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Mecanismos de transmissão (Contato, Gotículas e Aéreo)

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A dimensão do problema de infecções hospitalares é de importância do envolvimento de todos os profissionais da área, com os pacientes contaminados. A disseminação de infecção depende de três elementos: microrganismo infectante, hospedeiro suscetível e um meio de transmissão de microrganismo.

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Mecanismos de transmissão (Contato, Gotículas e Aéreo)

  1. 1. pcarefisioterapia.com.br/pcarefisioterapia Cuidados intra- hospitalares: Mecanismo de transmissão (Contato, Gotículas e Aéreo) Amélia Carolina R. de Souza
  2. 2. pcarefisioterapia.com.br/pcarefisioterapia Mecanismo de transmissão • As recomendações sobre as práticas de isolamento e precauções vêm sendo atualizadas , à medida que os mecanismos de transmissão das doenças infecciosas são mais bem conhecidos.
  3. 3. pcarefisioterapia.com.br/pcarefisioterapia Mecanismo de transmissão • Um dos grandes riscos do hospital e a transmissão de bactérias e outros microrganismos entre pacientes. • Contato direto • Contato indireto • Gotículas • Aérea
  4. 4. pcarefisioterapia.com.br/pcarefisioterapia Contato • O microrganismo pode ser transmitido de uma pessoa para outra pessoa, esta transmissão pode ocorre de contato direto e indireto. • Por meio agente infeccioso ocorre a contaminção de uma pessoa ou objeto intermediário.
  5. 5. pcarefisioterapia.com.br/pcarefisioterapia Contato • É o mais frequente e importante meio de transmissão de infecções hospitalares. • Pode ocorrer através das mãos dos profissionais; através das luvas quando não trocadas entre um paciente e outro. • Pelo contato entre pacientes e também através de instrumentos contaminados.
  6. 6. pcarefisioterapia.com.br/pcarefisioterapia Contato O meio transmissor primário é as mãos, objetos, entre outros pois quanto ao contato é frequente por meio de: • Visitantes. • Equipe hospitalar ( Medico, Enfermeiros, Fisioterapeutas entre outros). • Paciente.
  7. 7. pcarefisioterapia.com.br/pcarefisioterapia Contato Direto • Quando um microrganismo é transmitido de uma pessoa a outra ( pele com pele). • Sem a participação de um veículo inanimado. • Exposição a sangue e outro liquido corpóreo.
  8. 8. pcarefisioterapia.com.br/pcarefisioterapia Contato Direto Mãos contaminadas dos profissionais de saúde.
  9. 9. pcarefisioterapia.com.br/pcarefisioterapia Contato Indireto • Através da transferência do microrganismo de um objeto contaminado para um indivíduo suscetível. • A transmissão de um agente infeccioso ocorre por meio de uma pessoa (mãos contaminadas). • Dispositivos para a assistência aos pacientes.
  10. 10. pcarefisioterapia.com.br/pcarefisioterapia Contato Indireto • Termômetro, estetoscópios e outros objetos devem ser uso individual usando mecanismo de transmissão, contato destes com a pele e mucosas de outros pacientes . • Caso não tenha uso individualizado estes equipamentos tem que ser esterilizados.
  11. 11. pcarefisioterapia.com.br/pcarefisioterapia Gotículas • A transmissão por gotículas (perdigotos) ocorre através do contato próximo com paciente. • Gotículas de tamanho considerado grande (>5 micra) eliminadas pela fala, tosse, espirros, e mesmo pela respiração.
  12. 12. pcarefisioterapia.com.br/pcarefisioterapia Gotículas • Atingem até um metro de distância, e rapidamente se depositam no chão. • A transmissão não ocorre em distância maiores, por períodos prolongados e nem por partículas suspensas no ar.
  13. 13. pcarefisioterapia.com.br/pcarefisioterapia Aéreo • A transmissão por aerossóis é diferente da transmissão por gotículas. • Algumas partículas eliminadas durante a respiração, fala, tosse ou espirro se ressecam e ficam suspensas no ar • Ou por procedimentos como aspiração traqueal e broncoscopia.
  14. 14. pcarefisioterapia.com.br/pcarefisioterapia Aéreo • Atingir ambientes diferentes, inclusive quartos adjacentes, pois são carreadas por corrente de ar.
  15. 15. pcarefisioterapia.com.br/pcarefisioterapia Tipos de Precaução 1. Precauções padrão: a todos os pacientes 2. Precauções baseadas no modo de transmissão(suspeita ou diagnóstico confirmado de infecção) • Precauções de contato • Precauções para gotículas • Precauções para aerossóis
  16. 16. pcarefisioterapia.com.br/pcarefisioterapia Precaução padrão Objetivo: • Evitar infecção cruzada. • Evitar exposição desnecessária do profissional de saúde aos riscos potenciais de infecção. • Evitar a contaminação ambiental
  17. 17. pcarefisioterapia.com.br/pcarefisioterapia Precauções Baseadas na Transmissão Utilizadas quando a via de transmissão não é interrompida completamente pelo uso de precaução padrão.Existem três categorias: • Precauções de contato. • Precauções para gotículas. • Precauções respiratórias.
  18. 18. pcarefisioterapia.com.br/pcarefisioterapia Precauções Baseadas na Transmissão • Objetivo: Prevenir a transmissão de agentes infecciosos que são disseminados pelo contato direto ou indireto com o paciente ou seu ambiente. EPI
  19. 19. pcarefisioterapia.com.br/pcarefisioterapia Cuidados devemos ter • Assepsia das mãos ao entrar no quarto e ao sair. • Usa luvas como forma de proteção. • Higienizar seus equipamentos individuais.
  20. 20. pcarefisioterapia.com.br/pcarefisioterapia Cuidados devemos ter • Óculos • Mascaras • Capote
  21. 21. pcarefisioterapia.com.br/pcarefisioterapia Cuidados que devemos ter • Os agentes infecciosos estão em toda parte como: • Bactérias • Fungos • Vírus
  22. 22. pcarefisioterapia.com.br/pcarefisioterapia Cuidados devemos ter Com estas precauções o risco de contaminação será menor e diminuirá a evolução de doenças transmissíveis.
  23. 23. pcarefisioterapia.com.br/pcarefisioterapia Referencias • Silva P. F. “Infecções relacionadas a serviços de saúde orientações para público em geral”. • SHEA. Um compêndio de estratégias para a prevenção de infecções relacionadas à assistência à saúde em hospitais de cuidados agudos. Associação Paulista de Epidemiologia e Controle de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde 2011. • Medeiros, EAS, Wey, SB, Guerra, CM. Diretrizes para prevenção e o controle de infecções relacionadas à assistência à saúde. Comissão de Epidemiologia Hospitalar, Hospital São Paulo, Universidade de São Paulo 2005: 120 p. • Machado A, Ferraz AAB, Ferraz E, Arruda E, Nobre J, Konkewicz LR, Pimentel ML, Leão MTC, Trabasso P, Grimbaum R. “Prevenção da Infecção Hospitalar”.
  24. 24. pcarefisioterapia.com.br/pcarefisioterapia • Pereiral M. S. “A infecção hospitalar e suas implicações para o cuidar da Enfermagem. Hospital infection and its implications to the nursing care La infección hospitalaria y sus implicancias para el cuidado de la enfermeria”
  25. 25. pcarefisioterapia.com.br/pcarefisioterapia OBRIGADA

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