Pergaminhos e Palimpsestos (ebook)

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Entrevista a Ana Maria Kauppila, no lançamento do ebook - Pergaminhos e Palimpsestos

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Pergaminhos e Palimpsestos (ebook)

  1. 2. Pergaminhos e Palimpsestos – porquê o título?
  2. 3. Pergaminhos e Palimpsestos – porquê o título? Este título radica em três vertentes ligadas a esses documentos: a História, a construção do conhecimento e o mistério. Escrever é o resultado de tudo isso. A metáfora da folha branca, é apenas isso, metáfora. A figura de um estilo que não corresponde a um facto. Somos todos sede de re-escritas, de rasuras, de emendas, de construção e de fontes inesgotáveis de aprendizagem e de saber.
  3. 4. Este é o primeiro livro. Como nasceu a ideia?
  4. 5. Este é o primeiro livro. Como nasceu a ideia? Escrever é sussurrar ao papel uma imensidão de carinhos e de brados contidos nessa dialéctica que a vida nos impõe e com a qual lidamos de diferentes formas. É, sobretudo, uma aprendizagem, de si e do outro . Mas é também, e isso é absolutamente relevante, um risco. O que comporta toda a marca de desafio que nos colocamos, ao partilhar com os potenciais leitores, pontos de vista que são sempre contingentes e subjectivos. A ideia nasceu do valor que atribuo a esse conjunto de componentes que referi.
  5. 6. Dada a génese do livro, como escolhia os temas a abordar?
  6. 7. Os temas são escolhidos em função de uma pertinência que pode ser mais científica, ou mais afectiva, relativamente ao momento a que a escrita se reporta. São pretextos de vária ordem – a música, o cinema, as pessoas, as emoções, alguns acontecimentos, etc. - que me ajudam a didactizar uma série de questões que o mundo me suscita e que, penso, são comuns a muitos dos meus, alguns já fiéis, leitores. São essas marcas que vou construindo neste enorme e desafiante palimpsesto que é a Educação. Dada a génese do livro, como escolhia os temas a abordar?
  7. 8. Como vê o futuro da Educação, nomeadamente em termos de tecnologias?
  8. 9. No que diz respeito às tecnologias, decididamente, com uma re-colocação do eixo: assumir as tecnologias como instrumentos – valiosos, é certo – mas ao serviço da Educação e não ao contrário. Além desta componente específica, importa lembrar que a Educação, pela primeira vez na História, representa o eixo mais relevante, sintagmática e paradigmaticamente. O séc. XXI exige, por isso mesmo, mais capacidade, mais qualidade, mais investimento e, sobretudo, mais serviço da parte de todos os que nela se envolvem e a ela se dedicam. Como vê o futuro da Educação, nomeadamente em termos de tecnologias?

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