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TCF sobre "Entendendo o cancer de mama"

Trabalho de Conclusão do Fundamental/PE

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TCF sobre "Entendendo o cancer de mama"

  1. 1. CLEDSON DE ANDRADE BARROS JOSIANE ROCHA DA SILVA MARCIANA MARIA DA SILVA NATÁLIA FRANCIELY SANTOS CABRAL RENATA PRISCILLA DOS SANTOS SILVA ROSÂNGELA MARIA DOS SANTOS ENTENDENDO O CÂNCER DE MAMA Trabalho de Conclusão do Ensino Fundamental apresentado à EREM Dr. Jaime Monteiro como requisito parcial para aprovação, sob a orientação da Professora Márcia Oliveira da Silva. GAMELEIRA – PE 2016
  2. 2. Dedicamos este trabalho a todas mulheres que lutam conta o câncer de mama e todas àquelas que venceram essa árdua batalha.
  3. 3. A prisão não são as grades, e a liberdade não é a rua; existem homens presos na rua e livres na prisão. É uma questão de consciência. (Mahatma Gandhi)
  4. 4. SUMÁRIO APRESENTAÇÃO..................................................................................................... 05 JUSTIFICATIVA....................................................................................................... 06 PROBLEMA MOBILIZADOR................................................................................ 07 OBJETIVOS............................................................................................................... 08 CAPÍTULO I CONSTRUINDO REFERÊNCIAS......................................................................... 09 1.1 Entendendo o câncer de mama............................................................................ 09 1.2 Câncer de mama: Fatores de risco e de proteção.................................................. 10 1.3 Câncer de mama: Sinais e sintomas ..................................................................... 11 1.4 Detecção precoce.................................................................................................. 11 1.5 Riscos e benefícios da mamografia de rastreamento........................................... 12 ETAPAS..................................................................................................................... 13 RECURSOS............................................................................................................... 14 CRONOGRAMA...................................................................................................... 15 CONSIDERAÇÕES FINAIS................................................................................... 16 REFERÊNCIAS ....................................................................................................... 17
  5. 5. APRESENTAÇÃO O câncer de mama, embora sendo um tema difícil de ser abordado, há uma necessidade de falar abertamente, esclarecer algumas dúvidas, mitos e verdades e, dessa forma, aumentar a chance de enfrentamento da doença, pois um em cada três casos pode ser curado se for diagnosticado logo no início. E esse diagnóstico pode vir do autoexame, isto é, o toque realizado uma vez por mês, na semana seguinte ao término da menstruação. Infelizmente, muitos pacientes, por medo ou desconhecimento, preferem não falar no assunto e acabam atrasando o diagnóstico. Por isso, é preciso desfazer crenças sobre o câncer, para que a doença deixe de ser vista como uma sentença de morte ou um mal incurável e inevitável. Este presente trabalho de pesquisa abordará de forma breve informações relevantes sobre o câncer de mama, como se desenvolve, formas de tratamento e de prevenção.
  6. 6. JUSTIFICATIVA As estimativas de incidência de câncer de mama por 100 mil habitantes para 2016, divulgadas pelo Instituto Nacional do Câncer (INCA), é alarmante. Prevê-se 57.960 novos casos da doença em mulheres entre 40 e 59 anos. A informação é uma das armas para combater o aumento dos casos. É preciso orientar mulheres e homens a respeito da prevenção e detecção precoce do câncer de mama. Esta pesquisa surgiu a partir da tentativa de compreender o câncer de mama, as formas de prevenção, os sintomas e o tratamento, pois a informação pode salvar vidas.
  7. 7. PROBLEMA MOBILIZADOR A detecção precoce ajuda a reduzir a mortalidade e traz melhores resultados no tratamento de alguns tipos de câncer. Sendo assim, como incentivar mulheres a realizar o autoexame e exames preventivos contra o câncer de mama?
  8. 8. OBJETIVOS OBJETIVO GERAL  Entender o que é o câncer de mama, como ele se desenvolve, os meios de prevenção e de diagnóstico, e as formas de tratamentos disponíveis no Sistema Único e Saúde para tratar a doença. OBJETIVOS ESPECÍFICOS  Compreender os benefícios e os riscos da realização da mamografia;  Estimular a prática do autoexame;  Reconhecer os sinais e sintomas do câncer de mama.
  9. 9. CAPÍTULO I CONSTRUINDO REFERÊNCIAS 1.1 Entendendo o câncer de mama O câncer de mama é uma doença resultante da multiplicação rápida e desordenada de células anormais do tecido da mama, que forma um tumor com potencial de invadir outros órgãos, levar à mutilação e à morte. Porém, a maioria dos casos tem boa resposta ao tratamento quando diagnosticado na fase inicial. Há vários tipos de câncer de mama. Alguns, mais agressivos, desenvolvem-se rapidamente, tornando o tratamento doloroso e menos eficaz. O câncer de mama é o tipo de câncer que mais acomete mulheres no Brasil e no mundo. Segundo Instituto Nacional do Câncer (Inca), em 2016 o Brasil deve registrar 57.960 novos da doença em mulheres entre 40 e 59 anos. Essa enfermidade também pode atingir homens, mas apenas 1% dos casos correspondem a eles. É uma doença silenciosa causada pela multiplicação de células anormais da mama que leve à morte ou à mutilação (no caso das mulheres). Entretanto, o câncer pode ser notado através do autoexame, pois é possível sentir o nódulo a partir de 1cm de comprimento, e tratado com sucesso na fase inicial. Figura1: Dez tipos de câncer mais incidentes previstos para 2016 Fonte: www.inca.gov.br/estimativa/2016/tabelaestados.asp?UF=BR
  10. 10. 1.2 Câncer de mama: Fatores de risco e de proteção Não existe uma causa única para o câncer de mama que é mais comum em mulheres e tem na idade um dos mais importantes fatores de risco para a doença. Cerca de quatro em cada cinco casos ocorrem após os 50 anos. A enfermidade de caráter genético ou hereditário corresponde a apenas 5% a 10% do total de casos da doença. Diversos fatores estão relacionados ao câncer de mama: Fatores ambientais e comportamentais:  Obesidade e sobrepeso após a menopausa;  Sedentarismo;  Consumo de bebida alcoólica;  Exposição frequente a radiações de Raios-X. Fatores da história reprodutiva e hormonal  Primeira menstruação antes de 12 anos;  Não ter tido filhos;  Primeira gravidez após os 30 anos;  Não ter amamentado;  Parar de menstruar após os 55 anos;  Uso de contraceptivos hormonais ;  Ter feito reposição hormonal pós-menopausa, principalmente por mais de cinco anos. Fatores genéticos e hereditários  História familiar de câncer de ovário;  Vários casos de câncer de mama na família, principalmente antes dos 50 anos;  História familiar de câncer de mama em homens;  Alteração genética. A mulher que possui um ou mais desses fatores genéticos ou hereditários é considerada com risco elevado para desenvolver câncer de mama. A presença de um desses fatores de risco não significa que ela terá necessariamente a doença.
  11. 11. Estima-se que 30% dos casos de câncer de mama possam ser evitados quando são adotadas práticas saudáveis como: praticar atividade física, alimentar-se de forma saudável, manter o peso corporal adequado, evitar o consumo de bebidas alcoólicas e amamentar. 1.3 Câncer de mama: Sinais e sintomas Os principais sinais e sintomas do câncer de mama são: caroço (nódulo) fixo, endurecido e, geralmente, indolor, pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja, alterações no bico do peito (mamilo), pequenos nódulos na região embaixo dos braços (axilas) ou no pescoço e saída espontânea de líquido dos mamilos. Ao identificarem alterações persistentes nas mamas, as mulheres devem procurar imediatamente um serviço para avaliação diagnóstica. No entanto, tais alterações podem não ser câncer de mama. 1.4 Detecção Precoce O câncer de mama pode ser detectado em fases iniciais, em grande parte dos casos, aumentando assim as chances de tratamento e cura. Todas as mulheres, independentemente da idade, podem conhecer seu corpo para saber o que é e o que não é normal em suas mamas. É importante que as mulheres observem suas mamas sempre que se sentirem confortáveis para tal (seja no banho, no momento da troca de roupa ou em outra situação do cotidiano), sem técnica específica, valorizando a descoberta casual de pequenas alterações mamárias. A maior parte dos cânceres de mama é descoberta pelas próprias mulheres. Além de estar atenta ao próprio corpo, também é recomendado que mulheres de 50 a 69 anos façam uma mamografia de rastreamento (quando não há sinais nem sintomas) a cada dois anos. Esse exame pode ajudar a identificar o câncer antes do surgimento dos sintomas. Mamografia é uma radiografia das mamas feita por um equipamento de raios X chamado mamógrafo, capaz de identificar alterações suspeitas. Mulheres com risco elevado
  12. 12. para câncer de mama devem conversar com o seu médico para avaliação do risco para decidir a conduta a ser adotada. 1.5 Riscos e benefícios da mamografia de rastreamento No Brasil, a recomendação do Ministério da Saúde é a realização da mamografia de rastreamento (quando não há sinais nem sintomas) em mulheres de 50 a 69 anos, uma vez a cada dois anos. A mamografia de rastreamento pode ajudar a reduzir a mortalidade por câncer de mama, mas também expõe a mulher a alguns riscos. Conheça os principais riscos e benefícios: Benefícios:  Encontrar o câncer no início e permitir um tratamento menos agressivo;  Menor chance de a paciente morrer por câncer de mama, em função do tratamento precoce. Riscos:  Suspeita de câncer de mama. Isso requer outros exames, sem que se confirme a doença. Esse alarme falso (resultado falso positivo) gera ansiedade e estresse;  Câncer existente, mas resultado normal (resultado falso negativo). Esse erro gera falsa segurança à mulher;  Ser diagnosticada e submetida a tratamento, com cirurgia (retirada parcial ou total da mama), quimioterapia e/ou radioterapia, de um câncer que não ameaçaria a vida. Isso ocorre em virtude do crescimento lento de certos tipos de câncer de mama;  Exposição aos Raios X. Raramente causa câncer, mas há um discreto aumento do risco quanto mais frequente é a exposição.
  13. 13. ETAPAS Inicialmente, recebemos orientações sobre o trabalho a ser desenvolvido com a professora Joselma Costa e Márcia Oliveira. Os membros da equipe e o tema foram escolhidos posteriormente. Iniciamos as consultas sobre o tema na biblioteca da escola, mas não encontramos o material suficiente. Com a ajuda da professora Marília Costa, pesquisamos em sites específicos. E para isso, precisávamos chegar mais cedo à escola porque moramos na zona rural, sem acesso a internet. Também sob a supervisão da professora, construimos os textos e o slide para o TCF.
  14. 14. RECURSOS Para a realização dessa pesquisa foram utilizados os seguintes materiais:  Pesquisa na biblioteca da escola;  Pesquisas em sites específicos;  Orientações pela professora Marília;
  15. 15. CRONOGRAMA Atividades AGO SET OUT NOV DEZ Orientação sobre TCF X X X X Formação da equipe X Escolha do tema X Pesquisa bibliográfica X X X Elaboração do sumário provisório X Produção dos textos X X Revisão dos textos X X Produção de slide X Entrega do TCF X Apresentação do TCF X
  16. 16. CONSIDERAÇÕES FINAIS Pelo exposto nesta pesquisa, o câncer de mama, apesar de causa inúmeras mortes no Brasil, pode ser curado se for diagnosticado e tratado na fase inicial. Para isso, é importante que todas as mulheres, independentemente de idade, conheçam seu corpo para saber o que é e o que não é normal em suas mamas. Passado o impacto inicial do diagnóstico, é fundamental o apoio da família, do marido ou do companheiro(a) e iniciar o tratamento adequado ao tipo de câncer. Assim, a resposta ao tratamento será mais eficaz e as dores mais suportáveis. Realizando os exames preventivos regularmente e seguindo as orientações médicas, essa doença que mutila e mata mulheres poderá ser controla. A informação é essencial para a cura.
  17. 17. REFERÊNCIAS http://www.inca.gov.br/wcm/outubro-rosa/2015/deteccao-precoce.asp http://www.inca.gov.br/estimativa/2016/tabelaestados.asp?UF=BR

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