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Espanhol regular 13

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Espanhol regular 13

  1. 1. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCO Aula13 SISTEMAS PREVIDENCIARIOS : UMA CRISE MUNDIAL.Esta semana, acaba de ser aprovada pelo Senado Federal anova lei que institui unificação do sistema tributário eprevidenciário na chamada “Súper Receita”. Além dasespeculações sobre mudanças nos planos de carreira e funçõesdos futuros Auditores e Técnicos, é possível prever a integraçãodos assuntos tributários e previdenciários nas provas dospróximos concursos. Desta forma, considerando a necessidadede um curso regular que possa deixar o concursando preparadopara todas as eventualidades, as aulas 13 e 14 serãointegralmente destinadas à temática previdenciária. A ESAF,que já possui tradição em provas relacionadas ao mundo dotrabalho (realiza as provas de Auditor fiscal de Trabalho), temalgumas provas de referencia que podem facilitar a percepçãodas dificuldades específicas nesta área de conhecimentos.Prova de Auditor de Ministério de Trabalho 2006Seguro socialA unas horas de que concluyan los trabajos del último períodoordinario de sesiones de la 59 Legislatura de la Cámara deDiputados, el pleno aprobó “a vapor” 44 dictámenes. Entre losmás importantes se encuentra el decreto que adiciona unsegundo párrafo a la ley de seguro Social. Este dictamen fueaprobado por 331 votos a favor y establece que los mayorestendrán derecho a una pensión, aun cuando hayan dejado detrabajar, siempre y cuando cubran los requisitos legales encuanto a cierto número de cotizaciones.Según el diputado Miguel raya, las personas que hayan cubierto500 semanas de cotización de acuerdo con la ley del 73 ocubran mil 250 según la legislación vigente, ya no tendránnecesidad de reinsertarse laboralmente si son despedidosdespués de los 50 o 55 años. De esta manera, al cumplir los 60años de edad podrán gozar de una pensión por edad avanzadao bien al cumplir los 65 tendrán a una por vejez.Recordó que la Ley actual establece que cuando se interrumpeel trabajo por más de tres años, hay que reinsertarse cuandomenos seis meses para cubrir y tener derecho a la pensión, o sison más de seis años, cubrir un año de cotizaciones para lavigencia de los derechos. Un informe de la Secretaria deHacienda indica que esa reforma al Instituto mexicano delSeguro Social representará un gasto presupuestal de 10 milmillones de pesos. Sin embargo, la Cámara de Deputados no haexplicado cuál será la fuente de ingresos que permitirá obtenerlos recursos para amortiguar el impacto fiscal de la medida. www.pontodosconcursos.com.br 1
  2. 2. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCO(Eleconomista,México,26/4/06)A poucas horas de que concluam os trabalhos do último períodoordinário de sessões da 59ª. legislatura da Câmara deDeputados, o plenário aprovou “a toque de caixa” 44 resoluções.Entre as mais importantes se encontra o decreto que acrescentaum segundo parágrafo à lei de Seguro Social. Esta resolução foiaprovada por 331 votos a favor e estabelece que os idosos terãodireito a uma pensão, ainda que tenham deixado de trabalhar,sempre que cubram os pré-requisitos legais em relação a certonúmero de contribuições.Lembrou que a lei atual estabelece que quando o trabalho éinterrompido durante mais de três anos, tem que reinserir-sepelo menos seis meses para completar tempo e ter direito a umapensão; ou se são mais de seis anos, tem que completar umano de contribuições para a vigência desses direitos. Uminforme da Secretaria de Fazenda indica que essa reforma aoInstituto de Mexicano de seguridade Social representará umgasto orçamentário de 10 bilhões de pesos. No entanto, aCâmara de Deputados não explicou qual será a fonte de receitaque permitirá obter os recursos para amortecer o impacto fiscalda medida.Segundo o deputado Miguel Raya, as pessoas que tenham feito500 semanas de contribuição de acordo com a lei de 73 otenham feito 1200 segundo a legislação vigente, já não terãonecessidade de retornar ao mercado de trabalho se sãodemitidos depois dos 50 ou 55 anos. Desta maneira, ao fazer 60anos de idade poderão receber uma pensão por idade avançadao bem ao fazer os 65 terão uma por velhice .21.- Según el texto, la adición a la ley del Seguro social:a) obliga a la reinserción en casos de interrupción laboralb) elimina la exigencia de 500 semanas de cotización para laspensionesc) condiciona el beneficio de las pensiones al abono decotizacionesd) libera de la reinserción a quienes hayan trabajado al menos50 añose) está prevista en el presupuesto nacional22.- En el contexto del texto, la expresión “aun cuando”equivale aa) por ciertob) todavíac) adreded) aunquee) desde queGABARITO COMENTADO21.- Según el texto, la adición (O ADENDO) a la ley del Segurosocial:a) Falsa. Não obriga, e sim desobriga ao retorno ao mercado detrabalho a certo grupo: “los mayores” (os idosos) www.pontodosconcursos.com.br 2
  3. 3. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCOb) Falsa. Não elimina la exigencia de 500 semanas de cotizaciónpara las pensiones.c) Verdadeira. Condiciona o benefício das pensões aopagamento (abono) de contribuições (cotizaciones)d) Falsa. Se libera da reinserção não é por 50 anos de serviço, esim a quem além da idade avançada também tem tempo decontribuição mínimo.e) Falsa. Não está prevista no orçamento ( presupuesto)nacional22.- Esta questão repete uma das exigências tradicionais daESAF: o conhecimento de nexos e seus sinônimos. No caso, abanca selecionou o grupo das conjunções concessivas, quedetalhamos na ficha gramatical 4 da aula 2.En el contexto del texto, la expresión “aun cuando” (locuçãoconcesiva que pode ser traducida como “mesmo quando”)equivale aa) Falsa. È advérbio de afirmação.b) Falsa. É adverbio de tempoc) Falsa É adverbio de modo.d) Verdadeira. “Aunque” (embora) é a conjunção concessivamais utilizada do espanhol.e) Falsa. É locução condicional.Ahorro Previsional VoluntárioEn el contexto de los incentivos al ahorro y, dentro de ellos, a laformación de mejores fondos para una futura pensión, seencuentra el denominado Ahorro Previsional Voluntario (APV)que puede ser efectuado no sólo en las Administraciones deFondos de Pensiones (AFP), sino también en cualquiera de lasinstituciones autorizadas. Dichos montos se pueden retirar aunantes de que se obtenga la pensión y, en tal caso, el ahorrantedeberá efectuar una declaración anual de Impuesto a la Renta,con el fin de enterar las eventuales diferencias de impuestosproducto de dicho retiro.Este mecanismo de ahorro resulta atractivo, a efectos tributarios,para los contribuyentes personas naturales que decidanutilizarlo. En primer término, pueden hacer uso de una rebajamensual a la base tributable del Impuesto único de SegundaCategoría de hasta el equivalente a 50 unidades de fomento,destinando dichos fondos a su propia AFP o a cualquiera de lasinstituciones autorizadas para operar en dicho mercado. Encualquier caso, automáticamente se producirá un menor pago deimpuesto.En segundo lugar, en el caso de que un trabajador decidaefectuar por su cuenta un aporte directo como APV hasta elequivalente a 600 unidades de fomento, dicho monto operarácomo una rebaja a la base anual y recuperará parte delImpuesto Único de Segunda Categoría, como si el APV hubierasido efectuado mensualmente. El APV también funciona comoun mecanismo eficiente para afrontar periodos de cesantía. El www.pontodosconcursos.com.br 3
  4. 4. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCOcontribuyente puede retirarlo antes de pensionarse, en cuyocaso, la institución que efectúe la devolución retieneprovisionalmente el 15%, de abono a la tributación prevista en laley de Renta.(elmercurio, Chile 27/4/2006)Poupança Voluntária para Previsão SocialNo contexto dos estímulos à poupança e (entre eles)à formaçãode melhores fundos para uma futura pensão, se encontra ochamado Poupança Voluntária de Previsão Social que pode serefetuado não somente nas administradoras de Fundos depensões (AFP), mas também em qualquer das instituiçõesautorizadas. Ditos montantes podem ser retirados até antes deque se obtenha a pensão e, em tal caso, o poupador deveráfazer uma declaração anual do IR com a finalidade de completaras eventuais diferenças de impostos produzidos por ditaretirada.Este mecanismo de retirada resulta atrativo, em relação atributos, para os contribuintes pessoas físicas que decidam usa-lo. Primeiramente, poder fazer uso de um desconto mensalsobre a base tributável do Imposto Único de Segunda Categoriade até o equivalente a 50 unidades de fomento, destinando ditosfundos a sua própria conta de poupança ou a qualquer dasinstituições autorizadas para operar em dito mercado. Dequalquer maneira, automaticamente haverá uma redução doimposto a pagar.Em segundo lugar, no caso de que um trabalhador decidarealizar por conta própria uma contribuição direta como PPV atéo equivalente de 600 unidades de fomento, dito montanteoperará como um desconto à base anual e recuperará parte doImposto Único de segunda categoria, como si o PPV tivessesido pago mensalmente. O PPV também funciona como ummecanismo eficiente para enfrentar períodos de demissões. Ocontribuinte pode retira-lo antes de solicitar sua pensão, em cujocaso, a instituição que efetue a devolução, retémpreventivamente o 15% para pagamento da tributação previstana lei de renda.23.- Según el texto, el APV tiene como blancoa) jubilados sin cuentas de ahorrob) trabajadores contribuyentesc) pensionistas al día con el fiscod) desempleadose) ahorrantes en bancos privados24.- En el contexto del texto, la palabra “enterar” tiene el sentidodea) declararb) informarc) cobrard) enterciar www.pontodosconcursos.com.br 4
  5. 5. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCOe) completar25.- En el texto se dice que quienes se acogen al APVa) tienen acceso a los fondos en cuanto a se pensionenb) se benefician de desgravaciones tributariasc) quedan exentos del pago de cotizaciones al seguro sociald) pagan una contribución mensual equivalente a 50 unidadesde fomentoe) perciben anualmente hasta el equivalente a 600 unidades defomentoGABARITO COMENTADO23.- Según el texto, el APV tiene como blanco (alvo, objetivo)a) Falsa. Não são os aposentados e sim aqueles que irão um diase aposentarb) Verdadeira. O sistema está pensado para atrair contribuintespessoas físicas na ativa. (trabajadores contribuyentes)c) Falsa. Não são os pensionistas e sim aqueles que irão um diase aposentard) Falsa. Se bem não se pode dizer que os desempregadosestejam excluídos da nova proposta, as vantagens tributáriasindicam que se trata de captar contribuintes que atualmenteestão na ativa.e) Falsa. A consideração de poupadores (“ahorrantes”) nãoindica que eles sejam contribuintes pessoas físicas.24.- Esta questão pretendia testar o conhecimento afinado daspalavras polissêmicas (ver ficha de vocabulário 1 da aula 1). Nocaso da palavra “enterar” , existem dois significados: enterar(sem pronome reflexivo) significa “completar” , deixar algo nasua forma entera (inteira); já o verbo “enterarse” (com a partículareflexiva no final) significa informar-se, conhecer, saber porcomunicação dos outros.a) Falsa. “declarar” não é sinônimo de nenhum dos doissignificadosb) Falsa. “Informar” se aproxima do segundo significado , masnão significa completar.c) Falsa. “Cobrar” é receber. A frase indica o contrário. Ocontribuinte tem que pagar seu I.Renda.d) Falsa. “Enterciar” significa empacotar uma mercadoria emsuas terceiras partes.e) Verdadeira. “Completar “significa pagar por inteiro suasobrigações com o I.Renda.25.- En el texto se dice que quienes se acogen al APVa) Falsa . o texto avisa que os poupadores podem retirar seufundo antes de aposentar-se www.pontodosconcursos.com.br 5
  6. 6. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCOb) Verdadeiro. A isca principal do sistema, é o desconto doImposto de Renda na Pessoa Física.( desgravacionestributarias).c) Falsa. Os poupadores não ficam (quedan) isentos (exentos)do pago de contribuições (cotizaciones) ao seguro sociald) Falsa. “50 unidades de fomento” é o limite de desconto(rebaja) que o poupador pode ter do seu imposto de renda aoparticipar do sistema.e) Falsa.”600 unidades de fomento” não é o que ele percebe. Èo limite que ele pode contribuir a qualquer momento e que seráconsiderado como se tivesse feito mensalmente.FICHA DE VOCABULARIO 12MAPA CONCEITUAL DO TRABLAHO E PREVISÃO SOCIALSEGURIDAD SOCIAL= sistema que regulamenta e executa umconjunto de prestações que se estabelecem para prever, reparaou superar os estados de necessidade dos trabalhadores e suasfamílias.ALTA = comunicação ao Sistema de Seguridade social daincorporação de um trabalhador que o converte em sujeitoprotegido do Sistema.JORNADA = É o tempo que o trabalhador dedica para realizar atarefa para a qual foi contratado.PLURIEMPLEO= Situação do trabalhador que presta serviços avarias empresas de um único regime da Seguridade social.PLURIACTIVIDAD = Situação do trabalhador que presta serviçoa duas ou mais empresas em regimes diferentes da SeguridadeSocial.SUELDO = remuneração fixa do trabalhador.SALARIO EN ESPECIE = remuneração ao trabalhador que nãoé feita em dinheiro. Na maioria dos paises não pode ultrapassar30% do salário total.DIETAS = ressarcimentos que o trabalhador recebe quandoprecisa realizar gastos na execução de suas tarefas.BASE DE COTIZACIÓN=parte do salário sobre a qual éaplicado o cálculo da quota de contribuição que o trabalhadorprecisa fazer ao Sistema de seguridade social.TIPO DE COTIZACIÓN= alíquota aplicada sobre a base decontribuição para calcular o valor de contribuição ao sistema deseguridade social. www.pontodosconcursos.com.br 6
  7. 7. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCOCOTIZACIÓN = valor efetivamente pago ao sistema deseguridade social.COBRO= HABERES =quantia que o trabalhador aposentadoreceberá com retribuição pela sua participação no sistema.CONVENIO COLECTIVO = Acordo entre o grêmio ou sindicatoe a patronal e que regula as relações e remuneraçõestrabalhistas.CADUCIDAD = prazo fixo para o exercício de um direito, a partirdo qual o direito pactuado deixará de existir.DEVENGADO = direito produzido por uma atividade e ousituação antes do período de caducidade.ABSENTISMO= situação do trabalhador que se ausenta(justificada ou injustificadamente) de suas obrigaçõescontratuais.DESPIDO = demissão, ruptura unilateral do contrato de trabalho.DESPIDO DICIPLINARIO = demissão provocada peloempregador quando da ocorrência de falta grave e dolosa e quedeve seguir o princípio da individualidade e da proporcionalidadecom o fato gerador.DESPIDO POR FUERZA MAYOR= demissão provocada pormotivos externos, imprevisíveis e inevitáveis.DESPIDO TÁCITO= quando a empresa demite o trabalhadorsem cumprir as regras de aviso.FINIQUITO= Documento que extingue o contrato de trabalho eonde constam todas as obrigações rescisórias do empregadorDESEMPLEO= ESTAR EN EL PARO = Situação da perda daatividade remunerada.CESANTIA = ESTAR CESANTE= Situação da perda daatividade remunerada.SEGURO DESEMPLEO= Contribuição que paga prestaçõessubstitutivas do salário que o trabalhador deixou de perceber.JUBILACIÓN = aposentadoriaABONAR = pagar = contribuir.ENTERAR = pagar por completo, completar www.pontodosconcursos.com.br 7
  8. 8. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCOAHORRO VOLUNTARIO = poupança voluntária oucapitalização, sugerida para ir paralela ao sistema previdenciáriotradicional, permitindo um plus ou complemento para ser retiradono momento de aposentadoria ou períodos de desemprego.FLEXIBILIDAD LABORAL= conceito do capitalismo modernoque busca reformar e ou diminuir os diretos trabalhistas emrelação as condições de trabalho, duração, translado eestabilidade.MINUSVÁLIDO= Trabalhador portador de necessidadesespeciaisSIMULADO 3301 BARCELONA.-Pese a los avances, la flexibilidad laboral02 continúa siendo el principal caballo de batalla de03 Automóviles Seat. Su presidente, Andreas Schleef, volvió a04 utilizar el mismo discurso, aunque lo endureció ligeramente05 cuando afirmó que el marco laboral español «es el más06 inflexible que he visto».07 La afirmación de Schleef llegó en una conferencia08 organizada por la Cámara de Comercio de Barcelona y09 después de que fuera cuestionada previamente una10 propuesta lanzada por él mismo.11 El presidente de Seat, como ya ha hecho la patronal12 Anfac, apostó por introducir en el sector de la automoción13 un contrato laboral con una duración vinculada a la vida14 comercial de un coche, es decir, entre 5 y 6 años. El15 directivo alemán apostó por introducir medidas innovadoras16 de ese tipo en la negociación colectiva para competir con17 otras marcas.18 En su opinión, es la mejor fórmula para acudir al mercado,19 teniendo en cuenta que «el cliente es quien paga el salario20 del empleado y que a éste no le interesan las condiciones21 de producción», sino del producto.22 Para Schleef, es «poco realista» pensar hoy en día que23 una compañía pueda contratar «para toda la vida a un24 empleado». De hecho, dijo, las obligaciones que genera la25 legislación laboral actual provocan que «no nos atrevemos26 a contratar personas 100% para toda la vida». Además de27 medidas de tipo laboral, Schleef emplazó a mejoras en28 investigación y desarrollo e infraestructuras.1.- Según Schleef, la flexibilidad laborala) está siendo el principal obstáculo para SEATb) ha sufrido un retroceso en los últimos añosc) se ha convertido en el arma principal para SEATd) presenta un endurecimiento por causa de la competitividade) es el mayor riesgo para SEAT en esta coyuntura www.pontodosconcursos.com.br 8
  9. 9. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCO2.- De acuerdo al texto, la propuesta de Schleef sobreflexibilidad laborala) fue rechazada por la Cámara de Industriasb) es incompatible con la ideología de la Cámara de Industriasc) vincula los contratos de trabajo a la vida útil de los vehículosfabricadosd) acota la duración del contrato laboral al ciclo de produccióndel cochee) condiciona el contrato de trabajo al nivel de competición delmercado.3.-Según el texto, la propuesta de Schleef tiene por finalidada) aumentar el volumen productivob) ubicarse mejor ante la competenciac) facilitar las negociaciones colectivasd) dar más estabilidad y salarios a los trabajadorese) conseguir costes más bajos que orientales y asiáticos4.-Según el texto, la situación del marco laboral actual española) obliga a mantener al trabajador toda la vidab) concita el rechazo de los clientesc) no permite los despidos de trabajadoresd) es el peor en Europa occidentale) no es el único escollo de la industria automotriz5.- La expresión “acudir al mercado” equivale aa) agitar el mercadob) copar el mercadoc) ir al mercadod) entender el mercadoe) mermar el mercado6.- En el texto, la expresión “emplazó a mejoras” equivale aa) intimó a mejorasb) sugirió mejorasc) pretermitió mejorasd) sostuvo a mejorase) añadió a mejoras7.- En el texto, la expresión “de hecho” podría ser sustituida pora) por ellob) asimismoc) en efectod) conquee) mientras tantoSIMULADO 3401 La Federación Sindical de Trabajadores de la Alcaldía02 de Managua, denunció a las autoridades de la comuna www.pontodosconcursos.com.br 9
  10. 10. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCO03 de estar incumpliendo el convenio colectivo de trabajo, y04 anunció una serie de protestas si sus demandas no son05 escuchadas.06 En conferencia de prensa, los líderes sindicales07 señalaron que la Alcaldía no está entregando a los08 trabajadores los medios de protección, como el uniforme09 del personal, violando el convenio laboral firmado en10 1998. Asimismo, demandaron un incremento del 30 %,11 pues desde hace cinco años perciben el mismo salario.12 Los sindicalistas relataron que los miembros de la13 Comisión Negociadora pidieron cita con la secretaria14 general de la alcaldía, Sandra Moreno, pero15 ésta los dejó plantados.16 “El lunes hicimos un plantón, y luego la señora Moreno17 no quiso escucharnos, se comportó de manera18 prepotente no importándole las condiciones socio-19 laborales de los trabajadores”, dijo Róger Cajina,20 secretario general de la Federación. Cajina, además,21 denunció amenazas de despidos y persecución laboral a22 los trabajadores afiliados a su organización sindical,23 “mientras el alcalde Marenco puso a más de 50024 personas allegadas a él desde que asumió como25 alcalde”.26 Cajina añadió que el alcalde Marenco compró una27 camioneta Mitsubishi L-200 del año, mientras la28 población tiene la basura hasta el cuello porque no hay29 dinero para reparar los camiones recolectores.30 Los trabajadores están realizando plantones fuera de las31 horas laborales, pero señalan que si el alcalde “se sigue32 haciendo el sueco” ante esta situación, tomarán medidas33 más radicales como la toma de los talleres, y un paro34 por tiempo indeterminado.1.- A denuncia que o texto noticia involucraa) a trabajadores de una empresa privadab) a una empresa que terceriza serviciosc) a una federación de empleados públicos nacionalesd) al conjunto de los alcaldes de Managuae) al poder ejecutivo municipal de Managua2.- Según el texto,a) los miembros de la Comisión Negociadora no escucharon ladenuncias.b) Sandra Moreno hizo planteos incompatibles con lasdemandasc) la secretaria comunal no platicó con los sindicalistasd) los trabajadores no reciben protección contra sus agresores.e) los sindicalistas denuncian que hace 5 años que no recibenequipo protector.3.- De acuerdo al texto,a) Marenco ya despidió más de 500 afiliados al sindicato www.pontodosconcursos.com.br 10
  11. 11. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCOb) Cajina ya tuvo que defender a más de 500 de sus allegados.c) el alcalde dio anuencia a la contratación de amigosd) Marenco lleva adelante una administración draconianae) Marenco ya contrató 500 personas desde que Cajina asumiósu función4.- En el texto, la expresión “con la basura hasta el cuello” (li.28)significaa) colmada de desechosb) con las manos en la masac) con la paciencia agotadad) corriendo atrás del roedore) limpiando la corrupción5.-En el texto, la expresión “se haciendo el sueco” (li. 32)significaa) continúa contratandob) permanece autoritarioc) gobierna con irresponsabilidadd) se hace el distraídoe) cometiendo corrupción6.- De acuerdo al texto, el impase em la negociación podríadesembocara) en la renuncia de Marencob) en una huelgac) en el despido de todos los trabajadoresd) en el cierre definitivo de la alcaldíae) la realización de plantones fuera del horario normal7.- En el texto, la palabra “mientras” (li.23 y 27) equivale aa) por ellob) asimismoc) puesto qued) al tiempo quee) conqueSIMULADO 3501 MADRID.- Tres de cada cinco trabajadoras del sector textil02 mundial no tienen contrato ni derecho a prestaciones03 sociales. Así lo afirman consumidores, sindicatos y ONG,04 que se han unido para denunciar que en España es05 imposible saber si la ropa que se vende en los06 establecimientos se fabrica en condiciones de explotación07 laboral.08 La Confederación de Consumidores y Usuarios ( CECU) y09 Fia-UGT, han escenificado en un mercado madrileño una10 subasta simbólica en la que los asistentes pujaban a la11 baja por los derechos laborales de las trabajadoras del12 textil en países en desarrollo. www.pontodosconcursos.com.br 11
  12. 12. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCO13 De un precio de partida de nueve euros la hora para las14 trabajadoras, se llegó finalmente a pagar 90 céntimos por15 hora y a renunciar Seguridad Social, sin límite de horas, y16 sin un salario mínimo.19 "Esto es lo que ocurre en países de África, de América20 Latina, del sudeste asiático o del Este de Europa. Ese21 precio se llega a reducir hasta los 15 céntimos de euro; un22 1,6% de su coste en España.23 "De los 25 euros que nos cuesta una prenda en España,24 sólo 11 céntimos van a parar al sueldo de la trabajadora25 que la ha confeccionado en un país en desarrollo", han26 explicado.29 Según se ha denunciado, la mujer es la mayor perjudicada30 por las malas prácticas en el sector textil y de la31 confección, ya que representan entre el 75%, en países32 como España, o el 90% en Bangladesh de la fuerza de33 trabajo del sector.34 También advierten de que el 70% de las prendas que se35 consumen en el mundo se hacen en países en vías de36 desarrollo. "En España, el ritmo de deslocalización hacia37 los países en desarrollo es cada vez más acelerado. Por38 todo ello, CECU y Fia-UGT exigen a Fedecon que39 impulse de manera urgente un Plan de Implantación de40 Responsabilidad Social Corporativa (RSC) que incorpore41 medidas concretas que contribuyan a garantizar que la42 industria del textil y la confección deslocaliza su43 producción de manera responsable.1.- En el texto se dice quea) tres quintos de los trabajadores textiles están desempleadosb) tres de cada cinco trabajadores textiles del mundo no estánregistrados por sus empleadoresc) tres quintos de las trabajadoras españolas están sin aportesjubilatoriosd) tres de cada cinco empleadas textileras del mundo no estánen plantilla.e) tres quintos de las textiles no registran a sus empleadas nirecogen contribuciones jubilatorias.2.- En el texto se informa que consumidores, sindicatos y Ongsa) organizaron un seminario sobre condiciones de trabajob) interrumpieron un Congreso sobre derechos laborales en elmundoc) teatralizaron un remate ficticio sobre derechos laborales enpaíses periféricosd) produjeron un documental sobre la situación del trabajo enpaíses pobrese) planificaron una relación entre el mercado de Madrid y lospaíses en desarrollo3.-En el texto se dice que www.pontodosconcursos.com.br 12
  13. 13. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCOa) los productos fabricados fuera de España cuestan 1, 6% amenosb) de un producto vendido en España casi la mitad es mano deobra paga en países emergentesc) las piezas de vestuario importadas en España señalan elgrado de explotación de trabajadoras de países en desarrollod) los productos que España importa cuestan menos de 5% desu precio de venta al público.e) de los productos que se venden a 25 euros, menos de 2%corresponde al salario de una empleada de país en desarrollo.4.- En el texto se dice que Españaa) redirige sus importaciones para países más competitivosb) acelera la ubicación de su producción de textiles yconfecciones en otras regionesc) rechaza la importación de confecciones por falta deresponsabilidad sociald) 70% de los que se consume en el mundo desarrollado vienede países en desarrolloe) la mujer es la que sufre peor condición de trabajo en cualquierlugar del mundo.5.-En el texto se dice que de 25 euros que cuesta una prenda,11 céntimos van al sueldo de la trabajadora que la haa) planteadob) olvidadoc) hechod) subastadoe) remitido6.- En la expresión “por todo ello”(li.37), la palabra “ello” serefiere aa) Españab) la relocalización acelerada a países en desarrolloc) el desarrollod) haciae) el ritmo7.- La expresión “por todo ello” (li. 38) podría ser sustituida pora) ademásb) mientras quec) sin embargod) asimismoe) de ahí queLEITURAS ATUALIZADASSOBRE REFORMAS PREVIDENCIARIASTexto 1O CASO DE CHILE www.pontodosconcursos.com.br 13
  14. 14. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCOLa Reforma del Sistema de Pensiones ocupa un lugarprivilegiado en el Programa de Gobierno de la PresidentaMichelle Bachelet. Por ello, la Mandataria dispuso la creación delConsejo Asesor Presidencial Para la Reforma Previsional, cuyalabor fundamental será elaborar propuestas para mejorar elactual sistema de pensiones, establecido en el DL N° 3.500.El Consejo se constituyó el lunes 17 de marzo mediante elDecreto Supremo Nº 336, y lo integran quince consejerosnombrados por la Presidenta Michelle Bachelet, los quetrabajarán “ad honorem”, aportando su conocimiento,experiencia y criterio para elaborar el diagnóstico y laspropuestas de reforma. El Consejo está presidido por el exDirector de Presupuestos, Mario Marcel, y cuenta con unaSecretaría Ejecutiva, responsable del cumplimiento de la agendade trabajo, como también del registro y sistematización de lasaudiencias y deliberaciones.El Consejo tiene un carácter eminentemente asesor, por ello, laspropuestas que de él emanen serán sometidas a laconsideración de las autoridades políticas, quienes serán endefinitiva las responsables de articular las iniciativas de lareforma, fijar sus prioridades y conducir las reformasadministrativas y legales para su materialización. Finalmente,corresponderá al Congreso Nacional analizar la iniciativa legalde modificación que presente el Ejecutivo, en el curso delproceso legislativo.Tal como destacó la Presidenta Michelle Bachelet en eltranscurso de su campaña, su gobierno se distinguirá por “lacreación y consolidación de un gran sistema de protecciónsocial, que ampare a chilenas y chilenos desde la más tiernainfancia hasta la vejez… Y esta reforma, por su transcendenciahistórica, requiere de un compromiso de todosTexto 2EL CASO DE PERUUno de los miembros del consejo para la reforma previsional delas pensiones y planes de pensiones en Chile estuvo de pasopor el Perú y comentó la propuesta que se analiza allá. Si enalgo están de acuerdo la Comisión de Seguridad Social delCongreso, la Superintendencia de Banca, Seguros y AFP (SBS),el Ministerio de Economía (MEF) y la Confederación deTrabajadores (CGTP) es en la necesidad de hacer una reformaen el sistema de pensiones local. Para ello, sin embargo, no esnecesario partir de cero puesto que no solo en el Perú se piensaen una reforma previsional. Augusto Iglesias, uno de los 15miembros del consejo para la reforma previsional en Chile,estuvo de paso por el Perú y conversó con El Comercio sobrelas propuestas que allá se analizaron.Lo primero que quisiera que se defina es el objetivo de lossistemas privados de pensiones, pues gran parte de quienescuestionan su existencia lo hacen por desconocimiento de sufunción… Se les reconoce dos funciones básicas: la dereemplazar (substituir) ingresos al momento de la jubilación (se www.pontodosconcursos.com.br 14
  15. 15. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCOsustituye el salario por la pensión) y la de proteger a la poblaciónen edad de jubilación de la situación de pobreza con un ingresomínimo.¿Están errados quienes le pretenden asignar funciones como lade herramienta de política monetaria o responsable de potenciarel mercado de capitales? Quienes creen eso están errados. Unacosa distinta es que contribuyan a ello o que no se opongan,pero no es parte de sus funciones.¿Ahora bien, dentro de sus reales funciones, cuál es el problemadel sistema de capitalización? El sistema cubre a lostrabajadores con un empleo regular y que cotizan regularmente,pero deja fuera a quienes no están dentro de este espectro. Sinembargo, esto no es culpa del sistema, sino que falta unelemento que permita atenderlos. Hay que mejorar el primerpilar del sistema: el financiamiento de pensiones mínimas ysociales para los más pobres.En Chile, producto de los cambios en el mercado laboral, elporcentaje de trabajadores que lograba tener una pensión se hareducido de alrededor de 80%, antes de la creación del sistemade capitalización, a cerca de 60% en la actualidad, lo quedemostraría la necesidad de una reforma… Si el sistema antiguose hubiese mantenido, el efecto de los cambios en elcomportamiento del mercado laboral hubiera sido mayor. No hayque olvidar que los dos sistemas pagan pensiones en función delo que se cotiza.Cepal, el Banco Mundial y el FMI hoy hablan de crear unsistema mixta que permita, a través de un sistema de reparto,contar con una pensión mínima, mientras que el sistema decapitalización brinda un plus.¿Se evaluó la propuesta del sistema mixto en el consejo? En elPerú hay interés por impulsarlo… Se evaluó y descartó porconsenso.¿Quién debe financiar las pensiones mínimas y sociales? Ennuestro caso, serán financiadas por el Estado (el costo se haestimado entre 0,8% y 1,2% del PBI, que será financiado con losahorros que el Estado obtendrá por la consolidación de lareforma previsional de 1980). La contribución del Estado seráinversamente proporcional al fondo que los afiliados hayanpodido juntar en el sistema de capitalización (los que no lotuviesen obtendrían una pensión de US$150 al mes).Pero el mercado laboral expulsa a las personas a edades cadavez menores y eleva el número de potenciales demandantes depensiones subsidiadas. He escuchado eso, pero la evidenciaestadística no lo apoya. En Chile la tasa de desempleo no escreciente con la edad. Es más, está inversamente relacionadacon ella. Pero, en todo caso, no te olvides que si bien en losprimeros años de trabajo tu aporte es pequeño, este secapitaliza durante un número de años mucho mayor. Y el efectode la tasa de interés es decisivo.Sorprendió que la presidenta Michelle Bachelet fuera tanenfática en rechazar la propuesta de que las mujeres sejubilaran a los 65 años y ya no a los 60. Sobre todo en un www.pontodosconcursos.com.br 15
  16. 16. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCOcontexto en el que se cree que habrá que elevar a 70 años omás la edad de jubilación… Creo que fue un error de lapresidenta y espero que durante el debate de las propuestas enel Legislativo se pueda reconsiderar la idea original (igualar laedad de jubilación de las mujeres y los hombres en 65 años, enun plazo de 20 años). La otra alternativa es la de elevar el nivelde aporte.Trabajar más tiempo o aportar un mayor porcentaje del salariono suelen ser del gusto de los afiliados. ¿No existen otrasmaneras? El ahorro voluntario, para el cual hay que fortalecerlos incentivos tributarios. Es más, en un país como el Perú,donde hay tanta informalidad, la mejor manera de incrementar lacobertura previsional sería a través de planes de ahorroespeciales que si bien tengan fin previsional, cuenten con ciertaliquidez para afrontar necesidades puntuales antes de sujubilación.¿Los obligamos a aportar? Además del ahorro, nuestrapropuesta establece que hay que forzarlos a aportar a través dela retención en sus boletas o al hacer algún trámite con elEstado: elcomercioperu.com.peTexto 3Texto 3O CASO NORTE AMERICANOEl presidente George W. Bush promulgó ayer lo que llamó “lareforma más amplia de la ley estadounidense de pensiones enmás de 30 años”, al tiempo que exhortó a las empresas areforzar sus planes y a destinar suficiente dinero para lossistemas de retiro de sus empleados. La nueva ley entra envigor en momentos en que el sistema de retiro del Seguro Socialenfrenta una crisis financiera a largo plazo y los planes privadosde retiro han enfrentado recortes en las empresas. Al mismotiempo, diversos análisis concluyen que la cultura del ahorro enEstados Unidos está en crisis, sobre todo entre losestadounidenses próximos a jubilarse. Pero la medida se centraen los empleadores. “La responsabilidad primaria descansa enlos empleadores a la hora de financiar lo antes posible laspensiones prometidas. El mensaje de este gobierno, de todoslos que hoy estamos aquí, es: cumplan las promesas quehicieron a sus empleados. Si le ofrecen un plan de pensión a susempleados tienen el deber de destinar suficiente dinero ahorapara que al jubilarse sus empleados obtengan lo que se lesprometió”, dijo Bush al firmar la medida. “Los estadounidensesque pasan la vida trabajando duro deben estar confiados en quecuando se jubilen sus pensiones estarán disponibles”, agregóBush.Se calcula que hay 30,000 planes de pensión que no estánfinanciados a capacidad y alcanzan un déficit de 450 milmillones de dólares. La nueva ley exige que en siete años esosplanes estén al 100% de su financiamiento. Esas 30 milcompañías tendrían que aportar más a sus planes. Asimismo, lamedida insta a los empleados a aportar más a sus planes de www.pontodosconcursos.com.br 16
  17. 17. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCOpensión y se fomenta con la permanencia de una serie dereducciones tributarias. Además, las empresas pueden inscribirautomáticamente a los empleados en los planes de ahorro parala jubilación, como los tradicionales 401 (k).Sin embargo, Karen Ferguson, directora del Centro de Derechosde Pensiones, catalogó la medida como “una gran decepción”.Según Ferguson, la ley incrementa la probabilidad de que lascompañías desechen (DESCARTEM) los planes de pensiónseguros por planes de ahorro que quedan más en manos de losempleados y esto aumenta, dijo, la inseguridad sobre el futurode los planes de retiro. El grupo considera que la ley no hacenada para impedir que las compañías congelen sus planes deretiro. También se teme que muchas empresas opten por noofrecer el beneficio a nuevos empleados. Ferguson indicó que laley “permite que los planes reduzcan las pensiones decamioneros, trabajadores de la construcción y otros,…eincrementa irresponsablemente el déficit federal al hacerpermanentes las reducciones tributarias que beneficianprimordialmente a los empleados que ganan sueldos altos”. Ladirectora reconoció que hay mejoras en algunos rubros, porejemplo, cláusulas que benefician a mujeres que enviudan o sedivorcian y a los trabajadores de bajos ingresos que puedenaportar a sus planes de pensión, pero en general, concluyó, “lomejor que podemos decir de la Ley de Protección de Pensionesde 2006 es que pudo ser peor”.Texto 4O CASO DA ARGENTINAEl titular de la CGT, Hugo Moyano, anticipó que la centralsindical impulsará un proyecto de ley para reformar el sistemaprovisional y permitir que los trabajadores que eligieron derivarsus aportes a una AFJP puedan optar por permanecer en esesistema o regresar al estatal de reparto.El líder sindical calificó al sistema de AFJP como “una de lasgrandes estafas (fraudes) que se le hicieron al pueblo argentino”y vaticinó que, si se aprueba la reforma que propondrá la CGT yse modifica la legislación actual, “el 90% de los trabajadoresvolverá al Estado”.Moyano hizo el anuncio esta mañana durante un encuentrosobre Servicios de Salud de la Seguridad Social."Vamos a impulsar desde el Congreso la libre opción para que eltrabajador no sea obligado a meterse en una AFJP y tenga lalibre opción de ir a una privada o al reparto, del Estado. Sivoluntariamente quiere estar en el Estado, que vaya al Estado, ysi quiere quedarse en una privada, que se quede, pero que no loobliguen, como se hace ahora", explicó.Para el dirigente gremial, el contexto actual es favorable para elcambio porque "se ha hecho justicia” a través del reciente fallode la Corte Suprema que ordenó al Congreso a actualizar lasjubilaciones. www.pontodosconcursos.com.br 17
  18. 18. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCOA inicios del segundo gobierno de Alan García Pérez hemoscomenzado a discutir seriamente, y quizás por primera vez, elespinoso tema de la seguridad social en el país. Tanto lasiniciativas congresales sobre la reafiliación de trabajadores alinsolvente sistema estatal -operación bautizada increíblementecon la etiqueta de libre desafiliación- como los ecos localessobre la inminente reforma previsional chilena, han enervadoesta discusión.En el Perú, igual que en Chile y sin mayor fundamento, repitenque el sistema previsional privado estaría en crisis y que lasolución pasaría por construir un régimen previsional con trespilares. Con un pilar solidario dirigido a los que han aportadoinsuficientemente o nada; otro de capitalización individual -puntualmente: las AFP-; y otro, enfocado en aportes voluntarios,en el que competirían libremente administradoras, bancos,compañías de seguros, etc. La importación de una reforma porpilares previsionales adolece de severas limitaciones.El núcleo en esta historia reside en el mercado de trabajo. Lamayoría de nuestros compatriotas opera en segmentosinformales y con salarios cercanos a los de subsistencia. EnChile los problemas de baja empleabilidad y productividadresultan de una escala mucho menor. No es solo que lainversión y la calidad educativa chilena impliquen niveles deempleo adecuado y de salarios reales más altos. Es la llamadainformalidad laboral el elemento clave. Mientras que allá solo lamitad de la fuerza laboral estaría consistentemente aportandodesde una planilla (un 25% adicional lo haría intermitentemente),acá nuestras más optimistas proyecciones bordean el 20%. Elproblema implica trabajadores mayoritariamente inempleables eincapaces de aportar lo requerido que se refleje en una pensiónmínima moderada.Así, pues, cuando nos venden copiar lo que se viene en Chile,hay que tener mucho cuidado. Por ejemplo: ¿Quién financiaría elpilar solidario? Y lo que resultaría mucho más crítico: ¿Quién loadministraría?Sobre el primer punto, los esquemas por pilares implicarían queparte significativa de los aportes actuales de la minoría(trabajadores en planillas) sea redirigido al pilar solidario. Enbuen español: mayores contribuciones -o tributos- para quienesahorran en sus AFP; y otro significativo incentivo para que lapoblación joven y calificada emigre del país. Y obviamente, si seintentase apretar a los independientes con salarios cercanos asubsistencia, solo generaría mayor informalidad.Respecto a la segunda pregunta, darle otra vez a la burocraciaestatal la defensa de las jubilaciones es una mala idea. Vivimosen una sociedad marcada por la impune desaparición de losahorros previsionales (en el IPSS y las diferentes cajas) entrelos 60 y 90, debido, en todos los casos, a sucesiones delatrocinios, corrupción institucionalizada, ineficiencia gerencial yfundamentalmente tributación inflacionaria. El caso de un BancoCentral de Reserva (BCR) que impide la libre diversificación del www.pontodosconcursos.com.br 18
  19. 19. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCOriesgo global de los trabajadores del sistema privado resultaemblemático.Pero entonces ¿cuál es la solución? Aspirar a una coberturaprevisional universal con esta fuerza laboral implica gradosmonumentales de irracionalidad económica. Requerimos elevargradual, pero urgentemente la empleabilidad y productividad denuestra PEA más joven. Mucha mayor inversión privadaayudaría. También aliviaría eliminar el límite a las inversionesdel sistema privado en el exterior.Finalmente, serviría mucho recomponer y elevar los fondos de laONP a través de un mecanismo por el cual todos los ingresosnetos derivados de próximos procesos de privatización yconcesión se redirigieran íntegramente a saldar esta viejadeuda.Quedaría establecido algo así como un pilar solidario (solo paralos robados) y un régimen con administradoras privadas para elresto. El costo fiscal de la pensión mínima sería absorbido por larecapitalizada ONP. Para que esto funcione se requiereconcesionar y privatizar a un ritmo responsable.Aplicar la pócima de moda (con dos o más pilares) cargandomás a los mismos de siempre, solo dañaría el sistema privadoTexto 5O CASO DA ARGENTINAPor el impacto de la jubilación anticipada por desempleo y lasmoratorias —por las que ya se jubilaron casi medio millón depersonas y otras 200.000 personas se incorporarán este mes ydurante diciembre— a fin de año 8 de cada 10 adultos mayoresestará cobrando una jubilación o pensión a través de la ANSeS,además de tener la cobertura de salud del PAMI.Si se agregan los jubilados de las cajas provinciales notransferidas, AFJP y sistemas especiales, como FuerzasArmadas y de Seguridad, la cobertura previsional llegará al 85%.Y como esos beneficios siguen vigentes, se estima que en losprimeros meses de 2007 sobrepasará el 90%.Así, el año próximo, la Argentina encabezaría el ranking demayor cobertura de la región.Las mujeres de más de 60 años y los hombres con de 65 añossuman 4,8 millones. Y los jubilados y pensionados de la ANSeSde esas edades a fin del corriente año totalizarán casi 3,9millones. Además hay otros 600.000 beneficiarios de edadesmenores que corresponden a personas que cobran pensionespor invalidez y fallecimiento (hijos menores, discapacitados yviudos o viudas).La contracara es que con relación al salario de los trabajadoresactivos, el haber medio del sistema sigue siendo bajo: llega aapenas el 42,5% del sueldo medio, muy lejos del histórico 82%móvil. Mientras el haber medio es actualmente de 604 pesos, elsalario medio sujeto a aportes y contribuciones asciende a 1.393 www.pontodosconcursos.com.br 19
  20. 20. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCOpesos, de acuerdo con los datos de la ANSeS.Con el incremento del 13 por ciento de las jubilaciones a partirde enero, la relación haber/sueldo podría mejorar, pero habráque ver qué pasa con los salarios ya que siguen subiendo (estemes el salario mínimo subió a 800 pesos) y durante 2007podrían aumentar el 13% o más, según cómo se renueven losconvenios colectivos de trabajo.A su vez, por la devaluación y la inflación, el gasto en SeguridadSocial se redujo del 7% del PBI en 2001 al 5,4 por ciento en laactualidad. Ahora los economistas estiman que por la mayorcobertura podría incrementarse en un 1 punto durante 2007.Según el titular de la ANSeS, Sergio Massa, la reformaprevisional de los año 90 fue "un estruendoso fracaso" que semanifestó, entre otras cosas, "a través de la reducción de lacobertura previsional, acentuada por el alto desempleo y eltrabajo en negro". "Todas las estimaciones marcaban que decontinuar esa tendencia, hacia 2025 la cobertura previsionaldebería caer al 40%. Los beneficios aprobados ayudaron arevertir ese rumbo".El cambio de tendencia se produjo por la implementación de laPrestación Anticipada por Desempleo (PAD) —que comprende alos desocupados posteriores a noviembre de 2004 que tienen 30años de aportes pero les falta 5 años para alcanzar la edadjubilatoria— y por las moratorias para los que adeudan o notienen los 30 años de aportes. Esto es así ya que el régimenprevisional se mantiene sin cambios tanto en las edadesmínimas para jubilarse (más de 60 años las mujeres y más de65 años los hombres), como en los años de aportes ( más de 30años) y en los requisitos para las pensiones.En la región, hasta ahora la Argentina ocupaba el tercer lugar enel nivel de cobertura previsional, pero se estima que en 2007desplazará a Uruguay del primer puesto. Los países con mayorcobertura son Uruguay, Brasil, Chile y Argentina. En el resto deAmérica latina las coberturas son muy reducidas (ver infografía).Texto 6O CASO DE ARGENTINALos jubilados también suman votosAl anunciar tres meses antes de su puesta en práctica elaumento de jubilaciones que aplicará a partir de enero de 2007,el gobierno de Néstor Kirchner adoptó una decisión política queno quedó a la vista de los reflectores de la Casa Rosada: elEstado no se hará cargo de atender en bloque la deuda conaquellos jubilados y pensionados que durante catorce añosquedaron con los haberes congelados mientras la inflacióncarcomía sus ingresos.Un analista económico explicaría que, con el alto superávit decaja que registra la Anses, el Gobierno prefirió ocuparse del flujo(los futuros aumentos), antes que del stock (la deuda con losjubilados que cobran más del mínimo y cuyos haberes quedaronnotoriamente desactualizados). Un analista político, a su vez,resaltaría que esta medida tiene su lógica desde el punto de www.pontodosconcursos.com.br 20
  21. 21. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCOvista electoral, ya que mejorará en 13% los ingresos de los 4millones de jubilados del sistema previsional que el año queviene deben votar y de los cuales el 70% percibe el habermínimo.Tanto por equidad social como por cálculo político, el Gobiernono dudó entonces entre la opción de poner plata en el cortoplazo en el bolsillo de cuatro millones de jubilados u ocuparse deresolver problemas de arrastre, como los juicios que variasdecenas de miles de ellos entablaron contra el Estado por elolvido a que los sometió durante casi una década y media. Si seatendía de una sola vez esta deuda pendiente, que algunosespecialistas calculan en alrededor de 10.000 millones de pesos,aquel superávit de la Anses se hubiera evaporado. Para quieneshan hecho juicio, de todos modos, queda un premio consuelo: elCongreso está a punto de aprobar una ley para que todas lassentencias a favor de la actualización de haberes se paguen apartir del año próximo en un plazo máximo de 120 días. En otraspalabras, la deuda se irá pagando con cuentagotas, dado que laJusticia no se caracteriza precisamente por su celeridad.Habrá que ver si este criterio es compartido por la CorteSuprema, que, al reclamar al Congreso la reimplantación de lamovilidad de las jubilaciones, apuntaba en última instancia aevitar la proliferación de juicios previsionales. Con el 11% querecibieron hace dos meses (por primera vez en 14 años) más el13% que se aplicará en enero de 2007, los jubilados que seencuentran de la mitad para arriba en la pirámide de haberesapenas si habrán recuperado un tercio de lo que perdieron entre2002 y 2006, ya sea frente al índice de precios al consumidor olos salarios de los trabajadores en actividad.Paradójicamente, el Gobierno optó por una alternativa másconservadora, al no consolidar la deuda anterior y establecer lamovilidad en función de los ingresos de la Anses, que hastaahora vienen creciendo fuerte. Esto le permite mantenerexcedentes para utilizar discrecionalmente, como una manerade conservar margen de maniobra de cara a las elecciones de2007.De hecho, pocos legisladores están interesados en el contenidodel proyecto de presupuesto nacional para el año próximo:descuentan que, con los decretos de necesidad y urgencia y lossuperpoderes, el Gobierno podrá disponer a su antojo de casi un20% de los recursos totales, en la medida en que sigasubestimando la recaudación impositiva y descarte cualquierreducción de impuestos, excepto, probablemente, un retoque enel mínimo no imponible de bienes personales, a decidir duranteel transcurso del año electoral.Por Néstor O. Scibonanscibona@speedy.com.arGABARITO COMENTADO DO SIMULADO 33Questão 1Alternativa A. Falsa. O que é obstáculo é a “inflexibilidad laboral”especialmente no que se refere a duração dos contratos detrabalho. www.pontodosconcursos.com.br 21
  22. 22. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCOAlternativa B. Falsa. O texto reconhece que houve avanços emrelação a tempos anteriores.Alternativa C. Verdadeira. É aquilo que ele chama de “cavalo debatalha” para adaptar a indústria à nova situação deconcorrentes.Alternativa D. Falsa. O texto fala em avanços, não emregressão.Alternativa E. Falsa. O risco é a FALTA de flexibilidade não asua presença.Questão 2Alternativa A. Falsa. O texto não informa quem recusou aproposta de Schleef.Alternativa B. Falsa. Conforme o texto, a Câmara de Indústria játinha proposto antes a mesma idéia.Alternativa C. Falsa. Ele propõe vincular os contratos á vidacomercial (período proposto pelo fabricante até a substituição domodelo por outro) do produto. A vida útil do veículo é quasequatro vezes (20 anos) o seu ciclo comercial (cinco anos)Alternativa D. Verdadeira. Vincula a duração do contrato ao ciclocomercial em que o fabricante propõe sua compra.Alternativa E. O texto não apresenta essa relação.Questão 3Alternativa A. Falsa. No texto não aparece essa relação.Alternativa B. Verdadeira. Ubicarse = posicionar-se. È o que otexto afirma como objetivo de Schleef.Alternativa C. Falso. Pelo contrário, a proposta de Schleefdificulta o relacionamento com os sindicatos (convênioscoletivos) porque afeta direitos adquiridos na duração docontrato indefinido (por tempo indeterminado)Alternativa D. Falso. Pelo contrário, reduz a estabilidadeabsoluta dos trabalhadores.Alternativa E. Falso. O texto diz que esse seria um objetivoutópico. O que Schleef quer é reduzir o custo em relação a sipróprio.Questão 4Alternativa A. Falso. Não existe isso como obrigação. O que temé um custo alto da demissão. www.pontodosconcursos.com.br 22
  23. 23. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCOAlternativa B. Falso. Ao cliente só interessa o produto final e nãoo processo produtivo.Alternativa C. Falso. O texto não menciona essa proibição.Alternativa D. Falso. O texto não estabelece comparações nemusa superlativo de inferioridade. A única menção é o que Schleefdiz conhecer (el más inflexible que he visto) , sem explicitar serefere-se a União Européia, a toda Europa ou ao mundoAlternativa E. Verdadeira. No final do texto, Schleef acrescentaum chamado a resolver “además” (além disso) “ investigación ydesarrollo e infraestructuras”.Questão 5. (A questão se refere à relação da Seat com omercado automotriz).Alternativa A.- Falsa. O objetivo não é principalmente “agitar”Alternativa B. Falsa. Copar = controlar.Alternativa C. Verdadeira. “ir” al mercado = participar nomercado.Alternativa D. Falsa. Não há problema de compreensão é sim decondições para aplicar novas idéias.Alternativa E. Falsa. “Mermar” = disminuir.Questão 6Alternativa A. verdadeira. “Emplazar” = “intimar” é colocar umprazo para que certas medidas sejam feitas.Alternativa B. Falsa. Não é apenas sugestão. É um pedidoveemente.Alternativa C. Falsa. Pretermitir = ocultar.Alternativa D. Falsa. Não é apenas “sustentar” uma idéia, e pediraos outros para fazer também alguma coisa.Alternativa E. falsa. “Añadir” é acrescentar , não intimar.Questão 7. A locução modal “de hecho” (de fato) é um nexoexplicativo entre uma idéia ou conceito abstrato e os fatos quepodem demonstrá-la.Alternativa A. Falso. Esse é nexo consecutivo.Alternativa B. Falso. Esse é nexo associativo www.pontodosconcursos.com.br 23
  24. 24. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCOAlternativa C. Verdadeira. “En efecto” = “efectivamente” sãonexos explicativos ou “para detalhar”.Alternativa D. Falsa. Esse é nexo consecutivo.Alternativa E. Falsa. Esse é nexo temporal (enquanto que).GABARITO COMENTADO DO SIMULADO 34Questão 1Alternativa A. Falsa. Os denunciantes são funcionáriosmunicipaisAlternativa B. Falsa. O texto não menciona tercerizadores.Alternativa C. Falsa. São empregados públicos municipais e nãofederais.Alternativa D. Falsa. Só envolve ao Prefeito (Alcalde) deManágua, capital da Nicarágua.Alternativa E. Verdadeira. Alcaldia = Comuna = Município.(Prefeitura)Questão 2Alternativa A. Falsa. Quem não quis escutar foi a secretariacomunal.Alternativa B. Falsa. Sandra Moreno não falou nada porque aorecebeu aos sindicalistas.Alternativa C. Verdadeira. Platicar = conversarAlternativa D. Eles dizem que não recebem material de proteçãono serviço braçal que realizam.Alternativa E. Eles denunciam que faz 5 anos que não recebemaumento salarial.Questão 3Alternativa A. Falsa. Os 500 são os “amigos e familiares”contratados.Alternativa B. Os “allegados” = amigos, são de Marenco, não deCajina.Alternativa C. Verdadeira. “Dio anuencia’ = concordou.Alternativa D. Falsa. Ele é acusado de dilapidar dinheiro mcompras e contratações. www.pontodosconcursos.com.br 24
  25. 25. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCOAlternativa E. As contratações são desde o inicio da gestão deMarenco, não de Cajina.Questão 4Alternativa A. Verdadeira. A expressão “basura hasta el cuello”significa literalmente “lixo até o pescoço”. A expressão “colmado(cheio) de desechos" (detritos) é similar.Questão 5Alternativa D.Verdadeira. A expressão é uma locução de modoou dito popular que significa “fazer ouvidos moucos”, “não daratenção” a uma reclamação.Questão 6Alternativa A. Falsa. O texto não permite essa conclusãoAlternativa B. Verdadeira. O texto termina com a ameaça degreve (huelga) geral.Alternativa C. Falsa. Se bem existem ameaças de perseguições,o texto não permite concluir em uma possível demissão emmassa.Alternativa D. Falsa. Impossível o fechamento de um órgãopúblico.Alternativa E. Isso já vem acontecendo, não é, portanto umanova realidade futura.Questão 7Alternativa A. Falsa. É conector consecutivo.Alternativa B. Falsa. É conector associativo.Alternativa C. Falsa. É conector causal.Alternativa D. Verdadeira. Mientras = a la vez = al tiempo que(enquanto) indicam simultaneidade entre duas ações ousituações.Alternativa E. Falsa. “ Conque”GABARITO COMENTADO DO SIMULADO 35Questão 1Alternativa A. Falsa por dois motivos: o texto não fala de todasas atividades económicas e não fala que estejamdesempregados. www.pontodosconcursos.com.br 25
  26. 26. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCOAlternativa B. Falsa. Delimita bem o percentual, a atividadeempresarial e a situação, mas não o gênero: fala detrabalhadoras e não trabalhadores.Alternativa C. O texto fala de empregados de téxteis no mundo.Alternativa D. Verdadeira. Delimita bem o percentual, o ramo, asituação e o gênero. Plantilla = registro de empregados.Alternativa E. Falsa. O percentual não e de empresários e simde trabalhadores não registradosQuestão 2Alternativa A. Falsa. “Escenificar una subasta” não é seminário.Alternativa B . Falsa. “Escenificar una subasta” não é congresso.Alternativa C Verdadeira. “Escenificar una subasta” es hacer unremate (leilão) fictício.Alternativa D. Falsa. “Escenificar una subasta” não é umdocumentário.Alternativa E .Falsa. “Escenificar una subasta” não é planejaruma relação.Questão 3Alternativa A. Falsa. Esse percentual não é proporção dedesconto , é parte final de um todo maior.Alternativa B. Falsa. O percentual é muito menor que a metade,é quase 2%.Alternativa C. Verdadeira. O percentual irrisório de participacãodo salário no preço de venda final, e sua comparação com osalário em España, denunciam a exploração de mão de obra empaíses em desenvolvimento.Alternativa D. Falsa. Não e qualquer produto importado dequalquer lugar (generalização indevida). O texto fala somentedos téxteis em Espanha.Alternativa E. Falsa. Não é qualquer produto. É téxtil emEspanha.Questão 4Alternativa A. Falsa. O texto não fala das importações em geral.Alternativa B. Verdadeira. É o fenômeno que o texto descrevecomo “re-localização acelerada” ou deslocamento das industriasespanholas para paises com mão de obra mais barata. www.pontodosconcursos.com.br 26
  27. 27. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCOAlternativa C. Falsa. Não há essa recusa, mas existe a denunciade importação de produto fabricado com exploraçãoirresponsável.Alternativa D. Falsa por generalização indevida. O texto somentefala dos têxteis.Alternativa E. Falsa por generalização indevida. O texto só faladas mulheres trabalhadoras têxteis.Questão 5. O enunciado divide a resposta em duas metades:uma metade é o verbo auxiliar “ha” que aparece ao final doenunciado; a outra metade está na alternativa verdadeira , paraigualar-se ao significado de “ha confeccionado” (Por tanto)também é conector consecutivo www.pontodosconcursos.com.br 27

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