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Atitude De Mudar

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  • Parabéns, uma iniciativa SEM DÚVIDA HUMANISTA E CIDADÃO, todavia como trata de valores, é necessário subsídios e uma condição de pagamento flutuante, isso consideraria dua partes: 1ª um fundamento constitucional que é o da dignidade da pessoa humana, os cidadãos alcaçaria este direito quando tivesse um local digno para morar; a 2ª considera as inteperes sociais na qual está inserido o indivíduo, o flutuante, significa que os pagamentos serão sempre em valores e prazo determinado pelo mutuário - Princípio da justiça brasileira, Isonomia - Tratar os desiguais na medida da sua desigualdade.

    Abraços

    Samuel Shael
    samuelshael@gmail.com
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Atitude De Mudar

  1. 1. ATITUDE DE MUDAR Dignidade a mães que sofreram violência doméstica Cooperativa Habitacional Autofinanciável
  2. 2. Situação do Brasil em números <ul><li>Em 2001, a Fundação Perseu Abramo mostrou que: </li></ul><ul><li>uma em cada cinco brasileiras já foi agredida por um homem e </li></ul><ul><li>pelo menos 6,8 milhões de mulheres, no Brasil, já foram espancadas pelo menos uma vez, sendo que, no mínimo, 2,1 milhões de mulheres são espancadas por ano – ou uma a cada 15 segundos!  </li></ul><ul><li>Nas Casas Abrigo : Mulheres em média de 25 a 30 anos de idade, baixa escolaridade e renda, três ou mais filhos, a maioria nunca teve um trabalho formal e depende do marido </li></ul>
  3. 3. Violência Doméstica em números no Brasil <ul><li>A Pesquisa sobre Violência Doméstica Contra a Mulher, realizada pelo DataSenado , em 2007, acrescenta que: - para 35% das mulheres agredidas no Brasil, a violência doméstica começa por volta dos 19 anos; - ao menos para 28% delas, os atos de agressão se repetem e - as causas da violência doméstica normalmente estão associadas a ciúme e embriaguez do parceiro. Das mais de 20 mil denúncias feitas à Central de Atendimento à Mulher ( Ligue 180) , em julho de 2007: - 73% se referiam à violência praticada pelo marido; - 59% alegaram sofrer agressões diárias; - 70% sentem correr risco de espancamento ou morte e - 57% afirmaram que os agressores faziam uso de entorpecentes </li></ul>
  4. 4. CASAS ABRIGO NO BRASIL Alojamento que oferece assistência e uma oportunidade de recomeçar a vida, porém somente 3 meses, para mulheres que chegaram ao limite de temer pela sua vida e de seus filhos <ul><li>Existem hoje cerca de 72 Casas Abrigo no Brasil </li></ul><ul><li>pelas pesquisas o marido é o principal agressor, apontado como responsável por 70% da quebradeira, 56% dos espancamentos e 53%das ameaças com arma a integridade física. </li></ul><ul><li>Em segundo lugar, aparece o ex-marido, ex-companheiro, ex-namorado como autor das agressões revela a pesquisa da FPA </li></ul>
  5. 5. ESTRUTURA APOIO DA CASA ABRIGO <ul><li>realizam exames médicos (ginecologista, psicologa) </li></ul><ul><li>recebem cursos de capacitação profissional (do Senac, Senai, Sebrae, etc) </li></ul><ul><li>Assistem a oficinas e palestras de trabalho preventivo à violência doméstica (advogados, assistentes sociais) </li></ul><ul><li>filhos dessas mulheres abrigadas, tem reforço escolar e cursinho, ( essas crianças geralmente se apresentam extremamente agressivos, por vivenciarem de perto e absorverem a situação de violência doméstica ) </li></ul><ul><li>São atendidas por programas de acesso a moradia </li></ul>
  6. 6. MINHA CASA , MINHA VIDA ! Para os mutuários de até três salários mínimos, só serão permitidos em nome da Mulher, da Chefe da família. Mulher é Protagonista!! <ul><li>Segundo IBGE, as mulheres embora ainda ganhem 39,8% menos que os homens, elas são mais preocupadas com questões que envolvem moradia, alimentação, educação dos filhos, sendo mais equilibradas no orçamento doméstico </li></ul><ul><li>Na faixa de renda até 3 salários mínimos concentra-se a maior parte da população feminina pobre e negra </li></ul>
  7. 7. Idosos e reconstrução de laços Uma Casa de Terceira Idade em cada núcleo do projeto <ul><li>Faltam políticas públicas para manter os idosos no meio familiar e a deficiência de atenção do Estado não é percebida por eles. “A ociosidade deles é grande. A própria representação que o idoso tem, do ponto de vista capitalista, é de que ele não tem valor por não produzir, eles são abandonados pela família e pela utilidade na vida </li></ul><ul><li>a visita a algumas instituições mostrou que considerar os idosos em situação de abandono era um pré-julgamento. “Essa condição é, do ponto de vista do grupo estudado, excludente na medida em que eles não têm valor na sociedade capitalista, ao mesmo tempo, porém, o Asilo é inclusiva porque acolhe e provê essas pessoas, que não têm a quem recorrer. </li></ul><ul><li>Cada núcleo do projeto terá uma Casa da Terceira Idade, para que tanto os idosos quanto as crianças vindas de famílias que sofreram violência criem cumplicidade emocional e laços afetivos </li></ul>

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