Livro canticos-de-taize

2,830 views

Published on

0 Comments
8 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

No Downloads
Views
Total views
2,830
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
9
Actions
Shares
0
Downloads
141
Comments
0
Likes
8
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Livro canticos-de-taize

  1. 1. Rezar juntos Orações e cânticos de Taizé EDIÇÕES SALESIANAS
  2. 2. Música: Jacques Berthier Taizé: 5, 7, 8,10,17,18,27,28,45,47,49, 55,57,60,62,76,95,97,100,101,109 Joseph Gelineau: 70, 98, 99, 102 M. Franck: 26 J. Petzolt: 40 J. S. Bach: 61 M. Praetorius: 34 Ortodoxa: 19-22, 106, 107 Ortodoxa/adaptada Taizé: 6, 103-105, 108 ISBN: 972-690-384-X Depósito legal: 167237/01 Ir"íJwssão e acabamentos: Humbertipo/Porto © Ateliers et Presses de Taizé, 71250 Taizé-Communauté, France, 2001 © Edições Salesianas Rua Dr. Alves da Veiga, 124 Apartado 5281 4022-001 PORTO Te!. 225365750 Fax 225365800 Email: edisal@clix.pt
  3. 3. Das profundezas da humanidade eme'lJe, dis- creta, uma aspiração. Arrastados pelo ritmo anónimo de horários e planificações, muitos dos nossos con- temporâneos têm o desejo implícito dessa realidade essencial que é a vida interior. Não há nada que conduza mais à comunhão com o Deus vivo do que uma oração comunitária medita- tiva. O canto prolonga-se e permanece no silêncio do coração, mesmo quando ficamos a sós. Quando o mistério de Deus se torna perceptível através da beleza simples de símbolos, quando não é sufocado por uma sobrecarga de palavras, a oração comunitá- ria, longe de gerar monotonia e tédio, vem abrir à ale- gria do céu sobre a terra. Para muitos cristãos, ao longo dos séculos, a repe- tição contínua de algumas palavras constituiu um caminho de contemplação. Quando essas palavras são cantadas, talvez penetrem ainda mais nas profun- dezas do ser humano. 3 Para celebrar uma oração comunitária ampla e aberta, basta juntarem-se algumas pessoas para que o coração se dilate num encontro com Cristo. A uni- versalidade da comunhão pode pressentir-se quando jovens se unem, pelo menos uma vez por semana, à oração da comunidade local, que congrega todas as gerações, das crianças às pessoas de idade. A oração é uma força serena que trabalha o ser humano, que mexe com ele, que o revolve, que não o deixa fechar os olhos face ao mal, às guerras, a tudo o que na terra ameaça os inocentes. Da oração tiram-se energias que permitem travar outras lutas: transformar a condição humana e tornar a terra habitável. Quem caminha seguindo a Cristo mantém-se simultaneamente junto dos outros e junto de Deus, não separa oração e solidariedade. Irmão Roger, de Taizé
  4. 4. Introdução Este livro propõe uma série de orações adaptadas aos diferentes tempos do ano Iitúrgico. Pode ajudar a manter uma continuidade na vivência da oração, tanto pessoal como em grupo. Os elementos aqui apresen- tados podem ser tomados separadamente ou combi- nados de outras formas, para a preparação de ora- ções comunitárias. O ano Iitúrgico permite seguir as etapas da vida de Cristo: o tempo do Advento e do Natal, depois o tempo da Quaresma, com a Semana Santa, e por fim o Tempo Pascal, que vai da Ressurreição ao Pente- costes. Os períodos entre estas etapas constituem o Tempo Comum. Na segunda parte deste livro podem encontrar-se 109 cânticos de Taizé na sua versão portuguesa e também na versão original, com os respectivos acor- des para guitarra. Na última parte do livro apresen- tam-se os versículos para solistas, para os cânticos assinalados com um asterisco. Tendo sido compostos para apoiar uma oração comunitária cantada, estes cânticos simples podem também suster-uma oração pessoal, por vezes no silêncio do coração. 4 ESQUEMA DE UMA ORAÇÃO Para iniciar a oração: um ou dois cânticos de louvor. SALMO Jesus rezava estas antigas orações do seu povo. Desde sempre que os cristãos encontraram aí uma fonte. Os salmos reintegram-nos nessa grande comu- nhão de crentes. As nossas alegrias e tristezas, a nossa confiança em Deus, a nossa sede e mesmo as nossas angústias encontram uma forma de expres- são nos salmos. Uma ou duas pessoas lêem ou cantam os versícu- los de um salmo. Todos respondem com um Aleluia ou outra aclamação, cantada depois de cada versí- culo. Se o salmo é cantado, eventualmente apoiado por um garganteio da assembleia, os versículos esco- lhidos devem ser curtos, geralmente duas linhas (uma melodia ténue improvisada sobre o acorde final da aclamação que é mantido pela assembleia); se os versículos são lidos, estes podem ser mais longos. Não hesitar em escolher apenas alguns versículos do salmo, aqueles que são mais acessíveis. Não é necessário ler o salmo na íntegra.
  5. 5. LEITURA Ler a Sagrada Escritura é aproximar-se «da fonte inesgotável que proporciona aos homens sedentos o próprio Deus» (Orígenes, século 111).A Sagrada Escri- tura é uma «carta de Deus à sua criatura» que faz «descobrir o coração de Deus nas palavras de Deus» (Gregório Magno, século VI). Numa oração feita com regularidade é costume fazer uma leitura contínua dos livros bíblicos. Aqui são apresentados alguns textos mais importantes, que não são muito longos e não necessitam explica- ções. Também é possível fazer uma leitura mais breve, escolhendo apenas uma parte do texto. Para completar esta escolha de textos bíblicos, a «Carta de Taizé», publicada de dois em dois meses, propõe uma leitura breve para cada dia do ano. Cada leitura é introduzida por «Leitura do...» ou «Evangelho segundo São...». Se há duas leituras, a primeira pode ser escolhida do Antigo Testamento, das Epístolas, dos Actos dos Apóstolos ou do Apoca- Iipse; a segunda é sempre do Evangelho. Entre as duas leituras, insere-se um cântico meditativo. Antes ou depois da leitura, pode haver um cântico da luz. Canta-se um cântico que celebra a luz de Cristo. Durante esse cântico alguns jovens ou crian- 5 ças avançam, de vela na mão, para acender uma candeia, colocada sobre um lampadário. Este acto simbólico recorda que, mesmo quando a noite se torna densa, na vida pessoal ou na vida da humani- dade, o amor de Cristo é um fogo que nunca se apaga. CÂNTICO SILÊNCIO Quando tentamos encontrar palavras para expressar a comunhão com Deus, a inteligência encontra-se ra- pidamente limitada. Mas, nas profundezas da pessoa humana, pelo Espírito Santo, Cristo reza mais do que nós imaginamos. A voz de Deus não se cala, mas Deus nunca se quer impor. Frequentemente, a sua voz escuta-se como um murmúrio, num sopro de silêncio. Permane- cer em silêncio na sua presença, para acolher o seu Espírito, é já uma forma de rezar. Não se deve procurar um método para alcançar o silêncio interior a qualquer preço, suscitando um vazio em si próprio. Durante o silêncio, somos convidados a
  6. 6. deixar Cristo rezar em nós, com a confiànça de uma criança e, assim, um dia descobriremos que as pro- fundezas da pessoa humana são habitadas. Numa oração comunitária, é melhor fazer um único momento longo de silêncio (cinco a dez minu- tos) em vez de vários momentos curtos. Se aqueles que participamna oração não estão habituados a um tal silêncio, é importante, no final do cântico que pre- cede o momento de silêncio, anunciar: «Continuare- mos agora a oração permanecendo um momento em silêncio. » ORAÇÃO DE INTERCESSÃO OU DE LOUVOR Uma oração feita de preces ou de aclamações bre- ves, acompanhadas por um garganteio e ritmadas por um refrão cantado por todos, pode ser como uma «co- luna de fogo» no seio da oração comunitária ... Pelas intercessões, a nossa oração estende-se a toda a fa- mília humana: confiamos a Deus as alegrias e as es- peranças, as tristezas e as angústias dos seres hu- manos, dos pobres e de todos aqueles que sofrem. Pela oração de louvor, celebramos tudo o que Deus é para nós. Uma ou duas pessoas exprimem alternadamente as preces ou as aclamações da oração, que é introdu- 6 zida pelo refrão e segue o seu ritmo. O refrão cantado pode ser «Kyrie eleison», «Gospodi pomilui» (Senhor tem piedade) ou outro. O refrão também pode ser declamado pela assembleia, consoante o que estiver indicado na proposta de oração: «Vem, Senhor Jesus!», «Glória a ti, Senhor!», etc. Nos casos em que se propõe um refrão, ele também pode ser dito ou cantado pelo leitor ou solista, ou mesmo omitido, passando o refrão da assembleia a ser o Kyrie ou u Gospodi. Uma vez concluídas as preces ou aclamações escritas, pode ser adequado oferecer aos participan- tes a possibilidade de uma expressão espontânea, para as orações que saem dos seus corações. Ter cuidado para que estas sejam breves e se dirijam a Deus: não se devem transformar num diálogo hori- zontal onde, crendo falar a Deus, se deseje na reali- dade transmitir aos outros as suas próprias ideias. Cada uma das preces espontâneas é concluída pela mesma resposta, cantada por todos. PAI NOSSO ORAÇÃO DE CONCLUSÃO As orações propostas foram escritas pelo irmão Roger.
  7. 7. CÂNTICOS No final, a oração pode-se prolongar através de cânti- coso Um pequeno coro permanece a cantar com aqueles que desejam continuar a rezar. Os outros podem ser convidados a um tempo de partilha em pequenos grupos, num local próximo, por exemplo sobre um texto bíblico, com o apoio das «Horas Joaninas». (Na Carta de Taizé encontra-se, para cada mês, uma proposta para as horas joaninas, isto é, um tempo de silêncio e de partilha, a partir de um texto bíblico) .. PREPARAR UM LOCAL ACOLHEDOR É preferível, quando possível, que a oração seja numa igreja, procurando dar-lhe uma beleza acolhe- dora. A disposição interior é muito importante para ajudar a oração comunitária. Não se trata de «restau- rar» a igreja, mas sim de arranjos interiores com meios muito simples. Se não é possível rezar numa igreja, é importante arranjar de forma harmoniosa o local de oração. Na oração é a Cristo que nos dirigimos: é preferível que todos os participantes olhem na mesma direcção. Um local de oração pode tornar-se acolhedor com muito poucas coisas: uma cruz, uma Bíblia aberta, 7 algumas velas, ícones... Manter uma claridade dis- creta, não ofuscante. Iluminar a parte da frente com velas ou Iamparinas. Pondo bancos só ao longo das paredes, é possível deixar um espaço vazio, com uns tapetes, disponível para os que se querem ajoelhar. Se a oração se realizar numa igreja, é desejável que alguém acolha as pessoas à entrada, distribuindo a folha dos cânticos e convidando-os a avançar. Os animadores estão ao serviço da oração. Eles preparam a oração e conduzem o seu desenrolar para permitir a cada participante recolher-se. Uma vez iniciada a oração, não deve haver mais anúncios técnicos ou explicações, para não interromper o reco- lhimento de ninguém. No século IV, São João Crisóstomo escreveu: «A casa é uma pequena igreja.» Actualmente, nas socie- dades secularizadas, é bom que as nossas casas dei- xem entrever uma presença invisível, com alguns símbolos de Cristo. Numa casa, é possível arranjar um cantinho para a oração, por muito pequeno que seja, com um ícone, uma lamparina ... OS íCONES Os ícones participam na beleza da oração. Eles são como janelas que se abrem às realidades do Reino de
  8. 8. Deus e as tarnam presentes· na nassa araçãa sabre a terra. Eles são.um apela à nassa própria transfigu- ração.. Apesar de a ícane ser uma imagem, não. é uma ilustração. pura nem decaraçãa. É sinal da encarna- çãa, é presença que aferece aas alhas a mensagem espiritual que a Palavra dirige aas auvidas. O fundamenta das ícanes é, segunda São. Jaãa Damascena (século.VIII), a vinda de Crista à terra. A salvação. está ligada à encarnaçãa da Verba divina, par cansequência, à matéria: «Deus, que não. tem carpa nem figura, não. padia autrora, de maneira nenhuma, ser representada par qualquer imagem. Mas agara, que Deus permitiu ser vista em carne e viver na meia das hamens, eu passa fazer uma ima- gem daquilo.que vi de Deus. Eu não.adara a matéria, mas sim a criador da matéria, que se tarnau matéria par minha causa, que quis habitar a matéria e que, através da matéria, me deu a salvaçãa.» Pela fé que transmite, pela sua beleza e profundi- dade, a ícane pade abrir um espaça de paz, reavivar uma espera. Ele canvida a acalher a mistério. da sal- vação. na nassa humanidade e em tada a criação.. 8 ORAÇÃO EM VOLTA DA CRUZ E CELEBRAÇÃO DA RESSURREiÇÃO Desde sempre as cristãas recardam, semana após semana, a mistério. mais prafunda da sua fé: a «pas- sagem» da Páscaa que Crista atravessau e cantinua a atravessar cam as seres humanas. Assim, cada se- mana pade terminar cam a celebração. de Crista mar- ta e ressuscitada. É passível celebrar a passagem da marte à vida cam Crista em duas naites, sexta-feira e sábado., au então. juntar as elementas numa só celebração.. Cameça-se par uma das arações prapastas neste livro e depais, na final, acrescenta-se esta celebração. mais particular. A araçãa à valta da cruz permite estar em camu- nhãa invisível não. só cam Crista crucificado., mas também cam tadas as que safrem, que estão.abanda- nadas, perseguidas au tarturadas, candenadas ao. silêncio.. Um gesto. pade exprimir esta araçãa: can- tando. cânticas meditativas, tadas se aproximam da cruz deitada sabre bancas baixas e iluminada par algumas velas; pausa-se a testa sabre a madeira da cruz, durante alguns instantes, para canfiar a Crista, sem ser par palavras, aquilo.que pesa sabre nós, as nassas próprias fardas e também tudo. a que pesa
  9. 9. sobre os outros, aqueles que estão perto de nós e também os que estão longe, os oprimidos, os desam- parados, os doentes, os perseguidos. E temos a con- fiança que, conhecido ou não, Cristo ressuscitado acompanha cada ser humano no seu sofrimento. Uma celebração da luz pascal permite festejar a ressurreição que, para cada um, começa desde já imperceptivelmente sobre a terra. Durante um cântico de ressurreição, acende-se no local da oração, que permanece até então pouco iluminado, a pequena vela que cada pessoa recebeu à entrada: sinal da luz de Cristo, sinal também da vocação dos cristãos a serem filhos da luz. Depois lê-se um dos Evangelho sobre a ressurreição, antes de se retomarem os cânti- cos meditativos. A CRUZ EM PEREGRINAÇÃO O ícone da cruz pode ser transportado, de um lugar a outro, e constituir um elo de comunhão entre grupos, paróquias e famílias. Com uma cruz peregrina, toda uma vida de oração se anima nos locais por onde pas- sa. Transmitir um ícone para concretizar uma comu- nhão é como um sinal de Cristo que vem visitar cada ser humano, sem excepção. É também uma possibili- 9 dade de criar um elo de reconciliação entre. muitas pessoas. O sinal da reconciliação assume toda a suaJorça quando a cruz, numa cidade ou numa região, vai até pessoas muito diferentes. A cruz pode estar presente para a oração habitual de uma paróquia, para a ora- ção de uma família ou de um grupo. Ela pode ser aco~ Ihida nos lugares de exclusão e sofrimento por aque- les que aí vivem um compromisso de solidariedade. A oração à volta da cruz consiste simplesmente num momento de silêncio, com alguns cânticos, uma lei- tura bíblica e intercessões. OS CÂNTICOS MEDITATIVOS A oração cantada é uma das expressões mais essen- ciais da procura de Deus. Os cânticos breves, repeti- dos continuamente, sublinham o carácter meditativo. Em poucas palavras, eles exprimem uma realidade fundamental, rapidamente assimilada pela inteligên- cia. Repetida como até ao infinito, essa realidade é pouco a pouco interiorizada por toda a pessoa. Os cânticos meditativos dão-nos a possibilidade de escu- tar Deus. Numa oração comunitária, eles permitem que todos participem e permaneçam juntos enquanto
  10. 10. esperam Deus, sem que o tempo seja demasiado cronometrado. Para abrir portas à confiança em Deus, nada subs- titui a beleza das vozes humanas unidas pelo canto .. Essa beleza pode fazer pressentir «a alegria do céu sobre a terra», como experimentaram os cristãos do Oriente. E começa a desenvolver-se uma vida interior. Os cânticos apoiam também a oração pessoal. Eles constróem pouco a pouco a unidade da pessoa em Deus e podem tornar-se subjacentes ao trabalho, às conversas, ao repouso, unindo a oração e a vida quotidiana. Mesmo sem nos darmos conta, eles pro- longam uma oração em nós, no silêncio do nosso coração. Os cânticos meditativos publicados neste livro são simples, mas a sua utilização numa oração comunitá- ria exige uma certa preparação. Para que a oração conserve o seu carácter meditativo, esta preparação deve fazer-se separadamente. Durante a oração não é desejável que se dirijam os cânticos, para que a atenção de todos se concentre na cruz, nos ícones ou no altar (no entanto, numa grande assembleia, dirigir muito discretamente um pequeno coro ou alguns instrumentos pode ajudar). O animador dos cânticos coloca-se geralmente na primeira fila, 10 juntamente com os que lêem o salmo, a leitura e as preces, não face aos participantes, mas virado como eles para o altar ou para os ícones. Para encontrar a nota inicial é aconselhável usar-se um diapasão ou um instrumento. A pessoa que entoa deve também ter em conta o ritmo, que pode ter tendência a ser demasiado lento. Quando o número de participantes começa a ser considerável é necessário utilizar um microfone, de preferência um microfone móvel, para entoar e termi- nar os cânticos (alguém os termina com um «Amem> sobre a última nota). Aquele que entoa os cânticos pode apoiar o conjunto cantando ao microfone, sem impor a sua voz. Para uma assembleia mais alargada, uma boa sonorização é fundamental. É necessário verificar a instalação antes da oração comunitária começar e fazer um ensaio das vozes com todos os que utilizem um microfone. Os cânticos em diversas línguas são apropriados para grandes assembleias internacionais. Num grupo local, aberto a todas as gerações, é melhor escolher exclusivamente cânticos em português ou em latim. Se possível, dar a cada um o livro de cânticos ou uma folha que tenha pelo menos os textos dos cânticos. Integrar também um ou outro cântico do repertório local.
  11. 11. Instrumentos: a guitarra ou um instrumento com teclado sustentam a estrutura harmónica do canto. Eles servem acima de tudo para manter o tom e o ritmo exactos. O guitarrista deve optar por um estilo clássico e dedilhar! Se não se ouve suficientemente, utilizar um microfone. Para além deste acompanha- mento de base, existem acompanhamentos para mui- tos outros instrumentos. Para mais detalhes, consultar as diferentes edi- ções de cânticos de Taizé, de versículos para solistas e de acompanhamentos instrumentais. A ORAÇÃO PESSOAL Na liberdade de um encontro com Cristo, com simpli- cidade, é possível depositar nele os nossos fardos. A oração humilde está ao alcance de cada um. Para re- zar, Deus não exige prodígios extraordinários nem es- forços sobre-humanos. Muitos crentes viveram de uma oração bastante pobre de palavras. O apóstolo S. Paulo escrevia: «Nós não sabemos como devemos rezar...» e acres- centava: «mas o Espírito Santo vem em auxílio da nossa incapacidade e Ele reza em nós». (Romanos 8.26) 11 Ela encontra múltiplas expressões, gestos como o sinal da cruz, como o dos discípulos que, como é dito no final do evangelho de S. Lucas, se prostravam no solo. Rezar com o rosto no solo exprime o desejo de renovar a todo o momento o dom da própria vida. Alguns rezam com muitas palavras, outros com poucas, sempre as mesmas: trata-se de uma oração breve através da qual se exprime um apelo interior. Tal oração nunca se pode tornar um método. Mas nos diferentes momentos do nosso dia, esse apelo emerge em nós e conduz-nos à fonte: «Em tudo a paz do coração, a alegria, a simplici- dade, a misericórdia.» «Deus coloca o nosso passado no coração de Cristo e vai ocupar-se do nosso futuro.» «Jesus Cristo, luz interior, concede-me que acolha o teu amor, que eu conheça a alegria.» «Amo-te, talvez não como gostaria, mas amo-te.» «Espírito Santo, Espírito de Cristo ressuscitado, tu enches-nos da tua presença contínua, vem saciar a nossa sede de confiança, de paz, de perdão, de forma a que as fontes de júbilo nunca sequem.»
  12. 12. Advento Ao preparar-nos para o Natal, o Advento prepara-nos para acolher a Cristo. No seio do povo de Israel, Deus preparou a vinda de Cristo, os pro- fetas anunciaram-na, João Baptis- ta abriu o caminho. O Advento lembra-nos a espera dos pobres: Maria e José, Isabel e Zacarias ... O Advento, em nós, é espera da presença de Cristo. Através de nós, é espera da sua presença no mundo. Esta espera é feita de sim- plicidade, de espírito de infância, de alegria. ADVENTO 1 Cântico Salmo: 85 (84) Leitura: Filipenses 4,4-7 ou Marcos 1,1-8 Cântico Silêncio Preces Ó Sabedoria, tu que saíste da boca do Altíssimo, tu que reinas sobre todas as coisas de uma ex- tremidade do mundo à outra, vem ensinar-nos o caminho da sabedo- ria. - Vem, Senhor Jesus! Ó Senhor, tu que apareceste a Moisés no fogo da sarça ardente e lhe deste a Lei no Sinai, vem res- gatar-nos de braços abertos. - Vem, Senhor Jesus! Ó Estrela da manhã, Esplendor da luz eterna e Sol de justiça, vem e ilumina os que estão nas trevas e na sombra da morte. - Vem, Senhor Jesus! 12 Ó Rei das nações, tu que podes saciar o seu desejo, Pedra angu- lar, tu que consegues a unidade dos povos adversários, vem e sal- va o homem que formaste da ter- ra. - Vem, Senhor Jesus! Ó Emanuel, Esperança das na- ções e seu Salvador, vem para nos salvar, Senhor nosso Deus. - Vem, Senhor Jesus! O Espírito e a Esposa dizem: Vem! - Amen, Senhor Jesus, Vem! Pai Nosso Oração Jesus, alegria dos nossos cora- ções, o teu Evangelho assegu- ra-nos que o Reino de Deus está no meio de nós. Abrem-se então em nós as portas da simplicidade e da inocência. ou Abençoa-nos, Jesus Cristo, em ti está a alegria do nosso coração. Cânticos
  13. 13. ADVENTO 2 Cântico Salmo: 25 (24) Leitura: 1 Tessalonicenses 5,16-24 ou João 3,3-8 Cântico Silêncio Oração de Intercessão e Louvor Deus nosso Pai, nós te bendize- mos porque nos chamaste a co- nhecer-te, a amar-te e a viver de ti. - Maranatha, o Senhor vem! Tu enviaste o teu Filho muito ama- do, tua imagem perfeita e reflexo da tua face, que se tornou seme- lhante a nós em tudo excepto no pecado. - Maranatha, o Senhor vem! Nele proclamaste a boa nova do teu Reino; tu perdoas as nossas ofensas e saras as nossas feridas. - Maranatha, o Senhor vem! Mantém-nos na comunhão do teu Filho; conserva-nos vigilantes para esperarmos o dia ~m que ele voltará. - Maranatha, o Senhor vem! Dá-nos a tua paz, para que a pos- samos comunicar uns aos outros no amor fraterno e para que pos- samos pôr-nos ao serviço da famí- lia humana. - Maranatha, o Senhor vem! Pai Nosso Oração Jesus, nossa alegria, o simples desejo da tua presença é já o co- meço da fé. E, na nossa vida, essa realidade escondida que é a espe- ra faz brotar fontes: A bondade, a gratuidade e também essa harmo- nia interior que vem do Espírito Santo em nós. ou Abençoa-nos Senhor Cristo, tu que nos dás uma frescura de Evangelho quando a confiança do coração está no começo de tudo. Cânticos 13 ADVENTO 3 Cântico Salmo: 19 (18) Leitura: Isaias 61,10-11 ou Lucas 1,26-38 Cântico Silêncio Oração de Louvor Nós te damos graças, ó Deus, pela revelação do teu amor na criação. - Nós bendizemos o teu santo nome! Pelo ser humano feito à tua ima- gem e chamado a viver na tua co- munhão, - Nós bendizemos o teu santo nome! Pela promessa do teu reino na jus- tiça e na paz, na santidade e na caridade, - Nós bendizemos o teu santo nome! Pela revelação do teu Reino no meio de nós, pelo teu Filho Jesus Cristo,
  14. 14. - Nós bendizemos o teu santo nome! Pelo seu humilde nascimento e pela sua vida santa, pelas suas palavras e pelos seus milagres, - Nós bendizemos o teu santo nome! Pelos seus sofrimentos e pela sua morte, pela sua ressurreição e en- trada na glória, - Nós bendizemos o teu santo nome! Pela tua Igreja, chamada a ser lu- gar de comunhão para todos os homens, - Nós bendizemos o teu santo nome! Pela vinda do teu reino em nós pela presença do teu Espírito Santo, - Nós bendizemos o teu santo nome! Pela vinda do teu Reino no fim dos tempos, quando tu serás tudo em todos, - Nós bendizemos o teu santo nome! Pai Nosso Oração Deus de toda a eternidade, tu sa- bes que a nossa linguagem huma- na pouco consegue exprimir da nossa espera de comunhão conti- go. Mas tu concedes-nos o dom de uma vida escondida em ti. E surge a aurora de uma confiança. ou Jesus Cristo, sê a nossa paz! Tu dizes-nos: Não tenhas medo, eu estou contigo. Cânticos ADVENTO 4 Cântico Salmo: 43 (42) Leitura: Isaias 11,1-9 ou Lucas 1,39-45 Cântico Silêncio 14 Preces Senhor, renova em nós a alegria do teu chamamento: - Fica connosco, Senhor Emanuel! Derrama em nós o teu Espírito de amor: Que não fechemos o cora- ção ao nosso próximo. - Fica connosco, Senhor Emanuel! Renova os cristãos na unidade: Que eles manifestem o teu amor através da sua comunhão frater- na. - Fica connosco, Senhor Emanuel! Sustém os que sofrem no coração ou no corpo: Dá-lhes paz e saúde. - Fica connosco, Senhor Emanuel! Acolhe na vida eterna aqueles que morrem: Que brilhe a seus olhos a luz sem ocaso. - Fica connosco, Senhor Emanuel! Pai Nosso Oração Jesus, luz dos nossos corações, nós queremos ficar perto de ti e nunca te deixar abandonado na
  15. 15. berma do nosso caminho. E, quando reconhecemos as nossas fragilidades, aparecem em nós re- cursos desconhecidos e uma vita- lidade interior vinda de ti. ou Que a paz de Deus, que ultrapas- sa toda a compreensão, guarde os nossos corações e os nossos pen- samentos em Jesus Cristo. Cânticos Natal o tempo do Natal celebra o nasci- mento e a manifestação de Cristo, Sol de Justiça que vem iluminar as nossas trevas. No dia de Natal celebramos a hu- mildade da presença de Deus no meio de nós; no dia da Epifania ce- lebramosa manifestação dessa presença ao mundo inteiro, repre- sentado pelos três reis magos. O baptismo de Jesus é a sua mani- festação, no início da sua missão, como Filho muito amado de Deus, sobre quem repousa o Espírito Santo. 15 NATAL 1 Cântico Salmo: 98 (97) Leitura: Hebreus 1,1-3 ou Lucas 2,1-14 Cântico Silêncio Oração de louvor: Ó Cristo, os profetas anunciaram a tua vinda, os pobres deseja- ram-na. - A alegria do nosso coração está em Deus. Os céus celebraram o teu nasci- mento; os apóstolos, os mártires, os fiéis de todos os séculos repeti- ram os cânticos dos anjos. - A alegria do nosso coração está em Deus. A tua Igreja louva-te em todas as línguas, porque viu a tua salvação. - A alegria do nosso coração está em Deus. Filho de Deus, tu humilhaste-te tornando-te servo, para que nós
  16. 16. nos pudéssemos levantar e parti- lhar a tua glória. - A alegria do nosso coração está em Deus. Estávamos nas trevas e tu des- te-nos a luz é a força, a paz e a alegria. - A alegria do nosso coração está em Deus. Conduz-nos à tua vontade de amor; faz de nós um povo que te segue na santidade. - A alegria do nosso coração está em Deus. Dá-nos corações generosos para escutar a tua Palavra. Produz em nós frutos abundantes. - A alegria do nosso coração está em Deus. Pai Nosso Oração Jesus, filho da Virgem Maria, no Natal tu ofereces-nos a mensa- gem de alegria do teu Evangelho. Quem escuta, quem acolhe os dons do Espírito Santo, tanto de dia como nas vigílias da noite, des- cobre que com uma fé muito pe- quena, com quase nada, tem tudo. ou Jesus Cristo, foram pastores hu- mildes que te encontraram num estábulo. Concede-nos que des- cubramos a tua presença escondi- da em nós. Os nossos corações podem dizer-te: Jesus, minha ale- gria, minha esperança e minha vida. Cânticos NATAL 2 Cântico Salmo: 67 (66) Leitura: Isaías 60, 16b. 18-20 ou Mateus 2,1-12 Cântico Silêncio Preces Cristo, Filho de Deus, tu que existi- as antes do mundo e que vieste à 16 terra para salvar todos os seres humanos, faz de nós testemunhas dessa Boa Nova. - Bendito sejas Senhor! Sol de Justiça, que brilhaste do seio do Pai e que iluminaste o uni- verso, ilumina todos os que per- manecem na sombra da morte. - Bendito sejas Senhor! Tu que te fizeste criança e que fos- te colocado numa manjedoura, renova em nós a simplicidade da infância. - Bendito sejas Senhor! Rei de glória que te submeteste a um inefável abaixamento, dá-nos corações de pobres. - Bendito sejas Senhor! Tu que te tornaste no nosso pão vivo para nos dar a vida eterna, pela tua Eucaristia sê a nossa alegria. - Bendito sejas Senhor! Pai Nosso
  17. 17. Oração Jesus Cristo, filho da Virgem Ma- ria, recebe a nossa oração de criança; nós gostaríamos de te en- tregar tudo, de tudo te confiar. ou Abençoa-nos, Jesus Cristo; com o teu amor vens sarar as feridas do nosso coração. Cânticos Quaresma e Semana Santa A Quaresma é um tempo de retiro que precede as festas Pascais. Este tempo prepara-nos para a ce- lebração da nossa libertação. Em comunhão com Cristo no deserto, cada cristão é convidado à conver- são durante estes quarenta dias, ou seja, a virar-se com todo o seu ser para Deus. A alegria do perdão de Deus sustém esta caminhada. O «aleluia» cantado entre os versí- culos do salmo, expressão da ale- gria Pascal, é substituído por outra breve aclamação, como por exem- plo: «Misericordias Domini in aeter- num cantabo» (Cantarei eterna- mente a misericórdia do Senhor) ou «Vigilate et orate» (Vigiai eorai). A Semana Santa convida-nos a seguir Cristo no caminho da sua 17 Paixão, mas a alegria da Páscoa já ilumina esse caminho. Os cris- tãos estão unidos a Cristo crucifi- cado e dizem aquelas que foram as palavras da sua angústia; dei- xam passar, através destas ora- ções de Cristo, todo o sofrimento dos que passam por provações.
  18. 18. QUARESMA 1 Cântico Salmo: 32 (31) Leitura: Isaias 58,6-8 ou Mateus 6,16-18 Cântico Silêncio Preces - Deus nosso Pai, tu que queres que sejamos criaturas novas em Cristo, acolhe a nossa oração. - Senhor, tu que nos prometeste um novo céu e uma nova terra, re- nova a nossa esperança. - Libertaste-nos da nossa escravi- dão ao dar-nos o teu único Filho, abres-nos o caminho da liberdade. - Concede-nos que escutemos e recebamos a tua Palavra com o coração cheio de amor. - Estávamos mortos e fizeste-nos renascer pelo Espírito; restauras continuamente em nós, pecado- res, a pureza do coração. Pai Nosso Oração Contigo, Cristo ressuscitado, avançamos das trevas à luz. Ao procurar aquilo que esperas de nós, a nossa vida abre-se ao Espí- rito Santo. Ele leva-nos a compre- ender aquilo em que nem ousáva- mos esperar. ou Deus de paz, tu não queres para nós uma inquietude persistente, mas um humilde arrependimento do coração, um impulso de confi- ança que nos permite entregar-te as nossas faltas. E, na luz interior do perdão, pouco a pouco desco- brimos a paz do coração. Cânticos QUARESMA 2 Cântico Salmo: 25 (24) Leitura: Efésios 2,4-6 ou Lucas 9,22-25 Cântico 18 Silêncio Preces - Pelas vítimas da guerra e da vio- lência, oremos ao Senhor. - Por aqueles que sofrem adversi- dades e a dureza da vida, oremos ao Senhor. - Pelos que têm que enfrentar a doença ou envelhecer na solidão, oremos ao Senhor. - Pelos que se esforçam por res- taurar a paz, por construir a justiça e por dar assistência aos que so- frem, oremos ao Senhor. - Ó Cristo, tu morreste e ressusci- taste por nós, para que nada mais nos separe do amor de Deus. Pai Nosso Oração Cristo de compaixão, através do teu Evangelho, nós compreende- mos que ponderar aquilo que so- mos ou deixamos de ser não nos leva a parte algul]la. O essencial encontra-se na humilde confiança
  19. 19. da fé. Através dela podemos dis- cernir a inocência de Deus e com- preender que «Deus só pode dar o seu amor». ou Abençoa-nos, Jesus Cristo; tu vens revestir-nos de compaixão. Cânticos QUARESMA 3 Cântico Salmo: 51 (50) Leitura: Ezequiel37, 1-2.9-14 ou João 6, 35-40 Cântico Silêncio Preces - Cristo, tu que curas a nossa alma, faz-nos viver da tua vida. - Cristo, tu que renovas em nós a esperança, faz-nos viver da tua vida. - Cristo, tu que te sentaste à mesa dos pecadores, faz-nos viver da tua vida. - Cristo, tu que ressuscitaste o teu amigo Lázaro, faz-nos viver da tua vida. - Cristo, tu que perdoaste a nega- ção a Pedra e o chamaste para te seguir, faz-nos viver da tua vida. - Cristo, em ti a nossa ressurrei- ção já começou; faz-nos viver da tua vida. Pai Nosso Oração Jesus, nossa esperança, vens fa- zer de nós pessoas humildes se- gundo o Evangelho. Gostaríamos tanto de compreender que o que há de melhor em nós se constrói através de uma confiança muito simples, tão simples que mesmo uma criança à pode compreender e viver. ou Abençoa-nos Jesus Cristo, tu que nos amas sempre, mesmo na nos- sa noite. Cânticos 19 QUARESMA 4 Cântico Salmo: 86 (85) Leitura: Romanos 10,8-13 ou Lucas 4,1-13 Cântico Silêncio Oração de Louvor Jesus Cristo, a quem iríamos? Tu tens palavras de vida eterna. - Que a tua palavra nos ilumine. Jesus Cristo, tu dizes-nos: Vós sais o sal da terra. - Que a tua palavra nos ilumine. Jesus Cristo, tu dizes-nos: Amai os vossos inimigos. - Que a tua palavra nos ilumine. Jesus Cristo, tu dizes-nos: Fazei bem aos que vos odeiam. - Que a tua palavra nos ilumine. Jesus Cristo, tu dizes-nos: Sede misericordiosos. - Que a tua palavra nos ilumine. Jesus Cristo, tu dizes-nos: Rezai, pedi, procurai e encontrareis.
  20. 20. - Que a tua palavra nos ilumine. Jesus Cristo, tu dizes-nos: Procu- rai primeiro o Reino de Deus. - Que a tua palavra nos ilumine. Pai Nosso Oração Jesus, nossa paz, tu procuras ser tudo para nós. E quando a tenta- ção nos sugere que te abandone- mos, tu, pobre e humilde de cora- ção, rezas em nós. ou Abençoa-nos Jesus ressuscitado, tu ofereces-nos uma frescura do Evangelho: tudo começar com a confiança no coração. Cânticos QUARESMAS Cântico Salmo: 90 (89) Leitura: Jeremias 31,31-34 ou João 12,23-32 Cântico Silêncio Oração de Intercessão e Louvor - Cristo, permanecendo fiel até à morte, tu mostras-nos o caminho do amor maior. - Cristo, tomando sobre ti o peso do pecado, tu revelas-nos o cami- nho da bondade. - Cristo, rezando por aqueles que te crucificaram, tu levas-nos a per- doar sempre. - Cristo, abrindo o paraíso ao mal- feitor arrependido, tu acendes em nós a esperança. - Cristo, vem em auxílio da nossa pouca fé. - Cristo, dá-nos um coração puro, renova e fortalece o nessa espírito. Pai Nosso Oração Deus vivo, quando a cruz parece demasiado pesada para carregar, o teu Cristo está presente e carre- ga-a connosco. Concede-nos uma esperança para além de toda a esperança. 20 ou Abençoa-nos Jesus Cristo, a nós que te amamos sem te ter visto. Cânticos SEMANA SANTA 1 Cântico Salmo: 22 (21) Leitura: Isaías 53,2-5 ou Mateus 26,26-29 Cântico Silêncio Oração de Louvor Cristo Salvador, como semente que cai na terra, tu conheceste a morte. Unidos a ti, a nossa vida dará fruto em abundância. - Louvor a ti Senhor. Cristo, tu desceste ao ponto mais baixo da nossa condição humana e estás perto daqueles que estão abandonados. - Louvor a ti Senhor.
  21. 21. No teu amor, tu carregaste com os nossos pecados; sendo inocente, morreste para nos livrar da morte. - Louvor a ti Senhor. Pelo teu amor venceste o mal e o ódio e vives para sempre junto do Pai. - Louvor a ti Senhor. Tu ouves-nos na tua misericórdia e visitas-nos na infelicidade. Ale- gra os nossos corações revelan- do-nos a luz do teu rosto. - Louvor a ti Senhor. Pai Nosso Oração Cristo, tu dás tudo, dás a tua vida e também o teu perdão, que nunca desaparecerá. E se tu nos pergun- tas, como no Evangelho: «Amas- -me?», nós balbuciamos a nossa resposta: Cristo, tu sabes que te amo, talvez não como gostaria, mas amo-te. ou Jesus, alegria dos nossos cora- ções, tu permaneces junto a nós como pobre e também como o Ressuscitado. Queres fazer com que não sejamos tíbios, mas sim pessoas vivas. E cada vez que se cria uma distância entre ti e nós, convidas-nos a seguir-te, a perma- necer perto de ti. ou Abençoa-nos Jesus Cristo, tu que ao seres maltratado não ameaça- vas; vem curar pela tua compaixão. Cânticos SEMANA SANTA 2 Cântico Salmo: 116 (114-115) Leitura: Job 19,25-27 ou Lucas 23,33-46 Cântico Silêncio 21 Preces - Cristo, a tua vida não foi um êxi- to, tu carregaste uma cruz: Aju- da-nos a caminhar contigo. - Cristo, tu que no sofrimento aprendeste a fidelidade: Tornas- te-te fonte de salvação eterna para todos os homens. - Cristo, quando foste maltratado não ameaçaste ninguém: Conce- de-nos a capacidade de perdoar até ao limite das nossas forças. - Cristo, tu que vês o nosso sofri- mento e o que pesa sobre nós: Ajuda-nos a caminhar contigo. - Cristo, tu que vês a aflição dos exilados e dos abandonados: Ali- via o seu sofrimento. - Cristo, quando a mentira ou as preocupações nos tentam afastar de ti, o teu Espírito Santo habita sempre em nós. - Cristo, tu que dás a felicidade aos que te seguem: Concede-nos o dom de viver da tua confiança.
  22. 22. - Cristo, a nossa vida está escon- dida contigo em Deus: Aí se en- contra a alegria que toca o fundo da alma. Pai Nosso Oração Deus de todos os seres humanos, quando somos perturbados pelo incompreensível sofrimento dos inocentes, tu ajudas-nos a vencer a inquietação e a tornar perceptí- vel o reflexo da compaixão de Cristo, através da nossa vida. ou Deus eterno, esperaremos em si- lêncio e em paz até que se erga sobre nós a luz da Ressurreição. ou Jesus Cristo, não vieste à terra para condenar o mundo, mas para que através de ti, o Ressuscitado, todo o ser humano encontre um caminho de reconciliação. E, quando o amor que perdoa arde com uma chama do Evangelho, o coração, mesmo atribulado, pode recomeçar a viver. Cânticos 22 Páscoa e Pentecostes Os oito dias que se seguem à noite pascal constituem uma única grande celebração da Ressurrei- ção. A Ascensão lembra que Cris- to, que subiu ao Pai, faz de todos nós suas testemunhas na terra. O Pentecostes, cinquenta dias de- pois da Páscoa, celebra o dom do Espírito Santo, realização de to- das as promessas e nova presen- ça de Deus na Igreja e em cada um de nós.
  23. 23. PÁSCOA 1 Cântico Salmo: 118 (117) Leitura: Co/ossenses 3,1-4 ou João 20,1-10 Cântico Silêncio Preces - Adoramos-te, Jesus nosso Sal- vador, tu que venceste a morte pela tua cruz. - Tu és a pedra que tinham rejeita- do os construtores. Tu que te tor- naste pedra angular, faz de todos nós pedras vivas da tua Igreja. - Pedimos-te pelos cristãos, para que vivam na alegria da tua res- surreição e para que, pelo seu amor fraterno, sejam o sinal visí vel da tua presença. - Pedimos-te pelos responsáveis da tua Igreja, para que ao celebra- rem a tua ressurreição com todos os fiéis sejam fortalecidos para o teu serviço. - Pedimos-te pelos responsáveis dos povos, para que exerçam os seus cargos servindo a justiça e a paz. - Pedimos-te pelos que sofrem por causa da doença, do luto, da idade ou do exílio, para que a tua ressurreição seja para eles recon- forto e auxílio. Pai Nosso Oração Jesus ressuscitado, por vezes o nosso coração diz-te: eu não sou digno de que entres em minha morada, mas diz uma palavra e serei salvo. No seio da nossa vida, o teu Evangelho é luz em nós, a tua Eucaristia é presença em nós. ou Jesus Cristo, mesmo que a tua ressurreição não acenda em nós senão uma chama muito fraca, ela permite-nos realizar uma comu- nhão contigo. E, pelo teu Evange- 23 lho, nós compreendemos que tu vieste à terra não apenas para uma parte da humanidade, mas para todos os seres humanos, mesmo para aqueles que não têm consciência da tua presença neles. Cânticos PÁSCOA 2 Cântico Salmo: 22 (21) v.26-32 Leitura: Apocalipse 3,20 ou João 20,19-23a Cântico Silêncio Preces - Ó Cristo, pela tua ressurreição abres a todos os seres humanos as portas do Reino: Conduz-nos à glória do Pai. - Pela tua ressurreição confirmas- te a fé dos teus discípulos e en- viaste-os pelo mundo: Que a tua Igreja, no seguimento dos apósto-
  24. 24. los, seja fiel à proclamação da Boa Nova. - Pela tua ressurreição reconci- lIiaste-nos na tua paz: Concede a todos os baptizados a capacidade de entrarem numa mesma comu- nhão de fé e de amor. - Pela tua ressurreição curaste a nossa humanidade e deste-lhe vida eterna: Confiamos-te os do- entes. - Pela tua ressurreição tornaste-te o primeiro dos vivos. Pai Nosso Oração Jesus ressuscitado, tu sopras em nós o teu Espírito Santo. E nós gostaríamos de te dizer: Tens as palavras que dão vida à nossa alma, a quem iriamos senão a ti? Cânticos PÁSCOA 3 Cântico Salmo: 149 Leitura: 1Coríntios 15,3-5 ou Lucas 24,13-16;26-32 Cântico Silêncio Preces Adoramos-te Cristo, nascido do Pai antes de todos os séculos, tu que encarnaste e ressuscitaste por nós. - Glória a ti Senhor! Filho de Deus, Fonte de vida, invo- camos a tua bondade sobre nós e sobre toda a família humana. - Senhor de glória, ouve a nossa oração! Faz-nos viver da tua vida e cami- nhar como filhos da luz na alegria da Pasca!. - Senhor de glória, ouve a nossa oração! Aumenta a fé da tua Igreja, de for- ma a que ela preste um testemu- nho fiel da tua Ressurreição. - Senhor de glória, ouve a nossa oração! 24 Consola todos os oprimidos e gra- va nos seus corações as tuas pa- lavras de vida eterna. - Senhor de glória, ouve a nossa oração! Fortalece aqueles que estão frá- geis e revela-te aos corações que duvidam. - Senhor de glória, ouve a nossa oração! Fortifica os doentes, ampara os idosos e tranquiliza os moribundos pela tua presença que salva. - Senhor de glória, ouve a nossa oração! Pai Nosso Oração Cristo ressuscitado, a tua voz faz-se ouvir, suave, através do Evangelho. Dizes: Porque se pre- ocupam? Uma só coisa basta: um coração à escuta da minha Pala- vra e do Espírito Santo. Cânticos
  25. 25. PÁSCOA 4 Cântico Salmo: 18 (17) v.2-7 Leitura: 1 Joâo 5,1-4 ou João 20,24-29 Cântico Silêncio Preces - Cristo ressuscitado, o teu cora- ção exulta e a tua alma rejubila; consola todos os que vivem na provação. - Senhor ressuscitado, vens trans- figurar-nos; acende em nós o fogo do teu amor. - Senhor ressuscitado, em ti a nossa ressurreição já começou na terra; acende em nós o fogo do teu amor. - Senhor ressuscitado, vens en- cher-nos da paz do coração; acen- de em nós o fogo do teu amor. - Senhor ressuscitado, o teu Espí- rito queima em nós a tristeza; acen- de em nós o fogo do teu amor. - Senhor ressuscitado, vens reu- nir-nos no teu corpo, a Igreja; acen- de em nós o fogo do teu amor. Pai Nosso Oração Senhor ressuscitado, quando te- mos o simples desejo de acolher o teu amor, aos poucos, no mais profundo do nosso ser, acende-se uma chama. Animada pelo Espíri- to Santo, essa chama pode ser de inicio muito frágil. O que é espan- toso é que ela arde sempre, quer nós o saibamos quer o ignoremos. E quando compreendemos que nos amas, a confiança da fé tor- na-se no nosso próprio canto. Cânticos PENTECOSTES 1 Cântico: Salmo: 113 (112) Leitura: Actos 2,1-6.14-17.21 ou João 14,15-20 25 Cântico Silêncio Preces - Vem, Espírito Santo, do céu faz surgir o brilho do teu amor. - Vem, Pai dos pobres; vem Espí- rito generoso; vem, Luz dos cora- ções. - Consolador supremo, na nossa alma fazes habitar a paz: Vem, Espírito Santo. - Suavíssimo refrigério, no traba- lho és o descanso, em tempo de provação és a força: Vem, Espírito Santo. - Luz de bondade, penetra na inti- midade dos nossos corações: Vem, Espírito Santo. - Faz abrandar a nossa dureza, aquece o que em nós é frio: Vem, Espírito Santo. - Rega o que em nós é árido, sara as nossas feridas: Vem, Espírito Santo.
  26. 26. - Dá-nos a alegria perene: Vem, Espírito Santo, do céu faz surgir o fulgor do teu amor. Pai Nosso Oração Espírito Santo, gostaríamos de te acolher sempre com muita simpli- cidade. E é antes de tudo pelo co- ração que nos permites penetrar no mistério da tua vida em nós. ou Abençoa-nos Deus de amor, tu que fazes de nós sinais vivos de Cristo. Cânticos PENTECOSTES 2 Cântico Salmo: 33 (32) Leitura: 1Coríntios 12,4-7.12-13 ou João 14,23.25-27 Cântico Silêncio Preces - Senhor, vem fazer da nossa vida um templo do Espírito Santo; Se- nhor nós te pedimos. - Dá a cada um de nós os frutos do Espírito: o amor, a alegria, a paz, a paciência, a bondade, a fidelidade; Senhor nós te pedimos. - Que o Espírito Santo fale através da boca dos teus servidores, os que proclamam a tua Palavra; Se- nhor nós te pedimos. - Envia o teu Espírito Consolador a todos os que estão na aflição; Senhor nós te pedimos. - Envia o teu Espírito Consolador a todos os que são vítimas de in- justiça; Senhor nós te pedimos. - Livra todos os povos do ódio e da guerra; Senhor nós te pedi- mos. - Reúne todos os povos pelo so- pro do teu Espírito; Senhor, nós te pedimos. Pai Nosso 26 Oração Espírito Santo, em ti encontr~mos a consolação através da qual Cris- to pode inundar as nossas vidas. A tua presença é oferecida a to- dos ... e nós pressentimos que na oração te podemos confiar tudo. ou Abençoa-nos, Cristo, tu tiras-nos da solidão ao permitir-nos viver nesse mistério de comunhão que é o teu corpo, a tua Igreja. Cânticos
  27. 27. Tempo comum Cristo veio à terra para oferecer a todos os seres humanos uma co- munhão com Deus. A Igreja, seu Corpo, é chamada a ser essa co- munhão de amor. O Tempo Co- mum começa depois do tempo do Natal e vai até à Quaresma. O Tempo Comum recomeça, de- pois, a seguir ao Pentecostes e continua até ao Advento: é o Espí- rito Santo, derramado no Pente- costes, que sopra sempre de novo sobre os seres humanos e que os convida à comunhão e à reconci- liação. TEMPO COMUM 1 Cântico Salmo: 8 Leitura: Génesis 12,1-4 ou Mateus 5,1-12 Cântico Silêncio Preces -'- Pedimos-te, Senhor, que a paz brilhe no meio de nós e que o teu amor liberte as nossas vidas. - Torna-nos perseverantes na fé e coloca nos nossos corações o de- sejo do teu reino. - Guia a tua Igreja pelo caminho do Evangelho; que o teu Espírito Santo a mantenha acolhedora. - Pedimos-te pelos responsáveis dos povos, para que conservem a vontade de promover a justiça e a liberdade. - Cristo, tu que assumes as nos- sas enfermidades e carregas as nossas doenças, vem apoiar os que atravessam a provação. 27 - Pedimos-te, Senhor, pelos que estão ao serviço dos oprimidos, dos estrangeiros e dos isolados. - Confiamos-te as nossas famíli- as, todos os que nos pediram para rezarmos por eles e todos os que rezam por nós. - Pela nossa terra, para que os cristãos sejam nela testemunhas de esperança e de unidade. Pai Nosso Oração Jesus, nossa alegria, tu queres para nós um coração muito sim- ples, como uma primavera do co- ração. Assim as coisas complica- das da vida paralisam-nos menos. E dizes-nos: Não te inquietes; mesmo permanecendo invisível, eu, Cristo, estou sempre contigo. ou Abençoa-nos, Jesus Cristo, a nos- sa alma só em ti descansa em paz.. Cânticos
  28. 28. TEMPO COMUM 2 Cântico Salmo: 27 (26) Leitura: 1João 3,16-20 ou Mateus 11,25-30 Cântico Silêncio Preces - Deus nosso Pai, derrama nas nossas vidas a tua compaixão, para que vivamos na generosida- de do perdão. - Pedimos-te por aqueles que não podem crer e que dão a sua vida ao serviço dos outros. - Pela Igreja, fermento de comu- nhão: Senhor, faz brilhar sobre ela a tua face. - Ó Cristo, luz do alto, vem visitar todos aqueles que estão nas tre- vas: mostra-lhes o caminho do teu amor. - Sê o sustento daqueles que co- nhecem dificuldades e desânimo, tu que és fonte de vida e de confi- ança. - Guia-nos com o teu Espírito para sermos fiéis ao teu amor; dá-nos um coração novo. Pai Nosso Oração Jesus, nossa paz, se a nossa boca permanece calada, o nosso cora- ção escuta-te e também te fala. E tu dizes a cada um de nós: Aban- dona-te muito simplesmente ao Espírito Santo; a tua pouca fé basta. ou Abençoa-nos, Jesus Cristo, o teu amor por cada um de nós nunca desaparecerá. Cânticos TEMPO COMUM 3 Cântico Salmo: 34 (33) Leitura: 1 João 4,7-12 ou Mateus 13,44-46 28 Cântico Silêncio Preces - Por todos aqueles que fielmente anunciam o Evangelho, oremos ao Senhor. - Concede-nos que reconheça- mos a tua presença no nosso pró- ximo: mantém-nos atentos aos po- bres e aos infelizes. - Por aqueles que sofrem nos seus locais de trabalho e pelos desempregados, pelo respeito da sua dignidade, oremos ao Se- nhor. - Pelos prisioneiros e por aqueles que a sociedade esquece; para que sejamos solidários com o seu sofrimento, oremos ao Senhor. - Pelas crianças que conhecem o abandono; para que encontrem a paz junto àqueles que as acolhem, oremos ao Senhor. - Pelos eruditos e pelos investiga- dores, para que o seu trabalho sir-
  29. 29. va a toda a humanidade, oremos ao Senhor. - Por aqueles que têm responsa- bilidades na vida pública, para que trabalhem com integridade e para o bem de todos, oremos ao Se- nhor. - Para que, na Igreja, sejamos si- nais do amor fraterno, oremos ao Senhor. Pai Nosso Oração Deus dos vivos, concede que nos abandonemos em ti, no silêncio e no amor. Tu que ages no mais ínti- mo de nós mesmos e que queres para nós a claridade de uma espe- rança. ou Abençoa-nos, Jesus Cristo, tu que nos visitas sempre onde quer que estejamos. Cânticos TEMPO COMUM 4 Cântico Salmo: 42 (41) Leitura: Romanos 8,31-39 ou Marcos 2,13-17 Cântico Silêncio Oração de Louvor - Jesus, manso e humilde de cora- ção, tu visitas todo o ser humano para revelar o amor do Pai. - Jesus, bondade sem limites, tu li- bertas os cativos e perdoas as nossas faltas. - Jesus, nosso repouso e nosso refugio, o teu jugo é fácil e o teu fardo ligeiro. - Jesus, enviado pelo Pai, tu vens curar a nossa cegueira. - Jesus, pão vivo, tu alimentas os nossos corações com a tua pala- vra. - Jesus, tu vieste para acender um fogo sobre a terra. 29 - Jesus ressuscitado, tu fazes-nos participar na tua alegria. - Jesus, tu és o Caminho, a Verda- de e a Vida. Pai Nosso Oração Jesus, luz dos nossos corações, depois da tua ressurreição, atra- vés do Espírito Santo visitas-nos sempre. Onde quer que esteja- mos, esperas sempre por nós. E dizes-nos: «Vinde a mim todos vós que sofreis sob o fardo e encontra- reis descanso.» ou Abençoa-nos, Cristo, mantém-nos no espírito das bem-aventuranças: alegria, simplicidade, misericórdia. Cânticos TEMPO COMUM 5 Cântico Salmo: 63 (62) Leitura: Actos 2,42-47 ou Marcos 6,34-44
  30. 30. Cântico Silêncio Preces - Peçamos por aqueles que come- çam a conhecer a Cristo: Que o Senhor os confirme no seu cami- nho. Oremos ao Senhor. - Pelas crianças, por aqueles que as acolhem e as despertam para a fé, oremos ao Senhor. - Pelos doentes e por aqueles que terminam as suas vidas no isola- mento: Que o Senhor lhes dê a for- ça de que precisam. Oremos ao Senhor. - Peçamos por aqueles que estão condenados à prisão ou ao exílio: Que o Senhor sustente a sua es- perança. Oremos ao Senhor. - Para que o fogo do teu Espírito renove o nosso entusiasmo e nos torne acolhedores para com aque- les que não te conhecem. Senhor, ouve a nossa oração. - Pedimos-te, Senhor, pela tua Igreja, para que ela se renove na mesa da tua Palavra e da tua Eu- caristia. Pai Nosso Oração Deus nosso Pai, tu nunca deixas de procurar quem se afastou de ti. E, pelo perdão, colocas no nosso dedo o anel do filho pródigo, o anel de festa. ou Abençoa-nos, Jesus Cristo, tu, cujo amor é maior que o nosso co- ração. Cânticos TEMPO COMUM 6 Cântico Salmo: 71 (70) Leitura: Jeremias 29,11-13 ou Marcos 10,17-22 Cântico Silêncio 30 Oração de Intercessão - Jesus Cristo, tu vens transfigu- rar-nos para nos renovares à ima- gem de Deus: Ilumina as nossas trevas. - Jesus Cristo, luz do coração, tu conheces a nossa sede: Con- duz-nos em direcção à fonte do teu Evangelho. - Jesus Cristo, luz do mundo, tu iluminas cada ser humano: Conce- de-nos discernir a tua presença em cada pessoa. - Jesus Cristo, amigo dos pobres: Abre em nós as portas da simplici- dade para te acolhermos. - Jesus Cristo, manso e humilde de coração: Renova em nós o es- pírito da infância. - Jesus Cristo, tu que concedes à Igreja a preparação do teu cami- nho no Mundo: Abre a todos as portas do teu Reino. Pai Nosso
  31. 31. Oração Jesus nossa alegria, quando com- preendemos que tu nos amas, algo nas nossas vidas é apaziguado e mesmo transformado. Nós pergun- tamos-te: Que esperas tu de mim? E, pelo Espírito Santo, tu respon- des: que nada te perturbe, eu rezo em ti, ousa o dom da tua vida. ou Jesus Cristo, sem te termos visto, nós amamos-te. E sem te vermos ainda, nós confiamos em ti. Aben- çoa-nos, a nós que descansamos na tua paz. Cânticos TEMPO COMUM 7 Cântico Salmo: 96 (95) Leitura: Deuteronómio 30,11-14 ou Lucas 5,1-11 Cântico Silêncio Oração de Intercessão - Para que os responsáveis da Igreja procurem sempre a unidade visível dos Cristãos, oremos ao Senhor. - Pela integridade na vida política, pela justiça na sociedade, oremos ao Senhor. - Por aqueles que sofrem para ob- ter o seu pão quotidiano, oremos ao Senhor. - Por aqueles que estão privados de trabalho ou de recursos, ore- mos ao Senhor. - Por aqueles que não têm família ou abrigo, oremos ao Senhor. - Por aqueles que sofrem da soli- dão ou do abandono, oremos ao Senhor. - Por aqueles que são oprimidos e caluniados, oremos ao Senhor. - Por aqueles que estão ao serviço dos mais pobres, dos estrangeiros, dos isolados, oremos ao Senhor. Pai Nosso 31 Oração Deus vivo, ainda que a nossa ora- ção seja pobre, nós procuramos-te com confiança. Na tua compaixão abre-se uma passagem por meio das nossas hesitações e mesmo das nossas dúvidas. ou Tu nos abençoaste, Deus vivo, tu que colocas o nosso passado no coração de Cristo e que te encar- regas do nosso futuro. Cânticos TEMPO COMUM 8 Oração em memória dos Santos. A Oração de Louvor pode ser interca- lada com «Adoramus te o Christe». Enquanto uma pessoa lê, a assem- bleia mantém um garganteio suave. É possível acrescentar os nomes de outros Santos, principalmente daqueles cuja memória se celebra e dos que são patronos da igreja ou do lugar.
  32. 32. Cântico Salmo: 150 Leitura: Hebreus 12,1-3 ou João 15,9-13 Cântico Silêncio Oração de Louvor Com os profetas e todos os que prepararam a tua vinda, bendize- mos-te, Senhor. - Glória a ti, Senhor! Com a Virgem Maria, a nossa alma exulta no Senhor. - Glória a ti, Senhor! Com os apóstolos e os evangelis- tas, Senhor, nós te damos graças. - Glória a ti, Senhor! Com os mártires da fé, Senhor, consagramos-te a nossa vida. - Glóriaa ti, Senhor! Com todas as santas testemunhas do Evangelho, adoramos-te, Se- nhor. - Glória a ti, Senhor! Com toda a tua Igreja, espalhada pelo mundo, aclamamos-te, Se- nhor. - Glória a ti, Senhor! Pai Nosso Oração Seguindo as santas testemunhas de Cristo de todos os tempos, des- de os apóstolos e a Virgem Maria às de hoje, concede-nos dia após dia, ó Deus eterno, a disposição interior para confiarmos no misté- rio da Fé. ou Louvamos-te, Deus vivo, pelas multidões de mulheres, de ho- mens, de jovens e de crianças, que, através da terra, procuram ser testemunhas de paz, de confi- ança e de reconciliação. Cânticos 32
  33. 33. Cânticos
  34. 34. 1 Aleluia 4 le - lu - ia) A - le - lu - ia, a - le - lu - ia, a - le - lu - ia! (A - le-Iu ia) ~. ia! lO'L~ 2 Aleluia 7 a - le - lu - ia, a -Ie 1. (A-Ie -lu ia) D.C'. 3 Aleluia 8 ~ ~ A - le - lu - ia, a-Ie-Iu - ia, ~ ~ a - le - lu - ia, a - le -lu - ia!
  35. 35. Aleluia 11 f 4 (A-Ie-Iu - ia) (A - le - lu ia) A - le - lu - ia, a - le - lu - ia, a - le - lu - ia! ~ Aleluia 17 A - le -lu - a - le - lu - ia, (A-Ie:lu - ia) a - le - lu - ia, a - le - lu - ia! ~ 5 (A - le - lu - i - a) 6 a! ~ ia - le - lu - i - a,A - le - lu - i - a, Aleluia 18
  36. 36. 7 Aleluia 20 (A-Ie -lu - ia!) A - le - lu la, ia, a -Ie - lu - ~~~) a - le - lu ia! (A - le - lu - ia!) 8 Aleluia 21 (A - le -lu - ia!) 112. A-Ie-Iu-ia, a -Ie-Iu-ia,- a-Ie-Iu-ia, a - le -lu-ia! -Ie-Iu-ia! __ (A -Ie-Iu - ia!) - te.Vi-gi - la - te 10 Vigilate II te. (Vigiai e orai)Vigilate I (Vi - gi-Ia-te) Vi - gi-Ia-te et 9
  37. 37. ~i~~,~ ~Chri-ste Je - su lu - men cor - di - um lau - da - bo te. _ Christe Jesu lumen cordium (Jesus Cristo, luz dos corações, eu te louvo,) 11 Kyrie 1 (Senhor, tem piedade,) 12 e -Ie - i-son, ~ Ky- ri - e, Ky - ri - ee-Ie - i-son,Ky-ri-eKy-ri-e, Kyrie 5 - son, e - - son, 13
  38. 38. 14 Kyrie 6 Ky - ri - e e - le - i - son, Ky - ri - e e - le - I - sono 15 Kyrie 10 -JIeIj- .~ le - I - son.~~ __ ~_eKy-ri-e,e I . ~ e-I-son K ..L~ . y-n-e, Ky - ri - e,Ky-ri-e, 16 Kyrie 12 Ky - ri - e, Ky - ri - e, Ky - ri - e e - lei - sono lei sono
  39. 39. 17 I1[2. ~ Ky-ri-e, Ky-ri-e, Ky-ri-e, e -I'e~i-son, Chri ste e-Ie-i-son. ~ (Senhor, tem piedade. Cristo, tem piedade.) Il. (Ky-ri-e, e - le-i-son) Kyrie 17 Kyrie 19 Ky - ri - e e - le - i - sono Ky - ri - e e - le - i - son, Chri - ste e - le - 18 ~ - son. _ ~ 19 nós. lui. , I ----- J __ --·i da - - de de ml _~ - - - ~- - __- r~ ~ pie - po - fi- I nhor, tem po - di ~ .• Se Gos Senhor, tem piedade (A) - (G~~~~91/~l_ ~~~: fi~~ r~~r 'r
  40. 40. 20 Senhor, tem piedade (8) - (Gospodi 8) de. lui. .fi .•.... - - - .- nhor, tem pi - e - da - de de nós. po - di po - mi - - - lui. 22 Senhor, tem piedade (E) - (Gospodi E) ~ Se-nhor, tem pie - da Gos-po - di po - mi de; Cris lui, Gos to tem pie - da - po - di po - mi -e- de. lui.
  41. 41. Veni lumen cordium I Ve - ni lu - men cor - di - um. (Vem, luz dos corações. Vem, Espírito Santo.) Solo Ve ní San - cte Spi - ri - tus 23 Veni lumen cordium 11- Vinde luz dos corações Solo 24 Ve - Vin lu - men cor - di - um. luz dos co - ra - çõ~s. Ve - ni Vin - de San-cte Spi - ri - tus. Espí - rí - to de~a - mar.
  42. 42. 25 Cantate Domino (cânone) - Cantai hinos Dóm S~l Dóm Fá;n Sol (D SI Lá!, ® @, ~~~~1111-(j Can - ta - te Do - mi - no. AI-Ie -lu - ia, al-Ie - lu - ia! Ju - bi - la - te De - o. Can-tai hi-nos de lou-vor. A-Ie-Iu-ia, a-Ie - lu - ia! Can-tai ao Se - nhor._ 26 Da pacem ... in diebus (cânone) - Dá-nos a paz DóRé no - stris. di - as. SolDóRéSolDóSol Ré Dó Sol Ré Da pa - cem Do - mi - ne, da pa-cem O Chri-ste, in di - e - bus Dá - nos a paz, Se-nhor. Cris - to vem dar a paz aos_ nos - sos (j) ® ~~I(j~~@)' ~ Cfr~(stris.) Da (as.) Dá pa - cem Do - mi - ne, nos a paz, Se-nhor. da pa - cem O Chri Cris - to vem dar a ste, in di-e bus no paz aos- nos sos di 27 Jesu redemptor (cânone) (Jesus, de todos redentor, luz e esplendor do Pai: a ti a glória.) (DRé Mim Lá Je - su re-demp-tor om-ni-um, tU.__ lu - men et splen-dor Pa-tris, ti - bi sit glo-ri-a, ti-bi Je-su sit glo-ri-a.
  43. 43. 28o auxílio virá (cânone) - (L'ajuda em vindrà) , Si~ . , Dóm G) Dom Ré Fam Sol Sol ® ~~I'I,(~ . ~-. -~ ~~ O~au - xi - lio vi - rá do Se - nhor, do Se - nhor, o nos - so Deus,_ que L'a - ju - da~em vin - drà dei Se - nyor, dei Se - nyor, el nos - tre Déu,__ que~ha fez • fet o el céu e a ter - cel i la ter ra, ra, o el céu cel ~r) ~r''~ e ater-ra, O~au - i later-ra, L'a - Da pacem cordium (cânone) - Dá-nos, Senhor 29 Da G) Dóm Fá Dá- ~~IJ(-t-~-. -~ rDa pa - cem cor - di - um, Da pa - cem cor - di - um, Da Dá - nos, Se - nhor, a paz, Dá - nos, Se - nhor, a paz, (A) ® ®~-~m ~ ~-~m I nos Se - Dá - nos Se- ~~~'ri> m· P~o-----1~ç~~pa - - - - - - cem, Da pa - - pa - - - - - (a)z, (A) pa- - cem, - (a)z, Da Dá -
  44. 44. 30 Gloria, gloria (cânone) - Glória, glória GJ~~~ . Glo - ri-a, glo - ri-a, in ex - cel - sis De - o! Glo - ri - a, glo - ri-a, al-Ie-Iu-ia, al-Ie-Iu-ia! Gló - ri-a, gló - ri-a, gló-ria~aDeusnas al- tu - ras! Gló - ri-a, gló - ri-a, a-Ie-Iu-ia, a-Ie-Iu-ia! Ie Spi - ri - tus. Cri - a - dor. tor to ve - ni Cre - a - tor, vin - de_Es - pí - ri - to, Ve - ni Cre - a - tor, Vin - de~Es - pí - ri - to, 31 Veni Creator (cânone) - Vinde Espírito Criador D' Sol r)' Fám S 1 I CD om Si om U 'o ® ~~I'I, (~J ve - ni Cre - a vin - de_Es - pí - ri 32 Gloria ... et in terra pax (cânone) (Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens de boa vontade.) D' Sol r)' Fám S I CD om SI om ~ o ® >- ~'p~I'-:,e~ Glo-ri-a, glo-ri-a, in ex-cel-sisDe-o, glo-ri-a, glo-ri-a, al-Ie-Iu-ia! ~~I'!._:::::=~ ==_~==::~ Et in ter-ra pax ho - mi ni - bus bo - nre vo - lun - ta - tis. I
  45. 45. ~- Ju - bi - la - tecceli,ju - bi - la - temun - di,_Je-sus men!Amen! A- men! ~ r i ~) +~o~ ~ ve - re. Ju - bi-la - te cce-li. A --- men! (Alegra i-vos céus e mundos: Jesus Cristo ressuscitou verdadeiramente.)Jubilate cceli (cânone) G) Ré Lá ~ Ju - bi - la - te cce ® I li, ju - bi - la - te mun - di,_ Chris - tus Je 33 sus Chris - tus sur - re - xit ve- re. A men! A - - men! Jubilate Deo (cânone) (Alegrai-vos em Deus. Aleluia.) 34 Dó Fá Sol G) ® - :~ Ju - bi - la - te De - o, ju - bi - la - te De - o, ai - le - lu - ia.
  46. 46. me - a Do - mi-num.ma - gni - fi - cat a - ni - mama - gni - fi - cat, 35 Magnificat (cânone) (A minha alma glorifica o Senhor.) (D Sol Dó Lám 7 Ré7 Sol ® ===-===:_~ Ma gmfi- cat, ma-gni---fi cat, § ~ -fi - cat, ma - -a!-ni-ma_ me-aDo - mi-num, a-ni-ma_ me-aDo - mi - num. ~r t~ ai - le - lu -ia. a - le - lu -ia. ~ t:11 ai - le - lu -ia a - le - lu - ia. AI - le - lu - ia, A - le - lu - ia, AI - le - lu - ia, A - le - lu - ia, re. de. ho di - e. res-sus - ci - tou. Sur - re - xit Do - mi - nus ve Res - sus - ci - tou de ver - da Sur - re - xit Chris - tus Ho-je_o Se - nhoL _ 36 Surrexit Dominus vere (cânone) - Ressuscitou D· Sol I' S I (Do ~ ~ ° ® ~~ J~)' ~~. ~ ~
  47. 47. 37Ostende nobis (cânone) (Mostra-nos, Senhor, a tua misericórdia. Amen. Vem, não tardes.) CD [~t~ Rém Si~6 Lá ® [~~~ ~~b-~.~ ~~ ~ ~====_.§ Os-ten-de no - bis Do-mi - ne mi - se - ri - cor-di-am tu - am A - men1 A - ~ ~ J========~============:;~ ' ~ ..men! Ma-ra-na - tha! Ma-ra-na - tha! Os-ten-de mi-se-ri - cor-di-am tu -Do-mi - ne, Os bisno amo Fine (0) tuamo - cor-di-am) ten - de no - bis tu Os (coral)
  48. 48. (Pela tua cruz e paixão, liberta-nos Senhor. Pela tua santa ressurreição, liberta-nos Senhor.) Fá Si~ Solm6 Lá Rém amotuo - nem 38 Per crucem (cânone) G) Rém Solm Dó ~ ~(~J========J========~====J~ . Per cru - - - - cem et pas - SI I Li-be-ra nos Do-mi-ne, li - be - ra nos Do - mi - ne, li - be - ra nos Do - mi - ne, Do - mi - ne. ® ~ --- ~) J. ~r~~ cru ----- cem etpas -si-o-nem tu-amo ~) r l~jJ~ Li - be - ra nos Do - mi - ne, ® ~-r======ê li - be - ra nos Do - mi - ne, li - be - ra nos Do - mi - ne, Do - mi - ne. Per sanc - tam re - sur-rec - ti - o - nem tu amo ® Li - be - ra nos Do-mi -ne, li - be - ra nos Do - mi - ne, li - be - ra nos Do - mi - ne, Do - mi - ne.
  49. 49. 41 Bened ictus (cânone) (Bendito o que vem em nome do Senhor.) 39 G)Mim Ré Sol Lám6-S Si ® ~~~ Be-ne-di-ctus qui ve - nit, Be-ne-di-ctus qui ve - nit, in no-mi-l1e,in no-mi-ne, in no-mi-ne Do-mi-ni. Tu, que nos amas (cânone) - (Toi qui nous aimes) 40 G) ~ 3 -------- ® ® Music: © Evang. Verlagsanstalt Berlin ~~~I~'(~ Tu,_ que nos a-mas, teu per-dão, tu-a pre-sen-ça a-brem em nós_ as por-tas da con -fi - an-ça. Toi_ qui nous ai-mes, ton par-don et ta pré-sen-ce en nous font naí'-tre la clar-té de la lou-an-ge. Vinde Espírito de amor (cânone) - (Vieni Spirito creatore) Dóm Sol Dóm Fám Sol G) Si Lá]; ® ~~I'I,(~ /~ j=======~======_ Vin-de~Es - pí - ri - to de~à-':mor ar - den - te. Vin de, vin - de Vie - ni Spi - ri - to cre - a - to - re, vie - ni, vie - ni, ~~I'i, J e~a - cen - dei__ vos - sa luz fui - gen - te. Vin - de, vie - ni, Spi - ri - to cre - a - to - re, vie - ni, ~ vin - de. vie - ni! ~
  50. 50. 42 Adoramus te Christe - Adoramos-te Cristo Fá~m Sim Dó~ Dó~ Fá~m Mi Lá Mi Fá~m Sim Dó~ A-do-ra-mus te A - do-ra-mos-te Chri - ste Cris - to, be-ne-di - ci-mus ben-di - ze-mos-te ti - bi, Se- nhor: qui - a pe - la per- cru -cem tua san - ta Lá Si Dó~ Fá~m Lá Mi F~m Sim Dó~ Lá Si Dó~ Fá~m re - de - mi - sti re - di - mis-te~o mun-dum, mun - do, per cru-cem tu --:-- am tua san - ta cruz_~ re - de - mi - sti re - di - mis-te~o mun-dum. mun - do. 43 Crucem tuam - Nós adoramos ~ I (j S Cru -cem tu - am a - do - ra-mus Do - mi - ne, re-sur-rec - ti - o-nem tu -am lau-da-mus Do - mi - Nós a - do - ra - mos,Se-nhor, a tu - a cruz; à tu - a res-sur- rei - ção_ can-ta - mos olou-
  51. 51. ne, Lau-da - mus et glo - ri - fi - ca-mus, vor. Lou-va-mos e glo-ri - fi-ca-mos, Re-sur-rec~ti-o-nem tu-am lau-da-mus Do-mi-ne. Cru-cem tu- À tu - a res-sur-rei - ção_ can-ta-mos o lou-vor. Nós a - do- SiMim (Fine) SiLámSolRéLámMiLám MiMim Mi Lám Mi Confitemini Domino - Dêmos graças Ré Sim Ré Ré4 - 3 Ré Lá 44 Con - fi - te - mi - ni Dê - mos gra - ças ao Do - mi nos - so - no, Deus, quo é ni - am_ bo - nus, gran-de~a su - a bon - da - de, Mim DóMimLáRé ~ - te - mi - niDo - mi-no, al-Ie-~ - ia. gra - çasaonos - soDeus,a - le - lu----ia!
  52. 52. in Nas Sol Si Mim Sol (sP.i -. ri --tum) com - men - do SpI - n - tum me - um, en - tre - go~o meu_ Es - pí __;-~-.. ri -to. , r '~, ~~"- ~- - -- Pa - ter, Pai, tu - as, mãos, ó ma - nus tu - as In Nas 45 In manus tuas, Pater - Nas tuas mãos Ré Fá~m Mim7 - 6 Ré Sim Sim Ré Mim Fá~ Sim Lá Dó~ Ré Sol Si SolM7 . 3 Ré ma - nus tu - as tu - as, ó Pa P~iJ_..... ter, com - men - do en - tre - go~o spi - ri - tum meu- Es me um. pí - ri - to In Nas 46 Ubi caritas - Onde houver amor U - bi ca - ri - tas On-de~hou-ver a - mor et e a ca mor,_ u - bi ca - ri - tas ri - da - de, on-de~hou - ver a - mor: De - us a - i i bi est. Deus- es - tá.
  53. 53. In resurrectione tua - Alegrem-se os céus I, , S I Ré M' 7 Lá R' "e , o Fá# 1m Mi e re - sur - rec - ti - O - ne tu - a, le-grem-se os céus e~e - xul - te~a Chri - ste, ter - ra: Ré '------'" cce - li et ter - ra lae - ten - tur. res - sus - ci - tou Je-sus Cris - to! 47 In A- Ré LáSim ~JII1I Mim6Fá#mSim MimRé SIM' R' Fá# o 1m c ~ tu-a, Chri - ste,cce -li etter-ralae - ten - tur. Inos céus e~e-xul - te~a ter - ra:res - sus - ci - touJe - susC~o! A tu-um; con - fir-met cor_ tu --um, ~ Spi-ri-tus Je-su Chri-sti, Spi-ri-tus ca-ri - ta -tis, con-fir-met Spiritus Jesu Christi (Que o Espírito de Jesus Cristo, Espírito de amor, confirme o teu coração,) 48 Si~ Lá Rém Rém 3 Dó Fá Si~ Fá Dó Rém Si~6 Lá Fá Si~ Fá Dó Rém Lá4-3 Rém3 r--- ~
  54. 54. '-f ve - ni-te, a-do - re - musVe -mus. Ve- (Vinde, exultemos de alegria no Senhor. Vinde, adoremos.) siml1·MimDó ~m Lá:n~~l Ré 11-2-.--~-o-I--:-~-s-o-I--L-á-4--3-R-é-- Ve - ni-te, e-xul-te-mus Do - mi-no, ve - ni-te, Venite, exultemus Domino Ré i;t* Ré SolLá Ré Sol Lá 49 50 Dóm SolDómSi~Mi~ L~ Si~Mi~-da teom - nesgen - tes,lau - da-teDo - mi - num. Lau --tai to - dosospo - vos,lou - vainos - soSe - nhor.Can - Lii, Mi~ Si~ DÓm Lá~ Si~4- 3 Mi~ da tai te om - nes to - dos os gen tes, po vos, lau - da lou - vai te Do - mi - num. nos - so Se - nhor. Lau - Can -
  55. 55. Oculi nostri - Os nossos olhos Mim Ré Sol Ré Mim Dó Lám Si Mim Ré Sol Ré Mim Dó Lám6 Si Mim 51 0- cu - li Os nos-sos nos - tri ad Do - mi-num Je - sum, o -lhos estão pos-tos em Cris - to, o - cu - li os nos-sos nos - tri ad Do - mi - num nos - trum. o - lhos re - pau - sam em Je - sus. Nunc dimittis - Deixa ... o teu servo 52Sol DóSol DóFáLá Ré r Nunc di-mit-tis ser - vumtu-um Do - mi-ne, Do - mi - ne se-go -ra oteuser-vo irem paz, irempaz se Lám RéLám DóSol /,unóu .. ~ Dó.-.-.-T rt......! -dum ver - bumtu-um in__pa -ce. Do - mi-ne Nunc di -do~a tuapa -la-vra, ÓSe-nhor! óSe - nhor Dei -xa_a
  56. 56. 53 Sanctum nomen Domini - Louva o nome do Senhor Fá Rém Lám Mi4 - 3 Lá [l.sib Fá Solm Dó IfZ.Sib Fá sib6 Dó Fá San-ctum no-men Do-mi - ni mag-ni - fi - cat_ a-ni-ma me - a. mag-ni-fi-cat a-ni-ma_me - a. Lou-va o no - me do Se-nhor. Lou-v'á mi-nh'al-ma~osan-to no - me de Deus. Lou-v'á minh'al-ma o no-me de Deus. ~ r 54 Permanece junto de nós (Bleib mit deiner Gnade) Solm MibM7 Mib6 Ré P Solm Ré Rém7 Mib Ré Ré Per - ma - ne - ce Bleib mit dei - ner jun - to de nás, Gna - de bei uns, a Herr noi - te Je su cai. Christ. Se - Ach, Dóm Fá sib f Dóm , p sib Ré Fá Solm Ré nhor bleib Je-sus, vem mit dei - ner I - lu - mi - nar Gna - de bei uns, a Du nos - sa treu - er noi te. Gott.
  57. 57. Lá!, 55MIf; Mib RébMib Fám Tu és fonte de vida (Tu sei sorgente viva) M·, D' Fám M'" D' I"' Sibm Fám S" Mib FH W om tab Ir om"ar ~ Dó lplll ~ am Tu ésfon-te de vi-da, tu és fo-go, tu ésa-mor. VemEs-pí-ri-to San-to, vem Es-pí-ri-to San-to. Tu sei sor-gen-te vi-va, tu sei fuo-co, sei ca-ri - tá Vie - ni Spi-ri-to San - to, vie - ni Spi-rí-to San-to. -e- 56 Ta- Ré ~ ra) Santa Maria ~i!:~,~ ~ San - ta Ma - ri - a, mãe do Se - nhor, ro - gai por nós__ pe - ca - do res, Sol Mim Lám 7 Ré Sol Mim Lám 7 Ré Sol Mim Lám 7 J f go - ra~e na ho - ra da nos - sa mor - te. San - ta Ma - ri - a. (Ma - ri
  58. 58. Bendito seja Deus (Bendigo ai Senor) S I S I Lám D' Sol o o Mi o Ré ne-Ie~es - el Se- Lám Lám Dó Rém mi - nha voZ;~ mi-- voz, a cha Rém Lám DóSib por - que~ou - viu por - que~es - eu se - ja Deus ai Se - fiar di di Ben Ben 57 em ti, Se - nhor! mi co - ra - zón. Sol sib mi - nha es mi Dó for fuer ça: za, Lám Dó con con Rém fi - o fi - a sib Dó Sol Ben - Ben 58 Jesus 000 no teu Reine;>(Jesus, remember me) M·I J~am S'I w ~ "Ir Mib Je - sus, Je - sus, Fi - lho de re - mem-ber Deus, me no teu Rei - no, lem - bra when you come in - to your te de mim. king - dom.
  59. 59. DÓm Je - Je - sus, sus, Fi - lho de re - mem-ber Deus, me Si~ no teu Rei - no, lem - bra when you come in - to your Mib mim. dom. A minh'alma de~cansa (Mon âme se repose) Si Mim Dó Sol Ré Mim Lám Si Mim Sol SI Dó Ré Sol 59 A mi - nh'al-ma des - can - sa_em paz, no Se - nhor, Mon â - me se re - po - se~en paix sur Dieu seul: que_é fon - te de sal - va - ção. de lui vient mon_ sa - lu!. ~ (-va ção) Mim Dó SolRéMimLámSi MimLámSi MimSi Fine ~I~ r sóem Deus des - can-sa_a mi - nh'al - ma: ne-Ie~en - con-tra~a paz.Asur Dieu seulmonâ - mesere - po-se, sere - po - se~enpaix.Mon paz.)
  60. 60. De!Js é amor (Bóg jest mHosciq) La R' Dó~ e Lá ",m", 60 Deus Bóg é jest a mi - 'mor: _ tos ciq a - tre - ve miej - cie od te~a vi - wa - g~ ver zyé por dia a - mor. __ mi - tos - cio I Lá te - mero cie si~. -e- ~ Mi Sim Ré Na - da~há a Nie I~ - kaj ~ Lá Deus é a - mor. Bóg jest mi - tos - ciq, I?'III~ 61 Uma sede (Une soif) U - ma U - ne a de~a - ban - do - nar - me_em ti, Se - nhor. tout a - ban - don - ner en toi le Christ.
  61. 61. ti_ des - can - sar, re - pose en toi. a - té em tant qu'il ne VI - gi - a, I'at - ten - te, l~ E~o meu co - ra Et mon cceur de - o Reino de Deus (The Kingdom of God) M' D' Mim L' Sol 1m o Si am SI Ré Sol Lám Dó Ré 62 o The Rei - no de Deus é~um Rei - no de paz, king - dom of God is jus - tice and peace jus - ti - ça e a - le - gri - a, and joy in the Ho - Iy Spi - rit. Sol Dó T~ Sim Mim Lám Dó Ré SolMim Dó J§ij J~ ~§-nhor, emnósvema - briraspor-tas doteuRei no.OLord,ando -pen inus thegatesof Y<:l~r-::-:- king-dom, The
  62. 62. 63 Para ti ... a noite brilha (La ténêbre) Sim Lá Ré Sols - 6 Fá~ Sim Lá Ré Mim Fáji4 - 3 Pa-ra La té- a noi - te bri-Iha tal la nuit com-me le jour Pa-ra ti, são ela - ras as tre-vas co-mo~a luz: La té - ne-bre n'est point té - ne - bre de-vant toi: RémSolm7 LámSolm DóFá Bonum est confidere - É bom confiar Rém Lá4 - 3 Rém Dó , Dó R'Fa Mi em ~,*~j .[l~~~ •..~ ~~ ~~ .~ 64 So-num est con - fi - de - re in Do É bom con - fi - ar e es - pe - rar mi - no, no Se-nhor, bo-num spe - ra - re in é bom dar gra - ças ao Do mi - no. Deus_ de~a-mor. 65 Christe Salvator - Salvador nosso * DÓI11 Fám Si~ Mi~ Dóm Lá~6 - Si~ Mil, Chri-ste Sal - va - tor, Sal - va - dor nos - so, -e:- Fi - li - us Fi -lho de Pa - tris, Deus,_ do - na dá - nos no - bis tu - a pa cem. paz.~-
  63. 63. Laudate Dominum - Louvai o nosso Deus * Um Mi Lám Sol I L'm"'m M ' 66112. I Lam Misericordias Domini - Eternamente cantarei Lau-da -te Do-mi-num, lau-da-te Do-mi-num, om-nes Lou-vai o nos-so Deus, lou-vai o nos-so Deus, po-vos 67 al-Ie - lu - ia! a - le - lu - ia! ~ Rém Lá RémDó al-Ie -lu - ia! a - le -lu - ia! Fá gen-tes, to - dos, DóRém p Rém Mi - se - ri - cor - di - as E - ter - na - men - te Do - mi - ni can - ta - rei, in o re - ter - num a - mar do can - ta - bo. nos - so Deus. 68 Lá ,.----- 3 Ré 3 RéLá o Christe Domine Jesu - Ó Cristo, Filho de Deus * Mim Ré o Ó Chris - te Cris - to, Do - mi - ne Je su, Fi - lho de Deus,__ o Chris - te ó Cris - to, Do - mi - ne Je - sul Fi - lho de Deus._ o Ó
  64. 64. 69 Tui amoris ignem - Vem acender * Mim Sim Dó Lám6 Si Ré tu - i a - mo - ris vem a - cen -der em Si i - gnem ac- cen - de. nós o teu fo - go. DóMim Spi - ri - tus, to de~a - mar, Ve - ni San - de Vem Es - pí - ri Mim - 7Lám- 7Ré SolDóLám6Mim Si4- 3Mim J~--ni San - de Spi-ri - tus, ve-ni San - cte Spi-ri-tus. Es-pi-ri tode~a-mor, vemEs-pi-ri -to_ de~a - mar. Mi . Mi7 Lá Si La Si Dó# R~# Lá '-'" ca - ri - tas De - us i - bi est. ca - ri - da - de,:JL:..íse~en-con-tra Deus. u - bi on - de~há Mi a - mar, a - mar, Mi U - bi ca - ri - tas et_ On-de~há ca - ri - da - d~_ Ubi caritas Deus ibi est - Onde há caridade * ~/ 3 Mi Lá Si 1 d#m Sol# 120# R~# 70
  65. 65. Bendiz o Senhor (Bless the Lord) Rém Sol Rém Sib Dó Fá Lá Rém Sol Rém sib Dó Dm 71 Ben - diz o Se-nhor, lou - va~o seu San-to no - me. Ben - diz o Se-nhor, que~à vi - da nos con-duz. Bless the Lord, my soul, and bless God's ho-Iy name._ Bless the Lord, my soul, who leads me in - to life. J: Senhor, tu és minha luz (C'est toi ma lampe) Solm Dó Fá Rém sib6 Lá Rém Lá 72 Rém Se - nhor, C'est toi tu és mi - nha luz, ma Iam - pe, Sei - gneur. meu Deus Mon Dieu dis - si - pa~as mi-nhas tre - vaso é - clai - re ma té - né - bre. ~ Se - nhor, meu Sei - gneur, mon Se - C'est Lá RémSolm dis - si-pa_as mi-nhas tre - vaso é - clai - re ma té - né - bre. Fá Deus, Dieu, meu mon Se - nho~ Sei -gneu~ LásibSolm Dó Fá Deus, dis - si-pa~as mi-nhas tre -vaso Dieu, é - clai - re ma té - né c bre.
  66. 66. 73 Na nossa escuridão (Dans nos obscurités) ~ Mm M~ Ré Sol Dó Sol Ré Na nos-sa~es-cu - ri - dão, Dans nos obs - eu - ri - tés, a - een - de Se - nhor a tu - a luz de~a - mor, a tu - a luz de~a - moro ai - lu - me le teu qui ne s'é-teint ja - mais, qui ne s'é-teint ja - mais. Sol Ré Mim Si? Dó Lám6 Si Mim Lám6 Si Mim Lám6 Si Na nos-sa~es-eu-ri - dão, Dans nos obs - eu-ri - tés, a - een - de Se - nhor a tu - a luz de~a - mar, a tu - a luz de~a - moro ai - lu - me le teu qui ne s'é-teint ja - mais, qui ne s'é-teint ja - mais. Permanece junto de mim (Bleibet hier) * Re'lll Solm6 !'e'lTI Solm6 R' D' é Ré" Ré ~~-P ~- --"'~------~ --- o - ra~e VI - gl --::- a. wa - ehet und be - tet. Lá4 - Solm Ré Rém p o - ra~e vi - gi - a, Wa - ehet und be - tet, Per - ma - ne - ee jun - to de mim. Blei - bet hier und wa - ehet mit miro 74
  67. 67. De noite (De noche) Rém p 75Lá4 - gua VI ~ va. la fuen - te, Solm SIb fon - te de á pa - ra_en-con - trar da que Si~ Ré bus - ca no - che nOI - tej - re - mos em no - chej - re - mos, de De De Rém cresc. Dó Fá Lá Lá ~, ,mf, pp Lá Só nos só - lo nos - sa se nos a - lum J de, bra, só nos - sa só - lo la se - de nos gui - a. sed nos a - lum - bra. De De Felizes os pobres (Beati voi poveri) * D' Rém Sol D'4- 3 Fin; o Dó Dó 0 • ((, Fá Lá Fá Si~ Rém Sol 76 Dó é o Rei - no de é il re - gno di Deus._ DL-'"__o. Fe - Se
  68. 68. 77 ,Aos que confiam em ti ~9~naFla pa?e) Lam Dó Ré Ml Lám Fá Mi paz - na, Lám paz. te, Mi4- - a in a la lhes na Rém6 - 5 dá do Se - nhor, a chi re, re Lám Fá ~Ré Mi ---- em ti: Si - gno em ti, Si - gno Aos que con - fi - am Do - na la pa - ce aos que con - fi - am do - na la pa - ce Lám Lá 78 Veni Sancte Spiritus * (Vem, Espírito Santo.) Sim Lá Ve - ni San - cte Spi - ri - tus._~.
  69. 69. o Senhor é a minha força (EI Senyor) Rém Dó Fá Si~ Dó Rém Dó Fá Fá Lá Dó Si~ Lá_3 79 o Se - nhor EI Se - nyor é a mi-nha for - ça, és la me-va for - ça, ao Se-nhor el Se-nyor o meu el meu canto. cant. E-Ie~é nos - so sal - va- EUm'ha~es-tat la sal- va - ci- Rém Dó Fá Dó Lám Rém Si~ Dó Fá Rém Dó , dor. Ó. Ne-Ie~eu con - fi - o En eU con - fi - o e na - da temo, i no tinc por, ne-Ie~eu con - fi - o en eU con - fi - o e na - da temo. i no tinc por. o Se- EI Se- Veni Creator (litania) * (Vem, Espírito Criador.) , Sim ,Ré ~:':~Ve- ni Cre-a - tor Spi - ri - tus. 80
  70. 70. 81 Senhor Jesus (Jésus I~ Christ) Sim Mim Lá Ré Sim Lá Ré Sol6 Se - nhor Je - sus, Jé - sus le Christ, tu és luz do mun - do: lu- miére in - té - rieu - re, dis - si-pa_as tre - vas que me que-rem fa - lar. ne lais - se pas mes té - né - bres me par - ler. Se-nhor Je - sus, Jé-sus le Christ, és luz na mi- nh'al-ma: sai - ba eu a - co-lher_o teu a - moro lu-miére in - té - rieu - re, don - ne - moi d'ac-cueil-lir ton a - mour. , Se-nhor Je Jé - sus le cor - di' - um. co - ra - ções. pa - cem nos - sos no - bis paz aos Do - na Dá_a tua 82 Dona nobis pacem - Dá a tua paz * Lám Dó Rém Mi4 ------
  71. 71. Confia em Deus (Wait for the Lord) Mim Dó Lám6 Si Mim Ré Sol Lám Si Mim 83 Con - fi - a~em Deus, teu sal - va - dor. Wait for the Lord, whose day is near. Con - fi - a~em Deus, Wait for the Lord: e - le~é a - mor. keep watch, take heart! 84 ~ Mi Lám ~ bas - ta. ba - sta. Rém6 só-Deus só -lo Dios na-da lhe fal - ta. na-da le fal - ta. Rém6 DóM7 11.~, '--' "---/ Na-da te tur-be, na-da te~es-pan-te, quem a Deus tem_ Na-da te tur - be na-da te~es-pan -te; quien a Dios tie - ne Nada te turbe * Lám Rém7 Sol Fonte de vida (Toi, tu nous aimes) * Mim Ré Sol Ré Mim Dó Lám6 Si 85 o Toi, teu a - mor é tu nous ai - mes, fon - te de sour - ce de vr···~···da. vie. _
  72. 72. 86 Adoramus te o Christe * (Adoramos-te, ó Cristo.) Sol Ré Mim Lám Ré Sol " Jj II I- "-"A - do - ra-mus teo Chri - ste.CIo I II II I....-l Sol ia! SOl4 - 3 Dóm Chris - tus re - sur - re - xit. ai - le - lu Dóm le - lu - ia, Chris - tus re - sur - re - xit, fMi~~ Si~DómSolDóm p 87 Christus resurrexit * (Cristo ressuscitou. Aleluia!) Dóm Sol Dóm Si~ Mi~ P I ----I f
  73. 73. In te confido - Em ti confio * 88sibSolmLáRémDóFáLáRémsib6 FáRémsib6 LáRém Je - su_ - steo in- to, 1J1 em Veni Lumen (coral) * (Vem, Espírito Cria<:!or.Vem, luz dos corações.) 89Sol Lá Ré k~~Mi7 Lá Mi4 - 3 LáSolRéMim -7Lá~ I________. f. _ I I I P Sol fSi Sol - 6 o 1 Sol Lá Ré Ve - ni lu - men cor - di - um, ve - ni__ lu - men cor - di - um.
  74. 74. Surrexit Christus * (Cristo ressuscitou. Cantai ao Senhor.) Ré L~ Sim Fá~m Sol Ré Mim 7 Lá P Do~ f Fa~~" Lá RéMim7Sol Lá Ré f Sol Fá Can-ta-te Do-mi-no, al-Ie-Iu-ia!o R· Lá s· F·~ e Dó~ 1m a~m p Sur-re - xit Chris-tus, al-Ie -lu - ia!o 90 91 Minh'alma louva (Notre âme attend) * Lá Rém Dó Fá xul - ta_em Deus meu sal - va - dor. lui la joie de no - tre cceur. Si~ e En ma lou - va~o Se - nhor, at - tend le Sei - gneur. Mi - nh'al - Notre âme Rém Dó l'á Fá6 Mim Lá
  75. 75. A bondade do Senhor (Singt dem Herrn) * T' ' Lá S' Mj7 [ , S I ,e DÓu ,1m ~ ,a ,oH , SI Ré Fá~ Mim6 Ré Lá 92 Sol A bon - da - de do Se - nhor Singt dem Herrn ein neu - es Lied. pa - ra sem - pre can - ta Lob - singt ihm ai - le rei, zeit, pa - ra lob .J~..d-: Sol Mim LáSim J:-;'. LáMimSolRé Ré (Fine) sem - pre can - ta - rei! singt ihm ai - le - zeit! , Psallite Deo - Este é o dia do Senhor * Solm Mi~ Dóm Ré Si~ Fá Solm Dóm Ré p ------=----- f Ré P Solm Fá Si~ f 6 93Fá Solm Dóm5 Ré Solm o Psal - li -te De - o, psal-li - te! O Es - te_é o di - a do Se-nhor. AI - le-Iu-ia, ai - le - lu - ia! A - le-Iu-ia, a - le - lu - ia!
  76. 76. 94 Magnificat (coral) - Canta a minh'alma * Fá Rém Dó Fá Lám Si~ Fá Dó Rém Si~ Dó Fá (Fine) Solo Lám Ma - gni Can - ta~a fi - cat a - ni - ma me - a Do - mi - num. mi - nh'al-ma~as ma - ra - vi - lhas do Se - nhor. o O Ma Ma Mi4 - Lá Rém Solo Si~ Dó4 - Fá gni gni fi - cat. fi - cat. O O Ma - gni Ma - gni fi - cat. fi - cat. Si~ Dó4 - 3 Fá Ré Si~Si~ Ré .f DóFá O ~ AI-Ie-Iu - ia, al-Ie - lu - ia! A-Ie-Iu - ia a -Ie - lu - ial , r)' Rém Dó p Mi Solm Dó Ju-bi-la-teDe-o om-nis ter-ra! A-c1a-mai a Deus_ ter-rajn-tei - ra! O 95 Jubilate, Alleluia - Aclamai a Deus * Fá Rém Dó Fá Fá D~ Rém Lám Si~ p _.f MI Re
  77. 77. Bendizei o Senhor (Bénissez le Seigneur) * Ré Lá Sim Ré Sol Lá Mim Si Mim Sol Lá Ré 96 o Ben - di - zei O Se - nhor! Bé - nis - sez le Sei - gneur! ~ ,~ o Ben - di - zei O Se - nhor! Bé - nis - sez le Sei - gneur! ~ I~ O Se - nhor! le Sei - gneur, Ré O Se - nhor! O Se - nhor! le Sei - gneur! LáSol Ben - di - zel Ben - di - zei bé - nis - sez RéLáSol Ben-di - zei Bé- nis - sez SimFá~Sim
  78. 78. 97 Resplandece quem para Deus olhar (Qui regarde vers Dieu) * Solm Dóm Fá Si~ ~Ir Dóm ~ Fá Dóm Solm Mi~ Res-plan - de - ce quem pa - ra Deus o - Ihar; Qui re - gar - de vers Dieu. res - plen - di - ra, na su - a fa sur son vi - sa ce não há tris- ge, plus d'a - mer - SolmRé Dóm Mi~ SolmSolmRéRé te - za, na su - a fa - ce não há tris tu-me, sur son vi - sa - ge, plus d'a-mer te - za. tu - me. o Res-plan - Qui re 98 Uma sede enche a minh'alma (Une soif emplit notre âme) * ~._ ~ ~ _.'~~~~' ~U~~~i~U - ma se-de~en-che~a mi - nh'al - ma: a de~a-ban - do - nar-me~em ti, Se - nhor. 0 _ U - ne soif em - plit no - tre_â - me: nous a - ban -don - ner en toi, Ô Christ.
  79. 79. Lám ~ Fá6 Mim Lám Fá6 Mim Fá6 Dó Rém Mim m. - nhor.) 1m MI , :~ '-------' 0 _ Tu me_es-cu Tu m'é - cou tas, Se - nhor. O ~ _ tes, Sei - gneur. LámSim (Ele que per - do - a) Ele que per - do - a. (Dieu qui par - don - ne.) Dieu qui par-don - ne. RéLámSim Dó lliJ Mim SOlMim Sim Ré Deus só nos pode dar o seu amor (Dieu ne peut que donner son amour) * 99Mim Ré Dó Ré Mim R' Mim Dó Ré Mim Lám SimLám MimRéMim SimRéRé e - RéRé Ré RéRé R:é Ré Fine [AJr:-, sónospo - de dar ~o seua - mor,oSe - nhoré bon- da-de! Onepeut que don-nersona - mour,no - tre Dieu est ten - dres-se! (Deus é bon - da - de) Deus é (Dieu est ten - dres - se.) Dieu est Mim
  80. 80. can-sa, O can-sa, A al- ma que~an-da no~a-mor, nem can-sa nem se EI al- ma que~an-da~en a - mo!", ni can-sa ni se 100 A alma que anda no amor (EI alma que anda en amor) * F'~ D'~ M'4 - 3 L' Lá R' M' Dó~mFá~m Fá~m Fine Sim M,Mi Lá R' S' Sim M' a~m o~m I a D'~ e I S l~ F'~ IR' D'. e 1m R' Io~ o ~ I!. • II2, ((.") I a~ e o. e 101 Entoemos hinos (Wystawiajcie Pana) * ~ Lá L' R' S 1 L' Ré Dó~ a e o a Lá Dó Ré Mim Ré Lá En - to - Wy-sta- Sim I~6Lá ia! ja! SolRé a - le - lu ai - le - lu .-------, ia, ja, MimSim Ré lu lu Ré ao Se - nhor can - te - mos: Wy - sta - wiaj - cie Pa - na, a - le ai - le ~ O O ~ Lá hi - nos, Pa - na, ter - rajn - tei - ra, ca - ta zie - mio, Mim En - to - e - mos Wy - sta - wiaj - cie Lou - vai a Deus Spie - waj Pa - nu
  81. 81. Não há maior prova (Grande est ta bonté) * 6 Mil, U~5 Si~ 102 los a- ceux qU'on :JI pe pour a vi - da sa vie_ Fám7 do que_en - tre - gar que de don - ner pro - va de~a - mar plus grand a - mour mai - or pas de Não há II n'est bon - Sei - DÓm Mj~ , Mj~ Si~ Ré Solm És o Deus de~a - mor, Gran-de_est ta bon - té, Solm ~ Solm S 1 D' s;' o !TI om L~Solm7 Solr!} Solm DÓm Sib Solm CêJ Mi~ SiP FáFám7 da gneur, de~e per - dão. en - vers nous! o Não há II n'est
  82. 82. 103 Aleluia A - le - lu - i - a AI - le - lu - i - a: Malta piu lento a - le - lu - I - a ai - le - lu - i - a: a - le - lu - i - a! ai - le - lu - i - a, Gló-ria~a ti Se-nhor! __ sla - va tie - bie 80 - ze! A - le - lu - i AI - le - lu - i a, a, a - le - lu - i - a ai - le - lu - i - a: a - le lu - i - a! ai - le - lu - i - a, Gló-ria_a ti Se-nhor! sla -va tie - bie 80 ze! 104 Aleluia A - le -lu - ia AI - le - lu - ia: a -Ie-Iu - ia ai -Ie -lu - ia: a - le - lu - ia! ai -Ie - lu - ia, A-Ie-Iu - ia al-Ie-Iu - ia: a -Ie -lu - ia! al-Ie -lu - ia. a - le -lu-ia! ai - le -lu-ia,
  83. 83. Gló-ria~a ti-- Se- nhor!__ sla - va tie - bie 80 - ze. Gló-ria~a ti Se - nhor!_ Sla - va tie - bie 80 - ze. A - le - lu - ia a - le - lu AI - le - lu - ia: ai - le - lu ia! ia! Aleluia 105Fine (, D.e. aI Fine "U" le - lu (i) i - a! le - lu - (i) i - a! J~ Gló-ria~a ti Se - nhor!__ Sla - va tie - bie 80 - ze! a - ai - ~ a, a, .fi a - le - lu - i ai - le - lu - i Gló-ria~a ti Se - nhorr..:.:..:...: (ze!) ze! Sla - va tie - bie 80 - ze! ~~- - - - - - <'~~---- a, a, A - le - lu - i AI -Ie - lu - i Gló-ria~a ti Se- Sla - va tie - bie
  84. 84. r JJJJJ1J 1 106 As Bem-aventuranças (Mt 5) ~ S",~ J Lem - bra - te de nós, Se - nhor, no di - a~em que rei - na - rãs. Fe-li-zes os po-bres em~es-píri-to, Fe-li-zes to-dos os que cho-ram, Fe-li-zes os~hu-mil-des, os man-sos, Fe-li-zes os~se-dentos de jus-ti-ça, Fe-li-zes são os que per-do-am, Fe-Ií-zes os~de co-ra-ção pu-ro, Fe-li-zes os~pa-ci-ti-ca-do-res, Fe-li-zes os_que são per-se-gui-dos, Fe-li-zes os_que so-trem por Cris-to, pois de-Ies é_o Reino do Céu. por-que se-rão con-so-Iados. por-que pos-su-i-rão a terra. por-que se-rão sa-ci-ados. por-que_al-can-ça-rão º per-dão. por-que ve-rão a Deus. se-rão cha-ma-dos filhos de Deus. pois de- les é_o Reino do Céu. mui-to re-ce-be-rão de Deus. (3x) I I (1x) Pa - ra sempre canta - rei tua miseri - córdia. D.e. a/Fine(Fine) ia.A-Ie-Iu - ia a-Ie-Iu - ia a-Ie-Iu ; j;;; , 107 Aleluia ... para sempre
  85. 85. 108 é e - ter-no_o seu a - mor. A - le - lu - ia! Aleluia ... Louvado seja ~ i: Pine r=r=r'--r ~ç ~ ~~~~=i - ~A - le - lu - ia, a - le - lu - ia, a - - - le - lu ia! ~=====.~ 1.Lou-va-do se-ja_o Se - nhor, pois e-Ieé bom, é e-ter-no_o seu a-mor. A-Ie-Iu-ia! r~I} # r r r-~·T=- 2. Lou - va - do se - ja Je - sus res - sus - ci - ta - do, e - ter-no_é_oseu a - mor. A -Ie -lu - ia! ~ _. ~ D.Ca/Fine ~~I}. - .• == l ===== i r r - 3. Lou - va - do se - ja_o Es - pí - ri - to de Deus,
  86. 86. ve-nha o teu Rei - no;san - ti - fi - ca - do se- ja_o teu no - me; (Mt 6,9-14) Pai nos - so, que~es - tás nos 109 Pai nosso [ men.li - vra - nos do mal.mas co - mo nós per-do - a-mos a quem nos tem 0- fen - di - do r--3 não nos dei - xes ca - ir em ten - ta - ção,e fa-ça-se_a tu - a von-ta-de, as-sim na ter-ra co-mo no céu. Dá-nos ho-je~o nos-so pão de ca-da di - a; per - do - a - nos as nos - sas o - fen - sas, [
  87. 87. Para solistas Solos para 65: Christe Salvator - Salvador nosso (81130(129)) ~~:'H~:::::::=_ ===_11· ~ 1. Dopro-fun-do a-bis-mo ela-mo~a ti, Se - nhor! Es - cu~ta~a mi - nha pre - ce. Es - te-jam teus ou- vi - dos a - ten - tos à voz da mi-nha sú- pli-ca. _ 2. Mi- nh'al - ma con- fi - a no Se- nhor, con - fi - a na su - a pa-Ia - vra. A mi~nha al- ma~es- pe-ra pe-Io Se-nhor mais ~~I'I,==- ~~ do que~a sen-ti - ne - la p'la~au-ro ra. 3. No Se - nhor es - tá a mi - se - ri - cór - dia e com e-Ie~é a-bun-dan-te~a re-den-ção. E-Ie~há-de li - vrar o seu po - vo de ~ I, paratermina~ ~ ~ ~ ~ =~I, ~=== __ =~J ~:::=_ ~==:;===--::::::_-=_-==:: _==_-==..===~ ~ to - das as su-as fal - tas. 4. A - men, a - - men. A - men.
  88. 88. Solos para 66: Laudate Dominum - Louvai o nosso Deus (81150; 81100(99)) ~~t,~.~ 1. Lou-vai a Deus no seu san-tu - á - rio; lou - vai - o no seu ma-jes - to - so fir- ma - men-to. Lou- ~t'~tl vai-o p'lagran - de-za das su-as o-bras. A - le - lu - ia, a - le - lu - - - ia! 2. A - ela - mai o Se - nhor, ter- ra in - tei-ra, a-Ie - lu ia, a-Ie - lu ia! Ser- . I vi o Se - nhar com a-Ie - gri - a, a-Ie - lu - ia! O Se - nhor é bom, a-Ie - lu - - - ia! ~t·~lr'/~t 3. O seu a - mar é e - ter - - - no, a -Ie - lu - - - - - - - - ia! t ~A sua fi - de -li - da - de~é e - ter na, a-Ie - lu -------- ia!
  89. 89. Solos para 68: O Christe Domine Jesu - Ó Cristo, Filho de Deus (SI 25(24); SI 34(33); SI 23(22)) 1. Pa- ra ti, Se- nhor, e - le - vo_a mi-nha ai - ma; meu Deus, em ti con - fi - o. Mos-tra - me os teus ca- mi- nhos, en - si - na - me_as tu - as ve - re - das. 2. Pro-cu - rei o Se- nhor e e - le res-pon-deu - me, Gui - a - me na tu - a ver - da - de, Se - nhor. ~~ li - vrou-me de to-dos os meus te - mo-res. Vol-tai-vos pa-ra e-Ie_e fi-ca - reis ra-di-an-tes. Sa-bo-re-ai e ve - de co-mo_o Se-nhor ~r'~~é~ bom. Fe - liz o ho-mem que ne - le se re - fu - gi - a. 3. O Se-nhor é meu pas - tor: ~3-----" ~3-----.,~~rt ~===:==_'1~ r r I í í· '--3-------------' ~3~) na - da me fal - ta. Em ver -des pra - dos me faz des - can - sar, con - duz-me_às à - guas re - fres - ~ r-3~ ~3------., ~ilrr í ~IA ,~~ í Ican-tes. Re-con-for-ta_a mi-nha ai - ma e gui-a-me por sen-das di - rei - tas.
  90. 90. Solos para 69: Tui amoris ignem - Vem acender (Jo 13,34-35; 15,13; 1 Jo 3,16; 4,7) 1.Je - sus dis - se: «Dou - vos um man - da - men to no - vo: ~f'~-~ I que vos a - meis uns aos ou - tras co - mo eu vos a - mei». 2. Je - sus dis - se: «Nis - to __ co - nhe- ce - rão ~d'lque SOIS meus IS - CI - pu - os, se vos a - mar - des uns aos ou - tros, se ti - ver - des a - mar uns aos ou - tras». pró - priaquem dá aquedoa - mormaistem3. Nin - guém §- ~. vi - da ,--3~ ~ 2 pe - los seus a mi - gos. 4. Nis - to co - nhe - ce - mos o a - mar: Je - sus deu a sua vi - da par nós. A - me - mo - nos uns aos ou - tras, par - que~o a - mor vem de Deus.
  91. 91. Solos para 70: Ubi caritas Deus ibi est - Onde há caridade (Jo 3,16-17; 1 Jo 5,7) ~~###ít 1. Deus__ a - mou_ de tal mo - do~o_ mun- do que lhe deu~o__ seu_ Fi - lho Ú - ni - co, pa - ra que to do~o que ne - le crer não_ se per ca, mas vi da e - ter na. 2. Deus não en vi - ou o seu Fi - lho ao mun-do pa - ra jul - gar o mun do, mas, pa - ra que o mun do se - ja sal vo, se - ja sal - vo _ por e - le. 3. A - me-mo-nos uns aos ou tros, por que o a - mor vem de_ Deus,_ quem a ma nas ceu de Deus _ e co nhe - ce a Deus. _
  92. 92. ~ Fi-cai e o - raio Lc 23,46) 2 Solos para 74: Permanece junto de mim (Bleibet hier) (Mt 26,38-42; ~,(;,~.1. Fi - cai a-qui e vi-gi - ai co-mi - go. Fi-cai e o - raio ~~.'~. 2. Vi - gi - ai e o - rai pa - ra que não en -treis em ten - ta - ção. ~'t· ~ - t"3. O_es-pi - ri - to es - tá pron-to, mas a car- ne é fra - ca. 4. A mi - nha al-ma_es-tá nu - ma tris-te - za de mar - te; fi-cai a - qui e vi-gi-ai co - ~-I-~mi-go. 5. Meu Pai, se é pos-sí-vel, a-fas-te-se de mim es-te cá-li-ce. 6. Meu Pai, se es-te cá-Ii-ce não po - de pas-sar sem que_eu o be-ba, fa-ça - se_a tu - a von- ta - de. §121~~~tn~7. Pai, nas tu - as mãos en - tre - go o meu es - pi - ri-to.
  93. 93. Solos para 76: Felizes os pobres (Beati vai poveri) (Mt 5; Mt 11,28-29) 1. Fe - li - zes os po - bres em espí - ri - to, de - les é o Rei - no do Céu. Fe - li zes os que cho - ram, por - que se - rão con - so - la - dos. Fe - F li zes os man - sos, por - que pos - su - i - rão a ter - ra. 2. Fe - zes os que têm fo - me e se - de de jus ti - ça, por - que se- rão sa ci a - dos. Fe - li - zes os mi - se - ri - cor - di - o - sos, por - que_ai - can - ça - rão mi - se - ri - cór - dia. 3. Fe - li - zes os pu ros de co - ra - ção, por-que ve - rão a Deus. Fe li - zes os
  94. 94. Felizes os pobres (Beati vai poveri) ~=~pa - ci - fi - ca - do - res: se - rão cha - ma - dos fi - lhos de Deus. Fe - ~r===:-~r=-~-J li - zes os que são per - se - gui - dos por cau - sa da jus - ti ça, por - que de les é o Rei - no do Céu. 4. Je - sus dis - se: Vin - de~a os que~es - tais can - sa - dosdosmim, to e o - pri mi - dos, que~eu ~3 _ ~. ~ ~ }~ hei - de a - li - vi - ar - vos. To - mai so - bre vós o meu ju - go e~a - pren - dei de mim, que sou man - so de de co - ra - ção 2 I I I ~ e en - con - tra - reis des - can - so p'ró vos - so es - pí - ri - to.
  95. 95. Solos para 78: Veni Sancte Spiritus (cf Hinos da Liturgia das Horas e sequência de Pentecostes) ~~#~~!. ~- 1. Vem, ó Es- pí - ri - to San - to,- vem, A - mor ar - den - te, a - een-de na ~~ . ~ ter - ra_a tu - a luz__ ee - les - te_e re - a - li - za nas al- mas as o bras do teu a mor.__ Ve - ní Sane- te Spi-ri-tus._ 2. Vem,_ Es-pí - ri - to_ Di - vi - no, vem ao nos-so eo - ra - ção, vem mos- trar o ea- mi nho que le- va_à sal - va-ção. Ve - ni Sane- te Spi- ri- tus._ 3. Pai ea - ri - nho-so dos po - bres, do- a - dor da gra-ça, luz dos eo-ra - ções._ Vem, vem Pai__ dos po-bres._ Ve-ni Sane-te Spi-ri-tus._ 4. Con - so - la - dor su - pre mo,_
  96. 96. Veni Sancte Spiritus ~111~4' ~~-~ 12 I iu - ne na ea - ri - da - de to - dos os ir-mãos. Ve - ni Sane - te Spi - ri - tus._ ~lllt_t~~5. O fon - te de luz__ di - vi - na_ en - ehe nos - sos eo - ra - ções,_ 2 nos - sas ai - mas_ i - lu - mi - na. Ve - ni Sane - te Spi - ri - tus._ 6. Su - a ve o - ri-gem do bem,.- és no tra - ba - lho des - ean - so, no ea-Ior és 2 § bri - sa,.- és no pran - to do - ee a - Ií - via. Ve - ni Sane - te Spi - ri - tus. ~~~#t ~. 7. Con - ee-de os teus dons aos que em ti eon - fi - am: sê vir - tu - de na vi - da, I~ ~~t ~' .. ~J::=j) am - pa - ro na mar - te, no céu a - le - gri a. Ve - ni Sane - te Spi - ri - tus.-
  97. 97. Solos para 80: Veni Creator (Iitania) (Hinos da Liturgia das Horas) ~l-~~~ 1. Vem, cri-a - dor Es - pí - ri - to de Deus, vi-si-ta~o co - ra - ção dos teus fi - éis e coma gra- ça do ~-~ ai-to os pu-ri - fi-ca. 2. Pa - rá-di - to do Pai, Con-so - la - dor, fon -te d'á-gua vi-va, 3. Vem, Cri-a-dor, luz dos co - ra-ções, i - lu-mi-na~a nos-sa a - cen-de~em nós a tu-a ca-ri-da-de,men-te, dá-nos a tu - a paz. 4. Vem, Con - so -Ia-dor su - ~-~-~ pre-mo, Pai ca - ri - nho - so dos po - bres, hós - pe-de~a-má-vel das ai-mas. Dá-nos cri-a - men. a co-nhe-cer o~a - mor dor Es- pí - ri - to de Deus. do Pai e~o co- ra-ção de Cris-to nos re - ve - la. Vem, ~. __. pa"'te,m_ r.. ... ~- t :: I - ~ 5. Ale-lu - ia A - le-Iu ia. A
  98. 98. Solos para 82: Dona nobis pacem - Dá a tua paz (Mt 5; SI 85(84); Jo 14; Oração da paz) 1. Fe - li - zes os que pro - mo - vem a paz, por - que se- rão cha - ma - dos fi - lhos de Deus. 2. Es-cu - te- mos o que diz o Se - nhor: Deus fa-Ia de paz ao seu po-vo e aos seus a - mi-gos e_a quan-tos ~·~-I-II~ se vol - tam pa - ra e - le de co - ra - ção. 3. Dei - xo - vos a paz, diz o Se-nhor, ~ ~í~=====- dou - vos a mi - nha paz. Não se per - tur - be_o vos - so co - ra - ção, nem se_as-sus - te. 4. Se - nhor Je - sus Cris - to, que dis - ses - te_aos teus a - pós-to -los: «Dei-xo - vos a paz, dou-vos a mi-nha paz»; não o - lhes aos nos - sos pe - ca - dos mas à fé da tu - a_I - - ~ gre - ja e dá -Ihe_a u - ni - ão e a paz, se - gun-do_a tua pa - la - vra.
  99. 99. Solos para 84: Nada te turbe (Poemas de Santa Teresa de Jesus (Ávila») ~(~ I 4 I 1. Na - da te per - tur - be, A pa - Ci - ên - cia na - da te_es-pan - te; tu - do pas - sa, Deus não mu - da. ~t.~Deus tem na - da lhe fal - ta. Só Deus bas - ta. Só Deus bas - ta. 2. Só em Cris - to que po - de - reis, as - se - gu - ro, per - der ao mun - do_o te - mar.
  100. 100. Solos para 85: Fonte de vida (Toi, tu naus aimes) (irmão Roger) 1. Se - nhor Je - sus, se ti - vés - se - mos Fé a pon - to de trans-por - tar mon-ta- nhas, sem a-mor, o que se - ri - a - mos? Tu nos a - mas. Tu nos a - mas. 2. Sem o -~-~ teu Es-pí-ri-to,que_ha-bi - ta nos nos-sos co-ra-ções, o que se - ri - a-mos? Tu nos ,--3~ ~ ~ ~~ es - sa con - fi - an - ça_em Deus, tu - do so- bre ti, tu nos a - bres um ca - mi - nho p'rá Fé, 4. Es - pi - ri - to de Cris-to res-sus - ci - ta - do, ~~~ nem o so - fri - men - to nem a_an - gús-tia_hu- 3 I - ~. ~. lê que não quer 3 Tu nos a - mas. 3. As - su - min - doa - mas. ma - na. t·~-~ Es - pi - ri - to de com-pai-xão, Es - pi-ri-to de lou - vor: o teu a - mar par ~-I-=r-_. t~ ca - da um de nós nun - ca nos dei - xa - rá, nun - ca nos dei - xa - rá.
  101. 101. Solos para 86: Adoramus te o Christe ~====:---I~ - I - I 1. Je - sus, Fi _lho de Deus vi voo (Adoramus te o Christe) (Adoramus te o Christe) ter - na.e es - plen - dor do Pai. luz ~_~_ o - - I ===:;r===r==~1 - I - I (Adoramus te o Christe) ~~ ~ 2. Je - sus, ~~ m3. Je - sus, Jesus, Filho de Deus vivo esplendor do Pai luz eterna rei de glória sol de justiça filho de Maria conselheiro admirável Sen hor-eterno príncipe de paz manso e humilde de coração nosso socorro e nosso refúgio Deus de paz Jesus, amigo dos homens fonte de vida e de santidade irmão dos pobres bondade incomensurável sabedoria inesgotável bom pastor luz verdadeira nosso caminho e nossa vida
  102. 102. so - bre ti.Cris - to bri - lha - rá Solos para 87: Christus Resurrexit (Ef5,14; 81136(135); 81118(117)) I para começar: 2 ~~IJI)(~ [ [~~ 1. Des - per - ta, le - van - ta - te den-tre~os mor - tos. t: 2. Dai gra-ças ao Se- nhor su - a bon-da - de. 3. Só e - le fez gran-des ma - ra - vi - lhas, por-que~o seu a - 2 § mor é e - ter - no. 4. Na tri - bu - la - ção in - vo - quei o Se - nhor. E - le ou - viu - me e pôs-me~a sal - voo 5. O Se - nhor é por mim, na - da te - mo. t: e - le me pro - te - ge. ~ I 2l! ~I)I) I I ,~ nhor é meu re - fú - gio e mi - nha for - ça. E-Iees - tá co-mi - go, 6. O Se- 2 ~=IIII E-Ie~é mi - nha sal - va-ção.
  103. 103. Christus Resurrexit ~~1)1)1 ~. 7. Não mor - re - rei, ~ê mas hei - de vi - ver 2 pa - ra nar - rar as o - bras do Se- nhor. 2 8. Eu te da- rei gra - ças por - que me_ou - vis - te, por - que_ tos - te_o § 2 ~ meu sal-va-dor. 9. A pe-dra que os cons - tru - to-res re-jei - ta - ram ~,I'I'_r~vei - o_a tor-nar - se pe - dra an - gu - lar. 10. Es - te_é o di - a que tez o Se - nhor: I - 1 I - I e - xul - te - mos e can - te - mos de_a - le - gri - a. 11. Tu és o meu Deus, eu te da - rei gra - ças. Para terminar: ~~i'l'l~ 12. A - le - lu - ia, A - le - lu - ia! Tu éso meu Deus eeutee-xal-ta-rei. 2 ~ J ~í 2 1 I I1 I ~ A men.Amen.
  104. 104. Solos para 88: In te confido - Em ti confio (8125(24); 8173(72); 81130(129)) ~'e~ 8-_,2'1_ ,~. ~1. Pa - ra ti, Se-nhor, e - le-vo_a mi-nha ai - ma. Meu Deus, em ti con-fi - o. 2 2 li I ~ 2. Mos-tra - me, Se-nhor, os teus ca - mi nhos e en - si - na - me_as tu - ~II 2 I ~r====:::;-~ - ~ as ve - re - das. 3. Di - ri - ge - me na tu - a ver-da - de, por-que 2 § tu és o Deus, és meu sal - va - dor. 4. Em ti con - fi - o sem - pre: lem- bra - te Se - nhor do teu a - mor, que_é e - ter - no. 5. Lem - bra - te de mim, Se-nhor, 2 pe - lo teu a - mor e pe - la tu - a bon - da - de. 6. Os meus o - lhos estão 2 § pos - tos no Se-nhor, e le li - vra os meus pés da ar - ma - di - lha.

×