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Condições de Acessibilidade em Museus

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Projeto de Pesquisa realizado para a disciplina de Estudo de Público em Museus ministrada pela professora Ana Carolina Gelmini de Farias do Curso de Museologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Este projeto tem o intuito de abordar a pesquisa de público em Museus com deficientes visuais (cegos e com baixa visão), e com ela mostrar as condições de acessibilidade do Museu de Porto Alegre Joaquim Felizardo.

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Condições de Acessibilidade em Museus

  1. 1. Débora Costa Majewski Gisela Teixeira de Aguiar Patrícia Gabriela Machado Barbosa Projeto de Pesquisa CONDIÇÕES DE ACESSIBILIDADE EM MUSEUS: Como a pesquisa de público, pode possibilitar uma aproximação entre o público com deficiência visual e o Museu de Porto Alegre Joaquim Felizardo Projeto de pesquisa realizado como pré-requisito da disciplina BIB03123 – Estudo de Público em Museus do Curso de Museologia da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Orientadora: Profa. Me. Ana Carolina Gelmini de Farias Porto Alegre 2013
  2. 2. SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO .........................................................................................................4 2 HIPÓTESE ...............................................................................................................4 3 JUSTIFICATIVA ......................................................................................................5 4 PROBLEMA .............................................................................................................5 5 OBJETIVOS .............................................................................................................6 6 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA ...............................................................................6 7 METODOLOGIA ....................................................................................................10 8 INSTRUMENTO DE PESQUISA ............................................................................11 9 CHECKLIST ...........................................................................................................12 10 CRONOGRAMA ...................................................................................................13 REFERÊNCIAS .........................................................................................................13 APÊNDICE A – TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO ...........15 APÊNDICE B – DADOS DO ENTREVISTADO ........................................................16
  3. 3. 4 “O deficiente visual sonha (...)Seu aroma é apurado, a memória é de gigante. O ouvido é um radar. Mas não é herói de nada. É só diferente, o deficiente visual” Marcelo Rubem Paiva 1 INTRODUÇÃO Este trabalho tem por finalidade realizar um estudo de público sobre as condições de acessibilidade no Museu de Porto Alegre Joaquim Felizardo. Para tanto se pretende contatar com a participação de pessoas com deficiência visual(cegos e com baixa visão), atendidos pelo Programa Incluir da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. As pesquisas de público são ferramentas importantes que podem subsidiar ações e planos estratégicos de curto, médio e longo prazo. Quando bem utilizadas podem direcionar futuras ações nas instituições. A partir do advento da “Nova Museologia” o papel dos Museus e demais equipamentos culturais ampliou-se para o entendimento que os Museus estão inseridos em um contexto social. Um museu somente tem sentido se sensibiliza o público visitante, problematizando e produzindo novos significados e experiências para seus visitantes. Nosso país, além de apresentar uma diversidade ímpar, infelizmente ainda é muito desigual nas oportunidades. Muito embora os guias de acessibilidade museológicas enfatizem que a responsabilidade dos museus nos processos de inclusão sociocultural deve ir além dos aspectos físicos, isto é, da eliminação das barreiras arquitetônicas dos edifícios, espaços de circulação e da montagem das exposições, sabemos que na prática não é isso que acontece. 2 HIPÓTESE
  4. 4. 4 Mais do que nos concentrarmos nas teorias comportamentalistas ou nas barreiras físicas de acessibilidade, nosso trabalho aposta na concepção de Cohen e Duarte (2008), ou seja, retira da pessoa a responsabilidade pela falta de habilidade de lidar com os espaços, fazendo ver que os próprios museus são deficientes por não permitirem a motricidade e a mobilidade. 3 JUSTIFICATIVA O último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, 2010) aponta um número superior a 45 milhões de brasileiros com deficiência, por isso a importância em buscar, uma sociedade mais igualitária. Pessoas comdeficiência(física, auditiva, mental ou visual) têm as mesmas necessidades e desejos de participar da cena cultural que os demais indivíduos. No entanto, trata-se de um desafio, já que nossa sociedade pouco direciona esse segmento da população. Escolhemos o Museu de Porto Alegre Joaquim Felizardo a partir de uma palestra na semana acadêmica na Universidade/FABICO (1° semestre/2013). Nesta palestra a socióloga Márcia Beatriz dos Santos (funcionária) relatou um projeto bem como sua experiência na área de acessibilidade visual no Museu citado. Destacamos que a funcionária Márcia tem deficiência visual. Tendo em vista a função social dos Museus, este projeto se justifica e está convergente com as atuais políticas públicas inclusivas, no sentido de proporcionar à pessoa com deficiência um tratamento diferenciado e cidadão. Corroborando a hipótese desse projeto citamos Dias (apud MORO): “Deficiente é a sociedade incapaz de possibilitar os meios necessários para que todos os cidadãos tenham acesso à informação.” Possibilitar o acesso digno e a plena fruição de uma exposição a pessoa com deficiência visual em um Museu exige uma nova postura profissional bem como investimento na política cultural.
  5. 5. 5 4 PROBLEMA Quais as dificuldades que as pessoas cegas e com baixa visão encontram ao visitarem o Museu? Quais os desafios para a construção de uma proposta inclusiva que garanta as pessoas com deficiência visual acesso ao Museu, adaptando-o as suas necessidades. Como esta experiência pode ser potencializada? 5 OBJETIVOS São objetivos desta pesquisa: a) Geral O principal objetivo deste Projeto de pesquisa é identificar as dificuldades encontradas pelos alunos atendidos pelo Programa Incluir da UFRGS, em uma visita marcada ao Museu de Porto Alegre Joaquim Felizardo. b) Específicos Identificar as necessidades pela amostra pesquisada; Encaminhar sugestões à instituição pesquisada; Divulgar o resultado da pesquisa para: o Comunidade acadêmica o Público-alvo da pesquisa o IBRAM Publicar artigos sobre o resultado da pesquisa; Apresentar os resultados da pesquisa em congressos da área; Contribuir para reflexão sobre acessibilidade, bem como alertar a comunidade sobre a importância do assunto para a construção de uma sociedade mais igualitária. 6 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
  6. 6. 6 Há menos de duas décadasosmuseus, no Brasil, iniciaram suas primeiras ações, tendo em vista às questões de acessibilidade. Seguindo essa tendência, os museus passaram, a incluir em sua programação, exposições temporárias voltadas para o público com deficiências visual. Para Moro; Estabel(2011, p. 48), [...] uma sociedade que aceita os diferentes e que cresce com as diferenças, uma sociedade inclusiva, sem miséria sem injustiça, sem exploração social e econômica, sem marginalização social, uma sociedade sem exclusão. Exclusão significa estar à margem, sem possibilidade de participação, seja na vida social como um todo, seja em algum de seus aspectos, seja no acesso à informação. Para definir deficiência visual, deve-se compreender o que expressa o termo a fim de identificar as especificidades de cada situação e capacitar o atendimento. Conforme os estudos de Barraga, (1976, p. 177-181), existem três tipos de deficiência: Cegos - tem somente a percepção da luz ou não tem nenhuma visão. A aprendizagem é feita através dos sentidos, tato, audição, olfato e paladar; Pessoas com visão parcial – tem limitação da visão à distância, mas são capazes de ver objetos quando estão muito próximos; Pessoas com visão reduzida – indivíduos que podem ter seu problema corrigido por cirurgia ou com o uso de lentes. Nesta pesquisa utilizaremos os dois primeiros tipos. Para falarmos em acessibilidade em espaços museológicos, há necessidade de conhecermos a legislação vigente sobre o tema; ou seja: normas, declarações, leis, decretos, portarias, recomendações e tratados internacionais, entre outros. O Decreto n. 5.296 de 2 de dezembro de 2004 (BRASIL, 2004) constitui um dos documentos mais importantes nesse sentido, pois regulamentos a Lei Federal n. 10.098/2000. Este decreto “[...] forneceu elementos técnicos e estipulou prazos para que vias públicas, estacionamentos, edifícios públicos e privados atendam o Desenho Universal, ou seja, se adequem às necessidades inclusive das pessoas com deficiência”.
  7. 7. 7 A Lei Federal n. 10.098 (BRASIL, 2000) de 19 de dezembro de 2000, conhecida como a Lei de Acessibilidade, merece destaque, pois, estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção de acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida. Para tanto, determina a supressão de barreiras e de obstáculos nas vias e espaços públicos, no mobiliário urbano, na construção e reforma de edifícios e nos meios de transporte e comunicação. A NBR 9050 (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2004) – Acessibilidade a Edificações, Mobiliário, Espaços e Equipamentos Urbanos, criado em 1985, constitui a primeira norma técnica brasileira relativa à acessibilidade e estabelecem critérios e parâmetros técnicos que devem ser observados tanto no projeto, construção, instalação, mobiliários, espaços e equipamentos urbanos, a fim de garantir condições de acessibilidade, [...] visa proporcionar à maior quantidade possível de pessoas, independentemente de idade, estatura, ou limitação de mobilidade ou percepção, a utilização de maneira autônoma e segura do ambiente, edificações, mobiliário, equipamentos urbanos e elementos. (ABNT NBR 9050:2004, p.1). O artigo 2° da Lei Federal n. 10.098 de dezembro de 2000 (BRASIL, 2000), define acessibilidade como, [...]a possibilidade e condição de alcance para utilização, com segurança e autonomia, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dos transportes e dos sistemas e meios de comunicação, por pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida. A NBR 15599 (ASSOCIAÇÃO DE NORMAS TÉCNICAS, 2008), acrescenta a esse conceito a possibilidade e condição de alcance para utilização de produtos e serviços por pessoa com deficiência. O conceito de acessibilidade em Museus vai além da acessibilidade física apresentando a seguinte classificação, conforme Sassaki (apud Nicoletti, 2006, p.24): Acessibilidade arquitetônica: não há barreiras ambientais físicas nas casas, nos edifícios, nos espaços ou equipamentos urbanos e nos meios de transporte individuais ou coletivos.
  8. 8. 8 Acessibilidade comunicacional: não há barreiras na comunicação interpessoal (face-a-face, língua de sinais), escrita (jornal, revista, livro, carta, apostila, incluindo textos em braile, uso do computador portátil) e virtual (acessibilidade digital). Acessibilidade metodológica: não há barreiras nos métodos e técnicas de estudo (escolar), de trabalho (profissional), de ação comunitária (social, cultural, artística etc.) e de educação dos filhos (familiar). Acessibilidade instrumental: não há barreiras nos instrumentos, utensílios e ferramentas de estudo (escolar), de trabalho (profissional) e de lazer ou recreação (comunitária turística ou esportiva). Acessibilidade programática: não há barreiras invisíveis embutidas em políticas públicas (leis, decretos, portarias) e normas ou regulamentos (institucionais empresariais etc.). Acessibilidade atitudinal: não há preconceitos, estigmas, estereótipos e discriminações. Sassaki (2006) aponta vários quesitos sobre acessibilidade. Ressaltamos que os mesmo poderão ser utilizadosde acordo com os diversos contextos existentes. Outra autora recorrente na bibliografia é Amanda Tojal. Para ela, a igualdadeentre as pessoas é direito de todos e que se concretiza mediante políticas que, ao tratar a todos igualmente, reconheça também as suas diferenças, oferecendo as oportunidades necessárias para que todos possam desenvolver as suas potencialidades e serem atendidos em suas necessidades também como “cidadãos independentes”. Prossegue Tojal (2007), ao se pretender abrir o espaço museológico a todos os públicos háde se levar em conta novos fatores que ampliem os processos de comunicação, pois a igualdade de direitos está intrinsecamente relacionada ao respeito pela diversidade coletiva ou individual. A inclusão é uma nova forma de ver a sociedade a partir de novos paradigmas. Os Museus devem adaptar-se, sofrer modificações por vezes substanciais, praticando outras formas de expografia. Para Nogueira (2001, p.120), “Para a sua prática se faz necessário ter postura aberta para tudo e para todos, aberto a novos saberes”.
  9. 9. 9 Destacamos também a necessidade de um treinamento especifico para atender este público. Segundo Vygotsky (apud, MORO; 1950, p.78), “as novas teorias de aprendizagem não valorizam a cegueira em si, nem o defeito, mas a força contida nela, as fontes de sua superação nos estímulos para o desenvolvimento do ser”. Para Pierre Villey (apud, REGO, 1999), o olho da pessoa que enxerga sintetiza rapidamente a imagem, sendo que a pessoa cega necessita unir todo “um quebra-cabeças” de formas para criar uma representação. A pessoa cega apoia-se na memória através das descobertas táteis das obras expostas, ampliando seus referencias e julgamentos estéticos. Para dar maior consistênciaaotrabalho além dos autores citados consultamos também algumas publicações. Entre elas, citamos Acessibilidade em Museus do IBRAM (2012). Esta obra tem a finalidade de suprir a carência de informação sobre o tema e contribuir para o processo de democratização do acesso à cultura. Também destacamos a edição Temas de Museologia: Museus e espaço Acessibilidade do IPM – Instituo Português dos Museus (2004, p.17), que se trata de um manual de boas práticas que pretende auxiliar os profissionais dos Museus a conceber exposições mais acessíveis do ponto de vista do espaço e da informação. Cabe destacar: “Acessibilidade é aqui entendida num sentido lato. Começa nos aspectos físicos e arquitetônicos – acessibilidade do espaço – mas vai muito para além deles, uma vez que toca outras componentes determinantes, que concernem aspectos intelectuais e emocionais, acessibilidade da informação e do acervo. (...) Uma boa acessibilidade do espaço não é suficiente. É indispensável criar condições para compreender e usufruir os objetos expostos num ambiente favorável. (...) Para, além disso, acessibilidade diz respeito a cada um de nós, com todas as riquezas e limitações que a diversidade humana contém e que nos caracterizam, temporária ou permanentemente, em diferentes fases da vida.” A bibliografia é ampla e torna-se tarefa quase impossível esgotá-la. 7 METODOLOGIA
  10. 10. 10 O projeto será desenvolvido no Museu de Porto Alegre Joaquim Felizardo, especificamente com os alunos atendidos pelo Programa Incluir da UFRGS. Para este estudo optamos por aplicar uma pesquisa qualitativa, em uma amostra de 5 alunos de um universo de 28 alunos atendidos, cegos e com baixa visãodo programa. A pesquisaconsistiráno levantamento de informações e estudo a respeito da acessibilidade no Museu. Serão observados aspectos referentes às barreiras atitudinais, de comunicação (Braile, Fonte Ampliada, Audiodescrição, Softwares leitores e Ampliadores de tela) e física (acesso ao espaço). As fontes de coletas de dados utilizadas serão: questionário, visitação, pesquisa bibliográfica. A partir de prévia articulação com a responsável pela coordenação do Programa Incluir, Adriana Thoma da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, o convite será expedido pelo seu intermédio, através do e-mail: programaincluir@ufgs.br, e já em anexo com o termo de compromisso para nossa pesquisa no Museu. Os questionários serão aplicados pelas pesquisadoras. As respostas serão gravados e posteriormente transcritos. Optamos também por realizar checklist a fim deobservamos as condições de acesso ao Museu, para futuros trabalhos. A entrevista e a visitação, utilizadas como técnicas para coleta de dados, ao mesmo tempo em que valorizam a presença do investigador, também dão espaço para que o sujeito investigado tenha liberdade de participar e enriquecer a investigação. Após a coleta dos dados, os mesmos serão classificados e analisados por especialista da área (pesquisa qualitativa/técnico estatístico). 8 INSTRUMENTO DE PESQUISA 01) Qual a sua percepção quando se depara com algumas barreiras arquitetônicas? 02) No entorno do Museu quais são as barreiras que dificultaram seu acesso? 03) O Museu propicia condições de acessibilidade arquitetônica e inclusão das pessoas com deficiência ao seu interior? 04)Você se sente acolhido pelo Museu?
  11. 11. 11 05) O que você sente/percebe ao percorrer os espaços do Museu? 06) Para você, como deveria ser a realidade em um Museu no tocante acessibilidadeuniversal? 07) Como você descreveria essa experiência? 08) Você tem alguma sugestão ou consideração final? 9 CHECKLIST Instrumento de avaliação de acessibilidade no Museu de Porto Alegre Joaquim Felizardo, que será utilizado após a visitação do mesmo com os entrevistados. Modelo adaptado de Tamini Nicoletti do texto: Checklist para bibliotecas:um instrumento de acessibilidade para todos. Porto Alegre, RS. 2010. INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE ACESSIBILIDADE NO MUSEU DE PORTO ALEGRE JOAQUIM FELIZARDO (CHECKLIST) 1. ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA 1.1ENTORNO DO MUSEU 1.2 Estacionamento do Museu 1.3 Entrada do Museu 1.4 Espaços Internos do Museu 1.5 Piso tátil 1.6 Capachos, forrações, carpetes e tapetes 1.7 Degraus e Escadas Fixas 1.8 Rampas 1.9 Corrimãos 1.10 Corredores 1.11 Sanitários 2. ACESSIBILIDADE DA EXPOSIÇÃO 2.1 Balcão de Atendimento ao Usuário 2.2 Descrição das obras da exposição em braile e Fonte ampliada Sim Não Não Observado
  12. 12. 12 2.3 Obras com audiodescrição 2.4 Obras táteis e com audiodescrição 3. ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL 3.1 Sinalização dos Espaços e Serviços do Museu 3.2 Considerações sobre a Sinalização Tátil 3.3 Considerações sobre a Sinalização Sonora 3.4 Considerações sobre Sinalização Visual 3.5 Sinalização de Espaços e Serviços Acessíveis no Museu 4. ACESSIBILIDADE À INFORMAÇÃO 5. ACESSIBILIDADE INSTRUMENTAL 6. ACESSIBILIDADE ATITUDINAL 10 CRONOGRAMA Conforme orientação em sala de aula o cronograma deste projeto de pesquisa será apenas conceitual. Para tanto nos baseamos no modelo conceitual no link: <http://www.pedagogiaemfoco.pro.br/met05.htm>. Acessado em: 16 de outubro de2013, às 00:11. ATIVIDADE/PERÍODO (Meses) 2013 Set Out Nov x x 1 Levantamento de Literatura 2 Revisão do Projeto de Pesquisa 3 Coleta de dados & informações x 4 Tratamento dos dados & informação x 5 Elaboração do Relatório Final x 6 Revisão & Correção do texto x 7 Entrega do trabalho Dez x x x REFERÊNCIAS x
  13. 13. 13 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 9050 – Acessibilidade a Edificações, Mobiliário, Espaços e Equipamentos Urbanos. 2. ed. Rio de Janeiro. 2004. ______. NBR 15599 – Acessibilidade: comunicação na prestação de serviços. Rio de Janeiro, 2008. BARRAGA. Natalie Carter. Utilization of low vision in adults who are severely visuallyhandicapped. The New outlook for the blind, v. 70, n. 5, may 1976. P. 177181. BRASIL. Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM). Acessibilidade em Museus.Rio de Janeiro. 2012. Disponível em: <http://www.museus.gov.br/tag/acessibilidade/>. Acesso em: 17 de out. 2013. ______. Decreto n. 5.296, de Dezembro de 2004. Diário Oficial [da] RepúblicaFederativa do Brasil, Brasília, DF, 3 dez. 2004. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2004/decreto/d5296.htm>. Acesso em: 17 out. 2013. ______. Lei n. 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Diário Oficial [da] RepúblicaFederativa do Brasil, Brasília, DF, 20 dez. 2000. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l10098.htm>. Acesso em: 17 out. 2013. COHEN, Regina; DUARTE, Cristiane Rose de Siqueira. Inclusão e Acessibilidade dePessoas com Deficiência no Brasil: Uma perspectiva dos sentidos e das sensações no acesso aos Museus tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. In: I Encontro Regional de Acessibilidade em Museus, 2008, São Paulo. Anais do I Encontro Regional de Acessibilidade em Museus, 2008. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Censo 2010. Rio de Janeiro, 2010. Disponível em: <http://censo2010.ibge.gov.br/>. Acesso em: 17 out. 2013. MORO, Eliane L. S., ESTABEL, Lizandra Brasil. A Mediação da Literatura na Família, na Escola e na Biblioteca através das Tecnologias de Informação e de Comunicação e a Inclusão Social das Pessoas com Necessidades
  14. 14. 14 EducacionaisEspeciais. 2011. Disponível em: <www.brapci.ufpr.br/download. php?dd0=19721>. Acesso em: 17 out. 2013. NICOLETTI, Tamini Farias. Checklistpara bibliotecas: um instrumento de acessibilidade para todos. 2010. 98 f. Monografia (Trabalho de Conclusão de Curso) – Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação, Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre: UFRGS, 2010. Disponível em: <http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/28114/000766975.pdf?sequence= 1>. Acesso em: 17 out. 2013. NOGUEIRA. Nilbo Ribeiro. Pedagogia de projetos, uma jornada rumo aodesenvolvimento das múltiplas inteligências. Ed. Erica. São Paulo, SP. 2001. PORTUGAL. Instituto Português de Museus (IPM). Museus e Acessibilidade. Coleção Temas de Museologia. Lisboa, 2004. Disponível em: <http://www.imcip.pt/>. Acesso em: 17 out. 2013. REGO. Teresa Cristina. Vygotsky –Uma perspectiva histórico-cultural na educação. Ed. Vozes. BRASIL, 2013. SASSAKI, Romeu Kazumi. Inclusão: construindo uma sociedade para todos. Rio de Janeiro: WVA, 2006. TOJAL, Amanda Pinto da Fonseca. Políticas públicas culturais de inclusão de públicos especiais em museus. São Paulo. 2007. Tese (Doutorado em Ciência da Informação) – Escola de Comunicações e Artes – USP, São Paulo, 2007. APÊNDICE A TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO Caro Participante, Somos estudantesdo curso de Museologia da UFRGS, da disciplina de Estudo de Público em Museus, orientadas pela professora Ana Carolina Gelmini de Farias, e estamos realizando este trabalho acadêmico sobre as condições de acessibilidade nos Museus, com o apoio do Programa Incluir da UFRGS.
  15. 15. 15 Convidamos você a participar voluntariamente desta pesquisa de público que acontecerá no Museu de Porto Alegre Joaquim Felizardo com o intuito de verificar as condições de acessibilidade para pessoas com deficiência visual (cegas e com baixa visão). O objetivo desta pesquisa é de delinear as condições de acessibilidade no Museu de Porto Alegre Joaquim Felizardo, especificamente direcionado para o público cego e com baixa visão, bem como suas percepções sobre esse espaço. Sua participação nesta pesquisa consistirá em uma visita guiada ao Museu guiado pelas pesquisadoras, bem como responder a um questionário após a visita, que será gravado pelas mesmas. As pesquisadoras envolvidas com o referido projeto são Débora Majewsky, Gisela Aguiar e Patrícia Machado. Todo e qualquer contato deverá ser mantido diretamente pelas mesmas, no e-mail: pah.machado@oi.com.br, bem como as informações e esclarecimentos adicionais sobre a pesquisa. É assegurado o acompanhamento das pesquisadoras durante o turno (manhã ou tarde) em que ocorrerá a visita. O resultado de sua participação nesta pesquisa constatará as condições de acessibilidade no Museu de Porto Alegre Joaquim Felizardo. Este estudo poderá subsidiar futuras ações de adequação a essa instituição, convergentes com a legislação atual, bem como ampliar o acesso para o público com deficiência visual ainda não contemplado. As informações obtidas através desta pesquisa serão divulgadas para o Museu de Porto Alegre Joaquim Felizardo e para a comunidade acadêmica da UFRGS, sendo assegurado sigilo total acerca de sua identidade. Você receberá uma cópia deste termo, onde constará o contato das pesquisadoras, a fim de sanar dúvidas sobre a pesquisa e a forma de sua participação. Posteriormente será enviado o resultado desta pesquisa. Para tanto solicitamos sua autorização neste documento, concordando com o teor de todo o aqui mencionado e compreendido a natureza e o objetivo da já referida pesquisa, bem como seu livre consentimento em participar, estando
  16. 16. 16 totalmente ciente de que não nenhum valo econômico, a receber ou pagar, por sua participação. Sua participação é importante para nós! Porto Alegre, _____, de _________________ de 2013. ____________________________________________ Assinatura do participante ____________________________________________ Pesquisadoras (Graduandas em Museologia – UFRGS) ___________________________________________ Responsável – Programa Incluir – UFRGS APÊNDICE B Dados do Entrevistado a) Faixa etária: 21à 35 anos ( ) 35 anos ou mais b) Escolaridade: ( ) Graduação ( ) Mestrado ( ) Doutorado c) É a primeira vez que você visita este Museu? ( ) Sim ( ) Não E-mail do participante:

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