Afroreggae Book Linguagem

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Book de branding da ONG Afroreggae

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Afroreggae Book Linguagem

  1. 1. PARTES QUE CONSTROEM UM TODO LINGUAGEM AFROREGGAE
  2. 2. A LINGUAGEM AFROREPORGAEPARCEIRA, A NATURA, UM TRABALHO INICIADO G NOSSA É RESULTADO DE QUE COMEÇOU A SER CONSTRUÍDO PARA CRIAR A IDENTIDADE DESTA PARCERIA. O VALOR DE UMA RECONHECIDA PELA PREOCUPAÇÃO COM SEUS CONCEITOS E FORMAS DE EXPRESSÃO DE SUA MARCA, A NATURA VIU NESTE PARCERIA DOCUMENTO UMA OPORTUNIDADE MUITO MAIOR QUE O OBJETIVO ORIGINAL. COMO LINGUAGEM DO AFROREGGAE, OS CONCEITOS E DIRETRIZES QUE FORMAM ESTE DOCUMENTO PASSAM A SERVIR NÃO SÓ À PARCERIA COM A NATURA, MAS ESTABELECEM UMA IDENTIDADE PARA SER SEGUIDA EM QUALQUER EXPRESSÃO DE NOSSA MARCA, EM QUALQUER DE NOSSOS RELACIONAMENTOS. TEM MUITA COISA AQUI DO DOCUMENTO ORIGINAL. A MESMA HARMONIA, COM NOVOS ARRANJOS. RECRIADOS, RECONSTRUÍDOS, TRANSFORMADOS. QUEREMOS DIZER À NATURA, PARCEIRA POR AFINIDADE, DO NOSSO RECONHECIMENTO POR TUDO O QUE JÁ CONSTRUÍMOS JUNTOS. COM A SOMA DAS PARTES, PA RES DE UM TODO.
  3. 3. ESTE DOCUMENT O FALA DAS CORES , DOS TRAÇOS, DAS IMAGENS, DAS TIPOGRAFIA S, DAS IDÉIAS E DAS PALAVRA S QUE EXPRESSAM A LINGUAGEM DO AFROREGGAE.
  4. 4. NOSSA LINGUAGEM É O O QUE FAZ O NOSSO MOVIMENTO NOSSO CÓDIGO. É O NOSSO SER RECONHECIDO SÃO OS NOSSOS REPERTÓRIO DE SINAIS, VALORES, A CONSISTÊNCIA DOS SÍMBOLOS, GESTOS, PALAVRAS NOSSOS TEMAS, A COERÊNCIA ENTRE E ATITUDES, QUE CRIAMOS AS NOSSAS PALAVRAS E AS NOSSAS PARA ENTENDER UNS AOS ATITUDES. ASSIM CRIAMOS A NOSSA OUTROS. LINGUAGEM, QUE RETRATAMOS NAS PO, A LINGUAGEM PRÓXIMAS PÁGINAS. COM O TEM CRIA FO RÇA E SIGNIFICADO, NÃO É ALGO PARA SER PORQUE F ICA IMPREGNADA SEGUIDO À RISCA, COMO COM A NO SSA IDENTIDADE, REGRA. É ALGO PARA COM O NOSS O JEITO DE SER. SERVIR DE INSPIRAÇÃO, PARA APRENDER A PENSAR E CRIAR A PARTIR DA IDENTIDADE QUE CONSTRUÍMOS NO MUNDO.
  5. 5. NOSSA LINGUAGEM V ERBAL A VOZ DA NOSSA MARCA É A NOSSA MÚSICA. LETRA E MELODIA. ENCADEAMENTO DE PALAVRAS E HARMONIAS. ARRANJOS E RIMAS. SÃO AS FORMAS E OS CONTEÚDOS, JUNTOS, QUE DÃO CONSISTÊNCIA À NOSSA MÚSICA. QUE FAZEM COM QUE SEJA RECONHECIDA COMO NOSSA. A MESMA COISA ACONTECE COM AS MARCAS. SUA FORÇA ESTÁ NA COERÊNCIA E NA HARMONIA ENTRE FORMA E CONTEÚDO.
  6. 6. LINGUAGEM VERBAL CONC UE PORQ E S IA A POESIA CONCRETA P O SOA FAMILIAR PARA NÓS, POIS ESTÁ PRESENTE NAS SUAS MÚSICAS. R ARNALDO ETA ANTUNES, UM DE NOSSOS LETRISTAS, É POETA CONCRETISTA ? . A POESIA CONCRETA SE IDENTIFICA CONOSCO. AMBOS REPRESENTAMOS UM MOVIMENTO TRANSFORMADOR, INOVADOR NA FORMA E NO CONCEITO. O JEITO DE COMBINAR AS PALAVRAS, PRÓPRIO DA POESIA CONCRETA, EXPRESSA A DIVERSIDADE QUE EXISTE NO MUNDO E A POSSIBILIDADE DE HARMONIZAR OS DIFERENTES. E ISSO TAMBÉM É PRÓPRIO DE NÓS.
  7. 7. LINGUAGEM VERBAL A POESIA CONCRETA É UM OBJETO VISUAL E SONORO. É PARA SER VISTO, LIDO, SENTIDO E RECONSTRUÍDO A CADA LHAR. O AS FRASES TÊM SOM, FORMA VISUAL E CARGA SEMÂNTICA, OU SEJA, SIGNIFICADO. E TEM A CADÊNCIA DO REGGAE, COM SUAS FALAS CURTAS, RIMADAS, BATIDAS. TEM A CONCRETUDE DA REALIDADE. DISPENSA COMPLEMENTOS, TAIS COMO PREPOSIÇÕES, CONJUNÇÕES E PRONOMES. É NUA E CRUA, FEITA QUASE QUE SÓ DE SUBSTANTIVOS E VERBOS. É UM EXPERIMENTO POÉTICO. O CONCRETISMO NASCEU E CONTINUA SENDO UM MOVIMENTO DE TRANSFORMAÇÃO CONTÍNUA. COMO O AFROREGGAE.
  8. 8. DE SOL A SOL ISENTA LINGUAGEM VERBAL SOLDADO SEM AMBIENTE DE SAL A SAL NÃO HÁ CORAÇÃO SALGADO SEM MENTE DE SOVA A SOVA SOVADO PARAÍSO DE SUCO A SUCO SEM SERPENTE SUGADO COISA EM SI DE SONO A SONO INEXISTE SONADO SANGRADO SÓ EXISTE DE SANGUE A SANGUE O QUE SE SENTE POESIA CONCRETA DE HAROLDO DE CAMPOS POESIA CONCRETA DE ARNALDO ANTUNES
  9. 9. LINGUAGEM VERBAL PALAVRAS ARSREAG DO AF O GE AS PALAVRAS RETRATAM A REALIDADE: MUTÁVEL, ABERTA, AS PALAVRAS BRINCAM, SE ENTRELAÇAM E SE REINVENTAM, EXPERIMENTAL. O ESTILO DO TEXTO TEM A CADÊNCIA DO REGGAE. PARA QUE O SEU SOM PRODUZA EFEITOS, SIMBOLIZANDO AS FRASES SÃO CURTAS, BATIDAS E TÊM SIGNIFICADO: APROXIMAM OS A TRANSFORMAÇÃO. A INSPIRAÇÃO VEM DE TRECHOS DE MÚSICAS, CONTRÁRIOS, FALAM CONTRA A DESIGUALDADE, A FAVOR DO DIÁLOGO RECORTES DE FALAS, DEPOIMENTOS, POEMAS, FRASES E DA OPORTUNIDADE. OU PALAVRAS SOLTAS.
  10. 10. LINGUAGEM VERBAL ACREDITAR É SINERGIA PRECISO OPORTUNIDADE INTUIR PALAVRAS QUE SONHAR SOMADAS EXPERIMENTAR PRODUZEM TRANSFORMAR AUTO-ESTIMA E TER VONTADE LIBERDADE SER VERDADE OUSADIA ARTE
  11. 11. LINGUAGEM VERBAL EXEMPLO DE TEXTOS TRAMAS RETRAMAS TRANSFORMAÇÕES DA VIDA HUMANA CID DIV ADE DIV ERSA ERS CI IDA DAD DE E
  12. 12. RE-PERCUSSÃO LINGUAGEM VERBAL INSTRUMENTO DE MÚSICA E MUDANÇA EXEMPLO DE TEXTOS
  13. 13. ARTE NOSSA LINGUAGEM DA RUA VISUAL U RBANA É INSPIRADA NA ARTE DOS MUROS GRAFITADOS ARTE DE CARTAZES COLADOS, RASGADOS NAS CORES DAS ROUPAS PENDURADAS NOS VARAIS QUE LIGAM AS CASAS DE PAREDES DESCASCADAS DAS NOSSAS FAVELAS
  14. 14. LINGUAGEM VISUAL AS IMAGENS SÃO RECORTES DA HISTÓRIA DE CADA UM. SÃO PESSOAS, MÚSICAS E GRAFITIS, MENSAGENS E TRAÇOS AS IMAGENGSAE G QUE EVIDENCIAM A TRAMA DA VIDA, A O AFRORE INTERDEPENDÊNCIA D E A POSSIBILIDADE DE TRANSFORMAR A REALIDADE. BUSCA CONTÍNUA DO AFROREGGAE.
  15. 15. LINGUAGEM VISUAL IMAGENS EM ALTO C ONTRASTE POIS O CONTRASTE FAZ PARTE DA VIDA DA COMUNIDADE
  16. 16. LINGUAGEM VISUAL I M A G E N S E M M O V I M E N T O
  17. 17. LINGUAGEM VISUAL COLAGENS IMAGENS COLA COLAGENS IMAGINÁRIAS ÁRIAS ÁREAS REAIS DA VIDA URBANA DESURBANA DESUMANA IMAGENS TRANFORMADAS TRANSIMAGENS TRAMAS RETRAMAS TRANSFOR MAÇÕES DA VIDA H UMANA
  18. 18. LINGUAGEM VISUAL A TRANSIÇÃO EN TRE AS IMAGENS SEGUE A ESTÉTICA DOS CARTAZES RASGADOS TAMBÉM SÃO E DAS PAREDES RECURSOS PINTADAS ESTE EFEITO DA LINGUAGEM É FACILMENTE AFROREGGAE OBTIDO NA EDIÇÃO DAS IMAGENS COM AS TEXTURAS, FERRAMENTAS DE PINTURA COMO PINCELADAS, ESTAS AO LADO O STENCIL EOS BITMAPS
  19. 19. LINGUAGEM VISUAL ASROCEOGREES F R G A DO A PRIMÁRIAS, CONCRETAS. CADA COR, EM SI, E A FORMA COMO ELAS SE APROXIMAM, SE MESCLAM E SE FUND EM, CONTÉM UMA MENSAGEM E UM VALOR CARO AO AFROREGGAE . É O VALOR DA DIVERSIDADE E DA NÃO DISCRIMINAÇÃO.
  20. 20. LINGUAGEM VISUAL CORES QUE VIBRAM NO RITMO DA BATIDA
  21. 21. ESTAS CORES SÃO A BASE LINGUAGEM VISUAL DA LINGUAGEM VISUAL DO AFROREAGGE, MAS NÃO SÃO AS ÚNICAS. NÃO SE CONTROLAM AS CORES DA ARTE URBANA. AS NÃ O SE LIMITAM SA CORES DE NOSEM. LINGUAG OS ESPELHOS OS BECOS DO DO VERMELHO PRETO QUE REFLETEM DO MUNDO OS VAZIOS DO A VIDA CONCRETO BRANCO PARA CONTAR OS REVÉRBEROS A HISTÓRIA DO VERDE QUE ECOAM O SOM OS ELOS DO AMARELO QUE UNEM TEXTO-SIGNIFICADO PELA LUZ INSPIRADO NO POEMA “PARAFERNÁLIA PARA HÉLIO OITICICA”, DE HAROLDO DE CAMPOS
  22. 22. LINGUAGEM VISUAL TIPOLOGIA DE MURO SIMPLES, RETOS, CONCRETOS. PUROS, SEM ADEREÇOS. A TIPOGRAFIA É EXPRESSÃO ARTÍSTICA DO NÃO ACABADO. ALGO QUE ESTÁ EM MOVIMENTO CONTÍNUO, QUE ESTÁ SENDO REPENSADO, RECONSTRUÍDO, TRANSFORMADO, MELHORADO. COMO O MUNDO QUE BUSCAMOS.
  23. 23. LINGUAGEM VISUAL ABCDEFGHIJKLM NOPQRSTUVWXYZ BUCHADA ABCDEFGHIJKLM LETRAS INACABADAS NOPQRSTUVWXYZ CONSTROEM BRUSHED PALAVRAS RENOVADAS ABCDEFGHIJKLM IDÉIAS REPENSADAS NOPQRSTUVWXYZ CITIZEN DICK MUNDO RMADO abcdefghijklm TR ANSFO nopqrstuvwxyz LETRAS REDESENHADAS AL CONFIDENTI DE UM ALFABETO RA BASTÃO L E T SE MP RE CA IXA EM MUTAÇÃO AL TA TIP OL OG IA abcdefgh ijklmnopqr DE SU PO RT E para material stuvwxyz editorial e u n iv e r s e d li g h t grandes blocos de texto condens
  24. 24. EÇÃO DE CRIAÇÃO E DIR COM Z ARTE: DEZIGN PIA TEXTOS: MARIA ETAS: HAROLDO POESIAS CONCR LDO ANTUNES DE CAMPOS E ARNA SUGUIO, PEDRO FOTOS: MARCOS URAN, XXXX ARRUDA, J. R. D APEL IMPRESSO EM P PRINT RECICLADO SIL IOLO 180G CAPA 240G E M

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