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Os cidadãos queriam que o poder estivesse dividido. 
Faz-se uma Constituição - que reúne as leis 
fundamentais do país.
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Poder Legislativo Poder executivo 
Poder Judicial 
Assembleia faz Leis Rei manda cumpri...
Os cidadãos 
mais ricos 
passam a poder 
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PODER ABSOLUTO 
O Rei tem todos 
os poderes 
D. Miguel, filho 
do rei D. João 
VI e a rainha D. 
Carlota 
Joaquina não 
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D. Miguel chegou à barra 
Sua mãe lhe deu a mão: 
Anda cá, meu querido filho 
Não queiras Constituição.
Rei chegou! 
Rei chegou! 
Em Belém 
Desembarcou 
Venha cá, ó sor malhado, 
Sente-se nesta cadeira, 
Diga: Viva D. Miguel, ...
OO RReeii cchheeggoouu 
ee oo ppaappeell nnããoo aassssiinnoouu 
FFoorraa ppaattiiffee 
FFoorraa mmaallhhaaddoo 
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Para espalhar a fome 
Uma moda se inventou, 
Quanto mais a fome aperta 
Mais se canta o Rei chegou!
Rei chegou 
Rei chegou 
e em Belém desembarcou 
(…) e aos coices começou, 
porque palha 
não achou
D. Miguel chegou à barra, 
Voltou costas à nação, 
Rogando pragas malditas 
À nova Constituição.
• Formação do 
exército 
Preparativos para o cerco ao Porto 
O povo saúda o seu rei
Saber 
mais
O exemplo de D. Pedro anima a cidade contra a fome, o frio e as 
doenças
Viva, viva, viva. 
A Pedro imortal 
Fiel gratidão : 
Amor e respeito 
À Constituição
Ao Porto enlaçada 
Em doce união 
Vila Nova jura 
A Constituição
D. Maria, filha de D. Pedro, 
ficaria a governar Portugal 
obedecendo à Carta 
Constitucional
Enquanto um só Luso 
Der culto à razão 
Eterna há-de ser 
A Constituição
Considerado pela UNESCO, 
Património da Humanidade, o 
Mosteiro da Serra do Pilar, é 
verdadeiro ex-libris de Gaia
Dos filhos da Pátria 
Constante brasão. 
Será defender 
A Constituição
Ai, Jesus 
Lá vai o Covelo, 
Ponto tão lindo 
É pena perdê-lo. 
Em Julho de 1833, os miguelistas retiram-se.
Ai, Ai, Ai! 
Adeus corcundinhas 
D. Miguel perdeu. 
Quebraram-se as linhas
Ai, Jesus 
Lá vai o Covelo, 
Ponto tão lindo 
É pena perdê-lo
Ai, Ai, AI! 
Adeus corcundinhas 
D. Miguel perdeu. 
Quebraram-se as 
linhas
Ai, Jesus 
Lá vai o Covelo, 
Ponto tão lindo 
É pena perdê-lo 
Quinta do Covelo - Porto
Ai, Ai, Ai! 
Adeus corcundinhas 
D. Miguel perdeu. 
Quebraram-se as linhas 
Carta 
Topográfica 
das Linhas do 
Porto de Lu...
Praça da Liberdade 
A Praça da Liberdade foi aberta no século, XVIII, no chamado Campo das 
Hortas (antes de 1711), Casal ...
Campo Vinte e Quatro de Agosto 
Comemora a data da revolução de 1820 que em 
24 de Agosto teve início no Porto
Rua da Constituição
Rua de Fernandes Tomás 
Fernandes Tomás é um dos 
heróis dos acontecimentos 
políticos de 1820. Foi 
desembargador honorár...
Rua de Passos Manuel 
Passos Manuel foi 
um dos vultos mais 
proeminentes das 
lutas liberais; 
deputado em diversas 
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Rua José Ferreira Borges 
José Ferreira Borges foi 
jurisconsulto, economista e político, 
secretário da Companhia dos Vin...
Capela de Nossa 
Senhora da Saúde 
Rua do Heroísmo 
Foi nesta zona, em plena Rua do Prado e seu 
enfiamento até Campanhã, ...
Rua da Firmeza 
Deve o seu nome ao 
“denodo e resignação com 
que os portuenses 
valorosamente resistiram” 
ao cerco do Po...
Casa de Guilhermina 
Suggia, na Rua da 
Alegria, 665 
Rua da Alegria 
Deve o seu nome à alegria 
com que o Porto saudou o ...
Rua Mouzinho da Silveira 
José Xavier 
Mouzinho da Silveira 
foi uma das 
personalidades 
maiores da revolução 
liberal, o...
Rua do Breiner 
Pedro de Melo 
Beiner era 
senhor da Trofa, 
conselheiro de 
Estado, 
embaixador em 
Roma, 
governador das...
Praça Almeida Garret 
• Almeida Garrett nasceu 
no Porto em 1799 . Foi um 
dos bravos do Mindelo e 
combateu no cerco do 
...
Rua de Alexandre Herculano 
• Tal como Almeida Garrett e outros 
jovens exilados alistou-se no exército 
liberal que, no i...
Rua de Barros Lima 
Francisco José de Barros 
Lima era um rico negociante e 
um dos homens do Sinédrio, 
envolvido na Revo...
Rua de Visconde de Bóbeda 
Marechal de campo Joaquim 
de Sousa Quevedo Pizarro foi 
um dos 7500 bravos do 
Mindelo, minist...
Rua do Duque de Saldanha 
Rua Marechal Saldanha 
Saldanha Foi um valente 
militar constitucional 
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Rua de Sá da Bandeira 
Foi um dos mais notáveis cabos da guerra 
civil, de 1833. Foi, depois, estadista de 
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Rua da Bataria 
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tinha havido em 1809, quando da 2.ª invasão 
francesa, princi...
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Joaquim António de 
Aguiar foi um dos bravos do 
Mindelo. 
Assumiu a chefia de 
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Rua do Duque de Terceira 
António José de Sousa Manuel e 
Meneses Severim de Noronha foi herói 
das Guerras liberais, tend...
Rua do Barão de S. Cosme 
De nome João Nepomuceno de Macedo, 
tomou parte na Guerra Peninsular. 
Também se distinguiu na c...
Trabalho elaborado por Maria Fátima 
Gomes
Fontes: 
• Encenação do Desembarque das Tropas 
Liberais na praia de Arenosa, levada a cabo 
pelos alunos da Escola EB 2,3...
• purl.pt/11772 
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• A. Carmo Reis, História de Portugal em BD, ed. 
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• David Martelo, Cerco do Porto, Prefácio 
• José Garcês, Luís Migu...
Na guerra Peninsular, as tropas napoleónicas invadiram 
Portugal por três vezes. 
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O monumento mais importante que se ergue 
na cidade é sem dúvida, o dos HERÓIS DA 
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O elemento feminino ...
Tendo-se iniciado a construção em 1909, 
com a participação do Arq. Marques da Silva 
e do escultor Alves de Sousa, só ser...
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MDCCCVIII no lado oposto, outro número, 
MDCCCIX. 
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O obelisco em granito inclui 
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duas coroas metálicas observáveis no 
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que lhe tomou o nome, antes conhecida por 
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Instauraçãodo liberalismo

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O Porto e a instauração do liberalismo

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Instauraçãodo liberalismo

  1. 1. Os cidadãos queriam que o poder estivesse dividido. Faz-se uma Constituição - que reúne as leis fundamentais do país.
  2. 2. CCOONNSSTTIITTUUIIÇÇÃÃOO 11882222 Poder Legislativo Poder executivo Poder Judicial Assembleia faz Leis Rei manda cumprir Tribunais julgam quem não cumpre
  3. 3. Os cidadãos mais ricos passam a poder votar
  4. 4. PODER ABSOLUTO O Rei tem todos os poderes D. Miguel, filho do rei D. João VI e a rainha D. Carlota Joaquina não concordam com a Constituição. Queriam que o rei tivesse todos os poderes
  5. 5. D. Miguel chegou à barra Sua mãe lhe deu a mão: Anda cá, meu querido filho Não queiras Constituição.
  6. 6. Rei chegou! Rei chegou! Em Belém Desembarcou Venha cá, ó sor malhado, Sente-se nesta cadeira, Diga: Viva D. Miguel, Se não parto-lhe a caveira
  7. 7. OO RReeii cchheeggoouu ee oo ppaappeell nnããoo aassssiinnoouu FFoorraa ppaattiiffee FFoorraa mmaallhhaaddoo FFoorraa ccaaiippiirraa,, DDeessaavveerrggoonnhhaaddoo..
  8. 8. Para espalhar a fome Uma moda se inventou, Quanto mais a fome aperta Mais se canta o Rei chegou!
  9. 9. Rei chegou Rei chegou e em Belém desembarcou (…) e aos coices começou, porque palha não achou
  10. 10. D. Miguel chegou à barra, Voltou costas à nação, Rogando pragas malditas À nova Constituição.
  11. 11. • Formação do exército Preparativos para o cerco ao Porto O povo saúda o seu rei
  12. 12. Saber mais
  13. 13. O exemplo de D. Pedro anima a cidade contra a fome, o frio e as doenças
  14. 14. Viva, viva, viva. A Pedro imortal Fiel gratidão : Amor e respeito À Constituição
  15. 15. Ao Porto enlaçada Em doce união Vila Nova jura A Constituição
  16. 16. D. Maria, filha de D. Pedro, ficaria a governar Portugal obedecendo à Carta Constitucional
  17. 17. Enquanto um só Luso Der culto à razão Eterna há-de ser A Constituição
  18. 18. Considerado pela UNESCO, Património da Humanidade, o Mosteiro da Serra do Pilar, é verdadeiro ex-libris de Gaia
  19. 19. Dos filhos da Pátria Constante brasão. Será defender A Constituição
  20. 20. Ai, Jesus Lá vai o Covelo, Ponto tão lindo É pena perdê-lo. Em Julho de 1833, os miguelistas retiram-se.
  21. 21. Ai, Ai, Ai! Adeus corcundinhas D. Miguel perdeu. Quebraram-se as linhas
  22. 22. Ai, Jesus Lá vai o Covelo, Ponto tão lindo É pena perdê-lo
  23. 23. Ai, Ai, AI! Adeus corcundinhas D. Miguel perdeu. Quebraram-se as linhas
  24. 24. Ai, Jesus Lá vai o Covelo, Ponto tão lindo É pena perdê-lo Quinta do Covelo - Porto
  25. 25. Ai, Ai, Ai! Adeus corcundinhas D. Miguel perdeu. Quebraram-se as linhas Carta Topográfica das Linhas do Porto de Luz Soriano
  26. 26. Praça da Liberdade A Praça da Liberdade foi aberta no século, XVIII, no chamado Campo das Hortas (antes de 1711), Casal de Novais (no século XV), Largo da Natividade (depois de 1682, devido à fonte lá construída nesse ano), Praça Nova das Hortas (depois de 1711), Praça da Constituição (l820), Praça Nova (de novo, em 1823), Praça de D. Pedro IV (l833), Praça da República (l3 de Outubro de 1910) e Praça da Liberdade Outubro de 1910). O monumento ao rei liberal foi inaugurado em 1866.
  27. 27. Campo Vinte e Quatro de Agosto Comemora a data da revolução de 1820 que em 24 de Agosto teve início no Porto
  28. 28. Rua da Constituição
  29. 29. Rua de Fernandes Tomás Fernandes Tomás é um dos heróis dos acontecimentos políticos de 1820. Foi desembargador honorário do Porto.
  30. 30. Rua de Passos Manuel Passos Manuel foi um dos vultos mais proeminentes das lutas liberais; deputado em diversas legislaturas, par do reino, ministro de Estado. Nasceu. em Guifões, Bouças, distrito do Porto.
  31. 31. Rua José Ferreira Borges José Ferreira Borges foi jurisconsulto, economista e político, secretário da Companhia dos Vinhos do Alto Douro, membro da Junta Provisional do Governo Supremo do Reino de 1820 e deputado às Cortes Constituintes de 1821. Homem do Sinédrio do Porto, foi o principal autor do primeiro Código Comercial Português de 1833..
  32. 32. Capela de Nossa Senhora da Saúde Rua do Heroísmo Foi nesta zona, em plena Rua do Prado e seu enfiamento até Campanhã, que se deu a batalha mais feroz e sanguinária entre absolutistas e liberais, durante o cerco do Porto, em 1833.
  33. 33. Rua da Firmeza Deve o seu nome ao “denodo e resignação com que os portuenses valorosamente resistiram” ao cerco do Porto.
  34. 34. Casa de Guilhermina Suggia, na Rua da Alegria, 665 Rua da Alegria Deve o seu nome à alegria com que o Porto saudou o liberalismo
  35. 35. Rua Mouzinho da Silveira José Xavier Mouzinho da Silveira foi uma das personalidades maiores da revolução liberal, operando, com a sua obra de legislador, algumas das mais profundas modificações institucionais.
  36. 36. Rua do Breiner Pedro de Melo Beiner era senhor da Trofa, conselheiro de Estado, embaixador em Roma, governador das justiças do Porto, morreu encarcerado por ser liberal.
  37. 37. Praça Almeida Garret • Almeida Garrett nasceu no Porto em 1799 . Foi um dos bravos do Mindelo e combateu no cerco do Porto Entre as suas obras, as mais conhecidas são o poema "Camões", "Dona Branca", "Um Auto de Gil Vicente", "Frei Luis de Sousa" "Viagens na Minha Terra", "Folhas Caídas“.
  38. 38. Rua de Alexandre Herculano • Tal como Almeida Garrett e outros jovens exilados alistou-se no exército liberal que, no início de 1832, se dirigiu aos Açores e depois ao Porto. Participou no cerco da cidade e destacou-se em várias missões. Trabalhou na Biblioteca do Porto. Escreveu, entre outras obras: • O Bispo Negro; O Castelo de Faria ;A Abóbada; O bobo; Eurico; O Presbítero; O Monge de Cister; A Voz do Profeta; A Harpa do Crente Poesias; História de Portugal; História da Origem e Estabelecimento a Inquisição em Portugal
  39. 39. Rua de Barros Lima Francisco José de Barros Lima era um rico negociante e um dos homens do Sinédrio, envolvido na Revolução de 1820.
  40. 40. Rua de Visconde de Bóbeda Marechal de campo Joaquim de Sousa Quevedo Pizarro foi um dos 7500 bravos do Mindelo, ministro de guerra, marinha e estrangeiros da regência de D. Pedro. Pertenceu, também, ao Conselho da rainha D. Maria II.
  41. 41. Rua do Duque de Saldanha Rua Marechal Saldanha Saldanha Foi um valente militar constitucional permanentemente envolvido nos acontecimentos da conturbada época que sucedeu a 1832.
  42. 42. Rua de Sá da Bandeira Foi um dos mais notáveis cabos da guerra civil, de 1833. Foi, depois, estadista de relevo.
  43. 43. Rua da Bataria As posições liberais, semelhantes às que já tinha havido em 1809, quando da 2.ª invasão francesa, principiavam no Seminário e daí seguiam à Quinta da China, Lomba, Bonfim, Goelas de Pau, ermida do Cativo, Póvoa de Cima... Estas linhas eram cobertas, nos pontos mais altos, por artilharia. Foi a bateria da Póvoa de Cima que deu o nome à actual Rua da Bataria, junto da Avenida de Fernão de Magalhães, antigo Monte Belo
  44. 44. Rua de Joaquim António de Aguiar Joaquim António de Aguiar foi um dos bravos do Mindelo. Assumiu a chefia de Governo e várias pastas ministeriais, designadamente a da Justiça. Promulgou a Lei de extinção das ordens religiosas.
  45. 45. Rua do Duque de Terceira António José de Sousa Manuel e Meneses Severim de Noronha foi herói das Guerras liberais, tendo recebido a mais alta distinção nobiliárquica, a par da ascensão à dignidade de Marechal, em virtude da denodada resistência que promoveu na ilha Terceira contra as forças miguelistas.
  46. 46. Rua do Barão de S. Cosme De nome João Nepomuceno de Macedo, tomou parte na Guerra Peninsular. Também se distinguiu na campanha da Liberdade, repelindo as forças miguelistas no largo do Bonfim.
  47. 47. Trabalho elaborado por Maria Fátima Gomes
  48. 48. Fontes: • Encenação do Desembarque das Tropas Liberais na praia de Arenosa, levada a cabo pelos alunos da Escola EB 2,3 de Lavra no âmbito da Área Escola, 15 de Junho de 1997 paginas.fe.up.pt/porto-l/is/lavraliberal.html • www.portoxxi.com • www.360portugal.com/Distritos.QTVR/ • www.pbase.com/jandrade/image/6702249
  49. 49. • purl.pt/11772 • portoinstantaneo.blogspot.com/2006_02_ 01_portoinstantaneo_archive.html • dedonogatilho.blogspot.com/2006
  50. 50. • A. Carmo Reis, História de Portugal em BD, ed. ASA • David Martelo, Cerco do Porto, Prefácio • José Garcês, Luís Miguel Duarte, História do Porto em BD, ed. ASA • 1808-1927 – 120 anos de História Militar do Porto, LAMMP, 2002 • Maria de Fátima Gomes, Recursos utilizados no Curso de Formação “ … e o Porto aqui tão perto”, promovida pelo Centro de Formação das escolas de Gondomar e PRODEP, 2005
  51. 51. Na guerra Peninsular, as tropas napoleónicas invadiram Portugal por três vezes. JUNOT conseguiu conquistar Lisboa.. A independência do país estava em perigo, a corte tinha-se retirado para o Brasil. O povo revoltou-se contra o invasor.Os Portugueses, auxiliados por um pequeno exército inglês, derrotaram JUNOT em Roliça, depois no Vimeiro, obrigando-o a retirar-se. A segunda invasão foi comandado por SOULT. Este, depois de vencido pela bravura dos Portuenses, retirou-se para a Galiza. Massena tenta mais uma vez ocupar Portugal, mas batido no Buçaco e sustido nas Linhas de Torres Vedras, retira-se para Espanha em 1811. A paz só viria a ser definitiva em 1814.
  52. 52. O monumento mais importante que se ergue na cidade é sem dúvida, o dos HERÓIS DA GUERRA PENINSULAR O elemento feminino sobressai desse conjunto: é a mulher que se afoga, é aquela outra que se esforça a puxar o canhão, é a valentia que empunha a bandeira e vai em frente para a luta. No cimo da coluna, aparece a vitória do Patriotismo português, sobre a Águia do Império Napoleónico.
  53. 53. Tendo-se iniciado a construção em 1909, com a participação do Arq. Marques da Silva e do escultor Alves de Sousa, só seria inaugurado em 1951. Durante o longo período da construção colaboram nessa obra, os escultores Henrique Moreira e Sousa Caldas. Voltar
  54. 54. Na frente da coluna, está inscrito o número MDCCCVIII no lado oposto, outro número, MDCCCIX. A mensagem que esses números nos transmitem , integra-se no espírito regional da estatuária portuense. Entre 1808 e 1809 decorreram os acontecimentos bélicos da 2ª invasão Francesa, comandada por Soult. Assim, o monumento não se erigiu em homenagem aos heróis portugueses das três invasões mas, muito em especial, aos portuenses que resistiram e venceram Soult.
  55. 55. O obelisco em granito inclui referências à data do desembarque em duas coroas metálicas observáveis no topo. Quatro painéis calcários na sua base registam referências à iniciativa da construção do monumento, alguns dos comandantes do “Exercito Libertador” e a famosa proclamação que D. Pedro IV fez aos soldados antes do desembarque.
  56. 56. O Obelisco da memória, localizado na praia que lhe tomou o nome, antes conhecida por praia de Arenosa e também "praia dos ladrões" - porque muito usada por estes para aí fazerem as suas descargas. Destina-se a perpetuar a memória do desembarque de D. Pedro IV à frente do exército que libertaria do absolutismo de seu irmão , D. Miguel, no dia 8 de Julho de1832.
  57. 57. Foi o duque de Ávila, na qualidade de Administrador Geral do Distrito do Porto, o correspondente ao actual cargo de Governador Civil, quem mandou erigir o monumento. A colocação da primeira pedra aconteceu no dia primeiro de Dezembro de 1840, não por acaso duzentos anos após nos termos libertado do cativeiro espanhol, portanto uma data de grande valor simbólico uma vez que assinalava o segundo centenário da Restauração da Independência. Voltar

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