/03/12/japan.before.after/index.html?hpt=C2•   http://colunadosardinha.w...
SESI-SP - CE 388       1º ANO A      GEOGRAFIA       PROFESSORLUÍS FERNANDO DE ABREU
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Apresentação estrutura interna
Upcoming SlideShare
Loading in …5
×

Apresentação estrutura interna

1,315 views

Published on

  • Be the first to comment

Apresentação estrutura interna

  1. 1. ESTRUTURA INTERNA DA TERRA SESI-SP - CE 388 1º ANO A GEOGRAFIAProfessor Luís Fernando de Abreu
  2. 2. DINÂMICA TERRESTRE• As deformações visíveis na superfície do terreno, os fenômenos vulcânicos e sísmicos, presentes tanto nos continentes, como no fundo dos oceanos, são provas do dinamismo da Terra.• Nosso Planeta não é um corpo estático, pelo contrário, ele esteve e continua sob intensa atividade
  3. 3. CROSTA TERRESTRE OU LITOSFERA• A camada mais externa e delgada da Terra é chamada Crosta. É a parte externa consolidada, com espessura relativamente fina, sendo mais espessa sob os continentes e mais delgada sob os oceanos• A crosta terrestre é constituída de rochas.
  4. 4. CROSTA TERRESTRE OU LITOSFERA• A litosfera (em grego, “lito” significa “pedra”) é a superfície do planeta, composta de materiais sólidos e também denominada de crosta terrestre.• É sede dos fenômenos geológicos relacionados à dinâmica interna, como movimentos tectônicos, sísmicos, magmáticos, metamórficos, etc
  5. 5. CROSTA CONTINENTAL• Menos densa e geologicamente mais antiga e complexa. Normalmente apresenta uma camada superior formada por rochas graníticas (granito) e uma inferior de rochas basálticas (basalto, diabásio etc.)
  6. 6. CROSTA OCEÂNICA• Comparativamente mais densa e mais jovem que a continental. Normalmente é formada por uma camada homogênea de rochas basálticas.
  7. 7. DINÂMICA DA TERRA• DINÂMICA INTERNA• DINÂMICA EXTERNA
  8. 8. DINÂMICA INTERNA• Resultado da interação de correntes de convecção na astenosfera sob a litosfera• Dinâmica das forças internas (ENDÓGENAS) do planeta: tectonismo, orogênese, movimento de placas tectônicas, vulcanismo, etc.
  9. 9. DINÂMICA EXTERNA• Dinâmica das forças externas, que modelam a paisagem: intemperismo, erosão, transporte de sedimentos, deposição
  10. 10. A CROSTA:FRAGMENTADA•A crosta terrestre não é uma camada rochosa inteiriça, e sim, fragmentada.
  11. 11. A DERIVA CONTINETAL• A primeira teoria a defender essa tese ficou conhecida como Deriva Continental.• Exposta pelo alemão Alfred Lothar Wegener (em 1912), a teoria estabelece que continentes e oceanos estariam se deslocando "à deriva".
  12. 12. A DERIVA CONTINETAL• Wegener utilizava como evidência o contorno de continentes, que se encaixavam como um grande "quebra- -cabeças", como no caso do litoral do Brasil e da África Ocidental.
  13. 13. MAS O QUE EXPLICARIA A DERIVACONTINELTAL ( SEPARAÇÃO DOS CONTINETES?)• A DERIVA CONTINENTAL É EXPLICADA PELA TECTÔNICA DE PLACAS
  14. 14. A DERIVA CONTINENTAL ÉEXPLICADA PELA TECTÔNICA DEPLACAS...MAS COMO?• Estudos concluíram que as partes da crosta, denominadas placas tectônicas, "flutuavam" sobre o magma do manto, compreendendo partes de continentes e o fundo de oceanos e mares.• CONTINUA...
  15. 15. • Supõe-se que as correntes de convecção (o magma circulante no interior do manto) funcionam como um motor, gerando forças que empurram horizontalmente a crosta e movimentam as placas tectônicas. • VEJAMOS!!!
  16. 16. 1- NOS LIMITESCONVERGENTES(PLACASCONVERGENTES):• Este caso ocorre quando duas placas se chocam;• Na maior parte das vezes, uma delas desliza por debaixo da outra , essa região de junção de placas recebe o nome de Zona de Subdução.
  17. 17. ZONA DE SUBDUCÇÃO• Na zona de subducção, a placa que mergulha está sujeita a elevadas temperaturas e pressões. As rochas fundem, e o material formado (magma) ascende até a uma zona onde se acumula - câmara magmática. Eventualmente depois sobe até à superfície e dá origem a um vulcão.
  18. 18. 2- NOS LIMITES DIVERGENTES(PLACAS DIVERGENTES:• O afastamento das placas facilita a ascensão de magma que se encontra na Astenosfera, a camada situada logo abaixo das placas litosféricas.
  19. 19. • GRANDE PARTE DAS ILHAS OCEÂNICAS SÃO PICOS EMERSOS DE MONTANHAS PERTENCENTES ÀS DORSAIS MESO- OCEÂNICAS. AS ILHAS SURTSEY NA ISLÂNDIA (NO NORTE DO OCEANOATLÂNTICO), SURGIRAM RECENTEMENTE,NA DÉCADA DE 1960.A LAVA EXPELIDA POR VULCÕES SUBMERSOS FORMOU ESSAS ILHAS, QUE, POSTERIORMENTE,PASSARAMA ABRIGAR VEGETAÇÃOE ANIMAIS.
  20. 20. A erupção na sua fase sub-aérea inicial. 14 de Novembro de 1963
  21. 21. Surtsey, 16 dias após o início da erupção
  22. 22. Lava flowing into the sea. April 20, 1964. (Photo: Sólarfilma)http://www.surtsey.is/pp_ens/photo_map_1.htm
  23. 23. Lava formation on the southernmost part of Surtsey. (Photo: Sigmar Metúsalemsson, July 2001)
  24. 24. • (...) emergindo a 14 de Novembro de 1963, o que faz daquela ilha um dos territórios mais jovens do planeta e a ilha mais nova do Oceano Atlântico.• A erupção, que começara alguns dias antes da ilha emergir, durou até 5 de Junho de 1967, data em que a ilha atingiu a sua máxima extensão, ocupando então uma área de 2,7 km². Desde então, a erosão marinha e o vento têm vindo a reduzir paulatinamente o tamanho da ilha que em 2002 já tinha apenas 1,4 km² de área (...)
  25. 25. NO LIMITE DAS PLACAS COMMOVIMENTO HORIZONTAL (FALHA DETRANSFORMAÇÃO OUTRANSCORRENTE)• Separa placas que estão se deslocando lateralmente. O atrito entre as placas é grande de modo que podem ocorrer grandes esforços e deformações nas rochas que, periodicamente, são liberados por meio de grandes terremotos.
  26. 26. SAN ANDREAS• Para esse caso, o melhor exemplo é a falha de Santo André, na Califórnia, limitando a Placa Americana, com movimento geral na direção SE, da Placa do Pacífico, com movimento geral na direção NW.
  27. 27. http://blog.educacional.com.br/blog_geografia/tag/falha-geologica/
  28. 28. HTTP://WWW.MUNDOEDUCACAO.COM.BR/GEOGRAFIA/AGENTES-FORMACAO-RELEVO.HTM• O relevo corresponde às irregularidades contidas na superfície terrestre. Sua formação pode ter duas origens, provenientes de fatores endógenos (internos) e exógenos (externos). Os fatores internos da formação do relevo são o tectonismo e o vulcanismo. O tectonismo influencia na formação de relevo por meio das acomodações das placas litosféricas que podem ser de aproximação ou de afastamento.• Os movimentos da placas litosféricas são provocados pela quantidade de calor existente dentro da Terra, dando origem às correntes de convecção que podem ser convergentes e divergentes: a primeira quando as placas se chocam e a segunda quanto se afastam. O processo de vulcanismo interfere na formação do relevo, pois quando existe uma grande pressão no interior da Terra, as camadas da crosta se rompem. De uma forma geral, o vulcanismo dá origem a duas formas de relevo: as montanhas e os planaltos. Já os fatores exógenos (externos) formam o relevo por meio de erosões, que podem ser pluviais (provocadas pela água da chuva) e fluviais (provocadas pelas águas dos rios e mar). Nesses casos, o relevo sofre alterações, pois o escoamento das águas o desgasta dando a ele gradativamente novas formas. As geleiras também promovem modificações no relevo através da erosão glacial, quando ocorrem avalanches e porções de rochas se desprendem, alterando, assim, o relevo do local. Por fim, existe a modificação do relevo por meio da ação dos ventos, denominada erosão eólica. O homem também é um agente externo de transformação do relevo. Essas modificações são provenientes das atividades e das relações humanas. O homem, através do trabalho, transforma o relevo segundo os interesses econômicos ou mesmo para habitação.• Por Eduardo de Freitas
  29. 29. O CASO DOJAPÃO 2011
  30. 30. NATORI- SENDAI - JAPÃO
  31. 31. Imagem batimétrica Oceano Pacífico. No centro da imagem, esses pequenos "espinhos" são ilhas, que emergemdo fundo do oceano de modo abrupto.
  32. 32. NATORI-JAPÃOANTES
  33. 33. NATORI-JAPÃODEPOIS
  34. 34. NATORI-JAPÃO
  35. 35. SENDAI - JAPÃO
  36. 36. SENDAI - JAPÃO
  37. 37. SENDAI - JAPÃO
  38. 38. MINAMISOMA
  39. 39. MINAMISOMA
  40. 40. MINAMISOMA
  41. 41. NATORI
  42. 42. NATORI
  43. 43. NATORIFONTE: http://edition.cnn.com/2011/WORLD/asiapcf/03/12/japan.before.after/index.html?hpt=C2
  44. 44. FONTE• http://edition.cnn.com/2011/WORLD/asiapcf/03/12/japan.before.after/index.html?hpt=C2• http://colunadosardinha.wordpress.com/tag/terremoto/• http://www.terra.com.br/noticias/infograficos/terremoto-japao/?page=antes-e-depois.htm• http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/veja+antes+e+depois+do+terremoto+seguido+de+tsun ami+no+japao/n1238160712902.html
  45. 45. SESI-SP - CE 388 1º ANO A GEOGRAFIA PROFESSORLUÍS FERNANDO DE ABREU

×