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Direitos de aprendizagem oralidade

Direitos de aprendizagem oralidade

  1. 1. PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA I ENCONTRO - FORMAÇÃO DE ORIENTADORES DE ESTUDO 18 A 22 DE FEVEREIRO/2013 – UNIMONTESDireitos de aprendizagem no ciclo de alfabetização – Língua Portuguesa Oralidade
  2. 2. Oralidade- Competência lingüística;- Fala e escrita: processos interdependentes;- Priorização da escrita na escola;- Contexto familiar e social como referencias;- Papel da escola: respeitar, ampliar e refinar;- Aprendizagens:questionar, problematizar, argumentar, sintetizar, fundamentar, comunicar idéias, desejos, conflitos e frustrações;- A criança deve sentir-se: segura, confiante e respeitada.- Fala, uma herança social, é preciso respeitar os diversos modos defalar propiciando que o aluno reconheça as diferenças existentes etransite com segurança da linguagem coloquial à formal. (PCN L.P., 1998).
  3. 3. 1. Participar de interações orais em sala deaula, questionando, sugerindo, argumentando e respeitando osturnos de falaEstimular os alunos a: Exemplo 1: Atividades com textos e- Responderem as questões dinâmicas (duplas, grupos, círculos), propostas, participar dos propondo diálogos para que os debates, apresentar alunos exercitem a fala, a escuta, trabalhos, defender suas dramatizem, criem personagens e os idéias, respeitar a fala de colegas e descrevam, criem histórias e as professores, participar da narrem para colegas e professor. organização das rotinas em sala, da construção das regras de convivência, elaborar textos orais individuais e coletivos, falar de si mesmo e de sua família, a brincar, a cantar, a dramatizar, a se expressar de diferentes maneiras.- Reforçar o respeito aos turnos de fala, incluindo aí o turno silencioso. Esses turnos compreendem as intervenções dos interlocutores que veiculam informações. É preciso saber: falar, ouvir e ter atenção ao que se fala e ao que se ouve.
  4. 4. Exemplo 2:Dinâmicas para trabalhar oralidade, leitura e escritaMeu personagemObjetivo: criar, desenvolver e caracterizar umapersonagem.Material: Argila, papel, lápis ou caneta, palito depicolé ou de churrasco, tintas guaches.Etapas das atividades:1 – Peça aos alunos que fechem os olhos e imaginem umapersonagem. Você pode trazer algumas perguntas como:- Ele é grande ou pequeno?- Ele é do bem ou do mal?- É humano, bicho, robô ou um monstrinho?- O que ele faz?Essa atividade pode ser também desenvolvida com osalunos desenhando em cartolina, descrevendo, criandohistórias com a personagem, comunicando aos colegas ese quiser registrando-as.
  5. 5. Exemplo 3:Atividades com brincadeiras de faz de conta (em círculo, fileiras, sentados ou de pé):a) Você está na África e não sabe falar o dialeto local. Como você se comunicaria para:pedir comida, ir ao banheiro, usar o telefone?b) Como você sairia de uma ilha deserta cercada de tubarões, sem nenhuma embarcação?c) Como você faria para sair de uma estação do metrô, em dia de temporal, com asgalerias inundadas?d) Você foi ao supermercado fazer compras. De repente, viu um embrulho jogado numcanto do chão. Observou e percebeu que ele se mexia. O que era? O que fez com ele?e) Você e um grupo de amigos caminham para o cinema. De repente, você se distraiu eperdeu de vista a turma. O que fez? Conseguiu encontrá-los? Como? Onde?f) Você caminhava pela rua quando encontrou um gatinho perdido. O que fez? Comoestava o animal?g) Você caminha pelo jardim quando encontrou uma cobra. O que fez? Ficou com medo?h) Você estava sozinho em casa, à noite, quando bateram à porta. O que fez? Quem era?i) Você foi a uma fazenda. Era noite de lua cheia.Saiu para dar um passeio e viveu uma grande aventura.Qual foi? Como foi? Com quem?j) Você é um coelho de uma história infantil.Qual é o nome da história? Como é o seu nome?- Onde mora? Com quem? - Como vive? O que pretende?
  6. 6. 2. Escutar com atenção textos de diferentes gêneros, sobretudoos mais formais, comuns em situações públicas, analisando-oscriticamente• Apreciação de diferentes gêneros • O professor pode solicitar aos textuais exige sistemático trabalho alunos a transmissão de pedagógico. recados ou avisos a diferentes• Situações sociais e adequação da fala setores da escola, a outras às circunstâncias da interlocução. turmas, à família, aos colegas;• Entendimento da função dos textos. • Brincar de telefone sem fio;• São diferentes: Poema e bula; carta e organizar eleições onde devem bilhete; recado e discurso; discursar e analisar os apresentação de relatório e a discursos; simular e realizar contação de um causo popular. compras no mercado local; elaborar convites; organizar• Para analisá-los é preciso saraus poéticos e musicais. compreender o que comunicam, como, quem, onde e a quem se comunica.
  7. 7. Exemplo 1:Atividade com cartas e bilhetes
  8. 8. Exemplo 2:Atividade com projetos: Sarau infantil (adaptado)Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/educacao-infantil/4-a-6-anos/sarau-infantil-568064.shtmlObjetivos:- Ampliar o repertório de poesias conhecidas pela turma.- Utilizar a linguagem oral, adequando-a a uma situação comunicativa formal.Conteúdo: - Comunicação oral.Público: Pré-escola (pode-se adaptar às séries iniciais).Tempo estimado: dois meses.Material necessário: - Filmadora - Caixa de papelão - Aparelho de som- CD A Arca de Noé - Vols. 1 e 2 (vários intérpretes, Universal Music Brasil) e outrosLivros: - A Arca de Noé (Vinicius de Moraes, 64 págs., Ed. Cia. das Letrinhas)- Poemas Desengonçados (Ricardo Azevedo, 56 págs., Ed. Ática)- Mais Respeito, Eu Sou Criança (Pedro Bandeira, 80 págs., Ed. Moderna) e outrosDesenvolvimento1ª etapa: Pergunte quais poemas as crianças conhecem e estimule-as a declamar. Convide-as a conhecer outros,mostrando os livros selecionados. Leia em voz alta alguns deles, caprichando na entonação. Compartilhe a ideia deorganizar um sarau de poesia e convidar os pais para assistir ao evento. Explique que para isso é preciso conhecervários poemas e aprender a declamá-los.2ª etapa:Apresente faixas do CD de poesia musicada para familiarizar a turma com o gênero.3ª etapa: Leia todos os dias os livros escolhidos para o projeto. Converse com eles sobre as poesias e como se devedeclamar, cuidando da entonação e da altura da voz, para que o público compreenda e ouça com clareza o que fordito. Como tarefa de casa, oriente que peçam aos pais para recitar e registrar por escrito poemas e versinhos queapreciem. Use a caixa de papelão para guardar os textos poéticos fornecidos pelos pais, os livros e o CD.4ª etapa: Leia a poesia Bola de Gude, do livro Poemas Desengonçados, chamando a atenção da turma para aentonação, dicção e altura da sua voz. Proponha que a recitem coletivamente. Repita o procedimento com outrospoemas. Use a filmadora para gravar esses momentos.5ª etapa: Exiba o vídeo para que as crianças possam analisar como estão se saindo e em que precisam melhorar.Ajude-as apontando o que estiver adequado também.6ª etapa: É hora de selecionar o que será apresentado. Pergunte às crianças quais são os textos prediletos delas edecidam como serão feitas as declamações (individual, duplas, trios, etc). Convide as famílias para o evento.7ª etapa: Ensaie com a turma. Filme novamente e exponha as imagens para que todos possam se aperfeiçoar.Produto final: Sarau infantil.Avaliação: Observe e registre o avanço das crianças no que se refere à apropriação na forma de se expressar emsituações de comunicação formal.
  9. 9. 3. Planejar intervenções orais em situações públicas: exposiçãooral, debate, contação de história.• Vislumbrar a possibilidade de uma fala • Exemplo 1: planejada considerando o objetivo de Atividade: Cineminha ou Sessão de quem fala, as expectativas e disposições vídeo-debate de quem ouve e o ambiente. • Filme Branca de Neve: Discussão sobre os fatos e personagens, levantamento dos conhecimentos• As “rodinhas” são boas práticas, pode-se prévios sobre contos de fadas. Branca fazer uso de diferentes de Neve é um conto de fada? Que estratégias, brincadeiras e recursos. seres fantásticos aparecem no filme? Há castelos? Bruxas? Fadas? Quem• Realizar também debates a partir de salva Branca de Neve? Que outros uma temática escolhida pela turma ou contos conhecem? de algum fato que tenha ocorrido na • Problematizaçao: Sabemos que nem cidade ou no bairro onde moram; todos os contos de fada têm fadas. organizar festivais de contação de Por que são chamados assim? histórias, de filmes, de piadas. Perguntar quais as suas histórias preferidas. Falar sobre os autores dos contos (o que estiver em foco). • Pode-se discutir com os alunos releituras da história, outras leituras, atividades de escrita, interpretação e discussões, propiciando maior interação entre os alunos.
  10. 10. Exemplo 2: Sugestão de recursos para contação de histórias-Usar o próprio livro: com boas e fartas ilustrações, este poderá serapresentado, apontando-se as figuras correspondentes ao momento danarrativa. Poderá ser utilizado com ajuda de um recurso. O cineminha queé apresentado às crianças através da "tela" de uma caixa de madeira oupapelão é um bom exemplo.- Gravuras: fazer uma seqüência de quadros (cópias ampliadas do próprio livro ou fotografados,sendo nesse caso projetados em slides), que serão expostos à medida que a narração evolua.- Figuras sobre o cenário: o cenário será um quadro básico, e as figuras irão compondo as cenasconforme o desenrolar da história. As figuras poderão ser presas com fita adesiva, velcômetro,flanelógrafo, avental.-Fantoches: São muito apreciados pelas crianças e podem ser usadas por mais de um narrador.Outra vantagem é que se pode ter o roteiro escrito, o que facilitará a tarefa. Podem ser usados deforma interativa com as crianças, elas manuseando-os, ou fazendo os bonecos de cartolina comroupas de papel crepom.- Teatro de sombras: Uma luz projeta figuras em uma superfície opaca. A sombra de bichinhos feitacom as mãos exerce grande fascínio sobre as crianças e com figuras recortadas não é diferente. Elassão muito fáceis de fazer e a apresentação pode conter músicas e efeitos especiais.- Dobraduras: pode representar centenas de figuras. Não é uma técnica acessível a todos, pode serusada com crianças maiores ou formas simples. Proporciona uma boa interação com as criançasquando a narrativa acompanha a sucessão de dobraduras feitas por elas.- Maquete: Também alcança bons resultados. E é mais simples do que parece: uma floresta de papelcrepom, uma casinha de papelão e pequenos bonecos de feltro comandados por um contadorhabilidoso operarão maravilhas.
  11. 11. Exemplo 2: Continuação Sugestão de recursos para contação de histórias- Bocões: (tipo ventríloquo): São bonecos grandes que ficam sentadas no colo do narrador. Pode ser só um que contará a história. As crianças esquecem-se do narrador. - Marionetes: São bonecos comandados por fios presos na cabeça, nas mãos e nos pés. A cena desenrola-se no chão e os operadores ficam colocados atrás de um pequeno cenário As histórias com bastante movimento, engraçadas, são as que melhor se ajustam a esta técnica. Como os bonecos são esguios, eles se prestam às mais diversas caracterizações e podem, inclusive, trocar de roupa conforme a cena.- Interação com a narração: Canção, palavras chave ou expressões para serem usadas em momentos-chaves da narrativa.- Dedoches (ou palitoches): São pequenos fantoches utilizados nos dedo ou presos em palitos. Ématerial de baixo custo, o que permite ter uma grande variedade. A desvantagem e que não podem serusados para grandes platéias.- Inclusão de um objeto real que faz parte do enredo fantasioso da história: em "Pandora", porexemplo, o suspense aumenta se no interior do círculo o narrador colocar uma misteriosa caixa.- - Um personagem que toma vida no desfecho da história: todos ficarão excitados se o caciqueaparecer com seu resplandecente cocar. Ou, se ao final da história, a Emília "em pessoa" surgir para serentrevistada pelas crianças.- Pedir para que as crianças fechem os olhos e proporcionar sensações concretas, como por exemplo, devento com um ventilador, de odor com spray, de chuva com borrifos de água.- Poderão também ser usados gestos, um para cada personagem (é claro que são gestos discretos, para nãotumultuar). Ao contrário do que parece, este recurso não desvia a atenção
  12. 12. 4. Produzir textos orais de diferentes gêneros, com diferentespropósitos, sobretudo os mais formais comuns em instânciaspúblicas(debate, entrevista, exposição, notícia, propaganda, relato deexperiências orais, dentre outros). • Por exemplo: simulação de jornais• Há situações sociais em que, mais do falados, entrevistas e debates na TV e que cuidar da linguagem falada, é no rádio; realização de entrevistas com preciso se preparar para falar. São pessoas da comunidade; situações públicas e formais, em que apresentações em eventos escolares: é necessário ter controle sobre o festas, torneios tempo de fala, fazendo exposições esportivos, desfiles, campanhas concisas e bem organizadas. públicas a serem efetivadas pelos alunos junto a outras turmas e nas• O professor deverá orientar os alunos vizinhanças. (CEALE, Caderno 2, UFMG). no planejamento da fala, oferecendo e discutindo roteiros e critérios de avaliação e auto-avaliação, sugerindo o uso de recursos auxiliares que podem facilitar como cartazes, figuras, transparências, slide s.• As atividades devem lúdicas, interessantes e envolventes.
  13. 13. Exemplo:Atividade com entrevistas
  14. 14. 5. Analisar a pertinência e a consistência de textos orais,considerando as finalidades e características dos gêneros.• O desenvolvimento da oralidade inclui não Exemplo: apenas a capacidade de falar mas também a capacidade de ouvir com compreensão. • Atividade: Jornal falado Capacidade crucial para a plena participação do cidadão na sociedade. • Disponível em: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTec• É preciso saber ouvir e entender os jornais nicaAula.html?aula=37439 da TV e do rádio, as entrevistas e declarações de políticos e governantes, as demandas e explicações dos companheiros e superiores no trabalho.• Compreender o que o professor e os colegas falam já é um exercício dessa capacidade.• Pode-se aprimorá-la em sala de aula, por exemplo, lendo em voz alta textos diversos, de cuja compreensão dependerá a realização de tarefas como fazer um resumo, responder um questionário, jogar determinado jogo, superar determinado obstáculo numa gincana, montar ou fazer funcionar um aparelho e outras (CEALE, Caderno 2, UFMG).
  15. 15. 6. Reconhecer a diversidade linguística, valorizando asdiferenças culturais entre variedades regionais, sociais, de faixaetária, de gênero dentre outras.• Como cidadão, o aluno • Exemplo: precisa reconhecer a Atividade com projetos: existência das diversas • A) Projeto “Recriando histórias variedades da língua, exigir em quadrinhos”, visitem. respeito à sua maneira de falar http://linguagemeafins.blogsp e saber respeitar as ot.com.br/2012/08/recriando- variedades diferentes da sua. historias-em-quadrinhos- chico.html.• Esse aprendizado envolve • Projeto “Turma da Mônica” - atitudes e procedimentos http://proluzinha.blogspot.co éticos. Dada a importância m.br/p/projetos.html desse conhecimento sugere-se que ele seja introduzido desde os primeiros dias de aula e seja mantido por todo o Ciclo Inicial de Alfabetização. (CEALE, Caderno 2, UFMG).
  16. 16. 7. Relacionar fala e escrita, tendo em vista a apropriação dosistema de escrita, as variantes linguísticas e os diferentesgêneros textuais.• Para aprender a ler e escrever com • Alguns exemplos de atividades: autonomia, o requisito indispensável, é ser decomposição e composição silábica capaz de operar racionalmente com de palavras, na fala e na escrita. unidades sonoras e com as complexas relações entre os fonemas e o modo de representá-los graficamente. • Separar em sílabas palavras faladas e observar de que maneira essa• Para fortalecer a compreensão das relações separação se configura na escrita entre fala e escrita ou fonema-grafema ajuda os alunos na identificação e sugere-se focalizar as unidades fonológicas percepção da representação gráfica com as quais os alunos já são capazes de dos fonemas. lidar antes mesmo de entrar para a escola. São segmentos sonoros como as sílabas, começos ou finais de • Outras atividades são as que pedem palavras, rimas, aliterações. a identificação e comparação da quantidade, da variação e da posição• Por exemplo, cantigas de roda, jogos de das letras na escrita: bingo, texto salão como .Lá vai a barquinha carregadinha lacunado, colocação de palavras em de. (palavras começadas com ordem alfabética, [ca], terminadas com [ão], etc.), a língua do pê, os trava-línguas, etc. confronto entre a escrita produzida pelo aluno e a escrita padrão. (CEALE, Caderno 2, UFMG).
  17. 17. Exemplo 1:Nessa brincadeira uma pessoa (pode ser o professor)inicia como no exemplo:Eu, Geisa, "Vou viajar para uma ilha e posso levar gelatina.E você, o que vai levar?“ (a pessoa ao lado diz)A próxima pessoa, se for Úrsula, usando a lógica de que eu levei comida (ousobremesa) diz que vai levar uma comida também, e diz "eu levarei sorvete".Ai você diz, "sorvete você não pode levar, mas eu levarei gelo“. A brincadeira segue.Eu, que a coordeno sempre digo se as pessoas podem levar a coisa que elas propõem,e acrescento mais uma na minha lista. Ou seja, eu posso levar, gelatina, gelo,geladeira, gesso, gema, etc., porque a chave da brincadeira é falar uma coisa quecomeça com a mesma sílaba inicial do nome de quem está coordenando. Aspessoas precisam descobrir esse segredo, na medida que percebem o que digo e quedesautorizo as outras coisas que as pessoas querem levar.A atividade propicia reflexões sobre a necessidade de desenvolver consciênciafonológica, relaciona fala e escrita, propõe pensar as palavras em sua pauta sonora enão as suas características físicas.
  18. 18. 8. Valorizar os textos de tradição oral, reconhecendo-os comomanifestações culturais. • Possibilitam momentos de fruição• Esses textos circulam livremente literária e de trabalho com a através da fala, passada de geração alfabetização e o letramento. em geração e estão geralmente relacionados a movimentos corporais • São diversos: poesia oral, trava- como expressões, gestões, danças. linguas, parlendas, provérbios, adivinha s, quadrinhas, trovas, cordéis, cantigas• São sonoros e favoráveis à reflexão de roda, frases sobre a língua e o sistema de escrita feitas, contos, mitos, fábulas, causos e alfabética. ditos populares e muitos outros que se relacionam intimamente com a cultura escrita e fazem parte da nossa cultura• Dar visibilidade aos textos de literária. tradição oral favorece a apreciação e a valorização da cultura oral, do imaginário popular, da tradição • ARAUJO, Liane Castro de; poético-musical atemporal, de nossa ARAPIRACA, Mary. Quem os tradição cultural, é uma maneira de desmafagafizar, bom desmafagafizador valorizar as memórias será: textos de tradição oral na alfabetização. Salvador: EDUFBA, 2011. coletivas e/ou individuais. Disponível em: http://www.slideshare.net/Licaraujo/te xtos-da-tradio-oral-na-alfabetizao).
  19. 19. Observem o exemplo abaixo, nessa mesmadinâmica, pode-se trabalhar com historias da cultura regional.
  20. 20. Na mesma dinâmica abaixo, pode-se trabalhar com diversos textos rimados .
  21. 21. Gostosas Brincadeiras Criar novas parlendas apartir de uma já existente.-Os alunos em círculo, soborientação do professor, escolhemum tema (dias da semana, meses,comidas, etc), e vão fazendo asrimas, como no exemplo ao lado.- O professor diz uma palavra e aturma vai fazendo rimas. Quandonão conseguirem mais muda-se apalavra. Pode ser em grupo, cadarima vale 1 ponto, ganha quemfizer mais pontos.
  22. 22. Referencias:BRASIL. Pacto Nacional pela Alfabetização na idade Certa. Currículo naalfabetização: concepções e princípios. Ano 1, Unidade 1. Brasília:MEC/SEB, 2012.Universidade Federal de Minas Gerais. Faculdade de Educação. Centro deAlfabetização, Leitura e Escrita. Alfabetizando/Centro de Alfabetização, Leitura eEscrita. Belo Horizonte: Secretaria de Estado da Educação de MinasGerais, 2003. (Coleção: Orientações para a Organização do Ciclo Inicial deAlfabetização; Caderno 2).ARAUJO, Liane Castro de; ARAPIRACA, Mary. Quem os desmafagafizar, bomdesmafagafizador será: textos de tradição oral na alfabetização. Salvador:EDUFBA, 2011. Disponível em: http://www.slideshare.net/Licaraujo/textos-da-tradio-oral-na-alfabetizao).
  23. 23. Atividade com as orientadorasExercitar os trava línguas abaixo para aquecer:
  24. 24. Atividade com as orientadorasDireito: Valorizar os textos de tradição oral, reconhecendo-os comomanifestações culturais.Substituir palavras por outras em trava línguas.Exemplo:“Quando digo digo, digo digo não digo Diogo.Quando digo Diogo, digo Diogo, não digo digo”.Substituir as palavras DIGO e DIOGO por palavras contrárias, exemplo,claro/escuro, alto/baixo, bonito/feio, pobre/rico e tentar dizer o travalíngua.(Fazer com toda a turma junto. Nas salas de aula o professor podetrabalhar com essas palavras escritas).
  25. 25. Texto: Currículo no ciclo de alfabetização: princípios gerais (Caderno: Ano 1 – Unidade 1 – Texto 1)Questões:01 – Ao falarem sobre currículo no ciclo de alfabetização osautores referem-se a experiências escolares que se desdobramem torno do conhecimento que podem ocorrer de diferentesmaneiras. Nessa perspectiva, que concepções de currículo sãodiscutidas no texto? Qual está mais presente na sua práticapedagógica? Porque?02 – De acordo com o texto, o que significa elaborar currículosculturalmente orientados? De que forma essa visão contribuicom o processo de aprendizagem no ciclo de alfabetização?03 – A que se referem os autores ao afirmarem que a discussãosobre currículo envolve diferentes aspectos e demandamudanças imprescindíveis. Comente.

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