Biblia gente4 - mês da Bíblia 2012

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Biblia gente4 - mês da Bíblia 2012

  1. 1. VENDA PROIBIDA ANO XXXV — REMESSA ESPECIAL PARA O MÊS DA BÍBLIA — SETEMBRO DE 2012 — Nº 4 APROFUNDAMENTO I endemoninhados “Ao entardecer, quando o sol se pôs, trouxeram-lhe • “Mestre, eu te trouxe meu filho, que tem umtodos os que estavam enfermos e endemoninhados. espírito mudo” (Mc 9,17).E a cidade inteira aglomerou-se à porta. E ele curou • “Mestre, vimos alguém que não nos segue expul-muitos doentes de diversas enfermidades e expulsou sando demônios em teu nome” (Mc 9,38).muitos demônios” (Mc 1,32-34). Havia muitos ende-moninhados naquele tempo? Jesus expulsou muitos Nos evangelhos, a menção sobre os espíritos res-demônios? Como entender os vários nomes utilizados ponsáveis pelos males é vasta e frequente. Era difusa,para nomear o mal na Bíblia? Se o demônio existe, no tempo de Jesus, a certeza de que os seres humanosonde ele atua hoje? viviam cercados por espíritos: anjos e demônios. E A lista de perguntas levantadas em encontros e a causa de doenças, desgraças e provações na vidacursos bíblicos é longa. Há muitas dúvidas e curiosi- humana era atribuída aos demônios. Por isso, haviadades. É surpreendente o fato de que a realidade do muitos doentes e endemoninhados na época.tempo de Jesus, de dois mil anos atrás, não seja levada A exigência de pagamento dos impostos aosem consideração para compreender esse mundo ha- romanos e dos impostos religiosos provocou umbitado por espíritos. Naquele tempo, os recursos da acelerado empobrecimento dos camponeses naciência e da medicina eram muito precários. De modo Galileia. Pobreza e miséria vinham acompanhadasgeral, a causa dos males como a doença era atribuída com doença. A cegueira era comum, podendo tera espíritos. A presença de curandeiros e exorcistas era causa hereditária ou ser consequência da falta decomum e difundida na época. Hoje, a psicologia e a higiene ou má alimentação. A lepra era o fantas-psiquiatria, por exemplo, conseguem ajudar a resolver ma que assustava a população. Qualquer doençaproblemas de muitas “pessoas possuídas por espírito de pele, contagiosa ou não, era classificada comomau”. Isso mesmo: o mundo de Jesus, curandeiro e lepra. Havia muitas pessoas aleijadas, epilépticasmilagreiro, era um mundo diferente. ou hidrópicas. Todos esses males mentais e físicos1. Um mundo habitado por espíritos estavam associados com o demônio. A necessidade de expulsar os demônios era grande e comum na No evangelho de Marcos, há vários textos referen- vida cotidiana das aldeias: “Eles expulsavam muitostes à presença de espíritos impuros e de exorcismos: demônios, e curavam muitos enfermos, ungindo-os • “Os espíritos impuros, assim que o viam, caíam com óleo” (Mc 6,12). Por ser possuído por demônios, a seus pés” (Mc 3,11). o doente era também condenado e excluído pela • “E constituiu Doze, para que ficassem com ele, religião oficial da época. para enviá-los a pregar, e terem autoridade para 2. Os endemoninhados afastados expulsar os demônios” (Mc 3,14). do convívio social • “Ele está possuído por um espírito impuro” (Mc 3,30). A religião judaica oficial considerava a pobreza, a • “Chamou a si os Doze e começou a enviá-los dois doença e a deficiência física e mental como conse- a dois. E deu-lhes autoridade sobre os espíritos quência da presença de maus espíritos que tinham impuros” (Mc 6,7). tomado posse da pessoa (Mc 9,14-29). Uma pessoa • “Uma mulher cuja filha tinha um espírito impuro” doente era vista como pecadora. A doença era con- (Mc 7,25). siderada castigo de Deus. O doente era alguém que PÁG. 1
  2. 2. estava pagando por algum mal cometido, como, por a) A religião oficial da sinagogaexemplo, a desobediência às leis do puro e do impuro. “Na ocasião, estava na sinagoga deles um homemLeis estabelecidas por sacerdotes e escribas desde possuído por um espírito impuro, que gritava, di-o século V a.C. A interpretação da comunidade de zendo: ‘Que queres de nós, Jesus Nazareno? ViestesMarcos sobre o conflito de Jesus com os doutores da para arruinar-nos? Sei quem tu és: o Santo de Deus’.Lei evidencia essa teologia oficial: Jesus, porém, o conjurou severamente: ‘Cale-te e sai dele’. Então o espírito impuro, sacudindo-o Jesus, vendo sua fé, disse ao paralítico: “Filho, violentamente e soltando grande grito, deixou-o” teus pecados estão perdoados”. Ora, alguns dos (Mc 1,23-26). escribas que lá estavam sentados refletiam em seu coração: “Por que está falando assim? Ele A sinagoga, que existia quase em cada cidade na blasfema! Quem pode perdoar pecados a não ser Palestina, era o local de encontro para o culto e o es- Deus?”. Jesus imediatamente percebeu em seu tudo da lei. Era o local essencial para a instrução em espírito o que pensavam em seu íntimo, e disse: vista da unidade judaica na fé, no culto, na tradição e “Por que pensais assim em vossos corações? Que na ordem sociorreligiosa. Havia o chefe da sinagoga, é mais fácil dizer ao paralítico: ‘Os teus pecados o archisynagôgos, encarregado do funcionamento estão perdoados’, ou dizer: ‘Levanta-te, toma o teu do culto, com a função de coordenar a leitura das leito e anda?’” (Mc 2,5-9). Escrituras, instruções e orações. Segundo Mc 1, 23, a expressão “a sinagoga deles” indica o local organizado O doente, como endemoninhado e pecador, era pelos escribas. Eles instruíam o povo no código deafastado do convívio com outras pessoas para evitar a pureza e na teologia da retribuição: as leis do purocontaminação de toda a comunidade (cf. Mc 5,25-34). e do impuro, com a imagem de Deus poderoso eA única forma de poder ser puro e voltar a participar castigador. Pobres e doentes estavam excluídos doda vida social e do templo era por meio dos ritos de convívio social.purificação, que consistiam em sacrifícios de expia- A comunidade de Marcos descreve, em seu relatoção pelo pecado. O código de pureza apresentava sobre o ensinamento de Jesus, as pessoas amarradasvários rituais de purificação, que exigiam a entrega pelas leis ensinadas na sinagoga como “um homemde ofertas e a realização do sacrifício no templo (cf. Lv possuído de um espírito impuro” (Mc 1,23). Esse espí-15,1-33). O objetivo das autoridades religiosas era ar- rito entra em conflito com Jesus, e é expulso por seurecadar mais produtos para favorecer seus interesses. ensinamento: “Todos então se admiraram, perguntan- O código da pureza era sustentado pela teologia do uns aos outros: ‘Que é isto? Um novo ensinamentooficial da retribuição. Nessa visão, a pessoa justa era com autoridade! Até mesmo aos espíritos impuros dáquem observava a lei do puro e do impuro. Essa teo­ ordens, e eles lhe obedecem!’” (Mc 1,27).logia afirmava que Deus abençoava a pessoa justa O ensinamento de Jesus nasce de sua prática li-com riqueza, saúde, vida longa e descendência, mas bertadora: ele continuamente acolhe e convive comcastigava a pessoa injusta com pobreza, doença e o povo sofrido e machucado. Jesus está em contatosofrimento. Na teologia da retribuição, os que tinham com os endemoninhados e excluídos da sociedade:condições de observar as leis, pagando os dízimos pobres, doentes, cegos, coxos, crianças, mulheres.exigidos e oferecendo sacrifícios, eram abençoados Experimenta, na sua pele, a dureza da vida cotidianapor Deus, enquanto os pobres eram amaldiçoados. do seu povo: “uma grande multidão e ficou tomadoOs pobres doentes sofriam duplamente. de compaixão por eles” (Mc 6,34).3. Jesus e as comunidades cristãs combatem Então, Jesus, com sua prática acolhedora, trans- os espíritos destruidores gride e rejeita a lei da pureza para devolver a vida Por um lado, os escribas acusam Jesus de estar pos- às pessoas impuras: “Aproximando-se, Jesus tomousuído por um “espírito impuro”: “Está possuído por Beel­ pela mão a sogra de Pedro que estava de cama comzebu”; ou:“É pelo príncipe dos demônios que expulsa os febre e a fez levantar-se” (Mc 1,30-31; cf. 2,15; 7,2.33;demônios”’ (Mc 3,22), acusando Jesus de ser destruidor 8,23). Jesus se coloca claramente em oposição aosda religião oficial baseada na lei do puro e do impuro. escribas e sua lei da pureza, por esta excluir e opri-Por outro lado, Jesus e seus seguidores e seguidoras mir as “pessoas impuras”. Para ele, os escribas e seustambém acusam os escribas, suas sinagogas, o templo ensinamentos são o verdadeiro “espírito impuro”,e o império romano de estarem possuídos por espíritos entendido como demônio, por ameaçar e destruirdestruidores. a vida do povo. PÁG. 2
  3. 3. b) O império romano a força esmagadora do império romano que dominava “Chegaram do outro lado do mar à região dos gera- a Palestina. senos. Logo que Jesus desceu do barco, caminhou O evangelho de Marcos descreveu essa força do ao seu encontro, vindo dos túmulos, um homem exército romano como espírito impuro: “O homem possuído por um espírito impuro (…) E, sem descan- possuído pelo espírito impuro habitava no meio das so, noite e dia, perambulava pelas tumbas e pelas tumbas e ninguém podia dominá-lo, nem mesmo montanhas, dando gritos e ferindo-se com pedras. Ao com correntes. Muitas vezes já o haviam prendido ver Jesus, de longe, correu e prostrou-se diante dele, com grilhões e algemas, mas ele arrebentava os clamando em alta voz: ‘Que queres de mim, Jesus, grilhões e estraçalhava as correntes, e ninguém filho do Deus altíssimo? Conjuro-te por Deus que não conseguia subjugá-lo” (Mc 5,3-4). O espírito impuro, me atormentes!’. Com efeito, Jesus lhe disse: ‘Sai deste descrito como monstro violento, possuía e investia homem, espírito impuro!’. E perguntou-lhe: ‘Qual é o contra a vida humana. teu nome?’. Respondeu: ‘Legião é meu nome, porque Pela prática de Jesus, a legião foi expulsa para os somos muitos’” (Mc 5,1-9). porcos, que se lançaram e se afogaram no mar, como O exército romano era uma verdadeira máquina foram afundados os carros e os cavaleiros do Faraó,de dominação que servia para aumentar os territórios na saída do Egito (Ex 14,28). O homem foi libertado,nas guerras, adquirir os escravos, expandir o tributo e “sentado, vestido e em são juízo” (Mc 5,15). Jesus li-o comércio, sugando a riqueza das terras conquista- berta, restaura e desaliena as pessoas possuídas pelodas. No livro de Apocalipse, lemos o efeito devastador “espírito impuro”.do exército romano: “Vi aparecer um cavalo esver-deado. Seu montador chamava-se ‘morte’ e o Hadeso acompanhava. Foi-lhe dado poder sobre a quarta O CENTRO BÍBLICO VERBO é um centro de estudo queparte da terra, para que exterminasse pela espada, está a serviço do povo de Deus, desenvolvendo umapela fome, pela peste e pelas feras da terra” (Ap 6,8). leitura exegética, comunitária, ecumênica e popular No tempo de Jesus, o Império, que contava 350 mil da Bíblia. O Centro Bíblico oferece cursos regularessoldados, deslocou 8% do seu exército para a Palestina, de formação bíblica em diferentes modalidades eque representava apenas 1% do seu território. Espe- presta assessorias às dioceses, paróquias, comuni-cialmente na Galileia, terra de exploração e de muitas dades, colégios e congregações religiosas. Maiores informações pelo tel. (11) 5181-7450. Nossa página:revoltas, havia uma legião, a maior divisão do exército www.cbiblicoverbo.com.br.romano, que abrangia de 6 a 10 mil homens. A legião era APROFUNDAMENTO II catecismo sobre o seguimento de jesus “Tome a sua cruz e siga-me”. O seguimento de Je- introduzidas pelo segundo (Mc 9,30-32) e terceirosus é o caminho da cruz, que está na contramão da anúncios (Mc 10,32-34):sociedade dominada pelo império romano e seus 1) “E chegaram a Cafarnaum. Em casa, ele lhescolaboradores. É uma sociedade organizada pelas perguntou: ‘Sobre que discutíeis no caminho?’.relações humanas de ganho, poder e privilégio. A Ficaram em silêncio, porque pelo caminho vi-comunidade cristã de Marcos, que professa Jesus nham discutindo sobre qual era o maior. Entãode Nazaré como “Cristo”, não deve reproduzir as re- ele sentou, chamou os Doze e disse: ‘Se alguémlações de poder na vida cotidiana, mas estabelecer quiser ser o primeiro, seja o último de todos e oas relações de serviço e de comunhão. servo de todos’” (Mc 9,33-35). Quem é o maior? Após o primeiro anúncio da paixão, a comunida- Os discípulos ainda idealizam uma sociedade dede de Marcos descreve, em seu Evangelho, as ins- poder, de riqueza e de privilégio, que produz atruções sobre as relações internas da comunidade, segregação social. O caminho da cruz deve ser PÁG. 3
  4. 4. reproduzido nas relações humanas da comuni- 5) “Tiago e João, filhos de Zebedeu, foram até ele e dis- dade, baseada na vida de serviço sem interesse. seram-lhe: ‘Mestre, queremos que nos faças o que2) “Disse-lhe João: ‘Mestre, vimos alguém que não te pedimos’. Ele perguntou: ‘Que quereis que vos nos segue expulsando demônios em teu nome, e faça?’. Disseram: ‘Concede-nos, na tua glória, que o impedimos porque não nos seguia’. Jesus, porém, sentemo-nos um à tua direita, outro à tua esquerda’ disse: ‘Não o impeçais, pois não há ninguém que [...]. Ouvindo isso, os dez começaram a indignar-se faça milagre em meu nome e logo depois possa contra Tiago e João. Chamando-os, Jesus lhes disse: falar mal de mim. Porque quem não é contra nós é ‘Sabeis que aqueles que vemos governar as nações por nós’” (Mc 9,38-40). Mais uma vez, deparamo-nos as dominam, e os seus grandes as tiranizam. Entre vós não será assim: ao contrário, aquele que dentre com a concepção dos discípulos de uma sociedade vós quiser ser grande, seja o vosso servidor, e aquele segregacionista de poder. Eles não estão dispostos que quiser ser o primeiro dentre vós, seja o servo de a partilhar o poder e o privilégio. Querem o mo- todos’” (Mc 10,35-44). O projeto de Jesus não é ser nopólio e exclusividade no mistério da salvação. servido, mas servir ao próximo. Assim, é rejeitada, Hoje se compreende que a prática missionária não definitivamente, a aspiração dos discípulos ao reino é condenatória nem marcada por sectarismo. O messiânico davídico, no qual Jesus seria ungido cerne da missão é a promoção da justiça, liberdade como rei e assumiria o poder em Jerusalém. Essa e vida em todos os povos. rejeição é também da comunidade de Marcos por3) “Traziam-lhe crianças para que as tocasse, mas os volta do ano 70 d.C. Ela rejeita juntar-se às revoltas discípulos as repreendiam. Vendo isso, Jesus ficou armadas dos vários líderes messiânicos e suas lutas indignado e disse: ‘Deixai as crianças virem a mim. por poder e privilégios. Não as impeçais, pois delas é o reino de Deus. Em O evangelho de Marcos registra três anúncios da verdade vos digo: aquele que não receber o reino paixão com o catecismo sobre o seguimento de Jesus de Deus como uma criança, não entrará nele’. En- na vida cotidiana da comunidade. Ao anunciar o cate- tão, abraçando-as, abençoou-as, impondo as mãos cismo do “caminho da cruz”, Jesus combate e corrige os sobre elas” (Mc 10,13-16). No mundo greco-romano discípulos que aspiram a poder e privilégio. É corrigida de produção e de ganho, a criança e o ancião são a aspiração messiânico-davídica ao poder de alguns considerados inúteis (cf. Sb 2,5-11) e representam membros da comunidade de Marcos. No caminho o grupo marginalizado. Mas o Reino, do ponto de do seguimento de Jesus, ela deve empenhar-se em vista de Jesus de Nazaré, é gratuidade de Deus, e examinar sempre a natureza de sua missão no mundo. nele as pessoas marginalizadas, que não são con- A comunidade, como o cego Bartimeu (10,46-52), sideradas, são acolhidas. deve abrir os olhos, deixar o manto do “Filho de Davi”,4) “Então Jesus, olhando em torno, disse a seus discí- messias como rei poderoso, e seguir o caminho da pulos: ‘Como é difícil a quem tem riquezas entrar cruz do Jesus servo sofredor. Deve despojar-se de tudo o que o mundo de ambição ao poder, riqueza no reino de Deus!’. Os discípulos ficaram admirados e fama, prega e busca: “Pois o Filho do Homem não com essas palavras. Jesus, porém, continuou a di- veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida zer: ‘Filhos, como é difícil entrar no reino de Deus! em resgate por muitos” (10,45). É mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no reino de Deus!” (Mc 10,23-25). A riqueza no império romano é fru- O CENTRO BÍBLICO VERBO é um centro de estudo que está a serviço do povo de Deus, desenvolvendo uma to da acumulação de bens por meio da injustiça: leitura exegética, comunitária, ecumênica e popular fraudação, espoliação e violência (Ap 13; 18). Ao da Bíblia. O Centro Bíblico oferece cursos regulares entrar no reino de Deus, a comunhão com o Deus de formação bíblica em diferentes modalidades e da vida, é preciso sair e combater essa sociedade presta assessorias às dioceses, paróquias, comuni- de ambição e injustiça, que explora o próximo e a dades, colégios e congregações religiosas. Maiores informações pelo tel. (11) 5181-7450. Nossa página: natureza. É necessário entrar no caminho da cruz, www.cbiblicoverbo.com.br. de servir e de partilhar a vida. Editora: Pia Sociedade de São Paulo - PAULUS (Paulinos) — Diretor: José Dias Goulart — Endereço: Rua Francisco Cruz, 229 - Vila Mariana - 04117-091 - São Paulo - SP - Tel. (11) 5087-3700 - Fax (11) 5579-3627 - editorial@paulus.com. br - www.paulus.com.br — Esta remessa de Bíblia-Gente é uma gentileza da PAULUS e não pode ser vendida. PÁG. 4

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