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REVOLUÇÃO INDUSTRIAL
Capítulo 10 – Pág. 116
HISTÓRIA – 2º ANO
REVOLUÇÃO INDUSTRIAL
• A partir de meados do século XVIII, a Europa viveu
uma grande mudança no modo de produzir
ferrament...
Etapas de evolução
da produção
industrial
• A história das
transformações de
matérias primas em
produtos acabados
pode ser...
O artesanato
• Era uma forma de produção típica da
cidade medieval.
• No artesanato todas as atividades
necessárias à prod...
A manufatura
• Foi uma forma de produção que
predominou no Ocidente europeu entre os
séculos XV e XVIII.
• A significativa...
A manufatura
• O comerciante passou, então a fornecer
a matéria prima aos artesãos e a pagar-
lhe uma certa quantia pelo p...
Maquinofatura
• É a forma mais elaborada da
produção industrial.
• Nessa etapa, as máquinas
substituem várias ferramentas,...
Pioneirismo Inglês
• A Revolução Industrial começou na Inglaterra em meados do século XVIII.
• Há uma série de razões que ...
ETAPAS: Primeira etapa (1760 – 1860)
EXPANSÃO DA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL
Características :
Primeira etapa
(1760 – 1860)
Prime...
Segunda etapa (1860 - 1900 )
EXPANSÃO DA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL
ETAPAS:
Características :
Segunda
Revolução
Industrial
Segun...
Impactos sociais da Revolução Industrial:
 O capitalismo consolidou-se nas
sociedades em que se instalou.
A indústria pa...
Novas relações de trabalho:
Grande oferta
de mão de obra
Sistema produtivo em que os
trabalhadores não eram
proprietários ...
Condições de trabalho:
 Os operários recebiam, de modo geral,
salários baixos.
 Estes eram tão reduzidos que, com muita
...
O trabalho feminino e infantil:
 A partir do século XVIII, a mão de obra feminina e infantil cumpria
uma disciplina sever...
Aumentar a produtividade
Trabalho do operário subdividido em múltiplas operações
(Linhas de montagem).
Essa divisão do tra...
AUMENTO DA POPULAÇÃO URBANA
• A expansão industrial também impulsionou o processo de
urbanização, devido à concentração de...
TEORIAS SOCIAIS
• A Revolução Industrial ocasionou problemas sociais.
• Pensadores da época elaboraram teorias para
justif...
LIBERALISMO ECONÔMICO
Tem por objetivo defender:
o livre comércio entre países;
a não intervenção do Estado na economia ;
...
Adam Smith
• Considerado o “pai do liberalismo econômico”;
• favorável à não-intervenção estatal na economia
nacional;
• T...
PRINCIPAIS DEFENSORES DO LIBERALISMO
Ricardo
• afirmava que os salários tendem a ser equiparados ao
mínimo necessário à so...
TEORIAS SOCIAIS: SOCIALISMO
• No primeiro momento, os socialistas foram conhecidos como UTÓPICOS, porque traziam soluções
...
TEÓRICOS DO SOCIALISMO UTÓPICO
Saint-Simon
(1760-1825)
Defendia a extinção das diferenças de classe e a
construção de uma ...
TEÓRICOS DO SOCIALISMO CIENTÍFICO
• Grandes colaboradores da teoria
socialista foram Marx e Engels. Eles
defendiam a ideia...
Conceitos que influenciaram estudos das sociedades nos séc. XIX e XX:
Dialética
Modo de
produção
a natureza e a sociedade ...
TEORIAS SOCIAIS: SOCIALISMO CRISTÃO
• O religioso Robert Lamennais defendia a ideia da humanização do
capitalismo. Para is...
o Propõe sociedade sem classe, partidos e sem Estado;
o Representantes: Pierre-Joseph Proudhon (1809-1865) e Mikhail Alexa...
Capítulo 10 - pág. 117
• Pág. 120 :
- Compreendendo (1 a 4);
• Pág. 123:
- Compreendendo(1 e 2);
• Pág. 126:
- Compreenden...
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3 revolução industrial

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Industrialização: o processo que revolucionou a economia.
Trabalho e sociedade: Impactos sociais da Revolução Industrial.
Teorias sociais: o debate sobre a nova ordem econômica e social.

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3 revolução industrial

  1. 1. REVOLUÇÃO INDUSTRIAL Capítulo 10 – Pág. 116 HISTÓRIA – 2º ANO
  2. 2. REVOLUÇÃO INDUSTRIAL • A partir de meados do século XVIII, a Europa viveu uma grande mudança no modo de produzir ferramentas, armas, tecidos, calçados, utensílios domésticos e tantos outros objetos que passaram a ser fabricados em quantidades cada vez maiores. • Desde então, transporte e o consumo de mercadorias cresceram de modo acelerado, modificando o modo de viver, de pensar e de agir de milhões de pessoas em várias partes do mundo. • Todas essas inovações são características da Revolução Industrial: uma revolução que mudou o modo de fazer produtos, e a forma de os homens se relacionarem. Londres – Início do século XIX.
  3. 3. Etapas de evolução da produção industrial • A história das transformações de matérias primas em produtos acabados pode ser dividida em três etapas: Maquinofatura Manufatura Artesanato
  4. 4. O artesanato • Era uma forma de produção típica da cidade medieval. • No artesanato todas as atividades necessárias à produção eram fitas pela mesma pessoa: o artesão. • O sapateiro, por exemplo, tinha de criar modelos, curtir o couro, recortá-lo, colocar fivela ou cadarço e dar o acabamento final no sapato. • Como se vê, o artesão tinha o conhecimento do conjunto do processo produtivo e era o dono dos meios de produção (oficina, ferramentas e demais utensílios do trabalho).
  5. 5. A manufatura • Foi uma forma de produção que predominou no Ocidente europeu entre os séculos XV e XVIII. • A significativa ampliação do consumo que se verificou a partir do século XV, em decorrência das Grandes Navegações, foi um fator de estímulo ao surgimento da manufatura. • Esse aumento de consumo provocou no comerciante um inusitado interesse pela produção.
  6. 6. A manufatura • O comerciante passou, então a fornecer a matéria prima aos artesãos e a pagar- lhe uma certa quantia pelo produto acabado, que ele revendia. • Os artesãos tornaram-se cada vez mais dependentes do comerciante que os contratava até perderem completamente a autonomia. • A partir daí, foram sendo reunidos em grandes oficinas, sob a direção de um chefe, trabalhando como assalariados. • A essa forma de produção industrial dá- se o nome de manufatura.
  7. 7. Maquinofatura • É a forma mais elaborada da produção industrial. • Nessa etapa, as máquinas substituem várias ferramentas, bem como o trabalho de uma grande quantidade de operários. • A maquinofatura, ou produção mecanizada, iniciou-se com a Revolução Industrial.
  8. 8. Pioneirismo Inglês • A Revolução Industrial começou na Inglaterra em meados do século XVIII. • Há uma série de razões que explicam este pioneirismo, como se pode ver a seguir: * Tinha grande reserva de capitais oriundos da exploração de sua colônia na América (atual Estados Unidos) e da Índia, onde os britânicos haviam fundado várias feitorias após terem expulsado os portugueses no finl do século XVII; * Possuía um Estado afinado com os interesses do capitalismo inglês, responsável por criar uma legislação favorável aos empreendimentos burgueses, principalmente após a Revolução Gloriosa de 1688; * O cercamento dos campos (substituição da antiga produç feudal pela criação de ovelhas) foi responsável pela formação de um mercado fornecedor de matéria prima têxtil (lã) e do primeiro grupo de operários, composto por trabalhadores que, expulsos do campo, iam para as cidades em busca de outros meios de sobrevivência. * finalmente, possuía grandes reservas de carvão, um dos mais importantes combustíveis dos primeiros tempos da industrialização.
  9. 9. ETAPAS: Primeira etapa (1760 – 1860) EXPANSÃO DA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL Características : Primeira etapa (1760 – 1860) Primeira Revolução Industrial o O uso de mão de obra desqualificada; o O uso do carvão mineral como principal fonte de energia (vapor); o A indústria têxtil como sua indústria de destaque. A Revolução Industrial ficou limitada, basicamente, à Inglaterra; o foco foi a renovação do sistema fabril ligado à produção de tecidos de algodão.
  10. 10. Segunda etapa (1860 - 1900 ) EXPANSÃO DA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL ETAPAS: Características : Segunda Revolução Industrial Segunda etapa (1860 - 1900) o O uso de mão de obra qualificada; o O uso do petróleo como principal fonte de energia (eletricidade); o A indústria automobilística como sua indústria de destaque.  A industrialização espalhou-se por diversas regiões da Europa, atingindo países como França, Alemanha, Itália, Bélgica e Holanda.  Em outros continentes, o processo de industrialização alcançou os Estados Unidos e o Japão.  Caracterizada pelo avanço da metalurgia, sobretudo da indústria do ferro, e pela construção de ferrovias.
  11. 11. Impactos sociais da Revolução Industrial:  O capitalismo consolidou-se nas sociedades em que se instalou. A indústria passou a disputar com o comércio a condição de principal setor de acumulação de riquezas. Isso trouxe diversas transformações nas condições de vida das pessoas e nas relações de trabalho entre determinados setores da sociedade. TRABALHO E SOCIEDADE
  12. 12. Novas relações de trabalho: Grande oferta de mão de obra Sistema produtivo em que os trabalhadores não eram proprietários de nenhum instrumento de produção. O trabalhador era dono de sua força de trabalho, que ele “vendia”, sob condições desfavoráveis, em troca de salário. TRABALHO E SOCIEDADE
  13. 13. Condições de trabalho:  Os operários recebiam, de modo geral, salários baixos.  Estes eram tão reduzidos que, com muita frequência, toda a família era obrigada a trabalhar nas fábricas, inclusive mulheres e crianças.  Em diversas indústrias, os operários trabalhavam mais de 15 horas por dia.  As precárias instalações das fábricas prejudicavam a saúde do trabalhador.  Surgiram várias doenças ligadas às péssimas condições de trabalho e de moradia dos operários nessa época. TRABALHO E SOCIEDADE País Expectativa de vida Horas trabalhadas Inglaterra por volta de 1780 55 anos 125 mil Atualmente países desenvolvidos 78 anos 69 mil
  14. 14. O trabalho feminino e infantil:  A partir do século XVIII, a mão de obra feminina e infantil cumpria uma disciplina severa, com horários controlados de forma rígida, como acontecia com os demais operários homens e adultos. Resistência operária: LUDISMO - foi um movimento ocorrido na Inglaterra em 1811, que protestava contra as máquinas trazidas pela Revolução Industrial. - As reclamações se concentravam na substituição da mão de obra pelas máquinas, que, por serem mais eficazes, acabavam com o emprego dos trabalhadores. CARTISMO - foi, ao mesmo tempo, um movimento de caráter nacional e local. - Esse movimento pode ser caracterizado, predominando a mobilização em torno do Parlamento inglês, e foi, por isso, chamado legalista. - Esses movimentos se farão presentes na segunda metade do século XIX.
  15. 15. Aumentar a produtividade Trabalho do operário subdividido em múltiplas operações (Linhas de montagem). Essa divisão do trabalho conduziu à especialização do trabalhador e à perda da noção de conjunto do processo produtivo que ele tinha antes, levando, muitas vezes, ao que se denominou alienação. ESPECIALIZAÇÃO, FRAGMENTAÇÃO E ALIENAÇÃO O aumento da produção em série também colaborou para igualar e massificar o gosto dos compradores de produtos industriais, pois começaram a ser produzidas e comercializadas grandes quantidades de um mesmo artigo.
  16. 16. AUMENTO DA POPULAÇÃO URBANA • A expansão industrial também impulsionou o processo de urbanização, devido à concentração de indústrias/trabalhadores. EVOLUÇÃO DOS TRANSPORTES E DA COMUNICAÇÃO • A Revolução Industrial contribuiu diretamente para o progresso dos meios de transporte e de comunicação, sem os quais seria impossível vender produtos industrializados no mercado. • Algumas das invenções mais importantes nessas áreas foram o navio a vapor, a locomotiva, o telégrafo, o telefone e o automóvel.
  17. 17. TEORIAS SOCIAIS • A Revolução Industrial ocasionou problemas sociais. • Pensadores da época elaboraram teorias para justificar a exploração do trabalho e a pobreza que havia na sociedade industrial capitalista da época. • Nessa ala de pensadores, encontramos os seguidores do liberalismo econômico. • Por outro lado, houve preocupação do ponto de vista dos operários, e esses pensadores censuraram de imediato o capitalismo e apresentaram uma nova maneira de organizar a sociedade. • Nessa ala, encontramos os socialistas e os anarquistas.
  18. 18. LIBERALISMO ECONÔMICO Tem por objetivo defender: o livre comércio entre países; a não intervenção do Estado na economia ; e a livre concorrência.
  19. 19. Adam Smith • Considerado o “pai do liberalismo econômico”; • favorável à não-intervenção estatal na economia nacional; • Toda riqueza provinha do trabalho e não dos metais preciosos ou da agricultura. • Defendia a auto regulação da economia pela lei da oferta e da demanda. PRINCIPAIS DEFENSORES DO LIBERALISMO Malthus • Ensaio sobre os princípios da população (1798); • Tese de que a miséria dos trabalhadores era consequência de uma lei da natureza, e não responsabilidade da burguesia. TEORIA MALTHUSIANA SOLUÇÃO: restringir a procriação humana!
  20. 20. PRINCIPAIS DEFENSORES DO LIBERALISMO Ricardo • afirmava que os salários tendem a ser equiparados ao mínimo necessário à sobrevivência do operário, e expressa essa visão claramente na obra Princípios de Economia Política e Tributação. • Seu principal problema na época era explicar a causa do enorme aumento de preços pelo qual a Inglaterra passava, ou seja, a inflação. E é nessa busca que ele chega a duas teorias que se completam: A Teoria do Valor do Produto e a Teoria da Repartição. • Para ele, os salários baixos e pobreza são consequências de uma lei natural conhecida como: a lei da oferta e da procura, e não há como ir de encontro a isso.
  21. 21. TEORIAS SOCIAIS: SOCIALISMO • No primeiro momento, os socialistas foram conhecidos como UTÓPICOS, porque traziam soluções criativas, mas difíceis de pôr em prática. • Para Charles Fourier, a sociedade deveria ser organizada em falanstérios – que eram comunidades com menos de 2 mil pessoas, nas quais cada uma trabalharia na ocupação com a qual mais se identificasse, e o que se produzisse pertenceria a todos. • Para o fornecimento, essas comunidades trocariam seus produtos entre si. Com isso, se implantaria o socialismo em todo país. Charles Fourier
  22. 22. TEÓRICOS DO SOCIALISMO UTÓPICO Saint-Simon (1760-1825) Defendia a extinção das diferenças de classe e a construção de uma sociedade em que cada um ganhasse de acordo com o real valor de seu trabalho. Pierre-Joseph Proudhon (1809-1865) Pregava a igualdade e a liberdade para todos os indivíduos, que viveriam numa sociedade harmônica, sem a força do Estado. Robert Owen (1771-1858) Acreditava na organização da sociedade em comunidades cooperativas (trade unions) compostas de operários, em que cada um receberia de acordo com as suas horas de trabalho.
  23. 23. TEÓRICOS DO SOCIALISMO CIENTÍFICO • Grandes colaboradores da teoria socialista foram Marx e Engels. Eles defendiam a ideia de que somente o proletariado é uma classe verdadeiramente revolucionária, e, por essa razão, deveria tomar o poder político das mãos da burguesia por meios revolucionários e implantar a ditadura do proletariado, até pôr fim às desigualdades sociais. • A mais importante obra de Marx foi O Capital, em que critica o capitalismo e destaca a ocorrência de crises periódicas nesse sistema econômico. Karl Marx E Friedrich Engels
  24. 24. Conceitos que influenciaram estudos das sociedades nos séc. XIX e XX: Dialética Modo de produção a natureza e a sociedade passam por processo permanente de transformação. move-se pela luta de forças contrárias. Esse confronto = mudanças quantitativas/qualitativas na realidade. toda sociedade possui uma base material representada pelas forças econômicas e pelas relações sociais de produção. Condiciona, de maneira geral, a vida social, política e intelectual. Luta de classes em termos sociais “o motor da história”. Só terminaria com a construção da sociedade comunista perfeita. Nela desapareceriam a exploração de classes e as injustiças sociais.
  25. 25. TEORIAS SOCIAIS: SOCIALISMO CRISTÃO • O religioso Robert Lamennais defendia a ideia da humanização do capitalismo. Para isso, propunha a prática dos ensinamentos cristãos, especialmente do amor, da cooperação e do respeito entre as pessoas, como solução para os problemas sociais . • Essa doutrina ganhou grande estímulo em 1891 com a publicação da Encíclica Rerum Novarum elaborada pelo papa Leão XIII – na qual, ele se declarou a favor: Robert Lamennais Da reforma agrária; Das associações de operários; De leis que assegurassem salários dignos; De jornadas de trabalho dignas.
  26. 26. o Propõe sociedade sem classe, partidos e sem Estado; o Representantes: Pierre-Joseph Proudhon (1809-1865) e Mikhail Alexandrovich Bakunin (1814-1876). Proudhon • Defendia a igualdade/liberdade para todas as pessoas. • Sociedade harmônica= sem a existência do Estado, em que todos cooperariam com o bem-estar coletivo. Bakunin • Abolição da propriedade privada; • Tudo deveria pertencer à coletividade, formada por pessoas livres, que produziriam o necessário para a sobrevivência de cada um de seus membros. • Bakunin criticava as ideias de Karl Marx. TEORIAS SOCIAIS: ANARQUISMO As ideias anarquistas chegaram ao Brasil por meio dos imigrantes europeus no início do século XX. Vale ressaltar que as ideias anarquistas entusiasmaram o movimento operário brasileiro nas primeiras décadas do séc. XX.
  27. 27. Capítulo 10 - pág. 117 • Pág. 120 : - Compreendendo (1 a 4); • Pág. 123: - Compreendendo(1 e 2); • Pág. 126: - Compreendendo (1 a 6); • Pág. 115: - De olho na universidade: ** Questão 1. PERGUNTAS E RESPOSTAS

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