Clube Nacional de Maximafilia

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No dia 09 de Outubro pelas 14:30 procedeu-se à comemoração do 1.º Aniversário do Clube Nacional de Maximafilia na Beja.
Saliente-se ainda que esta comemoração realizou-se também em Lisboa existindo assim dois carimbos comemorativos.

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Clube Nacional de Maximafilia

  1. 1. 9víOS rf<Rj E I t .à trt f, t C-fl CO*íEgyíW,Xc11çO L" ANI'í,ER,SÁWO AO Oo cRI[ - CLUBã tr*Clrof,*r^ DA UÀXIM"üFIJã. CatáÃogo %eer*.*oÊ€ @ffiïÃ2úi.ü.fr.#"#g
  2. 2. CJïIJI. CLUSü'NÀSIOTIJT.L IIITJilM.ürIIJ.ü" DU, Sede: Herculanode Carvalhoo s/cDt.' R. 42 Reboleir 2720-272 z AMADORA 8 zta gss 731rtú962 731098 Ë cnm fï ti il.com- NIF. 509342043 *S9gM8IÀTÀ{EB.ü.L PRESIDENTE CAR,TfuítsO Engo Carlos Alberto Silvério COgvílLïvíOq.fffi'f/O SECRETARIO Adolfo Luís Marques Palma YOGÁL JoséAlexandre DrRECçÃo PRESIDENTE JoaquimManuel Cortes SECRETARIO JoséJoaquimA. Encarnação TESOUREIRO JoaquimCachapa Maneta cot{strIJlo Ftsc.ltl. PRESIDENTE Dr. Silvino ManuelPena SECKETÁRIO Maria de Lurdes Ramos I/OGÁL Ramiro António Marques Realização- Expedição e Serviço de Novidades R. Herculano de Carvalho, 42 slc Dt.'Reboleira2720-272 AÌVIADORA Yrazo de pagamentodas remessas: DIAS 10 C/Corrente T:8. NIB 0036020999100071ó5097 Cheque
  3. 3. NtrTAOEA&EKTUM Quando 9 de Setembro 2009um grupode maximaÍilistas a de resolveucriar o CNIil{LUBE [IJ[ClOil.tL Df, UJUüültflIJÀ, estâvam os mesmos convictos iriam ocuparum espaço abertona maximafiliaportuguesa que em tendo em - conta a suspensãode actividade de "Os Maximafilistas Portugueses" a estagnação outras associações e de congénes.Todavia, ocuparesseespaço rapidamente com tão grandeprojecção quase tão e era que impensável tal viesse acontecer. a Felizmente em boahora,estegrupo e de entusiastasda modalidade criou o CNM Clube Nacional de Maximafilia. Após a oficialização do novel clube de maximafilia, logo ficou em mente dos seus Directores a reahzaçáode mostras ou exposiçõesno mais curto espaço de tempo para divulgação da modalidade. Dando seguimento a alvitres feitos por alguns membros da Direcção, entendeu esta, que nada melhor para se iniciar o ciclo exposicional do CNM que não fosse uma mostra comemorativa do seu 1o aniversário. Como a intenção é divulgar a maximafilia, não foi de estranharque a Direcção do CNM tivesseaceite, que em simultâneo com a mostra a rcalizar em Lisboa, outra tivesse lugar em uma qualquerparte do país que no casopresenteé na cidade de Beja. Assim, para comemorÍìr o 1o aniversario do CNM, decorrem duas mostras em simultâneo nas cidadescitadas, ambascom carimbo comemorativo do tema correio, que também nesta data comemora o seu dia Mundial. É óbvio, que como clube de maximafilia, os desenhos escolhidos (Boletineiros) que ilustram ambos os carimbos, irão servir para realizar dois PMs triplos com selo personalizado para agrado dos nossos associados. Em termos exposicionais,estasduas mostrassão o "pontapé" de saídado CNM, porém; é objectivo da Direcção, levar a efeito outras mostras a nível individual ou em colaboraçãocom outras instituiçõespara diwlgação da rnaximafilia. Antes de concluir esta nota de abertura, quero deixar expresso, que estas mostras comemorativasdo 1oaniversário do CNM, só foram possíveispela colaboraçãoprestadapelas seguintesentidades:CTT - Correios de Portugal (Serviços de Filatelia), que concedeu os dois carimbos comemorativoS, Direcção do Clube Filatélico de Portugal e Direcção do Núcleo de Coleccionismo do Centro Cultural e Desportivo do Hospital de Beja na pessoade José Geada de Sousa,que além do espaço, nos cederam todo o material exposicional, razão mais que suficiente para que publicamente o CNM manifeste seu Profundo Agrodecimenlo. o Jooquim Corles
  4. 4. MOSTRA FILATELICA coMEMoRATrvA Do r.oANTvERSÁmo no cnM - cLUBtr,ltÃCIoIlÀLDt MÀ)nilAfIIJ.ü, EXPOSITORES Francisco Oliveira Matoso Galveias O Correio -. José Geada de Sousa O 1.oDio do Selo JoséGeada de Sousa O Dia do Selo em Portugal - data move 1984- 1988' José Geada de Sousa O Dia do Selo em Portugal
  5. 5. gkf,SÃ70EAKX|AS o?oIsTRgrgoEEE A :: 'í Segundo Diário do Govemode 4 o de Abril de 1938,as suasannas são"de ouro com uma cabeçade touro de negro realçado de prata, visto de frente. Em chefe, as quinas antigas de Portugal de azul carregadas por cinco besantesde prata em aspas.As quinas e a cabeça do touro acompanhadas duas águiasestendidas negro. Em contra por de chefe,um castelovermelho,abertoe iluminado de prata. Coroa mural de prata com cinco torres. Listel branco com os dizeres <Cidade Beju". de O brasãodo Distrito de Beja aparec€ emissão na BRASÕESDE PORTUGAL - 1.o grupo, emitido erm27.XI.96. O selo é no valor de 78$00. Trata-se de um Pm. triplo com o carimbo comemorativo,logicamentecom o mesmomotivo, aposto pelos CTT locaisna mesmadata da emissão. O segundoPm. com o brasão do Distrito de Beja não é uma "variantet' em virtude de se trattr do mesmo selo. A obliteração a marca-de-dia CTT de Beja com a data do 1.o é dos dia da emissão. dois Pms.não podemser expostos Os juntos. a
  6. 6. gEg{E,tracf,,çwt0 Embora a primitiva ocupaçãohumana do sítio remonte à pró-história e esteja mencionadanos escritos de Ptolomeu e de Políbio, em meadosdo séculoII a. C., a sua fortificação data da invasãoromana da Península lbérica, possivelmente devido à impoÍância adquirida no cenário regional. Foi este local escolhido por Júlio Césarpara forrnalizar apaz com os Lusitanos, após o que passou a se denominarPax Julía vindo a sediar uma das trêsjurisdições romanasda Lusitânia. Acredita-se que os muros de defesa romanos remontem a algum momento entre o século III e o século fV: Essarelevânciaeconómicae estratégica manteve-se épocados Suevos, à dos Visigodos e sob a ocupaçãoMuçulmana. Á epoca da Reconquista cristã da Península Ibérica foi inicialmente conquistada pelas forças de D. Afonso Henriques em 1159, para ser abandonadaquatro rnesesmais tarde. Foi reconquistadade surpresa,por uma expedição de populares idos de Santarém, em princípio de Dezembro 1162. de Nos anos que se seguiram, posteriormente à derrota daquele soberano no cerco a Badajoz, o cavaleiro Gonçalo Mendes da Maia - o Lidador, já nonagenário,perdeu a vida na defesa das muralhas de Beja. Diante da falta de informações sobre o período posterior a essâ data, os estudiosos acreditam que a grande ofensiva almóadade Abu Yusuf Ya'qub al-ansur ató ao rio Tejo, após ter reconquistado Silves, compreendeu também a reconquistade Beja, perÍnanecendo poder dos cristãos apenas ern Evora" em todo o Alentejo. Supõe-seainda que a povoação teria retomado a mãos portuguesasapenas erfire 1232 e 1234, época em que as vizinhas Mour4 Serpae Aljustrel, documentadamente, retomaram. A primeira restauraçãodos muros de Beja data do reinado de D. Afonso III, que as fez iniciar a partir de 1253, com recursos oriundos, por dez anos, por dois terços dos dízimos das igrejas de
  7. 7. Beja. No ano seguinte, a povoação recebeu o seu foral nos mesmos termos do de Santarém,confirmado em 1291 no reinado de seu frlho D. Dinis. Este, por sua vez, prosseguiuas obras de reconstrução, reforçando e ampliando as muralhas e torres em 1307 e iniciou a construçãoda torre de menagem. A povoação e seu castelo apoiaramo Mestre de Avis'durante a crise de 1383-1385, tendo envolvimento com episódios subsequentes da História de Portugal, como a fase dos Descobrimentos. No século XV, sob o reinado de D. Afonso V, a Vila foi elevadaa Ducado, tendo como.l.o Duque de Beja seu innão. O infante D. Femando e, posteriormente,o rei D. Manuel I. No reinado deste último soberano têm lugar grandes obras de beneficiação das defesas da vila. elevada a cidade 1517. em Até ao século XVIE o Castelo de Beja foi objecto de diversas ampliaçõese modernizaçõesparticularmente durante a Guerra da Reitauraçãoda independência portuguesa,quando foi reforçado por baluartes conforme projecto do engenheiro-militar francês Nicolau de Langres. No período de 1669" 1679 as obras foram ' dirigidas pelos êngeúeiros João Coutiúo, Diogo. d^eBrito de Castanheira e Manúel Almeida Fâlcão, porém jamais foram concluídas. No início do século XIX, com a eclosão da Guerra Peninbular, a cidade de Beja opôs séria resistência às tropas invasoras francesas.Como resultado, as forças sob o comando do general Junot,mataramcercade 1.200pessoas região. na Poucos anos mais tarde, subsistindo a maior parte das obras seiscentistas,as Guerras Liberais frzeram novas vítimas entre a população.Ainda no século XIX, uma catástrofeaÍrasouparte do perímetro defensivo do Castelo, havendo notícia da reconstrução em 1867,da chamada Porta de Moura e da demolição,em 1893, da Porta Nova de Evora. No século XX foi classifrcadocomo Monumento Nacional por Decreto publicado em 16 de Junho de 1910. A partir de 1938 inicia-se a intervençãopor parte da DGEMN com várias obras..
  8. 8. CtlJru D[ ilüCMilil l|ffiIilürlilT t.. llerculano s/cavc deCarvalho,42 Df Reboleira 21/20.272.PORÏUGAL AI,IADORA Telef,2l4ïele 955 n,962731 731 098 E.mail cnmaximafilia@gmai com

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