ELVASTurismo   doAlentejo
História de ElvasSituada num ponto estratégico, Elvas tem a suahistória marcada pela guerra e pelos assédioscastelhanos. F...
História de ElvasConquistada pelos povos romanos no sec. I a.c.,Elvas era já um aglomerado fortificado na esferade Pax Aug...
História de ElvasTomada aos mouros em 1230 por D. Sancho II apósvárias tentativas falhadas, Elvas ficou como a rainha dafr...
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A Batalha das Linhas de ElvasA Batalha das Linhas de Elva, foi travada em 14 de Janeirode 1659, em Elvas, entre Espanha e ...
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A Batalha das Linhas de ElvasApesar de grandes dificuldades, que o obrigaram aorganizar recrutamentos em Viseu e na ilha d...
Os portugueses ocuparam as colinas da Assomada, deonde se avistava a cidade de Elvas e as linhas inimigas,estas num majest...
As perdas sofridas pelos espanhóis nas linhas de Elvas foramenormes. Dos dezoito mil homens comandados por D. Luís deHaro,...
Cidade-Quartel Fronteiriça de   Elvas e suas FortificaçõesElvas é uma cidade com grandescaracterísticas históricas e patri...
Cidade-Quartel Fronteiriça de  Elvas e suas FortificaçõesForam classificadas as MuralhasSeiscentistas de Elvas, o Aqueduto...
Património CulturalA nível cultural destacam-se na cidade diversosequipamentos culturais como o Coliseu JoséRondão Almeida...
ConcelhoO concelho de Elvas tem também dois excelentes planos deágua, nas albufeiras do Caia e Alqueva, para a prática ded...
Situação Geográfica                                           O concelho de Elvas situa-se no                             ...
O concelho de Elvasfaz fronteira a nortecom o município deArronches, a nordestecom Campo Maior, asueste       com     omun...
UTILIZADO PARA REGA E ABASTECIMENTO DAS POPULAÇÕES, É UM LOCALCOM EXCELENTES CONDIÇÕES PARA A PRÁTICA DE DESPORTOS NÁUTICO...
Época Pré-Histórica Até ao Neolítico a região de Elvas seriapovoada apenas por pequenos bandos derecolectores. Não domesti...
Época Pré-HistóricaAs suas povoações situavam-se em locaisabertos, sem grandes condições naturais dedefesa, mas que permit...
Época Pré-Histórica  Os monumentos megalíticos são o que de maispalpável nos resta a testemunhar a vida espiritualdos seus...
Época Pré-HistóricaA separação dos ofícios, ou funçõesespecializadas do trabalho comunal sé se iriaprogressivamente implan...
roteiros das antas1)   1. anta da Quinta das Longas2) 2. anta do Monte dos Frades3)   3. anta do Torrão4) 4. Cromeleque5) ...
roteiros das antasA. A. anta Forte das BotasB.   B. anta de ValmorC.   C. anta de Monte RuivoD. D. anta nº 1 do SobralE.  ...
Época Romana  Neste período da história de Elvas nãoencontramos nenhum achado arqueológicoque tenha sido já objecto de cla...
Época Romana Esta Vila já referenciada no séc. XIX por Vitorino deAlmada, apresenta na sua Parte Urbana algumas divisões d...
Época RomanaOutras Vilas são referenciadas mas nãoconfirmadas, relativamente aos Castros destaca-se o Castro de Segóvia, n...
Época Romana Entre os vários Castros destacamos: o Castrodo Castelão de Baixo - situava-se em SantaEulália e possuía duas ...
Época RomanaEntre os vários achados arqueológicos destacam-se:medalhões, marcos funerários, mosaicos, cerâmicas deperíodos...
Épocamedieval
Actualmente em forma de quadrilátero, foi mandadoreedificar em 1226, por Don Sancho II, tendosofrido modificações e aument...
CASTELO DE BARBACENA                 Fortaleza medieval,                 construída      sobre                 vestígios r...
IgREJaDasdominícas Fundada em 1267, só conserva desta época a ábside da capela- mor.
IGREJA DE SÃO PEDRODo       séc.      XII,      foisucessivamente restaurada nosséc. XVII, XVIII e XIX. Daprimitiva traça ...
Época ModernaA sua construção iniciou-se em 1498, sob o risco de Francisco deArruda e, posteriormente, de Afonso Álvares, ...
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Época ModernaEdificada em 1517 sob o risco deFrancisco     de     Arruda,    sofreuimportante alterações no séc. XVII.Na f...
Época   ModernaEdificada entre 1701 e1719, prolongam-se ostrabalhos            deacabamento por maistempo, ostentando napo...
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EXEMPLO NOTÁVEL DA PRIMEIRA TRADIÇÃOHOLANDESA DE ARQUITETURA MILITAR , APRAÇA DE ELVAS É CONSTITUÍDA POR SETEBALUARTES E Q...
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SÉ1) IGREJA N. SRA. DA   ASSUNÇÃO(SÉ)2) IGREJA DE SÃO PEDRO3) IGREJA DE SÃO LOURENÇO4) IGREJA DE SANTA MARIA              ...
1) IGREJA DA ORDEM   TERCEIRA DE SÃO   FRANCISCO OU DOS   TERCEIROS2) IGREJA DA MISERICORDIA   PIEDADE3) CONVENTO DE SÃO J...
1)  ANTÓNIO MOCISSO2)  LUSO ESPANHOLA RESIDENCIAL3)  HOTÉL DOM LUÍS4)  VARCHOTEL5)  HOTEL SÃO JOÃO DE DEUS6)  QUINTA DE ST...
A não perder o património gastronómico de Elvas, o qual éclaramente marcado pelas Ameixas de Elvas e pelo Sericaia, docesc...
Ingredientes1 l de leite1 pau de canela12 ovos500 g de açúcar150 g de farinhacanela em pó, qbsal, qbcasca de 1 limãoPrepar...
1)   AÇORDA ALENTEJANA2)   SOPA DE CAÇÃO3)   SOPA DE TOMATE4)   SOPA DE BATATA5)   SOPA DE ESPARGOS6)   SOPA DE FEIJÃO BRA...
1)    ADEGA REGIONAL2)    RESTAURANTE O LAGAR3)    O POMPILIO4)    RESTAURANTE SÃO JOSÉ5)    EL CRISTO6)    REST. MARISQUE...
FOTOGRÁFICO   CONTEMPORANÊO   MILITAR
PadrãoComemorativo                Neste Sitio dos Murtais a 1 km. da cidadMonumento edificado por     local da gloriosa Ba...
Capela desantoamaroConstruçãoseiscentistasubstituindo      umaanterior consagrada aS. Jorge, e que tinhaservido de hospita...
A história de elvasProvavelmente o monte onde se      Elvas integra-se no Reino desitua a cidade tenha sido          Portu...
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ARREDORES DE ELVASVila Viçosa                           Estremoza 40km oeste de Elvas                                     ...
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ARREDORES DE ELVASCampo Maior                           Ouguelaa 18 km nordeste de Elvas             a 29km nordeste de El...
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1)   Posto de Turismo;2)   Torre Fernandina;                               roteiro da3)   2ª Cintura Islâmica;            ...
roteiro das1)   Posto de Turismo;2) Antiga Sé;                                  igrejas3)   Domínicas;4) Sta. Maria de Alc...
roteiro do guadiana1) saída de Elvas,   em direcção a   Olivença2) Capela e Ponte   da Ajuda sobre o   rio Guadiana
roteiro das fortificações1) Saída do Centro Histórico,   pelo viaduto2) Forte de Santa Luzia3) Forte da Graça4) Passagem p...
roteiro das vilas e aldeias1) S. Vicente2) Sta. Eulália3) Barbacena4) Vila Fernando5) Terrugem6) Vila Boim
PORQUE VISITAR ELVAS ?a) Elvas é a principal fortificação na fronteira mais antiga na Europab) Elvas é a principal fortifi...
PELAS SUAS RUAS RESPIRA-SE AHISTÓRIA. NÃO HÁ UMA RUA SEMUM PALACETE, SEM UMA CASAHISTÓRICA, SEM UM MONUMENTO.A CADA ESQUIN...
Turismo em elvas pedro calado ,sandra piedade2
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Turismo em elvas pedro calado ,sandra piedade2

  1. 1. ELVASTurismo doAlentejo
  2. 2. História de ElvasSituada num ponto estratégico, Elvas tem a suahistória marcada pela guerra e pelos assédioscastelhanos. Foi essa história militar que tornoupossível hoje observar todo o património militar dacidade: o Forte de Santa Luzia, o Forte da Graça, osfortins, os quatro panos de muralhas e ainda todos osestabelecimentos militares, monumentos que juntostornam Elvas como uma das maiores cidades quartel deguerra em todo o mundo.
  3. 3. História de ElvasConquistada pelos povos romanos no sec. I a.c.,Elvas era já um aglomerado fortificado na esferade Pax Augusta (Badajoz) com, relativaimportância. A sua posição estratégica fez crescera população durante os períodos Visigótico eIslâmico.
  4. 4. História de ElvasTomada aos mouros em 1230 por D. Sancho II apósvárias tentativas falhadas, Elvas ficou como a rainha dafronteira mais antiga da europa. Considerada com achave do Reino de Portugal, defendeu a nacionalidadedurante as Guerras fernandinas no séc. XIV e foifundamental durante a guerra da restauração (1620-1668).
  5. 5. História de ElvasA sua importância foi sempre crescente ao longo dahistória: foi tornada cidade logo em 1513 por D.Manuel I e sede de Bispado em 1570. No iníciodo Sec. XVII estava entre as mais importantescidades do país.
  6. 6. A Batalha das Linhas de ElvasA Batalha das Linhas de Elva, foi travada em 14 de Janeirode 1659, em Elvas, entre Espanha e Portugal.Em 1658 um exército espanhol, comandado por D. Luís deHaro, acampava na fronteira do Caia, com 14 000 homens deinfantaria, 5 000 de cavalaria, artilharia, munições, etc. Algunsdias decorreram em preparativos dos castelhanos para o cerco deElvas, e nas diligências dos portugueses para defenderem acidade
  7. 7. A Batalha das Linhas de ElvasD. Luís de Haro distribuiu as suas tropas ao longo deentrincheiramentos, dando ordens para que fosse exercida apertadavigilância a fim de impedir que Elvas recebesse mantimentos ouqualquer outra espécie de auxílio vindo do exterior, de tal modo que sóa chegada de um verdadeiro exército poderia evitar mais cedo ou maistarde, a capitulação da praça. A rainha D. Luísa resolveu chamarD. António Luís de Meneses, conde de Cantanhede, para lheentregar o comando geral das tropas portuguesas no Alentejo, etransferir para o mesmo teatro de operações D. Sancho Manuel,que foi assumir as funções de mestre-de-campo-general.
  8. 8. A Batalha das Linhas de ElvasOs espanhóis instalados nas duas colinas maispróximas começaram a bombardear a cidade de Elvas,causando pânico e grandes baixas na população. Maso maior perigo era a peste que causava cerca de 300mortes por dia.Mediante tal situação, o conde de Cantanhede, D.António Luís de Meneses reuniu em Estremoz umexército de socorro.
  9. 9. A Batalha das Linhas de ElvasApesar de grandes dificuldades, que o obrigaram aorganizar recrutamentos em Viseu e na ilha da Madeira, ereunir as guarnições de Borba, Juromenha, CampoMaior, Vila Viçosa, Monforte e Arronches, o conde deCantanhede conseguiu formar um exército de oito milinfantes, dois mil e novecentos cavaleiros e sete canhões.Tendo ficado acordado, entre o conde de Cantanhede e D.sancho Manuel, que o ataque às linhas de Elvas se fariapelo sítio conhecido por Murtais, o exército português saiude Estremoz e marchou sobre a praça cercada.
  10. 10. Os portugueses ocuparam as colinas da Assomada, deonde se avistava a cidade de Elvas e as linhas inimigas,estas num majestoso arraial. No dia 14 de janeiro, cercadas oito horas da manhã, os portugueses desencadearam oataque, como estava previsto pelo sítio dos Murtais.Manteve-se a vitória indecisa durante algum tempo,pois ao ataque correspondia uma vigorosa defesa do ladoespanhol, mas a certa altura as tropas do conde deCantanhede conseguiram romper irresistivelmente aslinhas dos castelhanos, que começaram por ceder terreno enão tardaram a debandar.
  11. 11. As perdas sofridas pelos espanhóis nas linhas de Elvas foramenormes. Dos dezoito mil homens comandados por D. Luís deHaro, apenas cerca de cinco mil infantes e trezentos cavaleirosconseguiram alcançar Badajoz.Nesta batalha distinguiu-se o conde de Cantanhede, que recebeu,entre outras mercês, o título de marquês de Marialva, por cartade lei de 11 de Junho de 1661.A Batalha das Linhas de Elvas
  12. 12. Cidade-Quartel Fronteiriça de Elvas e suas FortificaçõesElvas é uma cidade com grandescaracterísticas históricas e patrimoniais,tendo sido classificada pela UNESCO nodia 30 de Junho de 2012 como PatrimónioMundial devido às suas fortificações do séc.XVII e XVIII.
  13. 13. Cidade-Quartel Fronteiriça de Elvas e suas FortificaçõesForam classificadas as MuralhasSeiscentistas de Elvas, o Aqueduto daAmoreira, Fortes da Graça e de SantaLuzia, Fortins de São Mamede, SãoDomingo e São Pedro, CercasMedievais, edifícios militares e o CentroHistórico da antiga praça-forte de Elvas.
  14. 14. Património CulturalA nível cultural destacam-se na cidade diversosequipamentos culturais como o Coliseu JoséRondão Almeida, o Museu de Arte Contemporâneade Elvas, o Museu Militar de Elvas, o CentroInterpretativo do Património, o Museu Militar doForte de Santa Luzia, o Museu Municipal daFotografia – João Carpinteiro, a BibliotecaMunicipal de Elvas, o Arquivo Histórico Municipalde Elvas, o Centro de Negócios Transfronteiriço, eoutros edifícios que fazem de Elvas uma cidademulticultural e com uma agenda cultural rica ediversificada.
  15. 15. ConcelhoO concelho de Elvas tem também dois excelentes planos deágua, nas albufeiras do Caia e Alqueva, para a prática dedesportos náuticos e condições naturais excepcionais para oturismo cinegético. A não perder o património gastronómico de Elvas, o qual éclaramente marcado pelas Ameixas de Elvas e pelo Sericaia,doces conventuais seculares desta região.Com uma ampla oferta de restaurantes, não deixe de provaro afamado Bacalhau Dourado, um dos pratos mais famososde Elvas e que mereceu honras de inscrição no Livro doGuiness ao ser confeccionado em Elvas o maior bacalhaudourado do mundo!
  16. 16. Situação Geográfica O concelho de Elvas situa-se no Distrito de Portalegre e faz fronteira a norte com o município de Arronches, a nordeste com Campo Maior, a sueste com o município de Olivença, a sul com o Alandroal e Vila Viçosa e a oeste com os municípios de Borba e Monforte. Os acessos a este concelho podem ser feitos pelo IP 7 - Lisboa - Setúbal - Évora - Estremoz - Elvas - Caia; ER 246 - Arronches - Elvas; ER 373 -O concelho de Elvas é atravessado pelos Elvas - Alandroal; EN 373 -rios Caia e Guadiana e pelas ribeiras dePereira, Velha, Ceto e Caiola. Campo Maior (entroncamento da EN 371) - Elvas (IP 7).
  17. 17. O concelho de Elvasfaz fronteira a nortecom o município deArronches, a nordestecom Campo Maior, asueste com omunicípio deOlivença, a sul com oAlandroal e VilaViçosa e a oeste comos municípios deBorba e Monforte.
  18. 18. UTILIZADO PARA REGA E ABASTECIMENTO DAS POPULAÇÕES, É UM LOCALCOM EXCELENTES CONDIÇÕES PARA A PRÁTICA DE DESPORTOS NÁUTICOSNÃO MOTORIZADOS COMO WINDSURF, CANOAGEM E PESCA DESPORTIVA.PERFEITO AINDA PARA OBSERVAR AVES AQUÁTICAS, NA PARTE OCIDENTAL,JUNTO A SANTA EULÁLIA, ONDE SE DESCOBREM O MERGULHÃO- DE-CRISTA OPATO-REAL OU O GALEIRÃO-COMUM.
  19. 19. Época Pré-Histórica Até ao Neolítico a região de Elvas seriapovoada apenas por pequenos bandos derecolectores. Não domesticavam animais nemplantas e desconheciam o hábito da fixação à terra.Lentamente terão surgido mudanças. Por essaépoca, a natureza animal e vegetal começa aser controlada; o nómada vai-sesedentarizando e surgem novas técnicas,como a pedra polida, a olaria e a tecelagem.
  20. 20. Época Pré-HistóricaAs suas povoações situavam-se em locaisabertos, sem grandes condições naturais dedefesa, mas que permitiam um certocontrole da paisagem envolvente; depoisde instalados num local, ali permaneciamaté ao esgotamento das terras. As suascabanas eram construídas à base de pedras,canas e ramos, por vezes revestidas abarro.
  21. 21. Época Pré-Histórica Os monumentos megalíticos são o que de maispalpável nos resta a testemunhar a vida espiritualdos seus construtores, e as novas relações sociaisbaseadas numa maior organização einterdependência. Para além do esforço físico queimplicava erguê-los, era imprescindível aexistência de excedentes alimentares, quepermitissem disponibilizar parte da comunidadepara um trabalho não produtivo. A perpetuaçãodesta produção excedentária implicou, por sua vez,e a longo prazo, o aparecimento dos primeirospovoados fortificados.
  22. 22. Época Pré-HistóricaA separação dos ofícios, ou funçõesespecializadas do trabalho comunal sé se iriaprogressivamente implantar com a introduçãoda metalurgia e consequentes alterações davivência social, realçando prestígio e poderaos seus conhecedores, e abrindodecisivamente caminho às primeiras formasde diferenciação social.
  23. 23. roteiros das antas1) 1. anta da Quinta das Longas2) 2. anta do Monte dos Frades3) 3. anta do Torrão4) 4. Cromeleque5) 5. Castelo Velho6) 6. anta nº 1 D. Miguel7) 7. anta da Coutada8) 8. anta de Serrones9) 9. anta da Torre das Arcas
  24. 24. roteiros das antasA. A. anta Forte das BotasB. B. anta de ValmorC. C. anta de Monte RuivoD. D. anta nº 1 do SobralE. E. anta nº 2 de S. RafaelF. F. anta nº 1 de S. RafaelG. G. anta nº 1 das DefesinhasH. H. anta nº 2 das DefesinhasI. I. anta da Venda
  25. 25. Época Romana Neste período da história de Elvas nãoencontramos nenhum achado arqueológicoque tenha sido já objecto de classificação.Porém nesta região encontramos Vilas eCastros datados do séc. I A.C ao séc. IV D.C.,relativamente ás Vilas encontra-se emescavação a Vila Romana da Quinta dasLongas, ao km - 7.8 na estrada Elvas-SantaEulália-Portalegre, cujo trabalhos tem sidorealizados pelo Dr. António Carvalho.
  26. 26. Época Romana Esta Vila já referenciada no séc. XIX por Vitorino deAlmada, apresenta na sua Parte Urbana algumas divisões doqual destacamos: a sala tripla de abside, a exedra e operistilo. Neste conjunto destaca-se ainda os tanquessituados a norte e a sul e o espelho de água a norte daabside. Nesta escavação foram encontrados também váriomaterial de cerâmica, ( fundamentalmente objectos deutilização quotidiana ou de luxo) inclusivamente deexportação que reflecte o poder económico e o nível culturaldo proprietário desta Vila nesses tempos remotos.
  27. 27. Época RomanaOutras Vilas são referenciadas mas nãoconfirmadas, relativamente aos Castros destaca-se o Castro de Segóvia, na estrada Elvas-CampoMaior ao km - 7, a sua ocupação é referenciadapara a Idade do Ferro tendo sido utilizado comfrequência desde tempos Romanos até quase aoséc. XIX para fins militares. Este Castro deve oseu nome á raiz Céltica, "Sego", que indicavitória, portanto local de vitória, o que faz comque os investigadores defendam a tese de queeste espaço seja da Idade do Ferro
  28. 28. Época Romana Entre os vários Castros destacamos: o Castrodo Castelão de Baixo - situava-se em SantaEulália e possuía duas cinturas de muralhas, oCastro do mesmo nome, o Castro de Gáfete,que se situava na Terrugem, o Castro deAtalalião, que se situava na Torre Grande, oCastro da Vinagueira em Santa Vitória eainda o Castro Elvira, que deve corresponderao espaço onde se edificou o Castelo deElvas.
  29. 29. Época RomanaEntre os vários achados arqueológicos destacam-se:medalhões, marcos funerários, mosaicos, cerâmicas deperíodos diferenciados da época romana e ainda inscriçõesvárias de cidadãos romanos que viveram ou foramhomenageados pelas populações que aqui viveram.
  30. 30. Épocamedieval
  31. 31. Actualmente em forma de quadrilátero, foi mandadoreedificar em 1226, por Don Sancho II, tendosofrido modificações e aumentos, nomeadamentecom Don Dinis, Don João II e Don Manuel. Aentrada da alcáçova faz-se por uma porta aberta namuralha entre as duas torres principais, ameadas,sendo a da esquerda a Torre de Menagem,reconstruída em 1488. Regista as adaptações da fasede transição para o sistema abaluartado. Costa deVila Fria, na parte NE, da antiga povoação.
  32. 32. CASTELO DE BARBACENA Fortaleza medieval, construída sobre vestígios romanos e árabes, foi transformada em residência solarenga acastelada no tempo de Don João III. Na margem direita da ribeira de Fontalva, à cota de 330m
  33. 33. IgREJaDasdominícas Fundada em 1267, só conserva desta época a ábside da capela- mor.
  34. 34. IGREJA DE SÃO PEDRODo séc. XII, foisucessivamente restaurada nosséc. XVII, XVIII e XIX. Daprimitiva traça resta o pórticoromânico-gótico, de granito,com três colunelos de cadalado. A fachada é baixa e larga,do séc. XVIII. O zimbório, quecorresponde à capela-mor, temum lanternim. A torre sineirapossui quatro olhais, duasfrestas e remate em cúpulacónica. O interior é de trêsnaves divididas por quatroarcos de volta redonda.
  35. 35. Época ModernaA sua construção iniciou-se em 1498, sob o risco de Francisco deArruda e, posteriormente, de Afonso Álvares, Diogo Marques ePero Vaz Pereira que o conclui em 1622. A parte principal érasgada por quatro andares de arcadas que se apoiam emcontrafortes cilíndricos. Foi alvo de importantes obras deconservação no século passado.
  36. 36. Com quase oito quilómetros de extensão, danascente no local da Amoreira até à Fonte daMisericórdia no centro da cidade, o magnificoAqueduto é o ex-libris civil da cidade de Elvas eum dos mais importantes exemplos daarquitectura hidráulica do país. Com galeriassubterrâneas, canal ao nível do terreno, a suaface mais imponente toma forma na arcadasustentada por robustos contrafortes que chegama atingir 31 metros de altura. As obrascomeçaram em 1537 mas a água só correu em1622 devido a diversos problemas técnicos efinanceiros.
  37. 37. Época ModernaO seu orago é Nossa Senhora de Consolação. Edificada no séc. XVI,sofreu alterações no séc. XVII. O pórtico principal é renascença, comarco de volta redonda enquadrado por duas pilastras e cimalha, eencimado por um medalhão circular sustentado por duas volutas. Templanta octogonal, sendo iluminada por um zimbório sustentado por oitocolunas pintadas, de mármore. Realce para o revestimento integral deazulejos polícromos datados de 1659.
  38. 38. FORTE DA GRAÇAÉ uma obra-prima da arquitecturamilitar europeia do séc. XVIII.Mandado construir por Don José,no monte onde se encontrava acapela de Nossa Senhora da Graça,viria a completar o circuitodefensivo da cidade de Elvas.
  39. 39. Época ModernaEdificada em 1517 sob o risco deFrancisco de Arruda, sofreuimportante alterações no séc. XVII.Na fachada principal, rasga-se umlargo arco de volta redonda com base,capitéis e colunas de traça primitiva.As fachadas laterais apresentamcontrafortes, botaréus, gárgulas,coruchéus e coroamento de merlõeschanfrados. O interior é de três navesde abóbodas artesoadas, com bocetesarmoriados. De salientar a azulejariados séc. XVII e XVIII.
  40. 40. Época ModernaEdificada entre 1701 e1719, prolongam-se ostrabalhos deacabamento por maistempo, ostentando naporta a data de 1761. Ointerior é de uma nave,ampla, com silhar deazulejos historiados damesma época. Destaquepara a talha da capela-mor e para aimaginária.
  41. 41. Época modernaOs dois primeiros recintosamuralhados, com vinte e oito torres,são árabes, reconstruídosparcialmente por Don Sancho II, DonFernando acrescentou-lhe um terceirorecinto, e, sobre este, levantou-se, noséc. XVII, a importante construçãoabaluartada, obra-prima daarquitectura militar. Tem a forma deum polígono irregular, com dozefrentes, sete baluartes e quatro meios-baluartes. Do sistema defensivo dapraça forte, fazem parte os fortes deSanta Luzia e da Graça.
  42. 42. EXEMPLO NOTÁVEL DA PRIMEIRA TRADIÇÃOHOLANDESA DE ARQUITETURA MILITAR , APRAÇA DE ELVAS É CONSTITUÍDA POR SETEBALUARTES E QUATRO MEIOS-BALUARTES E UMREDETE LIGADOS ENTRE SI POR CORTINAS,CONSTITUINDO DOZE FRENTES DE MURALHA.TRÊS DOS BALUARTE (CASARÃO, PRAÇA DEARMAS E SÃO JOÃO DE DEUS) TÊM CAVALEIROSQUE EVITAM QUE AS CORTINAS CONTÍGUASSEJAM ENFIADAS PELOS TIROS DAS BATERIAS EPERMITEM DOIS ANDARES DE FOGO DEARTILHARIA. O ACESSO À CIDADE É FEITO PORTRÊS PORTAS DUPLAS (OLIVENÇA A SUL, SÃOVICENTE A NORDESTE E DA ESQUINA A OESTE).
  43. 43. Proveniente de Ouguela,Campo Maior, estePelourinho apresenta socode 5 degraus de plantaoctogonal. Base oitavadaconstituída por plinto,toro, escócia decorada emcada face por bilhetas, ebocel. Fuste oitavadoespiralado e decorado debolas, apresentando aocentro grosso anelmoldurado e corrido debolas e uma corda.
  44. 44. NA RAIA QUE RESPIRA MEMÓRIAS DAS GUERRAS ENTRE PORTUGAL ECASTELA, DESCOBREM-SE AS RUÍNAS DA FORTIFICADA PONTE DA AJUDA,TAMBÉM CHAMADA DE PONTE DE OLIVENÇA.MANDADA CONSTRUIR POR D. MANUEL I SOBRE O RIO GUADIANA PARAASSEGURAR AS INVESTIDAS NA MARGEM ESQUERDA, PALCO DEBATALHAS DURANTE A RESTAURAÇÃO E A GUERRA DA SUCESSÃO.
  45. 45. O CONVENTO DE SÃO JOÃO DE DEUS FOICONTRUIDO EM ELVAS EM 1645 (OPRIMEIRO DA SUA ORDEM EM PORTUGAL)SERVINDO DE HOSPITEL MILITAR. EMFINAIS DE 1641 D. JOÃO IV ORDENOOU ACONSTRUÇÃO DE HOSPITAIS MILITARESNAS PRINCIPAIS PRAÇAS DO PAÍS. ASSIMVEIO A SUCEDER TAMBÉM EM ELVAS ONDEOS ENFERMOS MILIRARES FORAMSOCORRIDOS PELOS RELIGIOSOS DAORDEM DE SÃO JOÃO DE DEUS, OCUPANDOO HOSPITAL MILITAR PARTE DO CONVENTODESTES FRADES HOSPITALÁRIOS. OEDIFÍCIO FOI PRINCIPIADO EM1642 EPRONTO A FUNCIONAR EM 1645, JUNTO ÀMURALHA FERNANDINA.
  46. 46. SÉ1) IGREJA N. SRA. DA ASSUNÇÃO(SÉ)2) IGREJA DE SÃO PEDRO3) IGREJA DE SÃO LOURENÇO4) IGREJA DE SANTA MARIA PIEDADE DE ALCAÇOVA5) IGREJA DE SÃO JOÃO DA SÃO PEDRO ALCAÇOVA CORUJEIRA6) IGREJA DE NOSSA SENHORA DA NAZARÉ7) IGREJA DE NOSSA SENHORA DAS DORES8) IGREJA DAS DOMÍNICAS NAZARÉ9) IGREJA DA ORDEM TERCEIRA DE SÃO FRANCISCO OU DOS TERCEIROS
  47. 47. 1) IGREJA DA ORDEM TERCEIRA DE SÃO FRANCISCO OU DOS TERCEIROS2) IGREJA DA MISERICORDIA PIEDADE3) CONVENTO DE SÃO JOÃO DE DEUS4) CONVENTO DE SÃO FRANCISCO5) CONVENTO DE SÃO DOMINGOS CAPELA N.6) CONVENTO DE SANTA SRA.CONCEIÇÃO CLARA7) CONVENTO DE SÃO PAULO São Domingos8) COLÉGIO JESUÍTA9) CAPELA DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO
  48. 48. 1) ANTÓNIO MOCISSO2) LUSO ESPANHOLA RESIDENCIAL3) HOTÉL DOM LUÍS4) VARCHOTEL5) HOTEL SÃO JOÃO DE DEUS6) QUINTA DE STº ANTÓNIO7) ALBERGARIA JARDIM8) HOTEL BRASA9) PARQUE DE CAMPISMO DA PIEDADE10) HERDADE DAS ALDEIAS11) RESIDENCIAL O CARRASCAL
  49. 49. A não perder o património gastronómico de Elvas, o qual éclaramente marcado pelas Ameixas de Elvas e pelo Sericaia, docesconventuais seculares desta região. Com uma ampla oferta derestaurantes, não deixe de provar o afamado Bacalhau Dourado, umdos pratos mais famosos de Elvas e que mereceu honras de inscriçãono Livro do Guiness ao ser confeccionado em Elvas o maiorbacalhau dourado do mundo!
  50. 50. Ingredientes1 l de leite1 pau de canela12 ovos500 g de açúcar150 g de farinhacanela em pó, qbsal, qbcasca de 1 limãoPreparaçãoLigue o forno e regule-o para os 225 C (bem quente). Leve ao lume, a ferver, o leitejuntamente com a casca de limão, o pau de canela e uma pitada de sal. Retire do lume edeixe arrefecer. Entretanto, bata muito bem as gemas com o açúcar até obter um creme fofo.Em seguida, dissolva a pouco e pouco a farinha no leite fervido, junte o creme de gemas eaçúcar e mexendo sempre, leve a engrossar sobre lume brando. Retire do lume, tire a cascade limão e o pau de canela e deixe arrefecer. Bata as claras em castelo bem firme eincorpore, cuidadosamente, no preparado anterior, que deverá estar frio ou ligeiramentemorno. Pré-aqueça o prato de barro no forno...Deite em colheradas desencontradas, o creme num prato fundo e bem largo de barro, uma éposta no sentido do centro para as bordas do prato e a outra atravessada, depois polvilheabundantemente com canela e leve a cozer no forno.
  51. 51. 1) AÇORDA ALENTEJANA2) SOPA DE CAÇÃO3) SOPA DE TOMATE4) SOPA DE BATATA5) SOPA DE ESPARGOS6) SOPA DE FEIJÃO BRANCO COM BACALHAU7) BORREGO ASSADO8) ENSOPADO DE BORREGO9) MIGAS COM ENTRECOSTO10) CARNE DE PORCO ALENTEJANA11) PEZINHOS DE COÊNTRADA12) COZIDO A PORTUGUESA13) ARROZ DE PATO14) FEIJOADA DE LEBRE
  52. 52. 1) ADEGA REGIONAL2) RESTAURANTE O LAGAR3) O POMPILIO4) RESTAURANTE SÃO JOSÉ5) EL CRISTO6) REST. MARISQUEIRA LUSITÂNIA7) VARCHOTEL CHURRASQUEIRA8) REST. O GOLO9) REST. O ASSADOR10) REST. MARISQUEIRA TIF-TAF11) REST. TICATRINA12) FLOR DO JARDIM13) ALBERGARIA JARDIM14) MARISQUEIRA HORA-A-HORA15) TROYA-COFFEE
  53. 53. FOTOGRÁFICO CONTEMPORANÊO MILITAR
  54. 54. PadrãoComemorativo Neste Sitio dos Murtais a 1 km. da cidadMonumento edificado por local da gloriosa Batalha das Linhas dD. Afonso VI para Linhas de Elvas, encontramos docomemoração da vitória monumentos que recordam esse 14 de Janeiportuguesa na Batalha das de 1659.Linhas de Elvas.cerrar a noite."
  55. 55. Capela desantoamaroConstruçãoseiscentistasubstituindo umaanterior consagrada aS. Jorge, e que tinhaservido de hospitaldurante a Batalha. Éum edifício de plantalongitudinal compostapor nave e capela-mor,
  56. 56. A história de elvasProvavelmente o monte onde se Elvas integra-se no Reino desitua a cidade tenha sido Portugal definitivamente emocupado em 884/885 por Ibn 1230, no reinado de D. Sancho II,Marwan, aproveitando uma quando as estruturas muçulmanasestrutura romana, iniciando serão remodeladas.assim a história de Elvas.Ialbax, designação árabe,cresceu e foi logo amuralhada,com um primeiro perímetroenvolta do alcácer islâmico, nosec. IX. Com o crescimento damedina e com o forte comércioali existente, houve necessidadede construir nova linha defortificações no séc. XII,antecedendo a tomada cristã.
  57. 57. A história de elvasDevido à sua posição estratégica na zona de fronteira foisempre uma praça-forte na defesa da nacionalidade,enfrentando as guerras com Castela, sendopermanentemente reforçadas as suas muralhas.Durante o reinado de D. Afonso IV inicia-se a edificaçãode novas muralhas, terminadas com D. Fernando,composta por 22 torres, 11 portas e barbacã, da qualpouco resta.Aqui se realizam vários casamentos reais, troca deprincesas e de reais prisioneiros, bem como as cortes de1361.
  58. 58. A história de elvasSerá contudo no reinado de D. Manuel I (1495-1521),que a povoação terá uma renovação estrutural, abrindo-se novos espaços, construindo-se novas igrejas,recebendo o título de Cidade (1513) e iniciando apretensão de ser sede episcopal, reconhecido apenas noreinado de D. Sebastião, pela bula Super Cunctas, de S.Pio V, de 9 de Junho de 1570, extinto apenas no séc.XIX.
  59. 59. A história de elvasAquando da perda de independência, no século XVI, a guardaavançada do exército do duque de Alba ocupou, semdificuldade, a cidade, permanecendo aí a corte do reicastelhano, D. Filipe II, durante algumas semanas, emprincípios de 1581. Durante a Guerra de Restauração, pela sua importância, seráelevada a sede do governo militar do Alentejo, construindo-seum dos mais complexos sistemas de muralhas do reino, soborientação de Ian Scierman, matemático holandês.Cercada em fins de 1658, assiste no início de 1659 à vitóriaportuguesa na Batalha das Linhas de Elvas, passo decisivo paraa consolidação da independência de Portugal frente a Espanha.Foi ainda cercada em 1663, 1706 e 1711, resistindo com êxito.
  60. 60. O sistemaabaluartado éintegrado por setebaluartes, quatromeios-baluartes eum redente, alémde cortinasmonumentais,com três portasduplas.No interior, em área urbana, abrigam-se quartéis, casernascasamatadas, depósitos, paióis, dando ao conjunto urbano ummarcado carácter militar, ao qual se juntam no exterior osFortins de São Francisco, de São Mamede, de São Pedro, Fortede Santa Luzia e o Forte da Graça (Lippe).
  61. 61. ARREDORES DE ELVASVila Viçosa Estremoza 40km oeste de Elvas a 45km oeste de ElvasVila que acolheu a família dos Cidade que albergou a RainhaDuques de Bragança até 1640 Santa Isabel e que ao longo dosquando estes passam a reinar em tempos deixou o burgo medieval ePortugal. Merece destaque o baixou ao rossio oitocentista.Palácio Ducal, o Castelo e o Nos sábados de manhã tem lugarpatrimónio religioso. Imperdível um pitoresco mercado.visitar uma canteira de extração demármore.
  62. 62. ARREDORES DE ELVAS Alandroal Juromenhaa 34km sul de Elvas 18km a sul de ElvasPequena vila com um castelo Tendo a seus pés o rio Guadiana, emedievo onde resalta a um janela enfrentando terras de Espanha, éIslámica. Imperdível em Terena a uma fortaleza onde descobrimosCapela da Boa Nova, igreja- vestígios do seu passado Islámico efortaleza de planta em cruz grega e a grandeza que teve nos séc. XVIIfrescos no seu interior, além de e XVIII.uma lapide dedicada a Endovélico.
  63. 63. ARREDORES DE ELVASOlivença Badajoza 25 km sudeste de Elvas a 8 km este de ElvasNesta localidade "neta" de Portugal O seu brilho reflete-se nas águas domas filha de Espanha, respira-se rio Guadiana, dando cor à suamanuelino e barroco luso. Além do Alcazaba muçulmana e à mais belapatrimónio edificado vale a pena das suas praças, "la Plaza Alta".encontrar as tradições e as gentesque fazem desta vila umaembaixada lusa na Extremadura espanhola.
  64. 64. ARREDORES DE ELVASCampo Maior Ouguelaa 18 km nordeste de Elvas a 29km nordeste de ElvasChegar a Campo Maior é entrarnum Alentejo diferente. O odor a Sentinela lusa sobre terras de Espanha, estacafé, o cantar nas vozes das gentes pequena fortaleza ainda alberga no seuo encontro de Portugal e Espanha. interior gentes que certamente lheMerece a pena visitar o Museu do oferecerão um copo de água para suportarCafé ou a Adega Mayor. os calor do estio.
  65. 65. ARREDORES DE ELVASArronches Monfortea 33 km norte de Elvas a 34 km noroeste de ElvasUma excursão desde Elvas a Arronches Surpreende o visitante o Rossio com asmerece a pena, para poder usufruir da suas três igrejas que comunicam o campopaisagem raiana, de olivais e montado, e a urbe.salpicados por bovinos. Não deixe de dar um salto a villa romanaEm Arronches não deixe de espreitar a de Torre de Palma.Matriz.
  66. 66. 1) Posto de Turismo;2) Torre Fernandina; roteiro da3) 2ª Cintura Islâmica; praça de4) Conselho de Guerra, Quartel do Trem e Casa das Barcas; guerra5) Porta do Templo;6) Muralha Seiscentistas - Baluarte do Princípe;7) Castelo de Elvas;8) Miradouro;9) 1ª Cintura Islâmica - Porta do Miradeiro;10) Quartéis da Corujeira;11) Cemitério dos Ingleses;12) Muralha Seiscentista - Porta de S. Vicente;13) 2ª Cerca Islâmica - Torre da Encarnação;14) Muralha Seiscentista - Baluarte de S. Domingos;15) Muralha Medieval - Portas e Torre;16) Vedoria, Hospital Militar e Assento .
  67. 67. roteiro das1) Posto de Turismo;2) Antiga Sé; igrejas3) Domínicas;4) Sta. Maria de Alcáçova;5) Cemitério dos Ingleses e Capela S. João da Corujeira;6) Ordem Terceira de S. Francisco;7) S. Pedro;8) S. Lourenço das Almas;9) S. Domingos;10) Colégio Jesuíta
  68. 68. roteiro do guadiana1) saída de Elvas, em direcção a Olivença2) Capela e Ponte da Ajuda sobre o rio Guadiana
  69. 69. roteiro das fortificações1) Saída do Centro Histórico, pelo viaduto2) Forte de Santa Luzia3) Forte da Graça4) Passagem pelo Aqueduto da Amoreira5) Regresso ao Centro Histórico, pela Porta da Esquina
  70. 70. roteiro das vilas e aldeias1) S. Vicente2) Sta. Eulália3) Barbacena4) Vila Fernando5) Terrugem6) Vila Boim
  71. 71. PORQUE VISITAR ELVAS ?a) Elvas é a principal fortificação na fronteira mais antiga na Europab) Elvas é a principal fortificação da Península Ibéricac) Elvas faz parte de uma das mais fortificadas fronteiras da Europad) Elvas situa-se na região que constitui o teatro de guerra porexcelência da História Militar de Portugale) valores complementares: fortificações medievais e patrimónioarquitectónico religioso e civilf) Elvas está na literatura de viagens, dos romanos e árabes até aosgrandes escritores do século XIXg) Elvas é a mais importante, a "mãe" do maior conjunto defortificações modernas construídas em qualquer lugar do mundo.
  72. 72. PELAS SUAS RUAS RESPIRA-SE AHISTÓRIA. NÃO HÁ UMA RUA SEMUM PALACETE, SEM UMA CASAHISTÓRICA, SEM UM MONUMENTO.A CADA ESQUINA ENCONTRA UMADAS VINTE IGREJAS E CONVENTOS,UM ESTILO ARQUITECTÓNICONOVO: DESDE O ROMÂNICO E OGÓTICO AO RECOCÓ, PASSANDOPELO MANUELINO E PELOESPLENDOR DO BARROCO.NÃO PERCA ELVAS ELA ESPERAPOR SI.

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