Multimídia sobre Redes de Pacotes Prof. Mauro Tapajós
Multimídia sobre Redes de Pacotes <ul><li>Aplicações como voz e vídeo são muito associadas à temporização da rede, daí sur...
Um dispositivo que converte um sinal analógico como o de áudio ou vídeo e oferece este sinal em forma digital (além do pro...
Fluxos de voz e vídeo geram grandes quantidades de dados a serem enviados </li></ul>
Multimídia sobre Redes de Pacotes <ul><li>Um métodos para reduzir esta quantidade de dados é a compressão dos dados basead...
Um sistema isócrono é um sistema projetado para ter uma saída com mesma temporização que a entrada –  a Internet NÃO é um ...
Jitter  : é a variação no atraso dos pacotes pela rede </li></ul>
Aplicações - Exemplos <ul><li>Telefonia sobre rede de pacotes
Vídeo sob demanda
Transmissão de áudio e vídeo ao vivo
Videoconferência
Ensino à distância (EaD)
Telemedicina </li></ul>
Voz sobre Pacotes - VoP <ul><li>Serviços de voz sobre dados oferecem transporte de voz sobre tecnologias conhecidas - Fram...
Na codificação, a informação de voz normalmente é comprimida para economizar banda
Permite conversações de longa distância e internacional sobre redes de dados com custo mais baixo do que as rede telefônic...
Alguns CODEC's de Voz
<ul><li>G.711 (A e micro) – 64 kbps
G.722 – SB-ADPCM - 48 a 64 kbps
G.722.1 – MLT – 24 a 32 kbps
G.722.2 – ACELP – 6,60 a 23,85 kbps
G.726 – ADPCM – 16 a 40 kbps (32 kbps)
G.727 – mesmo que G.726 com otimizações para PCME
G.728 – LD-CELP 16 kbps
G.729 – CS-ACELP 6,4 a 11,8 kbps (8 kbps) – Patentes!
GSM – 13 kbps
iLBC (RFC 3951) – de 13,3 a 15,2 kbps) – licença gratuita!
Speex – voz em baixas taxas (2 a 22,4 kbps)
MP3 não é um CODEC de telefonia! – apenas é usado para música em espera </li></ul>CODEC's de Voz
<ul><li>H.261 – 40 kbps a 2 Mpbs – chega a 288x352 – projetado para as linhas ISDN nx64 kbps (hoje considerado obsoleto)
H.262/MPEG2 Part-2
H.263 projetado para baixas taxas - já é considerado obsoleto diante de H.264
H.264/MPEG4 Part 10/AVC ( Advanced Video Coding )
Theora – livre </li></ul>CODEC's de Vídeo
<ul><li>Grupo de trabalho ISO
MPEG-1  - áudio/vídeo </li><ul><li>MP3 (layer III) e VCD
352x240 (NTSC 30 fps) e 352x288 (PAL 25 fps) 320x240 (PC)
1,2 a 2,5 Mbps - Qualidade: VHS a 30 fps </li></ul><li>MPEG-2  – áudio/vídeo de alta qualidade </li><ul><li>DVD
Velocidades de 2 Mbps até 15 Mbps são suportadas
720X480 (4:3) até 1920x1080 (16:9 HDTV) </li></ul></ul>Padrões MPEG ( Moving Picture Experts Group )
<ul><li>MPEG-4  – áudio/vídeo para redes de banda limitada </li><ul><li>Velocidades de 56 kbps até 2 Mbps
AAC (codec de áudio Apple iTunes, por exemplo)
Container  de vários tipos de objetos de mídia sicronizados
Suporte a DRM! </li></ul><li>MPEG-7  -  Multimedia Content Description Interface </li><ul><li>Metadados </li></ul><li>MPEG...
<ul><li>Multimídia sobre: </li><ul><li>H.320 – ISDN
H.321, H.310 –  Broadband ISDN
H.322 – comutação de pacotes, com QoS, Ethernet isócrona
H.323 - comutação de pacotes, sem QoS, principalmente sobre IP
H.324 - redes de circuitos comutados PSTN </li></ul></ul>Padrões ITU-T H.xxx
Voz e Vídeo sobre IP <ul><li>Utilização de rede baseada em IP visando QoS adequado e custos mais baixos
“ IP is everywhere”
Universalização da plataforma
IP agrega mais  overhead  em função do cabeçalho ser proporcionalmente maior
Compressão é um fator crítico mas deve ter um limite pois normalmente impõe atrasos por causa do processamento a mais nece...
TCP/UDP como Protocolos de Transporte Multimídia <ul><li>TCP é um protocolo ponto-a-ponto que configura uma conexão entre ...
TCP incorpora mecanismos de  retransmissão  e exige posterior reordenamento de segmentos que chegam fora de ordem – atraso...
TCP não possui um mecanismo para anexar  informação de tempo  nos segmentos – outra necessidade de aplicações de tempo-real
UDP, por outro lado, não define os mecanismos de temporização citados acima
Apesar de certas funcionalidades poderem ser incluídas a nível de aplicação, existe um conjunto de funções que merecem ser...
RTP ( Real Time Protocol ) <ul><li>É o protocolo adequado para transmitir multimídia digitalizada sobre uma rede IP
RFC 3550
Tem funções de protocolo de transporte mas roda sobre UDP
RTP não garante a entrega sincronizada dos pacotes, apenas provê informações que ajudam na reprodução do fluxo na recepção
Pode trabalhar com  multicasting
Oferece suporte a: </li></ul><ul><ul><li>Mixagens ( mixing ): combinação de múltiplos fluxos num único (necessidade de um ...
Tradutores  (translators) </li></ul></ul>
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Redes Avançadas - 4.Multimídia sobre Redes de Pacotes

  1. 1. Multimídia sobre Redes de Pacotes Prof. Mauro Tapajós
  2. 2. Multimídia sobre Redes de Pacotes <ul><li>Aplicações como voz e vídeo são muito associadas à temporização da rede, daí surge a necessidade de haver algum tipo de controle sobre atrasos e velocidade
  3. 3. Um dispositivo que converte um sinal analógico como o de áudio ou vídeo e oferece este sinal em forma digital (além do processo inverso) se chama um codec (codificador/decodificador)
  4. 4. Fluxos de voz e vídeo geram grandes quantidades de dados a serem enviados </li></ul>
  5. 5. Multimídia sobre Redes de Pacotes <ul><li>Um métodos para reduzir esta quantidade de dados é a compressão dos dados baseado em algum algoritmo específico. Isto, porém, provoca atraso no processamento dos sinais
  6. 6. Um sistema isócrono é um sistema projetado para ter uma saída com mesma temporização que a entrada – a Internet NÃO é um sistema isócrono
  7. 7. Jitter : é a variação no atraso dos pacotes pela rede </li></ul>
  8. 8. Aplicações - Exemplos <ul><li>Telefonia sobre rede de pacotes
  9. 9. Vídeo sob demanda
  10. 10. Transmissão de áudio e vídeo ao vivo
  11. 11. Videoconferência
  12. 12. Ensino à distância (EaD)
  13. 13. Telemedicina </li></ul>
  14. 14. Voz sobre Pacotes - VoP <ul><li>Serviços de voz sobre dados oferecem transporte de voz sobre tecnologias conhecidas - Frame Relay (VoFR), ATM (VoATM), IP (VoIP)
  15. 15. Na codificação, a informação de voz normalmente é comprimida para economizar banda
  16. 16. Permite conversações de longa distância e internacional sobre redes de dados com custo mais baixo do que as rede telefônicas </li></ul>
  17. 17. Alguns CODEC's de Voz
  18. 18. <ul><li>G.711 (A e micro) – 64 kbps
  19. 19. G.722 – SB-ADPCM - 48 a 64 kbps
  20. 20. G.722.1 – MLT – 24 a 32 kbps
  21. 21. G.722.2 – ACELP – 6,60 a 23,85 kbps
  22. 22. G.726 – ADPCM – 16 a 40 kbps (32 kbps)
  23. 23. G.727 – mesmo que G.726 com otimizações para PCME
  24. 24. G.728 – LD-CELP 16 kbps
  25. 25. G.729 – CS-ACELP 6,4 a 11,8 kbps (8 kbps) – Patentes!
  26. 26. GSM – 13 kbps
  27. 27. iLBC (RFC 3951) – de 13,3 a 15,2 kbps) – licença gratuita!
  28. 28. Speex – voz em baixas taxas (2 a 22,4 kbps)
  29. 29. MP3 não é um CODEC de telefonia! – apenas é usado para música em espera </li></ul>CODEC's de Voz
  30. 30. <ul><li>H.261 – 40 kbps a 2 Mpbs – chega a 288x352 – projetado para as linhas ISDN nx64 kbps (hoje considerado obsoleto)
  31. 31. H.262/MPEG2 Part-2
  32. 32. H.263 projetado para baixas taxas - já é considerado obsoleto diante de H.264
  33. 33. H.264/MPEG4 Part 10/AVC ( Advanced Video Coding )
  34. 34. Theora – livre </li></ul>CODEC's de Vídeo
  35. 35. <ul><li>Grupo de trabalho ISO
  36. 36. MPEG-1 - áudio/vídeo </li><ul><li>MP3 (layer III) e VCD
  37. 37. 352x240 (NTSC 30 fps) e 352x288 (PAL 25 fps) 320x240 (PC)
  38. 38. 1,2 a 2,5 Mbps - Qualidade: VHS a 30 fps </li></ul><li>MPEG-2 – áudio/vídeo de alta qualidade </li><ul><li>DVD
  39. 39. Velocidades de 2 Mbps até 15 Mbps são suportadas
  40. 40. 720X480 (4:3) até 1920x1080 (16:9 HDTV) </li></ul></ul>Padrões MPEG ( Moving Picture Experts Group )
  41. 41. <ul><li>MPEG-4 – áudio/vídeo para redes de banda limitada </li><ul><li>Velocidades de 56 kbps até 2 Mbps
  42. 42. AAC (codec de áudio Apple iTunes, por exemplo)
  43. 43. Container de vários tipos de objetos de mídia sicronizados
  44. 44. Suporte a DRM! </li></ul><li>MPEG-7 - Multimedia Content Description Interface </li><ul><li>Metadados </li></ul><li>MPEG-21 - Multimedia Framework </li><ul><li>DRM </li></ul></ul>Padrões MPEG ( Moving Picture Experts Group )
  45. 45. <ul><li>Multimídia sobre: </li><ul><li>H.320 – ISDN
  46. 46. H.321, H.310 – Broadband ISDN
  47. 47. H.322 – comutação de pacotes, com QoS, Ethernet isócrona
  48. 48. H.323 - comutação de pacotes, sem QoS, principalmente sobre IP
  49. 49. H.324 - redes de circuitos comutados PSTN </li></ul></ul>Padrões ITU-T H.xxx
  50. 50. Voz e Vídeo sobre IP <ul><li>Utilização de rede baseada em IP visando QoS adequado e custos mais baixos
  51. 51. “ IP is everywhere”
  52. 52. Universalização da plataforma
  53. 53. IP agrega mais overhead em função do cabeçalho ser proporcionalmente maior
  54. 54. Compressão é um fator crítico mas deve ter um limite pois normalmente impõe atrasos por causa do processamento a mais necessário </li></ul>
  55. 55. TCP/UDP como Protocolos de Transporte Multimídia <ul><li>TCP é um protocolo ponto-a-ponto que configura uma conexão entre dois pontos finais – logo não é adequado para comunicação multicast , recurso necessário em ambientes multimídia
  56. 56. TCP incorpora mecanismos de retransmissão e exige posterior reordenamento de segmentos que chegam fora de ordem – atraso que não é tolerável na maior parte das aplicações de tempo-real
  57. 57. TCP não possui um mecanismo para anexar informação de tempo nos segmentos – outra necessidade de aplicações de tempo-real
  58. 58. UDP, por outro lado, não define os mecanismos de temporização citados acima
  59. 59. Apesar de certas funcionalidades poderem ser incluídas a nível de aplicação, existe um conjunto de funções que merecem ser implementadas num protocolo específico para tráfego de tempo-real </li></ul>
  60. 60. RTP ( Real Time Protocol ) <ul><li>É o protocolo adequado para transmitir multimídia digitalizada sobre uma rede IP
  61. 61. RFC 3550
  62. 62. Tem funções de protocolo de transporte mas roda sobre UDP
  63. 63. RTP não garante a entrega sincronizada dos pacotes, apenas provê informações que ajudam na reprodução do fluxo na recepção
  64. 64. Pode trabalhar com multicasting
  65. 65. Oferece suporte a: </li></ul><ul><ul><li>Mixagens ( mixing ): combinação de múltiplos fluxos num único (necessidade de um ponto com funções de mixer )
  66. 66. Tradutores (translators) </li></ul></ul>
  67. 67. Mixer RTP <ul><li>Faz o relay de tráfego (fluxos) recebidos de um ou mais originadores, combina os fluxos recebidos e encaminha para um ou mais destinos
  68. 68. Por exemplo: combinação de tráfegos de voz numa conferência para transmissão por link de menor velocidade </li></ul>
  69. 69. Tradutores (Translators) RTP <ul><li>Faz o relay de tráfego (fluxos) RTP recebidos para um ou mais destinos, após haver ou não transformado os dados do fluxo
  70. 70. Por exemplo: transformação de fluxo de vídeo de alta resolução num fluxo de baixa resolução, travessias através de firewalls ou encaminhamento unicast de tráfego multicast </li></ul>
  71. 71. RTP ( Real Time Protocol ) <ul><li>Integração direta com a aplicação – aceite por parte desta da entrega de segmentos com perdas
  72. 72. A própria aplicação pode reenviar dados ao ser sinalizada dos termos de QoS
  73. 73. A aplicação, então, define seus PDU’s (APU’s – Application Data Units )
  74. 74. Do mesmo modo RTP complementa UDP agregando funções (como sequenciamento) e trabalha num modo integrado entre camadas de protocolos </li></ul>
  75. 75. Cabeçalho RTP <ul><li>Versão : 2 (atual)
  76. 76. P : padding. Usado quando a aplicação o requer
  77. 77. X : sinaliza o uso de cabeçalho de extensão
  78. 78. CC : número de geradores de fluxo
  79. 79. M : marker. Sua interpretação depende do tipo de payload . Normalmente sinaliza limites de um fluxo de dados, como o fim de um frame de vídeo.
  80. 80. Sequence num : números de sequência. Primeiro é randômico
  81. 81. Media timestamp : deve ser contínuo mas com granularidade adequada ao payload
  82. 82. Ptype: .codificação/tipo dos dados
  83. 83. Synchronization source identifier : origem do fluxo
  84. 84. Contributing source ID : cada campo deste tipo (podem ser vários) identifica cada um dos geradores de fluxo. Gerado por um mixer RTP. </li></ul>
  85. 85. Tipos de Payload RTP
  86. 86. Pilha RTP
  87. 87. <ul><li>Vários pacotes podem ter o mesmo timestamp caso os dados tenham sido gerados ao mesmo tempo (ex. Um frame de vídeo que ocupa vários pacotes)
  88. 88. Mídias diferentes devem ir por fluxos diferentes (por exemplo: o vídeo e seu áudio) </li></ul>RTP ( Real Time Protocol )
  89. 89. RTP ( Real Time Protocol ) <ul><li>Um número de sequência garante a ordem dos pacotes, a eliminação de duplicatas e a detecção de perdas
  90. 90. O timestamp permite a reprodução dos pacotes do fluxo no tempo correto em que o dado foi gerado </li></ul>
  91. 91. É parte obrigatória do RTP e utiliza uma porta imediatamente superior à porta UDP sendo usada pelo RTP RTCP ( Real Time Control Protocol )
  92. 92. RTCP <ul><li>Oferece informações de controle para fontes de tráfego RTP: </li></ul><ul><ul><li>Monitoramento da rede durante a sessão (aspectos de QoS e congestionamento)
  93. 93. Sinalização de controle fora-de-banda
  94. 94. Identificação adequada de fontes de fluxo </li></ul></ul><ul><li>Mensagens RTCP são periodicamente enviadas pelos participantes </li></ul><ul><li>Existem vários tipos de mensagens para implementar as funcionalidades acima </li></ul>
  95. 95. Redes de Telefonia e Dados <ul><li>Utilização da rede telefônica para dados - modems discados e xDSL – busca por uma alternativa rápida e flexível para acesso sobre a rede de par metálico existente – Não uma solução definitiva de integração total destes dois serviços
  96. 96. Com o avanço das redes de pacotes e sua popularização, o tráfego destas redes aumentou significativamente se comparando ao tráfego de voz sobre redes telefônicas comuns
  97. 97. A idéia inevitável é a de que as duas tecnologias de redes devam convergir numa mesma que suportaria ambas as aplicações (facilidade de operação e gerenciamento, além de corte de custos) </li></ul>
  98. 98. Crescimento do Tráfego Voz/dados
  99. 99. Convergência <ul><li>A então Convergência do serviço oferecido pelas Redes de Comunicação baseadas em circuitos (serviço de telefonia) com o das redes baseadas em comutação por pacotes (redes de comunicação de dados) é o reflexo desta tendência
  100. 100. Objetivo das operadoras: operação e manutenção de uma única estrutura de rede para suportar todos os serviços de comunicação prestados
  101. 101. Daí a necessidade de mecanismos para prover serviços de telefonia sobre redes de pacotes </li></ul>
  102. 102. Telefonia IP <ul><li>Com o avanço das redes de pacotes e sua popularização, o tráfego destas redes aumentou significativamente se comparando ao tráfego de voz sobre redes telefônicas comuns
  103. 103. Daí a necessidade de mecanismos para prover serviços de telefonia sobre redes IP </li></ul>
  104. 104. Telefonia IP <ul><li>Necessidades básicas: </li></ul><ul><ul><li>Um protocolo que ofereça um serviço de suporte à fluxos de voz (como o RTP)
  105. 105. Um mecanismo de sinalização para iniciar e terminar as chamadas telefônicas sobre a rede IP
  106. 106. Uma rede internet IP isócrona ou com mecanismos que a tornem assim
  107. 107. Compatibilidade com os padrões dos sistemas telefônicos atuais (SS7, PCM , …) </li></ul></ul><ul><li>Já existem gateways que fazem a tradução de sinalização de um lado para outro em redes sobre IP interconectadas com redes telefônicas comuns </li></ul>
  108. 108. Telefonia IP – Padrão H.323 <ul><li>H.323 é um padrão ITU-T e define um conjunto de protocolos para transmissão de tráfego multimídia sobre redes de pacotes e que podem trabalhar em conjunto oferecendo os serviços básicos para compor um sistema de telefonia IP funcional
  109. 109. O conjunto provê suporte à todos os aspectos da telefonia como: </li></ul><ul><ul><li>Registro de um telefone (terminal)
  110. 110. Sinalização de controle de chamadas e serviços
  111. 111. Codificação dos dados em tempo real
  112. 112. Transmissão dos dados codificados </li></ul></ul>
  113. 113. Padrão H.323 <ul><li>Oferece ainda suporte para aplicações de vídeo, compartilhamento de dados durante as sessões e as codificações/decodificações necessárias
  114. 114. Necessita de um grande esforço para que as aplicações sejam concordantes
  115. 115. Define como é a negociação de chamadas e os formatos das informações necessárias
  116. 116. Não define: </li></ul><ul><ul><li>Codificação de endereços
  117. 117. Priorização de tráfego
  118. 118. Segurança </li></ul></ul>
  119. 119. H.323 <ul><li>Entidades previstas </li><ul><li>Terminais
  120. 120. Gateways
  121. 121. Gatekeepers
  122. 122. MCU’s - Multipoint Control Unit </li></ul><li>Protocolos </li><ul><li>H.225.0 – RAS ( registration, admission, status ) – Sinalização de chamada
  123. 123. Q.931 – Configuração de chamadas e terminação
  124. 124. H.245 – Controle de mídia / Sinalização de capacidades
  125. 125. T.120 – Compartilhamento de dados
  126. 126. RTP/RTCP – Transporte de mídia </li></ul></ul>
  127. 127. Pilha de Protocolos H.323 <ul><li>Codecs de áudio (G.711, G.723.1, G.728, etc.) e vídeo (H.261, H.263) comprimem e descomprimem fluxos multimídia
  128. 128. Fluxos multimídia são transportados por RTP/RTCP
  129. 129. RTP/RTCP rodam sem confiabilidade sobre UDP
  130. 130. A sinalizaçao é transportada confiavelmente sobre TCP </li><ul><li>RAS - registration, admission, status
  131. 131. Q.931 – Configuração de chamadas e terminação
  132. 132. H.245 – Sinalização de capacidades </li></ul></ul>
  133. 133. Componentes de uma rede H.323 MCU ( Multipoint Control Unit ): suporta os servições de múltiplos usuários como conferências (endereçamentos unicast e multicast) Gateways : permitem a interconexão de terminais H.323 com outros dispositivos de áudio e traduzem a sinalização de um lado para o outro Gatekeepers executam as funções de servidor de diretórios (conversão de endereços) e supervisor do sistema (controle e gerenciamento das chamadas)
  134. 134. <ul><li>Chamada ponto a ponto ≠ multiponto
  135. 135. Responsável por prover recursos para três ou mais entidades
  136. 136. Formado por duas entidades: </li><ul><li>MC - Multipoint Controller - Obrigatório - prover controle para realização da conferência
  137. 137. MP - Multipoint Processor - Opcional - Distribui fluxos de vídeo e áudio para entidades </li></ul></ul>MCU – Multipoint Control Unit
  138. 138. Telefonia IP – Protocolos H.323 sobre a pilha TCP/IP
  139. 139. Telefonia IP – Protocolos H.323
  140. 140. Ambiente Típico H.323
  141. 141. Arquitetura H.323
  142. 142. Gatekeeper <ul><li>Funções: </li></ul><ul><ul><li>Tradução de endereços
  143. 143. Controle de admissão
  144. 144. Controle de banda
  145. 145. Gerenciamento de zonas
  146. 146. Sinalização de controle de chamadas
  147. 147. Controle de chamadas </li></ul></ul><ul><li>Descoberta do gatekeeper - a través de mensagens multicast (224.0.1.41 - UDP 1718)
  148. 148. Porta para registros e status: UDP/1719
  149. 149. Podem auxiliar a montagem de conferências multiponto com H.245 repassando as conexões com todos os participantes e depois passando o canal H.245 para uma MCU </li></ul>
  150. 150. Gateway
  151. 152. Estabelecimento e Configuração de de Chamadas <ul><li>Através de mensagens H.225 e Q.931/2 se estabelece a chamada, através de conexão na porta TCP/1720 ( call control )
  152. 153. H.225 também é usado para RAS ( registration, admission, status ) - comunicação com o gatekeeper
  153. 154. H.245 permite a o posterior acerto de canais lógicos, codecs e capacidades através da porta TCP indicada em mensagens de estabelecimento da chamada
  154. 155. H.245 é usado depois do estabelecimento da chamada
  155. 156. Existe uma facilidade de fast start para reduzir os passos na criação da chamada </li></ul>
  156. 157. Chamada sem gatekeeper
  157. 158. Chamada com Gatekeeper
  158. 159. Chamada Direta com GK
  159. 160. Chamada com gatekeeper
  160. 161. Chamada via Gatekeeper com sinalização da chamada
  161. 162. Chamada via Gatekeeper com sinalização e controle da chamada
  162. 163. H.323 Versão 2 <ul><li>Aprovado em janeiro de 1998
  163. 164. Tenta resolver limitações na versão 1 em seus protocolos (como Q.931, H.245 e H.225) assim como apresentar outros
  164. 165. Novidades: </li></ul><ul><ul><li>H.235 – Segurança – Autenticação, Integridade, Privacidade
  165. 166. Configuração de chamadas mais rápida
  166. 167. H.450.1 e H.450.2 – Suporte a serviços suplementares (transferência de chamadas e transferência em caso de ocupado e não responde)
  167. 168. Além de outras evoluções </li></ul></ul>
  168. 169. SIP – Session Initiation Protocol – RFC 3261 <ul><li>Padrão IETF para um protocolo de aplicação que cobre somente a sinalização necessária para se iniciar, modificar, convidar outros (para participar) e terminar chamadas (sessões)
  169. 170. Não oferece toda a funcionalidade do H.323 – pretende ser parte da arquitetura IETF de suporte a aplicações multimídia
  170. 171. A inteligência do sistema está nos endpoints
  171. 172. Baseado nos princípios aprendidos da comunidade Internet – independente de aplicação ( RFC 2543) </li></ul>
  172. 173. SIP <ul><li>Herdou muito do protocolo HTTP (como o modo textual, por exemplo)
  173. 174. Suporta mapeamento de nomes e redirecionamento de chamadas
  174. 175. Pode permitir serviços comuns das redes telefônicas ( follow-me , rede inteligente, etc)
  175. 176. Funções básicas: localização , capacidades , disponibilidade , call setup e gerenciamento da chamada </li></ul>
  176. 177. SIP <ul><li>+ SIMPLES! Implementações mais baratas
  177. 178. UTF-8
  178. 179. DEVE suportar TCP e UDP (porta 5060)
  179. 180. PODE suportar outros transportes (como SCTP)
  180. 181. Expansível </li></ul>
  181. 182. SIP <ul><li>Call setup
  182. 183. Negociação de funcionalidades e mídia
  183. 184. Gerenciamento de chamada e mudanças “on the fly”
  184. 185. Mapeamento de nomes
  185. 186. Localização de usuários
  186. 187. Redirecionamento de chamadas </li></ul>
  187. 188. Arquitetura SIP
  188. 189. Componentes de uma rede SIP <ul><li>User agents Client – UAC – porção cliente localizada no terminal SIP
  189. 190. User Agent Server – UAS : encaminha um pedido de chamada e trata as respostas para o terminal chamador
  190. 191. Network servers </li></ul><ul><ul><li>Proxy Server – age como cliente/servidor tratando os pedidos e até reescrevendo as mensagens para o devido encaminhamento
  191. 192. Redirect server – redireciona chamadas (tratando adequadamente parâmetros como endereços). Não aceita nem inicia chamadas
  192. 193. Registrar – servidor que permite que terminais SIP registrem sua presença
  193. 194. Location server – encontra destinos (roteia) </li></ul></ul>
  194. 195. Métodos SIP
  195. 196. Chamadas SIP <ul><li>Terminal chamador localiza servidor
  196. 197. Envio de request SIP via servidor
  197. 198. Terminal chamado responde
  198. 199. Resposta chega ao chamador
  199. 200. Chamador envia ACK </li></ul><ul><li>Endereços SIP: [email_address]
  200. 201. Nomes de servidores sugerido: sip.domínio (como é feito para os demais protocolos Internet. Ex. ftp.domínio ) </li></ul>
  201. 202. Exemplo de Chamada SIP
  202. 203. <ul><li>Normalmente o estabelecimento da chamada e sua sinalização em geral é independente do fluxo de mídia que será gerado por ela
  203. 204. A portas usadas pelos vários protocolos são distintas, de forma que seja difícil a associação de uma chamada com o fluxo de mídia
  204. 205. Não há solução direta e simples
  205. 206. Para Linux: existe um patch SIP/RTP para o netfilter </li></ul>O problema com NAT
  206. 207. Pilha de Protocolos SIP
  207. 208. SIP - Protocolos adjuntos <ul><li>Session Description Protocol (SDP) – Originalmente desenvolvido para descrever sessões multicast no Mbone, parceiro do SIP para descrever informações codificação da mídia, números de porta e endereços multicast (RFC 2327). Descreve informações de mídias e formatos para endpoints numa chamada. Pode convidar pessoas ou até robôs (como um media storage server ). Podem trafegar encapsuladas em em mensagens SIP </li></ul>
  208. 209. Alguns Protocolos Relacionados <ul><li>RFC 3489 - STUN Simple Traversal of User Datagram Protocol (UDP) Through Network Address Translators (NATs)
  209. 210. RFC 2974 – SAP Session Announcement Protocol (anúncio de conferências e sessões multicast - ainda experimental)
  210. 211. H.350/RFC 3944 - Directory Services Architectures in Support of Multimedia Conferencing - Armazenamento de informações de conferências multimídia em serviços de diretório LDAP </li></ul>
  211. 212. <ul><li>SIPPING – aplicação de SIP em vários contextos de telefonia e multimídia
  212. 213. XCON – Protocolos para conferências centralizadas (preocupação com itens como autenticação, privacidade, permissão e combinação numa sessão)
  213. 214. SIMPLE – SIP em aplicações IMP ( messaging e presence )
  214. 215. AVT – Transporte de Áudio e Vídeo
  215. 216. MMUSIC - Multiparty Multimedia Session Control – trata SDP e demais protocolos </li></ul>Grupos de Trabalho IETF Relacionados
  216. 217. Comparação H.323 e SIP <ul><li>Call setup : ambos suportam
  217. 218. Serviços suplementares : H.323 somente com H.450
  218. 219. Controle da chamada por parte de terceiros : somente com SIP
  219. 220. Descrição de capacidades : completa com H.245 (usado por H.323), limitado com SIP
  220. 221. Complexidade : H.323 é razoavelmente complexo
  221. 222. Interoperabilidade : os protocolos H.323 interagem melhor com os protocolos telefônicos ISDN e ISUP/SS7
  222. 223. Implementação : H.323 utiliza formato ASN.1 (um padrão OSI) – SIP funciona em modo texto </li></ul>
  223. 224. Comparação H.323 e SIP

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