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ABORDAGENS DE

DESIGN PARA A

SUSTENTABILIDADE
Uma breve revisão de 6 abordagens do Design para a Sustentabilidade

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OBJETIVOS E

PRINCÍPIOS
Encontrar alternativas viáveis e sustentáveis para resolver problemas produtivos e industriais den...

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OBJETIVOS E

PRINCÍPIOS
Buscar sistemas alternativos (de produção, de consumo, de convivialidade, de valores) em relação a...

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  1. 1. ABORDAGENS DE DESIGN PARA A SUSTENTABILIDADE Uma breve revisão de 6 abordagens do Design para a Sustentabilidade
  2. 2. OBJETIVOS E PRINCÍPIOS Encontrar alternativas viáveis e sustentáveis para resolver problemas produtivos e industriais dentro de um sistema ecológico e terrestre de recursos finitos. Parte da premissa que somos parte da natureza e deveríamos nos comportar como tal - entendendo e aprendendo com a sabedoria existente em um processo evolucionário de 3.8 bilhões de anos. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS E INSTRUMENTOS Pontos-chave: Entender e definir funções e contexto onde busca uma solução, reenquadrá-los em termos biológicos para poder buscar aconselhamento na natureza; Entender sistemas e organismos naturais e suas estratégias para resolver problemas similares; Convergir principais padrões e relacionamentos dentro destas estratégias que servirão de base para a criação de design concepts. DIFERENCIAIS A mudança do pensamento que busca não extrair da natureza e sim aprender e cooperar com ela; Entendimento de propostas já existentes em múltiplas áreas que convergem para um pensamento ecológico e circular. PRINCIPAIS REFERÊNCIAS Janine Benyus; Biomimética
  3. 3. OBJETIVOS E PRINCÍPIOS Buscar sistemas alternativos (de produção, de consumo, de convivialidade, de valores) em relação aos sistemas vigentes insustentáveis, focando no desenvolvimento da qualidade. Designers como atores importantes na transição para uma cultura e sociedade sustentável - trabalhando com a pesquisa de design, e colaboração com e para comunidades criativas; PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS E INSTRUMENTOS Pontos-chave: Foco em resultados e não em coisas - processos e atividades para se obter determinado benefício; Imaginar e avaliar soluções alternativas; Pesquisa e co-design para proposição de cenários e soluções que promovam uma abordagem sistêmica; DIFERENCIAIS Design participativo e estratégico a partir dos sinais fracos já presentes em nosso mundo, para co-criação de cenários sustentáveis onde há um maior empoderamento/agência dos membros de comunidades; Reinvenção/reenquadramento de serviços e bens comuns numa abordagem mais bottom-up; Entendimento/Proposição de Plataformas habilitantes para suporte às organizações colaborativas; PRINCIPAIS REFERÊNCIAS Ezio Manzini; Jégou; Anna Meroni; Carlo Franzato; Karine Freire; Ione Bentz; Design (Estratégico) para a Inovação Social e Sustentabilidade
  4. 4. OBJETIVOS E PRINCÍPIOS Evoluir produção industrial tendo sustentabilidade como premissa, almejando sinergias em nível sistêmico. Parte de algumas premissas como a "falta de sustentabilidade" ser um indicativo que recursos humanos e materiais estão sendo incorretamente utilizados, buscando uma orientação de co-evolução. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS E INSTRUMENTOS Pontos-chave: Mapear relacionamentos dos sistemas; Entender quantitativa e qualitativamente inputs e outputs dentro dos sistemas; Foco em definição e resolução de problemas; DIFERENCIAIS O Design Sistêmico busca criar soluções sinérgicas e sustentáveis, considerando sempre as relações entre sistemas e entre organizações, estimulando um fluxo circular de materiais e energias - estabelecendo diretrizes e premissas para a proposição de soluções, sobretudo almejando redesenhar o modo de fazer das indústrias com tecnologias e processos mais perenes e positivos para os sistemas sócio-ecológicos. PRINCIPAIS REFERÊNCIAS Luigi Bistagnino; C. Campanaro; Silvia Barbero; Peter Jones; etc… Design Sistêmico
  5. 5. OBJETIVOS E PRINCÍPIOS O design de transição tem como premissa central a necessidade de transições sociais para um futuro mais sustentável e a crença de que o design tem um papel a desempenhar nessas transições. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS E INSTRUMENTOS Pontos-chave: Mapeamento de "wicked problems"; Utilização do framework de Multi-Level Perspective, onde são entendidos 3 níveis de transição (Landscape, Regime e Niche); Prospecção de estilo de vida futuro; Através do que chamam de "Backcasting" criam-se projetos e intervenções de curto e médio prazo que deverão criar um caminho de transição aos futuros prospectados. DIFERENCIAIS Enfoque de design orientado a um horizonte de tempo mais amplo, com a criação de visões de futuros sustentáveis. Também a noção que uma compreensão profunda das mudanças nos sistemas naturais e sociais deve embasar-se em teorias, ideias e metodologias de uma ampla variedade de campos e disciplinas, como de Teorias de Mudança Social. PRINCIPAIS REFERÊNCIAS Terry Irwin; Gideon Kossoff; Cameron Tonkinwise; Design de Transição
  6. 6. OBJETIVOS E PRINCÍPIOS Busca de mudança de modelos mentais e paradigmas - orientado-se às teorias de "whole systems" e sistemas vivos para viabilizar e acelerar conquistas das mudanças necessárias no desenvolvimento da sustentabilidade. Princípios ecológicos, éticos e espirituais da interexistência e interdependência dos sistemas integrais e sistemas vivos para uma co-evolução do todo. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS E INSTRUMENTOS Pontos-chave: Entendimento dos sistemas e seus contextos culturais, antropológicos, socioeconômicos, etc para uma criação da "História do Lugar"; Engajamento de indivíduos e comunidade na descoberta da essência e potencial do lugar; e intervenções nodais para a mudança. DIFERENCIAIS Conceitos construídos partir do paradigma da sustentabilidade ecológica e não da sustentabilidade tecnológica; Maior enfoque no trabalho desenvolvimental - transformação de consciências individual, coletiva e agência pessoal, a serviço da transformação sistêmica. Abordagem muito reflexiva e dialógica com foco maior em princípios e saberes do que em métodos. PRINCIPAIS REFERÊNCIAS Lyle; Bill Reed; Pamela Mang; Haggard; Cole; Daniel Wahl; Carol Sanford; Beatrice Benne Design e Desenvolvimento Regenerativo
  7. 7. OBJETIVOS E PRINCÍPIOS "Tem como principal objetivo a concretização do comunal, entendido como a criação das condições para a autocriação contínua da comunidade e para o seu acoplamento estrutural bem sucedido com os seus ambientes cada vez mais globalizados." (ESCOBAR, 2016, p. 213) PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS E INSTRUMENTOS Pontos-chave: Tornar visíveis as ‘rupturas civilizatórias’ e as práticas desfuturizantes do modelo atual; Articular uma noção bio-regional pluriversal; Conhecer os diversos projetos de vida das comunidades e coletivos envolvidos; Promover uma diversidade de ações para permitir uma maior participação no processo de co-design; As ações devem favorecer ferramentas e metodologias de design bottom-up, horizontais e peer-to-peer; O design de métodos e ferramentas para ativar as múltiplas histórias comuns de design (vernacular, difuso, autônomo) encontradas em tantos grupos rurais e urbanos e em tantos lugares no vale, e suas interseções com design especializado; A criação de arte e novas mídias para transições; DIFERENCIAIS "Considera a articulação da comunidade com atores sociais e tecnologias heterônomas (incluindo mercados, tecnologias digitais, extrativismo, etc.) na perspectiva de preservar e fortalecer a autopoiese da comunidade."(ESCOBAR, 2016, p. 214) Fomenta aberturas pluriversais, que buscam a autonomia da comunidade e a defesa dos princípios da vida relacional. PRINCIPAIS REFERÊNCIAS Arturo Escobar; Design Autônomo
  8. 8. LEIA A REVISÃO NA ÍNTEGRA! https://www.linkedin.com/pulse/evolu%25C3%25A7%25C3%2 5A3o-do-design-para-sustentabilidade-natali-garcia Natalí Garcia nataligarcia@gmail.com

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