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Dialogos da filantropia 040715 sha

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aulas do projeto diálogos da filantropia primeira etapa: Brasilia e Natal

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Dialogos da filantropia 040715 sha

  1. 1. Diálogos da Filantropia
  2. 2. Desenvolvimento institucional e captação de recursos www.slideshare.net/micfre12/
  3. 3. SERVIÇOS CRIANDO PALESTRAS ASSESSORIA
  4. 4. TEMAS DA APRESENTAÇÃO
  5. 5. EXERCÍCIO DE BRAINSTORMIG – TEMPESTADE DE IDÉIAS AVES água de comer cantam rapina Cativeiro / zoo
  6. 6. - Pode dizer-me que caminho devo tomar? - Isto depende do lugar para onde você quer ir. (Respondeu com muito propósito o gato) - Não tenho destino certo. - Neste caso qualquer caminho serve. “Alice no País da Maravilhas” - Lewis Carrol O CAMINHO AO CAMINHO A SEGUIRSEGUIR O CAMINHO AO CAMINHO A SEGUIRSEGUIR
  7. 7. – Como saber se o vento é bom se não se sabes para onde ir. ( Luís de Camoes) O CAMINHO A SEGUIR "Se um homem não sabe a que porto se dirige, nenhum vento lhe será favorável !" Lucius Annaeus Seneca (4AC- 65DC)
  8. 8. EXERCÍCIO A chuteira e a caneleira custam juntas R$110. A chuteira custa R$ 100 a mais que a caneleira. Valor da chuteira? Valor da caneleira? INTUIÇÃO
  9. 9. Feeling / Intuição Exercício A + B = 110 A – B = 100 A = 110 – B A = 100 +B 100 + B = 110 – B 2B = 110 – 100 B = 10 /2 = 5
  10. 10. NÃO DEPENDA DA INTUIÇÃONÃO DEPENDA DA INTUIÇÃO Para Daniel Kahneman, “Nobel de Economia”, é um grande risco tomar decisões usando a área preguiçosa e irracional do cérebro. A mente éA mente é comandadacomandada por 2 sistemaspor 2 sistemas (rápido e devagar)(rápido e devagar)..
  11. 11. Compor o grupo que vai participar Definir papéis a serem assumidos durante o processo Definir um facilitador PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Fase da Organização
  12. 12. Modelo Trevo (Antonio Luiz de Paula e Silva)
  13. 13. Modelo Trevo Um Gestor de projetos sociais deve lidar com quatro “campos essenciais” e suas relações
  14. 14. Modelo Trevo Sociedade Público Alvo: quem são, como vivem, quais são seus problemas, qual o contexto social
  15. 15. Modelo Trevo Serviços Ações, Atividades, eventos, metodologia
  16. 16. Modelo Trevo Recursos Prédio, carros, dinheiro, equipamentos, material didático, infra-estrutura, etc.
  17. 17. Modelo Trevo Pessoas — Talentos e capacidades — Voluntários e profissionais —Potenciais e conflitos
  18. 18. Modelo Trevo Pessoas — Talentos e capacidades — Voluntários e profissionais —Potenciais e conflitos
  19. 19. Modelo Trevo Serviços Sociedade Direcionamento — Função Primária — Define a direção, o rumo, o foco, o papel do proponente — Buscar equilíbrio entre as necessidades sociais e objetivos — Motivo das doações
  20. 20. Modelo Trevo Pessoas Recursos Capacidade É preciso ter equilíbrio entre: — Talentos e materiais — conhecimentos e infra- estrutura Não adianta ter somente boas intenções...
  21. 21. Modelo Trevo Serviços Pessoas Q ualidade — Capacitação — Pessoas nos lugares adequados — Processos bem desenhados — Sintonia da equipe
  22. 22. Modelo Trevo Sociedade Pessoas M otivação — Engajamento — Comprometimento com a causa
  23. 23. Modelo Trevo Serviços Recursos Viabilidade Serviços prestados — Eficiência — Qualidade — Quantidade Adequação entre os recursos que tem e os serviços que presta
  24. 24. Modelo Trevo Sociedade Recursos Legitim idade — Diversificar as Fontes de recursos — Transparência — Doação: reconhecimento social
  25. 25. Modelo Trevo Serviços Sociedade Pessoas Recursos Direcionamento A arte e desafio do gestor é manter as relações equilibradas e harmoniosas Capacidade Qualidade Motivação Viabilidad eLegitimidade Grupo Gestor
  26. 26. PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Fase do Direcionamento ESTRATÉGIA
  27. 27. ESTRATÉGIA Mintzberg; Ahlstrand; Lampel (2000 p.13) compara a estratégia a um elefante analisado por cegos: Somos cegos e a formulação de estratégia é nosso elefante. Como ninguém teve a visão para enxergar o animal inteiro, cada um tocou uma ou outra parte e “prosseguiu em total ignorância” a respeito do restante.
  28. 28. ESTRATÉGIA Mintzberg; Ahlstrand; Lampel (2000 p.13) compara a estratégia a um elefante analisado por cegos: Somando as partes, certamente não teremos um elefante. Um elefante é mais que isto. Contudo, para compreender o todo também precisamos compreender as partes.
  29. 29. ESTRATÉGIA Estratégia é a arte de explorar condições e caminhos favoráveis com o fim de alcançar objetivos. Segundo o dicionário Aurélio: Mintzberg (1996) a sintetiza como sendo uma forma de pensar no futuro, integrada no processo decisório, com base em um procedimento formalizado e articulador de resultados.
  30. 30. FONTES DE FINANCIAMENTO / RECURSOS
  31. 31. Fontes de Financiamento Doadas para a Caritas que mantém um supermercado em Casilino onde os/as sem teto podem fazer compras de graça
  32. 32. Fontes institucionais (ODAs) Iniciativa privada Empresas e institutos empresariais Pessoas Fundações Organizações religiosas Igreja Cooperação e Agencias nacionais e internacionais Associações Governo Federal, Estadual, Municipal e internacional Fundações empresariais, familiares, mistas, comunitárias e independentes PRINCIPAIS FONTES DE RECURSOS / FINANCIAMENTO
  33. 33. PRINCIPAIS FONTES DE RECURSOS / FINANCIAMENTO / ESTRATÉGIAS Projetos de Geração de Renda Venda Fundo patrimonial Prestação de serviços MRC EVENTOS PROJETOS PARCERIAS Alugueis Negócio com impacto social Iniciativa privada Organizações Religiosas Fundações Nac. e Internacionais Fontes Institucionais Governos
  34. 34. ESSENCIALESSENCIAL Diversificação das fontes de recursosDiversificação das fontes de recursos  Legitimidade socialLegitimidade social  Diminuição do riscoDiminuição do risco  Sustentabilidade financeira de longoSustentabilidade financeira de longo prazoprazo FONTES DEFONTES DE RECURSOSRECURSOS
  35. 35. AS ESTRATÉGIAS PARA MOBILIZAÇÃO DE RECURSOS PARA AS OSCS Quatro principais estratégias, para acessar as fontes já comentadas. Podem ser mistas, ou seja, combinadas entre si, gerando então uma nova estratégia: Editais Captação de produtos Voluntariado GRP Cada uma destas estratégias pode ter estratégias secundárias, táticas e ferramentas específicas.
  36. 36. Estratégia principal Estratégia secundária Sem incentivo SICONV, convênios, pesquisa, websites, emenda parlamentar cultura, Idoso, criança e adolescente, esporte, saúde ProAC e outros estaduais e municipais Financiamento coletivo (crowdfunding) Websites / filme de 2 min Prêmios Inscrição Venda de serviços Licenciamento MRC- Marketing relacionado a causas Eventos Fundos patrimoniais Aluguéis Legados Doação em dobro (Matchfund) Com vinculo à organização ou a seus gestores Sem vínculo Catástrofes Bazar Leilão 2015 Michel Freller, Danilo Tiisel, Ader Assis www.criando.net / www.socialprofit.com.br / www.adreelang.com.br Emoção e emergência redes sociais, anúncios, SMS, vídeos Captação de produtos Rede/Coleta bens apreendidos solicitação / anunciar Pequenos doadores Doação regular, recorrente (membership - adote) cara a cara, email, mala direta, clique e agende, telemarketing, redes sociais, jogos, torpedo - SMS, contar histórias, tijolo, voluntariado, embaixadores da causa, vídeos, direct response - TV, comunicação permanente, P2P Apadrinhamento (programa de afiliação) Solicitação - doação única Parcerias Prestadores de serviços visitas, pesquisa, contratosPesquisa / Nota fiscal (paulista) Diretoria / voluntários Patrocíno/ cotas - Definir tema, pessoa famosa (embaixador), patroness - Show/ jantar / palestra / bingo / etc. Gestão e governança Regulamentos específicos e estatuto Anúncios Contrato Apoiadores (supporter) Grandes e médios doadores (major donors) tirar da zona de conforto / entorno (da organização) rede, visitas pessoais, desenvolvimento de conselhos, email e pesquisa, cotas, incentivos fiscais, tijolo, contar histórias, selo Campanha capital Geração de Renda Própria (GRP) Venda de produtos Micro doação - arredondar, NFP Divulgação, anúncios, cartão de crédito Loja própria Bazar / brinde / Rifa Pesquisar e formatar Criar personagem Rede, pesquisa e reunião Gestão de marcas e parcerias (Branding) Tática Ferramentas Edital (Grants) Pesquisa, gestão coletiva escrever o projeto / pesquisa e visitas Incentivos Fiscais Federais, Estaduais e Municipais Formatar o projeto Funcionários das empresas parceiras Rede de contatos Pesquisa
  37. 37. Relação: Fonte x Estratégia x Tática Estratégia principal Estratégia secundária Semincentivo SICONV,convênios,pesquisa,websites,emenda parlamentar cultura,Idoso,criançaeadolescente,esporte,saúde ProACeoutrosestaduaisemunicipais Financiamento coletivo Websites/filmede2min Prêmios Inscrição Tática Ferramentas Edital(Grants) Pesquisa,gestãocoletiva escrevero projeto/ pesquisae visitas IncentivosFiscais Federais,Estaduais eMunicipais Formataroprojeto Funcionáriosdasempresasparceiras Rededecontatos Pesquisa
  38. 38. Relação: Fonte x Estratégia x Tática Estratégia principal Estratégia secundária Venda deserviços Licenciamento MRC- Marketing relacionado a causas Eventos Fundos patrimoniais Aluguéis Patrocíno/ cotas - Definir tema, pessoa famosa (embaixador), patroness - Show/ jantar / palestra / Gestão egovernança Regulamentos específicos e estatuto Anúncios Contrato Geraçãode Renda Própria (GRP) Venda deprodutos Micro doação - arredondar, NFP Divulgação, anúncios, cartão de crédito Loja própria Bazar / brinde/ Rifa Pesquisar eformatar Criar personagem Rede, pesquisa e reunião Gestão demarcas eparcerias (Branding) Tática Ferramentas
  39. 39. Relação: Fonte x Estratégia x Tática Estratégia principal Estratégia secundária legados doação em dobro (Matchfund) Com vinculo à organização ou a seus gestores sem vínculo Catástrofes Parcerias Prestadores de serviços visitas, pesquisa, contratosPesquisa / Nota fiscal (paulista) Diretoria / voluntários Emoção e emergência redes sociais, anúncios, SMS, vídeos Voluntariado (supporter) Grandes e médios doadores (major donors) tirar da zona de conforto / entorno (da organiza ção) rede, visitas pessoais, desenvolvimento de conselhos, email e pesquisa, cotas, incentivos fiscais, tijolo, contar histórias, selo Campanha capital Pequenos doadores Doação regular, recorrente (membership - adote) cara a cara, email, mala direta, clique e agende, telemarketing, redes sociais, jogos, torpedo - SMS, contar histórias, tijolo, voluntariado, embaixadores da causa, vídeos, direct response - TV, comunicação permanente, P2P Apadrinhamento (programa de afiliação) Solicitação - doação única Tática Ferramentas
  40. 40. Relação: Fonte x Estratégia x Tática Estratégia principal Estratégia secundária Bazar Leilão 2015MichelFreller,DaniloTiisel,AderAssis www.criando.net/www.socialprofit.com.br / www.adreelang.com.br Captaçãode produtos Rede/Coleta bensapreendidos solicitação/anunciar Tática Ferramentas
  41. 41. Fundações RESUMO DAS FONTES, ESTRATÉGIAS PRINCIPAIS E SECUNDÁRIAS E FERRAMENTAS Em roxo e azul as fontes; em vermelho, estratégias principais; em verde, estratégias secundárias para GRP e em azul claro, ferramentas e táticas Fontes institucionais Agências e cooperação nacionais e Internacionais Associações Governo federal, estadual, municipal, internacional Fundações empresariais, familiares, mistas, comunitárias e independentes Organizações Religiosas Igreja Iniciativa Privada Empresas e Institutos empresariais Pessoas Editais Voluntariado Geração de Renda própria Captação de Bens e Produtos Sem incentivo Incentivos Prêmios SICONV / Convênios Emenda, pesquisas OS, OSCIP, UPF, CEBAS Incentivos Municipais - PROAC WEbsites Inscrever Cultura, Criança, Idosos, Esporte, Saúde Escrever o Projeto Crowdfunding
  42. 42. Fundações RESUMO DAS FONTES, ESTRATÉGIAS PRINCIPAIS E SECUNDÁRIAS E FERRAMENTAS Em roxo e azul as fontes; em vermelho, estratégias principais; em verde, estratégias secundárias para GRP e em azul claro, ferramentas e táticas Fontes institucionais Agências e cooperação nacionais e Internacionais Associações Governo federal, estadual, municipal, internacional Fundações empresariais, familiares, mistas, comunitárias e independentes Organizações Religiosas Igreja Iniciativa Privada Empresas e Institutos empresariais Pessoas Editais Voluntariado Geração de Renda própria Captação de Bens e Produtos Eventos MRC Venda de produtos Vendas de Serviços Fundo Patrimonial Patrocíno/ cotas - Definir tema, pessoa famosa (embaixador) , Gestão de marcas e parcerias (branding) Criar Personagem Micro doação - arredondar, NFP, loja própria, bazar, brinde, rifa Pesquisar e formatar Gestão e governança Licenciamento patroness - Show/ jantar / palestra / bingo, etc Aluguel Anúncios
  43. 43. DIVERSIFICAÇÃO DE FONTES E ESTRATÉGIAS DE CAPTAÇÃO DE RECURSOS GRP
  44. 44. Projeto segundo a ONU “Projeto é um empreendimento planejado que consiste num conjunto de atividades inter- relacionadas e coordenadas, com o fim de alcançarobjetivos específicos dentro dos limites de tempo e de orçamento dados”. PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Fase do Direcionamento
  45. 45. Programa Não tem um horizonte de tempo definido Caráter permanente mas não eterno Pode conter vários projetos PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Fase do Direcionamento
  46. 46. 48
  47. 47. Objetivos e metas Objetivos e metas devem estar alinhados com a visão e missão, considerando-se os valores Precisam ser congruentes entre si Na construção, leva-se em consideração as forças, fraquezas, oportunidades e ameaças identificadas na análise FOFA Devem ser ordenados e hierarquizados (prioridades) PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Fase do Direcionamento
  48. 48. Objetivos e metas Podem ser organizados por períodos (planos semestrais ou anuais, por exemplo) Objetivos de médio e longo devem ser acompanhados de metas intermediárias (avaliação e correção de curso) Podem ser distribuídos em programas e projetos PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Fase do Direcionamento
  49. 49. Estratégia: como criar na prática (exemplo) Objetivo: aumentar o montante de recursos financeiros mobilizados Meta: Aumentar em 30% o montante de recursos mobilizados nos próximos 02 anos Estratégia: diversificar as fontes de recursos e potencializar a mobilização já existente PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Fase do Direcionamento
  50. 50. Estratégia: como criar na prática (exemplo) – cont. Diretrizes estratégicas Diversificar as atividades de geração de renda (venda de produtos) inclusive ampliando-as para outros municípios Desenvolver uma ação sólida de marketing relacionado à causa PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Fase do Direcionamento
  51. 51. Estratégia: como criar na prática (exemplo) – cont. Diretrizes estratégicas Realizar um grande evento por ano com objetivo de resultado mínimo de “X” reais por evento Ampliar o quadro de mantenedores em X% Conquistar mais 10 grandes doadores “pela causa” Aumentar o valor médio dos cursos e oficinas em 15% PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Fase do Direcionamento
  52. 52. PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Fase do Plano de Ação
  53. 53. Estimar custos e valores com precisão (orçamento) Estabelecer prazos (cronograma) Nomear claramente responsáveis Criar simulações Colocar o plano de ação no papel PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Fase de elaboração do plano de ação
  54. 54. Atividade Tarefa única e específica Ação Sinônimo de obra, procedimento, um conjunto de atividades Podem ser considerados sinônimos ATIVIDADE E AÇÃO
  55. 55. Ação Capacitar educadores sobre o tema planejamento Atividade Definir foco do curso Contratar professores Reservar sala ATIVIDADE E AÇÃO
  56. 56. ação1 atividades ação2 atividades ação3 atividades ação1 atividades ação2 atividades ação3 atividades Objetivogeral: Objetivoespecífico1 meta1 meta2
  57. 57. Valores Valores Valores 1 - Geração de renda (liquido) 500.000 1 - Geração de renda (liquido)1.050.000 1 - Geração de renda (li2.000.000 2 - Grandes doadores 200.000 2 - Grandes doadores440.000 2 - Grandes doadores600.000 3 - Mantenedores 100.000 3 - Mantenedores250.000 3 - Mantenedores250.000 4 - Campanha capital 200.000 4 - Campanha capital500.000 4 - Campanha capital600.000 5 - Médios investidores - 5 - Médios investidores90.000 5 - Médios investidores90.000 6 - Outros materiais e serviços - 6 - Outros materiais e serviços40.000 6 - Outros materiais e s40.000 7 - Eventos - 7 - Eventos90.000 7 - Eventos200.000 8 - Fundação - 8 - Fundação40.000 8 - Fundação90.000 9 - Governo - - 9 - Governo90.000 10 - MRC - - 10 - CRM40.000 Total Geral 1.000.000 2.500.000 4.000.000 2009 2010 2011 Previsao de valores e metas FONTES e ESTRATÉGIAS DE FINANCIAMENTO METAS PARA PRÓXIMOS 36 MESES
  58. 58. 2012
  59. 59. Ação 1 8 15 5 12 19 26 2 9 16 A GERAL a Definição dos valores a captar b Criar escala de valores / cotas, benefícios e as contrapartidas aos c Criar os termos de doação e recibos d Definir papéis nos contatos pessoais com doadores importantes e Estudo e definir compra do banco de dados e sua estrutura f Treinar envolvidos nas estratégias g Criar identidade visual h Elaborar material de apresentação para parceiros e grandres doadores i Estudo de local para locação j Consolidar PMRS k Definir comunicação institucional l Reuniões de acompanhamento M Construir site N Estabelecer parcerias prioritárias O Contatar os parceiros iniciais / ABF / ONGs / advogados CRONOGRAMA INICIAL SAY Dez Jan Fev
  60. 60. Previsto Ações cliente Real Ações Terceiros OK Ações encerradas Criando e cliente Repro Ações reprogramadas Resp/Status 6 9 16 23 1 8 15 22 29 6 13 20 27 A GERAL 27 24 B ESTRATÉGIAS 1 CAPTAÇÃO POR MEIO DE PROJETOS DE GERAÇÃO DE RENDA c Criar material promocional Agosto a Definir profissionais, parceiros e fornecedores e treiná-los Outubro b Definir estratégia de comunicação Julho f Avaliar resultados 2010 d Elaborar projeto FUMCAD (financiamento de despesas operacionais) OK e Contratar assessoria em criação de indicadores, avaliação e monitoramento 2010 c Elaborar plano de voluntariado Outubro b Realizar reuniões de acompanhamento OK a Estudar e definir compra do banco de dados e sua estrutura Agosto ACOMPANHAMENTO CRONOGRAMA - 05 Agosto 09 Maio Junho Julho
  61. 61. 69 Objetivos específicos Metas Indicadores Meios de verificação Objetivo geral :
  62. 62. Quadro de Metas com indicadores Articulação da parte teórica com a parte prática
  63. 63. CICLO PERA
  64. 64. PAINEL DE CONTROLE
  65. 65. PAINEL DE CONTROLE
  66. 66. TERCEIRO ATO Do Papel Para a Realidade COMEÇAR !
  67. 67. Dizia Walt Disney que “podemos sonhar, projetar , criar e construir o lugar mais maravilhoso do mundo. Mas precisaremos de pessoas para tornar o sonho realidade” BONS SONHOS E EXCELENTES FRUTOS!!!!!!
  68. 68. CRUZ, Célia; ESTRAVIZ, Marcelo.CRUZ, Célia; ESTRAVIZ, Marcelo. Captação de Diferentes Recursos paraCaptação de Diferentes Recursos para Organizações Sem Fins Lucrativos.Organizações Sem Fins Lucrativos. São Paulo: Ed. Global e Instituto Fonte 2000.São Paulo: Ed. Global e Instituto Fonte 2000. 158p.158p. NORIEGA, Maria Elena e MURRAY, Milton.NORIEGA, Maria Elena e MURRAY, Milton. Apoio Financeiro: Como ConseguirApoio Financeiro: Como Conseguir.. Editora TextoNovo.Editora TextoNovo. KELLEY, Daniel Q.KELLEY, Daniel Q. Dinheiro para sua CausaDinheiro para sua Causa. Ed.TextoNovo, 1994.. Ed.TextoNovo, 1994. KAHNEMAN, Daniel.KAHNEMAN, Daniel. Thinking fast and slow.Thinking fast and slow. ed. Farrar, Strauss and Girouxed. Farrar, Strauss and Giroux AZEVEDO, Tasso Rezende.AZEVEDO, Tasso Rezende. Buscando recursos para seus projetos.Buscando recursos para seus projetos. TextoNovo.1998.TextoNovo.1998. EDLES, L. Peter.EDLES, L. Peter. Fundraising - Hands-on Tactics for NonProfit Groups.Fundraising - Hands-on Tactics for NonProfit Groups. McGraw-Hill, Inc.McGraw-Hill, Inc. PAULA E SILVA, Antonio Luiz de.PAULA E SILVA, Antonio Luiz de. Utilizando o planejamento estratégico comoUtilizando o planejamento estratégico como ferramenta de aprendizagem.ferramenta de aprendizagem. Editora Global e Instituto Fonte, 2001Editora Global e Instituto Fonte, 2001 ROSS, Bernard; SEGAL,Clare.ROSS, Bernard; SEGAL,Clare. The influential fundraiser – Using the psychologyThe influential fundraiser – Using the psychology of persuasion to achieve outsdang results.of persuasion to achieve outsdang results. 2009 John Wiley & sons inc.2009 John Wiley & sons inc. DUHIGG, Charles. O poder do hábito – Por que fazemos o que fazemos na vida eDUHIGG, Charles. O poder do hábito – Por que fazemos o que fazemos na vida e nos negócios. Rio de Janeiro: Ed.Objetiva. 2012. 407p.nos negócios. Rio de Janeiro: Ed.Objetiva. 2012. 407p. Bibliografia
  69. 69. DRUCKER, Peter.DRUCKER, Peter. Administração de organizações sem fins lucrativos: principios eAdministração de organizações sem fins lucrativos: principios e práticas.práticas. Editora Pioneira.Editora Pioneira. HUDSON, MikeHUDSON, Mike. Administrando organizações do terceiro setor: o desafio de. Administrando organizações do terceiro setor: o desafio de administrar sem receita.administrar sem receita. Makron Books.Makron Books. LANDIM, leilah; BERES, Neide.LANDIM, leilah; BERES, Neide. Ocupação, despesas e recursos: as organizaçõesOcupação, despesas e recursos: as organizações sem fins lucrativos no Brasilsem fins lucrativos no Brasil. Rio de Janeiro: Nau editora, 1999.Rio de Janeiro: Nau editora, 1999. PEREIRA, CustódioPEREIRA, Custódio. Captação de recursos, Fund Raising.. Captação de recursos, Fund Raising. Ed. Mackenzie.Ed. Mackenzie. BRUCE, Andy & LANGDON, Ken.BRUCE, Andy & LANGDON, Ken. Você sabe gerenciar projetos.Você sabe gerenciar projetos. Editora SENAC SP,Editora SENAC SP, 20082008 BARBOSA, Maria Nazaré Lins e OLIVEIRA, Carolina Felippe. Manual de ONGs, Guia Prático de Orientação Jurídica. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2001. 178p. 2001Rio de Janeiro: Editora FGV, 2001. 178p. 2001 NANUS, Burt.NANUS, Burt. Liderança para o Terceiro Setor: Estratégias de sucesso paraLiderança para o Terceiro Setor: Estratégias de sucesso para organizações sem fins lucrativosorganizações sem fins lucrativos, São Paulo, 2000, São Paulo, 2000 CESNIK, Fábio de Sá.CESNIK, Fábio de Sá. Guia do Incentivo À Cultura - 3ª Ed., São Paulo, editoraGuia do Incentivo À Cultura - 3ª Ed., São Paulo, editora Manole, 2012. 400 p.Manole, 2012. 400 p. EPPLER, Matin J. e PFISTER, Roland A. Comunicação Visual, Elsevier , 2014.EPPLER, Matin J. e PFISTER, Roland A. Comunicação Visual, Elsevier , 2014. Bibliografia
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