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Redes de computadores II - 5.Serviços em Redes TCP/IP

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Redes de computadores II - 5.Serviços em Redes TCP/IP

  1. 1. Serviços Comuns de Rede TCP/IP Prof. Mauro Tapajós
  2. 2. Serviços de Redes <ul><li>São disponibilizados via rede e, normalmente, implementados em aplicações que oferecem recursos ou facilidades como: </li><ul><li>Obtenção de endereços de rede
  3. 3. Obtenção de nomes
  4. 4. Pesquisa de nomes
  5. 5. Troca de arquivos
  6. 6. Acesso remoto
  7. 7. Correio eletrônico
  8. 8. Etc </li></ul></ul>
  9. 9. Alguns Protocolos e Serviços TCP/IP Básicos <ul><li>Dynamic Host Configuration Protocol – DHCP – atribui endereços IP dinamicamente
  10. 10. Domain Name System - DNS : resolve nomes em endereços IP
  11. 11. Hypertext Transfer Protocol - HTTP : troca de informações em formato hipertexto
  12. 12. Simple Mail Transfer Protocol - SMTP : envio de mensagens de correio eletrônico
  13. 13. File Transfer Protocol - FTP : envio de arquivos entre sistemas
  14. 14. Network File System - NFS : sistemas de arquivos remotos
  15. 15. Simple Network Management Protocol - SNMP : protocolo para gerenciamento de redes </li></ul>
  16. 16. Protocolos de Aplicação TCP/IP (Exemplos)
  17. 17. BOOTP ( Bootstrap Protocol ) <ul><li>É um protocolo que permite que um host obtenha seu endereço IP dinamicamente
  18. 18. Permite que o administrador da rede tenha o controle sobre os endereços
  19. 19. Mais eficiente que o RARP por que uma única mensagem do protocolo define várias opções como o endereço do host , a máscara de subrede e o endereço do gateway padrão, ...
  20. 20. O servidor deve ter a informação a ser passada previamente configurada (não é dinâmico)
  21. 21. Trabalha na camada de aplicação usando serviços da camada UDP, logo é um protocolo de APLICAÇÃO </li></ul>
  22. 22. DHCP ( Dynamic Host Configuration Protocol ) <ul><li>Permite que um dispositivo conectado à rede saiba automaticamente sua configuração de rede, incluindo seu endereço IP
  23. 23. RFC 2131
  24. 24. Roda na porta 67 normalmente
  25. 25. É um superconjunto do BOOTP agregando mais funcionalidades e parâmetros – mesmo protocolo
  26. 26. Utiliza o mesmo formato de mensagem do BOOTP
  27. 27. Logo, pode utilizar relays BOOTP de roteadores
  28. 28. Procedimento diferente de inicialização do host (discovery) </li></ul>
  29. 29. DHCP <ul><li>Oferece: </li><ul><li>Pools de endereços IP
  30. 30. Oferta de leased IP’s – IP's “emprestados”
  31. 31. Reserva de determinados IP’s para servidores e roteadores
  32. 32. Várias opções que podem ser passadas para os hosts (facilitam outras configurações automáticas) </li></ul><li>Podem existir 2 ou mais servidores numa subrede
  33. 33. Opção authoritative : o servidor rejeita (com DHCPNACK) pedidos de lease com endereços incoerentes </li></ul>
  34. 34. Diagrama de Estados DHCP
  35. 35. DHCP <ul><li>Redes com mais de um servidor </li></ul><ul><li>Mensagens DHCP </li><ul><li>DHCPDISCOVER (1)
  36. 36. DHCPOFFER (2)
  37. 37. DHCPREQUEST (3,5)
  38. 38. DHCPACK (4,6)
  39. 39. DHCPRELEASE (7)
  40. 40. DHCPNAK
  41. 41. DHCPDECLINE </li></ul></ul>
  42. 42. <ul><li>Endereços IP não são práticos de se usar
  43. 43. Serviço usado para mapear nomes usados por aplicações em endereços IP de 32 bits (RFCs 1034 e 1035)
  44. 44. No host local : /etc/hosts (UNIX/Linux) ou hosts.txt (Win)
  45. 45. Necessidade de um esquema centralizado de gerenciamento de nomes
  46. 46. Esquema em nomes em árvore: </li><ul><li>Evita duplicatas e facilita o tratamento dos nomes
  47. 47. Facilita delegar partes do espaço de nomes </li></ul></ul>Domain Name System (DNS)
  48. 48. <ul><li>É um sistema distribuído onde é montada uma árvore hierárquica de nomes
  49. 49. Domínios e sub-domínios – genéricos e países (padrão ISO 3166)
  50. 50. O nome é montado percorrendo a árvore de baixo para cima </li></ul>Domínios DNS
  51. 51. <ul><li>Os nomes devem ser obtidos do controlador do domínio em questão. No Brasil (.br), a FAPESP controla a distribuição de nomes terminados “.br”
  52. 52. Os endereços dos “top DNS servers” são conhecidos
  53. 53. “ Zonas” são regiões que não se sobrepõem, usadas para distribuir o trabalho de resolução de nomes
  54. 54. Mapeamentos </li><ul><li>Authoritative - são aqueles fornecidos diretamente pelo próprio NS administrador da zona
  55. 55. Cached – obtidos de outros NS e mantidos por um tempo dado pelo TTL da entrada </li></ul></ul>DNS
  56. 56. Zonas DNS br www
  57. 57. Tipos de Servidores DNS <ul><li>Servidores Primários mantêm os registros
  58. 58. Servidores Secundários servem de redundância e se mantêm atualizados com os Primários através de “ zone transfer ” (troca de arquivos de dados) periódicas
  59. 59. Servidores Secundários também respondem a queries
  60. 60. Servidores Secudários Caching-Only : apenas mantêm caches das consultas feitas. Não sincronizam arquivos de dados
  61. 61. Cada NS possui um arquivo que diz de quais zonas ele possui informação </li></ul>
  62. 62. Arquivos de Zona <ul><li>@ SOA anjinho.ufcg.br
  63. 63. @ NS anjinho.ufcg.br
  64. 64. anjinho.ufcg.br. A 150.165.75.22
  65. 65. bidu.ufcg.br. A 200.101.0.15 </li></ul><ul><li>@ SOA dns.ucb.br
  66. 66. @ NS dns.ucb.br
  67. 67. dns. ucb.br. A 200.17.99.2
  68. 68. www A 200.17.99.2
  69. 69. tiger A 200.17.98.174 </li></ul><ul><li>@ SOA dns.br
  70. 70. @ NS dns.br
  71. 71. ucb NS dns.ucb.br
  72. 72. ufcg NS anjinho.ufcg.br
  73. 73. dns.ucb A 200.17.99.2
  74. 74. anjinho.ufcg A 150.165.75.22 </li></ul>
  75. 75. <ul><li>Resource records: </li></ul><Nome_domínio><TTL><Classe><Tipo><Valor> RR DNS
  76. 76. <ul><li>O resolver usa a porta TCP ou UDP 53
  77. 77. Um pedido de resolução para um NS pode ser respondido pelo próprio (se ele souber) ou reencaminhado para o NS root
  78. 78. A partir daí o pedido segue para o NS responsável pelo domínio que o responde de volta
  79. 79. Queries: </li><ul><li>Recursiva – o pedido é encaminhado automaticamente
  80. 80. Iterativa – o pedido deve ser encaminhado pelo próprio resolver </li></ul></ul>Protocolo DNS
  81. 81. Consulta DNS
  82. 82. DNS Reverso
  83. 83. WWW - World Wide Web <ul><li>Conceito proposto por Tim Berners-Lee in 1989
  84. 84. Idéia: compartilhamento de informações através de um sistema hiper-texto distribuído
  85. 85. O sistema é composto de navegadores ( browsers ) clientes de servidores WWW que contém a informação a ser coletada
  86. 86. Protótipo desenvolvido em 1991
  87. 87. O primeiro browser gráfico ( Mosaic ) desenvolvido por Mark Andreessen
  88. 88. Utilizam um protocolos de nível de aplicação chamado HTTP ( Hyper Text Transfer Protocol ) para receber arquivos com conteúdo de informação </li></ul>
  89. 89. HTTP – Hyper Text Transfer Protocol
  90. 90. HTTP <ul><li>Protocolo de aplicação leve e rápido, usado desde 1990 pelo sistema colaborativo hipermídia da WEB
  91. 91. É usado também como protocolo genérico de comunicação WEB
  92. 92. É baseado no paradigma cliente-servidor
  93. 93. Mensagens são passadas em formato texto através de um esquema request/response entre cliente e servidor
  94. 94. Não armazena informações de estado ( stateless ) </li></ul>
  95. 95. Versões HTTP <ul><li>Normalmente usa TCP como protocolo de transporte </li></ul>HTTP 1.0 – uma conexão para cada item de dados (página, icones, figuras, etc) e métodos GET, POST e HEAD HTTP 1.1 – suporta conexões persistentes (única conexão para vários itens) e novos métodos <ul><li>Paralelismo aumenta ainda mais a eficiência na busca dos objetos </li></ul>
  96. 96. Protocolo HTTP <ul><li>O cliente envia requests conteúdo para um servidor
  97. 97. URL – Uniform Resource Locator – identifica uma página/programa
  98. 98. A mensagens usam formatação semelhante a MIME usada em correio eletrônico, contendo informações do cliente e conteúdo
  99. 99. A resposta do servidor contém uma linha de status com a versão do protocolo em uso e códigos de erro, seguida por conteúdo MIME com informações do servidor e conteúdo </li></ul>
  100. 100. Métodos e Mensagens de erro HTTP
  101. 101. Cookies (RFC 2109) <ul><li>Permite identificação de usuários – pode ser usado para oferecer funções de camada de sessão
  102. 102. Cabeçalhos ”Set-cookie:”
  103. 103. Cookie: </li></ul>
  104. 104. Melhorias de Performance <ul><li>Acesso ao conteúdo pode ficar lento devido a links, máquinas sobrecarregadas, congestionamento, etc
  105. 105. Algumas soluções </li><ul><li>Proxy/Cache – armazena cópias das páginas mais usadas – melhores tempo de resposta e tráfego WAN
  106. 106. Mirroring – replicação do conteúdo de servidores
  107. 107. Redes de distribuição de conteúdo ( Contend Delivery Networks ) – serviços especializados de distribuição de conteúdo WEB </li></ul></ul>
  108. 108. <ul><li>SMTP – Simple Mail Transport Protocol
  109. 109. Usado para o envio de correio eletrônico pela Internet
  110. 110. Define com um programa que envia mensagens de correio e um que recebe devem interagir
  111. 111. POP – Post Office Protocol – usado para receber as mensagens de correio eletrônico </li></ul>Correio Eletrônico
  112. 112. Nomes de Usuários
  113. 113. Formatos de Mensagens <ul><li>RFC 822 – mais comum – texto ASCII </li><ul><li>Campos de cabeçalho: To, Cc, Bcc, From, Sender, etc
  114. 114. Corpo da mensagem
  115. 115. A norma permite que se crie cabeçalhos customizados, desde que no formato X-____ </li></ul><li>MIME – extensões ao formato da RFC 822 </li><ul><li>Permite envio de dados não textuais </li></ul></ul>

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