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Apresentação Cidade sem Mosquito

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Slide para apresentação nas escolas para os pais, professores e alunos. Mobilização contra o Mosquito Aedes.

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Apresentação Cidade sem Mosquito

  1. 1. S/ Em meio ambiente bem cuidado mosquito não se cria Minha cidade sem mosquito
  2. 2. Minha cidade sem mosquito: em meio ambiente bem cuidado mosquito não se cria. A situação epidemiológica do Brasil revela alta incidência de doenças transmitidas pelo mosquito Aedes. Dengue, Chikungunya e Zika são palavras que estão nas conversas, e diariamente na mídia permeadas pelo medo... Na atualidade a única maneira de prevenção e controle dessas doenças é não deixar o mosquito nascer. Sem o mosquito não há transmissão!
  3. 3. Do ovo a mosquito É muito mais fácil atuar enquanto o aedes ainda está se desenvolvendo na água.
  4. 4. O controle do Aedes é uma tarefa complexa que envolve diversos setores da sociedade, não só os serviços de saúde. Sua presença no ambiente está relacionada a questões climáticas, culturais, comportamentais, ações individuais e coletivas, forma de ocupação do território etc. Um trabalho efetivo envolve ações conjuntas entre governo e população.
  5. 5. Em meio ambiente bem cuidado mosquito não se cria Objetivo Objetivo educacional geral: Promover uma mobilização capaz de fortalecer uma participação crítica e cidadã nos processos de construção de conhecimentos, valores, atitudes e ações necessárias ao controle do Aedes.
  6. 6. Meio ambiente saudável: questão complexa que envolve Uso do espaço urbano Cultura dos habitantes Geografia da cidade Saneamento básico Abastecimento de água Recolhimento do lixo Acesso à moradia Dificuldade de armazenar resíduos sólidos coletados como meio de geração de renda. Minha cidade sem mosquito!
  7. 7. Como podemos cuidar do meio ambiente para ter uma vida mais saudável? Minha cidade sem mosquito!
  8. 8. O conhecimento sobre a vida do mosquito, que quer sobreviver, direciona nossas ações para impedir que ele se desenvolva e prolifere.  Uma fêmea pode dar origem a 1.500 mosquitos durante a sua vida.  Os ovos são distribuídos por diversos criadouros – estratégia que garante a dispersão e preservação da espécie. Número de ovos possíveis e criadouros múltiplos garantem um alto poder de disseminação.
  9. 9. A fêmea adulta do Aedes aegypti põe ovos principalmente em recipientes artificiais com água limpa e parada em ambientes domésticos. Crédito: Vieira G.J., Instituto Oswaldo Cruz/Fiocruz. A postura é realizada nas bordas secas dos vasos.
  10. 10. Ciclo de vida- do ovo ao mosquito
  11. 11. Água parada ao relento – as larvas Larvas do Aedes foram encontradas em tambor em terreno de Tatuí (Foto: Reprodução/ TV TEM) http://g1.globo.com/sao-paulo/itapetininga-regiao/noticia/2016/01/agentes-encontram-larvas-do-aedes-em-ate- base-de-arvore-em-tatui.html
  12. 12. Em condições ambientais favoráveis, após a eclosão do ovo, o desenvolvimento do mosquito até a forma adulta pode levar um período de 10 dias. Por isso, a eliminação de criadouros deve ser realizada pelo menos uma vez por semana: assim, o ciclo de vida do mosquito será interrompido. Os maiores índices de infestação pelo A. aegypti são registrados em bairros com alta densidade populacional e baixa cobertura vegetal, onde o mosquito encontra alvos para alimentação mais facilmente. Outro fator importante é a falta de infraestrutura de algumas localidades. Sem fornecimento regular de água, os moradores precisam armazenar o suprimento em grandes recipientes, que na maioria das vezes não recebem os cuidados necessários e, por não serem completamente vedados, acabam tornando-se focos do mosquito. Geniton Vieira - IOC
  13. 13. Os mosquitos gostam de voar perto e dentro das casas.
  14. 14. Os ovos podem ficar vários meses fora da água. A fêmea do Aedes coloca ovos em paredes de recipientes artificiais perto da água
  15. 15. Se esses ovos vierem a ter contato com água eles rompem e originam larvas, que evoluem para pupas e liberam os mosquitos.
  16. 16. Meio ambiente Locais que os mosquitos gostam Água parada em recipiente aberto Lixo na rua Acúmulo de água de chuva
  17. 17. E o que isso tem a ver com meio ambiente? Qual o papel do mosquito na transmissão de Dengue, Chikungunya e Zika ?
  18. 18. Se um mosquito fêmea pica uma pessoa doente e depois uma sadia ,ele pode levar a doença de uma pessoa para a outra. Dengue, Chikungunya e Zika são doenças transmitidas por um mosquito: o Aedes.
  19. 19. Em meio ambiente bem cuidado mosquito não se cria
  20. 20. Sem o mosquito, não existem essas doenças. Essas doenças se transmitem através da picada do mosquito. Sem a larva não existe o mosquito. Dengue, Chikungunya e Zika
  21. 21. Como eliminar os possíveis criadouros e os focos encontrados? Recipiente pequeno Derramar a água com larvas na terra ou no cimento quente, longe de ralos. NUNCA em algum lugar que possa acumular água: pia, ralo Se o recipiente não for necessário é só descartar adequadamente. Se for reutilizado passar esponja e sabão para eliminar possíveis ovos Ligar para 1746 nas situações mais complexas Recipiente fixo Ralos Telar ou vedar é uma solução definitiva. Grandes recipientes Tampar Piscinas devem ser tratadas
  22. 22. Descartar Um modo de prevenir criadouros é descartar objetos no lugar correto
  23. 23. tampinha
  24. 24. Um modo de prevenir criadouros é descartar objetos no lugar correto Ao descartar furar o fundo da lata para não permitir o acúmulo de água, se possível amassar. Lata de tintas descartar tampada em local adequado Lata de óleo não furar. Latas Repetindo ...
  25. 25. Saco plástico O ideal é enviar para reciclagem.
  26. 26. Copo descartável Melhor é amassar antes de descartar adequadamente
  27. 27. Manter os pratos dos jarros de plantas sem água e os pneus protegidos
  28. 28. Manter as garrafas com tampas ou com gargalos virados para baixo ou descartá-las adequadamente.
  29. 29. Verificar o reservatório de água atrás da geladeira
  30. 30. Climatizador http://g1.globo.com/goias/noticia/2015/01/focos-de-dengue-podem-se-formar-em- reservatorios-de-eletrodomesticos.html Verificar os reservatórios de água de climatizadores e outros aparelhos
  31. 31. Manter as calhas limpas, sem acúmulo de água
  32. 32. Manter os pratos dos jarros de plantas sem água e os pneus protegidos Na casa e no quintal
  33. 33. Manter ralos e grelhas desobstruídos e tampados
  34. 34. Depósitos de água necessitam ser tampados. tela
  35. 35. Opções criativas para objetos que podem abrigar larvas
  36. 36. Encontrando um novo lugar, reciclando, num misto de vida e arte. http://www.recriarcomvoce.co m.br http://artesanatoarteluz.blogspot.com.br www.bimbon.com.br http://reciclalata.co m.br https://decoreacao.wordpress. com http://noticias.bol.uol.com. br
  37. 37. guia para busca de criadouros ou possíveis criadouros Minha cidade sem mosquito folheto da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro informações de como cuidar dos objetos para não deixar o mosquito nascer
  38. 38. Em caso de:  piscinas abandonadas  caixas d’água sem tampa  terrenos baldios com criadouros  lixo acumulado nas ruas Participe, colabore, faça a sua parte. Ajude a informar: Ligue para 1746 - Central de atendimento da Prefeitura do Rio de Janeiro
  39. 39. Site http://www.1746.rio.gov.br/ Criada em março de 2011, a Central de Atendimento ao Cidadão 1746 é o principal canal de comunicação da Prefeitura do Rio e os moradores da cidade. Com capacidade para 300 atendimentos simultâneos e 600 mil atendimentos por mês, a Central funciona 24 horas por dia e recebe solicitações via telefone, site e aplicativo para smartphones.
  40. 40. Sandra Araújo. Renata Missagia.  São vistoriados ambientes em torno das residências Providências tomadas a partir do contato com 1746...
  41. 41.  Os agentes de saúde visitam as casas, procuram focos e colocam larvicidas em situações especiais.
  42. 42.  O lixo é coletado pela Comlurb
  43. 43. Não deixar lixo acumulado nas ruas, nos canteiros de obra, nos quintais...  Os mosquitos gostam de pequenas poças que se formam no lixo acumulado.
  44. 44. Unir vizinhos e amigos e os serviços da Prefeitura para acabar com os criadouros de mosquitos.
  45. 45. Referências
  46. 46. BRASIL. Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. DENGUE: instruções para pessoal de combate ao vetor: manual de normas técnicas. 3. ed. rev. Brasília, DF, 2001. Rio de Janeiro (Município). Secretaria Municipal de Saúde. Coordenação de Controle de Vetores. Entomologia Médica: treinamento operacional. Consultec/CCV, 2007. São Paulo. Superintendência de Controle de Endemias (SUCEN). Doenças e vetores. Disponível em, <http://www.sucen.sp.gov.br/doencas/dengue_f_amarela/texto_dengue.htm>. Acesso em, 19 fev. 2006. BRASIL. Ministério da Saúde. Fiocruz. Instituto Oswaldo Cruz. Dengue: vírus e vetor. Disponível em: http://www.ioc.fiocruz.br/dengue/textos/oportunista.html. Acesso em: 25 JAN. 2016

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