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A FORMA URBANA  MORFOLOGIAURBANA E DESENHO    DA CIDADE            JOSÉ M. RESSANO GARCIA LAMASCAROLINE RIBEIRO | LAILA GU...
INTRODUÇÃO Processo antigo de formação do desenho e processomelhorado. Interação entre campo arquitetônico e urbanístico...
INTRODUÇÃO   José diz: "Todavia um primeiro grau de leitura da cidadeé eminentemente físico-espacial e morfológico, portan...
INTRODUÇÃO  Esse parágrafo enfatiza interação entre várioscampos na elaboração e produção de uma cidade,quebrando a idéia ...
A MORFOLOGIA URBANA  Estuda os aspectos exteriores do meio urbano e assuas relações recíprocas, determinando einterpretand...
A MORFOLOGIA URBANA  Porém, é comum que naprodução das formas urbanasexista uma característica que sejadeterminante e tenh...
A MORFOLOGIA URBANA  Nas cidades atuais, certas formas apenas revelamuma total sujeição do urbanismo à rentabilidade dosol...
A MORFOLOGIA URBANA  A morfologia urbana é o estudo da forma do meiourbano nas suas partes físicas exteriores, ouelementos...
A MORFOLOGIA URBANA                             Meio urbano:                            Elementos morfológicos:           ...
A MORFOLOGIA URBANA                     Níveis(momentos de produção do espaço urbano)                                     ...
A FORMA URBANA  É um conjunto de objetos arquitetônicos correlacionados eorganizados espacialmente. Sendo a arquitetura, o...
FORMA E CONTEXTO  A forma deve atender às necessidades de umcontexto.   As formas arquitetônicas podem englobar tantocrité...
FORMA E FUNÇÃO      A forma terá de se relacionar com a função de modo a   permitir o desenvolvimento eficaz das atividade...
FORMA E FIGURA   Encontramos na figura as motivações mais complexas eprofundas para a concepção da forma. Entende-se poras...
SISTEMA DE ORIENTAÇÃO   É importante para oconhecimento da cidade,respeita o equilíbrio vertical epermite que o homem poss...
SISTEMA VISUAL   É através da visão que se constrói a parte maisimportante da imagem da cidade, no entanto, o sistemade ob...
SISTEMA TÁTIL      No sistema tátil se incluem   todas as percepções térmicas e de   fricção com a atmosfera, que   também...
SISTEMA OLFATIVO   Os cheiros e odorescaracterizam os lugares esão parte do meio urbano. Osistema olfativo pertence àexper...
SISTEMAS   Cada sistema vai corresponder a uma característica da forma.Contudo, as condições que se realiza a comunicação ...
REFERÊNCIAS   LAMAS, José. Morfologia Urbana E Desenho DaCidade. Ed. Fundação Calouste Gulbenkian. 2004. P. 19– 62.   http...
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A Forma Urbana

Trabalho apresentado na disciplina de História da Cidade no Curso de Arquitetura e Urbanismo da UEMA.
2011

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A Forma Urbana

  1. 1. A FORMA URBANA MORFOLOGIAURBANA E DESENHO DA CIDADE JOSÉ M. RESSANO GARCIA LAMASCAROLINE RIBEIRO | LAILA GUIMARÃESMARÍLIA AMORIM | PATRÍCIA MONTEIRO
  2. 2. INTRODUÇÃO Processo antigo de formação do desenho e processomelhorado. Interação entre campo arquitetônico e urbanístico. Forma urbana como transformação em espaçourbano humanizado. Cidade Cidade Antiga Cidade Moderna Contemporânea.
  3. 3. INTRODUÇÃO José diz: "Todavia um primeiro grau de leitura da cidadeé eminentemente físico-espacial e morfológico, portantoespecífico da arquitetura, e o único que permite evidenciara diferença entre este e outro espaço, entre esta e aquelaforma, e explicar as características de cada parte dacidade. A este se juntam outros níveis de leitura querevelam diferentes conteúdos (históricos, econômicos,sociais e outros). Mas esse conjunto de leituras só foipossível porque a cidade existe como fato físico e material.Todos os instrumentos de leitura lêem o mesmo objeto - oespaço físico, a FORMA URBANA.”
  4. 4. INTRODUÇÃO Esse parágrafo enfatiza interação entre várioscampos na elaboração e produção de uma cidade,quebrando a idéia de uma simples composição deprédios, vias e natureza em um determinado espaço.
  5. 5. A MORFOLOGIA URBANA Estuda os aspectos exteriores do meio urbano e assuas relações recíprocas, determinando einterpretando a paisagem urbana e a sua estrutura. Conhecer o meio urbano implica na existência deinstrumentos de leitura e uma relação objeto-observador. Só a leitura disciplinar não consegue explicar oobjeto. É necessário o cruzamento de diferentesleituras e informações para explicar a cidade.
  6. 6. A MORFOLOGIA URBANA Porém, é comum que naprodução das formas urbanasexista uma característica que sejadeterminante e tenha emqualquer análise. O arquiteto ao produzir o seuespaço, poderá darmaior ênfase a este ou àqueleaspecto, o qual se revelará maisevidente em análise posterior.
  7. 7. A MORFOLOGIA URBANA Nas cidades atuais, certas formas apenas revelamuma total sujeição do urbanismo à rentabilidade dosolo e à especulação fundiária. “A destruição da paisagem rural e urbanaportuguesa efetuada nos últimos trinta anos revela, ebem, as condições culturais, políticas e sociais em quese projeta e se deixa construir em Portugal”.
  8. 8. A MORFOLOGIA URBANA A morfologia urbana é o estudo da forma do meiourbano nas suas partes físicas exteriores, ouelementos morfológicos e na sua produção etransformação no tempo. É necessário ressaltar que um estudo morfológiconão é feito do conjunto de elementos sociais,econômicos e outros. Estes são utilizado para aexplicação da produção da forma e da cidade comoelemento físico e construído, mas não são objeto deestudo.
  9. 9. A MORFOLOGIA URBANA Meio urbano: Elementos morfológicos: Interação - de acordo com a leitura ou análise do espaço, dos elementos - de acordo com sua compreensão ou produção. morfológi- cos entre si Lote Fachada e com o Solo Traçado/ Mobiliário (parcela (plano A árvore espaço(pavimento) Rua Urbano fundiária) marginal) urbano Produção e transforma- Edifícios Quarteirão Logradouro Praça Vegetação Monumento ção no tempo
  10. 10. A MORFOLOGIA URBANA Níveis(momentos de produção do espaço urbano) planificação e prog- os projetos dos ramação das quan- tidades, das utiliza-composição urbana edifícios ou das ções (organização (desenho urbano) diferentes quantitativa e construções funcional) e das localizações
  11. 11. A FORMA URBANA É um conjunto de objetos arquitetônicos correlacionados eorganizados espacialmente. Sendo a arquitetura, o principalmeio de entendimento da cidade como estrutura espacial. A forma física é um dado real, predominante em qualquerdescrição do meio urbano, é o resultado final dos problemaspostos ao urbanismo e à arquitetura.
  12. 12. FORMA E CONTEXTO A forma deve atender às necessidades de umcontexto. As formas arquitetônicas podem englobar tantocritérios funcionais quanto de natureza estética,devendo constituir uma solução para os problemas quea analise urbanística pretende organizar e controlar.
  13. 13. FORMA E FUNÇÃO A forma terá de se relacionar com a função de modo a permitir o desenvolvimento eficaz das atividades que nela se processam.Princípios da arquitetura: a função, a construção e a arte.Cada um assume um peso no processo criativo, podendo variar em duas posições: Funcionalista Antifuncionalismo adequação da forma à função, “FORM FOLLOWS FUNCTION”. defende a função se adaptando à forma, Facilitou a realização de edificações, “FUNCTION FOLLOWS FORM”.geralmente monofuncionais, repetitivas, fáceisde projetar e executar, gerando monotonia nas cidades.
  14. 14. FORMA E FIGURA Encontramos na figura as motivações mais complexas eprofundas para a concepção da forma. Entende-se poraspectos figurativos, os aspectos da forma que sãocomunicáveis através dos sentidos. E figura, ao poder decomunicação estética da forma. É através da mensagemfigurativa que a arquitetura e a arte urbana se revelam. Toda a ação que humaniza a paisagem pode conterobjetivos e valores estéticos que se comunicam através dossentidos ou da percepção. Em suma os valores estéticos sósão comunicáveis através dos sentidos e , apesar de ascaracterísticas da forma não se resumirem aos aspectossensoriais, estes são determinantes na sua compreensão.
  15. 15. SISTEMA DE ORIENTAÇÃO É importante para oconhecimento da cidade,respeita o equilíbrio vertical epermite que o homem possaorientar-se na cidade. Numa cidade dependeráfundamentalmente desistemas de referência comomarcos, monumentos, bairros,entre outros.
  16. 16. SISTEMA VISUAL É através da visão que se constrói a parte maisimportante da imagem da cidade, no entanto, o sistemade observação do espaço urbano, implica o movimentoe a captação do espaço em sequência visual.
  17. 17. SISTEMA TÁTIL No sistema tátil se incluem todas as percepções térmicas e de fricção com a atmosfera, que também são importantes na vivência, compreensão e caracterização da cidade.
  18. 18. SISTEMA OLFATIVO Os cheiros e odorescaracterizam os lugares esão parte do meio urbano. Osistema olfativo pertence àexperiência da cidade,embora seja um fator demenor controle e incidênciano desenho da formaurbana.
  19. 19. SISTEMAS Cada sistema vai corresponder a uma característica da forma.Contudo, as condições que se realiza a comunicação com oambiente, são essencialmente visuais. A imagem da cidade é o meio de comunicar a sua forma físicae para que exista imagem é necessária uma relação entre objetoe observador. No entanto, apesar de a imagem dependeprimeiramente das características da forma. A própria forma pode ser organizada com relativaindependência para atingir a comunicação visual; no fundotrata-se de retomar os problemas da arte urbana e deembelezamento da cidade com o objetivo de contribuir para umambiente mais estimulante.
  20. 20. REFERÊNCIAS LAMAS, José. Morfologia Urbana E Desenho DaCidade. Ed. Fundação Calouste Gulbenkian. 2004. P. 19– 62. http://www.esteio.com.br/novoblog/blogs/index.php/2008/02/21/morfologia_urbana http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/sao-paulo/imagens/monumento-independencia-2.jpghttp://www.naturezabrasileira.com.br/fotos/watermark/wm_IMG12999.jpg http://blogfut.zip.net/images/cidade_do_cabo.jpg http://blogs.estadao.com.br/jt-cidades/files/2011/10/CHEIRO_S1.jpg

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