Como montar uma ONG

5,939 views

Published on

Do sonho à realidade, como priorizar ações que levam a concretização de uma idéia, um sonho, uma organização do terceiro setor, uma ONG.

Published in: Business

Como montar uma ONG

  1. 1. POR ONDE COMEÇAR? No princípio Deus criou os céus e a terra.
  2. 2. http://evelyneleandro.wordpress.com/2008/05/15/como-montar-uma-ong/ http://www.filantropia.org/comocriar_ong.htm http://www.4shared.com/document/exytJita/Cartilha_01_-_Como_montar_u Modelo de estatuto site do ministério da justiça http://www.oabsp.org.br/comissoes2010/direito-terceiro-setor/palestras-e-a RECEITAS http://www.sebrae.com.br/uf/amapa/abra-seu-negocio/como_abrir_ong#.Ud http://www.oabsp.org.br/comissoes2010/direito-terceiro-setor/palestras-e-a http://www.youtube.com/watch?v=Eb407ODplG8
  3. 3. – Pode dizer-me que caminho devo tomar? – Isto depende do lugar para onde você quer ir. (Respondeu com muito propósito o gato) – Não tenho destino certo. – Neste caso qualquer caminho serve. (“Alice no País da Maravilhas” - Lewis Carrol) O CAMINHO A SEGUIR
  4. 4. – Como saber se o vento é bom se não se sabes para onde ir. ( Luís de Camões) "Se um marinheiro não sabe a que porto se dirige, nenhum vento lhe será favorável !" Lucius Annaeus Seneca (4AC-65DC) O CAMINHO A SEGUIR ‫ת‬ָ ‫בא‬ָּ ‫ין‬ִ‫א‬ַ ‫מ‬ֵ ‫ך‬ְ‫ל‬ֵ‫ו‬ֹ‫ה‬ ‫תה‬ָּ ‫א‬ַ ‫אן‬ָ ‫ל‬ְ‫ו‬ּ
  5. 5. O CAMINHO A SEGUIR ‫ת‬ָ ‫בא‬ָּ ‫ין‬ִ‫א‬ַ ‫מ‬ֵ ‫ך‬ְ‫ל‬ֵ‫ו‬ֹ‫ה‬ ‫תה‬ָּ ‫א‬ַ ‫אן‬ָ ‫ל‬ְ‫ו‬ּ Me ain bata, Lean ata olech – pirke avot – ética dos pais – 2.000 anos aaaaaaaaaaaaaaaaaaeeaaaaaaaaaaaaaaa aa
  6. 6. 8 4 1 2 3 5 6 7 POR ONDE COMEÇAR?
  7. 7. O sonho é a primeira etapa para planejar e criar estratégias
  8. 8. O fato de sonhar, por si só, não garante uma mudança. Empreender sonhos requer determinação e gestos conscientes
  9. 9. O planejar de forma estratégica é a forma mais eficiente de se transformar sonhos em projetos e projetos em realidade
  10. 10. PRIMEIRO ATO A arte de sonhar desperto Obstáculos, qualidades e características relacionadas aos sonhadores
  11. 11. AS PEDRAS DO CAMINHO Obstáculos para a realização de um sonho Falta de tempo Recursos escassos Negativas alheias Escolhas de curto prazo em detrimento do longo prazo Delírios e medo de errar Crença do “sempre foi assim” Não sei por onde começar
  12. 12. CARACTERÍSTICAS E QUALIDADES DOS REALIZADORES DE SONHOS Coragem e determinação Criatividade Paixão Identificam talentos e oferecem causas Valores claros
  13. 13. Planejam e focam Sabem articular recursos e meios CARACTERÍSTICAS E QUALIDADES DOS REALIZADORES DE SONHOS Priorizam Valorizam relacionamentos e parcerias
  14. 14. “ Um sonho que se sonha só, é só um sonho que se sonha só, mas sonho que se sonha junto é realidade “ Raul Seixas
  15. 15. SEGUNDO ATO Do Pensamento ao Papel O Planejamento e as Estratégias
  16. 16. • Associações • Fundações • Sociedades • Organizações Religiosas • Partidos Políticos Título ou Qualificação NomesConstituição CNPJ QUEM É QUEM? PESSOA JURÍDICA, TÍTULO OU DENOMINAÇÃO? • Negócio Social • Instituição • Instituto • ONG • Entidade • OSCIP • UPF • Filantrópicas / CEBAS • OS
  17. 17. Segundo Mintzberg, trata-se da forma de pensar no futuro, integrada no processo decisório, com base em um procedimento formalizado e articulador de resultados. ESTRATÉGIA Planejamento estratégico é um processo de organização de idéias e decisões, que influenciam o futuro e definem a relação entre uma organização e o ambiente em que atua. PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Conceito
  18. 18. PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Características
  19. 19. Divisão em fases que facilitam o processo Organização Orientação Direcionamento Elaboração do plano de ação Avaliação PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Metodologia
  20. 20. Cuidado O planejamento não diz respeito a decisões futuras, mas às implicações futuras de decisões presentes (Peter Drucker) PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Características
  21. 21. Chegar a um consenso do motivo da realização do planejamento Explicitar os resultados esperados Ter claro como vai ser o processo: ritmo, duração, custo, pessoas envolvidas, etc. PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Fase da Organização
  22. 22. Compor o grupo que vai participar Definir papéis a serem assumidos durante o processo Definir um facilitador PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Fase da Organização
  23. 23. Atividades (ampliar a visão de mundo) Convidar pessoas de fora para expor trabalhos, estudos, dar a visão sobre tendências, etc. Fazer visitas a outras organizações e realizar estudos de casos Realizar estudos individuais ou em grupos e apresentar PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Fase da Orientação
  24. 24. Modelo Trevo Antônio Luiz de Paula e Silva Serviços Sociedade Pessoas Recursos Direcionamento A arte e desafio do gestor é manter as relações equilibradas e harmoniosas Capacidade Qualidade Motivação Viabilidad eLegitimidade Grupo Gestor
  25. 25. PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Fase do Direcionamento
  26. 26. Visão Vocação Missão Visão de Mundo e Valores PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Fase do Direcionamento FOCO
  27. 27. Estratégias A palavra vem do grego antigo stratègós (de stratos, "exército", e ago, "liderança" / "a arte do general") e designava o comandante militar, à época de democracia ateniense. • Conceito de estratégia - vida empresarial • À primeira vista tratar-se de um conceito estabilizado. • Inexiste qualquer uniformidade,
  28. 28. Criar estratégias é a arte de explorar condições e caminhos favoráveis com o fim de alcançar objetivos PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Fase do Direcionamento
  29. 29. ORGANIZAÇÃO
  30. 30. BRAINSTORMIG – TEMPESTADE DE IDÉIAS AVES água zôo de comercantam rapina
  31. 31. Minimizar AMEAÇAS SWOT Ambiente Externo Ambiente Interno P o s i t i v o N e g a t i v o Investir FORÇAS Explorar OPORTUNIDADES Superar FRAQUEZAS PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Fase do Direcionamento
  32. 32. FONTES DE FINANCIAMENTO / RECURSOS
  33. 33. De onde vem os recursos para as organizações do Terceiro Setor I Associações II Cooperação Internacional III Empresas IV Fundações V Fundos VI Governo VII Igreja VIII Instituto Empresarial IX Pessoa Física Fontes
  34. 34. PRINCIPAIS FONTES DE RECURSOS / FINANCIAMENTO / ESTRATÉGIAS Organizações Religiosas Iniciativa privada Fundações Nac e Internacionais Fontes Institucionais Governos Projetos de Geração de Renda Venda Endowment Prestação de serviços MRC EVENTOS PROJETOS PARCERIAS Alugueis Mantenedores Negócio com impacto social
  35. 35. Essencial Diversificação das fontes de recursos — Legitimidade social — Diminuição do risco — Sustentabilidade financeira de longo prazo FONTES DE RECURSOS
  36. 36. Boston Matrix Estrela em ascensão Vaca Leiteira Abacaxi Questionamento CRESCIMENTO + - RETORNO -
  37. 37. Boston Matrix Estrela em ascensão Vaca Leiteira Abacaxi Questionamento CRESCIMENTO + - RETORNO + -
  38. 38. Vaca Leiteira Abacaxi Boston Matrix Estrela em Ascensão Questionamento CRESCIMENTO + - RETORNO+ - 4 17 5 10 11 12 3 7 6 1 8 2 9
  39. 39. PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Fase do Plano de Ação
  40. 40. Quais as fontes de recursos do projeto? Estão diversificadas e tem baixo risco? Quais projetos iremos implementar? Como escolher as melhores estratégias? http://makeitrational.com/
  41. 41. As melhores estratégias segundo pesos e notas
  42. 42. Valores Valores Valores 1 - Geração de renda (liquido) 500.000 1 - Geração de renda (liquido)1.050.000 1 - Geração de ren2.000.000 2 - Grandes doadores 200.000 2 - Grandes doadores440.000 2 - Grandes doado600.000 3 - Mantenedores 100.000 3 - Mantenedores250.000 3 - Mantenedores250.000 4 - Campanha capital 200.000 4 - Campanha capital500.000 4 - Campanha capi600.000 5 - Médios investidores - 5 - Médios investidores90.000 5 - Médios investid90.000 6 - Outros materiais e serviços - 6 - Outros materiais e serviços40.000 6 - Outros materiai40.000 7 - Eventos - 7 - Eventos90.000 7 - Eventos200.000 8 - Fundação - 8 - Fundação40.000 8 - Fundação90.000 9 - Governo - - 9 - Governo90.000 10 - MRC - - 10 - CRM40.000 Total Geral 1.000.000 2.500.000 4.000.000 2009 2010 2011 Previsao de valores e metas FONTES e ESTRATÉGIAS DE FINANCIAMENTO METAS PARA PRÓXIMOS 36 MESES
  43. 43. 2012
  44. 44. Orçamento são planos de uma organização em termos financeiros que funciona como uma declaração de metas para o período seguinte (um ano ou mais). Conceito ORÇAMENTO INSTITUCIONAL
  45. 45. SISTEMAS INFORMATIZADOS
  46. 46. CRONOGRAMA - Físico Ação 4 11 18 25 2 9 16 23 30 6 13 20 27 Definições gerais Identidade do Hospital - escolher um nome Dir Captar / contratar parceiro de identidade visual Dir e DI Consolidar e iniciar a disseminação da Missão e Visão p/ público interno Dir e DI Reuniões do DI DI / CR e Dir Definição dos valores a captar, metas e prioridades CR e Dir Consolidar justificativas e quantificação dos valores e benefícios CR Orçar e Implementação do site a contratar Elaboração de peça de captação impressa para pessoas físicas e jurídicas a contratar Vídeo Institucional Dir Coordenação dos elementos terceirizados DI Responsável CRONOGRAMA INICIAL Set Out Nov Comunicação de apoio a captação de recursos
  47. 47. Erros típicos nessa fase Olhar somente o que está bom ou somente o que está ruim Confundir avaliação com crítica Desviar de assuntos delicados Criar um ambiente em que o erro é punido PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Fase de avaliação
  48. 48. PRESTAÇAO DE CONTAS Descritivo de valoresDescritivo de valores − Valores captados por fontes deValores captados por fontes de financiamentofinanciamento − Total investido nas campanhasTotal investido nas campanhas − Custo operacionalCusto operacional Descrição das dificuldades paraDescrição das dificuldades para atingir os objetivos propostosatingir os objetivos propostos Contrate uma auditoria independenteContrate uma auditoria independente
  49. 49. Objetivos específicos Metas Indicadores Meios de verificação Objetivo geral :
  50. 50. Contábil Gestão e Sustentabilidade InstitucionalSociedade Comunicar Resultados Prestar Contas Lei 9790/99 CNAS Conselhos Títulos e certificados Balanço Patrimonial Plano de Contas Órgãos Públicos Balanços Fluxos de caixa Dirigentes e Gestores PF PJ GOV Diretos Indiretos Mídia Lideranças (Pessoas e Organizações) Academia Quadro de referência Econ. Social Amb. JurídicoFinanças Financiador Beneficiários Formadores de opinião ACCOUNTABILITY
  51. 51. CICLO PERA
  52. 52. PAINEL DE CONTROLE
  53. 53. Planejamento Estratégico Valores Visão Missão Análise Interna Indicadores Objetivos Estratégias Metas Análise Externa Execução Atividade s Programa s Planejamento Organizacional Processo s Estrutura s Planos de Ação Controle Planejamento Organizacional Processos Estruturas Planos de Ação Controle Acompa- nhament o e Avaliação Execução Atividades Programas SWOT Captação recursos AN SO FF Avaliação BOSTON TREVO O rçam ento SWOT Acompa- nhamento e Avaliação painelde controle
  54. 54. TERCEIRO ATO Do Papel Para a Realidade COMEÇAR !
  55. 55. Dizia Walt Disney que “podemos sonhar, projetar , criar e construir o lugar mais maravilhoso do mundo. Mas precisaremos de pessoas para tornar o sonho realidade” BONS SONHOS E EXCELENTES FRUTOS!!!!!!
  56. 56. 11 – 982-083-790 11-2307-4495 michel@criando.net GRACIE ARIGAT0 GRACIAS DANKE MERCI THANKS TODA OBRIGADO http://www.slideshare.net/micfre12
  57. 57. CRUZ, Célia; ESTRAVIZ, Marcelo.CRUZ, Célia; ESTRAVIZ, Marcelo. Captação de Diferentes RecursosCaptação de Diferentes Recursos para Organizações Sem Fins Lucrativos.para Organizações Sem Fins Lucrativos. São Paulo.São Paulo. Editora Global eEditora Global e Instituto FonteInstituto Fonte 2000. 158p.2000. 158p. NORIEGA, Maria Elena e MURRAY, Milton.NORIEGA, Maria Elena e MURRAY, Milton. Apoio Financeiro: ComoApoio Financeiro: Como ConseguirConseguir. Editora TextoNovo.. Editora TextoNovo. KELLEY, Daniel Q.KELLEY, Daniel Q. Dinheiro para sua CausaDinheiro para sua Causa. Editora TextoNovo, 1994.. Editora TextoNovo, 1994. KAHNEMAN, Daniel.KAHNEMAN, Daniel. Thinking fast and slow.Thinking fast and slow. ed. Farrar, Strauss anded. Farrar, Strauss and GirouxGiroux AZEVEDO, Tasso Rezende.AZEVEDO, Tasso Rezende. Buscando recursos para seus projetos.Buscando recursos para seus projetos. TextoNovo1998.TextoNovo1998. EDLES, L. PeterEDLES, L. Peter.. Fundraising - Hands-on Tactics for NonProfit Groups.Fundraising - Hands-on Tactics for NonProfit Groups. McGraw-Hill, Inc.McGraw-Hill, Inc. PAULA E SILVA, Antonio Luiz de.PAULA E SILVA, Antonio Luiz de. Utilizando o planejamentoUtilizando o planejamento estratégico como ferramenta de aprendizagem.estratégico como ferramenta de aprendizagem. Editora Global e InstitutoEditora Global e Instituto Fonte, 2001Fonte, 2001 ROSS, Bernard; SEGAL,Clare.ROSS, Bernard; SEGAL,Clare. The influential fundraiser – Using theThe influential fundraiser – Using the psychology of persuasion to achieve outsdang results.psychology of persuasion to achieve outsdang results. 2009 John Wiley &2009 John Wiley & sons inc. Bibliografia
  58. 58. DRUCKER, Peter.DRUCKER, Peter. Administração de organizações sem fins lucrativos:Administração de organizações sem fins lucrativos: principios e práticas.principios e práticas. Editora Pioneira.Editora Pioneira. HUDSON, MikeHUDSON, Mike.. Administrando organizações do terceiro setor: o desafioAdministrando organizações do terceiro setor: o desafio de administrar sem receita.de administrar sem receita. Makron Books.Makron Books. LANDIM, leilah; BERES, Neide.LANDIM, leilah; BERES, Neide. Ocupação, despesas e recursos: asOcupação, despesas e recursos: as organizações sem fins lucrativos no Brasilorganizações sem fins lucrativos no Brasil. Rio de Janeiro: Nau editora,Rio de Janeiro: Nau editora, 1999.1999. PEREIRA, CustódioPEREIRA, Custódio.. Captação de recursos, Fund Raising.Captação de recursos, Fund Raising. Ed. Mackenzie.Ed. Mackenzie. BRUCE, Andy & LANGDON, Ken.BRUCE, Andy & LANGDON, Ken. Você sabe gerenciar projetos.Você sabe gerenciar projetos. EditoraEditora SENAC SP, 2008SENAC SP, 2008 BARBOSA, Maria Nazaré Lins e OLIVEIRA, Carolina Felippe. Manual de ONGs, Guia Prático de Orientação Jurídica. Rio de Janeiro: Editora FGV,Rio de Janeiro: Editora FGV, 2001. 178p. 20012001. 178p. 2001 NANUS, Burt.NANUS, Burt. Liderança para o Terceiro Setor: Estratégias deLiderança para o Terceiro Setor: Estratégias de sucesso para organizações sem fins lucrativossucesso para organizações sem fins lucrativos, São Paulo, 2000, São Paulo, 2000 CESNIK, Fábio de SáCESNIK, Fábio de Sá.. Guia do Incentivo À Cultura - 3ª Ed., SãoGuia do Incentivo À Cultura - 3ª Ed., São Paulo, editora Manole, 2012. 400 p.Paulo, editora Manole, 2012. 400 p. Bibliografia
  59. 59. FERRAREZI, ElisabeteFERRAREZI, Elisabete. OSCIP passo a passo.OSCIP passo a passo. AED – Agência deAED – Agência de Educação para o desenvolvimento.Educação para o desenvolvimento. COSTA, Daniela PaisCOSTA, Daniela Pais. Prestação de ContasPrestação de Contas. In Terceiro Setor: temas. In Terceiro Setor: temas polêmicos. Editora Peirópolis, (p13-44) , SP. 2005.polêmicos. Editora Peirópolis, (p13-44) , SP. 2005. OLIVIERI, Cristiane; NATALE, Edson.OLIVIERI, Cristiane; NATALE, Edson. Organizadores,Organizadores, Guia brasileiroGuia brasileiro de produção cultural 2010-2011de produção cultural 2010-2011, São Paulo, SESC SP 2010. 376 p., São Paulo, SESC SP 2010. 376 p. PARIZZI, Elaine ThoméPARIZZI, Elaine Thomé.. Manual técnico sobre as leis de incentivo àManual técnico sobre as leis de incentivo à culturacultura. Carlini & Caniato editorial, 2011. Cuiabá MT 304 p.. Carlini & Caniato editorial, 2011. Cuiabá MT 304 p. KAPLAN, Allan.KAPLAN, Allan. Artista do Invisível: O processo social e o profissional deArtista do Invisível: O processo social e o profissional de desenvolvimentodesenvolvimento. São Paulo, Instituto Fonte e Editora Peirópolis, 2002.. São Paulo, Instituto Fonte e Editora Peirópolis, 2002. 260 p.260 p. KANTER, Beth; PAINE, Katie Delahaye.KANTER, Beth; PAINE, Katie Delahaye. Measuring the networkedMeasuring the networked nonprofit: Using data to change the worldnonprofit: Using data to change the world. São Francisco, EUA, John. São Francisco, EUA, John Wiley&Sons INC, 2012.301 p.Wiley&Sons INC, 2012.301 p. SAUL, Jason.SAUL, Jason. The end of fundraising: Raise more money by selling yourThe end of fundraising: Raise more money by selling your impact.impact. São Francisco, EUA, John Wiley&Sons INC, 2011. 219 p.São Francisco, EUA, John Wiley&Sons INC, 2011. 219 p. WEIL, Pierre TOMPAKOW, RolandWEIL, Pierre TOMPAKOW, Roland –– O corpo fala, A linguagemO corpo fala, A linguagem silenciosa da comunicação não-verbal.silenciosa da comunicação não-verbal. 62 edição. Petróplois, RJ,62 edição. Petróplois, RJ, ed vozes, 2001. 288p.ed vozes, 2001. 288p. Bibliografia
  60. 60. HITT, Michael A.; IRELAND, R.Duane; HOSKISSON, Robert E..HITT, Michael A.; IRELAND, R.Duane; HOSKISSON, Robert E.. Administração estratégica.Administração estratégica. Cengage Learning, 2008. 415 p.Cengage Learning, 2008. 415 p. BRITO, Marcia; MELO, Maria Emilia (organizadoras)BRITO, Marcia; MELO, Maria Emilia (organizadoras).. Hábitos de doar eHábitos de doar e captar recursos no Brasil.captar recursos no Brasil. São Paulo, Editora Peirópolis, 2007. 183 p.São Paulo, Editora Peirópolis, 2007. 183 p. DAW, JocelyneDAW, Jocelyne.. Cause marketing for nonprofits.Cause marketing for nonprofits. Hoboken, NJ EUA, AFPHoboken, NJ EUA, AFP and John Wiley&Sons INC, 2006. 278 pand John Wiley&Sons INC, 2006. 278 p RESENDE, Tomáz de AquinoRESENDE, Tomáz de Aquino.. Roteiro do terceiro setor associações eRoteiro do terceiro setor associações e fundações o que são, como instituir, administrar e prestar contas.fundações o que são, como instituir, administrar e prestar contas. 4 edição4 edição Belo Horizonte, Prax editora, 2012. 256 p.Belo Horizonte, Prax editora, 2012. 256 p. HART, Ted; GREENFIELD, James M.; JOHNSTON, Michael.HART, Ted; GREENFIELD, James M.; JOHNSTON, Michael. NonprofitNonprofit internet strategies: Best practices for marketing, communications andinternet strategies: Best practices for marketing, communications and fundraising.fundraising. Hoboken, NJ EUA, John Wiley&Sons INC, 2005. 345 p.Hoboken, NJ EUA, John Wiley&Sons INC, 2005. 345 p. KNIGHT, Sue.KNIGHT, Sue. NLP at work, neuro linguistic programming: the differenceNLP at work, neuro linguistic programming: the difference that makes a diference in business.that makes a diference in business. Nicholas Brealey publishing, 2002. 373p.Nicholas Brealey publishing, 2002. 373p. LARROUDÉ, Eliza Rodrigues Alves.LARROUDÉ, Eliza Rodrigues Alves. Accountability de organizaçõesAccountability de organizações do espaço público não-estatal: uma apreciação crítica da regulaçãodo espaço público não-estatal: uma apreciação crítica da regulação brasileira.brasileira. Dissertação de mestrado na FGV-EAESP, 2006.Dissertação de mestrado na FGV-EAESP, 2006. INSTITUTO BRASILEIRO DE GOVERNANÇA CORPORATIVA – IBGCINSTITUTO BRASILEIRO DE GOVERNANÇA CORPORATIVA – IBGC. Código das melhore práticas de governança corporativa, 2006.Código das melhore práticas de governança corporativa, 2006. Bibliografia
  61. 61. SENAC (SP) / FUNDAÇÃO ABRINQSENAC (SP) / FUNDAÇÃO ABRINQ,, Guia de Gestão: para quemGuia de Gestão: para quem dirige entidades sociaisdirige entidades sociais GUIA PRÁTICO DE MARKETING RELACIONADO A CAUSAS.GUIA PRÁTICO DE MARKETING RELACIONADO A CAUSAS. IDISIDIS Instituto para o Desenvolvimento do Investimento SocialInstituto para o Desenvolvimento do Investimento Social www.idis.org.brwww.idis.org.br CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DE SÃO PAULOCONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DE SÃO PAULO, Fundos dos Direitos da Criança e do AdolescenteFundos dos Direitos da Criança e do Adolescente www.crcsp.org.brwww.crcsp.org.br GUIAGUIA DO FUNDO PRÓ-INFÂNCIA DE PORTO ALEGREDO FUNDO PRÓ-INFÂNCIA DE PORTO ALEGRE FUNDAÇÃO ABRINQ,FUNDAÇÃO ABRINQ, Incentivos Fiscais Em Benefício de criança eIncentivos Fiscais Em Benefício de criança e AdolescenteAdolescente. www.fundabrinq.org.br. www.fundabrinq.org.br FREUND, TomasFREUND, Tomas A Relação Entre Voluntários e ProfissionaisA Relação Entre Voluntários e Profissionais Numa Organização do Terceiro Setor: Existe Um Duplo Comando?,Numa Organização do Terceiro Setor: Existe Um Duplo Comando?, Revista Integração/ FGV,São Paulo, 2006,Revista Integração/ FGV,São Paulo, 2006, http://integracao.fgvsp.br/ano9/10/index.htmhttp://integracao.fgvsp.br/ano9/10/index.htm GLOBAL REPORTING INITIATIVE - GRIGLOBAL REPORTING INITIATIVE - GRI. Diretrizes para relatórioDiretrizes para relatório de sustentabilidade – DRS, Versão 3.0, SP, 2006de sustentabilidade – DRS, Versão 3.0, SP, 2006 LANDIM, Leilah.CARVALHO, Luiz AntonioLANDIM, Leilah.CARVALHO, Luiz Antonio.. Caso Brasileiro: ProjetoCaso Brasileiro: Projeto Transparência e Prestação de Contas da Sociedade Civil na AméricaTransparência e Prestação de Contas da Sociedade Civil na América LatinaLatina, (p. 02-26), 2006/2007., (p. 02-26), 2006/2007. Bibliografia

×