Avaliação Formativa Como Instrumento De Aprendizagem

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Como a avaliação pode ser apoio da aprendizagem: nos seus aspectos teóricos, legais e metodológicos

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  • Penso que é necessário se discutir a Avaliação escolar, pois a grande maioria dos educadores tem dificuldade em como avaliar o aluno.
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Avaliação Formativa Como Instrumento De Aprendizagem

  1. 1. AVALIAÇÃO FORMATIVA COMO INSTRUMENTO DE APRENDIZAGEM PROFª Drª NEIDE ARRIAS BITTENCOURT-UFSC
  2. 2. <ul><li>ALGUMAS REFLEXÕES: O QUE OS AUTORES FALAM SOBRE AVALIAÇÃO. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>AVALIAÇÃO É UM TEMA DE GRANDE COMPLEXIDADE NÃO HAVENDO AINDA UM CONSENSO EM TORNO DE UM MODELO. </li></ul>
  4. 4. AVALIAÇÃO DEVE SER: <ul><li>DIAGNÓSTICA: ENTRADA – INICIAL </li></ul><ul><li>FORMATIVA: CONTÍNUA – PROCESSO - ACOMPANHAMENTO – QUALITATIVA </li></ul><ul><li>SOMATIVA: FINAL – PRODUTO - QUANTITATIVA </li></ul>
  5. 5. <ul><li>UMA AVALIAÇÃO SEM A DEVIDA FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA E METODOLÓGICA CONSTITUI-SE EM MERO ATO MECÂNICO. </li></ul>
  6. 6. <ul><li>AVALIAÇÃO SÓ TEM SENTIDO PARA A APRENDIZAGEM QUANDO OS RESULTADOS PERMITEM AO ALUNO CONTINUAR PROGREDINDO. E ISTO SÓ SERÁ POSSÍVEL QUANDO A AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS QUE SE TRANSMITE AO ALUNO FOR FEITA COM RELAÇÃO A SUAS CAPACIDADES E AO ESFORÇO REALIZADO. ESTE É PROVAVELMENTE O ÚNICO CONHECIMENTO QUE É PRECISO SABER COM JUSTIÇA, JÁ QUE É O PERMITE PROMOVER A AUTO-ESTIMA E A MOTIVAÇÃO PARA CONTINUAR. ZABALA (1998:P.103) </li></ul>
  7. 7. <ul><li>A AVALIAÇÃO DEVE SER USADA SEMPRE PARA MELHORAR, NUNCA PARA ELIMINAR, SELECIONAR OU SEGREGAR. Méndez/2005 </li></ul>
  8. 8. <ul><li>ENSINAR, APRENDER E AVALIAR NÃO SÃO MOMENTOS SEPARADOS. FORMAM UM CONTÍNUO EM INTERAÇÃO PERMANENTE. </li></ul><ul><li>Méndez/2005 </li></ul>
  9. 9. <ul><li>A PROVA CUMULATIVA E O EXAME DÃO AO ALUNO UMA CHANCE – REAL OU IMAGINÁRIA – DE ENGANAR: PREPARAÇÃO INTENSIVA DE ÚLTIMA HORA, A COLA, AUXÍLIO MENDIGADO, SEDUÇÃO DESARMADORA, AUSÊNCIAS CALCULADAS, PERMITINDO-LHE INFLUENCIAR O JULGAMENTO DO PROFESSOR.(...) A AVALIAÇÃO FORMATIVA, CONTÍNUA E INTENSIVA, NÃO OFERECE PROTEÇÃO ALGUMA AOS ALUNOS PARA QUEM A PREGUIÇA OU A INDIFERENÇA DO PROFESSOR SÃO AS ÚNICAS CHANCES. Perrenoud(1999,p 133) </li></ul>
  10. 10. POSSIBILIDADES DE REALIZAÇÃO DA AVALIAÇÃO FORMATIVA
  11. 11. <ul><li>2ª PARTE: ASPECTOS LEGAIS </li></ul>
  12. 12. LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996 <ul><li>III a verificação do rendimento escolar observará os seguintes critérios: </li></ul><ul><ul><li>a) avaliação contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais; </li></ul></ul>
  13. 13. RESOLUÇÃO Nº 017/CUn/97 (de 30/09/77) <ul><li>Art. 69 - A verificação do rendimento escolar compreenderá freqüência e aproveitamento nos estudos, os quais deverão ser atingidos conjuntamente. Art. 70 - A verificação do alcance dos objetivos em cada disciplina será realizada progressivamente, durante o período letivo, através de instrumentos de avaliação previstos no plano de ensino. </li></ul>
  14. 14. ATIVIDADE LÚDICA-REFLEXIVA – jornal <ul><li>A AVALIAÇÃO PODE E DEVE SER TOTALIZADORA, INDO ALÉM DA SIMPLES VERIFICAÇÃO DOS CONTEÚDOS COGNITIVOS. Bittencourt/2004 </li></ul>
  15. 15. <ul><li>3ª PARTE: ASPECTOS METODOLÓGICOS </li></ul>
  16. 16. APOIO METODOLÓGICO Aluno Conhecimento Professor Prática Reflexiva Espaço Pedagógico Interativo Aprendizagem Relação P-A A-P Relação A-A
  17. 17. 2º MOMENTO FICHA DE DESEMPENHO E PARTICIPAÇÃO (D.P.) SISTEMATIZAÇÃO DA OBSERVAÇÃO, DO REGISTRO AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO, ESFORÇO PESSOAL DO ALUNO EM AULA AVALIAÇÃO DAS COMPETÊNCIAS E HABILIDADES DESENVOLVIDAS PELOS ALUNOS Organograma da Pesquisa de Avaliação Formativa de Aprendizagem no Ensino Superior
  18. 18. ATIVIDADE LÚDICA-REFLEXIVA-giz <ul><li>A AVALIAÇÃO PODE E DEVE SER TOTALIZADORA, INDO ALÉM DA SIMPLES VERIFICAÇÃO DOS CONTEÚDOS COGNITIVOS. Bittencourt/2004 </li></ul>
  19. 19. FATORES QUE PODEM AFASTAR O PROFESSOR DA AVALIAÇÃO FORMATIVA <ul><li>1)o excesso de apego à educação formal; </li></ul><ul><li>2)a relação de poder existente no processo de ensino.(muito centralizado no professor); </li></ul><ul><li>3)a visão e a utilização distorcidas da </li></ul><ul><li>avaliação d a aprendizagem . </li></ul><ul><li>(Bittencourt,2001,p40) </li></ul>
  20. 20. Avaliação para além do cognitivo: totalizadora <ul><li>A. Conhecer; </li></ul><ul><li>A. Fazer; </li></ul><ul><li>A. Viver Juntos; </li></ul><ul><li>A. Ser </li></ul><ul><li>Cognitivo; </li></ul><ul><li>Psicomotor; </li></ul><ul><li>Afetivo. </li></ul><ul><li>Bloom/70 </li></ul><ul><li>Factual; </li></ul><ul><li>Conceitual; </li></ul><ul><li>Procedimental; </li></ul><ul><li>Atitudinal. </li></ul><ul><li>Zabala/98 </li></ul>
  21. 21. <ul><li>“ Todo fazer pedagógico nasce de um sonho. </li></ul><ul><li>Todo sonho que emerge de uma necessidade, </li></ul><ul><li>de uma falta que nos impulsiona na busca de um fazer.” </li></ul><ul><li>Madalena Freire </li></ul>

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