Successfully reported this slideshow.
We use your LinkedIn profile and activity data to personalize ads and to show you more relevant ads. You can change your ad preferences anytime.

Distúrbios paroxísticos não epilépticos(dpne)

2,752 views

Published on

ESTUDOS EM NEUROLOGIA

Published in: Health & Medicine
  • DOWNLOAD THAT BOOKS INTO AVAILABLE FORMAT (2019 Update) ......................................................................................................................... ......................................................................................................................... Download Full PDF EBOOK here { http://bit.ly/2m6jJ5M } ......................................................................................................................... Download Full EPUB Ebook here { http://bit.ly/2m6jJ5M } ......................................................................................................................... Download Full doc Ebook here { http://bit.ly/2m6jJ5M } ......................................................................................................................... Download PDF EBOOK here { http://bit.ly/2m6jJ5M } ......................................................................................................................... Download EPUB Ebook here { http://bit.ly/2m6jJ5M } ......................................................................................................................... Download doc Ebook here { http://bit.ly/2m6jJ5M } ......................................................................................................................... ......................................................................................................................... ................................................................................................................................... eBook is an electronic version of a traditional print book that can be read by using a personal computer or by using an eBook reader. (An eBook reader can be a software application for use on a computer such as Microsoft's free Reader application, or a book-sized computer that is used solely as a reading device such as Nuvomedia's Rocket eBook.) Users can purchase an eBook on diskette or CD, but the most popular method of getting an eBook is to purchase a downloadable file of the eBook (or other reading material) from a Web site (such as Barnes and Noble) to be read from the user's computer or reading device. Generally, an eBook can be downloaded in five minutes or less ......................................................................................................................... .............. Browse by Genre Available eBooks .............................................................................................................................. Art, Biography, Business, Chick Lit, Children's, Christian, Classics, Comics, Contemporary, Cookbooks, Manga, Memoir, Music, Mystery, Non Fiction, Paranormal, Philosophy, Poetry, Psychology, Religion, Romance, Science, Science Fiction, Self Help, Suspense, Spirituality, Sports, Thriller, Travel, Young Adult, Crime, Ebooks, Fantasy, Fiction, Graphic Novels, Historical Fiction, History, Horror, Humor And Comedy, ......................................................................................................................... ......................................................................................................................... .....BEST SELLER FOR EBOOK RECOMMEND............................................................. ......................................................................................................................... Blowout: Corrupted Democracy, Rogue State Russia, and the Richest, Most Destructive Industry on Earth,-- The Ride of a Lifetime: Lessons Learned from 15 Years as CEO of the Walt Disney Company,-- Call Sign Chaos: Learning to Lead,-- StrengthsFinder 2.0,-- Stillness Is the Key,-- She Said: Breaking the Sexual Harassment Story That Helped Ignite a Movement,-- Atomic Habits: An Easy & Proven Way to Build Good Habits & Break Bad Ones,-- Everything Is Figureoutable,-- What It Takes: Lessons in the Pursuit of Excellence,-- Rich Dad Poor Dad: What the Rich Teach Their Kids About Money That the Poor and Middle Class Do Not!,-- The Total Money Makeover: Classic Edition: A Proven Plan for Financial Fitness,-- Shut Up and Listen!: Hard Business Truths that Will Help You Succeed, ......................................................................................................................... .........................................................................................................................
       Reply 
    Are you sure you want to  Yes  No
    Your message goes here

Distúrbios paroxísticos não epilépticos(dpne)

  1. 1. 1 Distúrbios paroxísticos não epilépticos(DPNE) Marcus Petindá Estagiário Neurologia Infantil HBDF
  2. 2. 2 Introdução  Início abrupto  Curso estereotipado  Término espontâneo  Importância  Diagnóstico diferencial clínico das epilepsias  Centros terciários de epilepsia  20% dos casos são DPNE
  3. 3. 3  Síncopes – 44%  Doença psiquiátrica – 20%  Perdas de fôlego – 11%  Transtornos do sono – 11%  Migrânea – 6%  Outras causas – 8%
  4. 4. 4 Distúrbios paroxísticos não epilépticos(DPNE)  Oxigenação cerebral diminuída  Perdas de fôlego(tipos cianótico e pálido)  Síncopes  Disritmias cardíacas  Migrânea  Hipoglicemia e Hipocalcemia  Fenômenos sono-relacionados  Terror noturno  Sonambulismo  Sonilóquio  Pesadelos  Apnéias do sono  Distonia paroxística  Narcolepsia  Bruxismo  Enurese noturna  Mioclonias noturnas benignas infantis
  5. 5. 5 Distúrbios paroxísticos não epilépticos(DPNE)  Distúrbios do movimento  Mioclonias benignas da infância  Vertigem paroxística benigna  Torcicolo paroxístico  Coreoatetose paroxística  Ataques de tremores  Reações de susto  Apraxia ocular motora  “Spasmus nutans”  Tiques  Compressão do tronco  Refluxo gastroesofágico  Fenômenos psicológico-relacionados  Pseudo-epilepsia  Epilepsia fictícia  Síncope da hiperventilação  Síndrome do pânico  Masturbação
  6. 6. Oxigenação cerebral diminuída 6  Perdas de fôlego  Apneia e perda de consciência, geralmente causada por choro dor ou pequenos traumas.  Choro vigoroso  Apneia na expiração  Perda da consciência palidez ou tremores cianose letargia
  7. 7. 7 Perda de fôlego(PF)  Incidência  Poucos meses a 2 anos  Pico – 12 meses  Raramente após ao 4 anos  20-35% - história familiar  Traço autossômico dominante  17% - síncopes  Após desaparecimento das PF
  8. 8. 8 Perda de fôlego(PF)  Tipos  Cianótica  Mais frequente  Origem funcional ou osíquica  Respiração forçada  Pálida  Origem traumática ou dolorosa  Rigidez ou opistótono
  9. 9. 9 Perda de fôlego(PF)  Pálida  Choro intenso levando à isquemia cerebral hipocapneica  Apneia levando à hipoxemia  Espasmo respiratório(manobra de Valsalva) levando ao aumento da pressão intratorácica  Rendimento cardíaco diminuído  Circulação cerebral debilitada Lombroso e Lerman, 1967
  10. 10. 10 Perda de fôlego(PF)  Hemograma completo  Ferritina sérica  EEG  Interictal – normal  PF – lentificação do traçado  Pressão do globo ocular – aumento do intervalo RR em 0,5 s  Tratamento  Piracetam  Atropina(10 a 240 mg/kg/dia) – tipo pálido – 98% Anemia ferropriva
  11. 11. 11 Síncope  Perdas transitórias da consciência por perfusão cerebral inadequada, em que há súbita perda do tônus, colapso da postura e diminuição da pressão arterial  Duração – 10 a 20 s  Crianças e adolescentes  Sexo – feminino  20% - infância e adolescência  6% - de todas as internações pediátricas
  12. 12. 12 Síncope  Fatores desencadeantes  Problemas emocionais  Visão de sangue  Injeções  Sensação de medo  Visão de violência ou cenas de terror
  13. 13. Síncope – subgrupos etiológicos 13  Se devida à posição ereta prolongada  Se desencadeada por algum evento  Se desencadeada por exercício prolongado  Se for recorrente  Vasovagal  Cardíaca  Psicogênica
  14. 14. 14 Síncope  Quadro clínico inicial  Sensação de cabeça vazia  Náuseas  Fraqueza  Ansiedade  Perturbações visuais(constrição; escurecimento) Diagnóstico diferencial com aura epiléptica
  15. 15. 15 Síncope  Antes da perda de consciência  Desconforto epigástrico  Palidez  Suores  Palidez facial  Bocejos  Síncope convulsiva  Mais prolongada  Componente tônico ou tc  Mordedura de língua  Incontinência urinária
  16. 16. 16 Síncope  Diagnóstico  Anamnese e exame clínico detalhados  ECG  Tilt table test  Tratamento  Em geral, sem necessidade  Vasopressina  Psicoterapia
  17. 17. 17 Disritmias cardíacas  Síncope com confusão prolongada, movimentos clônicos dos membros ou postura distônica pós-ictal  Q-Tc > 0,44 s
  18. 18. 18 Disritmias cardíacas  Síndrome do seio carotídeo  Síndrome de Jervell-Lange-Nielsen  intervalo QT longo, surdez, episódios de síncope acarretada por fibrilação ventricular ou assistolia e morte súbita; trata-se de doença de herança autossômica recessiva  Síndrome de Ward-Romano  síndrome semelhante, sem perda da audição, com herança autossômica dominante e 3 vezes mais freqüente que a associada a surdez  Síndrome de Von Bermuth  uma variante caracterizada pela presença de taquicardia com características familiar, em que o intervalo QT e normal em repouso mas aumenta com o esforço, sendo herança autossômica dominante  quarta variante apresenta comportamento semelhante as anteriores, não sendo, contudo, de natureza hereditária, o que mostra que uma mutação espontânea pode levar a aumento do intervalo QT.
  19. 19. 19 Disritmias cardíacas  Diagnóstico  Investigação cardiológica  Holter  Teste de esforço  Tratamento  Cardiológico  Específico  Orientação de possibilidade de morte súbita
  20. 20. 20 Migrânea  Forma mais comum de DPNE  Quadro clínico  Forma paroxística  Parestesias  Escotomas  Mente embotada  Breve perda de consciência  Vertigem  Náuseas  Afasia  Vômitos cíclicos  Crianças pequenas e lactentes  Mais sintomas digestivos  Diagnóstico diferencial  Epilepsia benigna com paroxismos occipitais (Panayotopoulos)  Diagnóstico  História familiar  Cefaléia  Início mais lento dos sintomas  EEG não paroxístico
  21. 21. Hipoglicemia e Hipocalcemia 21  Hipoglicemia  Episódios mais prolongados  Confusão mental  Coma  Fome  Perspiração  Taquicardia  Tremores  Palidez  Vertigens  Raramente, crises convulsivas  Hipocalcemia  Convulsões mais frequentes(hipoparatiroi dismo)  Dores  Câimbras  Adormecimentos  Rigidez  Formigamento de mãos e pés  Erupção dentária atrasada  Prolongamento do intervalo Q-T  Catarata
  22. 22. Fenômenos sono-relacionados 22  Terror noturno  1ª hora do sono profundo não-REM  EEG sem atividade epileptogênica  Difícil consolar e despertar  Desperta confusa  Duração – 5 min. a 30-60 min.  Sem lembrança ao despertar  Forma rara – pavor noturno epiléptico  Tratamento – clonazepam; por até 2 semanas
  23. 23. Fenômenos sono-relacionados 23  Sonambulismo  5- 12 anos - 15%  Pico – 4 e 6 anos  Ação protetora – prevenção de acidentes
  24. 24. Fenômenos sono-relacionados 24  Apneia do sono  3 – 8 anos  Forma obstrutiva – mais comum  Hiperatividade  Sonolência diurna excessiva  Alterações no comportamento  Cefaléia matinal  Dificuldade no aprendizado  Pierre-Robin; Down; Mal de Ondina; hipotireoidismo; Arnold-Chiari; distrofia miotônica; obesidade mórbida  EEG sem paroxismos  Polissonografia  Avaliação  Cardiológica  ORL
  25. 25. Fenômenos sono-relacionados  Mioclonias noturnas benignas 25  Início do sono ou despertar  Lactentes  Imitam espasmos infantis  Exame neurológico normal  EEG normal
  26. 26. Fenômenos sono-relacionados 26  Narcolepsia  Ruptura severa do padrão noturno do sono, com despertar e atividade por cerca de uma hora; com sono irresistível diurno  EEG sem paroxismos  Polissonografia-TLMS  Tratamento  Metilfenidato  Melatonina
  27. 27. Fenômenos sono-relacionados 27  Distonia paroxística  Sono não REM  Duração – 15 a 40 s  Distonia ou movimentos coreoatetóides  EEG normal  Tratamento - carbamazepina  Bruxismo  Avaliação ortodôntica
  28. 28. Distúrbios do movimento  Mioclonias benignas da infância  3 a 8 meses  Movimentos tônicos ou clônicos axiais ou 28 apendiculares, em salvas  Exame neurológico normal  EEG normal  Desaparecimento espontâneo aos 2 – 3 anos  Tratamento medicamentoso – não indicado
  29. 29. Distúrbios do movimento 29  Vertigem paroxística benigna  Início – entre 1 e 3 anos  Desaparecem em torno dos 5 anos  Ataques súbitos de desequilíbrio  Breves e esporádicos  Náuseas e vômitos  Sem perda da consciência  Nistagmo  Exame neurológico normal  EEG normal  Resposta anormal à prova calórica nos ouvidos
  30. 30. Distúrbios do movimento 30  Coreoatetose paroxística  Citogenética  Mais comum  Mais semelhante a epilepsia  Início – 5anos  Autossômica dominante  Movimentos  Após repouso  Súbitos  Tipo distônico ou coreoatetóico  Duração – 15 a 30 s  Frequência – 1 a 100/dia  Sem perda de consciência  Fala arrastada  EEG ictal e interictal normais  DAE em baixas doses  Não citogenética  Autossômica recessiva  Ataques mais raros  Duração – minutos a horas  Movimentos  Coreoatetóicos  Distônicos  < 5 anos  Mais difícil controle
  31. 31. Distúrbios do movimento 31  Ataques de estremecimento  4 meses a 4anos de idade  Desaparecimento após os 5 anos  Tremores ou estremecimento com flexão da cabeça e membros e adução de joelhos e cotovelos  Centenas de vezes ao dia  Sem perda de consciência  EEG sem alterações  Sem necessidade de tratamento medicamentoso
  32. 32. Distúrbios do movimento  Reações de susto hipereplexia(startle 32 reactions)  Doença do susto  Desde o nascimento  Esporádica  Herança autossômica dominante  Susto  Rigidez muscular  Perda do controle postural(queda)  Incapaz de realizar movimentos de proteção  Movimento em “sacudidas”  Exame clínico e neurológico normais  EEG normal
  33. 33. Distúrbios do movimento  Reações de susto hipereplexia(startle 33 reactions)  Saltos  Bruscos  Movimentos aos saltos  Ecolalia  Obediência automática  Gestos agressivos dirigidos aos espectadores  Herança autossômica dominante  EEG normal  Relação com a síndrome de Tourette(?)
  34. 34. Distúrbios do movimento  Reações de susto hipereplexia(startle reactions)  Epilepsia-susto(startle epilepsy)  Crianças com outras alterações do SNC  Ataques 34  Tipo tônico-clônico  EEG - diagnóstico
  35. 35. Distúrbios do movimento 35  Apraxia oculomotora  Apraxia ocular de Cogan  Inabilidade em movimentar os olhos de um lado para o outro de modo normal, desvio cefálico para o lado que está olhando  EEG normal
  36. 36. Distúrbios do movimento 36  Spasmus nutans  Episódios intermitentes  Tríade  Inclinações de cabeça ou acenos  Nistagmo  Posição anômala da cabeça  Início - 4 e 12 meses  Diagnóstico diferencial: Síndrome de Sandifer
  37. 37. Distúrbios do movimento 37  Tiques  Predominantemente motores  Pioram com o estresse  Simples ou complexos  EEG normal  Tratamento  Medicamentoso  Clonidina  Haloperidol  Risperidona  Psicoterapia
  38. 38. Compressão do tronco cerebral  Processos progressivos da fossa posterior e hipertensão intracraniana  Trauma craniano  Rigidez e extensão tônica das extremidades ou flexão dos braços 38
  39. 39. 39 Refluxo gastroesofágico  Síndrome de Sandifer  Súbita extensão da cabeça e pescoço ou movimento contínuo da cabeça de um lado para o outro  Inclinação aguda da parte superior do tronco ou movimentos de torção  Vômitos  Déficit de crescimento  Anemia  EEG normal  Diagnóstico  pHmetria  Esofagoscopia
  40. 40. 40 Fenômenos psicológico-relacionados  Pseudoepilepsia(crise histérica ou psicogênica)  Adolescentes – sexo feminino  Imitação de crise TCG, com gestos bizarros: agarrando, chutando , beliscando, autoinjúria, micção ou passividade, paciente deitado, sem resposta a estímulos; sempre sob observação  Tratamento  Psicoterapia
  41. 41. 41 Fenômenos psicológico-relacionados  Epilepsia fictícia  Síndrome de Munchausen por procuração  Vídeo-EEG  Monitorização com câmeras  Tratamento  Psicoterapia
  42. 42. 42 Fenômenos psicológico-relacionados  Síndrome da hiperventilação  Adolescentes – sexo feminino  Quadro clínico  Tonturas, sensação de cabeça vazia, vertigens, parestesias generalizadas ou assimétricas, perda da consciência  Dificuldades respiratórias, sensação de falta de ar, de pânico  EEG normal  Tratamento  Psicoterapia
  43. 43. 43 Fenômenos psicológico-relacionados  Ataque de pânico  EEG normal  Tratamento  Ansiolíticos  Psicoterapia  Masturbação  Meninas  Quadro clínico  Membros inferiores fortemente aduzidos e cruzados  Olhar esgazeado  EEG – normal  Tratamento – sem necessidade
  44. 44. 44

×