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Alcoolismo
Definição
• A dependência de álcool (alcoolismo) é uma
doença crônica e multifatorial;
• Isso significa que diversos fator...
Nível de álcool no sangue
• É a quantidade de álcool no sangue, medida em
gramas por 100ml.
• Quando ingerimos uma bebida ...
Nivel de álcool X Efeitos a curto
prazo
• 0,01 a 0,05 g% - Sensação de relaxamento e
leve euforia;
• 0,10 a 0,15 g% - Cami...
Tabela de teor alcoólico
O perfil dos alcoolistas
• Em termos de gênero, os homens em
comparação com as mulheres fazem uso do
álcool bem superior, ...
• Quase 3% da população brasileira acima de 15
anos de idade é considerada alcoólatra,
segundo o levantamento da Organizaç...
• 30 a 50% dos usuários satisfazem os
critérios para transtorno depressivo
maior(17,1%);
• 33% tem um transtorno de ansied...
Efeitos físicos do uso do álcool
O álcool e o cérebro
• O desejo que certas pessoas desenvolvem por
álcool, se deve a mudanças bioquímicas no
cérebro causa...
O álcool e o cérebro
• Síndrome de Korsakoff: condição
neurológica induzida pelo álcool,
caracterizada pela incapacidade d...
O álcool e os sistemas imune e
endócrino
• Enfraquecimento do sistema imune;
• Danos ao DNA;
• Interferência no desenvolvi...
O álcool e os sistemas imune e
endócrino
• Nas mulheres, perturbações menstruais e
abortos espontâneos;
• O álcool pode di...
O álcool e o sistema
cardiovascular
• Formação de depósitos de gordura no
músculo cardíaco, diminuindo sua
eficiência;
• A...
O álcool e o trato gastrintestinal
• Inflamação do estômago e formação de
úlceras gastrintestinais;
• Inflamação grave do ...
O álcool e a gravidez
• Síndrome alcoólica fetal: causa má
formações congênitas graves, incluindo
baixa inteligência, micr...
Efeitos psicossociais do uso de
álcool
Efeitos Psicossociais
• Desinibição comportamental: falsa
sensação de confiança e liberdade dos
limites sociais resultante...
• Miopia do álcool: tendência do álcool a
aumentar a concentração da pessoa em
situações imediatas e de reduzir a
consciên...
• Envolvimento em situações sexuais sem
proteção;
• Problemas sociais diversos, como
dificuldades em relacionamentos
inter...
Fatores que contribuem para a
dependência de álcool
Genética e o alcoolismo
• Pesquisadores localizaram os genes em
alguns alcoolistas que altera o receptor de
Dopamina chama...
• Crianças adotadas são mais suscetíveis a
dependência de álcool se 1 ou os 2 pais
biológicos tiverem sido dependentes;
• ...
• Indivíduos que herdam uma variação
genética na produção da enzima álcool
desidrogenase, sentem uma reação
excessiva de r...
• Traços de personalidades em sua maior
parte determinados geneticamente,
daqueles que tem mais probabilidade de
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Interação Genes e o ambiente
• Interações entre a pessoa e o ambiente
que incluíam impulsividade, desinibição,
associações...
Álcool, temperamento e
personalidade
Traços específicos de
personalidade
• Temperamento que inclui atração pela
aventura e intolerância a frustração;
• Subcont...
Álcool e redução da tensão
• Hipótese da redução da tensão, ou seja,
o álcool e outras substâncias que causam
dependência ...
Fatores cognitivos sociais
• Modelo da autoconsciência, propõe que
o álcool distorce o processamento de
informações, torna...
• Um terceiro modelo defende que o
comportamento sob o efeito do álcool
represente um descanso bem vindo das
regras da vid...
Álcool e o contexto
• Pesquisas indicam que o contexto em que
se se esta inserido influenciam o consumo
de bebidas alcoóli...
Álcool e expectativas
• Crenças dos indivíduos a respeito do consumo
de álcool sobre seu próprio comportamento e
dos outro...
Tratamento e prevenção da
dependência de álcool
Tratamento medicamentoso
• Os medicamentos incluem agentes de
desintoxicação para administrar a
abstinência, agentes sensi...
• Outro medicamento é o Naltrexona, que
se liga a receptores opioides no cérebro e
previne sua ativação, diminuindo o efei...
Terapia de aversão
• Terapia comportamental que conecta um
estímulo desagradável(um medicamento
nauseante) a um comportame...
Programas de prevenção de
recaídas
Recaídas
• 60% dos pacientes 1 ano após o fim do
tratamento tem recaídas, sendo assim
uma taxa extraordinariamente elevada...
Programas de prevenção
• Uma forma de prevenção baseia-se na extinção
gradual dos estímulos para a bebida;
• A pessoa é ex...
• Treinamento de enfrentamento e
habilidades sociais, ensina-se
estratégias aos indivíduos para enfrentar
situações de alt...
• Controle de bebida: Os pesquisadores
tem debatido de forma intensa sobre a
controversa questão de se as pessoas
que tem ...
• Grupos de autoajuda: O grupo AA, fundado
em 1935, aborda 12 passos e reconhece o
modelo bioquímico de abuso de álcool e ...
Prevenindo problemas com o
álcool
Teoria do bem estar
• Propõe que o comportamento saudável seja a
abordagem consciente e deliberada para um
estado evoluído...
Teoria do comportamento-
problema
• Sugere que o uso de substâncias, a
atividade sexual precoce, a ociosidade e
outros com...
• Maior eficácia quando voltados para crianças e
adolescentes antes de haverem sucumbido ao hábito;
• Estratégias de preve...
• Outra estratégia adotada pelos psicólogos
da saúde é retardar a experimentação dos
jovens ao máximo possível;
• Isso aum...
Máxima do AA
• “Procurarei viver o dia que
passa apenas, sem tentar
resolver todos os problemas
da minha vida inteira.”
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Alcoolismo

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Trabalho sobre alcoolismo para a disciplina Fundamentos da Psicologia da Saúde

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Alcoolismo

  1. 1. Alcoolismo
  2. 2. Definição • A dependência de álcool (alcoolismo) é uma doença crônica e multifatorial; • Isso significa que diversos fatores contribuem para o seu desenvolvimento, incluindo a quantidade e frequência de uso do álcool, a condição de saúde do indivíduo e fatores genéticos, psicossociais e ambientais. • No entanto, o diagnóstico é baseado na 5ª edição do Manual Diagnóstico Estatístico de Transtornos Mentais (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders, DSM-5), da Associação Americana de Psiquiatria.
  3. 3. Nível de álcool no sangue • É a quantidade de álcool no sangue, medida em gramas por 100ml. • Quando ingerimos uma bebida alcoólica, cerca de 20% do álcool é absorvido no estômago diretamente para a corrente sanguínea. • Os 80% restantes passam para o intestino, onde são absorvidos a uma velocidade que depende do estômago estar cheio ou vazio. • Beber de estômago cheio retarda a absorção em até 90 minutos.
  4. 4. Nivel de álcool X Efeitos a curto prazo • 0,01 a 0,05 g% - Sensação de relaxamento e leve euforia; • 0,10 a 0,15 g% - Caminhar e utilizar habilidades motoras finas tornam-se muito difíceis; • 0,20 a 0,25 g% - A visão se torna obscura, a fala é confusa, é impossível caminhar sem cambalear e pode haver coma alcoólico; • Acima de 0,35 g% - Pode ocorrer a morte.
  5. 5. Tabela de teor alcoólico
  6. 6. O perfil dos alcoolistas • Em termos de gênero, os homens em comparação com as mulheres fazem uso do álcool bem superior, tomam bebedeiras e fazem o consumo pesado do álcool; • No caso brasileiro, a diferença entre o consumo masculino e feminino é profunda. Entre homens, a taxa chega a mais de 13 litros por ano. Para as mulheres é de 4 litros. Cerca de 60%do consumo é de cerveja; apenas 4% é representado pelo vinho.
  7. 7. • Quase 3% da população brasileira acima de 15 anos de idade é considerada alcoólatra, segundo o levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS). Parece pouco, mas essa porcentagem equivale a mais de 4 milhões de pessoas; • De acordo com o estudo divulgado pela OMS em Maio de 2014, o brasileiro bebe 8,7% litros de álcool puro por pessoa a cada ano, contra a média global de 6,2%. O perfil dos alcoolistas brasilleiros
  8. 8. • 30 a 50% dos usuários satisfazem os critérios para transtorno depressivo maior(17,1%); • 33% tem um transtorno de ansiedade concomitante(5,1%); • 14% possuem personalidades antissociais(1 a 3%) e • 36% são adictos em outras substâncias. O perfil dos alcoolistas x Transtornos mentais
  9. 9. Efeitos físicos do uso do álcool
  10. 10. O álcool e o cérebro • O desejo que certas pessoas desenvolvem por álcool, se deve a mudanças bioquímicas no cérebro causadas pelo consumo a longo prazo. • Seu consumo prolongado e em níveis elevados pode fazer o cérebro encolher, sobretudo em mulheres. • Inibição da neurogênese(processo de geração de novos neurônios e novas conexões sinápticas).
  11. 11. O álcool e o cérebro • Síndrome de Korsakoff: condição neurológica induzida pelo álcool, caracterizada pela incapacidade de armazenar memórias novas. • Fortes efeitos sobre o hipocampo, que está associado a aprendizagem, memória, regulação emocional, processamento sensorial, apetite e estresse. Pois o álcool inibe neurotransmissores importantes. Ex: Dopamina.
  12. 12. O álcool e os sistemas imune e endócrino • Enfraquecimento do sistema imune; • Danos ao DNA; • Interferência no desenvolvimento do sistema endócrino; • Perturbações na secreção do hormônio do crescimento(GH); • Nos homens, diminuição no nível de testosterona, levando a impotência e menor fertilidade;
  13. 13. O álcool e os sistemas imune e endócrino • Nas mulheres, perturbações menstruais e abortos espontâneos; • O álcool pode diminuir os níveis de estrogênio, podendo explicar em parte a associação entre o uso de álcool e um risco maior de câncer de mama.
  14. 14. O álcool e o sistema cardiovascular • Formação de depósitos de gordura no músculo cardíaco, diminuindo sua eficiência; • Aumento da frequência cardíaca e dilatação dos vasos sanguíneos, resultando na perda de calor corporal; • Aumento da pressão arterial e o colesterol sérico, lesionando as artérias coronarianas.
  15. 15. O álcool e o trato gastrintestinal • Inflamação do estômago e formação de úlceras gastrintestinais; • Inflamação grave do fígado(hepatite) e a substituição de células normais hepáticas por tecido fibroso(cirrose); • Obs: A cirrose hepática é uma doença irreversível que causa em torno de 26 mil mortes somente nos EUA.
  16. 16. O álcool e a gravidez • Síndrome alcoólica fetal: causa má formações congênitas graves, incluindo baixa inteligência, microcefalia, retardo mental, atraso no crescimento corporal, anormalidades faciais, como olhos, ouvidos, nariz e bochechas malformados, e defeitos cardíacos congênitos.
  17. 17. Efeitos psicossociais do uso de álcool
  18. 18. Efeitos Psicossociais • Desinibição comportamental: falsa sensação de confiança e liberdade dos limites sociais resultantes do consumo de álcool. Resultando em maior agressividade, riscos ou comportamentos que seriam evitados em outras circunstâncias.
  19. 19. • Miopia do álcool: tendência do álcool a aumentar a concentração da pessoa em situações imediatas e de reduzir a consciência a respeito de situações distantes; • Por exemplo, estudo com universitários divididos em pares e conversando por 15 minutos após ingestão de bebidas alcoólicas. Efeitos Psicossociais
  20. 20. • Envolvimento em situações sexuais sem proteção; • Problemas sociais diversos, como dificuldades em relacionamentos interpessoais; • Diversos tipos de violências, como homicídios, agressões, roubos, suicídios, estupros e assédio doméstico. Efeitos Psicossociais
  21. 21. Fatores que contribuem para a dependência de álcool
  22. 22. Genética e o alcoolismo • Pesquisadores localizaram os genes em alguns alcoolistas que altera o receptor de Dopamina chamado DRD2 e DRD4; • Quando a mãe ou pai de uma criança do sexo masculino são dependentes de álcool, essa criança tem significativamente mais probabilidade de abusar do álcool mais tarde.
  23. 23. • Crianças adotadas são mais suscetíveis a dependência de álcool se 1 ou os 2 pais biológicos tiverem sido dependentes; • Gêmeos idênticos tem 2 vezes a taxa de concordância (76%) de gêmeos fraternos para abuso e dependência de álcool. Genética e o alcoolismo
  24. 24. • Indivíduos que herdam uma variação genética na produção da enzima álcool desidrogenase, sentem uma reação excessiva de rubor quando bebem. Na ausência dessa variação genética, o consumo exagerado torna-se mais provável; Genética e o alcoolismo
  25. 25. • Traços de personalidades em sua maior parte determinados geneticamente, daqueles que tem mais probabilidade de abusar de álcool: temperamento agitado, impulsividade, intolerância à frustração, vulnerabilidade à depressão e atração geral pela excitação. Genética e o alcoolismo
  26. 26. Interação Genes e o ambiente • Interações entre a pessoa e o ambiente que incluíam impulsividade, desinibição, associações com grupos de amigos disfuncionais e pouco controle parental agem como catalisadores para o uso de álcool; • Condições familiares caóticas e desinteressadas são fortes prognósticos do consumo de álcool.
  27. 27. Álcool, temperamento e personalidade
  28. 28. Traços específicos de personalidade • Temperamento que inclui atração pela aventura e intolerância a frustração; • Subcontrole comportamental(propensão à transgressão) caracterizado por agressividade, falta de convencionalidade, hiperatividade e comportamento impulsivo; • Emotividade negativa se caracteriza por depressão e ansiedade.
  29. 29. Álcool e redução da tensão • Hipótese da redução da tensão, ou seja, o álcool e outras substâncias que causam dependência são reforçadores porque aliviam a tensão, em parte por estimularem o SNC para liberar neurotransmissores que acalmam a ansiedade e reduzem a sensibilidade a dor.
  30. 30. Fatores cognitivos sociais • Modelo da autoconsciência, propõe que o álcool distorce o processamento de informações, tornando o pensamento mais superficial e menos crítico; • Modelo da autodepreciação, propõe que algumas pessoas que bebem utilizam o álcool como desculpa para os fracassos pessoais e outros resultados negativos em suas vidas.
  31. 31. • Um terceiro modelo defende que o comportamento sob o efeito do álcool represente um descanso bem vindo das regras da vida cotidiana. • Cada um desses modelos, enfatiza a importância do contexto social no ato de beber. Fatores cognitivos sociais
  32. 32. Álcool e o contexto • Pesquisas indicam que o contexto em que se se esta inserido influenciam o consumo de bebidas alcoólicas; • O ato de beber em grupo grande com os 2 sexos esta associado a baixa depressão e personalidade socialmente extrovertida; • Já grupos pequenos do mesmo sexo, indica indivíduos mais introvertidos, bebendo em resposta a estados internos negativos.
  33. 33. Álcool e expectativas • Crenças dos indivíduos a respeito do consumo de álcool sobre seu próprio comportamento e dos outros; • As pessoas que acreditam estar sob influência de álcool se comportam da mesma forma que pessoas que beberam, mesmo que não tenham bebido; • Outro exemplo, são pessoas que creem que o álcool promova excitação sexual respondem a mais estímulos sexuais se acreditarem que beberam.
  34. 34. Tratamento e prevenção da dependência de álcool
  35. 35. Tratamento medicamentoso • Os medicamentos incluem agentes de desintoxicação para administrar a abstinência, agentes sensibilizadores ao álcool para impedir que o indivíduo beba no futuro e agentes antidesejo para reduzir o risco de recaída; • No maioria dos casos devido a depressão, são administrados antidepressivos, pro exemplo, a fluoxetina;
  36. 36. • Outro medicamento é o Naltrexona, que se liga a receptores opioides no cérebro e previne sua ativação, diminuindo o efeito de gratificação que vem do consumo de álcool; • Estudos com placebos, comprovaram a eficiência do Naltrexona, na manutenção de pacientes por mais tempo abstinentes. Tratamento medicamentoso
  37. 37. Terapia de aversão • Terapia comportamental que conecta um estímulo desagradável(um medicamento nauseante) a um comportamento indesejável(beber ou fumar), fazendo com que o paciente evite o comportamento; • Exemplo disso é a associação de Dissulfiram e o consumo de álcool.
  38. 38. Programas de prevenção de recaídas
  39. 39. Recaídas • 60% dos pacientes 1 ano após o fim do tratamento tem recaídas, sendo assim uma taxa extraordinariamente elevada; • Muitas ocorrem em situações em que o paciente se encontra expostos a bebidas, como por exemplo, em coquetéis, onde veem as pessoas bebendo despreocupadas.
  40. 40. Programas de prevenção • Uma forma de prevenção baseia-se na extinção gradual dos estímulos para a bebida; • A pessoa é exposta repetidas vezes a estímulos relacionados ao álcool, como o aroma da bebida preferida, mas não pode beber; • As respostas dos pacientes, que de início estavam física e psicologicamente condicionadas, diminuem com a exposição repetida em numerosas sessões.
  41. 41. • Treinamento de enfrentamento e habilidades sociais, ensina-se estratégias aos indivíduos para enfrentar situações de alto risco sem ajuda do álcool; • Essas situações em geral, envolvem pressões sociais, emoções negativas como a raiva e a frustração e dificuldades de comunicação. Programas de prevenção
  42. 42. • Controle de bebida: Os pesquisadores tem debatido de forma intensa sobre a controversa questão de se as pessoas que tem problemas com a bebida podem aprender a beber com moderação; • No entanto, para um pequeno contingente desses indivíduos, beber com moderação pode ser um objetivo social mais realista do que a abstinência total. Programas de prevenção
  43. 43. • Grupos de autoajuda: O grupo AA, fundado em 1935, aborda 12 passos e reconhece o modelo bioquímico de abuso de álcool e o alcoolismo é visto como incurável; • Os grupos envolvem discussões em grupo sobre experiências dos membros na recuperação do abuso de álcool; • Outro grupo de autoajuda, o Rational Recovery, oferece uma alternativa não espiritual ao tratamento de dependência de álcool. Programas de prevenção
  44. 44. Prevenindo problemas com o álcool
  45. 45. Teoria do bem estar • Propõe que o comportamento saudável seja a abordagem consciente e deliberada para um estado evoluído de saúde psicológica e espiritual; • Os jovens que tem senso de que seu mundo é coerente e compreensível, que sentem confiança de possuir habilidades necessárias para lidar com as exigências da vida e que se percebem comprometidos consigo mesmos e com suas vidas geralmente adotam um estilo de vida benéfico para a saúde.
  46. 46. Teoria do comportamento- problema • Sugere que o uso de substâncias, a atividade sexual precoce, a ociosidade e outros comportamentos de risco muitas vezes ocorram em conjunto, como uma síndrome, e desencadeiem outras dificuldades mais adiante na vida.
  47. 47. • Maior eficácia quando voltados para crianças e adolescentes antes de haverem sucumbido ao hábito; • Estratégias de prevenção primária: fiscalização rígida de leis contra bebida no trânsito, preços mais elevados para álcool e cigarros, punições mais severas para aqueles que vendem álcool e cigarros para menores e aulas educativas que informem os pais sobre os perigos de diversas drogas, melhorem a comunicação entre pais e filhos e/ ou delineiem de maneira realista os riscos potenciais do uso de substâncias. Programas de prevenção
  48. 48. • Outra estratégia adotada pelos psicólogos da saúde é retardar a experimentação dos jovens ao máximo possível; • Isso aumenta a probabilidade de que ele seja informado de forma realista sobre os riscos da substância e tenha a maturidade cognitiva para evitar o raciocínio errôneo que frequentemente leva ao abuso. Programas de prevenção
  49. 49. Máxima do AA • “Procurarei viver o dia que passa apenas, sem tentar resolver todos os problemas da minha vida inteira.”

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