Briefing SEGMENTADO

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Briefing SEGMENTADO

  1. 1. 1. FATO PRINCIPAL <br /> <br />O próprio fato que gerou a necessidade de se fazer o anúncio (ou a peça). <br />Deve ser uma declaração simples, obtida através de todas as informações a <br />respeito do produto, mercado, consumidor, concorrência, etc. O elemento que é o mais relevante para a propaganda. <br />2. PROBLEMA QUE A PROPAGANDA DEVE RESOLVER <br /> <br />Nasce do Fato Principal e está diretamente relacionado com ele. Pode ser um problema de produto, um problema de mercado, um problema de imagem, um problema de posicionamento. <br /> <br />3. OBJETIVO DA PROPAGANDA <br /> <br />Evidentemente, a resposta jamais deverá ser “Resolver o problema”. Deve ser, sim, uma declaração clara e concisa do efeito que você espera que a <br />propaganda tenha sobre o consumidor. O que você espera obter em termos de atitude do consumidor. Sugere-se em geral, uma ação positiva que nasce da análise sobre o Problema. <br />4. A ESTRATÉGIA CRIATIVA <br /> <br />Que é encontrada a partir dessas quatro importantes informações: <br /> <br /> a. Definição do Público-Alvo <br /> b. Concorrência Direta e Indireta <br /> c. Promessa <br /> d. Razão da Promessa <br /> <br />A resposta a cada uma deve ser clara, específica e precisa. <br /> <br /> <br />A. Definição do Público-Alvo <br />Uma informação que vai ajudar o pessoal de Criação a criar uma <br />mensagem focalizada com precisão para as mentes que se quer <br />atingir. <br /> Os consumidores devem ser definidos em termos de: <br /> Hábitos de uso de produtos semelhantes <br /> Em termos psicográficos – atributos atitudinais, estilo de vida, <br />etc. <br /> <br />Isto é, devem ser segmentados claramente.<br />Se dados precisos não estiverem ao seu alcance, a sua experiência <br />deve contar bastante, mas não deixe de passar estas informações. <br /> <br />B. Concorrência Direta e Indireta <br />Uma definição clara da arena na qual o nosso produto vai lutar e <br />não apenas das marcas contra as quais está lutando. Por <br />concorrência se entende: as fontes das quais as vendas nascem, <br />as necessidades que o nosso produto vai satisfazer, a concorrência <br />contra a qual as nossas promessas serão julgadas, ou qualquer <br />outro tipo de posicionamento que se relaciona melhor com a <br />percepção que o consumidor tem de nossa marca. <br /> <br />Assim, esta parte do pedido não deve conter apenas uma lista de <br />marcas. Deve-se definir qual é o pedaço do mercado total no qual a <br />nossa marca será posicionada.<br />Algumas vezes, a Concorrência pode ser uma parte da descrição <br />do nosso consumidor-alvo. Em geral, pode ser uma definição mais <br />precisa e mais repleta. Mas deve estar sempre relacionada com o <br />Fato Principal e com todo o restante. <br /> <br /> <br />C. Promessa <br />O melhor argumento que a nossa marca pode oferecer para <br />consumidor dentro das circunstâncias do momento. Imprecisão ness <br />ponto é um pecado sem perdão na propaganda.<br />D. Razão da Promessa <br />Uma declaração que suporta diretamente a promessa que você vai <br />fazer. Eis aqui algumas instruções que ajudam: <br /> <br /> A razão da promessa, se possível, deve nascer de algum fato <br />real do produto – de preferência um único fato, nunca um <br />catálogo de todos os fatos sobre o produto. <br />5. OBRIGATORIEDADES E LIMITAÇÕES <br />Qualquer restrição ou imposição que deva ser deixada clara.<br />

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