Programa de Estudos Pós-Graduados em Psicologia Experimental: Análise do Comportamento - PUC-SP




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REGRA: CONTROLE
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          quot;Uma característica importante da instrução é que ...
IGNORAR: EXTINÇÃO


          quot;Operação de suspender o reforçoquot; (Catania, 1999, p.92).




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CRÍTICAS: PUNIÇÃO


          quot;A punição consiste em programar, para o responder, uma
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ELOGIOS: RESPOSTA VERBAL COM
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VÁRIOS ESTUDOS

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OBJETIVO

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MÉTODO

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PROCEDIMENTO: DELINEAMENTO
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PROCEDIMENTO: DELINEAMENTO
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PROCEDIMENTO

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                  Tabela 4. Porcentagem de intervalos nos quais o comportamento ocorre: média de duas
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                Regras sozinhas exerceram um pequeno efeito sobre o Comportamento
                Inapropriado ...
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                As maiores mudanças na ocorrência de Comportamentos Inapropriados
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Ana Carolina Guerios Felício
                               Nelson Novaes Neto




Wednesday, March 18, 2009
Ana Carolina Guerios Felício
                                Nelson Novaes Neto

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Regras, elogios e ignorar: elementos para um controle efetivo da classe

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Regras, elogios e ignorar: elementos para um controle efetivo da classe.
Madsen, C. H., Becker, W. C., & Thomas, D. R. (1968). Rules, praise, and ignoring: Elements of elementary classroom control. Journal of Applied Behavior Analysis, 1, 139-150.

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  • Regras, elogios e ignorar: elementos para um controle efetivo da classe

    1. 1. Programa de Estudos Pós-Graduados em Psicologia Experimental: Análise do Comportamento - PUC-SP Regras, elogios e ignorar: elementos para um controle efetivo da classe Madsen, C. H., Becker, W. C., & Thomas, D. R. (1968). Rules, praise, and ignoring: Elements of elementary classroom control. Journal of Applied Behavior Analysis, 1, 139-150. Wednesday, March 18, 2009
    2. 2. REGRA: CONTROLE INSTRUCIONAL quot;Uma característica importante da instrução é que ela substitui as contingências naturais por antecedentes verbais. (...) Essa propriedade da instrução verbal tem implicações de alcance muito grande. As instruções podem modificar o comportamento do ouvinte em situações em que as consequências naturais são, por si mesmas, ineficientes ou são eficientes somente a longo prazo. (...) A comunidade verbal modela o comportamento de seguir as instruções por meio de uma ampla gama de atividades, ao longo de parte substancial de nossas vidas. Isso só pode acontecer se as contingências que mantêm o comportamento de seguir instruções forem mais poderosas do que as contingências naturais, às quais as instruções são contrapostasquot; (Catania, 1999, p. 275-277). Wednesday, March 18, 2009
    3. 3. IGNORAR: EXTINÇÃO quot;Operação de suspender o reforçoquot; (Catania, 1999, p.92). Wednesday, March 18, 2009
    4. 4. CRÍTICAS: PUNIÇÃO quot;A punição consiste em programar, para o responder, uma consequência que o torna menos provávelquot; (Catania, 1999, p.109). Wednesday, March 18, 2009
    5. 5. ELOGIOS: RESPOSTA VERBAL COM PROVÁVEL FUNÇÃO REFORÇADORA quot;Embora um reforçador seja uma espécie de estímulo, o reforço não é nem o estímulo, nem a resposta. (...) Como uma operação, o reforçamento é a apresentação de um reforçador quando uma resposta ocorre. (...) O termo reforço também tem funcionado, frequentemente, como um nome para um processo, o aumento no responder que se segue à operação de reforçoquot; (Catania, 1999, p. 90-91). Wednesday, March 18, 2009
    6. 6. VÁRIOS ESTUDOS Contribuições dos princípios da análise do comportamento na vida diária, em especial na educação; A pesquisa é parte de uma série de estudos que objetivaram demonstrar o que o professor poderia fazer para controlar mais efetivamente a classe por meio da aprendizagem daqueles princípios. Wednesday, March 18, 2009
    7. 7. VÁRIOS ESTUDOS Treino sistemático para controle dos comportamentos dos professores, aumentando os comportamentos pertinentes ao estudo de seus alunos (Becker, Madsen, Arnold e Thomas, 1967); A forma como os professores lidam com o comportamento de seus alunos também pode trazer problemas (Thomas, Becker e Armstrong, 1968; Madsen, Becker, Thomas, Koser e Plager, 1968). Wednesday, March 18, 2009
    8. 8. OBJETIVO Avaliar a relação entre mudanças no comportamento das professoras e seus produtos no comportamento dos alunos; Refinar um estudo anterior de Becker e colaboradores (1967), procurando controlar algumas variáveis intervenientes que influenciaram os resultados daquele experimento: Intervenções foram feitas durante a linha de base por influência do seminário; Os componentes do programa experimental não foram introduzidos um a um, então os efeitos ficaram sobrepostos; Não houve reversão para linha de base; Os comportamentos dos professores não foram registrados em todas as condições experimentais. Wednesday, March 18, 2009
    9. 9. MÉTODO Duas professoras voluntárias do ensino fundamental da rede pública; Duas crianças com alta freqüência de problemas de comportamento em cada classe; Adaptação das categorias de comportamentos desenvolvidas previamente por Becker et al.(1967) ao uso com essas crianças, em particular; Wednesday, March 18, 2009
    10. 10. MÉTODO Sujeitos Classe Classe A Classe B Nível Middle-primary (second grade) Kindergarten Crianças Cliff Frank Stan Brincava com objetos em sua Caminhava pela sala e Agarrava ou batia em mesa e com seu dedos; conversava com colegas; objetos ou colegas; Andava pela sala; Imitava comportamentos Não respeitava Não respondia às perguntas da d o s colegas q u e autoridades; produzissem atenção da Mentia; professora; professora. Rabiscava a si mesmo; Roubava; Comportamentos Não prestava atenção às Caminhava pela sala. Inapropriados tarefas; Fazia barulhos de golpes; Falava consigo mesmo; Batia em outros colegas. Wednesday, March 18, 2009
    11. 11. PROCEDIMENTO: DELINEAMENTO EXPERIMENTAL Dois observadores; 20 minutos observando a mesma criança; Discussão das diferenças entre as taxas encontradas com supervisor; Fim: concordância de 80% em cada comportamento registrado ≈ 2 semanas; Confiabilidade = nº acordos / nº acordos + nº desacordos = 81%, checada em cada fase; Os observadores não interagiam com as crianças; Cada observador tinha uma pasta, um cronometro e uma planilha de registro; Os observadores não eram informados sobre as mudanças nas condições experimentais. Wednesday, March 18, 2009
    12. 12. PROCEDIMENTO: DELINEAMENTO EXPERIMENTAL Comportamento Inapropriado foi definido como a ocorrência de um ou mais dos comportamentos citados na Tabela 1, durante qualquer intervalo de observação. Wednesday, March 18, 2009
    13. 13. PROCEDIMENTO: DELINEAMENTO EXPERIMENTAL Cada criança foi observada durante 20min por dia, três dias por semana; Uso de símbolos para registro; Minuto ÷ intervalos de 10s de observação + 10s de registro de comentários; Cada categoria de comportamento poderia ser relatada apenas uma vez em cada intervalo de 10s; VD principal: % de intervalos nos quais ocorreu um Comportamento Inapropriado. Wednesday, March 18, 2009
    14. 14. PROCEDIMENTO: DELINEAMENTO EXPERIMENTAL O registro do comportamento das professoras poderia indicar como elas lidavam com os comportamentos desejáveis e com os comportamentos inapropriados de seus alunos, e a relação com o comportamento das crianças; Cada professora foi observada durante 20 min, uma vez por semana (exceto na fase experimental, onde era mais freqüente); Registro das respostas a todas as crianças; Registro realizado durante a observação da criança alvo, ou após seu término (dependendo do número de observadores); Confiabilidade = 84%. Wednesday, March 18, 2009
    15. 15. PROCEDIMENTO: DELINEAMENTO EXPERIMENTAL Os procedimentos experimentais deveriam ser utilizados em sala de aula durante todos os dias, não apenas na presença dos observadores. Descrição das condições experimentais Classe A em cada classe Classe B Linha de Base Linha de Base Regras Regras Regras + Ignorar Ignorar Regras + Ignorar + Elogios Regras + Ignorar + Elogios Linha de Base Regras + Ignorar + Elogios Wednesday, March 18, 2009
    16. 16. PROCEDIMENTO TABELA DE COMPORTAMENTOS INADEQUADOS E SÍMBOLOS SÍMBOLOS COMPORTAMENTOS INADEQUADOS MOVIMENTOS BRUSCOS BARULHO COM OBJETOS PERTURBAR OUTRAS CRIANÇAS CONTATO (ALTA OU BAIXA INTENSIDADE) VERBALIZAÇÃO MOVER-SE PARA TRÁS OUTROS COMPORTAMENTOS INAPROPRIADOS OBJETOS NA BOCA BRINCAR ISOLADO (KINDERGARDEN) Wednesday, March 18, 2009
    17. 17. 37.6 PROCEDIMENTO PLANILHA DE FREQUÊNCIA MIN. SEG. SÍMBOLO COMENTÁRIOS 10S 20S 30S 1 40S 50S 60S COMENTÁRIOS MIN. SEG. SÍMBOLO COMENTÁRIOS 2 10S 10s t (seg.) 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 55 60 Wednesday, March 18, 2009
    18. 18. 37.6 PROCEDIMENTO PLANILHA DE FREQUÊNCIA MIN. SEG. SÍMBOLO COMENTÁRIOS Fez xixi 10S no amigo 20S 30S 1 40S 50S 60S COMENTÁRIOS MIN. SEG. SÍMBOLO COMENTÁRIOS 2 10S 10s t (seg.) 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 55 60 Wednesday, March 18, 2009
    19. 19. RESULTADOS Fig. 1. Comportamento inapropriado de duas crianças na Classe A em função das condições experimentais. ** O angulo de inclinação da curva é apenas para ser utilizado como comparação às demais curvas, e não é um dado publicado ou validado pelos autores. Wednesday, March 18, 2009
    20. 20. RESULTADOS Fig. 1. Comportamento inapropriado de duas crianças na Classe A em função das condições experimentais. ** O angulo de inclinação da curva é apenas para ser utilizado como comparação às demais curvas, e não é um dado publicado ou validado pelos autores. Wednesday, March 18, 2009
    21. 21. RESULTADOS Fig. 1. Comportamento inapropriado de duas crianças na Classe A em função das condições experimentais. ** O angulo de inclinação da curva é apenas para ser utilizado como comparação às demais curvas, e não é um dado publicado ou validado pelos autores. Wednesday, March 18, 2009
    22. 22. RESULTADOS Fig. 1. Comportamento inapropriado de duas crianças na Classe A em função das condições experimentais. ** O angulo de inclinação da curva é apenas para ser utilizado como comparação às demais curvas, e não é um dado publicado ou validado pelos autores. Wednesday, March 18, 2009
    23. 23. RESULTADOS 171º** Fig. 1. Comportamento inapropriado de duas crianças na Classe A em função das condições experimentais. ** O angulo de inclinação da curva é apenas para ser utilizado como comparação às demais curvas, e não é um dado publicado ou validado pelos autores. Wednesday, March 18, 2009
    24. 24. RESULTADOS 171º** 167º Fig. 1. Comportamento inapropriado de duas crianças na Classe A em função das condições experimentais. ** O angulo de inclinação da curva é apenas para ser utilizado como comparação às demais curvas, e não é um dado publicado ou validado pelos autores. Wednesday, March 18, 2009
    25. 25. RESULTADOS 171º** 167º 148º Fig. 1. Comportamento inapropriado de duas crianças na Classe A em função das condições experimentais. ** O angulo de inclinação da curva é apenas para ser utilizado como comparação às demais curvas, e não é um dado publicado ou validado pelos autores. Wednesday, March 18, 2009
    26. 26. RESULTADOS 171º** 105º 167º 148º Fig. 1. Comportamento inapropriado de duas crianças na Classe A em função das condições experimentais. ** O angulo de inclinação da curva é apenas para ser utilizado como comparação às demais curvas, e não é um dado publicado ou validado pelos autores. Wednesday, March 18, 2009
    27. 27. RESULTADOS Fig. 2. Comportamento inapropriado de uma crianças na Classe B em função das condições experimentais. Wednesday, March 18, 2009
    28. 28. RESULTADOS Fig. 2. Comportamento inapropriado de uma crianças na Classe B em função das condições experimentais. Wednesday, March 18, 2009
    29. 29. RESULTADOS Fig. 2. Comportamento inapropriado de uma crianças na Classe B em função das condições experimentais. Wednesday, March 18, 2009
    30. 30. RESULTADOS Extinção T.O Fig. 2. Comportamento inapropriado de uma crianças na Classe B em função das condições experimentais. Wednesday, March 18, 2009
    31. 31. RESULTADOS Tabela 3. Média das condições experimentais (Frequência de 20 min de observação). Wednesday, March 18, 2009
    32. 32. RESULTADOS Tabela 3. Média das condições experimentais (Frequência de 20 min de observação). Wednesday, March 18, 2009
    33. 33. RESULTADOS Tabela 3. Média das condições experimentais (Frequência de 20 min de observação). Wednesday, March 18, 2009
    34. 34. RESULTADOS Tabela 3. Média das condições experimentais (Frequência de 20 min de observação). Wednesday, March 18, 2009
    35. 35. RESULTADOS Tabela 3. Média das condições experimentais (Frequência de 20 min de observação). Wednesday, March 18, 2009
    36. 36. RESULTADOS Tabela 3. Média das condições experimentais (Frequência de 20 min de observação). Wednesday, March 18, 2009
    37. 37. RESULTADOS Tabela 3. Média das condições experimentais (Frequência de 20 min de observação). Wednesday, March 18, 2009
    38. 38. RESULTADOS Tabela 3. Média das condições experimentais (Frequência de 20 min de observação). Wednesday, March 18, 2009
    39. 39. RESULTADOS Tabela 3. Média das condições experimentais (Frequência de 20 min de observação). Wednesday, March 18, 2009
    40. 40. RESULTADOS Tabela 3. Média das condições experimentais (Frequência de 20 min de observação). Wednesday, March 18, 2009
    41. 41. RESULTADOS Tabela 3. Média das condições experimentais (Frequência de 20 min de observação). Wednesday, March 18, 2009
    42. 42. RESULTADOS Tabela 3. Média das condições experimentais (Frequência de 20 min de observação). Wednesday, March 18, 2009
    43. 43. RESULTADOS Tabela 3. Média das condições experimentais (Frequência de 20 min de observação). Wednesday, March 18, 2009
    44. 44. RESULTADOS Tabela 3. Média das condições experimentais (Frequência de 20 min de observação). Wednesday, March 18, 2009
    45. 45. RESULTADOS Tabela 3. Média das condições experimentais (Frequência de 20 min de observação). Wednesday, March 18, 2009
    46. 46. RESULTADOS Tabela 3. Média das condições experimentais (Frequência de 20 min de observação). Wednesday, March 18, 2009
    47. 47. RESULTADOS Tabela 3. Média das condições experimentais (Frequência de 20 min de observação). Wednesday, March 18, 2009
    48. 48. RESULTADOS Tabela 3. Média das condições experimentais (Frequência de 20 min de observação). Wednesday, March 18, 2009
    49. 49. RESULTADOS Tabela 3. Média das condições experimentais (Frequência de 20 min de observação). Wednesday, March 18, 2009
    50. 50. RESULTADOS Tabela 4. Porcentagem de intervalos nos quais o comportamento ocorre: média de duas crianças na Classe A durante as condições experimentais. Wednesday, March 18, 2009
    51. 51. RESULTADOS Tabela 4. Porcentagem de intervalos nos quais o comportamento ocorre: média de duas crianças na Classe A durante as condições experimentais. Wednesday, March 18, 2009
    52. 52. RESULTADOS Tabela 4. Porcentagem de intervalos nos quais o comportamento ocorre: média de duas crianças na Classe A durante as condições experimentais. Wednesday, March 18, 2009
    53. 53. RESULTADOS Tabela 4. Porcentagem de intervalos nos quais o comportamento ocorre: média de duas crianças na Classe A durante as condições experimentais. Wednesday, March 18, 2009
    54. 54. RESULTADOS Tabela 4. Porcentagem de intervalos nos quais o comportamento ocorre: média de duas crianças na Classe A durante as condições experimentais. Wednesday, March 18, 2009
    55. 55. RESULTADOS Tabela 4. Porcentagem de intervalos nos quais o comportamento ocorre: média de duas crianças na Classe A durante as condições experimentais. Wednesday, March 18, 2009
    56. 56. RESULTADOS Tabela 4. Porcentagem de intervalos nos quais o comportamento ocorre: média de duas crianças na Classe A durante as condições experimentais. Wednesday, March 18, 2009
    57. 57. RESULTADOS Tabela 4. Porcentagem de intervalos nos quais o comportamento ocorre: média de duas crianças na Classe A durante as condições experimentais. Wednesday, March 18, 2009
    58. 58. RESULTADOS Tabela 4. Porcentagem de intervalos nos quais o comportamento ocorre: média de duas crianças na Classe A durante as condições experimentais. Wednesday, March 18, 2009
    59. 59. DISCUSSÃO Regras sozinhas exerceram um pequeno efeito sobre o Comportamento Inapropriado em sala de aula; Ignorar o Comportamento Inapropriado e apresentar aprovação para Comportamentos Apropriados foram efetivos na instalação de Comportamentos Adequados em sala de aula; Mostrar aprovação para Comportamentos Apropriados é provavelmente a chave para o efetivo controle da sala. Wednesday, March 18, 2009
    60. 60. DISCUSSÃO As maiores mudanças na ocorrência de Comportamentos Inapropriados aconteceram quando elogios e aprovação para Comportamentos Apropriados foram enfatizados nos procedimentos experimentais; A introdução de Regras não apresentou efeito apreciáveis sobre o Comportamento Inapropriado; Ignorar Comportamentos Inapropriados produziu resultados inconsistentes; Na Classe A, o Comportamento das crianças tornou-se claramente pior nessa condição; Na Classe B, pequenas mudanças foram registradas; As professoras tiveram dificuldade em aderir a esta condição experimental; Frente a essas dificuldades não foi possivel obter resultados significativos. Wednesday, March 18, 2009
    61. 61. DISCUSSÃO O uso efetivo de Elogio deu à professora mais oportunidade de focar em aptidão acadêmicas; A operação reversa da Professora A mostra claramente que a combinação de Elogio e Ignorar exerce um forte controle sobre os Comportamentos Apropriados; Os procedimentos de “Time Out” não mostraram relação para as alterações do Comportamento; Com este estudo não foi possível prever todas as variáveis presentes em uma sala de aula ou estabelecer procedimentos para garantir um controle ambiental efetivo; Os comportamentos das professoras foram modelados pelos comportamentos dos alunos: ...Eu me convenci que uma postura positiva para disciplinar é a resposta..., ou seja, nem sempre elas ficavam sob controle da condição experimental. Wednesday, March 18, 2009
    62. 62. DISCUSSÃO (HIPÓTESES PARA ESTUDO) 21 70 19 17 53 % de taxa de comportamento inapropriado 15 % de taxa de comportamento das 13 das duas crianças professoras 11 35 8 6 18 4 2 0 0 Baseline I Rules Rules + IgnoringRules + Ignoring + Praise I Baseline II Rules + Ignoring + Praise II Approval to Approval to Disapproval to Disapproval to Inappropriate Behavior Appropriate Inappropriate Inappropriate Appropriate Taxa de frequência de classes de respostas dos professores da Classe A, correlacionada à taxa de comportamento inapropriado dos dois alunos. Wednesday, March 18, 2009
    63. 63. DISCUSSÃO (HIPÓTESES PARA ESTUDO) 21 47.00 19 17 35.25 % de taxa de comportamento inapropriado % de taxa de comportamento das 15 13 das duas crianças professoras 11 23.50 8 6 11.75 4 2 0 0 Baseline I Baseline II Approval to Approval to Disapproval to Disapproval to Inappropriate Behavior Appropriate Inappropriate Inappropriate Appropriate Taxa de frequência de classes de respostas dos professores da Classe A na fase de linha de base, correlacionada à taxa de comportamento inapropriado dos dois alunos. Wednesday, March 18, 2009
    64. 64. DISCUSSÃO (HIPÓTESES PARA ESTUDO) 21 19 17 % de taxa de comportamento das 15 13 professoras 11 8 6 4 2 0 Baseline I Rules Rules + Ignoring Rules + Ignoring + Praise I Baseline II Rules + Ignoring + Praise II Approval to Approval to Disapproval to Disapproval to Appropriate Inappropriate Inappropriate Appropriate Taxa de frequência de classes de respostas dos professores da Classe A. Wednesday, March 18, 2009
    65. 65. DISCUSSÃO (HIPÓTESES PARA ESTUDO) 21 19 17 % de taxa de comportamento das 15 13 professoras 11 8 6 4 2 0 Baseline I Rules Rules + Ignoring Rules + Ignoring + Praise I Baseline II Rules + Ignoring + Praise II Approval to Approval to Disapproval to Disapproval to Appropriate Inappropriate Inappropriate Appropriate Taxa de frequência de classes de respostas dos professores da Classe A. Wednesday, March 18, 2009
    66. 66. DISCUSSÃO (HIPÓTESES PARA ESTUDO) 30.00 70.00 Classe de respostas do professor e suas consequencias sobre o % de taxa de comportamento inapropriado comportamento 52.50 % de taxa de comportamento das inapropriado do aluno 20.00 das duas crianças A.A professoras 35.00 A.I 10.00 17.50 D.I D.A 0 0 Baseline I Rules Rules + Ignoring Rules + Ignoring + Praise I Baseline II Rules + Ignoring + Praise II Manter-Inap. Redu. Inap. Inappropriate Behavior Taxa de frequência dos dois grupos de classes de respostas dos professores da Classe A, correlacionada à taxa de comportamento inapropriado dos dois alunos. Wednesday, March 18, 2009
    67. 67. ?DÚVIDAS? Como o autor pode afirmar: “Mostrar aprovação para Comportamentos Apropriados é provavelmente a chave para o efetivo controle da sala”, sendo que a fase de Aprovação não foi avaliada isoladamente e pode ter sofrido interferência das outras variáveis (Regras e Ignorar) e que a fase anterior (Ignorar) não foi controlada adequadamente? Qual a exatidão dos resultados encontrados na fase experimental Linha de Base II, em que as Professoras e Alunos já tinham uma história prévia de responder sob as continguências manejadas em cada fase experimental, bem como os autores ressaltam que aplicar uma fase de Linha de Base com um “aprendizado” antecedente foi um erro do experimento inicial (Becker, Madsen, Arnold e Thomas, 1967)? Na fase experimental Regras + Ignorar os autores relataram que o aumento na taxa de respostas inapropriadas estava relacionado a dificuldade das professoras em ignorar os comportamentos. Essa topografia não estaria relacionada aos efeitos iniciais de um processo de extinção ou contraste? Wednesday, March 18, 2009
    68. 68. ?DÚVIDAS? Por que os autores não mantiveram as condições experimentais para as duas classes, pois a diferença no manejo das contingências pelas professoras não apresentaram as mesmas condições para uma comparação adequada entre as classes? Wednesday, March 18, 2009
    69. 69. Ana Carolina Guerios Felício Nelson Novaes Neto Wednesday, March 18, 2009
    70. 70. Ana Carolina Guerios Felício Nelson Novaes Neto Obrigado! Perguntas? Wednesday, March 18, 2009

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