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Fibromialgia

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Aula de Reumatologia da UNILUS

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Fibromialgia

  1. 1. FIBROMIALGIA Disciplina de Reumatologia
  2. 2. FIBROMIALGIA  Síndrome clínica caracterizada por dor musculoesquelética difusa, acompanhada de fadiga e distúrbios do sono atribuída à amplificação da percepção da dor por sensibilização central
  3. 3. EPIDEMIOLOGIA  Na prática reumatológica é a doença mais frequente  9 mulheres : 1 homem  Primeiros sintomas geralmente se manifestam dos 30 – 50 anos  Não é uma doença ocupacional
  4. 4. FISIOPATOLOGIA  Entende-se que a fibromialgia poderia representar um estado de dor crônica que é processada de maneira diferenciada pelo sistema nervoso central – a mesma intensidade de estímulo doloroso não dispara a mesma resposta na medula e a mesma impressão subjetiva de dor  Sensibilização central -> SNC obtém o potencial de manter e aumentar os estímulos dolorosos periféricos  Há redução do limiar doloroso (ALODINIA), resposta aumentada a estímulos dolorosos (HIPERALGESIA) e aumento na duração da dor após o estímulo (DOR PERSISTENTE)
  5. 5. FISIOPATOLOGIA  Diminuição da tolerância a dor a estímulos periféricos  Serotonina  Substância P  Disfunção endócrina  Cortisol sérico  GH  Alteração do sono  Não há alterações histológicas convincentes em órgãos acometidos (bursas, tendões, músculos...), no entanto, várias alterações clínicas são consistentes com alterações comportamentais, neuroendócrinas e imunológicas
  6. 6. QUADRO CLÍNICO  Dor  Difusa  Mal localizada (articulação, osso, tendões, músculos)  Moderada a forte  Rigidez articular de curta duração  Fadiga e sensação de fraqueza  Distúrbios do sono  “Edema articular” e parestesias
  7. 7. QUADRO CLÍNICO  Transtorno do humor  Cefaléia  Alterações no hábito intestinal
  8. 8. DIAGNÓSTICO
  9. 9. DIAGNÓSTICO
  10. 10. DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL  Doenças reumáticas autoimunes  Tendinites  Hipotireoidismo  Doenças neurológicas  Infecções  Neoplasias
  11. 11. INVESTIGAÇÃO COMPLEMENTAR  A investigação laboratorial e os métodos de imagem na fibromialgia são irrelevantes e podem ser úteis apenas para exclusão de outras condições clínicas
  12. 12. TRATAMENTO  Não-farmacológico  Atividade física  Exercícios aeróbicos  Estimula liberação de endorfina, papel antidepressivo e proporciona sensação de bem-estar  Não deve ser extenuante, início leve e aumento de intensidade deve ser gradual
  13. 13. TRATAMENTO  Não-farmacológico  Educação do paciente  Explicar para o paciente que sua doença é real e que não é deformante  Psicoterapia
  14. 14. TRATAMENTO FARMACOLÓGICO  Analgésicos  Analgésicos simples  Opióides  AINhs
  15. 15. TRATAMENTO FARMACOLÓGICO  Relaxantes musculares  Ciclobenzaprina  Antidepressivos  Tricíclicos – Amitriptlina, nortriptlina  Inibidores seletivos da recaptação da serotonina – Fluoxetina, paroxetina  Inibidores seletivos da recaptação da serotonina e noradrenalina – Duloxetina, Venlafaxina  Anticonvulsivantes – Gabapentina, pregabalina  Outros
  16. 16. SÍNDROME MIOFASCIAL
  17. 17. SÍNDROME MIOFASCIAL  Consiste em dor muscular, profunda, localizada  Denominada trigger point (ponto gatilho)  Piora com palpação local  Pode estar associada com rigidez local e distúrbios do sono
  18. 18. SÍNDROME MIOFASCIAL  Trigger point  Nódulos contraídos em bandas musculares  São considerados ativos quando sua estimulação gera dor referida que reproduz a queixa pré-existente do paciente

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