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Santa Catalina Labouré y San Vicente de Paúl

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UN SUEÑO HECHO REALIDAD

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Santa Catalina Labouré y San Vicente de Paúl

  1. 1. S A N TA C ATA L I N A L A B O U R É Y S A N V I C E N T E D E PA Ú L U N S U E Ñ O H E C H O R E A L I D A D
  2. 2. Antes de las apariciones de la Virgen María, es bueno recordar cómo sor Catalina conoció a san Vicente. Granjera en Fain-les- Moutiers, a menudo iba a rezar a la parroquia, incluso en invierno.
  3. 3. U n a n o c h e t u v o u n s u e ñ o . E n l a i g l e s i a d e F a i n , u n s a c e rd o t e a n c i a n o , re v e s t i d o c o n l o s o r n a m e n t o s s a g r a d o s , c e l e b r a l a m i s a . Te r m i n a d a l a c e re m o n i a , s e v u e l v e y l e h a c e u n a s e ñ a p a r a q u e s e a c e rq u e . C a t a l i n a , a s u s t a d a , s e a l e j a .
  4. 4. S e e n c u e n t r a a h o r a a l a c a b e c e r a d e u n e n f e r m o y a l l í e s t a b a t a m b i é n e l a n c i a n o s a c e rd o t e q u e l e d i c e : “ H i j a m í a , e s t á b i e n c u i d a r a l o s e n f e r m o s . A h o r a h u y e s d e m í , p e ro l l e g a r á u n d í a e n q u e t e c o n s i d e r a r á s d i c h o s a d e v e n i r c o n m i g o . D i o s t i e n e s u s d e s i g n i o s s o b re t i , ¡ n o l o o l v i d e s ! ” . E n t o n c e s s e d e s p e r t ó , y v i o q u e s ó l o e r a u n s u e ñ o c u y o s i g n i f i c a d o i g n o r a b a t o d a v í a .
  5. 5. En Châtillon había una casa de Hijas de la Caridad. En una ocasión visitó la comunidad para hablar con la Superiora de su posible vocación y pedirle consejo. Al entrar al recibidor, Catalina se sobrecogió al ver el retrato perfectamente parecido al sacerdote que vio en su sueño. Preguntó su nombre y cuando supo que era San Vicente de Paúl, el misterio se esclareció y lo tomó como una llamada.
  6. 6. Y a principios del año 1830, con el consentimiento de su padre, entró como postulante en la comunidad de las Hermanas de Châtillon. El 21 de abril de 1830, después de esta prueba de tres meses, llegó al noviciado de la Rue du Bac, en París. Tenía veinticuatro años.
  7. 7. D e s d e s u l l e g a d a a l s e m i n a r i o , S o r C a t a l i n a t i e n e l a d i c h a d e p a r t i c i p a r j u a t o a l a s o t r a s " h e r m a n i t a s " e n u n a m a g n í f i c a c e re m o n i a . R e p o s a n d o , c o m o a h o r a , e n u n re l i c a r i o d e p l a t a o f re c i d o p o r l a d i ó c e s i s d e P a r i s , e l c u e r p o d e S a n V i c e n t e d e P a u l , e s c o n d i d o d u r a n t e l a R e v o l u c i ó n , f u e t r a n s p o r t a d o s o l e m n e m e n t e d e N o t re D a m e a l a n u e v a c a p i l l a d e l o s M i s i o n e ro s P a ú l e s , R u e d e S è v re s . D e s c a n s a n d o , c o m o a h o r a , e n u n re l i c a r i o d e p l a t a o f re c i d o p o r l a d i ó c e s i s d e P a r í s , e l c u e r p o d e S a n V i c e n t e d e P a ú l , a c o m p a ñ a d o p o r u n a i n m e n s a m u l t i t u d . O c h o c i e n t a s H i j a s d e l a C a r i d a d p re c e d í a n a l re l i c a r i o , c o n g r u p o s d e n i ñ o s . S o r C a t a l i n a , f e l i z , s e g u í a a a q u e l q u e n o h a c í a m u c h o l a h a b í a l l a m a d o a l s e r v i c i o d e l D i o s d e l a C a r i d a d . S u s u e ñ o s e re a l i z ó a l p i e d e l a l e t r a .
  8. 8. Al volver a la Rue du Bac, Sor Catalina vio el corazón del Santo. “Se me apareció tres veces de manera diferente, tres días consecutivos: blanco, color de carne, lo que anunciaba la paz, la tranquilidad, la inocencia y la misión; y después rojo fuego, el que debe encender la caridad en los corazones; y después lo ví rojo oscuro: esto llenaba de tristeza el corazón, esta tristeza se refería al cambio de gobierno”.
  9. 9. Tre s m e s e s m á s t a rd e , e l R e y C a r l o s X f u e d e r ro c a d o y F r a n c i a s e s u m i ó e n l o s h o r ro re s d e l a R e v o l u c i ó n . P o r s u p a r t e , C a t a l i n a a p o r t a h u m i l d e m e n t e a s u C o m u n i d a d u n a b u e n a v o l u n t a d y u n d e s e o a rd i e n t e d e s e r v i r a l o s p o b re s , m i e m b ro s s u f r i e n t e s d e J e s u c r i s t o . E l l a a m a a l a V i rg e n M a r í a y d e s e a v e r l a . E n e l s i l e n c i o d e l s e m i n a r i o , c o n f i a d a , l a j o v e n H e r m a n a e s p e r a . E s a l l í q u e s e r á f a v o re c i d a d e l a s m a r a v i l l o s a s a p a r i c i o n e s q u e y a c o n o c e m o s .
  10. 10. Santa Catalina pasó toda su vida al cuidado de los ancianos. En nuestra época esta tarea es muy importante. Entre nuestros asociados hay muchas personas que necesitan corporal y espiritualmente una presencia.
  11. 11. A ellos y a nosotros, María nos invita a ver la imagen divina de Cristo en los seres humanos que nos rodean. María nos da el sentido de la Iglesia y de su Misión. Nos invita a la conversión de corazones a ejemplo de los dos corazones que están en la medalla milagrosa. Ya en su tiempo, San Vicente de Paúl lo había comprendido bien, como también Santa Luisa de Marillac. Ahora nos corresponde a nosotros continuar esta magnifica misión.
  12. 12. A R C H I V O S D E L A A S O C I A C I Ó N I N T E R N A C I O N A L D E L A M E D A L L A M I L A G R O S A de una homilía por P. Daniel Planchot, C.M. P R E S E N TA D O P O R

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