Gestão democrática da escola pública município

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Gestão democrática da escola pública município

  1. 1. <ul><li>PLANO DE AULA </li></ul><ul><li>Mídia Digital </li></ul><ul><li>Professora: Nilva Cirilo Pereira Reis </li></ul><ul><li>Tema: “A importância do trabalho em equipe nas decisões da escola” </li></ul><ul><li>Público alvo: Diretores, Supervisores e Inspetores Municipais de Porto Nacional </li></ul><ul><li>Duração: 4 horas </li></ul>
  2. 2. <ul><li>Preparação da aula Data:02/06/2010 </li></ul><ul><li>Disciplinas que podem ser exploradas com o vídeo: História, Filosofia, Sociologia. Professora: Nilva Cirilo Pereira Reis </li></ul><ul><li>Vídeos escolhidos : Trabalho em equipe: juntos por um único objetivo; (www.youtube.com.br ) </li></ul><ul><li>Conteúdo: A participação dos órgãos colegiados na construção do Projeto Político Pedagógico da escola. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Objetivos: </li></ul><ul><li>Ampliar o conhecimento sobre as formas de promover a participação coletiva na escola. </li></ul><ul><li>Promover reflexão sobre a prática pedagógica desenvolvida na escola </li></ul><ul><li>Recursos utilizados: data show, microfone, note book, vídeo. </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Após a exploração dos slides responder aos seguintes questionamentos: </li></ul><ul><li>-Como a escola desenvolve o trabalho em equipe? </li></ul><ul><li>-Quais os entraves que dificultam o trabalho coletivo? </li></ul><ul><li>-Há envolvimento de todos os seguimentos na elaboração e execução dos Projetos; </li></ul><ul><li>-Qual o grau de satisfação dos seguimentos internos e externos da escola com o trabalho desenvolvido pela escola? </li></ul>
  5. 5. GESTÃO DEMOCRÁTICA DA ESCOLA PÚBLICA
  6. 6. BASE LEGAL <ul><li>Constituição Federal de 1988, Artigo </li></ul><ul><li>206,Inciso VI “gestão democrática no ensino público”. </li></ul><ul><li>LDB-Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Artigo 9º dispõe sobre a elaboração do PNE-Plano Nacional de Educação resguardando os princípios constitucionais, bem como incluindo o de gestão democrática . </li></ul>
  7. 7. A efetivação da gestão democrática é fruto da mobilização dos trabalhadores em educação, das comunidades escolar e local. Isso implica luta pela garantia da autonomia da unidade escolar, pela implantação de processos colegiados nas escolas , pela garantia de financiamento pelo poder público..
  8. 8. Gestão Escolar <ul><li>Forma de organizar o trabalho pedagógico, que implica visibilidade de objetivos e metas dentro da instituição escolar(como está definido no PPP(Projeto Político Pedagógico) -funções e atribuições, planos de ações). Sistematização e monitoramento de todo o trabalho pedagógico, bem como dos resultados educacionais: SARE, Prova Brasil, IDEB. </li></ul>
  9. 9. <ul><li>Implica gestão colegiada ( conselho escolar ) de recursos materiais e humanos, planejamento de suas atividades , distribuição de funções e atribuições na relação interpessoal de trabalho, e partilha do poder; </li></ul><ul><li>Diz respeito a todos os aspectos da gestão colegiada e participativa da escola e na democratização da tomada de decisões. </li></ul>
  10. 10. A participação efetiva de todos os membros da comunidade escolar e local é a base para a democratização da escola e de sua gestão para que a escola cumpra com as suas finalidades sociais. Trata-se de processo a ser construído coletivamente , que deve considerar a realidade de cada escola e dos que nela trabalham, estudam, compartilham ações, atividades e momentos culturais e políticos.
  11. 11. O importante é compreender que esse processo se efetiva pelo resultado, sobretudo, da concepção de gestão e capacidade da participação dos diferentes segmentos em explicitar princípios voltados para o bem comum.
  12. 12. Nesse percurso, a definição da concepção, das funções da escola, dos seus valores, princípios e, portanto, do alcance e da natureza política e social da gestão democrática, é fundamental para a efetivação dos processos de participação e decisão, sendo o Projeto Político Pedagógico o instrumento norteador de todo o trabalho da escola.
  13. 13. O que é o projeto político-pedagógico? <ul><li>E um instrumento que organiza e sistematiza o trabalho educativo, compreendendo o pensar e o fazer da escola por meio de ações, atos e medidas que combinem a reflexão e as práticas do fazer pedagógico (SILVA, 2003, p. 296). </li></ul>
  14. 14. PRINCIPAIS METAS E OBJETIVOS DA ESCOLA
  15. 15. O Projeto Político Pedagógico busca um rumo, uma direção. É uma ação intencional , com um sentido explicito, com um compromisso definido coletivamente. E, por isso, todo projeto pedagógico da escola é também um projeto político, por estar intimamente articulado ao compromisso sociopolítico com os interesses reais e coletivos da população majoritária (VEIGA, 2004, p. 15).
  16. 16. A importância do projeto político-pedagógico e do trabalho coletivo na escola <ul><li>A LDB estabelece no artigo 2º as finalidades da educação nacional, que são: o desenvolvimento pleno do educando, sua preparação para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. O projeto político-pedagógico tem como fundamentos esses mesmos objetivos institucionais. </li></ul>
  17. 17. A construção coletiva do projeto político-pedagógico, envolvendo professores, estudantes, funcionários, pais e comunidade é um aprendizado da gestão democrática e participativa. Pois, a democratização implica, portanto, compreender a cultura da escola e dos seus processos, bem como articulá-los com as relações sociais mais amplas, definindo suas finalidades .
  18. 18. Finalidade cultural Finalidade Política social Finalidade de formação profissional Finalidade humanística
  19. 19. a) Finalidade cultural : visa preparar culturalmente os indivíduos para compreender melhor a sociedade em que vivem; b) Finalidade política e social : busca formar os indivíduos para participarem politicamente na sociedade da qual fazem parte;
  20. 20. c) Finalidade de formação profissional : propõe-se preparar o estudante para a compreensão do papel do trabalho na sua formação; d) Finalidade humanística : tem como objetivo formar o estudante integralmente .
  21. 21. <ul><li>DEMOCRATIZAÇÃO DA GESTÃO ESCOLAR : mecanismo de participação e autonomia da unidade escolar </li></ul>
  22. 22. Para que a tomada de decisão seja partilhada e coletiva, é necessária a efetivação de vários mecanismos de participação, tais como: :1- o aprimoramento dos processos de escolha ao cargo de diretor, 2- a criação e consolidação de órgãos colegiados na escola – conselhos escolares e conselho de classe
  23. 23. Conselho de Classe <ul><li>Atua de forma contínua nos processos de ensino e aprendizagem, reúne-se bimestralmente e/ou em caráter extraordinário. </li></ul><ul><li>É o colegiado responsável pelo processo coletivo de acompanhamento e avaliação do ensino e da aprendizagem. </li></ul>
  24. 24. Conselho Escolar <ul><li>Atua de forma contínua, tem por finalidade orientar e participar nas tomadas de decisões sobre as questões educacionais no âmbito da Escola, abrangendo as dimensões administrativa, financeira, jurídica e pedagógica. </li></ul>
  25. 25. 3– o fortalecimento da participação estudantil por meio da criação e consolidação de grêmios estudantis/Governos estudantis ; 4- a construção coletiva do projeto político-pedagógico da escola; 5- a redefinição das tarefas e funções da associação de pais e mestres/conselho escolar na perspectiva de construção de novas maneiras de se partilhar o poder e a decisão nas instituições.
  26. 26. Entidade estudantil <ul><li>O Grêmio Estudantil é um mecanismo que oportuniza os jovens de participar da sociedade através de ações(projetos) que envolvam as comunidades interna e externa . É uma oportunidade de parceria no âmbito da instituição escolar e uma forma de desenvolver as lideranças estudantis. </li></ul>
  27. 27. A autonomia pedagógica e financeira e a implementação de um projeto político-pedagógico próprio da unidade escolar encontram vários limites no paradigma de gestão escolar, destacando, dentre eles:
  28. 28. a) a centralização das decisões; b) entraves ao estabelecimento de princípios de organização colegiada da gestão e do trabalho pedagógico; c) projeto político-pedagógico desvinculado do contexto da unidade escolar.
  29. 29. Gestão e participação nos conselhos escolares <ul><li>O § 2º do artigo 14 da LDB afirma a necessidade da &quot;participação das comunidades escolar e local em conselhos escolares ou equivalentes&quot;. Vamos refletir um pouco sobre o significado e o lugar que o conselho escolar ocupa na estrutura da escola. </li></ul>
  30. 30. significa tanto ouvir alguém, quanto submeter algo a uma deliberação de alguém, após uma ponderação refletida, prudente e de bom senso. O conselho escolar será a voz e o voto dos diferentes atores da escola, internos e externos , desde os diferentes pontos de vista, deliberando sobre a construção e a gestão de seu projeto político-pedagógico .
  31. 31. Pensar um novo cenário para a escola implica a articulação de três noções fundamentais: eficiência (capacidade de realizar, produzir, desempenhar), eficácia (que tem força, virtude de produzir efeito) e efetividade social .(garantir acesso e permanência com qualidade).
  32. 32. b) Dimensões da autonomia <ul><li>Representação das dimensões da autonomia </li></ul>
  33. 33. Autonomia jurídica - diz respeito à possibilidade de a escola elaborar suas normas e orientações escolares em consonância com as legislações educacionais, como, por exemplo, matrícula, transferência de alunos, admissão de professores, concessão de grau; Autonomia Financeira - refere-se à disponibilidade de recursos financeiros capazes de dar à instituição educativa condições de funcionamento efetivo ;
  34. 34. Autonomia Pedagógica - consiste na liberdade de propor modalidades de ensino e pesquisa. Está estreitamente ligada à identidade, à função social, à clientela, à organização curricular, à avaliação, bem como aos resultados e, portanto, à essência do projeto pedagógico da escola. (VEIGA, 1998, p.16-19)
  35. 35. Para que a escola cumpra a sua função social é necessário contar com todos os profissionais. Assim, cada trabalhador contribui com sua parcela para que a escola cumpra o seu papel primordial: a formação dos estudantes(ensinar com qualidade) e dos que nela trabalham e constroem o seu cotidiano.
  36. 36. Sucessos e felicidades a todos!

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