Web 2.0 e Aprendizagem Colaborativa

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II Seminário Integrador do Programa O MP e Os Objetivos do Milênio: Saúde e Educação de Qualidade para Todos em Ilhéus-Bahia.

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Web 2.0 e Aprendizagem Colaborativa

  1. 1. WEB 2.0 e Aprendizagem ColaborativaPor: Régia Valléria
  2. 2. Mídia unidirecional (modelo um-todos)
  3. 3. O peso histórico do paradigma
  4. 4. Críticos da Pedagogia da transmissãoPaulo Freire Pierre Lévy Martín-Barbero
  5. 5. Novas maneiras de pensar e de conviver estão sendoelaboradas no mundo das telecomunicações e dainformática. As relações entre os homens, otrabalho, a própria inteligência dependem, naverdade, da metamorfose incessante de dispositivosinformacionais de todos os tipos (LÉVY, 1993, p.7). Robson Santos da Silva – Ms.
  6. 6. Nativos Digitais
  7. 7. Novos paradigmas Web 2.0 são aplicações desenvolvidas na plataforma web que viabilizam a participação ativa dos participantes. Robson Santos da Silva – Ms.
  8. 8. Origem da escrita colaborativaSegundo Tim OReilly (2006), um dosprecursores do uso do termo, a Web 2.0maximiza o aproveitamento da inteligênciacoletiva. SaaS /S+ S
  9. 9. Massificação da InternetCrescimento da classe CDiminuição dos custosNoção de participaçãoComunicação diretaMonólogo x DiálogoNativos digitais
  10. 10. “A inteligência éconstruída socialmente.Somos humanos porquesomos sociáveis” Fernando Savater
  11. 11. Rede Social é uma das formasde representação dosrelacionamentos afetivos ouprofissionais dos seres entre si ouentre seus agrupamentos deinteresses mútuos. Fonte:
  12. 12. Redes Sociais?Qual o segredo? Reconhecimento Segurança Auto-estima Amor ao próximo Diversão Proteção Fonte: David Brown
  13. 13. - As redes sociais na internet congregam 29milhões de brasileiros por mês.- Nada menos que oito em cada dez pessoasconectadas no Brasil têm o seu perfil em algumsite de relacionamentos.- Os brasileiros já dominam o Orkute, agora, avançam sobre o Twitter e o Facebook.
  14. 14. Segundo o antropólogo inglês Robin Dunbar, umdos mais conceituados estudiosos da psicologiaevolutiva: - De nada adianta ter 500 ou 1 000 contatos no Orkut. - É impossível dar conta de todos eles, porque o limite das relações humanas é estabelecido pela biologia. O número máximo de pessoas com quem cada um de nós consegue manter uma relação social estável é, em média, de 150.
  15. 15. Dunbar começou a estudar o assunto na década de 90 e, agora, o seu cálculo está sendo confirmado nos sites de relacionamentos. Em média, o número de contatos nos perfis do Facebook e de seguidores no Twitter é de 120 pessoas. No Orkut, cada brasileiro tem cerca de 100 amigos.Revista Veja: http://veja.abril.com.br/080709/nos-lacos-fracos-internet-p-94.shtml
  16. 16. Segundo Raquel Recuero, as redes sociais sesistematizam a partir de cinco pontos. São eles: Fonte: http://www.jornalistasdaweb.com.br/?pag=displayConteudo&idConteudoTipo=2&idConte udo=3965
  17. 17. Redes Sociais na Internet são sobre pessoas e não sãodesconectadas das redes offline.Redes sociais na Internet são construídas pelaapropriação.Redes sociais na Internet são circuladoras de informação.Redes sociais na Internet são espaços de conversação.Redes sociais na Internet são potenciais espaços demobilização. COMPARTILHAMENTO
  18. 18. Redes Sociais... a solução? Depende da sua necessidade!
  19. 19. Revolução? Possibilidades de aprendizagem colaborativa surgem como uma resposta à tradicional estrutura estática da Internet, começando a adotar uma nova plataforma onde as aplicações são fáceis de usar e permitem que haja muitos emissores, muitos receptores e mais intercâmbios e cooperação.
  20. 20. Aprendizagem ColaborativaResgatando os elementos que se referem aouso das tecnologias e mecanismos deaprendizagem, para uma análise dasestratégias utilizadas no uso da tecnologia naeducação a distância. Skinner e sua concepção de máquinas de ensinar; Lévy e seu conceito de ecologia cognitiva e groupware; Concepção de aprendizagem de Vygostky, a partir da zona de desenvolvimento proximal.
  21. 21. Hipertexto “A interface em três dimensões é o futuro da internet. Ela vai provocar uma revolução tão grande quanto a própria criação da World Wide Web.” Ted Nelson, Sociólogo criador do termo „Hipertexto‟
  22. 22. Para Cobo e Pardo (2007), há quatro propostas deaprendizagem, sendo as trêsprimeiras de Johnson (1992) e a última de Lundvall (2002):
  23. 23. 1. Aprender fazendo: são as ferramentas de ensaio‐erro, onde o aluno pode intuitivamente desenvolver sua aprendizagem;2. Aprender Interativamente: promovidas pelas plataformas de gestão de conteúdo, possibilitam a interatividade entre os usuários, são exemplos postar conteúdo em um blog ou wiki, enviar um voice e‐mail, usar o chat ou correio eletrônico;
  24. 24. 3. Aprender buscando: é o processo deinvestigação, seleção e adaptação queamplia e enriquece o conhecimento dequem o realiza. Em um universo de grandequantidade de informação disponível,torna‐se essencial aprender como e ondebuscar conteúdos educativos.
  25. 25. 4. Aprender compartilhando: o intercâmbiode conhecimento e experiências permite aosestudantes participar ativamente daaprendizagem colaborativa, já que ter oacesso à informação não significa aprender,por isso a criação de instrumentos quepromovam o compartilhamento de objetosde aprendizagem contribui para enriquecero processo educativo. Exemplos: ambientesvirtuais, podcasts, vídeos, entre outros.
  26. 26. Web 2.0 Plataformas de mídias sociais – web 2.0 (nova geração de serviços de Internet) – demanda novos paradigmas para a educação. Utilizaçãode meios eletrônicos nos processos de interação: mudança na forma de aprender; compartilhamento de conteúdos; informações rápidas; entretenimentos afetivos e pedagógicos.
  27. 27. Web 2.0 - Terminologia REDE SOCIAL ESCRITA COLABORATIVA E COOPERATIVA PLATAFORMA INTELIGÊNCIA COLETIVA TIC WEB SEMÂNTICA MEDIAÇÃO ACESSO À INFORMAÇÃO AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM (AVA) COMPARTILHAMENTO COMPETÊNCIA INFORMACIONAL SERVIÇO DEREFERÊNCIA E INFORMAÇÃO (SRI) CENTRADO NO USUÁRIO INCLUSÃO DESCENTRALIZAÇÃO DAAUTORIDADE INTERAÇÃO/interatividade UTILIZAR REEDITAR AUTONOMIA ACESSIBILIDADE TAGS COLABORAÇÃO COOPERAÇÃO HIPERTEXTO SIMPLICIDADE WEB
  28. 28. Open Source: sob as condições GNU - General Public License
  29. 29. O que é Second Life Philip Rosedale, criador de “Second life”, costuma dizer: “Não estou criando um jogo, estou criando um país”. É um ambiente parecido com o real, com casas, estradas, lojas e quase qualquer coisa que existe aqui fora, namoram, dançam, vendem, compram, conversam. Interessados neste universo em expansão, empresas criaram filiais, universidades passaram a ministrar cursos online, agências de notícias estabeleceram sucursais, etc.
  30. 30. Formação Profissional SENAC
  31. 31. Contexto Empresarial Ilha Dell Demonstração de Produtos; Fábrica Virtual; Montagem do Computador; Compra de Computador; Computador Virtual.
  32. 32. Contexto Empresarial Ilha Fiat Demonstração de Produtos; Fábrica Virtual; Passeio nos Veículos
  33. 33. Contexto Educacional Second UA Aulas; Seminários; Conferências; Museu; Salas de Aula.
  34. 34. Web 2.0 Participação cada vez mais ativa das redes sociais: produção e veiculação de conteúdos que mobilizam opiniões, decisões, comportamentos. Orkut, Facebook - ferramentas que possibilitam troca de informações, conhecimentos, experiências, além de promover interação entre seus membros. Youtube – possibilita publicação, exibição e repetição de aulas, vídeos etc. Blogs.
  35. 35. LIVEMOCHA - Comunidade Mundial de Aprendizado de Idiomas
  36. 36. "Um passarinho me contou..." Twit, um post do Twitter, pode significar: arreliar, censurar, repreender, zombar. Twitteiro é aquele que posta mensagens no Twitter, e significa o gorgeio, o trinado, o chilrear de um pardal. E, sabemos que, quando um passarinho canta, seus parceiros logo respondem... Ou seja: twittar é fazer barulho, ser ouvido, ser visto, ser notado, ser lido… enfim: INTERAGIR!”
  37. 37. #forasarney Uma dos protestos mais importantes contra acorrupção no Brasil.#clodoaldonotwitter Campanha feita pelos alunos deDireito da Uesc.
  38. 38. Web 2.0 Ning – plataforma que permite criação de redes sociais individualizadas. Permite o compartilhamento de interesses específicos. (www.ning.com). Similares e gratuitos: http://www.socialgo.com/ http://wackwall.com/ http://www.grouply.com/ http://elgg.org/www.mpcidadania.ning.com
  39. 39. Web 2.0 Fórum Yahoo – promove aprendizado organizacional e coletivo, debates e troca de opiniões. (www.branswer.yahoo.com). Podcast (www.podbr.com.br). http://code.google.com/p/cloudcourse/ http://www.com8s.com/ http://classtools.net/ http://www.ck12.org/flexr/ Rived - Rede Interativa Virtual de Educação (www.rived.mec.gov.br).
  40. 40. Webquest Projetos de pesquisa utilizando referências da Internet, com alguns passos e publicação final
  41. 41. Sites sobre Webquest http://webquest.sp.senac.br/textos http://www.colegiodante.com.br/content/ca t20040802_40/new20050301_476/view http://www.vivenciapedagogica.com.br/wq www.webquest.futuro.usp.br
  42. 42. Cf. Marco ParangoléChacrinha não foi o maior comunicador brasileiro porquejogava o bacalhau na gente, mas não jogávamos devolta, não caracterizando assim interatividade. Mas nemmesmo esse fluxo do joga e recebe de volta caracteriza ainteratividade necessária em EaD. Se o professor fala e oaluno responde, ainda fica faltando pelo menos mais umaetapa, um retorno, seja do professor ou mesmo doscolegas. Propor a atividade, recebê-la e dar nota, semfeedback, não completa um ciclo. Jogar o bacalhau erecebê-lo de volta ainda não é suficiente comointeratividade em educação: alguém precisa nos retornarnovamente o bacalhau. No fundo, o bacalhau não podeparar na mão de ninguém - e o primeiro arremesso nãoprecisa vir do professor!
  43. 43. Quem éWeb 2.0
  44. 44. E nesse trânsito intenso... E ao (COM)partilhar... Atenção!
  45. 45. Direitos AutoraisLei 9.610, de 1998
  46. 46. http://www.youtube.com/watch?v=izSOrOmxRgE
  47. 47. #prontofalei
  48. 48. Perguntas
  49. 49. Referências BARROS, E. Software Educacional: Critérios a serem levados em conta no processo pedagógico. Revista Brasileira de Tecnologia Educacional – Anos XXX/XXXI, nº 159/160, 2006. CARVALHO, Ana Beatriz Gomes, A Educação a Distância e a Formação de Professores na Perspectiva. dos Estudos Culturais, João Pessoa-PB, 2009 CASTELLS, M. A Sociedade em Rede, São Paulo: Paz e Terra, 1999. GONÇALVES, M. I. R. Reflexões sobre „silêncio virtual‟ no contexto do grupo de discussão na aprendizagem via rede. Educação no ciberespaço. Disponível em: http://www.ilse.pro.br/artig01.html. Acesso em: 30 abr 2010. LEMOS, A., Cibercultura. Tecnologia e Vida Social na Cultura Contemporânea. Porto Alegre, Sulina, 2002 segunda edição, 2004. LÉVY, P. Cibercultura. São Paulo: Editora 34, 1999. LITTO, F. “Pedagogia Sob Medida”. Revista Galileu, Ano 12, n. 142, Maio- 2003. KENSKI, V. Tecnologias e Ensino Presencial e a Distância. São Paulo: Papirus, 2003. SANTOS, Robson . Redes Sociais. EadAmazon. SILVA, Marco. Sala de aula interativa. Rio de Janeiro: Quartet, 2000. VIRILIO, P. A Bomba Informática. São Paulo: Estação Liberdade, 1999.
  50. 50. Régia VallériaMuito Obrigada!Contatos: regia.valleria@ba.senac.br Ning: http://mpcidadania.ning.com/profile/rvalleria Twitter: @filhadarosa Google+: Filha da Rosa Blog: Docência Online – Diálogos Reflexivos http://docenciaonlinedialogosreflexivos.blogspot.com/ Gtalk: rvalleria.senac@gmail.com Skype: Filha da Rosa MSN: filhadarosa@hotmail.com Facebook / Orkut / Flickr: Filha da Rosa LinkedIn: Régia Valléria

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