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InfoWOLFInfoWOLFWOLFInfoWOLF
Editorial...
Adilson Cresta
Diretor Superintendente
Nesta edição trouxemos a você alguns
tema...
02
WOLF SEEDS no mundo!
ExpoZebu 2008 marca encontro do Ministro da Agricultura do Panamá e WOLF SEEDS.
Sam Wolf, Guilherm...
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Receita de Boi a pasto...
Trata-se de manejo alimentar em que há predomínio de forrageiras como fonte nutricional do re...
www.wolfseeds.comwww.wolfseeds.com04
Utilização de Revestimentos no Tratamento de Sementes de Forrageiras Tropicais
O reve...
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Evandro Marcus de Paula
Eng. Agrônomo - Gerente Técnico - Nitral Urbana aboratórios.
Especialista em Produção e Tecnolo...
www.wolfseeds.comwww.wolfseeds.com06
Conheça nossos parceiros...
Foto ampliada.
DESCRIÇÃO
Família: Gramíneas
Ciclo vegetat...
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www.wolfseeds.comwww.wolfseeds.com
Pecuária Responsável: Consciência ou estratégia?
Fonte: Revista ABCZ edição 44 maio/...
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WOLF SEEDS Ambiental...
O ipê é uma árvore do gênero Tabebuia (antes Tecoma), pertencente à família das bignoniáceas,
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Regulagem de implementos para a formação da pastagem...
Regulagem de semeadeira, um cuidado que ajuda o pecuarista a ga...
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Caro Leitor...
Responsável Técnico:
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Informativo Wolf 07

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Informativo Wolf Seeds, tudo que você precisa saber sobre sementes, e técnicas de manejo e implantação de pastagens de ponta.

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Informativo Wolf 07

  1. 1. InfoWOLFInfoWOLFWOLFInfoWOLF Editorial... Adilson Cresta Diretor Superintendente Nesta edição trouxemos a você alguns temas que estão interferindo na economia mundial. O mundo vive uma forte crise de alimentos, o preço das “commodities” disparou e o Brasil tem relevância neste jogo mundial, como grande exportador de alimentos. A questão dos alimentos versus biocombustíveis, a demanda crescente pela carne brasileira, a pecuária responsável, o plantio de árvores benéficas e o habito da reciclagem, fazem parte das informações que você verá durante sua leitura. O litígio entre o desmatamento e a produção de carne é histórica, no entanto a pecuária já usa técnicas que evitam a degradação ambiental, como constata Adma Figueiredo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ao relatar que na Amazônia, por exemplo, esta existindo um cuidado muito grande com o tipo de pastagem, com o tipo de semente e com o tipo de manejo, para não incorrer nos mesmos riscos do passado em que as áreas pastoris sofriam rápida degradação. Quanto ao mercado de sementes, novos padrões já foram oficializados pelo Ministério e que entra em vigor na próxima safra. Por isso, preparamos os temas de regulagem de plantio e sementes tratadas, para lhe ajudar a se preparar para esta tendência que é o uso de sementes cada vez mais puras. Devemos exercer nossa cidadania planetária, entendendo que a questão ambiental afeta nossa vida de forma direta, irreversível e se nada for feito de forma rápida e efetiva, as próximas g e ra ç õ e s s e r ã o i n t e n s a m e n t e p r e j u d i c a d a s , p e l o s i m p a c t o s ambientais causados pela falta de visão de nossa geração em não explorar adequadamente nossos recursos naturais. Muito além de sementes, a Wolf Seeds comercializa confiança e credibilidade, sustentada por sua visão de futuro e pela ampla consciência de seu papel no segmento do agronegócio. Isto é comprometimento com seus clientes, com o meio ambiente e claro, com o solo, melhorá-lo e protegê-lo faz parte do dia a dia da Wolf Seeds que inova em projetos ambientais e em soluções para o sucesso de sua sustentabilidade. Regulagem de implementos para a formação da pastagem... Pastagens - Consorciação - Banco de Proteínas - Adubação Verde - Jardins Rua Paulo Padovan, 81 Cep 14075-680 - Ribeirão Preto - SP - Brasil Tel.: 16 2111.0505 / Fax: 16 2111.0500 sac@wolfseeds.com.br • www.wolfseeds.com Utilização de sementes tratadas... Ribeirão Preto, SP - BRASIL - 2008 Nº 07
  2. 2. 02 WOLF SEEDS no mundo! ExpoZebu 2008 marca encontro do Ministro da Agricultura do Panamá e WOLF SEEDS. Sam Wolf, Guilhermo Salaza e Alexander Wolf Será que teremos boi o suficiente pra vender pra eles? Três dos maiores frigoríficos brasileiros abriram caminho para que o país intensifique as exportações de carne boniva in natura para a China, com a recente habilitação concedida a unidades localizadas no interior de São Paulo pelo governo daquele país. O ano de 2008 é extremamente favorável para abrir mercado já que se espera pela primeira vez, que a produção chinesa não atenda o seu mercado consumidor. As autoridades foram concedidas a uma unidade do Grupo Marfrig, em Promissão, outra do Minerva S.A, em Barretos, e para uma unidade do Grupo Bertin, em Lins. Em entrevista recente ao DCI, Célio Porto, secretário de relações internacionais do agronegócio, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa),diz que a habilitação foi publicada no diário oficial chinês no último dia 14 de março e o comunicado oficial no Brasil, dia 17 de março deste ano, conforme informações da Secretaria do Mapa. O documento oficial foi concedido pela Administração Geral de Superintendência de Qualidade, Inspeção e Quarentena da República Popular da China. Até antes das três autorizações concedidas, havia penas um frigorífico brasileiro autorizado a comercializar diretamente carne bovina in natura para a China, o frigorífico Mercosul, localizado no Rio Grande do Sul. Segundo o Presidente da Câmara de Comércio Brasil-China de Desenvolvimento Econômico, Paul Liu, o maior número de fornecedores trabalhando para o mercado chinês permitirá a entrada de cortes ainda não consumidos no país, como os nobres. O potencial é grande para a exportação de (patinho, coxão mole in natura ou refrigerados) e cortes de dianteiro - que podem ser vendidos nos mercados municipais e supermercados. No caso dos cortes nobres, a demanda a ser atendida virá das churrascarias e restaurantes ocidentais presentes nas grandes cidades chinesas, informa o presidente da câmara. Há também potencial para atender as indústrias processadoras. Atualmente as exportações de carnes para o país se concentram em miúdos de bovinos e a maior parte do volume vai para o mercado chinês via Hong Kong, praça onde a política comercial é distinta em comparação a da China. É importante ressaltar que os frigoríficos também precisam obter licenças de exportação além de serem classificados como aptos, e o governo chinês nem sempre facilita esse trâmite, segundo fontes do próprio governo brasileiro. Fonte: DCI-Diário do Comércio & Indústria)- www.dci.com.br/notícia China abre mercado para frigoríficos brasileiros. Mais que uma exposição pecuária de zebuínos, a ExpoZebu 2008 foi palco de debates pertinentes no atual cenário do agronegócio mundial. E o mercado da América Central se abre para a genética zebuína brasileira. Brasil e Panamá assinaram o protocolo sanitário liberando as exportações de material genético (sêmen e embriões) bovino brasileiro para aquele país. “Precisamos aumentar a nossa produção de carne e de leite para elevarmos as exportações. Só conseguiremos fazer isso se investirmos em genética de qualidade, como é a genética do zebu brasileiro”, diz Salazar. Desde outubro de 2005, impedido de exportar carne bovina in natura à União Européia, a decisão do Comitê Veterinário Permanente da DG-Sanco, órgão responsável pela Saúde Animal daquele bloco, permitiu a partir de julho que São Paulo retome o comércio. A medida também é válida para o estado do Paraná. Mesmo sem registrar a aftosa há 12 anos, o estado de São Paulo vinha sendo penalizado em virtude dos casos da doença há cerca de dois anos e meio nos Estados do Mato Grosso do Sul e Paraná. Durante este período, São Paulo deixou de exportar cerca de US$ 1,5 bilhão em carne bovina para aqueles países. O retorno das vendas externas só foi possível graças ao reconhecimento pela OIE (Organização Mundial de Saúde Animal) no final de maio do status sanitário de livre de aftosa com vacinação para São Paulo e mais 10 estados brasileiros, status este suspenso desde os últimos registros da doença no país. Para o secretário de agricultura e abastecimento, João Sampaio, a reabertura do mercado é o reconhecimento do trabalho sanitário realizado em conjunto pela Secretaria e Ministério da Agricultura. "É um mercado de maior valor agregado, bom pagador e formador de opinião, e o maior comprador da carne bovina paulista in natura até o embargo", afirma Sampaio. O secretário frisa que agora se apresenta um novo desafio para São Paulo, o trabalho de auditagem e certificação das propriedades de criação de bovinos, incluídas na base de dados do novo Sistema de Rastreabilidade da Cadeia Produtiva de Bovinos e Bubalinos (Sisbov). Os Estabelecimentos Rurais Aprovados no Sisbov (Eras) que forem considerados conformes pelas regras serão indicados para a União Européia e conseqüentemente, habilitados após a publicação da decisão no Jornal Oficial do bloco econômico. "A Defesa Agropecuária de São Paulo está pronta para trabalho conjunto com os técnicos do Ministério para fazer as auditagens, de acordo com a demanda do setor produtivo". Até então, estavam habilitados a exportar carne bovina para o bloco, os estados de Minas Gerais, Goiás, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Espírito Santo e Santa Catarina. São Paulo volta a exportar carne bovina a União Européia Fonte: Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo A solenidade na ExpoZebu ainda foi marcada pelo encontro do ministro Guilhermo Salaza com Sam Wolf e Alexander Wolf da Wolf Seeds. Na ocasião, a Wolf Seeds recebeu em suas instalações na cidade de Ribeirão Preto/SP, a visita de jornalistas da Colômbia para uma entrevista exclusiva com o Presidente Sam Wolf. O Panamá que conta com um rebanho de dois milhões de cabeças e nunca registrou um foco de aftosa, é também cliente da Wolf Seeds, que exporta ao Panamá gramíneas e leguminosas com alto padrão de qualidade, para atender um mercado cada vez mais exigente que está em busca dos melhores resultados.
  3. 3. 03 Receita de Boi a pasto... Trata-se de manejo alimentar em que há predomínio de forrageiras como fonte nutricional do rebanho, implicando a exclusão de ingredientes de origem animal nas rações, e portanto, o afastamento do perigo da encefalopatia espongiforme. Normalmente essa expressão é confundida com “boi orgânico” porque supõe-se que um animal criado somente a pasto seria livre de alimentação e tratamentos com produtos artificiais, o que não é verdade. A produção do boi orgânico possui toda uma legislação específica e que passa longe do animal criado a pasto. O boi no sistema orgânico é criado a pasto sem utilização de agrotóxicos e adubação química, além de ser restritivo a utilização de medicamentos alopáiticos. É utilizada apenas as vacinações do calendário oficial. Além disso, os sistemas de criação devem ser certificados através de normas orgânicas e ambientais. Boi a pasto - Se nós pudéssemos ter uma “receita” para a produção de boi a pasto, quais seriam seus principais ingredientes e sua ordem de importância? IZ - O sistema de produção de boi a pasto deve ser constituído pelo tripé - nutrição, sanidade e melhoramento animal. Os três fatores devem interagir. Na nutrição, a pastagem deve ser a base com complemento a suplementação mineral disponível no cocho, aliado a utilização de confinamento ou suplementação no cocho a pasto no período das “secas” de forma estratégica para fase de terminação. A sanidade é indispensável como boa prática de manejo no controle dos endo-ectoparasitas e nas vacinas obrigatórias. O melhoramento genético é uma ferramenta indispensável para aumento da produção e produtividade com vista à redução na idade de abate dos animais. Boi a pasto - Quando falamos de boi a pasto, isto significa que ele só pode ser criado em pastagens extensivas, ou existe um meio termo, isto é, também pode ser terminado em confinamentos? IZ- Os animais podem ser confinados para engorda após a cria ou a recria em pastagem. Nesse sistema os animais são abatidos mais precoces com produção de carne de melhor qualidade (mais macia, suculenta, coloração, etc). No entanto, o produtor deve analisar se esse sistema é vantajoso, pois os custos são mais elevados e como a remuneração por qualidade de carcaça ainda é incipiente a relação custo/benefício pode aumentar para o produtor. De uma forma geral em toda cadeia de produção de carne ou leite, a sanidade do rebanho é indispensável, principalmente no preventivo. Do nascimento do bezerro ao abate no frigorífico, a sanidade deve acompanhar todas as fases do desenvolvimento animal. Ao longo dos anos tem-se elevado o nível de cultura do pecuarista brasileiro, despertando para uma maior conscientização sobre sua responsabilidade para com seu bem maior que é manter o boi no pasto de forma saudável, através de boas práticas de manejo, de alimentação, reprodutivo e sanitário. O produtor deve ser alertado para os riscos de transmissão à população de doenças e de resíduos químicos através da carne e leite produzidos no país. Se o pecuarista brasileiro quiser produzir boi e leite de qualidade, tem que investir em cuidados que começam com as próprias pastagens, que devem ter sua reforma planejada de tempos em tempos, sem que se chegue ao ponto de degradação, cuidar para que não falte suplementação mineral na época das secas, evitando a perda de peso nos períodos de estiagem, sem se esquecer da sanidade e segurança animal, que passam, necessariamente, pelos cuidados com vacinas e outros procedimentos sanitários. Considerações gerais... Paulo Bardauil Alcântara Diretor Geral do Instituto de Zootecnia - APTA-SAA-SP. Em entrevista para o portal Boi a pasto, o Dr. Paulo Bardauil, diretor geral do IZ (instituto de Zootecnia) de Nova Odessa, SP, pertencente à APTA-SAA-SP, juntamente com os pesquisadores da Instituição, Antônio João Lourenço, Abel Ciro Minniti e Cláudia Pozzi, destacaram os principais elos da cadeia produtiva da carne e do leite que, na sua visão do segmento, compreendem a própria receita de boi a pasto. Boi a pasto - O que significa a expressão “boi a pasto” e porque ela é tão confundida com boi orgânico? IZ - A expressão boi a pasto significa, de uma maneira geral, que os animais foram criados, recriados e engordados exclusivamente a pasto sem a alternativa de confinamento ou alimentado com concentrado, subprodutos, etc. Veja abaixo os principais pontos abordados durante a entrevista... Conheça o ... Referência nacional e internacional por suas pesquisas científicas nas áreas de produção animal e pastagens, o IZ realiza pesquisas em melhoramento genético de forrageiras; forragicultura e pastagens; produção animal a pasto; reprodução; etologia e ambiência; produção e qualidade de carne e leite; atividades silvipastoris; produção de sistemas inteligentes para pesquisa e gerenciamento de dados. Pioneiro no Brasil com pesquisas desenvolvidas utilizando leguminosas em pastagens, visando à fixação do nitrogênio e disponibilizando uma forrageira de qualidade à gramínea. Estudos de introdução, adaptação e avaliação de plantas forrageiras que contribuíram para com aumento da produtividade animal a pasto, passando nas últimas décadas de 50 kg para 200 kg de ganho de peso vivo por animal/ano, consequentemente reduzindo a idade de abate de 6 anos para 2 anos. Todos os projetos de pesquisas do IZ atendem aos Programas do Governo, visando o desenvolvimento do agronegócio paulista e brasileiro. IZ
  4. 4. www.wolfseeds.comwww.wolfseeds.com04 Utilização de Revestimentos no Tratamento de Sementes de Forrageiras Tropicais O revestimento de sementes é a utilização de produtos ou aditivos que recobrirão a semente de forma total ou parcial, alterando substancialmente, ou não, o peso e o formato da semente. As técnicas de revestimento de sementes mais conhecidas e empregadas são: a pigmentação, a polimerização, a incrustração e a peletização. A polimerização (figura 1) é uma tecnologia que permite, dentre de outros usos, a inoculação de microorganismos e a incorporação de aditivos às sementes, sem mudança no seu tamanho. É uma estratégia para garantir alto potencial de emergência em campo, ganhos de produtividade, plantabilidade e melhor agregação de insumos agrícolas às sementes. Figura 1- Sementes de Brachiaria brizantha Cultivar Marandu revestidas com Polímero Sepiret Laranja Wolf. A tecnologia para se obter a semente incrustrada promove um aumento de peso às sementes, respeitando a sua forma. Por outro lado, as sementes peletizadas são aquelas em que o peso unitário e a forma das sementes são substancialmente alterados. Tanto no revestimento por incrustração como no revestimento por peletização, a adição de micronutrientes, defensivos agrícolas, microorganismos ou ainda hormônios, é uma estratégia vantajosa no tratamento de sementes, mas ainda bastante discutida sobre a sua utilização ou não, em virtude deste revestimento à semente, dificultar a absorção de água no processo germinativo pós-plantio e atrasar a emergência das plantas, a nível de campo. A Equipe Wolf Seeds continua pesquisando tais processos, para viabilizar estes tratamentos, sem atrasar a germinação e a consequente formação das pastagens. A escarificação de sementes (Brachiarias), utilizadas puras ou polimerizadas, ainda é o melhor e mais seguro ratamento encontrado no mercado. A adição de fungicidas e inseticidas (para controle de formigas, cupins e outros) a estas sementes, tem sido bastante utilizados pelos consumidores e com muita eficiência, apesar destes pesticidas ainda não estarem registrados para forrageiras, junto ao M.A.P.A (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abasteciemnto). Algumas empresas do setor, já estão em fase de pesquisa e registro destes produtos, que poderão ser oferecidos e recomendados por parte da Wolf Seeds. A Wolf Seeds oferece à seus clientes, as sementes escarificadas, com alto índice de pureza, germinação e valor cultural. Vantagens das sementes escarificadas Economia no valor da semente, significa que o pecuarista está pagando pela semente e não pelo material misturado a semente; Economia em 40% do valor do frete, pois temos um menor volume a ser transportado pela menor mistura de material inerte; Menor custo de mão de obra, menos sacos, facilitando o manuseio das sementes; Ausência de ervas daninhas, o que irá permitir melhor formação do pasto pela reduzida concorrência por água, luz e nutrientes; Ausência de mistura varietal, o pasto será formado pela espécie desejada, sem que ocorra mistura varietal; Ausência de ovos de cigarrinha, isto significa que o pasto não morre; Menor seletividade no pastejo, pela formação exclusiva do pasto sem mistura de outras variedades; Menor tempo de formação e uso antecipado da pastagem, o que significa, rapidez no estabelecimento; Maior oferta de forragem, pela melhor formação do pasto; Quando revestidas com polímero, otimizam o tratamento e fixação de fungicidas e inseticidas; Maior lucratividade As avaliações realizadas pela Claspar (Empresa Paranaense de Classificação de Produtos) em sementes de Brachiaria Brizantha, cultivares Marandu e Xaraés, polimerizadas com polímero Sepiret Laranja Wolf, evidenciam que o simples revestimento das sementes, proporcionou um incremento na germinação das sementes. As sementes de Brachiaria Brizantha, cultivar Marandu, quando revestidas pelo polímero aumentaram sua germinação em 02 (dois) pontos percentuais, passando de 64% para 66% sem nenhum tratamento para superação de dormência (Figura 3). Já as sementes de Brachiaria Brizantha cultivar Xaraés, revestidas pelo polímero complementaram sua germinação em 12 pontos percentuais, de 60% para 72% sem nenhum tratamento para superação da dormência. (Figura 4). Em sementes não polimerizadas, durante o processo de embebição de água, ocorrem danos nas estruturas internas, devido a alta velocidade de absorção de água pelas sementes. Já em sementes polimerizadas, o revestimento regula a entrada de água, diminuindo os danos nas estruturas internas. O revestimento de sementes forrageiras tropicais, além de causar melhoria no aspecto visual, facilita a distribuição das sementes no solo no momento do plantio, aumentando a plantabilidade e possibilitando a utilização de implementos de plantio mais modernos e eficientes. Assim, teremos menores causas de insucessos na formação da pastagem.
  5. 5. 05 Evandro Marcus de Paula Eng. Agrônomo - Gerente Técnico - Nitral Urbana aboratórios. Especialista em Produção e Tecnologia de Sementes. Consulte a Wolf Seeds para otenção de suas sementes tratadas através do telefone ou pelo site16 2111-0505 www.wolfseeds.com Atente-se...M.A.P.A lança novos padrões para forrageiras tropicais... O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, através da instrução normativa recém publicada no dia 21 de maio de 2008, estabeleceu novas normas e padrões de produção e comercialização de sementes de gramíneas e leguminosas forrageiras, adubação verde de clima tropical, com atualizações válidas para a próxima safra (2008/2009). A principal alteração, que envolve diretamente a área comercial é com relação à pureza mínima das sementes, que ficará: As sementes das espécies, Brachiaria brizantha, Brachiaria decumbens, Brachiaria humidicola e Panicum maximum, poderão ser comercializadas com base nos resultados de viabilidade obtidos por meio do teste de tetrazólio. A validade da do teste de germinação ou de viabilidade (tetrazólio), será: Gramíneas - 12 meses; Leguminosas - 08 meses. A validade da do teste de germinação ou de viabilidade tetrazólio, será: Gramíneas - 06 meses; Leguminosas - 04 meses. Outra alteração foi em relação ao peso dos lotes de produtos acabados, que passará para 10.000 kg para as Brachiarias brizantha, decumbens e humidicola e 20.000 kg para a Brachiaria ruziziensis. No caso dos Panicuns (Tanzânia, Mombaça, Aruana e Massai), o lote também passará para 10.000 kg. Naturalmente, isto exigirá que os canais de distribuição estejam capacitados para orientar os produtores com relação a quantidade de sementes à ser semeada por ha, custo por ha, riscos, custo/benefício, etc. A Wolf Seeds do Brasil ciente da importância de sementes de qualidade, já por muito tempo faz um trabalho de conscientização que envolve pecuaristas, produtores, e cooperativas para que entendam e passem a reconhecer as inúmeras vantagens das sementes puras em relação as sementes comumente comercializadas. Devemos lembrar que através da utilização de sementes puras, você tem a garantia de uma melhor oferta de forragem, economia com frete, mão de obra, defensivos e um pasto bem formado, gerando mais para o seu negócio. Para ler na íntegra todas as alterações com relação a normas e padrões contidas na Instrução Normativa número 30, acesse o site www.agricultura.gov.br - clik em Legislação - Sislegis. análise reanálise lucratividade José Pereira da Silva Filho Eng. Agrônomo - Diretor Técnico - W.S.B.Sinta a diferença, plante sementes puras! Padrão atual Padrão 2008/2009 40/50/60% 60%Brachiarias 30/40% 40%Panicuns Para as sementes de Categoria S1 e S2: As sementes podem ser revestidas por pigmentação, polimerização, incrustração, peletização, entre outras. Estes revestimentos são, com certeza, os melhores veículos para adicionar à semente, micronutrientes, fungicidas, inseticidas e compostos químicos que realizam a diminuição ou quebra de dormência. O tratamento com ácido sulfurico ( ) que foi utilizado neste ensaio, é recomendado nas regras de análise de sementes e utilizado a nível de laboratório, para que as mesmas otimizem a sua germinação, superando a sua dormência. Obs: H SO2 4 Figura 3- Avaliação da Germinação de Sementes de Brachiaria brizantha Cultivar Marandu, Revestidas com Polímero Sepiret Laranja Wolf, com ou sem tratamentos de superação de dormência. Figura 4- Avaliação da Germinação de Sementes de Brachiaria brizantha Cultivar Xaraés, Revestidas com Polímero Sepiret Laranja Wolf, com ou sem tratamentos de superação de dormência.
  6. 6. www.wolfseeds.comwww.wolfseeds.com06 Conheça nossos parceiros... Foto ampliada. DESCRIÇÃO Família: Gramíneas Ciclo vegetativo: Perene Forma de crescimento: Touceira ADAPTAÇÃO Tipo de solo: Médio / Fértil Altitude: Até 2.300 m Precipitação anual: Acima de 800 mm Panicum maximum...Massai Esta cultivar é um capim de múltiplo uso, isto é, aceito por bovinos, equinos e ovinos. Pelo seu desempenho e qualidade, o massai é uma alternativa para a diversificação das pastagens tropicais. Quando comparado aos capins da mesma espécie, o massai apresenta menos susceptibilidade ao ataque de cigarrinha (praga de pastagem), cobre melhor o solo, utiliza os nutrientes da terra com mais eficiência, é um capim de menor porte (altura média de 60 cm), de folhas finas (1 cm) e com alta capacidade de rebrota. Adapta-se bem em solos com baixo nível de fósforo e áreas com grande concentração de alumínio. É um capim que se apresenta favorável às condições do Brasil Central. Além disso, pode-se dizer que seu sistema radicular é privilegiado, pois suas raízes profundas captam água e nutrientes com facilidade. Entre os panicuns o massai é o mais tolerante a baixa fertilidade. Dicas Wolf Seeds para você... TOLERÂNCIA Seca: Boa Frio: Média Umidade: Baixa Cigarrinha: Alta Sombreamento: Baixa PRODUÇÃO Matéria seca ha/ano: 10 - 12 t Proteína bruta na M. S.: 09 - 11% Palatabilidade: Boa Cultivar em destaque... Terrafós (63) 6302-4969 Agro-Paraíso (63) 3602-1350 W.J Araújo (86) 3220-1628 Casa do Fazendeiro (99) 3552-0028 C.Vale (44) 3649-8181 Casa das Sementes (22) 2732-6545 Casa do Criador (66) 3401-1753 Araguaína/TOParaíso do Tocantins/TO Barra do Garça/MT Terezina/PI Campo dos Goytacazes/RJ Colinas/MAPalotina/PR Entre em contato diretamente com a loja abaixo para obter o melhor atendimento aliado a produtos de alta qualidade da Wolf Seeds do Brasil. Se ainda assim desejar e para outras localidades, entre em contato conosco através de nossa central ou pelo site que teremos a imensa alegria em atendê-lo. 16 2111-0505 www.wolfseeds.com Conheça nossa linha de produtos... Brachiárias Panicuns Leguminosas Brachiarão Decumbens Humidícola Dictyoneura Ruziziensis Xaraés/Mg-5 Mg-4 Piatã (Lançamento/Embrapa/Unipasto) Mombaça Tanzânia Aruana Massai Estilosanthes campo grande Arachis pintoi Calopogônio Mucuna preta Leucena Puerária Alfafa Lab lab Crotalaria spectabilis Crotalaria juncea Feijão guandu anão Feijão guandu caqui Feijão de porco Soja perene Feijão guandu mandarim (Lançamento/Embrapa/Unipasto) Outras variedades Setária Kazungula Nabo Forrageiro Sansão do campo Milheto IPA-Bulk Grama batatais Capim Gordura Andropogon Pensacola Rhodes Faça já seu pedido antecipado e garanta a disponibilidade destes produtos para você! São Joaquim da Barra/SP Empório Veterinário (16) 3818-2818
  7. 7. 07 www.wolfseeds.comwww.wolfseeds.com Pecuária Responsável: Consciência ou estratégia? Fonte: Revista ABCZ edição 44 maio/2008 O ponto alto da discussão sem dúvida foi a forma de como são distribuídos e empregados os recursos provenientes de financiamentos rurais, 72% são destinados a agricultura e 28% à pecuária. Dentro destes parâmetros temos: 12% Custeio; 11% Investimento; 5% Comercialização Para que seja incorporada a produção responsável na pecuária, inicialmente é necessário fazer alguns ajustes na linha de crédito ao setor, alocando os recursos não só em custeio e aquisição de animais, mas também em adubação e correção do solo, intensificando seu uso e recuperando as áreas degradadas. Essas ações reduzirão a pressão por abertura de novas áreas e irão tirar da pecuária a fama de grande vilã do desmatamento. A adoção de boas práticas agropecuárias será a parcela de responsabilidade do produtor, cabendo ao governo, mercado e sociedade, a percepção do diferencial desses produtos, agregando valores aos serviços ambientais. A participação da Aliança da Terra nesse processo é unir ONGs, bancos e empresas privadas, enxergando um elo importante entre essas instituições, já que ambas possuem interesses mútuos na cadeia da pecuária. A realidade é que a responsabilidade socioambiental está sendo incorporada cada vez mais nos processos produtivos brasileiros, e seja qual for a linha de pensamento, as florestas agradecem. Consciência ou estratégia? A Expozebu 2008 com certeza iniciou um novo processo na busca de uma pecuária responsável, abrindo um espaço para discussões, levando ao produtor uma ferramenta para atender um mercado cada vez mais exigente. Durante o Simpósio Zebu: Pecuária Sustentável, reuniram-se palestrantes de renome nacional e internacional, representando grandes instituições como International Finance Corporation (IFC) - braço do Banco Mundial - Instituto Socioambiental (ISA), Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), entre outros. Estiveram presentes pecuaristas e demais pessoas do setor em busca de informações sobre como produzir em harmonia com o meio ambiente. Entre os temas abordados estavam: a produção sustentável para os diversos tipos de bioma brasileiro, critérios ambientais para empréstimos agrícolas, crédito de carbono, recuperação de Áreas de Preservação Permanente (APP), visão de mercados para produtos sustentáveis, entre outros. Já na pecuária as atividades financiadas se dividem em: 62% Custeio com criação e engorda; 21% Aquisição de animais; 17% Pastagens; 1% Adubação e correção do solo; 0% Industrialização A safra de etanol cresce tanto quanto a de grãos. Apesar disso, os biocombustíveis são colocados na condição de vilões do abastecimento mundial. A perspectiva é de que em 2008 o país colha 140 milhões de toneladas de grãos e a produção de álcool chegue a 40 bilhões de litros. O relatório da CONAB - Companhia Nacional de Abastecimento traça um perfil do setor em todo o país e revela que desde 2005 a área plantada de cana cresceu 30% e a produção aumentou 50%. O levantamento foi elaborado por técnicos da Companhia em 361 usinas sucroalcooleiras. Segundo Wagner Rossi, presidente da CONAB, podemos triplicar a produção de cana-de-açúcar sem tocar na área de grãos. O BRASIL TEM 90 MILHÕES DE HECTARES PARA INCORPORAR AGRICULTURA SEM DERRUBAR NENHUMA ÁRVORE... O Brasil está muito bem situado neste cenário de demanda por alimentos. Esta é uma grande oportunidade para o País. A declaração foi feita pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, durante a audiência pública conjunta das Comissões de Agricultura e Reforma Agrária, de Relações Exteriores e Defesa Nacional e da Subcomissão Permanente de Biocombustíveis do Senado Federal, audiência que discutiu a recente alta mundial de preços dos alimentos com a produção brasileira de biocombustível. O ministro falou sobre o panorama mundial da alta de preços dos alimentos e apontou quatro causas principais: 1- o crescimento contínuo dos países o que resultou no aumento de renda da população; 2- o uso de matéria-prima de alimentos para a produção de biocombustíveis pelos Estados Unidos e União Européia; 3- o aumento da expectativa de vida da população; 4- as mudanças climáticas. Neste contexto, de acordo com o ministro Stephanes, o Brasil é um dos poucos países que acompanha o crescimento da demanda interna e ainda tem excedentes para abastecer o mercado externo. Além disso, tem capacidade de produção de energia limpa, e tem demonstrado a compatibilidade dos biocombustíveis e os alimentos. Stephanes ainda informou que hoje apenas 0,5% do território brasileiro é ocupado pela produção de etanol e reiterou que, em mais de 60% dos casos, a cana-de-açúcar tem aproveitado áreas de pastagens degradadas. Também afirmou que o País tem 90 milhões de hectares para incorporar a agricultura sem a necessidade de derrubar nenhuma árvore na Amazônia. “Este é o objetivo que deve ser perseguido e alcançado, frisou”. Sobre o trigo, o ministro mencionou que, com o mercado mundial favorável em termos de preços, o Brasil tem condições de recuperar a auto-suficiência em seis ou sete anos. Ele lembrou que, além do sul do País, o estado de Goiás tem áreas apropriadas para ampliar a produção do cereal e ressaltou que já existem aproximadamente 200 projetos contemplando a adaptação de culturas às condições climáticas na Embrapa em Campinas/SP, que dispõe de uma plataforma de estudos sobre mudanças climáticas, onde no local atuam cerca de setenta especialistas pesquisando e projetando cenários para todas as culturas e regiões do Brasil. EUFORIA NA BOLSA DE VALORES... Se a polêmica sobre a produção agrícola e a capacidade de abastecimento já tinha esquentado os discursos na Agrishow de 2008, uma notícia do mercado de ações aqueceu ainda mais os ânimos: a agência Standard & Poor's anunciou que o Brasil tornou-se grau de investimento. No início do evento, as autoridades repetiam que o Brasil tem todas as condições para produzir - terra, sol, água, tecnologia e mão-de-obra. “Falta o capital”. Faltava. Régis Chinchila, analista da TBC Investimentos, afirma que o Brasil torna-se cada vez mais atraente para investidores estrangeiros e a classificação do país como grau de investimento deve refletir de maneira positiva em várias áreas. “O crédito tende a aumentar com taxas de juros mais baixas do que as praticadas hoje” afirma. Fonte: Revista Painel AEAARP Ano XI edição 159 junho/2008 Alimentos x Biocombustíveis....
  8. 8. 08 WOLF SEEDS Ambiental... O ipê é uma árvore do gênero Tabebuia (antes Tecoma), pertencente à família das bignoniáceas, podendo ser encontrada em seu estado nativo por todo o Brasil. Há muitos séculos, o ipê - também chamado de pau-d’arco, no Norte - vem sendo apreciado tanto pela excelente qualidade de sua madeira, quanto por seus efeitos ornamentais, decorativos, ambientais e até medicinal. A árvore do ipê é alta, bem copada e no período da floração, apresenta uma peculiaridade: fica totalmente desprovida de folhas. Estas dão lugar às flores - amarelas-ouro, brancas, rosas ou roxas – que estampam belas manchas coloridas nas paisagens do País. O ipê floresce de julho a setembro e frutifica em setembro e outubro. Sua madeira é bela, de cor castanho-oliva ou castanho-avermelhada, e com veios resinosos mais escuros. Após o período da floração, aparecem as folhas digitadas, com 5 a 7 folíolos. No inverno, porém, a árvore se apresenta totalmente despida de folhas e flores. A madeira do ipê é muito valorizada. Por sua resistência, dureza e flexibilidade sempre foi considerada uma madeira-de-lei. O ipê também é plantado em parques e jardins, servindo para a arborização urbana. A Reciclagem é um hábito nascido no mundo moderno, baseado em três pilares: Reduzir, Reutilizar e Reciclar. É necessário, antes do processo de reciclagem, garantirmos que o material foi usado ao máximo de sua potencialidade para podermos dar novas formas e garantir meios de crescimento sustentável. Isso porque, o processo de reciclagem, apesar de ser menos dispendioso do que a utilização da matéria- prima virgem, ainda é caro. Reciclar é mais do que uma alternativa de renda. Reciclar é cuidar para que algo que seria jogado no lixo seja reutilizado de forma satisfatória, absorvendo todo potencial de uso do produto. O que antes poderia ser encarado de forma preconceituosa, hoje, é questão de bom-senso e de sensibilidade em entender que o uso indiscriminado de recursos naturais acarreta um alto preço em todos os setores da sociedade. Cada um de nós pode contribuir, separando nosso material utilizado no dia-a- dia, jogando no lixo somente materiais orgânicos ou que não possam ser aproveitados como produto reciclável. Adquirir esta mentalidade é fundamental para que possamos viver num mundo melhor, com maior qualidade de vida, com mais recursos naturais a nossa disposição e, o melhor de tudo, garantindo a sobrevivência de todos nós no planeta. As diversas variedades de ipê recebem os respectivos nomes de acordo com as cores de suas flores ou madeira. Vale ressaltar que, de uma maneira geral, as bigoniáceas são distribuídas por 120 gêneros, com cerca de 800 espécies. As que mais se destacam, porém, são as seguintes: ipê-amarelo ou ipê comum (tecoma longiflora) – pode atingir 25 metros de altura, sendo bastante encontrado em Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso e Goiás; ipê-branco ou ipê-mandioca (tecoma Alba) – é encontrado nos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Paraná; ipê-tabaco (tecoma insignis) – a árvore é mais baixa que as demais, porém apresenta uma ramagem abundante; ipê-roxo ou ipê-rosa (tecoma heptaphylla) – é encontrado desde o Piauí até Minas Gerais, São Paulo e Goiás; ipê-do-brejo (tecoma umbellata) – é mais comum nos alagados e mangues dos rios de Minas Gerais e São Paulo. A casca, a entrecasca e a folha do ipê possuem propriedades medicinais, sendo utilizadas no tratamento de amidalites, estomatites, infecções renais, dermatites, varizes e certas doenças dos olhos. Elas são consideradas também como antidiarréicas, anti-inflamatórias, anti-infecciosas, antitumorais, febrífugas e cicatrizantes. No entanto, nem todos sabem que, dentre o grande universo de plantas nativas do país, o ipê sempre foi considerado a árvore nacional brasileira. No dia 7 de dezembro de 1978, porém, a lei nº 6507 veio declarar que o pau-brasil (caesalpinia echinata) seria a Árvore Nacional e a flor do ipê, a flor do símbolo nacional. Ela estabeleceu também, além disso, que o dia 3 de maio seria, dali por diante, o Dia do Pau-Brasil. Em dezembro do ano de 2007 a Wolf Seeds distribuiu gratuitamente sementes de ipê das variedades: branco, amarelo, e rosa à seus clientes, parceiros e fornecedores. Provavelmente você que plantou e aderiu a esta ação promovida pela Wolf Seeds, já deve ter formado sua muda. Nesta edição pedimos por gentileza que tire fotos de suas mudas, de seu plantio e nos envie para divulgarmos cada vez mais esta ação da importância de se preservar o meio ambiente. Envie suas fotos através do e-mail * * * * * sac@wolfseeds.com.br A natureza agradece! Reduza, Reutilize e Recicle...... Fonte: http://www.diadaarvore.org.br/meioambiente Fonte: http://www.diadaarvore.org.br/meioambiente A Wolf Seeds além do papel de escritório, recicla caixas e toda sacaria inutilizada na unidade de beneficiamento de sementes. Toda equipe Wolf Seeds é ciente da importância de se preservar o meio ambiente, pois preservar a capacidade de produção de nossa terra, é uma das metas diárias da Wolf Seeds. Para saber como fazer sua parte através da reciclagem, acesse o link: www.wolfseeds.com/ambiental Faça a sua parte: Recicle!
  9. 9. 09 Regulagem de implementos para a formação da pastagem... Regulagem de semeadeira, um cuidado que ajuda o pecuarista a ganhar mais ! Está se aproximando o período de plantio e é prudente que o pecuarista esteja preparado para este momento. Comprar uma semente de qualidade só não basta, é preciso fazer um bom preparo de solo e distribuir adequadamente a semente. Quando falamos em regulagem de semeadeira, muitos pecuaristas não conseguem realizá-la adequadamente e acabam sendo mal sucedidos na formação da pastagem. Vamos a seguir abordar como se realizar a regulagem da semeadeira para uma boa e correta distribuição das sementes. Antes porem, gostaria de dizer que recomendamos para um bom plantio uma esparramadeira, pois esta proporciona uma melhor distribuição da semente. Wagner Pires Especialista em Pastagens Cconsultor Wolf Seeds Alguns cuidados... Fazer uma revisão na semeadeira com antecedência e manter peças que podem quebrar durante o plantio de reserva; Comprar a semente e o adubo com antecedência; Se a regulagem for feita para um determinado valor cultural este deve ser mantido até o final do plantio, caso seja feito alguma alteração, uma nova regulagem deve ser feita; Todos os anos uma nova regulagem deve ser realizada; Após o plantio incorporar as sementes com uma grade ou um rolo compactador; Ter uma pessoa sempre acompanhando o plantio e vistoriando as faixas cobertas pelo trator, para evitar que alguma área fique sem semente; Iniciar o plantio de preferência após o inicio das chuvas. 50 m 1 Passo: Medir uma distancia de 50 metros e solicitar que o tratorista percorra esta distancia varias vezes, é fundamental que o tratorista escolha uma marcha e um giro do motor e este será praticado durante todo o plantio. Percorrer varias vezes a distancia, anotar o tempo e fazer uma média. (VAMOS CONSIDERAR UM EXEMPLO DE 20 SEGUNDOS). 2 Passo: Vamos considerar que vamos trabalhar com uma mistura de semente + material inerte. Este inerte poderá ser um adubo fosfatado, calcário, esterco curtido e peneirado ou ainda uma palha de arroz. Nunca usar gesso, adubos nitrogenados ou adubos potássicos. 3 Passo: Colocar a mistura na esparramadeira e distribuir a mistura com o trator parado, mas com o motor trabalhando na rotação estabelecida anteriormente, deixar a semente cair por um curto tempo e medir a largura da distribuição da semente. (VAMOS CONSIDERAR QUE TENHA CAIDO EM UMA LARGURA DE 12 METROS). Poderemos verificar que no centro, bem atras do trator caiu mais semente e a medida que caminhamos para os extremos a quantidade de sementes vai diminuindo. 4 Passo: Desconsiderar 1/3 desta largura, justamente para descartarmos as beiradas onde caiu pouca semente, este 1/3 será remontado na volta do trator. CONFORME O EXEMPLO DE 12 METROS TEREMOS UMA LARGURA LÍQUIDA DE 08 METROS). VAMOS CONSIDERAR UM EXEMPLO DE QUE TRABALHAREMOS COM 300 KG DE UM FOSFATO REATIVO E 15 KG DE UMA SEMENTE DE BRACHIARIA BRIZANTHA, PORTANTO UMA MISTURA DE 315 KG /HECTARE. 50 m 08 m 5 Passo: Se temos 08 metros de largura e 50 metros de comprimento, teremos uma área de 400 metros quadrados. Se a recomendação inicial era de 315 kg/hectare ou em 10.000 metros quadrados, quanto terá de cair em 400 metros quadrados? Isso poderá ser respondido fazendo uma regra de 3, onde teremos o valor de 12,6 kg em 400 metros quadrados ou em 20 segundos. (20 segundos é o tempo que o trator levou para percorrer os 400 metros quadrados). 6 Passo: Agora é so parar o trator em um local confortável e envolver a esparramadeira com uma lona e colocar o trator para funcionar parado durante 20 segundos e a seguir pesar o volume que caiu de semente e adubo na lona. Ir abrindo ou fechando a regulagem da esparramadeira. Quando acertar aproximadamente o peso repetir por mais duas vezes e está pronta a regulagem. Importante verificar a regulagem, exporadicamente durante o plantio.Obs: 400 m² Conte sempre com um Engenheiro Agrônomo da Wolf Seeds para orientá-lo no seu plantio! 20 segundos Final Início 08 metros 12 metros 02 02
  10. 10. www.wolfseeds.comwww.wolfseeds.com10 Caro Leitor... Responsável Técnico: José Pereira da Silva Flho Crea-65918/D-SP “A melhor genética começa aqui!” Você pergunta... e a responde...WOLF SEEDS Pergunta enviada pelo leitor: Pedro Afonso - Imperatriz/MA José Pereira da Silva Filho Diretor Técnico - Eng. Agrônomo - W.S.B O nitrogênio, a exemplo de outros nutrientes, deve ser fornecido ao solo, para otimizar a produção, qualidade e estabilidade das pastagens. Devido ao alto custo e necessidades constantes de reposição, e suas características de mobilidade no solo e ciclagem no meio ambiente, normalmente o nitrogênio não é utilizado nas pastagens, ou quando o é, utiliza-se baixas dosagens. As leguminosas possuem uma característica impar, se associadas à um grupo específico de bactérias (Rhizobium e Brazirhizobium), formando um nódulo na raiz da planta, ricos em nitrogênio. Estas bactérias conseguem absorver o nitrogênio atmosférico para utilizar em suas funções biológicas e os fixando ao solo. Este excedente de nitrogênio fixado ao solo, fica disponível para ser utilizado por outras plantas, no caso, pela gramínea da pastagem, consorciada à leguminosa. Pela fixação das leguminosas, o nitrogênio é convertido para a produção de proteínas. Assim, a utilização de uma pastagem consorciada, por causa do maior teor de proteína, quando comparado à gramínea solteira, tem como objetivo elevar a produção por área, por seus efeitos positivos sobre a produção animal. No manejo de consorciações do Estilosantes Campo Grande devem ser considerados alguns aspectos. O pastejo deve ser conduzido no sentido de controlar o crescimento excessivo da gramínea, ou da leguminosa. Deve-se evitar o pastejo exclusivo do estilosanthes e quando consorciado, deve-se ter de 20 a 40% no máximo em relação à gramínea. Consulte sempre um técnico da Wolf Seeds para obter maiores informações sobre este manejo. Brachiarão + Estilosanthes Campo Grande Quais as vantagens da consorciação entre capim e leguminosas? Qualidade da pastagem, propiciando maior ganho de peso aos animais, economia em gastos com adubação nitrogenada, recuperação de áreas degradadas entre outras, são exemplos de vantagens da consorciação entre capim e leguminosas. Entende-se como pastagem consorciada o plantio simultâneo da gramínea (Capim) e a leguminosa, que crescerão juntas e serão consumidas pelo gado sob pastejo ao mesmo tempo. Por uma questão que entendemos ser cultural, as pastagens tropicais, normalmente são estabelecidas em áreas de solos com baixa fertilidade, sendo desta maneira deficiente em vários nutrientes, dentre eles o Nitrogênio. Justamente este que é um dos nutrientes mais necessários às plantas forrageiras, pois participa dos processos de crescimento, produção de tecidos e formação de proteína, entre outros. O governo de São Paulo quer acabar com a paisagem, comum no interior do Estado, de grandes canaviais, com a exigência de que existam ilhas de diversidade no meio das plantações. Entre outras medidas, projeto preparado pelo governo paulista com novas diretrizes para a concessão de licenças ambientais a usinas e destilarias até 2010 vai exigir o plantio de espécies nativas e ainda a disposição dessas ilhas de diversidade nos canaviais, de maneira que formem corredores de conectividade entre elas. Além disso, o governo só pretende conceder licenciamento ambiental a novos empreendimentos sucroalcooleiros e para o plantio de cana onde haja a possibilidade dessa reconstituição ambiental. “A proposta é a de autorizar novas usinas e novos plantios em áreas que são indicadas para a formação desses corredores, que hoje não têm vegetação nativa. A medida é para assegurar que a matriz da paisagem não seja o canavial, que existam ilhas de diversidades e que funcionem como pontos de ligação para a fauna”, disse a coordenadora do Projeto de Matas Ciliares da Secretaria de Meio Ambiente, Helena Carrascosa. A medida poderá, no entanto, ajudar o proprietário de terra a utilizar essas ilhas de biodiversidade na formação dos 20% que precisa manter de áreas de preservação em sua propriedade. Mas não o eximirá de manter áreas de preservação permanentes, como as distâncias legais de cursos de água, onde é obrigatória a manutenção de matas ciliares. São Paulo quer entre canaviais...'ilhas de diversidade' Eduardo Cruz Consultor Comercial - W.S.BFonte: Jornal O Estado de São Paulo-Suplemento Agrícola-Agronegócios-Pág. 4- 28.05.008 A Wolf Seeds atua em todo território nacional e exporta para mais de 48 países. Para encontrar uma revenda ou um representante mais próximo de sua propriedade, ligue para nós através da central em Ribeirão Preto/SP ou através do e-mail que teremos a imensa alegria em atendê-lo! Não deixe de participar deste canal de comunicação, pois a sua opinião é muito importante para o sucesso deste informativo. Acesse o site: e envie gratuitamente sua dúvida ou sugestão para os próximos temas. No próximo você verá dicas sobre: (16) 2111-0505 sac@wolfseeds.com.br www.wolfseeds.com Info Wolf “Plantio de árvores para sombreamento de bovinos e Recomendações de gramíneas e leguminosas para solos úmidos. ” MERCANTIL FLÁVIO Gostaríamos de testemunhar que a empresa Wolf Seeds é sinônimo de boa parceria, em vista do bom atendimento, boa qualidade dos produtos e boa aceitação dos mesmos no mercado. Também enaltecemos a empresa pelo fato de ser parceira em áreas promocionais. Lázaro Bilac Flávio Sócio-Diretor - São Gotardo/MG Depoimentos...

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