Matematica Pco Ps Robson Paula

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Matematica Pco Ps Robson Paula

  1. 1. Caderno do Professor Currículo de Matemática Aspectos Importantes
  2. 2. Orientações Gerais sobre os Cadernos de Matemática <ul><li>Nova abordagem dos conteúdos, busca-se evidenciar o currículo de forma contextualizada e as competências pessoais, principalmente a leitura e escrita matemática; </li></ul><ul><li>Os cadernos são organizados por unidades, onde a critério do professor, em cada situação especifica, pode ser estendida ou tratada de forma mais simplificada; </li></ul><ul><li>É importante que o professor tente contemplar todas as unidades, pois juntas, compõem o conteúdo do bimestre e contribuiu para a compreensão das outras; </li></ul><ul><li>Somente o professor, em circunstâncias particulares, pode determinar adequadamente quanto tempo dedicar a cada uma das unidades; </li></ul>
  3. 3. <ul><li>As unidades estão distribuídas em Situações de Aprendizagens contemplando competências e habilidades e estratégias diferenciadas ; </li></ul><ul><li>Naturalmente, nem todas os conceitos foram contempladas com Situações de Aprendizagem, mas a expectativa é de que a forma de abordagem seja explicitada nas atividades oferecidas; </li></ul><ul><li>São apresentados, nos cadernos, considerações sobre avaliações e recursos disponíveis para pesquisa a fim de enriquecer as aulas; </li></ul>
  4. 4. Conteúdos Básicos do Bimestre <ul><li>É explanado os conteúdos básicos para o bimestre e suas implicações para as situações seguintes ou apresentações abordadas em séries anteriores, sugerindo algumas intervenções pontuais para tais conteúdos e competências de forma mais sistemática, onde o professor realiza suas adequações de acordo com suas necessidades. </li></ul>
  5. 5. Exemplo: Agora, o estudo dessas funções será apresentado de modo mais sistematizado. Tudo será feito, no entanto, de tal forma que, mesmo se o professor estiver tratando desse assunto pela primeira vez, o aluno não terá grandes dificuldades em acompanhar as atividades propostas.(Caderno do Professor-Matemática 2º bimestre/2009 – 1ª série-EM, pág. 9)
  6. 6. Orientações para recuperação (Caderno do Professor-Vol.2-Matemática-1º série-EM, pág58) <ul><li>Caso considere que os alunos não tenham atingido as metas mínimas prefiguradas em cada uma das Situações de Aprendizagem, o professor pode optar por uma das estratégias seguintes: </li></ul>
  7. 7. apresentar inicialmente os conteúdos básicos sobre funções de 1o e de 2o grau do modo esquemático como costuma ser apresentado na maioria dos materiais didáticos disponíveis, portanto, sem destacar a ideia de proporcionalidade direta de y em relação a x, ou a x², introduzindo paulatinamente as explicações ou as justificativas dos resultados fundamentais como foram apresentadas no presente Caderno, na medida em que tais justificativas despertem efetivamente o interesse dos alunos. Naturalmente, consideramos importante que o professor tente despertar tal interesse, mas o imprescindível é que os alunos aprendam os fatos fundamentais do tema, mesmo que tenham chegado até eles por vias distintas das aqui propostas;
  8. 8. uma vez que, de uma forma ou de outra, os conteúdos apresentados no presente Caderno já estiveram presentes na 8ª- série do Ensino Fundamental, iniciar os conteúdos referentes às funções de 1º- e de 2º- graus como se fosse uma recordação, por meio das atividades envolvendo problemas, invertendo a ordem em que tais temas foram expostos. Assim, a apresentação mais sofisticada, mais apropriada para o Ensino Médio, pode ser mais nitidamente apoiada em abordagens mais simples, à guisa de revisão.
  9. 9. Recursos para Ampliar a perspectiva do Professor e do aluno para a compreensão do tema <ul><li>São sugeridos alguns materiais que podem ser utilizados para complementação e enriquecimento dos temas apresentados, como livros didáticos e paradidáticos, textos, softwares , sites, vídeos, entre outros </li></ul>
  10. 10. (Caderno do Aluno-Vol.2-Matemática-1ª série-EM, pág.11) O preço P a cobrar em uma corrida de táxi é composto por uma quantia a fixada, igual para todas as corridas, mais uma parcela variável, que é diretamente proporcional ao número x de quilômetros rodados: P = a + b . x ( b é o custo de cada quilômetro rodado). Em certa cidade, temos P = 15 + 0,8 .X ( P em reais e x em km) a) Qual é o preço a cobrar por uma corrida de 12 km? b) Calcule a diferença entre os preços de duas corridas, uma de 20 km, outra de 21 km. c) Esboce o gráfico de P em função de x.
  11. 11. Exemplo 1 <ul><li>Roteiro para aplicação da Situação de Aprendizagem 1 .(Caderno do Professor-Vol. 1-1ª série do EM, pág 11) </li></ul><ul><li>Se os alunos não conhecem com qualidade os conjuntos numéricos, convém que o professor apresente a eles, formalmente, cada conjunto(N, Z, Q e R), antes de iniciar a aplicação da ETAPA 1. </li></ul>
  12. 12. Exemplo: No Caderno do Professor de Matemática - Vol.1 da 8ª série, consta no currículo o conteúdo sobre Radiciação, porém não esta explicito em nenhuma Situação de Aprendizagem
  13. 13. Desenvolvimento do Conteúdo <ul><li>Objetivo da aula </li></ul><ul><li>Abordagem do Conteúdo </li></ul><ul><li>Situação de Aprendizagem </li></ul><ul><li>Construção do material </li></ul><ul><li>Desenvolvimento das atividades </li></ul><ul><li>Lição de Casa </li></ul><ul><li>Atividades do Livro Didático </li></ul><ul><li>Atividade diferenciada </li></ul><ul><li>Avaliação </li></ul>
  14. 14. Trabalhando os números decimais <ul><li>Objetivos: compreender a estrutura do sistema de numeração decimal e representar um número na forma decimal </li></ul><ul><li>Situação de Aprendizagem 1 – 5ª série – 2º bimestre </li></ul><ul><li>Tema: O Soroban e os números decimais </li></ul><ul><li>Estratégias: Utilização do Soroban para explorar a representação de um número decimal e facilitar a compreensão do valor posicional de cada algarismo </li></ul>
  15. 15. SOROBAN <ul><li>Soroban é o nome do ábaco japonês. È um instrumento de cálculo e registro numérico mais antigos na história. </li></ul><ul><li>Existem ábacos de variadas configurações, desde o abax grego, o suan pan chinês, soroban japonês, o modelo russo e mesmo o nepo- hualtzitzin azteca. </li></ul>
  16. 16. <ul><li>A história do Soroban é muito semelhante à do sistema de numeração decimal. Cada haste vertical representa uma casa decimal. </li></ul><ul><li>A haste horizontal central, chamada hari , divide o soroban em duas partes. Na parte inferior de cada haste vertical, existem quatro peças chamadas ichidama , que valem uma unidade cada. O termo ichi em japonês significa um, e dama significa peça. Na parte superior, encontra-se apenas uma peça por haste, chamada godama . ( go é o número 5 em japonês). </li></ul>
  17. 17. <ul><li>Importante : As peças só representam valor quando estão em contato com o hari. Se nenhuma peça estiver em contato com a haste horizontal o soroban indica a quantidade zero. Veja a foto: </li></ul>
  18. 18. Como registrar um número no Soroban? <ul><li>O registro de números no Soroban é sempre feito da ordem maior para a menor. Exemplo: </li></ul><ul><li>O número 125 colocamos o 1 na centena, o 2 na dezena e o 5 na unidade. </li></ul><ul><li>Sugestão: Para melhor aproveitamento do conteúdo, a atividade 1 traz uma idéia simples, para a construção de um soroban para cada aluno, utilizando materiais domésticos. </li></ul>
  19. 19. <ul><li>Atividades Complementares: </li></ul><ul><li>Exemplos de Atividades diversificadas: </li></ul><ul><li>Compra com folhetos de supermercado, com uma determinada quantidade de dinheiro e classificação dos produtos em ordem crescente de valor. </li></ul><ul><li>Atividades do Livro Didático </li></ul><ul><li>Contador de Combustível humano: Dividir a sala em grupos. Um grupo de alunos deverão receber 10 fichas cada um, sendo que cada ficha contém um número de 0 a 9. O outro grupo determinará as quantidades a serem representadas e um dos grupos ficará responsável pela organização do contador. </li></ul>
  20. 20. Operação com Decimais <ul><li>Nas próximas situações de aprendizagem, veremos as operações com números decimais. Para completar as atividades sugeridas podemos utilizar o Soroban construído com os alunos. Vamos treinar? </li></ul><ul><li>a) 2+5 = </li></ul><ul><li>b) 15+ 20+3 = </li></ul><ul><li>c) 2+5+10+50+600 = </li></ul><ul><li>d) 2+4= </li></ul><ul><li>e) 5+6= </li></ul><ul><li>Variação da atividade: As compras que foram feitas com folhetos de supermercado poderão ser calculadas com Soroban, ao invés da calculadora. </li></ul>
  21. 21. AVALIAÇÃO <ul><li>Para a avaliação, o professor deve escolher os tipos de instrumentos adequados, que sejam compatíveis com o que foi ensinado e principalmente como foi ensinado. Esses instrumentos devem ser diversificados de forma a contemplar as várias dimensões do conhecimento estudado. </li></ul><ul><li>A prova é um importante instrumento na avaliação, mas não pode ser o único. Ela deve ser realizada de diferentes maneiras, por exemplo, com ou sem consulta; na sala de aula, na biblioteca ou em casa; individualmente ou em grupo. O formato da prova deve estar atrelado aos objetivos da aprendizagem determinados pelo professor. </li></ul>
  22. 22. <ul><li>Os momentos que antecedem uma prova (estudo) e os que vêm depois da prova devem ser valorizados e contemplados no processo de avaliação. Ou seja, todo o processo de aprendizagem deve ser considerado. </li></ul><ul><li>A avaliação deve contemplar todo progresso cognitivo que o aluno obteve durante a realização do conteúdo. </li></ul><ul><li>A autoavaliação (professor e aluno) constitui uma ferramenta essencial para a formação do aluno e para o trabalho a ser retomado. No caso do aluno, o professor deve discutir o significado e a finalidade dela com a sala de aula, para que fique claro a sua importância. </li></ul>

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