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  1. 1. UM OLHAR SOBRE…RISCOS NATURAIS Risco e catástrofe Furacões e tornados Secas Ondas de calor e vagas de frio
  2. 2. RISCOS E CATÁSTROFES Risco Natural Catástrofes Naturais Exemplos (notícias) Tipos de riscos
  3. 3. RISCO E CATÁSTROFE…COMO SE DISTINGUEM? • Risco Natural – probabilidade de ocorrência de um processo natural potencialmente destruidor num dado local. • Catástrofe natural – processo inesperado e indesejável de origem natural, que provoca perdas humanas, materiais, ambientais e económicas impedindo o normal funcionamento da sociedade afetada, de tal forma que as necessidades básicas de suporte de vida não são asseguradas de forma satisfatória.
  4. 4. RISCO NATURAL - EXEMPLO • ““Elevado grau de probabilidade” de cheias no Douro durante madrugada • A Protecção Civil do Porto considera que "há um elevado grau de probabilidade" de que venham a ocorrer cheias no rio Douro esta madrugada, indicou uma fonte da câmara, que já accionou o "dispositivo habitual nestas circunstâncias". • A estimativa, devido à forte precipitação prevista para esta madrugada e às descargas de barragens, é que o período mais critico ocorra às 6h, estando localizados no Porto como pontos mais críticos o Postigo do Carvão, Miragaia e o Cais da Ribeira. • A Protecção civil e a Câmara do Porto estão a "contactar individualmente" os residentes e os responsáveis por estabelecimentos comerciais junto ao Douro, avançou à agência Lusa fonte camarária. • O Parque da Alfândega já foi disponibilizado para estacionamento de veículos, bem como para colocação de bens que não possam ser acondicionados pelos proprietários. • A Câmara do Porto garantiu ainda a colocação de um bote em Miragaia destinado a saídas de emergência. • Durante a tarde desta sexta-feira, numa nota publicada na sua página na Internet, a Câmara de Vila Nova de Gaia alertou para a "possibilidade de subida das águas do Douro até [ao] limite das estradas marginais" e remeteu para o aviso da Autoridade Nacional de Protecção Civil sobre a possibilidade de "inundações rápidas em zonas historicamente vulneráveis, mais prováveis nas bacias dos rios Minho, Lima, Cávado, Ave, Vouga, Douro e Mondego".” • Fonte: in público
  5. 5. CATÁSTROFE NATURAL - EXEMPLO • Cheias em Águeda e cortes nas linhas de comboio do Norte e Beira Alta • Pessoas acamadas em duas ruas de Águeda tiveram de recorrer à Protecção Civil para almoçar. O nível da água alcança os dois metros. Os Bombeiros Voluntários estão a transportar de barco quem lhes leva comida e medicamentos. A informação foi dada ao PÚBLICO pelo adjunto do comando de serviço Brites, que se encontra no local. A sua esperança era a baixa mar, prevista para as 13h. • As inundações em Águeda são a face mais visível do mau tempo que assola Portugal neste sábado e que obrigou já à suspensão da circulação ferroviária nas linhas da Beira Alta, no concelho Mortágua (distrito de Viseu) e do Norte, em Estarreja (distrito de Aveiro). A linha do Douro no concelho de Baião (distrito do Porto) também esteve cortada, mas a circulação já foi reposta. • A Protecção Civil de Águeda tinha aconselhado as pessoas a não saírem de casa este sábado de manhã e a evitarem a zona baixa da cidade. A situação tinha acalmado, por força da melhoria das condições atmosféricas verificadas no final do dia de sexta, mas o rio tornou a subir devido à chuva persistente no Caramulo. • Fonte: in público
  6. 6. RISCO NATURAL • O risco natural acaba por traduzir a possibilidade/probabilidade de ocorrência de perturbações que alteram o estado de segurança, existente ou previsto, e que provocam danos.
  7. 7. MODELO CONCEPTUAL DO RISCO
  8. 8. TIPOS DE RISCOS • Os riscos podem ser naturais e mistos, quanto às suas causas.
  9. 9. FURACÕES E TORNADOS Características Principais áreas de formação Exemplos(notícias) Consequências Medidas de proteção Hiperligação
  10. 10. CARACTERÍSTICAS METEOROLÓGICAS DOS FURACÕES E TORNADOS…QUAIS SÃO? Os furacões: Têm origem no mar Resultam de enormes sistemas de baixas pressões.
  11. 11. CARACTERÍSTICAS METEOROLÓGICAS DOS FURACÕES E TORNADOS…QUAIS SÃO? Os tornados: • São as perturbações mais violentas na atmosfera; • Podem gerar ventos ainda mais fortes que os furacões; • São um remoinho de vento.
  12. 12. PROBABILIDADE DE FURACÕES E TORNADOS NO MUNDO
  13. 13. PROBABILIDADE DE FURACÕES EM PORTUGAL
  14. 14. PROBABILIDADE DE TORNADOS EM PORTUGAL - NOTÍCIA
  15. 15. CONSEQUÊNCIAS DOS FURACÕES E DOS TORNADOS…QUAIS SÃO? Os furacões e os tornados têm diversas consequências, como • Perdas de vidas humanas e animais; • Destruição de infraestruturas, como pontes e estradas; • Destruição de campos agrícolas • Destruição da vegetação
  16. 16. MEDIDAS DE PROTEÇÃO- FURACÃO
  17. 17. MEDIDAS DE PROTEÇÃO- TORNADO
  18. 18. AS SECAS Tipos de secas Distinção de cada uma Condições da origem As secas pelo mundo As secas em Portugal Consequências Exemplo(notícia) Medidas de proteção Exemplo(notícia)
  19. 19. TIPOS DE SECAS: • Seca meteorológica • Seca hidrológica
  20. 20. …O QUE AS DISTINGUE? As secas meteorológicas: Associam-se à escassez de precipitação: Caracterizam-se pela falta de água provocada pelo desequilíbrio entre a precipitação e a evaporação, e dependem de outros elementos, como a velocidade do vento, temperatura, humidade do ar e insolação.
  21. 21. …O QUE AS DISTINGUE? • As secas hidrológicas: • Associam-se à escassez de água no solo e nos reservatórios de água: • Quando há uma redução nos níveis médios de água nos reservatórios e quando se verifica a diminuição de água no solo.
  22. 22. AS CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS NA ORIGEM DAS SECAS As condições meteorológicas associadas à origem das secas são, essencialmente: A ausência ou escassez de precipitação; As elevadas temperaturas.
  23. 23. AS SECAS A NÍVEL MUDIAL Equador
  24. 24. AS SECAS EM PORTUGAL
  25. 25. CONSEQUÊNCIAS • As consequências das secas são:
  26. 26. EXEMPLO DE SECA - NOTÍCIA
  27. 27. MEDIDAS DE PROTENÇÃO
  28. 28. EXEMPLOS
  29. 29. VAGAS DE FRIO E ONDAS DE CALOR Como se distinguem? O que são? Causas da sua origem Ondas de calor e vagas de frio no mundo Ondas de calor e vagas de frio em Portugal Consequências Medidas de proteção Notícia Vídeo
  30. 30. COMO SE DISTINGUEM? Quando, num intervalo de pelo menos 6 dias consecutivos, a temperatura mínima diária é inferior em 5ºC ao valor médio da temperatura mínima diária no período de referência. Temperaturas abaixo do normal da época Vagas de frio
  31. 31. COMO SE DISTINGUEM? Quando, num intervalo de pelo menos 6 dias consecutivos, a temperatura máxima diária é inferior em 5ºC ao valor médio da temperatura máxima diária no período de referência. Temperaturas acima do normal da época Ondas de calor
  32. 32. O QUE SÃO? • As oscilações de temperatura, sobretudo quando atingem valores anormais para a época do ano em causa, podem dar origem às vagas de frio ou às ondas de calor.
  33. 33. CAUSAS DA ORIGEM
  34. 34. VAGAS DE FRIO NO MUNDO
  35. 35. ONDAS DE CALOR NO MUNDO
  36. 36. VAGAS DE FRIO E ONDAS DE CALOR EM PORTUGAL
  37. 37. CONSEQUÊNCIAS
  38. 38. MEDIDAS DE PROTEÇÃO
  39. 39. NOTÍCIA – VAGAS DE FRIO
  40. 40. NOTÍCIA – ONDAS DE CALOR
  41. 41. VAGAS DE FRIO - VÍDEO
  42. 42. ONDAS DE CALOR - VÍDEO

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