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Projeto comunitário parte 1

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Projeto comunitário parte 1

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Projeto comunitário parte 1

  1. 1.  Para tanto, o presente trabalho pretende levar o leitor a uma profunda reflexão sobre o mundo que nos cerca, passando por algumas questões: Será que estamos fazendo nossa parte para melhorá-lo? Vivemos no meio ou vivemos do meio? Renunciaríamos a nossa zona de conforto em função dos outros? Temos causa social? Precisamos urgentemente buscar um “modelo do desafio” e não mais nos conformarmos com o “modelo do dano” que se reproduz de geração em geração, só é possível viver melhor, se quem nos cerca também vive melhor.
  2. 2.  A modernidade, ou suas pós-modernidades, nos trás uma concepção de vida extremamente voltada para o mundo do ter, universo este, que não mais identifica e tem por base as relações humanas como essenciais para uma boa convivência social;  Toda essa estrutura capitalista, que materializa nossas relações sociais, causa uma epidemia conformista, um conformismo não criado, mas adquirido de um processo histórico fadado ao fracasso social a partir da construção da alienação do homem pela coisa: uma coisificação do humano pela humanização das coisas.
  3. 3. “A indiferença é a expressão mais visível do ódio, ódio tão profundo que é capaz de emprestar ao outro a capacidade do não ser e do não existir.” CAIO FÁBIO
  4. 4.  Renovar para despertar, renovar para libertar, renovar para dar ao outro dignidade, respeito, autonomia em suas escolhas.  É exatamente isso que é renovação da esperança, que é capaz de possibilitar às pessoas socialmente fragilizadas, condições de estarem nas redes de conhecimento para protagonizarem mudanças não somente em suas vidas, mas transformarem também o mundo que os cerca.  “Feliz o dia em que homens e mulheres não mais serão elogiados pelo bem que faz, somente assim teremos uma sociedade madura para sua convivência social”
  5. 5.  Através da educação, podemos trazer oportunidades à população sofrida do nosso país, condições estruturais para que possam viver (ter vida no sentido literal) e não somente sobreviver; sobrevivência esta que já significa por si só, estar em desvantagem permanente.  Possibilitando o empoderamento social através do conhecimento, estimulando o protagonismo na formação de atores principais.
  6. 6.  Faz-se necessário, mesmo que haja esse sentimento de solidariedade transitando entre nós, sermos mais eficientes na ação social, desmitificar o ideal da “turma do bem”, “os bonzinhos”, como se fosse uma prática ou um ato diferencial. .  Devemos ser competentes no “fazer ao outro”, no “aprender a servir”, pois somente assim poderemos ter um tempo social, onde todos estão integrados na renovação da esperança, alinhados a uma construção historicamente harmônica: uma comunidade temporalmente simétrica em sua identidade.
  7. 7.  Estamos em todo o tempo buscando formas de darmos respostas a essa demanda institucionalizada que norteia a nossa convivência social, e desde crianças, somos condicionados para este “mundo do Ter”, que consequentemente nos remete a uma competitividade por objetivos, e exatamente isso que provoca essa materialização das relações humanas.  Atualmente o estardalhaço sobre o discurso do “ter direito” que acaba refletindo uma sociedade que se formou para ter direitos e não deveres, instalando um "estado do Direito" que se encontra ameaçado pela falta do "Dever".
  8. 8. “Mas doutor, uma esmola A um homem que é são ou lhe mata de vergonha ou vicia o cidadão” Luiz Gonzaga
  9. 9. “Os velozes nem sempre vencem a corrida; os fortes nem sempre triunfam na guerra; os sábios nem sempre tem comida; os prudentes nem sempre são ricos; os instruídos nem sempre tem prestígio; pois o tempo e o acaso afetam a todos.” Eclesiastes 9:11  “o Tempo e o acaso afetam a todos”, refletindo sobre o mundo em que vivemos, achamos pessoas que acreditam que estão acima de qualquer coisa, usam da altivez, da prepotência, da arrogância em função do poder que acham possuir, provocando humilhações, indiferença e submissão sobre os que estão a sua volta.  Que o poder, a ganância e tudo que é abominável à edificação dos valores humanos e solidários possam ser substituídos pela aceitação, pela solidariedade, pelo amor, pelo servir, pois o que vai, além disso, é correr atrás do vento, é pura vaidade como dito em Eclesiastes.
  10. 10.  O renovo social tem que ser a causa de toda e qualquer atividade que compreenda o “fazer ao outro”.  Esse “fazer” tem que ser eficiente e empoderador, não mais uma prática isolada do imediatismo como estratégia de ação social, não excluindo as ações assistencialistas, pois tenho convicção que não posso dar  Educação para uma criança que morre de fome, tenho que primeiramente resolver a fome dela, mas que esse "fazer" não seja interpretado ou tratado com puritanismo e vanglória de quem está fazendo.

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