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Pierre Nicolas Pérès - ABPM

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Palestra da Associação Brasileira dos Produtores de Maçã realizada no Seminário da Fruticultura em Videira

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Pierre Nicolas Pérès - ABPM

  1. 1. O SEGMENTO DA MAÇÃ NO BRASIL
  2. 2. ÁREA PLANTADA (ha) SAFRA SC RS PR OTHER BRAZIL 1989/90 13.306 7.911 2.935 1.000 25.152 1999/00 15.814 11.582 1.469 363 29.228 2009/10 21.736 14.918 2.000 500 39.154 2010/11 18.414 17.660 2.100 151 38.325 2011/12 19.060 17.872 1.800 151 38.883 2012/13 18.493 18.076 1.700 151 38.420 2013/14 18.038 17.582 1.730 212 37.562 2014/15 17.604 16.383 1.471 414 35.872 2015/16 17.032 15.716 1.490 398 34.636 2016/17 16.364 15.695 1.490 424 33.973 FONTE: IBGE
  3. 3. ÁREA PLANTADA (ha)
  4. 4. EVOLUÇÃO DA ÁREA PLANTADA NO BRASIL • Fim de um ciclo econômico • Mudança climática e clima marginal • Rentabilidade a longo prazo, evento climático e falta de renumeração nos anos de produção grande • Cancro europeu • Novas doenças e pragas • Falta de disponibilidade de mudas livre de virus
  5. 5. PRODUÇÃO DE MAÇÃS POR DÉCADA (1,000 t) Fonte: ABPM e IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística 13,263 183,199 519,845 890,627 1,116,081 70 80 90 00-09 10 - 17 Produção por Décadas Produção por Décadas
  6. 6. PRODUÇÃO DE MAÇÃS 2011 - 2017(1,000 t) Fonte: ABPM e IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
  7. 7. PRODUÇÃO MUNDIAL DE MAÇÃS 2014 - (1.000 tons) 1 China 40.925 12 Alemanha 1.116 2 EUA 5.185 13 Ucrânia 1.085 3 Polônia 3.195 14 Argentina 1.012 4 Índia 2.498 15 Uzbequistão 965 5 Turquia 2.480 16 Japão 816 6 Itália 2.474 17 Hungria 780 7 Chile 1.757 18 África do Sul 778 8 Rússia 1.624 19 Coréia do Sul 769 9 Irã 1.573 20 México 717 10 França 1.532 Outros 11.973 11 Brasil 1.379 Mundo 84.632 Fonte: FAO
  8. 8. RANKING DE COMPETÊNCIA INTERNACIONAL Ranking 21 de 33 Belrose – Washington State
  9. 9. Eficácia da Produção • Mudança na produção 2008/10 a 2014/16 • Variabilidade da produção • Percentual da área não produtiva 2016 • Percentual de novas variedades • Densidade de plantio por hectare 2016 • Media T/há produção por hectare 2014-2016 • Ranking 17
  10. 10. Infra-estrutura e Insumos • Armazenagem suficiente • Packing house modernos • Eficácia da distribuição • Qualidade do sistema de marketing • Disponibilidade de terras e de agua • Disponibilidade de mão de obra • Disponibilidade de capital • Custos dos insumos • Ranking 6
  11. 11. Finanças e Mercados • Taxas de juros de longo prazo 2017 • Taxa de Inflação 2017 • Taxa de cambio 2016 relativo a media de 2001- 2005 • Segurança jurídica da propriedade • Qualidade da produção • Percentual exportado 2014-16 • Media dos preços da exportação 2014-2016 • Distancia dos mercados • Ranking 32
  12. 12. FONTE: THE WORLD APPLE REPORT Belrose Inc. Overall Ranking Production Efficiency Infrastructure & Inputs Financial & Markets 1-1 New Zealand South Korea Chile Netherlands 2-3 United States Belgium United States Japan 3-2 Chile Italy New Zealand Belgium 10 Netherlands New Zealand Canada France 5-8 Belgium South Africa South Africa Italy 6-4 Italy Austria Brazil South Korea 7-7 Japan Germany France Austria 8-6 South Korea Netherlands Argentina Germany 9-8 Austria United States Austria United Kingdom 10-5 France China Italy New Zealand 11-11 Canada United Kingdom Turkey Canada 12-12 Germany Japan Japan Slovakia 13-13 South Africa Chile South Korea Slovenia 14-14 United Kingdom France Belgium United States 15-15 Australia Russian Federation Netherlands Spain 16-16 Spain Australia Australia Australia 17-20 Poland Brazil Germany Chile 18-18 China Portugal Spain Serbia 19-22 Argentina Canada United Kingdom Poland 20-19 Portugal Turkey China Portugal 21-21 Brazil Argentina Poland Mexico 22-24 Turkey Czechia Portugal Greece 23-23 Mexico Poland Mexico Bulgaria 24-17 Slovenia Spain Greece South Africa 25 Greece Bulgaria Hungary Czechia 26 Slovakia Greece Slovenia Romania 27 Czechia Romania Slovakia Hungary 29 Serbia Serbia Czechia China 28 Hungary Mexico India Argentina 30 Bulgaria Slovakia Serbia India 31 Romania Slovenia Bulgaria Russian Federation 32 Russian Federation Hungary Romania Brazil
  13. 13. ARMAZENAGEM A FRIO (t) ESTADO A.N. A.C. Total SC 122.394 370.326 492.720 PR 10.200 - 10.200 RS 145.691 274.730 420.421 Total - Brasil 278.285 645.056 923.341 Fonte: ABPM e AGAPOMI 220 Packing houses
  14. 14. PACKING HOUSES SC 90 RS 110 PR 19 PACKINGS
  15. 15. ARMAZENAGEM A FRIO (t) Sul do Brasil
  16. 16. DESTINO DE MERCADO (1.000 T) Importações 2017 – Estimativa. 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 Produção 1.250 1.184 1.063 1.165 1.164 818 1.329 Indústria 375 296 242 315 268 196 332 Exportação 50 72 85 44 61 31 55 Mercado Interno 825 816 735 806 835 591 942 Importação 97 58 94 117 77 155 85 Oferta total 922 874 829 923 910 746 1.027 100 95 90 100 99 81 111 Fonte: ABPM; IBGE; Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
  17. 17. CONSUMO BRASILEIRO DE FRUTAS POF 2008-2009 (Kg/hab/ano) Total Homem Mulher Laranja 7,5 7,4 7,6 Banana 6,8 6,7 6,9 Maçã 4,2 3,5 4,9 Mamão 2,3 1,7 2,9 Manga 1,7 1,8 1,6 Tangerina 1,6 1,5 1,8 Melancia 1,5 1,3 1,8 Açaí 1,1 1,3 0,9 Abacaxi 0,5 0,4 0,6 Uva 0,4 0,5 0,4 Salada de Frutas 0,8 0,7 0,9 Outras 2,8 2,4 3,1 Total 31,4 29,3 33,3 Fonte: POF – Pesquisa de Orçamentos Familiares do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.
  18. 18. EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS 2007-2017 *2017 – até Setembro. Fonte: SECEX
  19. 19. SETOR DA MAÇÃ
  20. 20. Fonte: IBGE/MDIC/ABPM Nº de Produtores 4.550 Área total plantada 2017 (ha) 33.973 Capacidade Armazenagem Frigorífica (t) 923.341 Investimentos R$ 4,1 bilhões Volume de Produção (t) (ciclo 2016/17) 1.328.975 Faturamento Cadeia (anualmente) R$ 6 bilhões Empregos Gerados (Diretos e Indiretos) 175 mil Exportações 2017 USD Milhões Mil Toneladas Portos Catarinenses 38,58 51,26 Demais Portos 3,30 4,18 Total Exportado 41,88 55,44 Setor Brasileiro de Maçãs
  21. 21. PRODUTORES POR ESTADO SC 2.992 RS 1.170 PR 388
  22. 22. QUALIDADE GALA Cat 1 % Cat 2 % Cat 3 % 2017 44,98 17,69 37,33 2016 42,44 23,63 33,93 2015 47,05 26,77 26,18 2014 43,81 29,99 26,20 2013 51,09 29,21 19,70 2012 42,93 29,40 27,68 2011 33,17 32,77 34,06 2010 37,13 34,07 28,80 2009 32,78 32,97 34,25 2008 38,01 36,50 25,50 2007 30,88 37,41 31,70 2006 36,89 39,48 23,64 2005 28,21 49,17 22,62 2004 32,90 52,06 15,03 2003 25,67 47,11 27,22 2002 34,83 40,49 24,68 2001 36,42 35,89 27,68 2000 39,08 44,15 16,77 1999 53,28 24,20 22,53 Fonte: ABPM
  23. 23. QUALIDADE FUJI Cat 1 % Cat 2 % Cat 3 % 2017 25,84 17,82 56,35 2016 35,39 23,34 41,28 2015 41,39 24,61 34,00 2014 39,40 26,04 34,56 2013 42,00 28,36 29,65 2012 28,23 28,77 43,00 2011 26,03 33,63 40,34 2010 24,61 32,44 42,95 2009 22,68 37,81 39,52 2008 26,90 41,94 31,16 2007 23,85 45,25 30,90 2006 30,26 40,47 29,27 2005 21,14 40,29 38,57 2004 21,70 49,98 28,32 2003 25,83 41,68 32,50 2002 26,46 43,44 30,11 2001 31,06 42,01 26,93 2000 33,51 38,64 27,86 1999 44,29 31,88 23,82 Fonte: ABPM
  24. 24. Gala preço pomar 0.825 0.825 0.717 0.943 0.986 0.986 1.321 1.006 1.917 1.170 0.525 0.525 0.450 0.633 0.637 0.637 1.050 0.767 1.383 0.857 0.325 0.325 0.250 0.250 0.217 0.217 0.373 0.283 0.750 0.450 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 Cat 1 Cat 2 Cat 3
  25. 25. Fuji preço pomar 0.850 0.850 0.767 1.000 1.039 1.039 1.396 1.036 2.033 1.258 0.550 0.550 0.480 0.650 0.670 0.670 1.113 0.797 1.450 0.860 0.350 0.350 0.250 0.300 0.300 0.300 0.380 0.320 0.750 0.267 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 Cat 1 Cat 2 Cat 3
  26. 26. FATURAMENTO POR HECTARE T/HA COLHEITA 60 INDUSTRIA CAMPO 10% 6,00 INDUSTRIA PH 10% 5,4 MAÇÃ CLASSIFICADA 48,60 GALAXY PREÇOS DE 2017 R$/KG R$/T CAT 1 - 75% 1,17 42.646,50 CAT 2 - 5% 0,86 2.089,80 CAT 3 - 20% 0,45 4.374,00 TOTAL 49.110,30 SUPREMA PREÇOS DE 2017 R$/KG R$/T CAT 1 - 75% 1,26 45.927,00 CAT 2 - 5% 0,86 2.089,80 CAT 3 - 20% 0,26 2.527,20 TOTAL 50.544,00
  27. 27. Exemplo Fuji comum • Fuji comum produzindo 60T/ha. • Com 10% indústria de campo e 17,75% de indústria na entrada no PH • 28,5% de Cat. 1, 15,5% de Cat. 2 e 56% de Cat. 3 • Calibre médio 135, fruta sem cor 32,5%, russeting severo 15,75% • Nas mesmas condições de renumeração vai render R$28.459,00 por hectare
  28. 28. DIAS DE GRANIZO/ANO REGIÃO FRAIBURGO EM POMARES 0 5 10 15 20 25
  29. 29. CUSTOS DE IMPLANTAÇÃO – Alta Densidade MUDAS VARETA ÚNICA ÁREA TOTAL ( há) 1,00 ESPAÇAMENTO VARIEDADE COMPOSIÇÃO( % ) Entrefila( m ) Fila( m ) Mudas/há TOTAL MUDAS/há MAXI GALA 80 4,0 0,8 2500 2500 FUJI SUPREMA 20 4,0 1 500 500 PORTA ENXERTO MARUBA/MM9 3000 3000 ESPECIFICAÇÃO UNIDADE QUANT./há QUANT. TOTAL VLR.UNIT. VALOR TOTAL INSUMOS 30.000,00 Mudas Maxi Gala unid. 2.500,00 2.500,00 10,00 25.000,00 Mudas Fuji Suprema unid. 500,00 500,00 10,00 5.000,00 PREPARO DE SOLO 2.200,00 Subsolagem hr/máq. 4,00 4,00 250,00 1.000,00 Arações hr/máq. 3,00 3,00 150,00 450,00 Gradagem hr/máq. 3,00 3,00 150,00 450,00 Estradas Internas hr/máq. 2,00 2,00 150,00 300,00
  30. 30. CUSTOS DE IMPLANTAÇÃO – Alta Densidade MUDAS VARETA ÚNICA ESPECIFICAÇÃO UNIDADE QUANT./há QUANT. TOTAL VLR.UNIT. VALOR TOTAL FERTILIZAÇÃO 600,00 Aplicação de calcário hr/máq. 2,00 2,00 150,00 300,00 Aplicação de fertilizantes hr/máq. 2,00 2,00 150,00 300,00 CONSTRUÇÃO DE ESPALDEIRA 14.240,00 Palanques( 12-14 cm) 3,5 m unid. 30,00 30,00 80,00 2.400,00 Palanques( 17-20 cm) 4,0 m unid. 200,00 200,00 28,00 5.600,00 Ancoras unid. 25,00 25,00 28,00 700,00 Grampos ( 19/22- 5,5 cm) unid. 1.000,00 1.000,00 0,12 120,00 Arame( fios) metros 3000 10.000,00 10.000,00 0,25 2.500,00 Mão de obra metros 2.500,00 2.500,00 0,80 2.000,00 Retroescavadeira( custo /palanque) unid. 230,00 230,00 4,00 920,00 CORRETIVOS E FERTILIZANTES 5.232,00 Cloreto de Potásssio ton. 0,340 0,34 1.200,00 408,00 Super Fosfato Triplo ton. 0,480 0,48 1.300,00 624,00 Calcário Dolomitico ton. 35,00 35,00 120,00 4.200,00 TOTAL 52.272,00
  31. 31. RETORNO DO INVESTIMENTO
  32. 32. RETORNO DO INVESTIMENTO
  33. 33. FORTALEZAS E FRAQUEZAS DO SETOR
  34. 34. FORTALEZAS DO SETOR • MERCADO CONSUMIDOR DE 210 MILHÕES DE CONSUMIDORES; • PROTEÇÃO FITOSANITÁRIA DO MERCADO -(Fireblight, Cydia, Brocas de Tronco, etc..) • EXCELENTE TRABALHO DOS ÓRGÃOS DE PESQUISA E FISCALIZAÇÃO (EMBRAPA, MAPA,EPAGRI e Universidades) • QUADRO DE PROFISSIONAIS (Administrativo,Packing e Campo)
  35. 35. FATORES ENVOLVIDOS NA DECISÃO DE PLANTIO
  36. 36. PREMISSAS BÁSICAS PARA SER COMPETITIVO • CONHECIMENTO TÉCNICO – ASSISTÊNCIA TÉCNICA • CONTROLE FINANCEIRO DA ATIVIDADE – PLANO DE NEGÓCIO • MUDAS DE EXCELENTE QUALIDADE – O IDEAL CHEGAR NAALTURA DESEJADA NO FINAL DO 1º ANO • PLANTAS SIMPLES, QUE FACILITEM O TREINAMENTO DOS TRABALHADORES • PESSOAL DISPONÍVEL PARA REALIZAR AS ATIVIDADES NO MOMENTO CERTO E COM A QUALIDADE EXIGIDA • PENSAR EM MECANIZAÇÃO – MELHORAR A PRODUTIVIDADE DA MÃO DE OBRA E PREVINIR-SE DA ESCASSEZ
  37. 37. ZONEAMENTO AGROCLIMÁTICO SC
  38. 38. ZONEAMENTO AGROCLIMÁTICO SC
  39. 39. ZONEAMENTO AGROCLIMÁTICO SC
  40. 40. ANÁLISE DE SOLO GEOREFERENCIADA • ANÁLISE COM GRID DE NO MÁXIMO 0,5 HÁ GEOREFERENCIADA • APLICAÇÃO DOS CORRETIVOS DE SOLO A TAXA VARIÁVEL • BOM PREPARO DE SOLO E INCORPORAÇÃO DOS CORRETIVOS EM ÁREA TOTAL
  41. 41. Análise de solo Georeferenciada Análise de solo – pH- ( SMP)
  42. 42. Análise de solo Georeferenciada Análise de solo – Potássio
  43. 43. Análise de solo Georeferenciada Análise de solo – Fósforo (Mehlich l)
  44. 44. Para nos beneficiarmos das tecnologias que temos e que teremos nos próximos 15 anos devemos visualizar um novo modelo de pomares Novos Porta enxertos Melhor qualidade e uniformidade da fruta Altos Rendimentos nos Primeiros Anos >(150 t/ha) Alto Rendimentos (60-80 t/ha) Redução de horas laborais Novas Variedades Uma Visão do pomar do Futuro Terence Robinson
  45. 45. MUDAS • QUALIDADE DA MUDA – LIVRE DE VIRUS E DO CANCRO EUROPEU • LOCALIZAÇÃO DO VIVEIRO – DISTANTE 10 KM DE ÁREAS QUE TEM CANCRO • ALTURA DA MUDA • VARA LISA OU PRÉFORMADA? • TRANSPORTE E MANEJO • ACONDICIONAMENTO E ARMAZENAGEM
  46. 46. ESCOLHA DO PORTA ENXERTO ATUAIS PORTA ENXERTOS: • M9 • MARUBA/M9 • MARUBA NOVA SERIE CORNELL GENEVA( ESTADOS UNIDOS)- DISPONÍVEIS NO BRASIL • G 41 • CG 213 • CG 214 • CG 814 • CG 202 • CG 210
  47. 47. SISTEMAS DE PLANTIO • TALL SPINDLE( 3,5 m X 0,7-1,0m) 3000 pl/ha • SUPER SPINDLE( 3,0 m X 0,5 m) 5000 pl/ha • DUAS DIMENSÕES ( 2,4 m X 1,4 m) 2976 pl/ha • V- TRELLIS ( 2,4 m X 0,7 m) 5952 pl/ha • MULTI LIDER ( 2,75 m X 2,0 m) 4.000 pl/ha • MURO FRUTAL ( 3,5 m X 0,7-1,0m) 3000 pl/ha • BIBAUM ( 3,5 m X 1,4 m) 2040 pl/ha
  48. 48. SISTEMAS DE PLANTIO - TALL SPINDLE Terence Robinson
  49. 49. SISTEMAS DE PLANTIO – SUPER SPINDLE Terence Robinson Foto Rod Farrow
  50. 50. SISTEMAS DE PLANTIO – DUAS DIMENSÕES Foto Craig Hornblow- NZ
  51. 51. SISTEMAS DE PLANTIO – V-TRELLIS
  52. 52. SISTEMAS DE PLANTIO – MULTI LIDER Foto Alberto Dorigoni- Itália
  53. 53. SISTEMAS DE PLANTIO – MURO FRUTAL Terence RobinsonFoto Alberto Dorigoni- Itália
  54. 54. SISTEMAS DE PLANTIO - BIBAUM
  55. 55. ESCOLHA DA VARIEDADE GRUPO GALA • MAXY GALA • GALAXY GRUPO FUJI • SUPREMA • MISHIMA
  56. 56. ESCOLHA DA VARIEDADE GRUPO PINK • CRIPPS PINK • ROSY GLOW GRUPO EPAGRI • LUIZA • VENICE • ELENISE • MONALISA • DAIANE
  57. 57. ESCOLHA DA VARIEDADE NOVAS OPÇÕES MUNDIAIS • OPAL • AMBROSIA • ENVY • SNAPDRAGON • RUBIFROST • HONEYCRISP • SWEETANGO • COSMIC CRISP • JUGALA • GALAVAL
  58. 58. MECANIZAÇÃO DO POMAR • PODA MECÂNICA • USO DE PLATAFORMAS • PODA • RALEIO • COLHEITA • MÁQUINAS DE COLHEITA
  59. 59. CONCLUSÕES • CONTROLE FINANCEIRO DAATIVIDADE – PLANO DE NEGÓCIO VISANDO ALTA PRODUTIVIDADE E QUALIDADE • CONHECIMENTO TÉCNICO – ASSISTÊNCIA TÉCNICA • MUDAS DE EXCELENTE QUALIDADE – O IDEAL CHEGAR NAALTURA DESEJADA NO FINAL DO 1º ANO • PLANTAS SIMPLES, QUE FACILITEM O TREINAMENTO DOS TRABALHADORES
  60. 60. CONCLUSÕES • ESCOLHER O TIPO DE CONDUÇÃO • PENSAR EM MECANIZAÇÃO – MELHORAR A PRODUTIVIDADE DA MÃO DE OBRA E PREVINIR-SE DA ESCASSEZ • PESSOAL DISPONÍVEL PARA REALIZAR AS ATIVIDADES NO MOMENTO CERTO E COM A QUALIDADE EXIGIDA • RENTABILIDADE = PRODUTIVIDADE + QUALIDADE E REDUÇÃO DE CUSTOS
  61. 61. MUITO OBRIGADO! ABPM – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PRODUTORES DE MAÇÃ TELEFONE: +55 49 3246 2686 / 3823 www.abpm.org.br

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