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livreto Campanha da Fraternidade 2018

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livreto Campanha da Fraternidade 2018
Comunidades Eclesiais de Base - Diocese de São José dos Campos - SP

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livreto Campanha da Fraternidade 2018

  1. 1. 3 Apresentação............................................................ 04/05 Mensagem das CEBs................................................. 06/07 Sugestões........................................................................08 Encontro nas Casas • 1º Encontro ...............................................................09 • 2º Encontro................................................................14 • 3º Encontro................................................................18 • 4º Encontro................................................................22 • 5º Encontro................................................................27 • 6º Encontro................................................................32 • 7º Encontro................................................................37 Via Sacra..........................................................................42 Músicas...........................................................................59 Índice
  2. 2. 4 Apresentação É com muita alegria que iniciamos, neste ano, os nossos encon- tros de CEBs. Neste primeiro subsídio “Palavra de Deus na Vida do Povo”, especificamente a partir do segundo encontro, seremos ali- mentados pelo Pão da Palavra que nos insere no tempo quaresmal. Todos os anos, na Quaresma, a Igreja nos propõe um caminho de conversão, através da Campanha da Fraternidade: “Fraternidade e superação da violência” é o tema para 2018; e o lema, “Vós sois todos irmãos”, inspirado no evangelho de Mateus 23,8. A Campanha da Fraternidade 2018 acontece no Ano Nacional do Laicato, que tem como tema, “Cristãos Leigos e Leigas, sujeitos na ‘Igreja em saída’, a serviço do Reino”; e como lema, “Sal da Terra e Luz do Mundo” (Mt 5,13-14). Nós cristãos leigos e leigas das CEBs, iluminados e fortificados pela Palavra e pela Eucarístia, somos luz para superar a violência e sal para temperar a fraternidade. Um agir que supera a violência é a nossa postura não violenta diante de atos violentos, o que não significa passividade, mas sim, atitude evangélica como força de libertação. Essa é a mística da não violência ativa e permanente, vivenciada por líderes que lutaram pela libertação dos povos, a exemplo de D. Hélder Câmara, Martin Luther King, Gandhi entre outros. Que nossos encontros nos levem realmente a essa mudança de postura, até porque muitas de nossas palavras, gestos, olhares e postagens estão carregados de alguma forma de violência. Eis al- guns mandamentos da não violência para o nosso exercício diário: preservar-se do ódio; orar pelos inimigos; jamais ferir com palavras ou atos; não dissimular, pois a força da não violência vem da ver-
  3. 3. 5 dade; nunca matar; estar sempre unido e agir com firmeza perma- nente diante da violência que destrói o povo e suas organizações; não colaborar com práticas violentas; purificar-se constantemente; cultivar a serenidade; amar sempre. Maria, Mãe da Paz, nos acompanhe no caminho de conversão quaresmal! Jesus Cristo crucificado-ressuscitado, que transformou todas as coisas, nos ajude no caminho da superação da violência, pois somos todos irmãos. A todos os irmãos e irmãs, todas as famílias e comunidades, uma abençoada Páscoa! Equipe Palavra de Deus na Vida do Povo 03.09.2017 - Delegação do 14º Intereclesial das CEBs
  4. 4. 6 Mensagem das CEBs As Comunidades Eclesiais de Base são comunidades na base da Igreja e da sociedade, seguidoras de Jesus e seu projeto de transformação da socie- dade a partir dos pobres, jovens, mulheres e operários. Nós, reunidos no Tabor, vivemos a experiência da Transfiguração do Se- nhor e pudemos contemplar Moisés e Elias, Pedro, Tiago e João, e Jesus de Nazaré. Vimos, também, as Comunidades Eclesiais de Base do passado e do presente, e queremos indicar as CEBs do futuro a construir. Com a contribuição de Dom Cesar, Padre Mirim, Irmã Manoracy e Ra- nulfo, repensamos a Igreja que queremos ser, a partir da Base, vivendo intensamente a Comunidade. As CEBs são o jeito de ser Igreja, Povo de Deus. Não por vontade própria apenas, nem por necessidade pessoal, mas por convocação de Jesus de Na- zaré. Impulsionados pelo Espírito Santo, estes cristãos e cristãs se tornam força viva dentro da Diocese de São José dos Campos e da Igreja universal, agindo na realidade concreta e transformando a sociedade, através da vida comunitária e social. As CEBs nasceram da partilha, do diálogo e da opção pelos pobres. As- sim, integram todas as ações da Igreja, de forma organizada, dinâmica e persistente. Vivem a centralidade da Palavra de Deus, o ardor evangeliza- dor e missionário, na força do Espírito, em Comunhão com a Igreja Parti- cular e universal. Seguidoras de Jesus de Nazaré, vivem sua metodologia, integrando fé e vida, construindo uma base sólida de vida, participação e organização. Sua missão é anunciar a Boa Nova aos pobres, bebendo da fonte de uma espiritualidade libertadora, partindo da realidade, com pro- fetismo e esperança. Sendo comunidades cuidadoras da vida, comprome- tidas e organizadas, dão seu testemunho militante, elevando sua voz quan- do necessário, sendo próximas dos injustiçados e rompendo o medo pela Justiça. Comunidades desde a Base, da Igreja e da sociedade, reafirmam sua opção pelos pobres, para que os excluídos redescubram seu protagonismo, se tornando força viva na transformação da sociedade. Para isso, é necessário denunciar os sinais de morte desta sociedade capitalista corrompida e injusta, que causa sofrimentos, desigualdade e ex-
  5. 5. 7 clusão, que leva as pessoas a perderem sua esperança e alegria, afastando- -as da vida comunitária, mergulhadas no individualismo e no comodismo. São José dos Campos é um exemplo desta situação: uma das cidades mais ricas do Brasil que convive com a pobreza e a miséria. É preciso ir além da denúncia. As CEBs estão presentes na luta e resistência contra esses sinais de morte. Ser CEBs é proclamar o Reino de Deus, fazendo-o realidade, que é pos- sível só pela ação do Espírito. Essa proclamação acontece no diálogo e na esperança, na partilha e na solidariedade, na alegria e no desafio. Impeli- dos a construir uma sociedade baseada nos primeiros cristãos, sua ação é libertadora: construindo o Reino de Deus, reafirma o Projeto de Jesus de Nazaré, a serviço da Vida, na acolhida a todas as pessoas, na exigência do amor verdadeiro, no encantamento pelo Reino, pelo outro e pela vida, na esperança Pascal, na celebração criativa da liturgia e na formação per- manente, no verdadeiro ecumenismo, na expressão da arte popular, com música, teatro, cartazes e poesia, atuando na sociedade de forma compro- metedora, transformando sua realidade de injustiça, exploração e mani- pulação, resgatando a dignidade dos filhos e filhas de Deus. É o Reino de Justiça, Partilha e Paz. Na humildade, que nos torna servidores, e na ousadia evangélica dos cris- tãos e cristãs que se arriscam, queremos, com esta mensagem, dar os primei- ros novos passos para a renovação da Igreja e da sociedade, a partir de onde estamos para todo o mundo. Regados com o sangue dos Mártires, sigamos em romaria, sendo nossas Comunidades sementeiras do Evangelho. No Domingo Quaresmal da Transfiguração do Senhor, ouvimos o que o Pai tem a nos dizer, vivemos o Filho, que é a Palavra, e nos enchemos do Es- pírito, que nos leva a agir. Que esta mensagem possa ressoar, sendo levada a todas as direções. Que ela se multiplique nas diversas Comunidades de nossa Diocese e que Deus nos conduza, cada vez mais, à perfeição! Amém! Axé! Awere! Monte Tabor, 1º de março de 2015, Domingo da Transfiguração do Senhor. Participantes do 1º Seminário das CEBs – Diocese de São José dos Campos
  6. 6. 8 Sugestões 1. Levar a Bíblia em todos os encontros. 2. Marcar os encontros e agendar no próprio livreto. 3. Convidar todos os vizinhos para os encontros, valorizar a par- ticipação de todos. Envolver as crianças, adolescentes e jovens nas tarefas. Convidar todos agentes de pastoral, vicentinos, catequistas, ministros, etc. 4. Entregar para cada família, a programação dos dias, horários e endereços dos encontros. Usar a criatividade, fazer convites escritos e tirar xerox. 5. É importante que todos estudem o tema do encontro antes de realizá-lo. Preparar bem o ambiente. Preparar os encontros com an- tecedência, prevendo símbolos, cantos, leitores. 6. Ensaiar os cantos antes dos encontros, se necessário. Lembra- mos que cada comunidade tem sua realidade, preparar uma folha de canto de acordo com a realidade do local, o que apresentamos é apenas sugestão. Observação: Os animadores e animadoras são convocados a en- volver os jovens, por exemplo solicitando colaboração deles na mon- tagem da folha de canto, nas encenações, etc. Na Quaresma, organizar, participar da Via Sacra, seja nas casas, nas ruas , nas praças ou nas capelas, conforme a realidade de cada comunidade. Divulgar, convidar as pessoas.
  7. 7. 9 PREPARANDO O AMBIENTE: Bíblia, vela, colcha de retalhos, de acor- do com a criatividade de cada comunidade. Dirigente: Sejam todos bem vindos ao nosso primeiro encontro, Pala- vra de Deus na Vida do Povo de 2018. É muito bom vivermos unidos como irmãos e irmãs e família de Deus que somos. Lembremos de que ao enviar seus apóstolos a pregar, Jesus os instruiu para que fossem de casa em casa e isto caracterizava os cristãos do primeiro século, por- tanto, desde o início. Jesus está conosco, presente em nossa missão. 1. CHEGADA: silêncio, oração pessoal. 2. ABERTURA: cantada ou rezada. ─ Vem, ó Deus da vida, vem nos ajudar! (bis) Vem, não demores mais, vem nos libertar. (bis) ─ Glória ao Pai e ao Filho e ao Santo Espírito. (bis) Gloria à Trindade Santa, glória ao Deus bendito. (bis) ─ Aleluia, irmãs, aleluia, irmãos! (bis) Do povo que trabalha a Deus louvação! (bis) ─ Toda humanidade, o Senhor chamou. (bis) À festa do seu Reino ele convocou! (bis) 3. OLHANDO A REALIDADE: Ano Nacional do Laicato. Dirigente: A Igreja no Brasil instituiu na Solenidade de Cristo Rei, 26 de novembro de 2017, o Ano do Laicato, que se estenderá até o dia 25 de novembro de 2018. O laicato diz respeito a todos nós, cristãos católicos. 1º ENCONTRO 5 a 11 de fevereiro Jesus e os Excluídos
  8. 8. 10 Todos: O Ano Nacional do Laicato, tem como tema, “Cristãos leigos e leigas, sujeitos na Igreja em saída, a serviço do Reino”; e como lema, “Sal da terra e luz do mundo” (Mt 5,13-14). Leitor(a) 1: O Ano do Laicato terá como objetivo geral: “Como Igre- ja, Povo de Deus, celebrar a presença e a organização dos cristãos leigos e leigas no Brasil; aprofundar a sua identidade, vocação, es- piritualidade e missão; e testemunhar Jesus Cristo e seu Reino na sociedade”. Leitor(a) 2: A humanidade necessita da Palavra de Deus e da voz dos profetas, precisa silenciar, ouvir, rezar e colocar em prática o Evange- lho de Jesus Cristo. Leitor(a) 3: Jesus nos envia como o “sal da terra e luz do mundo”, mas também nos ensina que somos “ramos da videira”, sem a qual ninguém dá fruto. Todos: Que juntos escutemos o que diz o Espírito Santo aos nossos corações e que sejamos capazes de assumir a ação transformadora na Igreja e no mundo. A obra é de Deus e de todos nós. 4. HINO: RELIGIÃO LIBERTADORA - cantado ou rezado. https://www.ouvirmusica.com.br/padre-zezinho/291101/ É por causa do meu povo machucado que acredito em religião liber- tadora! É por causa de Jesus ressuscitado que acredito em religião libertadora! 1 - É por causa dos profetas que anunciam. Que batizam, que orga- nizam, denunciam. É por causa de quem sofre a dor do povo. É por causa de quem morre sem matar. 2 - É por causa dos pequenos e oprimidos. Dos seus sonhos, dos seus ais, dos seus gemidos. É por causa do meu povo injustiçado. Das ove- lhas sem rebanho e sem pastor. 3 - É por causa do profeta que se cala. Mas até com seu silêncio grita e fala. É por causa de um Jesus que anunciava. Mas também gritava aos grandes: ai de vós.
  9. 9. 11 4 - É por causa do fez João Batista. Que arriscou mas preparou a tua vinda. É por causa de milhões de testemunhas. Que apostaram suas vidas no amor. 5. SALMO 31(32) - Na Bíblia: cantado ou rezado. 6. ACOLHENDO A PALAVRA DE DEUS. Canto de Aclamação ao Evangelho. Ler pausadamente Marcos 1,40-45. (Breve silêncio para que a Palavra nos toque o coração e a mente). 7. MOMENTO DA PARTILHA. Dirigente: Três verbos mostram o movimento de amor de Jesus ao le- proso: “estendeu a mão, tocou nele e disse...”. Através de seus gestos e palavras manifesta seu amor que salva: “Eu quero, fique purificado”. a - O que mais chamou atenção neste Evangelho? Comentar. b - Cada um, cada uma, trás consigo uma forma de “lepra”, que pre- cisa de cura. Para fazermos o mesmo movimento do leproso a Jesus, de que precisamos? c - Sobre Olhando a Realidade: Como viver melhor nossa vocação - missão de ser “sal e luz” na Igreja e na Sociedade? 8. COMPROMISSO COM A PALAVRA DE DEUS. Dirigente: Hoje continuam existindo pessoas que sofrem diferentes formas de “lepras”, e por isso são marginalizadas e excluídas pela nossa sociedade. Jesus fica irado com esse tipo farisaico de socie- dade que produz exclusão. Que são na verdade os leprosos: eles ou nós? Quem precisa de cura? Nossos gestos e palavras são movidos pelo amor e por isso colaboram no processo de libertação de nossos irmãos, irmãs? Ou não? Compromisso: Cada um de nós se comprometa com a Campanha da Fraternidade 2018, como agente transformador da sociedade e de libertação. 9. A PALAVRA SE FAZ ORAÇÃO (PRECES). Dirigente: Como povo de Deus, seguidores de Jesus de Nazaré, tendo
  10. 10. 12 meditado a Palavra e vendo nossas necessidades, apresentemos a Deus nossa oração, rezando: Todos: Fazei de nós, Senhor, fiéis seguidores de vossos projetos! ● Senhor e Pai, sois o criador e o animador de todo o universo, fazei que tenhamos força para exigir que os lideres e governantes sejam promotores da vida. Rezemos: ● Senhor e Pai, fazei que nos deixemos transformar com a riqueza de vossos ensinamentos, que sejamos curados da lepra do preconceito e sejamos capazes de compreender o AMOR. Rezemos: ● Senhor e Pai, fazei que se sejamos capazes de tornar nossas comu- nidades mais unidas e dinâmicas segundo a vossa vontade. Rezemos: Preces espontâneas... Pai Nosso... Ave Maria... 10. ORAÇÃO: Ó Deus de bondade, escuta o clamor do teu povo. Faze que, no meio dos conflitos e das aflições deste mundo, nos consagremos mais profundamente ao trabalho pela paz e pela jus- tiça. Por Cristo, nosso Senhor. Amém! 11. AVISOS/COMEMORAÇÕES. ● (aniversário, nascimento, acolhida de gente nova...) ● Trazer a Bíblia no próximo encontro. Prepare-se, marcando o texto do Evangelho, o Salmo e lendo-os até o dia em que nos reuniremos ● Marcar o próximo encontro e anotar no início do subsídio. 14.02.1981 - Martírio de Franz de Castro – Pastoral Carcerária. 12. BÊNÇÃO/ORAÇÃO FINAL. Dirigente: Senhor, mais uma vez nos reunimos em teu nome, para ce- lebrarmos tua Palavra, teu Amor. A oração e partilha que fizemos nos ajudam a crescer em sabedoria de vida. Tua presença no meio de nós, nos anima e dá coragem para viver melhor nosso dia a dia, com nossos trabalhos e responsabilidades, com as preocupações e alegrias. Dirigente: O Senhor nos abençoe e nos guarde. Que o Deus da Paz nos faça capazes de cumprir sua vontade, fazendo tudo que é bom, agora e para sempre. Amém!
  11. 11. 13 Todos: Em nome do Pai... Dirigente: Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo! Todos: Para sempre seja louvado! CANTO FINAL. Senhor, nosso Deus, que inspirastes o vosso servo Franz de Castro Holzwarth a uma total dedicação de amor aos encarce- rados, ao ponto de derramar o próprio sangue em favor da cau- sa dos mesmos, nós vos pedimos que, se for de vossa vontade, Franz de Castro seja um dia glorificado pela vossa Igreja e, por sua intercessão, possamos receber a graça de que tanto preci- samos e que vos pedimos com fé… (pedir a graça). Fortalecei- -nos, ó Senhor, na vivência do amor ao próximo e abençoai a todos que se dedicam à Pastoral Carcerária. Por Cristo, nosso Senhor. Amém. Fonte: http://www.diocese-sjc.org.br/ FRANZ DE CASTRO-ORAÇÃO Franz de Castro era advogado e mor- reu em uma rebelião na Cadeia de Jacareí em 1981. Ele e o Dr. Mário Ottoboni foram chamados para par- ticipar das negociações de rendição dos detentos rebelados. Desde 1973 já fazia trabalhos voluntários para a APAC – Associação de Proteção e As- sistência aos Condenados. Na ocasião, Franz trocou de lugar com um refém para acompanhar os detentos na fuga. A fuga foi frustrada por um tiroteio que culminou com a morte dos cinco fugiti- vos e do Dr. Franz
  12. 12. 14 PREPARANDO O AMBIENTE: Bíblia, vela, uma cruz com uma fita ver- melha, colcha de retalhos, um raminho de planta, um copo com água. 1. CHEGADA: silêncio, oração pessoal. 2. ABERTURA: cantada ou rezada. ─ Vem, ó Deus da vida, vem nos ajudar! (bis) Vem, não demores mais, vem nos libertar. (bis) ─ Glória ao Pai e ao Filho e ao Santo Espírito. (bis) Gloria à Trindade Santa, glória ao Deus bendito. (bis) ─ Venham com fervor para a oração. (bis) Já se aproxima a Páscoa da Ressurreição. (bis) ─ Vence as nossas trevas, nossa escuridão. (bis) Transforma nossas pela conversão. (bis) 3. OLHANDO A REALIDADE: Campanha da fraternidade 2018. Dirigente: A Campanha da fraternidade 2018 tem como lema, “Vós sois todos irmãos” (Mt 23,8) e como tema, “Fraternidade e supera- ção da violência”. Todos: Tem como Objetivo Geral: construir a fraternidade, promo- vendo a cultura da paz, da reconciliação e da justiça, à luz da Pala- vra de Deus, como caminho de superação da violência. Leitor(a) 1: Anunciar a Boa Nova da fraternidade e da paz, estimulan- do ações concretas que expressem a conversão e a reconciliação no espírito quaresmal. Leitor(a) 2: analisar as múltiplas formas de violência, considerando suas causas e consequências na sociedade brasileira, especialmente as provocadas pelo tráfico de drogas. 2º ENCONTRO 12 a 18 de fevereiro Fraternidade, Igreja e Sociedade
  13. 13. 15 Leitor(a) 3: Identificar o alcance da violência nas realidades urbana e rural de nosso país, propondo caminhos de superação a partir do diálogo, da misericórdia e da justiça em sintonia com o Ensino Social da Igreja. Leitor(a) 1: Valorizar a família e a escola como espaços de convivên- cia fraterna, de educação para a paz e de testemunho do amor e do perdão; identificar, acompanhar e reivindicar políticas públicas de superação da desigualdade social e da violência. Leitor(a) 2: Estimular as comunidades cristãs, pastorais, associações religiosas e movimentos eclesiais ao compromisso com ações que levem à superação da violência. Leitor(a) 3: Apoiar os centros de direitos humanos, comissões de jus- tiça e paz, conselhos paritários de direitos e organizações da socieda- de civil que trabalham para a superação da violência. 4. HINO: Campanha da Fraternidade 2018 - cantado ou rezado - na capa. https://www.youtube.com/watch?v=D1S1iaELMAQ 5. SALMO 24(25) - Na Bíblia: cantado ou rezado. 6. ACOLHENDO A PALAVRA DE DEUS. Canto de Aclamação ao Evangelho. Ler pausadamente Marcos 1,12-15. (Breve silêncio para que a Palavra nos toque o coração e a mente). 7. MOMENTO DA PARTILHA. Dirigente: “O Espírito levou Jesus para o deserto”. Não o conduz a uma vida cômoda. Leva-o por caminhos de prova, riscos e tenta- ções. Procurar o reino de Deus e a sua justiça, anunciar Deus sem o falsear,trabalhar por um mundo mais humano é sempre arriscado. Foi para Jesus e será para os seus seguidores. a - O que mais chamou atenção hoje, na leitura da Palavra? b - “Tentado por Satanás”. Satanás significa “o adversário”, a força hostil a Deus e a quem trabalha pelo Seu reinado.Na tentação desco-
  14. 14. 16 bre-se o que há em nós de verdade ou de mentira, de luz ou de tre- vas, de fidelidade a Deus ou de cumplicidade com a injustiça. Quais são as tentações no mundo de hoje? c - Associar os objetivos da Campanha da Fraternidade do “Olhando a Realidade”, com a Palavra partilhada. 8. COMPROMISSO COM A PALAVRA DE DEUS. Dirigente: Hoje continuam existindo pessoas que sofrem diferentes formas de “lepras”, e por isso são marginalizadas e excluídas pela nossa sociedade. Jesus fica irado com esse tipo farisaico de socieda- de que produz exclusão. Quem são na verdade os leprosos: eles ou nós? Quem precisa de cura? Nossos gestos e palavras são movidos pelo amor? Colaboram no processo de libertação de nossos irmãos, irmãs? Ou não? Sugestão: Nos mantermos vigilantes e perseverantes no compromis- so da construção de um mundo de justiça e paz. Buscar conhecer a Pastoral Carcerária de nossa Diocese e contribuir com essa missão, em tudo que for possível. 9. A PALAVRA SE FAZ ORAÇÃO (PRECES). Dirigente: Peçamos ao Senhor que o seu Espírito de ternura nos con- duza nesta Quaresma, nos purifique e nos renove em seu amor; por isso, rezemos (ou cantemos): Todos: Recria o teu povo, Senhor. ● Abre os nossos olhos, para enxergarmos tudo o que deve mudar em nossa vida, em nossa casa, em nosso bairro, em nosso país... ● Abre as nossas mãos para criarmos juntos, com a tua graça, um mundo fraterno, onde haja terra e trabalho, casa e pão, justiça e li- berdade para todos... ● Abre o nosso coração, para que sejamos capazes de nos reconciliar contigo e com os irmãos, perdoando em teu nome, aqueles que nos ofenderam ou nos prejudicaram... Preces espontâneas... Pai Nosso... Ave Maria...
  15. 15. 17 10. ORAÇÃO DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2018. Deus e Pai, nós vos louvamos pelo vosso infinito amor e vos agrade- cemos por ter enviado Jesus, o Filho amado, nosso irmão. Ele veio trazer paz e fraternidade à terra e, cheio de ternura e compaixão, sempre viveu relações repletas de perdão e misericórdia. Derrama sobre nós o Espírito Santo, para que, com o coração conver- tido, acolhamos o projeto de Jesus e sejamos construtores de uma sociedade justa e sem violência, para que, no mundo inteiro, cresça o vosso Reino de liberdade, verdade e de paz. Amém! 11. AVISOS/COMEMORAÇÕES. ● (aniversário, nascimento, acolhida de gente nova...) ● Trazer a Bíblia no próximo encontro. Prepare-se, marcando o texto do Evangelho, o Salmo e lendo-os até o dia em que nos reuniremos. ● Marcar o próximo encontro e anotar no início do subsidio. 12. BÊNÇÃO/ORAÇÃO FINAL. Dirigente: No final de nosso encontro, queremos receber a bênção de Deus. A bênção da paz e da confiança em Deus para retornarmos iluminados à nossa vida diária. Vamos receber a benção enquanto cantamos. (Neste momento usar a água e o raminho para aspergir as pessoas presentes). Canto: Esta família será abençoada. Pois o Senhor vai derramar o seu amor! Derrama ó Senhor! Derrama ó Senhor! Derrama sobre nós o teu amor! Dirigente: Em nome do Pai... Dirigente: Vamos em paz e que o Senhor nos acompanhe! Todos: Graças a Deus. Abraço da Paz. CANTO FINAL.
  16. 16. 18 PREPARANDO O AMBIENTE: Bíblia, vela, colcha de retalhos, de acordo com a criatividade de cada comunidade. 1. CHEGADA: silêncio, oração pessoal. 2. ABERTURA: cantado ou rezado. ─ Vem, ó Deus da vida, vem nos ajudar! (bis) Vem, não demores mais, vem nos libertar. (bis) ─ Glória ao Pai e ao Filho e ao Santo Espírito. (bis) Gloria à Trindade Santa, glória ao Deus bendito. (bis) ─ Em nome de Cristo, eu insisto, irmãos. (bis) Que vocês não recebam sua graça em vão! (bis) ─ Ao Senhor voltemos, bem de coração. (bis) Que ele nos converta pelo seu perdão! (bis) 3. OLHANDO A REALIDADE. Dirigente: A Quaresma nos provoca e convoca à conversão, mudança de vida: cultivar o caminho do seguimento de Jesus Cristo. Mais uma vez, a Igreja do Brasil nos convoca à Campanha da Fraternidade. Leitor(a) 1: Ela nos aponta a proposta do Reino de Deus e nos cha- ma à conversão. Somos convocados a recuperar a fraternidade en- tre nós, em nossas famílias, em nosso bairro e em nossa cidade. Somos convidados a buscar caminhos e meios para superação de toda forma de violência. Leitor(a) 2: Em uma sociedade onde irmão explora irmão e onde 3º ENCONTRO 19 a 25 de fevereiro Escutai-o!
  17. 17. 19 se espalha a injustiça, cresce a opressão, o ódio e a violência. Tudo isso é contrário ao projeto de Deus que é a fraternidade. Leitor(a) 3: Jesus quer que seus seguidores aprendam Dele um jei- to novo de viver. Ele não veio trazer uma teoria ou um ensinamento novo. Jesus veio trazer um novo jeito de viver. Ele veio nos mostrar que somos todos irmãos. Todos: Somos seguidores de Jesus. Mulheres e homens que renas- ceram em Cristo. Dele, recebemos a boa notícia de que somos filhos e filhas de Deus. Somos todos irmãos (Mt 23, 8). Somos uma Igreja que anuncia o Reino de Deus, o Reino da paz e da fraternidade. 4. HINO: Campanha da Fraternidade 2018 - cantado ou rezado - na capa. 5. SALMO 115(116) - Na Bíblia: cantado ou rezado. 6. ACOLHENDO A PALAVRA DE DEUS. Canto de Aclamação ao Evangelho. Ler pausadamente Marcos 9,2-10. (Breve silêncio para que a Palavra nos toque o coração e a mente). 7. MOMENTO DA PARTILHA. Dirigente: Do deserto nós subimos ao monte. Toda a nossa vida nós passamos de um lugar a outro, sem nos instalarmos nem no deser- to nem no monte. Pois a vida nos coloca sempre em movimento, e o deserto e o monte exprimem, por sua vez, nossos limites, nossas pobrezas e nossas fragilidades; mas, ao mesmo tempo, exprimem também a nossa sede de esperança, nossa necessidade de amor e o nosso desejo de eternidade. Passar pelo deserto nos faz apreciar mais o monte e o monte nos lembra de que devemos voltar ao deser- to, pois é lá que nós podemos trabalhar na transformação do mundo.
  18. 18. 20 a - O que mais nos chamou atenção nesta Palavra? Comentar. b - O que significa descer da montanha? c - O que é violência para nós? Quais tipos e formas de violência existem em nossa sociedade? Conversar. 8. COMPROMISSO COM A PALAVRA DE DEUS. Dirigente: Que o Senhor nos ajude a colocar em pratica tudo o que dissemos e pensamos. Que a Quaresma seja para nós um tempo de crescimento e amizade entre nós, para que juntos iniciemos uma cultura de paz em nossa comunidade. Sugestão: Fazer uma visita levando uma mensagem de paz e espe- rança. 9. A PALAVRA SE FAZ ORAÇÃO (PRECES). Dirigente: Senhor, para que sejamos renovados no teu amor de Pai, ouve a nossa oração. A cada prece, rezemos: Todos: Fazei, Senhor, o nosso coração semelhante ao vosso! ● Senhor, ajudai-nos a ter um coração aberto ao amor e à fraterni- dade, e renovai em nós a vossa justiça, rezemos: ● Senhor, que nos criastes à sua imagem e semelhança, coloca em nós o amor de irmãos e, principalmente, leve aos necessitados a esperança, rezemos: ● Senhor, que através da vossa Palavra ouçamos os apelos do povo que sofre a desigualdade e a violência diária, que como cristãos levemos a certeza de uma realidade mais fraterna, rezemos: Preces espontâneas... Pai Nosso... Ave Maria... 10. ORAÇÃO DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2018 Deus e Pai, nós vos louvamos pelo vosso infinito amor e vos agrade- cemos por ter enviado Jesus, o Filho amado, nosso irmão. Ele veio trazer paz e fraternidade à terra e, cheio de ternura e compaixão, sempre viveu relações repletas de perdão e misericórdia. Derrama sobre nós o Espírito Santo, para que, com o coração conver-
  19. 19. 21 tido, acolhamos o projeto de Jesus e sejamos construtores de uma sociedade justa e sem violência, para que, no mundo inteiro, cresça o vosso Reino de liberdade, verdade e de paz. Amém! 11. AVISOS/COMEMORAÇÕES. ● (aniversário, nascimento, acolhida de gente nova...) ● Trazer a Bíblia no próximo encontro. Prepare-se, marcando o texto do Evangelho, o Salmo e lendo-os até o dia em que nos reuniremos. ● Marcar o próximo encontro e anotar no início do subsidio. ● Outros... 12. BÊNÇÃO/ORAÇÃO FINAL. Dirigente: O Senhor Jesus, que morreu por todos, nos mantenha unidos e reúna numa só família todos os que estão dispersos pelo mundo afora, agora e sempre. Amém! Dirigente: Em nome do Pai... Dirigente: Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo. Todos: Para sempre seja louvado! CANTO FINAL. SUGESTÃO: MOMENTO NOVO. 1 - Deus chama a gente pra um momento novo. De caminhar junto com seu povo. É hora de transformar o que não dá mais. Sozinho, isolado, ninguém é capaz. Por isso vem, entra na roda. Com a gente, também. Você é muito importante. 2 - Não é possível crer que tudo é fácil. Há muita força que produz a morte Gerando dor, tristeza e desolação. É necessário unir o cordão. 3 - A força que hoje faz brotar a vida. Atua em nós pela sua graça. É Deus quem nos convida pra trabalhar. O amor repartir e as forças juntar.
  20. 20. 22 PREPARANDO O AMBIENTE: Bíblia, vela, colcha de retalhos, de acor- do com a criatividade de cada comunidade. 1. CHEGADA: silêncio, oração pessoal. 2. ABERTURA: cantada ou rezada. ─ Vem, ó Deus da vida, vem nos ajudar! (bis) Vem, não demores mais, vem nos libertar. (bis) ─ Venham adoremos a nosso Senhor. (bis) É tempo de quaresma que ele consagrou. (bis) ─ Não fechemos hoje nosso coração. (bis) Sua voz escutemos com toda a atenção! (bis) ─ Glória ao Pai e ao Filho e ao Santo Espírito. (bis) Gloria à Trindade Santa, glória ao Deus bendito. (bis) ─ Venham com fervor para a oração. (bis) Já se aproxima a Páscoa da Ressurreição! (bis) 3. OLHANDO A REALIDADE. Dirigente: A Campanha da Fraternidade nos coloca em comunhão com tantos irmãos, que sofrem a violência de terem o direito pri- mordial à vida destruído, e passam em suas vidas o drama de serem discriminados a ponto de perder a dignidade de filhos de Deus. Leitor(a) 1: Em geral, nós brasileiros, somos vistos como pessoas de boa convivência, como “gente de paz”. No entanto, muitos cristãos são violentos no trânsito, apelam para a violência verbal, para as agressões e maus tratos e até para a violência armada. 4º ENCONTRO 26 de fevereiro a 4 de março Comprometimento é chave para adesão!
  21. 21. 23 Leitor(a) 2: Prova disso é o crescimento dos atos de violência quer no espaço privado de casas e empresas, quer nos espaços públicos. A Organização das Nações Unidas (ONU), na última estimativa rea- lizada (2014), colocou o Brasil em 16° lugar no ranking mundial da violência. Leitor(a) 3: Em um país de maioria cristã, de gente que tem fé e co- nhece a Palavra de Deus, faz-se necessária uma grande conversão. Precisamos agir conforme nossa fé, colocando em prática os ensina- mentos de Jesus. Eis um dos anseios desta CF 2018. Leitor(a) 1: Com a crescente desconfiança na justiça e nas polícias, parte dos cidadãos reage violentamente em relação aos dilemas so- ciais recusando políticas públicas identificadas com a proteção dos direitos humanos. Em contrapartida, essa parcela da população re- clama por mais e maior punição. Leitor(a) 2: O narcotráfico é um dos setores mais lucrativos da eco- nomia mundial. A guerra às drogas criminaliza o pequeno varejista e o usuário e favorece os grandes empresários de drogas e o sistema financeiro internacional. A cada ano, milhares de pessoas morrem em decorrência do uso de drogas lícitas e ilícitas no Brasil. Leitor(a) 3: A corrupção é a expressão de que o dinheiro está em pri- meiro lugar e a dignidade das pessoas e o bem público em segundo. A corrupção trai a justiça e a ética social, compromete o funciona- mento do Estado, confunde o público e o privado. Ela leva ao descré- dito das instituições públicas, à não participação do povo na política. A corrupção, o desvio dos recursos públicos, enfraquece as políticas sociais, marginaliza os pobres. Todos: Que seja a Quaresma para nós um tempo de crescimento de amizade entre nós para que juntos iniciemos uma cultura de paz em nossa comunidade.
  22. 22. 24 4. HINO: Campanha da Fraternidade 2018 - cantado ou rezado – na capa. 5. SALMO 18(19) - Na Bíblia: cantado ou rezado. 6. ACOLHENDO A PALAVRA DE DEUS. Canto de Aclamação ao Evangelho. Ler pausadamente João 2,13-25. (Breve silêncio para que a Palavra nos toque o coração e a mente). 7. MOMENTO DA PARTILHA. Dirigente: Para quem vê Jesus como o novo templo onde habita Deus, tudo é diferente. Para encontrar-se com Deus, não basta en- trar numa igreja. É necessário aproximar-se de Jesus, entrar no seu projeto, seguir os seus passos, viver com o seu espírito. a - O que mais nos chamou atenção no Evangelho? Comentar. b - Os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em ver- dade. Comentar. c - Conversar sobre o item 3 (Olhando a Realidade). Como se sente o nosso povo em relação à violência? 8. COMPROMISSO COM A PALAVRA DE DEUS. Dirigente: Que o Senhor nos ajude a orientar as crianças, os jovens, os adolescentes e também nossas famílias na busca de uma sincera felicidade, onde os valores de uma cultura ética e fraterna possam prevalecer, preservando a pessoa humana em primeiro lugar em to- das as fases da vida. Sugestão: Fazer contatos e agendar visitas nas escolas do bairro e se informar do que está sendo feito para promoção da paz, para que não haja violência no ambiente escolar. Partilhar no próximo encontro.
  23. 23. 25 9. A PALAVRA SE FAZ ORAÇÃO (PRECES). Dirigente: O pecado do homem coloca a paz em perigo, espalha se- mentes de ódio no coração humano. É preciso pedir a Deus o Espírito Santo para que venha a Graça do perdão e seja semeado fraternida- de entre nós. Rezemos: Todos: Senhor, tenha compaixão de nós! ● Senhor, pedimos que a nossa vida seja um exemplo de acolhida e misericórdia em situações de conflitos e, mostrando a força que brota do teu amor, possa transmitir a paz que vem do teu sagrado coração, rezemos: ● Senhor, que a discriminação, a desigualdade, a injustiça, a omissão e toda forma de opressão e tortura sejam transformadas pela for- ça da fé para a conversão humana, através da escuta da Palavra de Deus, rezemos: ● Senhor, por aqueles que fazem as políticas públicas, por aqueles que agem em nome da justiça, que com impulsos de sabedoria do alto possam preservar a integridade dos direitos humanos, rezemos: Preces espontâneas... Pai Nosso... Ave Maria... 10. ORAÇÃO DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2018. Deus e Pai, nós vos louvamos pelo vosso infinito amor e vos agrade- cemos por ter enviado Jesus, o Filho amado, nosso irmão. Ele veio trazer paz e fraternidade à terra e, cheio de ternura e compaixão, sempre viveu relações repletas de perdão e misericórdia. Derrama sobre nós o Espírito Santo, para que, com o coração conver- tido, acolhamos o projeto de Jesus e sejamos construtores de uma sociedade justa e sem violência, para que, no mundo inteiro, cresça o vosso Reino de liberdade, verdade e de paz. Amém!
  24. 24. 26 11. AVISOS/COMEMORAÇÕES. ● (aniversário, nascimento, acolhida de gente nova...) ● Trazer a Bíblia no próximo encontro. Prepare-se, marcando o texto do Evangelho, o Salmo e lendo-os até o dia em que nos reuniremos. ● Marcar o próximo encontro e anotar no início do subsidio. ● Outros... 12. BÊNÇÃO/ORAÇÃO FINAL. Dirigente: Que todos os irmãos que adormeceram no Senhor des- cansem em paz. Amém! Dirigente: Que o Deus da paz nos faça capazes de cumprir sua vonta- de, fazendo tudo que é bom, agora e para sempre. Amém! Dirigente: Em nome do Pai... Dirigente: Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo. Todos: Para sempre seja louvado! CANTO FINAL. 84. No caso da violência contra as mulheres, repete-se a mesma tendência nacional: as negras em maior número estão entre as vítimas de violência. Além disso, enquanto as taxas de homicídio de mulheres brancas tendem a cair, as mesmas taxas que avaliam assassinatos de negras crescem. Comparando-se os números de uma década, entre os anos 2003 e 2013, percebe-se uma redução de 9,8% de homicídios de mulheres brancas. No mesmo período, aumentaram em 54,2% os assassínios de mulheres negras. Texto Base CF 2108 08 de março – Dia Internacional da Mulher
  25. 25. 27 PREPARANDO O AMBIENTE: Bíblia, vela, colcha de retalhos, de acor- do com a criatividade de cada comunidade. 1. CHEGADA: silêncio, oração pessoal. 2. ABERTURA: cantada ou rezada. ─ Vem, ó Deus da vida, vem nos ajudar! (bis) Vem, não demores mais, vem nos libertar. (bis) ─ Glória ao Pai e ao Filho e ao Santo Espírito. (bis) Gloria à Trindade Santa, glória ao Deus bendito. (bis) ─ Venham com fervor para a oração. (bis) Já se aproxima a Páscoa da Ressurreição. (bis) ─ Vence as nossas trevas, nossa escuridão. (bis) Transforma nossas pela conversão. (bis) 3. OLHANDO A REALIDADE. Dirigente: A violência nas realidades urbana e rural de nosso país cresce e se manifesta de modo ainda não percebido por muitos, isto é, parece normal a violência racial, de gênero, de religião, a violên- cia das drogas e do tráfico de armas, a violência policial, a violência da falta de informação e a violência do aparato judicial. Ao mesmo tempo em que se fala em uma vida pacífica de um povo, promove-se a violência com atitudes abertas ou também escondidas. Como é o caso da desigualdade dos diretos básicos da pessoa. Leitor(a) 1: A violência transparece no dia a dia e está presente tam- bém nas instituições sociais. O próprio Estado brasileiro age de modo 5º ENCONTRO 6 a 11 de março Vida para todos!
  26. 26. 28 a repetir situações geradoras de desigualdade e violência, quando provoca a seletividade, o atraso cultural e do desenvolvimento. Leitor(a) 2: A violência que o Estado promove estabelece a desigual- dade social, levando à miséria econômica, moral, cultural e, princi- palmente, leva à destruição da auto estima. A pobreza é entendida como culpa do pobre, e não como uma estrutura desigual de apro- priação dos bens e das riquezas. Leitor(a) 3: Há o descuido do Estado em relação às políticas sociais, onde se coloca o ser humano como um animal à espera da ração diária; isto é violência, negar ao pai e à mãe que proporcionem o sustento digno à sua família. Os padrões atuais de acumulação de capital e a sociedade de consumo negam o direito a uma existência digna àqueles que não conseguem corresponder aos ideais de uma sociedade capitalista. Leitor(a) 1: Contemplamos também a violência no campo por causa da ausência de Reforma Agrária e da destruição de políticas públicas voltadas especificamente para os agricultores familiares. O cresci- mento da violência no campo com aumento absurdo de mortes e a total impunidade ameaça os direitos trabalhistas do trabalhador rural e restringe os direitos previdenciários e da aposentadoria rural. Leitor(a) 2: Os povos indígenas, assim como os quilombolas e demais povos, sofrem violência, pela falta de reconhecimento da demarca- ção justa de suas terras e sendo invadidos pelo avanço do agronegó- cio com expulsões violentas de suas terras. Leitor(a) 3: O nosso país sofre com os contrastes econômicos entre as Regiões. Criam-se idéias que uma região é avançada e moderna ao passo que em outras só há atraso e subdesenvolvimento. Levando a migração de jovens a áreas ditas desenvolvidas.
  27. 27. 29 Todos: Com a desigualdade regional causada por políticas incor- retas e o avanço de uma sociedade consumista, que sem sentido busca uma falsa felicidade, nossa juventude e nossas crianças são submetidas aos desmandos do tráfico de drogas e da violência se- xual disfarçada de modernidade. 4. HINO: Campanha da Fraternidade 2018 - cantado ou rezado – na capa. 5. SALMO 136(137) - Na Bíblia: cantado ou rezado. 6. ACOLHENDO A PALAVRA DE DEUS. Canto de Aclamação ao Evangelho. Ler pausadamente João 3,14-21. (Breve silêncio para que a Palavra nos toque o coração e a mente). 7. MOMENTO DA PARTILHA. Dirigente: Tudo o que nós fazemos de bom e de verdadeiro é Deus que faz em nós, pois nós temos escolhido a luz, e a luz nos faz reco- nhecer a ação de Deus em nós (Jo 3,21). As nossas boas obras são, então, atos de fé, pois elas surgem do nosso engajamento em crer no Cristo da Páscoa e em esperar a Ressurreição. a - O que chamou atenção no Evangelho? Leia e comente. b - Por que a recusa de olharmos para a Cruz? c - Conversar sobre o item 3 (Olhando a Realidade). 8. COMPROMISSO COM A PALAVRA DE DEUS. Dirigente: Se Deus ama apaixonadamente o mundo, nós devemos viver na confiança e na esperança: confiança em Deus e esperança na Vida. Faz parte de nossa missão tornar o mundo mais justo e igualitário. Sugestão: Participar do Dia das Mulheres. Divulgar amplamente a Lei Maria da Penha. Se não conhece, buscar conhecer.
  28. 28. 30 9. A PALAVRA SE FAZ ORAÇÃO (PRECES). Dirigente: O coração humano é fraco e pecador, tem necessidade de ouvir e falar com Deus para criar oportunidades de fraternidade no mundo, por isso juntos, rezemos: Todos: Fazei-nos, Senhor, bem aventurados! ● Senhor, que diante de tantas desgraças que torturam a maior parte da humanidade com a miséria, possamos espalhar a justiça por toda a parte e ao mesmo tempo o amor de Cristo entre os pobres, rezemos: ● Senhor, que todos nós respeitemos os direitos das pessoas à exis- tência, direito à integridade física e sanitária, à educação e, princi- palmente, à alimentação, saúde e moradia, desde a concepção até o último momento da vida, rezemos: ● Senhor, que os homens promovam a convivência e o bem mútuo, baseado na verdade, na caridade, na justiça, na liberdade de filhos de Deus, levando as pessoas a conhecer e a amar o Reino de Deus como fundamento de vida, rezemos: ● Senhor, que todas as mulheres, crianças, jovens, adultas, idosas se- jam respeitadas e amadas como filhas de Deus que são, e que acabe a injustiça e o preconceito com as mulheres, rezemos: Preces espontâneas... Pai Nosso... Ave Maria... 10. ORAÇÃO DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2018. Deus e Pai, nós vos louvamos pelo vosso infinito amor e vos agrade- cemos por ter enviado Jesus, o Filho amado, nosso irmão. Ele veio trazer paz e fraternidade à terra e, cheio de ternura e compaixão, sempre viveu relações repletas de perdão e misericórdia. Derrama sobre nós o Espírito Santo, para que, com o coração conver- tido, acolhamos o projeto de Jesus e sejamos construtores de uma sociedade justa e sem violência, para que, no mundo inteiro, cresça o vosso Reino de liberdade, verdade e de paz. Amém!
  29. 29. 31 11. AVISOS/COMEMORAÇÕES. ● (aniversário, nascimento, acolhida de gente nova...) ● Trazer a Bíblia no próximo encontro. Prepare-se, marcando o texto do Evangelho, o Salmo e lendo-os até o dia em que nos reuniremos ● Marcar o próximo encontro e anotar no início do subsidio. 08.03 – Dia Internacional da Mulher. 12. BÊNÇÃO/ORAÇÃO FINAL. Dirigente: Ó Deus, proteção dos pequenos e dos pobres, nos dê a graça de caminhar com o Cristo na sua entrega de amor por toda a humanidade, agora e sempre. Amém! Dirigente: Em nome do Pai... Dirigente: Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo. Todos: Para sempre seja louvado! CANTO FINAL. 104. Tem se intensificado no campo também a disputa pela água. Em relação ao ano anterior, houve, em 2016, um aumento de 27% no número de conflitos registrados. Tais conflitos estão associados ao uso privatista dos recursos hídricos praticado pelos grandes ne- gócios, em detrimento de comunidades inteiras que têm seu direito à água negado. Além disso, há também a luta dos atingidos por bar- ragens e por outros grandes empreendimentos, em razão dos quais se veem expropriados de seus territórios. Texto Base CF 2108 22 de março – Dia Mundial da Água
  30. 30. 32 PREPARANDO O AMBIENTE: Bíblia, vela, colcha de retalhos, de acor- do com a criatividade de cada comunidade. 1. CHEGADA: silêncio, oração pessoal. 2. ABERTURA: cantada ou rezada. ─ Vem, ó Deus da vida, vem nos ajudar! (bis) Vem, não demores mais, vem nos libertar. (bis) ─ Glória ao Pai e ao Filho e ao Santo Espírito. (bis) Gloria à Trindade Santa, glória ao Deus bendito. (bis) ─ Em nome de Cristo, eu insisto, irmãos. (bis) Que vocês não recebam sua graça em vão! (bis) ─ Ao Senhor voltemos, bem de coração. (bis) Que ele nos converta pelo seu perdão! (bis) 3. OLHANDO A REALIDADE. Dirigente: A ação da Paz nunca é separada do anúncio do Evangelho, a boa nova da paz (At 10,36) que foi dirigida para todas as pessoas. No centro do Evangelho da paz, está o mistério da Cruz. Todos: A responsabilidade pelo enfrentamento das causas e das consequências da violência é de todos: dos indivíduos, da socieda- de, do ministério público e, fundamentalmente, do poder público, representado pelos três poderes do Estado. Leitor(a) 1: As pessoas tem medo de serem roubadas, assaltadas, do tráfico de drogas, da polícia. Homicídios, sequestros, tráfico humano, 6º ENCONTRO 12 a 18 de março Seguir Jesus!
  31. 31. 33 estupros, e diversas formas de violência constituem a principal e a mais imediata preocupação dos cidadãos. Temos a violência expres- sa sob a forma de preconceito ou ódio de classe, de raça, de gênero, de política e até mesmo de intolerância religiosa. Leitor(a) 2: Uma grande proporção de assassinatos cometidos por impulsos ou por motivos fúteis: ciúmes, desavenças entre vizinhos, violência doméstica, desentendimentos no transito e outras formas de conflitos, nesse contexto, a reação violenta torna-se naturalizada, como se a forma passional fosse a maneira única e normal de reagir a uma situação conflitiva. Leitor(a) 3: Na forma como se constroem as relações sociais no Bra- sil, entende-se comumente que a desigualdade é algo natural. Sob este ponto de vista, tende-se a tratar alguns sujeitos sociais como se fossem naturalmente inferiores: mulheres, jovens, idosos, trabalha- dores, negros, índios, pessoas com diferentes orientações sexuais, imigrantes, migrantes. Não parece casual que essas identidades se- jam alvos frequentes de atos violentos. Leitor (a) 1: O sistema econômico pautado na promoção da desigual- dade produz violência, na medida em que favorece o bem-estar de uma pequena parcela enquanto nega oportunidades de desenvolvi- mento a milhões de pessoas. Não parece razoável esperar que haja tranquilidade enquanto, sistematicamente, pessoas são marginaliza- das. A injustiça social traz consigo a morte. Todos: A paz está na primeira relação entre cada ser vivente e Deus, a paz e a violência não podem morar na mesma casa, pode-se dizer a “casa comum” onde todos nós moramos. A paz é a meta da con- vivência social, é um mundo novo de paz, que abraça toda a natu- reza, é prometido por Jesus onde Ele é definido como o Príncipe da Paz. Assim sendo, a paz ganha um novo sentido e se torna eterna. A verdadeira paz se identifica com as bem-aventuranças ditas por
  32. 32. 34 Cristo no alto da Montanha. Palavras de um tom amoroso que atin- ge a todos: a harmonia da natureza, a dignidade do ser humano. 4. HINO: Campanha da Fraternidade 2018 - cantado ou rezado – na capa. 5. SALMO 50(51) - Na Bíblia: cantado ou rezado. 6. ACOLHENDO A PALAVRA DE DEUS. Canto de Aclamação ao Evangelho. Ler pausadamente João 12,20-33. (Breve silêncio para que a Palavra nos toque o coração e a mente). 7. MOMENTO DA PARTILHA. Dirigente: Que felicidade interior ao amar verdadeiramente! Sem dúvida, é uma cumplicidade secreta com Deus, pois quando eu me entrego com amor é quando eu mais me assemelho a Ele! Com o evangelho de hoje, estamos longe dos julgamentos, dos rechaços, das condenações e das exclusões. Isso não nos conduz a nenhum lu- gar, mas sim para bem longe do Deus de Jesus Cristo: “Quando eu for levantado da terra, atrairei todos a mim” (Jo 12,32). A cruz se faz luz: ela é caminho de vida. Ela é um ponto de referência na noite. Segui-la não é para nos contentar no sofrimento e na morte; diferentemente, é para encontrarmos o Cristo vivo. a - O que mais chamou atenção neste Evangelho? b - Qual é o estilo de vida de Jesus? c - Conversar sobre o item 3 (Olhando a Realidade). Quais nossos medos? 8. COMPROMISSO COM A PALAVRA DE DEUS. Dirigente: Quem se arrisca a viver uma atitude aberta e generosa difunde a vida, irradia alegria, ajuda a viver. Não há uma forma mais apaixonante de viver que fazer a vida dos outros mais humana e leve.
  33. 33. 35 Sugestão: Conversar com a coordenação paroquial, sobre um gesto concreto transformador referente a Campanha da Fraternidade 2018. 9. A PALAVRA SE FAZ ORAÇÃO (PRECES). Dirigente: O nosso coração é pecador, precisa ser ajudado na constru- ção de um mundo mais santo, justo e verdadeiro. Peçamos com a nos- sa oração, que o Espírito de Deus venha em nosso auxílio. Rezemos: Todos: Senhor, dai-nos a paz que vem da justiça! ● Senhor, que esta campanha da Fraternidade nos faça mais zelosos na busca da paz e da pratica da justiça, rezemos: ● Senhor, ajudai-nos a vencer a corrupção que reforça e alimenta a injustiça e a violência, rezemos: ● Senhor, fazei que nossas famílias e comunidades sejam acolhedo- ras, que eduquem para a paz e a fraternidade, rezemos: Preces espontâneas... Pai Nosso... Ave Maria... 10. ORAÇÃO DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2018. Deus e Pai, nós vos louvamos pelo vosso infinito amor e vos agrade- cemos por ter enviado Jesus, o Filho amado, nosso irmão. Ele veio trazer paz e fraternidade à terra e, cheio de ternura e compaixão, sempre viveu relações repletas de perdão e misericórdia. Derrama sobre nós o Espírito Santo, para que, com o coração conver- tido, acolhamos o projeto de Jesus e sejamos construtores de uma sociedade justa e sem violência, para que, no mundo inteiro, cresça o vosso Reino de liberdade, verdade e de paz. Amém! 11. AVISOS/COMEMORAÇÕES. ● (aniversário, nascimento, acolhida de gente nova...) ● Trazer a Bíblia no próximo encontro. Prepare-se, marcando o texto do Evangelho, o Salmo e lendo-os até o dia em que nos reuniremos. ● Marcar o próximo encontro e anotar no início do subsídio.
  34. 34. 36 19.03 – José, esposo de Maria. 22.03 – Dia Mundial da Água. 24.03 – Martírio de Dom Oscar Romero - bispo, profeta e mártir. 25.03 – Anunciação do Senhor. 12. BÊNÇÃO/ORAÇÃO FINAL. Dirigente: Que o Deus da esperança nos firme no seguimento do Cristo, nosso Senhor, agora e para sempre. Amém! Dirigente: Em nome do Pai... Dirigente: Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo. Todos: Para sempre seja louvado! CANTO FINAL. Encontro Diocesano das CEBs - Comunidade Santo Expedito - Paróquia São Bento
  35. 35. 37 PREPARANDO O AMBIENTE: Bíblia, vela, colcha de retalhos, um copo com água e um ramo. 1. CHEGADA: silêncio, oração pessoal. 2. ABERTURA: cantada ou rezada. ─ Vem, ó Deus da vida, vem nos ajudar! (bis) Vem, não demores mais, vem nos libertar. (bis) ─ Venham adoremos a nosso Senhor. (bis) É tempo de quaresma que ele consagrou. (bis) ─ Não fechemos hoje nosso coração. (bis) Sua voz escutemos com toda a atenção! (bis) ─ Glória ao Pai e ao Filho e ao Santo Espírito. (bis) Gloria à Trindade Santa, glória ao Deus bendito. (bis) ─ Venham com fervor para a oração. (bis) Já se aproxima a Páscoa da Ressurreição! (bis) 3. OLHANDO A REALIDADE. Dirigente: Jesus de Nazaré, nosso referencial de Justiça, ao defender a vida e fundamentar seu caminhar na história da humanidade, disse: “Eu disse para que todos tenham vida e a tenham em abundância”(Jo 10,10). Todos: A compreensão do que está acontecendo no mundo é o pri- meiro passo para luta e a defesa de direito. Foi com essa compreen- são que a Igreja percebeu a necessidade de alguns passos a serem dados, para assim, superar a violência e diminuir o sofrimento pro- vocado pela ausência do Estado. 7º ENCONTRO 19 a 25 de março Eu vim para servir!
  36. 36. 38 Leitor(a) 1: A superação da violência pede comprometimento e ações que envolvam a sociedade civil, os membros da Igreja e os po- deres constituídos, a fim de que não somente os direitos humanos, mas também a promoção da cultura da paz sejam asseguradas pela formulação de políticas públicas. Leitor(a) 2: A superação da violência nasce da relação com o outro. A cultura da paz acontece em todas as realidades da vida e na relação com todos os seres. O primeiro lugar onde o ser humano aprende a se relacionar é na família. Os comportamentos e estímulos de supe- ração da violência exercitados na família balizam as atitudes a serem desenvolvidas na comunidade e na sociedade. Leitor(a) 3: A oração e a espiritualidade também são condições para superação da violência. Sua prática pode transformar comportamen- tos em atitudes, ou seja, elas são parte do processo de conversão. A conversão, compreendida nas mudanças de atitudes e comporta- mentos, é a principal proposta que o período quaresmal nos oferece. Atentos a ela, somos encorajados a agir na formulação de políticas públicas que facilitem a mudança do comportamento pessoal e so- cial das pessoas e da sociedade. Todos: Somos sempre convidados e provocados a viver como ir- mãos, como irmãs. A vida familiar, a vida comunitária, a vida so- cial, pedem uma renovação e transformação contínua. A beleza do anúncio dos anjos no nascimento de Jesus, mostra que nascemos para a paz. “E na terra, paz aos que são do seu agrado!” (Lc 2,14). São agradáveis a Deus os que participam da paz que veio do alto. 4. HINO: Campanha da Fraternidade 2018 - cantado ou rezado – na capa. 5. SALMO 21(22) - Na Bíblia: cantado ou rezado.
  37. 37. 39 6. ACOLHENDO A PALAVRA DE DEUS. Canto de Aclamação ao Evangelho. Ler pausadamente Marcos 14,1-15, 47. (Breve silêncio para que a Palavra nos toque o coração e a mente). 7. MOMENTO DA PARTILHA. Dirigente: Nesse rosto desfigurado do Crucificado revela-se a nós um Deus surpreendente, que quebra nossas imagens convencionais de Deus e põe em questão toda prática religiosa que tente dar culto a Deus, esquecendo o drama de um mundo no qual se segue crucifi- cando aos mais frágeis e indefesos. a - O que chamou atenção no Evangelho? Leia e comente. b - Não podemos separar Deus do sofrimento dos inocentes. Não podemos adorar o Crucificado e viver dando as costas ao sofrimento de tantos seres humanos destruídos pela fome, guerras e miséria. Comentar. c - Qual nossa contribuição para criar mais fraternidade onde mo- ramos, vivemos, trabalhamos, estudamos, rezamos e todos lugares que frequentamos ? 8. COMPROMISSO COM A PALAVRA DE DEUS. Dirigente: Quem luta pela justiça e pela paz acaba incomodando quem tira proveito da injustiça através da violência. Sugestão: Juntamente com as coordenações paroquiais, exigir das autoridades que sejam cumpridas pelo menos as leis sobre utilização e tratamento das águas e do solo. 9. A PALAVRA SE FAZ ORAÇÃO (PRECES). Dirigente: Com o coração agradecido por esta oportunidade de par- ticipar em comunidade do tempo de Quaresma, rezemos: Todos: Fazei-nos, Senhor, todos irmãos!
  38. 38. 40 ● Senhor, pedimos para que aconteça o desarmamento no mundo, pela superação do egoísmo, do individualismo e do poder; e que cada governo sinta a necessidade de uma vida mais fraterna, rezemos: ● Senhor, pedimos pelas crianças, pelos adolescentes, por todos os jovens, pelos idosos, pelas mulheres e pelos homens que sofrem a violência doméstica, para que, amparados por seus direitos, possam se sentir acolhidos pela sociedade, rezemos: ● Senhor, pedimos pelos trabalhadores do campo e da cidade, por todas as comunidades indígenas e ribeirinhas, pela população negra, para que possam ter a certeza de que todos estes nossos irmãos têm direito à terra, ao trabalho, à dignidade de ser humano e ao acesso a toda política pública necessária para o seu bem-estar, rezemos: ● Senhor, que a superação da violência seja para nós um lema de vida, e junto com o Príncipe da Paz e a Rainha da Paz, possamos ser iluminados no processo de nossa conversão, rezemos: Preces espontâneas... Pai Nosso... Ave Maria... 10. ORAÇÃO DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2018. Deus e Pai, nós vos louvamos pelo vosso infinito amor e vos agrade- cemos por ter enviado Jesus, o Filho amado, nosso irmão. Ele veio trazer paz e fraternidade à terra e, cheio de ternura e compaixão, sempre viveu relações repletas de perdão e misericórdia. Derrama sobre nós o Espírito Santo, para que, com o coração conver- tido, acolhamos o projeto de Jesus e sejamos construtores de uma sociedade justa e sem violência, para que, no mundo inteiro, cresça o vosso Reino de liberdade, verdade e de paz. Amém! 11. AVISOS/COMEMORAÇÕES. ● (aniversário, nascimento, acolhida de gente nova...) ● Outros...
  39. 39. 41 12. BÊNÇÃO/ORAÇÃO FINAL. Dirigente: Que o Deus da paz, pela doação do seu Filho Jesus Cristo, nos dê o perdão dos pecados, a libertação de toda escravidão e o conhecimento de sua santa vontade, hoje e sempre. Amém! Dirigente: Vamos receber a benção enquanto cantamos. (Neste momento usar a água e o raminho para aspergir as pessoas presentes). Canto: Esta família será abençoada, pois o Senhor vai derramar o seu amor! Derrama ó Senhor! Derrama ó Senhor! Derrama sobre nós o teu amor! Dirigente: Em nome do Pai... Dirigente: Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo. Todos: Para sempre seja louvado! CANTO FINAL Encontro Diocesano das CEBs - Comunidade Santo Expedito - Paróquia São Bento
  40. 40. 42 Via Sacra 2018
  41. 41. 43 Vamos levar: A Cruz com uma faixa roxa na frente, lembrando a ca- minhada de Jesus até o Calvário, levar uma vela para que esse cami- nho seja iluminado pela luz de Jesus. Acolher a todos e com devoção meditar os mistérios da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo, nos- so Senhor! Acolhida: Sejam todos bem-vindos, vamos juntos relembrar os últi- mos passos de Jesus, seu sofrimento, sua angústia e suas dores, mas também sua vitória diante da morte, vamos reviver a sua Ressurrei- ção que nos leva à verdadeira paz. Dirigente: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém! Leitor(a) 1: Vamos ao encontro de Jesus neste exercício de piedade. Com toda a Igreja do Brasil, queremos rezar pela superação da vio- lência. Que juntos com Maria nossa Mãe, possamos auxiliar a tantos irmãos que sofrem vítimas da violência. Todos: Somos todos irmãos, por isso pedimos paz! Leitor(a) 2: A superação da violência depende de cada um de nós. É preciso que o ser humano seja valorizado, como pessoa e filho de Deus. Independente de classe social, econômica, religião, raça, cor, gênero e idade, todos tenham seus direitos respeitados e amparados por lei e pelos laços que a humanidade tem de ser imagem e seme- lhança de Deus. É necessário que caminhemos, para que aqueles que sofrem ressuscitem para vida nova e encontrem o Príncipe da Paz. Todos: Somos todos irmãos, por isso pedimos paz! Canto: Hino da CF 2018 - na capa.
  42. 42. 44 Dirigente: Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo e vos bendizemos! Todos: Porque pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo! Leitor(a) 1: “ Então os outros avançaram, lançaram as mãos sobre Jesus e o prenderam. Nisso, um dos que estavam com Jesus estendeu a mão, puxou a espada e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha. Jesus, porém, lhe disse: “Guarda a espada na bainha! Pois todos os que usam a espada, pela espada morrerão” (Mt 26,50b-52). Leitor(a) 2: Jesus não deixou que a violência tomasse conta de todos, colo- ca em primeiro lugar a vida. A Campanha da Fraternidade deixa claro que é preciso encontrar novas ações, para que os atos de violência desapareçam do meio de nós. Vamos rezar nesta estação pelo desarmamento das nações e dos povos e cada nação dê lugar à educação e à partilha. Dirigente: Pai misericordioso, afasta de nós a guerra armada, pois sabemos que tantos inocentes pagam o preço da ganância e do poder, coloque no coração de todos que governam o Espírito de bondade. Tudo isso pedimos em nome do Senhor Jesus na unidade do Espírito Santo! Amém! Todos: Que essa Palavra se cumpra em nós, “em Cristo, somos todos ir- mãos!”. Amém! Canto: A morrer crucificado, teu Jesus é condenado, por teus crimes, peca- dor, por teus crimes, pecador. Pela Virgem dolorosa, vossa Mãe tão piedosa, perdoai-me, meu Jesus, perdoai-me, meu Jesus. Todos: Pai nosso... Ave Maria... 1ª Estação Jesus é preso é Condenado à Morte.
  43. 43. 45 2ª Estação Jesus Carrega A Cruz. Dirigente: Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo e vos bendizemos! Todos: Porque pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo! Leitor(a) 1: “Pilatos lavou as mãos diante da multidão que gritava ‘seja cru- cificado!’, dizendo: ‘Estou inocente desse sangue, a responsabilidade é vos- sa’. A isso todo o povo respondeu: ‘Que o seu sangue caia sobre nós e sobre nossos filhos’. Então, depois de mandar flagelar Jesus, Pilatos entregou-o para que fosse crucificado” (Mt 27,23-26). Leitor(a) 2: São tantas as omissões dos poderes públicos, lavam as mãos e jogam a sujeira sobre tantos trabalhadores rurais e urbanos, causando sofrimento de tantas famílias. Trabalhadores que se esforçam a vida toda para ter seus direitos estabelecidos e, pela falta de ética, os têm destruídos. Dirigente: Senhor nosso Deus, que sobre os políticos venha o Espírito de discernimento e a virtude da bondade, que pensem no bem comum e que todos tenham acesso à moradia, à saúde e à educação. Tudo isso pedimos em nome do Senhor Jesus na unidade do Espírito Santo! Amém! Todos: Que essa Palavra se cumpra em nós, “em Cristo, somos todos ir- mãos”! Amém! Canto: Com a cruz é carregado, e do peso acabrunhado, vai morrer por teu amor, vai morrer por teu amor. Pela Virgem dolorosa, vossa Mãe tão piedosa, perdoai-me, meu Jesus, perdoai-me, meu Jesus. Todos: Pai nosso... Ave Maria...
  44. 44. 46 3ª Estação Jesus cai pela Primeira vez. Dirigente: Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo, e vos bendizemos! Todos: Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo! Leitor(a) 1: “Ele foi um pouco mais adiante, caiu com o rosto por terra e orou: ‘Meu pai, se possível, que este cálice passe de mim. Contudo, não seja feito como eu quero, mas como tu queres’” (Mt 26,39). Leitor(a) 2: A violência racial é um ato que afeta a pessoa em sua condição primordial do ser, pois é impedida de participar de direitos básicos como o de ir e vir, de estudar, de trabalhar, de se relacionar. Essas e outras formas de preconceito se configuram como racismo, caracterizado pela suposição de que existam raças humanas distintas e de que umas são superiores a outras. Nessa mentalidade, o sujeito considera inferiores as pessoas que não possuem as mesmas características que ele. Dirigente: Deus e Senhor nosso, queremos pedir pela valorização de todos os povos e as raças. Que, reconhecidos como irmãos, continuem a con- tribuir com a riqueza de seus costumes por um mundo de justiça e paz. Tudo isso pedimos em nome do Senhor Jesus na unidade do Espírito Santo! Amém! Todos: Que essa Palavra se cumpra em nós, “em Cristo, somos todos ir- mãos”! Amém! Canto: Pela cruz tão oprimido, cai Jesus desfalecido, pela tua salvação, pela tua salvação. Pela Virgem dolorosa, vossa Mãe tão piedosa, perdoai-me, meu Jesus, perdoai-me, meu Jesus. Todos: Pai nosso... Ave Maria...
  45. 45. 47 4ª Estação Jesus se encontra com sua Mãe. Dirigente: Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo, e vos bendizemos! Todos: Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo! Leitor(a) 1: “Simeão os abençoou e disse a Maria, a mãe: ‘Este menino será causa de queda e de reerguimento para muitos em Israel. Ele será um sinal de contradição - uma espada transpassará a tua alma! - e assim serão reve- lados os pensamentos de muitos corações” (Lc 2,34-35). Leitor(a) 2: A nossa Mãe Maria, a Mãe das dores, chora por todos seus filhos: as crianças, os adolescentes, os jovens que hoje sofrem com o con- sumo das drogas, com a falta de oportunidades, com a violência sexual e cultural. Muitas vezes, sofridas dentro do convívio social e familiar. É preciso investir em políticas públicas na cultura do cuidado, para que seja estimulado o crescimento e o desenvolvimento saudável entre esses nos- sos irmãos. Dirigente: Ó Pai, queremos pedir que vossos filhos e filhas encontrem em vossa Mãe Maria consolo e ternura. Que ela leve cada um de nós a cumprir a vontade do Senhor, fazendo tudo o que Ele nos pedir. Tudo isso pedimos em nome do Senhor Jesus na unidade do Espírito Santo! Amém! Todos: Que essa Palavra se cumpra em nós, “em Cristo, somos todos ir- mãos”! Amém! Canto: De Maria lacrimosa, no encontro lastimoso, vê a imensa compaixão, vê a imensa compaixão. Pela Virgem dolorosa, vossa Mãe tão piedosa, perdoai-me, meu Jesus, perdoai-me, meu Jesus. Todos: Pai nosso... Ave Maria...
  46. 46. 48 5ª Estação Simão, o Cirineu, ajuda Jesus a carregar a cruz. Dirigente: Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo, e vos bendizemos! Todos: Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo! Leitor(a) 1: “Então o levaram para crucificá-lo. Os soldados obrigaram al- guém que lá passava voltando do campo, Simão de Cirene, pai de Alexan- dre e de Rufo, a carregar a cruz” (Mc 15,20b-21). Leitor(a) 2: Apoiar, ajudar, contribuir, reforçar, animar. Essas deveriam ser ações do nosso dia a dia, quando tratamos nossos idosos. Sofrem violência, tendo seus direitos adquiridos contrariados, desfeitos. Tantos irmãos que poderiam contribuir com sua experiência se tivessem o mínimo de condi- ção de vida. São dependentes, não somente fisicamente, mas economica- mente, sem direito ao lazer, ao descanso merecido e à moradia, além do sofrimento infringido a esse público devido às precárias políticas públicas na área da saúde. Dirigente: Senhor nosso Deus, pedimos por todos os que ajudam, como Cireneu, a levar dignidade de vida a quem tem mais idade, quem cuida e proporciona que estes nossos irmãos sejam amparados com carinho, se- jam cuidados e respeitados até no último instante de suas vidas. Tudo isso pedimos em nome do Senhor Jesus na unidade do Espírito Santo! Amém! Todos: Que essa Palavra se cumpra em nós, “em Cristo, somos todos ir- mãos”! Amém! Canto: Em extremo desmaiado, deve auxílio, tão cansado receber do Cire- neu, receber do Cireneu. Pela Virgem dolorosa, vossa Mãe tão piedosa, perdoai-me, meu Jesus, perdoai-me, meu Jesus. Todos: Pai nosso... Ave Maria...
  47. 47. 49 6ª Estação Verônica enxuga o rosto de Jesus. Dirigente: Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo, e vos bendizemos! Todos: Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo! Leitor(a) 1: Jesus não tinha aparência nem beleza para atrair o nosso olhar, nem simpatia para que pudéssemos apreciá-lo. Desprezado e rejeitado pe- los homens, homem do sofrimento e experimentado na dor; como alguém de quem a gente esconde o rosto (Is 53,2-4). Uma piedosa mulher enxugou o rosto de Jesus. Leitor(a) 2: Hoje, somos chamados a olhar com compaixão e solidarieda- de para os nossos irmãos que sofrem a violência de gênero. Esses nossos irmãos e irmãs são imagem e semelhança de Deus e precisam ser respeita- dos e acolhidos como filhos de Deus. Dirigente: Ó Deus, nosso Pai, pedimos que a tolerância seja unida à com- paixão, que nosso lenço da caridade possa enxugar o rosto de todos os irmãos que se aproximam de nós, que, a exemplo de Jesus, possamos ter compreensão e misericórdia, fazendo com que todos se sintam acolhidos no Reino de Jesus. Tudo isso pedimos em nome do Senhor Jesus na unida- de do Espírito Santo! Amém! Todos: Que essa Palavra se cumpra em nós, “em Cristo, somos todos ir- mãos”! Amém! Canto: O seu rosto ensanguentado, por Verônica enxugado, contemplemos com amor, contemplemos com amor. Pela Virgem dolorosa, vossa Mãe tão piedosa, perdoai-me, meu Jesus, perdoai-me, meu Jesus. Todos: Pai nosso... Ave Maria...
  48. 48. 50 7ª Estação Jesus cai pela segunda vez. Dirigente: Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo, e vos bendizemos! Todos: Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo! Leitor(a) 1: Quando Pilatos perguntou a Jesus se ele era rei, Jesus lhe res- pondeu: Tu o dizes: Eu sou rei. Foi para dar testemunho da verdade que nasci e vim ao mundo. Quem é da verdade escuta a minha voz (Jo 18,37). Leitor(a) 2: A religião é um elemento de coesão social. Quando as pessoas se reúnem em comunidade e na identidade de suas crenças, elas reforçam os laços que as unem e reconhecem-se como irmãos, irmãs e semelhantes. Assim, as religiões - que têm em comum a promoção da vida, da liberdade, da justiça e da solidariedade - podem constituir fundamental instrumento para a promoção de uma cultura da paz e da vida. É preciso combater todo o tipo de intolerância religiosa, respeitar a fé e a liberdade de cada um é um ato de fraternidade. Dirigente: Senhor, queremos praticar as bem-aventuranças de Jesus, que- remos ser santificados pelo que nos une na diversidade da fé. Que o amor, o respeito, a fraternidade e a caridade sejam os pontos de união. Que as nossas quedas diárias sirvam para fortalecer a nossa tolerância religiosa, que “amar uns aos outros” seja a nossa direção. Tudo isso pedimos em nome do Senhor Jesus na unidade do Espírito Santo! Amém! Todos: Que essa Palavra se cumpra em nós, “em Cristo, somos todos ir- mãos”! Amém! Canto: Outra vez desfalecido, pelas dores abatido, cai por terra o Salvador, cai por terra o Salvador. Pela Virgem dolorosa, vossa Mãe tão piedosa, perdoai-me, meu Jesus, perdoai-me, meu Jesus. Todos: Pai nosso... Ave Maria...
  49. 49. 51 8ª Estação Jesus consola as mulheres. Dirigente: Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo, e vos bendizemos! Todos: Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo! Leitor(a) 1: Seguiam a Jesus mulheres que batiam no peito e choravam por Ele. Jesus, porém, voltou-se para elas e disse-lhes: Mulheres de Jerusalém, não cho- reis por mim! Chorai por vós mesmas e por vossos filhos... Porque se fazem assim quando a árvore está verde, o que acontecerá quando estiver seca? (Lc 23,27 - 28). Leitor(a) 2: A violência contra a mulher ocorre principalmente dentro de casa. 71,8% das agressões registradas pelo SUS em 2011 aconteceram no domicílio da vítima. Em particular, a agressão contra a mulher é um dos casos em que parece explicitar-se o caráter cultural da violência. A proteção à mulher vítima de violência doméstica evoluiu com a Lei conhecida como Lei Maria da Penha. Para que seja evitada a violência, as mulheres e os homens devem adotar comportamentos de colaboração nos trabalhos domésticos e nos trabalhos remunerados, criando situ- ações que favoreçam a demonstração de igualdade e companheirismo aos filhos e aos companheiros de trabalho, para mudar a estrutura e construir uma nova idéia de respeito da figura feminina. Dirigente: Senhor, queremos rezar por todas as nossas irmãs que praticam duplas jornadas de trabalho, que cuidam e educam os filhos, por aquelas que são des- qualificadas em sua dignidade feminina. Pedimos a intercessão de Maria para que as auxilie a serem femininas, corajosas, tementes a Deus e fortalecidas por Jesus, contribuindo para um mundo mais justo e fraterno. Que sejam corajosas na busca de meios para denunciar a violência que sofrem ou em ajudar na libertação das vítimas que conhece. Tudo isso pedimos em nome do Senhor Jesus na unidade do Espírito Santo! Amém! Todos:QueessaPalavrasecumpraemnós,“emCristo,somostodosirmãos”!Amém! Canto: Das mulheres piedosas, de Sião filhas chorosas, é Jesus consolador, é Jesus consolador. Pela Virgem dolorosa, vossa Mãe tão piedosa, perdoai-me, meu Jesus, perdoai- -me, meu Jesus. Todos: Pai nosso... Ave Maria...
  50. 50. 52 9ª Estação Jesus cai pela terceira vez. Dirigente: Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo, e vos bendizemos! Todos: Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo! Leitor(a) 1: Se fazendo o bem sois pacientes no sofrimento, isso constitui uma ação louvável diante de Deus, pois para isto fostes chamados, já que Cristo também sofreu por vós, deixando-vos o exemplo, a fim de que siga seus passos. Sobre o madeiro levou nossos pecados em seu próprio corpo, a fim de que, mortos para os nossos pecados, vivêssemos para a justiça (1Pd 2,20b; 24a). Leitor(a) 2: O povo brasileiro é considerado pacífico. A nossa história de- monstra que já se organizou e conseguiu grandes conquistas até chegar à democracia. A violência cresce quando existe um clima de desestabilidade política e de desvio do dinheiro público. É preciso que cristãos autênticos conquistem lugares de liderança em nossa sociedade, para que a corrupção fique fora da história de nosso país. Dirigente: Pai de bondade, o Senhor sabe de nossas fraquezas, mas que- remos levantar e caminhar na direção da justiça e da paz. Nos dê coragem e força para que entre nós venha aqueles que irão fazer a superação da violência política que assola nosso país. Tudo isso pedimos em nome do Senhor Jesus na unidade do Espírito Santo! Amém! Todos: Que essa Palavra se cumpra em nós, “em Cristo, somos todos ir- mãos”! Amém! Canto: Cai terceira vez prostrado, pelo peso redobrado, dos pecados e da cruz, dos pecados e da cruz. Pela Virgem dolorosa, vossa Mãe tão piedosa, perdoai-me, meu Jesus, perdoai-me, meu Jesus. Todos: Pai nosso... Ave Maria...
  51. 51. 53 10ª Estação Jesus é despido de suas vestes. Dirigente: Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo, e vos bendizemos! Todos: Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo! Leitor(a) 1: “Depois que crucificaram Jesus, os soldados pegaram suas ves- tes e as dividiram em quatro partes, uma para cada soldado” (]o 19,23-24). Cristo Jesus despojou-se da sua condição divina, e assumindo a forma de escravo, abaixou-se, fazendo-se obediente até a morte, a morte sobre uma cruz (FI 2,7 -8). Leitor(a) 2: A superação da violência nasce da relação com o outro. A cultu- ra da paz acontece em todas as realidades da vida e na relação com todos os seres. O primeiro lugar onde o ser humano aprende a se relacionar é na família. Os comportamentos e estímulos de superação da violência exerci- tados na família balizam as atitudes a serem desenvolvidas na comunidade e na sociedade. Ninguém nasce violento. Contudo, a pessoa pode vir a ser violenta. Dirigente: Ó Deus, que criaste a humanidade irmanada na caridade, fazei que as comunidades se unam em torno da Palavra de Deus e da Cruz re- dentora de Jesus. Descubram a possibilidade única de construir a vida nova tão sonhada por todos, apoiando-se em ações de conjunto, onde cada um faz sua parte e a partilha acontece comum a todos os irmãos. Tudo isso pedimos em nome do Senhor Jesus na unidade do Espírito Santo! Amém! Todos: Que essa Palavra se cumpra em nós, “em Cristo, somos todos ir- mãos”! Amém! Canto: Das suas vestes despojado, por algozes maltratado, eu vos vejo meu Jesus, eu vos vejo meu Jesus. Pela Virgem dolorosa, vossa Mãe tão piedosa, perdoai-me, meu Jesus, perdoai-me, meu Jesus. Todos: Pai nosso... Ave Maria...
  52. 52. 54 11ª Estação Jesus é pregado na cruz. Dirigente: Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo, e vos bendizemos! Todos: Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo! Leitor(a) 1: Quando chegaram ao chamado “lugar da caveira”, deram fel para Jesus beber, e aí o crucificaram (Mt 27,33-36). “Como Moisés levantou a serpente no deserto, assim também será levantado o Filho do Homem, a fim de que todo o que nele crer tenha vida eterna” (Jo3,14.15). Leitor(a) 2: A insegurança gerada pelas instituições políticas e judiciais do nosso país e também do mundo todo violentam a dignidade de cada um. Pregamos Jesus na cruz quando aceitamos participar de esquemas ilícitos, le- vando as pessoas a provar o fel da fome, do descaso, da impunidade, da falta de ética e respeito. Mas queremos que a Cruz de Cristo seja ponte que liga o céu e a terra, e dê para irmãos a esperança encorajando a transformação. Dirigente: Senhor Deus, a cruz de Jesus levou consigo nossos pecados, abrindo um caminho sem volta, o caminho da missão. Anunciar as mara- vilhas que Deus promove para nós e através de nós. Jesus na Cruz mostra a grande vitória do amor sobre a guerra. Fazei com que os conflitos sejam superados com gestos concretos de amor. Tudo isso pedimos em nome do Senhor Jesus na unidade do Espírito Santo! Amém! Todos: Que essa Palavra se cumpra em nós, “em Cristo, somos todos ir- mãos”! Amém! Canto: Sois por mim na cruz pregado, insultado, blasfemado, com cegueira e com furor, com cegueira e com furor. Pela Virgem dolorosa, vossa Mãe tão piedosa, perdoai-me, meu Jesus, perdoai-me, meu Jesus. Todos: Pai nosso... Ave Maria...
  53. 53. 55 12ª Estação Jesus morre na cruz. Dirigente: Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo, e vos bendizemos! Todos: Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo! Leitor(a) 1: Então Jesus deu um forte grito: “Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito”. Dizendo isso, expirou (Lc 23,46-48). Cristo amou a sua Igreja e se entregou por ela, a fim de purificá-la com o banho da água e santificá- -la pela Palavra, para apresentar a si mesmo a Igreja, gloriosa, sem mancha, nem ruga, santa e irrepreensível (Ef 5,6). Leitor(a) 2: Para que todos tenham vida, é assim que Jesus quer ser reco- nhecido. Vida com qualidade e fraternidade para todos. É preciso pensar e agir como pedem os conselhos evangélicos, atravessar as barreiras que a morte nos impõe com tanta violência. Gerar em nossas comunidades gru- pos que vivam amparados em atos de zelo, com quem é morto todos os dias de forma cruel ou ocultamente. Dirigente: Deus da vida, olhai pelos irmãos que estão “mortos- vivos” em suas casas, em seus pecados. Faça que todos trabalhemos para que o dia da paz aconteça como que um rio que corre, trazendo em seu leito todos para formar um povo irmão. Tudo isso pedimos em nome do Senhor Jesus na unidade do Espírito Santo! Amém! Todos: Que essa Palavra se cumpra em nós, “em Cristo, somos todos ir- mãos”! Amém! Canto: Por meus crimes padecestes, meu Jesus, por mim morrestes, o que grande é a minha dor, o que grande é a minha dor. Pela Virgem dolorosa, vossa Mãe tão piedosa, perdoai-me, meu Jesus, perdoai-me, meu Jesus. Todos: Pai nosso... Ave Maria ...
  54. 54. 56 13ª Estação Jesus é descido da cruz. Dirigente: Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo, e vos bendizemos! Todos: Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo! Leítor(a) 1: “Depois disso, José de Arimateia pediu a Pilatos para retirar o corpo de Jesus; ele era discípulo de Jesus às escondidas, por medo dos ju- deus. Pilatos o permitiu. José veio e retirou o corpo” (Jo19;38). Leitor(a) 2: Para cultivar a paz, é preciso uma educação para a paz, fazer crescer o desenvolvimento econômico e social sustentável, conhecer os di- reitos humanos, haver igualdade entre os gêneros, participar ativamente da democracia, e que haja informação e conhecimento para todos. Todos são acolhidos e inseridos neste processo na construção da paz. Dirigente: Senhor da história e do tempo, queremos nesta estação descer o corpo de Jesus, sofrido e sem vida, no corpo dos irmãos que são des- pojados de seus direitos civis, trabalhistas, religiosos e de cidadãos. Que carregar o corpo de Jesus até o túmulo seja o compromisso de devolver aos irmãos que sofrem a chance de ressuscitar sua identidade, reconstruída na cooperação e na esperança de filhos de Deus. Tudo isso pedimos em nome do Senhor Jesus, na unidade do Espírito Santo! Amém! Todos: Que essa Palavra se cumpra em: nós, “em Cristo somos todos ir- mãos”! Amém! Canto: Do madeiro vos tiraram, e à Mãe vos entregaram: com que dor e compaixão, com que dor e compaixão. Pela Virgem dolorosa, vossa Mãe tão piedosa, perdoai-me, meu Jesus, perdoai-me, meu Jesus. Todos: Pai nosso... Ave Maria...
  55. 55. 57 14ª Estação Jesus é sepultado. Dirigente: Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo, e vos bendizemos! Todos: Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo! Leitor(a) 1: Nicodemos e José de Arimateia pegaram o corpo de Jesus e o enrolaram em lençóis nos quais haviam espalhado perfumes. Era assim que os judeus preparavam os corpos para serem enterrados. E sepultaram Jesus num túmulo novo num jardim (Jo 19,39-41). Leitor(a) 2: Do nosso coração arrependido de colocar tantos irmãos depo- sitados no túmulo do nosso egoísmo, da nossa soberba, do nosso precon- ceito, da nossa hostilidade e de tantos sentimentos e atitudes de agressão deve brotar um sentimento novo, seguido de novas atitudes, onde o tes- temunho de discípulos missionários faça crescer em nós ações de amor e verdadeira caridade, onde reine a fraternidade e a justiça. Dirigente: Pai misericordioso, queremos pedir perdão por fazer pactos de violência quando aceitamos estas situações em nosso dia a dia, ajudai-nos neste processo de conversão para estabelecer a cultura de paz. Tudo isso pedimos em nome do Senhor Jesus na unidade do Espírito Santo! Amém! Todos: Que essa Palavra se cumpra em nós, “em Cristo, somos todos ir- mãos”! Amém! Canto: No sepulcro vos puseram, mas os homens tudo esperam, do misté- rio da paixão, do mistério da paixão. Pela Virgem dolorosa, vossa Mãe tão piedosa, perdoai-me, meu Jesus, perdoai-me, meu Jesus. Meu Jesus, por vossos passos, recebei em vossos braços, a mim, pobre pe- cador, a mim, pobre pecador. Todos: Pai nosso... Ave Maria...
  56. 56. 58 15ª Estação Jesus ressuscitou. Dirigente: Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo, e vos bendizemos! Todos: Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo! Leitor(a) 1: E bem cedo no primeiro dia da semana, ao raiar do sol, Maria Madale- na e Maria, a mãe de Tiago, e Salomé, foram ao túmulo. Ao entrarem no túmulo, o jovem lhes disse: “Não vos assusteis! Procurais Jesus, o nazareno, aquele que foi crucificado? Ele ressuscitou! Não está aqui! Vede o lugar onde o puseram” (Mc 16,6). Leitor(a) 2: A vitória de Jesus foi concedida para todos nós. Oferecer a oportuni- dade da valorização da integridade de pessoa, é levá-la à certeza da Ressurreição. Por isso, bem cedo, é necessário ir às nossas raízes e perceber que o nosso lugar não é no túmulo, pois a vida em abundância já foi conquistada por Cristo. Agir para transformar é a nossa missão, testemunhar e atualizar a Palavra evangélica de que de fato “somos todos irmãos”. Dirigente: Ó Deus e Senhor da vida, que nos colocaste no vosso Reino pela Ressur- reição, fazei que nossas atitudes cristãs valorizem todas as formas de ser e viver, em respeito aos direitos de cada um, contribuindo para que todos vivam como filhos do mesmo Pai e irmãos uns dos outros. Tudo isso pedimos em nome do Se- nhor Jesus na unidade do Espírito Santo! Amém! Todos: Que essa Palavra se cumpra em nós, “em Cristo, somos todos irmãos”! Amém! Canto: Ó luz do Senhor, que vem sobre nós, inunda meu ser, permanece em nós! (Bis.) Dirigente: Rezemos... Oração da CF 2018 (Na página 17 - n° 10) - Pai nosso... Ave Maria... Glória ao Pai... (Se o sacerdote ou diácono estiver presente, pedir para dar a bênção) Ou: Dirigente: Na certeza de que Deus está transformando as nossas vidas, voltemos para nossas casas. Louvado seja o nosso Senhor Jesus Cristo. Para sempre seja louvado! Em nome do Pai...
  57. 57. 59 Músicas
  58. 58. 60 EU VIM PARA ESCUTAR 1 - Eu vim para escutar. Tua Palavra, tua palavra, tua palavra de amor. 2 - Eu gosto de escutar. 3 - Eu quero entender melhor. 4 - O mundo inda vai viver. OUVIR COM ATENÇÃO Aleluia, Aleluia, vamos todos escutar. Aleluia, Aleluia, sua Palavra proclamar. Vamos ouvir com atenção, a Palavra de Deus Pai. Que ensina amar o irmão, e nos quer todos iguais. LOUVOR E GLÓRIA Louvor e glória a Ti, Senhor, Cristo palavra de Deus, Cristo palavra de Deus! 1 - O Homem não vive somente de pão. Mas de toda palavra da boca de Deus! 2 - Numa nuvem resplendente fez- -se ouvir a voz do Pai. Eis meu filho amado, escutai-o, todos vós! 3 - Na verdade, sois Senhor, o Sal- vador do mundo. Senhor, dai-me água viva a fim de eu não ter sede! 4 - Pois eu sou a luz do mundo, quem nos diz é o Senhor. E vai ter a luz da vida quem se faz meu se- guidor! 5 - Eu sou ressurreição, eu sou a vida. Quem crê em mim não mor- rerá eternamente. A PALAVRA CHEGANDO A palavra de Deus vai chegando, vai. 1 - É Jesus que hoje vem nos falar. 2 - É a palavra de Deus aos peque- nos. 3 - É a palavra de libertação. 4 - Como o sol a brilhar no horizon- te. 5 - É semente fecunda na terra. VAMOS OUVIR 1 - Vamos ouvir a Palavra de Deus; Que vem chegando, chegando; É ela a Palavra de Jesus; Em toda Igreja vai se espalhando. 2 - Com as palavras do Evangelho; Os oprimidos vão se libertando;
  59. 59. 61 Ouvindo o que diz Jesus Cristo; Toda gente vai caminhando. ESCUTA Escuta, Israel, Javé teu Deus falar. Escuta, Israel, Javé teu Deus vai falar. Fala, Senhor Javé, Israel quer te escutar. Fala, Senhor Javé, Israel quer te escutar. A PALAVRA QUE É LUZ E nós vamos ouvir, a palavra que é luz, e que vem nos unir. 1 - A palavra de Deus vem chegan- do no meio do povo. 2 - A palavra que traz boa nova e renova a esperança. 3 - A palavra vai ser partilhada, par- tilhada em comunidade. ORAÇÃO DE SÃO FRANCISCO Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz. Onde houver ódio, que eu leve o amor. Onde houver ofen- sa, que eu leve o perdão. Onde houver discórdia, que eu leve a união. Onde houver dúvida, que eu leve a fé. Onde houver erro, que eu leve a verdade. Onde houver de- sespero, que eu leve a esperança. Onde houver tristeza, que eu leve a alegria. Onde houver trevas, que eu leve a luz. Ó mestre, fazei que eu procure mais consolar que ser consolado; Compreender que ser compreendido; Amar que ser ama- do. Pois é dando que se recebe; É perdoando que se é perdoado e É morrendo que se vive para a vida eterna. LENTA E CALMA 1 - Lenta e calma sobre a terra, desce a noite e foge a luz. Vem brilhar em nossas trevas, vem conosco, bom Jesus! (bis) 2 - Em silêncio passa a noite, vão-se as trevas, chega a luz! Amanhã é novo dia, vem conosco, bom Jesus! (bis) 3 - Vem conosco, Cristo amigo, quem vem do alto nos conduz. Sê a Luz dos nossos passos, vem co- nosco, bom Jesus! (bis)
  60. 60. 62 PROVA DE AMOR Prova de amor maior não há, que doar a vida pelo irmão. 1 - Eis que eu vos dou o novo man- damento: Amai-vos uns aos outros como eu vos tenho amado. 2 - Vós sereis os meus amigos se seguirdes meu preceito: Amai-vos uns aos outros como eu vós tenho amado. 3 - Como o Pai sempre me ama as- sim eu também vos amei: Amai-vos uns aos outros como eu vós tenho amado. 4 - Permanecei em meu amor e se- gui meu mandamento: Amai-vos uns aos outros como eu vós tenho amado. 5 - E, chegando a minha Páscoa, vos amei até o fim: Amai-vos uns aos outros como eu vos tenho amado. 6 - Nisto todos saberão que vós sois os meus discípulos: Amai-vos uns aos outros como eu vós tenho amado. VÓS SOIS O CAMINHO Vós sois o caminho, a verdade e a vida;opãodaalegriadescidodocéu. 1 - Nós somos caminheiros que marcham para os céus; Jesus é o caminho que nos conduz a Deus 2 - Da noite da mentira, das trevas para a luz, busquemos a verdade, verdade é só Jesus. 3 - Pecar é não ter vida, pecar é não ter luz; tem vida só quem segue os passos de Jesus 4 - Jesus, verdade e vida, caminho que conduz as almas peregrinas que marcham para a luz. EIS SENHOR TEU POVO Senhor, eis aqui o teu povo, que vem implorar teu perdão; É grande o nosso pecado, porem é maior o teu coração. 1 - Sabendo que acolheste Zaqueu o cobrador, e assim lhe devolveste tua paz e teu amor Também nos coloca- mos ao lado dos que vão buscar no teu altar a graça e o perdão. 2 - Revendo em Madalena a nossa
  61. 61. 63 própriafé,chorandonossaspenas diante dos seus pés. Também nós desejamos o nosso amor te dar, porque só muito amor nos pode libertar. O VOSSO CORAÇÃO O vosso coração de pedra se converterá, em novo, em novo coração. 1 - Tirarei de vosso peito, vosso coração de pedra. No lugar colo- carei, novo coração de carne. 2 - Dentro em vós eu plantarei, plantarei o meu espírito. Amareis os meus preceitos, seguireis o meu amor. 3 - Dentre todas as nações, com amor vos tirarei. Qual pastor vos guiarei, para a terra, a vossa pá- tria. 4 - Esta terra habitareis: Foi pre- sente a vossos pais. E sereis sem- pre o meu povo, eu serei o vosso Deus. PECADOR, AGORA É TEMPO 1 - Pecador, agora é tempo De pesar e de temor: Serve a Deus, acolhe a graça, Já não sejas pecador! 2 - Neste tempo sacrossanto, o pe- cado faz horror. Contemplando a cruz de Cristo, já não sejas pecador! 3 - Pecador arrependido, volta para teu Senhor. Vem, abraça-te, contri- to, com teu Pai, teu criador! 4 - Compaixão, misericórdia, vos pedimos, Redentor: pela Virgem, Mãe das Dores, perdoai-nos, Deus de Amor! Na Quaresma, participar da Via Sacra, seja nas casas, nas ruas, nas praças ou capelas, conforme a realidade de cada comunidade.
  62. 62. 64 Subsídio Palavra de Deus no Meio do Povo Subsídio Palavra de Deus no Meio do Povo LIVRETO Nº 1 – Ano XXVIII - 2018 Equipe Glória Freitas, Par. Coração Eucarístico de Jesus Maria Aparecida Matsutacke, Par. Nossa Sra. de Guadalupe Maria das Graças Bustamente, Par. Santuário São Judas Tadeu Maria José de Oliveira, Par. Nossa Sra. de Guadalupe Pedro Paulo Santos, Par. Nossa Senhora do Rosário Ranulfo Peloso as Silva, Par. Coração de Jesus Rosa Maria da Silva, Par. São Vicente de Paula Silvia Maria Andrade Macedo, Par. Coração Eucarístico de Jesus Assessor Diocesano das CEBs Pe. Alexandre Rodolfo Aparecido da Costa Revisão Redacional Rafael Olímpio Xavier - (MTB 80.408) Diagramação e Impressão Katú Editora Gráfica Tiragem: 25.000 exemplares.

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