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Slide linguagem Avaliação

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Slide linguagem Avaliação

  1. 1. Aprofundamento em Alfabetização e Linguagem: avaliação e acompanhamento
  2. 2. Retomando... Durante toda a formação do PNAIC, temos defendido um processo de alfabetização a ser desenvolvido ao longo dos três primeiros anos do Ensino Fundamental em uma perspectiva de continuidade e aprofundamento. Nesse cenário é importante definir direitos de aprendizagem em cada ano do ciclo de alfabetização, bem como formas de avaliar e acompanhar esse processo.
  3. 3. O QUE PODE DIFICULTAR A CONCEPÇÃO DE AVALIAÇÃO COMO PROCESSO NO CICLO DE ALFABETIZAÇÃO? Compreender o 1º no do Ensino Fundamental como Progressão Automática, portanto, a perspectiva de Ciclo de Alfabetização. Trecho extraído do texto da Unidade 08 - Ano 3 “Progressão escolar no Ciclo de Alfabetização: avaliação e continuidade das aprendizagens na escolarização”, p. 8.
  4. 4. A concepção de avaliação como processo requer de nós educadores, conscientização das progressões e sucessões necessárias do aluno, para que o processo de ensino aprendizagem não se perca. Por isso a necessidade de se estabelecer direitos de aprendizagens e o aprofundamento dos conteúdos a cada ano da várias áreas do saber. Esse estabelecimento permite que a avaliação não caia na informalidade e que portanto não indique os avanços das crianças.
  5. 5. IMPLICAÇÕES PEDAGÓGICAS
  6. 6. Registro de situações de ensino e de aprendizagem pelos docentes; Recursos utilizados como forma de registro: planejamentos, portfólios com atividades das crianças e modelos de tarefas, diários de classe, textos produzidos pelas crianças, instrumentos de acompanhamento das aprendizagens, relatos de experiências etc. AVALIAÇÃO DO PROCESSO
  7. 7.  Observação e registro nas práticas de leitura – Trecho de uma das edições do programa Um Salto para o Futuro, acerca de avaliação no processo de alfabetização. (Tempo: 0min até 04min 20 seg) Vídeo disponível em: < http://www.youtube.com/watch?v=5FOzqcf_t_A&feature=em-plo >
  8. 8. SCHMIDTI e SCHAFASCHEK (2012) destacam em suas análises sobre relatórios descritivos, que a avaliação realizada pelas professoras vem apresentando impressões gerais sobre os alunos com foco em atitudes, ficando ausentes os dados sobre o aprendizado da leitura e escrita. REGISTROS DESCRITIVOS SUPERAM A AVALIAÇÃO CLASSIFICATÓRIA E EXCLUDENTE?
  9. 9. “Aluno Y É ótimo aluno. Demonstra interesse em participar das aulas e realiza as atividades propostas com facilidade e capricho. Na linguagem oral, se expressa com clareza. Na linguagem escrita, consegue ler e escrever palavras e frases. Participa com entusiasmo de atividades lúdicas e brincadeiras. Relaciona-se bem com a turma. Aluna X É boa aluna. Realiza as atividades propostas com lentidão, demonstrando dificuldade e insegurança. Distrai-se com facilidade. Seus desenhos são bem definidos. Adora desenhar e pintar. Relaciona-se bem com os colegas. Fonte: Registros avaliativos - 1º ano do Ensino Fundamen-tal - 1º bimestre de 2012-Escola Municipal.. Arquivo do GEPALE”
  10. 10. Assim, “aqueles que não apresentam um ritmo compatível com o esperado não têm espaço para evidenciar seu pensamento e sua aprendizagem é desconsiderada. Consequentemente, a percepção sobre esse aluno será ‘não sabe’ ou ‘tem dificuldade.’ Com esse sentido, a avaliação vai definindo um lugar para cada aluno e acaba isolando uns dos outros, dificultando a interlocução”. (SCHMIDTI; SCHAFASCHEK, 2012, p.7)
  11. 11. REFLETINDO... “O debate sobre a avaliação foi vigoroso na última década do século XX e, desde lá, está colocada a necessidade de superação da avaliação classificatória e excludente por um modo de avaliar que tenha, como intenção, diagnosticar o processo de ensino/aprendizado para promover e manter o aluno incluído em um grupo que aprende e avança no desenvolvimento de suas capacidades intelectuais.” (SCHMIDTI; SCHAFASCHEK, 2012, p.3)
  12. 12. REFLETINDO... “Acompanhar a aprendizagem de cada aluno de forma descritiva possibilita a memória do processo de alfabetização, dando visibilidade ao movimento em direção a aprendizagens cada vez mais complexas. Da interação que o professor mantém com os alunos cotidianamente, destacam-se situações vividas ou questões significativas do processo de aprendizado/desenvolvimento da criança. Estas, registradas, constituem-se em dados da história vivida por aluno e professor na instituição escolar.” (SCHMIDTI; SCHAFASCHEK, 2012, p.4)
  13. 13. REFLETINDO... “Por exemplo: o aluno, ao fazer uma lista de equipamentos observados numa imagem de pescadores, escreve ECATA para REGATA, mas, com interferência do professor, que pronuncia pausadamente a palavra para a criança, esta percebe as letras que faltam e reescreve a palavra de forma mais elaborada ou mais próxima da escrita padrão. Conforme observou Vygotsky (1988), o que o sujeito faz com ajuda do outro é um indicador importante de desenvolvimento futuro, pois o que se faz hoje com ajuda, amanhã será feito com autonomia.” (SCHMIDTI; SCHAFASCHEK, 2012, p.7)
  14. 14. REFLETINDO... “Segundo SCHMIDTI; SCHAFASCHEK (2012, p.11) vivenciar os registros de forma significativa é trazer a riqueza e complexidade da prática de ensino/aprendizagem, a qual suscita perguntas, provoca a teorização e, assim, contribui para a reelaboração do pensamento e da ação. “A avaliação não prioriza o resultado ou o processo. Como prática de investigação, interroga a relação ensino- aprendizagem em sua complexidade e busca identificar os conhecimentos e desconhecimentos que estão em diálogo.” (ESTEBAN, 2003, p. 91).”
  15. 15. Atividade em grupo...
  16. 16. A escola não deve se ater apenas aos aspectos cognitivos do desenvolvimento, pois a reprovação tem impactos negativos, como a evasão escolar e baixa auto-estima.
  17. 17. Assim, recorrendo ao Parecer CNE/CEB n° 4/2008, esse reafirma que o processo de avaliação deve considerar, de forma prioritária, que os três anos iniciais constituam-se em um período destinado à construção de conhecimentos que solidifiquem o processo de alfabetização. Portanto os procedimentos de avaliação devem acompanhar a necessidade de se trabalhar pedagogicamente nesses 3 anos para o desenvolvimento das diversas formas de expressão das crianças.
  18. 18. INSTRUMENTOS DE REGISTRO DAS APRENDIZAGENS
  19. 19. A avaliação não acontece em um momento estanque, mas durante todo o processo, nesse sentido, atividades diárias contribuem para o conhecimento de como as aprendizagens estão sendo efetivadas. Nesse sentido, vivenciaremos uma sequência didática que articula os conhecimentos trabalhados nos cadernos 4 e 5 a partir de livros didáticos e literatura infantil. Além disso, a proposta sinaliza modos de acompanhamento e avaliação das aprendizagens das crianças no cotidiano das práticas alfabetizadoras. AVALIAÇÃO E ACOMPANHAMENTO NO DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES DIÁRIAS
  20. 20. ATIVIDADE NÃO PRESENCIAL... Relatório de práticas de leitura em sala de aula, descrevendo: •Metodologia; •Avaliação; •Duas imagens de representação. Obs: Atividade a 4h do encontro de linguagem.
  21. 21.  BRASIL. Ensino fundamental de nove anos: passo a passo do processo de implantação. MEC, 2009.  CRUZ, Magna do Carmo Silva; ALBUQUERQUE, Eliana Borges Correia. Progressão escolar no Ciclo de Alfabetização: avaliação e continuidade das aprendizagens na escolarização. In: BRASIL, PACTO NACIONAL PARA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA, UNIDADE 8, ANO 3, 2012.  SCHMIDTI, Leonete Luzia; SCHAFASCHEK, Rosicler. A avaliação em classes de alfabetização: registros descritivos possibilitam superação da avaliação classificatória e excludente? , Roteiro, v.37, n.2, 2012. disponível em < http://editora.unoesc.edu.br/index.php/roteiro/article/view/2033 > REFERÊNCIAS

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