José Matias Alves
   Boas vindas e Saudação a professores/as,    diretores, autarcas, técnicos de educação   Reconhecimento de um tempo cr...
-   Um serviço de apoio à melhoria das escolas    (melhoria de processos e de resultados    educativos)-   Uma prestação d...
1- Apoio ao desenvolvimento das práticas educativas no 1º ciclo (Maria do Céu Roldão)2- Apoio ao desenvolvimento do ensino...
   Antonio Bolivar; Miguel Santos Guerra   Joaquim Azevedo; Maria do Céu Roldão;    Joaquim Machado; José Matias Alves; ...
16 verbos para suportar eincrementar o apoio às escolas       e agrupamentos
   (sem a crença na educabilidade do ser    humano; sem a crença de que todos podem    aprender; sem a crença de que pode...
   (o futuro não está todo escrito; somos    chamados a construí-lo e a escrever algumas    frases da história a vir…; ca...
   Exigir resultados e exigir meios (somos    obrigados a apresentar resultados que    contratualizamos; mas é também obr...
   Definir objectivos SMART (isto é, específicos,    mensuráveis, atingíveis, realistas,    temporizáveis, na esfera orga...
   Sobretudo no campo didáctico (mas também    organizacional) esta prática é particularmente    recomendável. Porque ens...
   Reconhecer e valorizar as pequenas acções,    gestos, vitórias (porque muitas vezes os    entraves situam-se ao nível ...
   Reconhecer a importância do obstáculo e dos    desafios para a gestão das aprendizagens e    colocando-os nas zonas de...
   Olhar e praticar a avaliação como uma    entrada na renovação do modelo didáctico    (porque a avaliação tem um largo ...
   Saber que não há um modelo de    autoregulação e avaliação. Saber que os    modelos são instrumentais. Saber que são  ...
   Pensar e gerir o tempo de forma flexível e    exigente. Pensar os agrupamentos de alunos    de forma não imutável. Per...
   Construir o triângulo dos actores centrais:    alunos, professores, pais (numa lógica de    partilha de responsabilida...
   Ligar o saber ao sabor (porque o saber    desconectado das pessoas e da vida tende a    ser desprezado, desvalorizado ...
   Substituir o aborrecimento de viver pela    alegria de pensar (Bachelard), porque é a    acção reflectida que nos faz ...
   Reencontrar a alegria de ensinar neste tempo    disfórico é outro propósito do ser hoje    professor. Porque nós não p...
   Precisamos da alegria que se encontra no    rosto dos nossos alunos quando descobrem    enfim o sentido e a gratificaç...
   Porque a escola está sempre ameaçada pelo    caos, pela desordem, pelo desencontro de    vontades, valores e interesse...
   Dificilmente alguém aprende sozinho. A    complexidade dos desafios educativos exige    a cooperação entre profissiona...
   A educação é um compromisso – em graus e    escalas variáveis – de todos. Sem    compromisso dos docentes, sem    comp...
   Para compreender os problemas; para    iluminar as oportunidades; para abrir novos    horizontes.
   Múltiplos e diversificados; ajustados,    negociados; aferidos e avaliados.
-   Promoção e formação de lideranças…-   Organização de equipas educativas-   Autoregulação e autoavaliação de escolas-  ...
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Same avaliação, monitorização e melhoria das escolas

  1. 1. José Matias Alves
  2. 2.  Boas vindas e Saudação a professores/as, diretores, autarcas, técnicos de educação Reconhecimento de um tempo crítico e Afirmação de uma oportunidade de uma Universidade trabalhar com as organizações para aumentar as probabilidades de des envolvimento
  3. 3. - Um serviço de apoio à melhoria das escolas (melhoria de processos e de resultados educativos)- Uma prestação de perito, consultoria, amigo crítico…- Uma disposição de ação-investigação-ação (produzir conhecimento articulando práticas e teorias – uma praxis- Uma articulação progressiva com o Centro de Estudos de Desenvolvimento Humano
  4. 4. 1- Apoio ao desenvolvimento das práticas educativas no 1º ciclo (Maria do Céu Roldão)2- Apoio ao desenvolvimento do ensino profissional (Luísa Orvalho)3- Apoio aos processos de autoavaliação, monitorização, projetos educativos e melhoria (João Veiga e Joaquim Machado)4- Apoio ao desenvolvimento profissional de educadores e professores (Fátima Braga)5. Apoio à promoção do sucesso escolar (Cristina Palmeirão)
  5. 5.  Antonio Bolivar; Miguel Santos Guerra Joaquim Azevedo; Maria do Céu Roldão; Joaquim Machado; José Matias Alves; Cristina Palmeirão; Luísa Orvalho; João Veiga; Fátima Braga; José Pedro Amorim; Ilídia Vieira; Angelina Carvalho; Manuela Ramoa; Rodrigo Queiroz e Mello; António Silva; Jorge Nascimento; Francisco Jacinto; …. ………
  6. 6. 16 verbos para suportar eincrementar o apoio às escolas e agrupamentos
  7. 7.  (sem a crença na educabilidade do ser humano; sem a crença de que todos podem aprender; sem a crença de que podemos fazer melhor não há mudanças positivas…). E é importante referir, que na nossa ação de articulação com as escolas, esta disposição está sempre presente. Mesmo quando as dificuldades são evidentes, é possível sustentar que sem esta força interior o melhor não é possível.
  8. 8.  (o futuro não está todo escrito; somos chamados a construí-lo e a escrever algumas frases da história a vir…; cada aluno e cada professor são mundos singulares que importa descobrir e potenciar). Esta é uma das constantes observadas na grande maioria dos contextos. A afirmação de que os professores podem ser autores, podem ser criadores de soluções à medida, podem fazer a diferença no enfrentar de problemas difíceis.
  9. 9.  Exigir resultados e exigir meios (somos obrigados a apresentar resultados que contratualizamos; mas é também obrigatório a disponibilização de meios…; porque podemos ter de fazer omeletes com meios ovos, mas tem sempre de haver ovos). Esta exigência de meios é tanto mais legítima quanto mais evidência de resultados (também procedimentais) conseguirmos evidenciar. E é nesta tensão de auto-exigência e hetero-exigência que a nossa educação tem condições de evoluir.
  10. 10.  Definir objectivos SMART (isto é, específicos, mensuráveis, atingíveis, realistas, temporizáveis, na esfera organizacional e pedagógica; porque estes objectivos podem guiar, estruturar, animar, sustentar a acção; porque a deriva, a falta de ambição gera a perda de oportunidades de aprender).
  11. 11.  Sobretudo no campo didáctico (mas também organizacional) esta prática é particularmente recomendável. Porque ensinar requer estruturação, clareza, (auto)orientação, rigor.
  12. 12.  Reconhecer e valorizar as pequenas acções, gestos, vitórias (porque muitas vezes os entraves situam-se ao nível do auto- conceito, da auto-estima…; e se não houver este trabalho seminal nada de relevante e prometaico acontece). Esta prática é particularmente recorrente, face à necessidade de cativar alunos que tinham aprendido o desânimo e de lhes demonstrar de que eram capazes de aprender e de evoluir.
  13. 13.  Reconhecer a importância do obstáculo e dos desafios para a gestão das aprendizagens e colocando-os nas zonas de desenvolvimento proximal dos alunos (porque aprender é ultrapassar obstáculos e vencer desafios…; ninguém se entrega a um trabalho que não seja estimulante e desafiante; daí ser central criar oportunidades de aprender que estimulem a acção, a reflexão, a curiosidade, a descoberta…).
  14. 14.  Olhar e praticar a avaliação como uma entrada na renovação do modelo didáctico (porque a avaliação tem um largo poder na regulação do trabalho e na implicação dos alunos…). Em numerosos contactos com professores podemos recolher evidências empíricas deste facto. Foi através da alteração das regras do jogo avaliativo que foi possível outra postura e outra implicação dos alunos.
  15. 15.  Saber que não há um modelo de autoregulação e avaliação. Saber que os modelos são instrumentais. Saber que são precisos métodos e instrumentos diversificados para compreender a realidade multifacetada. E só a partir daqui a melhoria é possível.
  16. 16.  Pensar e gerir o tempo de forma flexível e exigente. Pensar os agrupamentos de alunos de forma não imutável. Personalizar mais o ensino. Enterrar o mito de que é possível ensinar a todos como se todos fossem um só. E só é possível Voar numa outra gramática organizacional (no paradigma agro-cultural, como refere Ken Robinson)
  17. 17.  Construir o triângulo dos actores centrais: alunos, professores, pais (numa lógica de partilha de responsabilidades e de estabelecimento de novos compromissos concretos para a acção). O projeto de melhoria tem sempre de equacionar a construção deste triângulo. Porque o professor não pode aprender em vez do aluno; porque o aluno (sobretudo o aluno fragilizado) dificilmente aprende sozinho; porque o contexto familiar, no mínimo, não pode destruir o que a escola tenta construir; porque o professor precisa desta compreensão e deste suporte.
  18. 18.  Ligar o saber ao sabor (porque o saber desconectado das pessoas e da vida tende a ser desprezado, desvalorizado e inútil). E gerar tédio e alheamento.
  19. 19.  Substituir o aborrecimento de viver pela alegria de pensar (Bachelard), porque é a acção reflectida que nos faz sair das rotinas paralisantes, dos argumentos dos bodes expiatórios, que nos faz aprender, que nos faz descobrir novos horizontes, nos faz encontrar as chaves da aprendizagem, sobretudo daqueles que o não querem.
  20. 20.  Reencontrar a alegria de ensinar neste tempo disfórico é outro propósito do ser hoje professor. Porque nós não podemos enterrar os nossos sonhos, não podemos estar sempre a beber o cálice da amargura. Precisamos da alegria que se encontra no rosto dos nossos alunos quando descobrem enfim o sentido e a gratificação de aprender e no rosto dos nossos colegas quando nos redescobrimos irmãos do mesmo ofício.
  21. 21.  Precisamos da alegria que se encontra no rosto dos nossos alunos quando descobrem enfim o sentido e a gratificação de aprender e no rosto dos nossos colegas quando nos redescobrimos irmãos do mesmo ofício.
  22. 22.  Porque a escola está sempre ameaçada pelo caos, pela desordem, pelo desencontro de vontades, valores e interesses… É preciso a multiplicação de sinfonias, de dinâmicas de agregação, de inspiração, de delegação, de confiança, de empowerment profissional.
  23. 23.  Dificilmente alguém aprende sozinho. A complexidade dos desafios educativos exige a cooperação entre profissionais, conjugando autonomia individual e coletiva. E a construção das redes locais
  24. 24.  A educação é um compromisso – em graus e escalas variáveis – de todos. Sem compromisso dos docentes, sem compromisso dos alunos, sem compromisso das famílias não conseguiremos evoluir, não conseguiremos melhorar de forma significativa os processos e os resultados educativos.
  25. 25.  Para compreender os problemas; para iluminar as oportunidades; para abrir novos horizontes.
  26. 26.  Múltiplos e diversificados; ajustados, negociados; aferidos e avaliados.
  27. 27. - Promoção e formação de lideranças…- Organização de equipas educativas- Autoregulação e autoavaliação de escolas- Agrupamento de alunos e articulação com espaços, tempos e docência- Novos modos de organização da escola…- Empreendedorismo ou uma outra forma de nos vermos no mundo
  28. 28. Oficinas para VerUma folha de registo para assinalar pedidos suplementares de respostasObrigado por terem vindo!

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