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 PROJETO: SEXUALIDADE NA ADOLESCÊNCIA - 2015
Tendo em vista a necessidade de conscientização dos alunos do 1º ao 3º ano d...
CRONOGRAMA:
Início : MARÇO/ABRIL
16/03 – APRESENTAÇÃO DO PROJETO AOS ALUNOS
23/03 a 27/03 – Entrega das pesquisas em anexo...
o pensamento comum de “não vai acontecer comigo“, e sensações de ser um portador do
vírus.
30/03 E 31/03 – Apresentação do...
Texto 1
Infecções por HIV aumentam no Brasil; no mundo, 54% têm
vírus sem saber
Número de contágios vem caindo, porém mais...
Texto 2
Sobre As Cólicas:
♥ O Que Causa A Cólica Menstrual?
A cólica menstrual é uma dor localizada na regiãoabaixo doumbi...
JáSeiNamorar
Tribalistas
Já sei namorar
Já sei beijar delíngua
Agora só me resta sonhar
Já sei onde ir
Já sei onde ficar
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Conceito Tribalista
Texto anônimo
Na hora de cantar todo mundo enche o peito nas boates, levanta os braços, sorri e dispar...
Texto
O modelo de pesquisa e questionário usado nas atividades de matemática foi
adaptado da pesquisa de Eliana Lucas e Ro...
Amor e Sexo
Rita Lee
Amor é um livro
Sexo é esporte
Sexo é escolha
Amor é sorte
Amor é pensamento, teorema
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Grávida, eu??
Vanessa Arruda1
A sensação de que nada de ruim pode acontecer com si próprio é um dos fatores que predispone...
Garotos II - O Outro Lado
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Seus olhos e seus olhares
Milhares de tentações
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Seus truques e co...
UM HISTORIADOR E UMA MENINA
RENATA MENDONÇA
* Texto em resposta ao artigo de Julio Gomes, intitulado “Fecha as pernas, men...
FECHA AS PERNAS , MENINAS
JULIO GOMES
Julio Cezar de Oliveira Gomes é graduado em História e em Direito pela Uesc.
Causa-m...
Já Sei Namorar -
Tribalistas
Já sei namorar
Já sei beijar de língua
Agora só me resta sonhar
Já sei onde ir
Já sei onde fi...
“Meu primeiro namorado me contaminou
com o vírus HIV”
Carina Penha, 30 anos, está no grupo eleito como um dos mais vulnerá...
OTempo Não Pára
Cazuza
Disparo contra o sol
Sou forte, sou por acaso
Minha metralhadora cheia de mágoas
Eu sou um cara
Can...
Amor E Sexo
Rita Lee
Amor é um livro
Sexo é esporte
Sexo é escolha
Amor é sorte
Amor é pensamento
Teorema Amor é novela
Se...
SABENDO DIZER NÃO
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Será que é a hora e eu me sinto preparada (o) para isso? Há situ...
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Projeto sexualidade na adolescencia

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O trabalho foi desenvolvido para alerta alunos sobre os riscos de uma relação sem proteção e alertar sobre a violência sexual . Alcançou os alunos positivamente , pois eles tiveram a oportunidade de expor vários temas que em casa eles não tem este alcance. Com a colaboração de todo o corpo docente e supervisão Uiara Vaz.

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Projeto sexualidade na adolescencia

  1. 1.  PROJETO: SEXUALIDADE NA ADOLESCÊNCIA - 2015 Tendo em vista a necessidade de conscientização dos alunos do 1º ao 3º ano do Ensino Médio com relação à sexualidade, pretende-se através deste projeto, refletir sobre questões como a gravidez na adolescência, as doenças sexualmente transmissíveis, mudanças no corpo e na mente do adolescente, métodos anticoncepcionais, higiene e auto cuidado, relacionamentos e o adolescente perante a sociedade. Desta forma, procuraremos interagir com os discentes, para que eles construam uma imagem positiva desta fase da vida e para que possam aprender a se prevenir de forma consciente. OBJETIVO GERAL: Despertar nos alunos a consciência de que é de fundamental importância a passagem pela adolescência com responsabilidade, para poderem gozar de uma vida mais saudável e feliz. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Discutir sobre a gravidez indesejada e inesperada e como evitá-la. - Conscientizar os alunos sobre a responsabilidade que devem ter com relação à própria saúde adotando hábitos de autocuidado. - Relacionar e caracterizar as principais doenças sexualmente transmissíveis. - Fazer com que os alunos percebam e conheçam as alterações no corpo do adolescente. - Discutir sobre os sexo em geral: duvidas, incertezas... - Discutir sobre valores culturais, relações sociais e familiares e problemas emocionais relacionados ao sexo fora de hora. CONTEÚDOS: - Mudanças no corpo e na mente do adolescente. - Doenças sexualmente transmissíveis. - Gravidez na adolescência. - Noção de métodos anticoncepcionais. - Higiene e auto cuidado. - Relacionamentos. - Dúvidas mais frequentes dos adolescentes. - Adolescentes X Sociedade. METODOLOGIA: - Leitura de textos diverso - Brincadeiras - Músicas - Textos de auto estima - Filmes -Investigação; -Oficinas; -Abertura; -Feira Cultural; -Painéis Expositivos; -Exposição de Portfólios. RECURSOS DIDÁTICOS: - Data Show - Vídeos - Livros, revistas, textos em geral - Retro projetor - Rádio / Cd`s - Cartazes - TV Pendrive
  2. 2. CRONOGRAMA: Início : MARÇO/ABRIL 16/03 – APRESENTAÇÃO DO PROJETO AOS ALUNOS 23/03 a 27/03 – Entrega das pesquisas em anexo ao projeto , apresentação de filmes, dinâmicas. Filmes parapreparação dos trabalhos. 1º e 2ºano Conversa Intima Informações sobre Métodos Contraceptivos 13 min. Produção: Ferraz Associados Norton Nascimento apresenta os diferentes métodos contraceptivos e as formas de utilização. 1º e 3º ano AIDS – O que é a AIDS 03:34 Sintomas e Diagnósticos 03:42 Convivendo com a AIDS 03:53 Produção: Minha Vida Tv Para alunas: Cólicas Menstruais 31:26 Produção:Programa Mulheres Tv Gazeta Descrição de algumas das atividades do Projeto Nome da atividade: Dinâmica da Assinatura ( após filme sobre AIDS) Disciplina/ professor avaliador: Todos Motivação: porque esta atividade: Levar os alunos a vivenciar uma situação semelhante as situações de contaminação pelo vírus HIV. Operacionalização: A) material utilizado: cartões de papel (folha oficio partida) e caneta B) Data e horário: 05/05 C) Como a sala foi organizada: No inicio da dinâmica os alunos ficaram sentados em circulo depois se espalham para colher assinaturas em seus cartões. D) O que cada aluno fez: O professor marca o verso de alguns cartões com um pequenino x vermelho representando a contaminação, e outros com círculos azuis representando o uso de camisinha; os alunos são incitados a colher o máximo de assinaturas possíveis E) Quais os conhecimentos foram mobilizados: qual a validade do comportamento de “pegador” (aquele que pega muitos garotos/garotas), uso de preservativo, reflexão sobre
  3. 3. o pensamento comum de “não vai acontecer comigo“, e sensações de ser um portador do vírus. 30/03 E 31/03 – Apresentação dos temas pelas turmas, discussão dos textos Divisão dos Temas Divisãodostemaspor turma,levandoemconsideraçãoamaturidade e a matériaque osmesmoestudamem cada série.Ostemasserãoentreguesaosalunosnodia16/03/2015 1003 2002 3001 3002 - Gravidezna Adolescência. - Aborto. - Violência Sexual - Pedofilia. Abordaros temas , os índicesnoBrasil . Doenças sexualmente transmissíveis: HIV Hepatite Sífilis Gonorréia HPV Herpes  Formasde contaminação  Prevenção  Tratamento Métodos Anticoncepcionais: -Pílula -Diu -Laqueadura -Métodoinjetável  O que é?  Índice de falhas.  Modo de uso Métodos Anticoncepcionais: -Camisinhamasculinae feminina -Diafragma -Vasectomia -Píluladodiaseguinte  O que é?  Índice de falhas.  Modo de uso Cada Turma deverá : - A pesquisa será feita com 30 alunos aleatórios e utilizadas para a construção de gráficos nas aulas de matemática. -Preparar os Painéis para as apresentações. -Organizar uma paródia com o tema chave da turma. -Por haver apenas um Datashow na escola, não será possível o uso para a apresentação dos trabalhos dos alunos.
  4. 4. Texto 1 Infecções por HIV aumentam no Brasil; no mundo, 54% têm vírus sem saber Número de contágios vem caindo, porém mais da metade dos infectados não têm consciência disso. Um relatório divulgado nesta quarta-feira pela Unaids (Programa das Nações Unidas para HIV e Aids) revela que o número de infecções com o vírus aumentou 11% no Brasil entre 2005 e 2013, indo na contramão da média global, que apresenta queda. Mesmo entre países vizinho, vem havendo uma redução no índice geral de novos casos. No México e no Peru, por exemplo, essas taxas caíram 39% e 26%, respectivamente. Em se tratando de dados mais globais, um índice do estudo que chama atenção é o fato de de que cerca de 54% das pessoas infectadas no mundo todo não têm consciência disso. Ou seja, 19 milhões das 35 milhões de pessoas que atualmente vivem com HIV no mundo não sabem que têm o vírus. "A vida não deve depender do acesso a um teste de HIV', disse o diretor executivo do Unaids, Michel Sidibé. "Ampliar as ações de forma estratégica é crucial para diminuir a distância entre as pessoas que sabem e as que não sabem que têm HIV, entre as que têm acesso a serviços e as que não o têm – bem como entre as que são protegidas e as que são discriminadas." O relatório, intitulado GAP, compilou dados de 11 instituições parceiras da ONU em 189 países sobre a doença. O documento estima que, até o final do ano passado, 35 milhões de pessoas estavam vivendo com o vírus em todo o mundo. O número confirma a tendência de queda no número de novas infecções, que chega a 13% nos últimos três anos. Mortes O índice de mortes atribuído à Aids também atingiu o mais baixo nível desde 2005, acumula ndo um declínio de 35% no período. A tuberculose continua a ser a principal causa de morte entre as pessoas que vivem com HIV. No Brasil, no entanto, o esse índice aumentou 7% entre 2005 e 2013, assim como ocorreu em outros países vizinhos, como Mèxico (9%). Em toda a América Latina, a Unaids estima que haja 1,6 milhão de pessoas portadoras do HIV. A maioria dos casos (mais de 75%) se concentra em cinco países – além do Brasil, a Argentina, a Colômbia, o México e a Venezuela. Aproximadamente 60% dos HIV positivos na região são homens, incluindo heterossexuais, gays e homens que fazem sexo com outros homens. Os grupos mais vulneráveis ao HIV na América Latina incluem mulheres trangêneros, homens gays e homens que fazem sexo com outros homens, profissionais do sexo e pessoas que injetam drogas. Aproximadamente um terço das novas infecções ocorrem entre jovens de 15 a 24 anos. Grupos relevantes ainda enfrentam um alto índice de estigmatização, discriminação e violência – um cenário que cria obstáculos no acesso à prevenção de HIV, ao tratamento e aos serviços de apoio. Risco concentrado O relatório da Unaids alerta ainda para o fato de que alguns países concentram um maior risco relacionado ao HIV. Na África ao sul do Saara, apenas três países, a Nigéria, a África do Sul e Uganda, respondem juntos por 48% das novas infecções. O documento também destaca seis países – República Centro Africana, República Democratica do Congo, Indonésia, Nigéria, Rússia e Sudão do Sul – como sendo vulneráveis a três ameaças relacionadas à Aids – alto risco de infecção pelo HIV, baixa cobertura de tratamento e pequena ou ausência de declínio no número de novas infecções. Os esforços globais para ampliar o acesso à terapia antirretroviral aos infectados – que é gratuito no Brasil – estão funcionando, destaca a Unaids no relatório. Em 2013, 2,3 milhões de pessoas passaram a ter acesso ao tratamento, elevando o total no mundo para 13 milhões. "Se acelerarmos isso até 2020, estaremos num bom caminho para acabar com a epidemia em 2030. Se não fizermos isso, levaremos uma década extra ou mais", afirma o relatório.
  5. 5. Texto 2 Sobre As Cólicas: ♥ O Que Causa A Cólica Menstrual? A cólica menstrual é uma dor localizada na regiãoabaixo doumbigoque afeta a maioriadas mulheres todos os meses. É chamada pelos médicos de dismenorreia. O transtorno da cólica menstrual tem um vilão: o hormônio prostaglandina. Durante o período menstrual, esse hormônioé liberadona camada interna doútero, conhecida como endométrio, e provoca contraçõesque podem ser muito dolorosas. A dor geralmente nãoé contínua e a intensidade pode variar de mulher para mulher, de organismo para organis mo, de mês para mês. A dor costuma ser mais intensano primeirodia da menstruaçãoe, para maisda metade das mulheres, a cólica é acompanhada de outros sintomas desagradáveis como náuseas, vômitos, palidez, cefaleia, diarreia, vertigem e até desmaio. Os médicos classificama cólica em doistipos:a dismenorreiaprimária, que é a mais comum entre as mulheres, e a dismenorreia secundária, que é a cólica provocada por fatores externos aociclomenstrualcomoendometriose, adenomiose, doença inflamatória pélvica ou mioma. A cólica menstrual comumé um desconforto que atinge aproximadamente 50% das mulheres já logo cedo, a partir das primeiras menstruações, que acontecem por volta dos 11 anos, até a menopausa (climatério), que pode se iniciar a partir dos 40 anos. Qu ando a menina menstrua pela primeira vez e quando o ciclomenstrual se encerra, na menopausa, varia de acordocom cada organismo. Não há uma idade “certa” para que elas ocorram. ♥ É normal sentir cólicas menstruais? A cólica menstrual se caracteriza pela dor localizada na região pélvica abaixo doumbigo que ataca a maioria das mulheres durante o períodomenstrual. Quase todas as mulheres sentem esses sintomase conhecembem as suasconsequências. Alterações de humor, tarefas simples e rotineiras viram um suplício e a disposição s e reduz a pó. O drama começa cedo: já logo após as primeiras menstruações. Mas calma! Essa dor e esse mal-estar sãoesperados e muitocomuns. Ela é causada pelo aumento da produção de um hormônio chamadoprostaglandina que provoca contrações noúteromuitasvezes bastante dolorosas. É o vilãodobem estar feminino durante o período. Porém atenção! Se a dor for muitointensaou se nãoestiver associada ao período de sua menstruação é precisoconsultar logo o seu ginecologista porque a cólica pode ter outras causas dentro ou fora do útero, como, por exemplo doenças como endometriose, adenomiose, doença inflamatória pélvica ou miomas uterinos. Os médicos chamam a cólica comumde dismenorreia primária e a cólica causada por fatores externos à menstruaçãode dismenorreia secundária. ♥A Cólica Menstrual Indica Algum Problema De Saúde? A cólica menstrual é um sintoma comum que afeta quase 90% das mulheres emalgummomentoda vida, e 50% delas sofre comessas dores mensalmente. A cólica comum, ou dismenorreia primá ria, não indica nenhum problema de saúde em específico. Porém há um tipo de cólica que pode ser um indício de que algo está errado com o seu organismo. Os médicos chamam de dismenorreia secundária a cólica associada a alguma alteração nosistema reprodutor feminino. As suas causas podem ser variadas. Desde o usode um dispositivo intra-uterino, o D.I.U., até complicaçõesmais sérias como a existência de endometriose, miomas uterinos, infecção, anormalidades na anatomia do útero ou da vagina, de origem congê nita. Mas lembre-se, consulte ummédicosempre. Somente o seu médicoginecologista poderá avaliar com segurança o que se passa com você. ♥ Por que algumas mulheres têm cólicas e outras não? Cada organismo reage de uma forma aoperíodomenstrual. Lembre-se que a menstruaçãocorresponde à descamaçãodorevestimento internodoútero que nosso corpo prepara para receber um embrião. Se o óvulo não for fecundado, um hormônio chamado prostaglandina faz comque o úterotenha contrações para expelir esse revestime nto que se formou ao longo do ciclo, que se desprende de suas paredes. Por isso há o sangramento que chamamos menstruação. Algumas mulheres são maissensíveis a esse processoouo útero temdificuldades em expelir seurevestimento interno, o que ca usa contrações intensas e provoca a dor ou o desconforto que chamamos de cólica. Não esqueça que as cólicaspodemvir acompanhada de outros incômodos como náuseas, mal estar, vômitos, cefaleias, diarreias, desmaios, aumento e sensibilidade nas mamas, depressão, do r lombar e etc. ♥ Por Quantos Dias Eu Vou Sofrer Com As Cólicas Menstruais? Cólica pode começar cerca de 8 horas antesda menstruaçãoe persistir por até 72 horas após o primeirodia de sangramento. El a está associada aoinício dofluxo menstrual e pode vir acompanhada de alguns outros sintomasconsiderados normais pelos médicos, mas muito desconfortáveis, como dores de cabeça, dor lombar, náuseas e vômitos, diarreia, irritabilidade e indisposição. A intensidade da dor está associada a fatores genéticos comoa duraçãoe intensidade dofluxomenstrual, a idade da menina qu ando tem sua primeira menstruação, hábitos e vícios comotabagismo, consumode álcool, históriade abuso sexual e obesidade, além de estresse e distúrbios emocionais. A dismenorreia primária, frequentemente, melhora após a terceira década e após o parto.
  6. 6. JáSeiNamorar Tribalistas Já sei namorar Já sei beijar delíngua Agora só me resta sonhar Já sei onde ir Já sei onde ficar Agora só me falta sair Não tenho paciência pra televisão Eu não sou audiência para a solidão Eu sou de ninguém Eu sou de todo mundo E todo mundo me quer bem Eu sou de ninguém Eu sou de todo mundo E todo mundo é meu também Já sei namorar Já sei chutar a bola Agora só me falta ganhar Não tenho juízo Se você quer a vida em jogo Eu quero é ser feliz Não tenho paciência pra televisão Eu não sou audiência para a solidão Eu sou de ninguém Eu sou de todo mundo E todo mundo me quer bem Eu sou de ninguém Eu sou de todo mundo E todo mundo é meu também Tô te querendo Como ninguém Tô te querendo Como Deus quiser Tô te querendo Como eu te quero Tô te querendo Como se quer (2x)
  7. 7. Conceito Tribalista Texto anônimo Na hora de cantar todo mundo enche o peito nas boates, levanta os braços, sorri e dispara: “Eu sou de nínguém, eu sou de todo mundo e todo mundo e meu também”. No entanto passado o efeito do uísque com energético e dos beijos descompromissados os adeptos da geração “tribalista” se dirigem aos consultórios terapêuticos, ou alugam os ouvidos do amigo mais próximo e reclamam da solidão, ausência de interesse das pessoas, descaso e rejeição. A maioria não quer ser ninguém, mas quer que seja seu. Beijar na boca é bom? Claro que é! Se manter sem compromisso, viver rodeado de amigos em baladas animadíssimas é legal. Será que os grupos tribalistas se esqueceram da velha lição ensinada no colégio, onde “toda ação tem reação”? Agir como tribalista tem conseqüências boas e ruins, como tudo na vida. Aliás, quando foi que se estabeleceu que o namoro e sinônimo de cobrança? A nova geração prega liberdade, mas acaba tendo visões unilaterais. Desconhece a delícia de assistir filmes debaixo das cobertas num dia chuvoso, comendo pipoca quente, desconhece o prazer de dormir junto abraçado, roçando os pés sob as cobertas e a troca de cumplicidade, carinho e amor. Namorar é algo que vai muito além das cobranças. É cuidar do outro e ser cuidado por ele, é telefonar só para dizer bom dia, ter alguém para fazer e receber cafuné, um colo para chorar, uma mão para enxugar as lágrimas. Enfim: é ter “alguém para amar”. Já dizia o poeta que “amar se aprende amando. E se seguirmos esse raciocínio, esbarraremosna lição que nos foi passada: relação é sinônimo de desilusão. Talves seja por isso que pronunciar a palavra namora traga muito medo e rejeição. No entanto, vivemos em uma época muito diferente daquela em que nossos pais viveram. Hoje podemos optar com maior liberdade a “não comer sal juntos até morrer”. Não precisamos amar sob conceitos que nos foram passados. Somos livres para optarmos. E ser livre não é beijar na boca e não ser de ninguém. É ter coragem, ser autêntico e se permitir viver um sentimento.... É arriscar, pagar para ver e correr atrás da felicidade. É doar, receber, é estar disponível de alma, para que as surpresas da vida possam surgir. É compartilharmos momentos de alegria e buscar proveito até mesmo das coisas ruins. Ser de todo mundo, não ser de ninguém, é o mesmo que não ter ninguém, é o mesmo que não ter ninguém também. É estar fadado ao fracasso relacional e a tão temida solidão
  8. 8. Texto O modelo de pesquisa e questionário usado nas atividades de matemática foi adaptado da pesquisa de Eliana Lucas e Rosana Penna Rodrigues na Revista Mundo Jovem Ano XLI – Nº 335 – Março 2003 Barreto. Questões Marque seu sexo F___ M___ 1) Masturbação mútua é uma prática sexual segura contra o virus HIV? Sim ( ) Não ( ) 2) Doação de sangue pode contaminar o doador? Sim ( ) Não ( ) 3) Coito interrompido é uma prática segura na prevenção da Aids? Sim ( ) Não ( ) 4) Pílula anticoncepcional é uma prática segura na prevenção da Aids?; fidelidade do homem é importante ou muito importante no combate a contaminação? Sim ( ) Não ( ) 5) Fidelidade da mulher é importante ou muito importante no combate a contaminação? Sim ( ) Não ( ) 6) Virgindade do homem é importante ou muito importante no combate a contaminação? Sim ( ) Não ( ) 7) Virgindade da mulher é importante ou muito importante no combate a contaminação? Sim ( ) Não ( ) 8) Abstinência sexual masculina é importante ou muito importante no combate a contaminação? Sim ( ) Não ( ) 9) Abstinência sexual feminina é importante ou muito importante no combate a contaminação? Sim ( ) Não ( ) 10) Você já teve relação sexual? Sim ( ) Não ( ) 11) Se você é iniciado sexualmente quando você iniciou as atividade a) entre os 10 e 13 anos ( ) b) 14 e 17 anos de idade( ) 11) Você teve atividade sexual nos últimos 30 dias? Sim ( ) Não ( ) 12) Você faz uso da camisinha todas as vezes que têm relação sexual? a) algumas vezes ( ) b) nunca usam( ) 13) Você faz uso de bebidas alcoólicas; ( ) 14) É usuário de drogas injetáveis? ( ) 15) Você tem plano ou seguro saúde ou convênio médico? ( ) 16) Utiliza recursos da saúde pública? ( ) 17) Você trabalha? ( ) 18) Se trabalha marque seu rendimento( ) a) Ganha entre 1 e 2 SM; ( ) b) 2 ou 3 SM( ) 18) Quem você escolhe para conversar acerca de sexo, HIV, e gravidez? a) os amigos; ( ) b) mãe; ( ) c) namorado ( ) d) os irmãos; ( ) e) professores; ( ) f) pai ( ) g) profissional da saúde; ( ) 19) Você segue o que essas pessoas aconselham( ) a) Sigo( ) b) Sigo às vezes( ) c) Não sigo( ) 20) Marque sua principal fonte de informação a) Televisão ( ) b) Livros ( ) c) Revistas ( ) d) Profissionais ( )
  9. 9. Amor e Sexo Rita Lee Amor é um livro Sexo é esporte Sexo é escolha Amor é sorte Amor é pensamento, teorema Amor é novela Sexo é cinema Sexo é imaginação, fantasia Amor é prosa Sexo é poesia O amor nos torna patéticos Sexo é uma selva de epiléticos Amor é cristão Sexo é pagão Amor é latifúndio Sexo é invasão Amor é divino Sexo é animal Amor é bossa nova Sexo é carnaval Amor é para sempre Sexo também Sexo é do bom... Amor é do bem... Amor sem sexo, É amizade Sexo sem amor, É vontade Amor é um Sexo é dois Sexo antes, Amor depois Sexo vem dos outros, E vai embora Amor vem de nós, E demora Amor é cristão Sexo é pagão Amor é latifúndio Sexo é invasão Amor é divino Sexo é animal Amor é bossa nova Sexo é carnaval Amor é isso, Sexo é aquilo E coisa e tal... E tal e coisa...
  10. 10. Grávida, eu?? Vanessa Arruda1 A sensação de que nada de ruim pode acontecer com si próprio é um dos fatores que predisponentes para que apareça uma gravidez indesejável. Andando pela cidade de Vespasiano, do centro ao bairro mais afastado, deparei com uma cruel realidade, que muitos só veem pelos jornais e televisão: a gravidez em adolescentes. Dados fornecidos pela Secretaria Municipal de Saúde de Vespasiano, que desenvolve diversas ações para minimizar a situação, confirmam esta preocupação e vem justificar o uso deste espaço como forma de orientação, tanto para os pais quanto para os adolescentes. Conscientizar os jovens sobre o uso de sue corpo, sobretudo valoriza-lo é o objetivo maior. No entanto o que mais assusta incluindo a quebra do tabu da virgindade é a despreocupação com as doenças sexuais transmissíveis e com a possibilidade de uma gravidez indesejada. Além, é claro, da permissividade dos pais. No livro os direitos dos pais, de Tânia Zagury, há uma mensagem clara de que os aos pais têm direitos ( e devem) dar limites aos filhos. Impor horários; saber quem são os amigos dos filhos, por onde andam, entrar, sim nos quartos deles, contudo, usando da boa educação e batendo à porta antes de entrar; de verificar cadernos e deveres de escola; de dialogar e de mostrar autoridade. Tal atitude não está fora de moda como vem sendo adotada por uma corrente que prega sobre os direitos ( excessivos) dos filhos. Esta mesma corrente se esquece de que filhos também tem deveres que devem ser cobrados pelos responsáveis. A autora ainda enfatiza que esta abordagem vem abrindo um espaço de desacertos na educação dos filhos de forma agravante. Sem sombra de dúvida que a mídia tem grande responsabilidade no comportamento de todos, principalmente dos adolescentes. Esta constatação se deu com a gravidez de Xuxa, há sete anos atrás. A sua produção independente estimulou a moçada a fazer muito sexo sem se dar conta de que a celebridade Xuxa, formadora de opinião e de comportamentos vivia e vive uma realidade muito distante dos brasileiros comuns. Parece que ela e a Rede Globo esqueceram-se de que a loura lidava com uma faixa etária que a seguiria nos mínimos detalhes. Eles só não se esqueceram de deixar que o nome “Sacha” se popularizasse. Tanto que os cartórios proibiram registros de crianças com esse mesmo nome. Foi emocionante ver divulgado em horário nobre a gravidez com o papai Luciano Szafir ao lado, visivelmente rejeitado pela mamãe Xuxa e mostrar a opção de não se casarem. A partir daí, dados indicam o número excessivo de adolescentes grávidas. E depois? 1 Vanessa Arruda é jornalista e mãe do aluno Túlio Salvatore do Instituto Itapoá em Belo Horizonte
  11. 11. Garotos II - O Outro Lado Leoni Seus olhos e seus olhares Milhares de tentações Meninas são tão mulheres Seus truques e confusões Se espalham pelos pelos Boca e cabelo Peitos e poses e apelos Me agarram pelas pernas Certas mulheres como você Me levam sempre onde querem Garotos não resistem Aos seus mistérios Garotos nunca dizem não Garotos como eu Sempre tão espertos Perto de uma mulher São só garotos Seus dentes e seus sorrisos Mastigam meu corpo e juízo Devoram os meus sentidos Eu já não me importo comigo Então são mãos e braços Beijos e abraços Pele, barriga e seus laços São armadilhas E eu não sei o que faço Aqui de palhaço Seguindo seus passos Garotos não resistem Aos seus mistérios Garotos nunca dizem não Garotos como eu sempre tão espertos Perto de uma mulher São só garotos São só garotos Se espalham pelos pelos Boca e cabelo Peitos e poses e apelos Me agarram pelas pernas Certas mulheres como você Me levam sempre onde querem Garotos não resistem Aos seus mistérios Garotos nunca dizem não Garotos como eu Sempre tão espertos Perto de uma mulher Garotos não resistem Aos seus mistérios Garotos nunca dizem não Garotos como eu Sempre tão espertos Perto de uma mulher São só garotos Perto de uma mulher São só garotos Perto de uma mulher São só ... garotos Questionamento:( Música) 1) Qual o foco principal damúsica? 2) O homemse posicionacomoumavítima indefesa, quandoele se refere “pelos,bocae cabelo”.Você viuhomensacusadosde abusosexual se utilizardestetipodefesaparafugiremdapunição? 3) Você definiriaamulherculpadaouinocente de abusossexuais?
  12. 12. UM HISTORIADOR E UMA MENINA RENATA MENDONÇA * Texto em resposta ao artigo de Julio Gomes, intitulado “Fecha as pernas, menina”. Historiador: Sabe menina, ando impressionado como descuido de muitas mães com a conduta de suas filhascrianças. Na minha época não era assim viu? Menina: Como era na sua época? Os pais também cuidavam das filhas? E os filhos? Observavam a conduta deles também? Historiador: Não menina, me refiro a preocupação com o pudor. Menina tem que ter modos. Menina: Como é ter modos? Historiador: Não pode sentar como as pernas abertas, por exemplo. Menina que senta com as pernas abertas, ninguém respeita, depois não pode reclamar viu? Menina: Menino também não pode né? Historiador: Menino pode sim, menino pode tudo, menino é diferente. Menina: Diferente como? Historiador: Olha menina, hoje em dia muitas crianças e adolescentes são vítimas de violência sexual. Mais de 80% das vítimas são mulheres, você sabia? Menina: E a culpa é delas? Historiador: Ah minha querida, se as meninas e mulheres soubessem como se comportar. Mas nesse mundo de hoje elas atiçam. Parecem até que estão pedindo. Não se dão o respeito. E homem você sabe como é né? É o instinto. Menina: Mas senhor historiador, desculpe perguntar, e os homens que estupram? E os pedófilos? Não tem culpa? Historiador: Ah, você pergunta muito viu? Menina que é curiosa assim, não sei não. Menina: Sabe historiador,minha professorame ensinou umas coisasdiferentes lá na escola. El a me disse que estupro e pedofilia não écoisa dos dias de hoje, que sempre existiu. Que antigamente era pior, que nem era crime, as pessoas achavamnormal.Que até pouco tempo, aqui no Brasil,o marido nunca poderia ser acusado de estuprar a esposa. Ela ensinou também que tem umas culturas diferentes da nossa que as meninas usam burca, sabe aquela roupa que cobre a pessoa toda Historiador? Ela ensinou que mesmo lá os homens estupram as meninas. Minha professora é ótima, te levo lá na escola pra ver umas aulas dela, o senhor quer? Eu também fiquei assustada com esses números viu historiador? Mas sabe o que eu acho? Eu acho que a culpa pelo estupro é do estuprador e a culpa pela pedofiliaédo pedófilo,bem simples.A culpa não pode ser da vítima, o nome já diz, vítima. A culpa também não pode ser das mães das vítimas, como uma mãe pode ser culpada por isso? Não entendo. Eu quero ser livre, igual a menino, pode? E se a gente ensinasse aos meninos que não pode estuprar? Se a gente ensinasse às pessoas a não abusar e não violentar crianças? Olha historiador,acho que tem muita coisa errada viu? Na sociedade. Mas eu não quero ser como as meninas da sua época. Quero ser uma menina do futuro. Uma menina que é respeitada por ser humana, independente do seu comportamento. Toda menina deveria ser tratada com dignidade, o senhor não acha? Ah… essa conversa de moral e bons costumes é tão chata historiador. Tenho que ir. Até logo. Questionamentos: 1) O texto debate duas opiniões : Você, defenderia qual ponto de vista: Por quê? 2) As mulheres /meninas realmente estão abusando nas vestimentas , provocando os homens ou historicamente os homens sempre se passaram como “vítimas” dos abusos praticados por eles. Dê sua opinião sincera.
  13. 13. FECHA AS PERNAS , MENINAS JULIO GOMES Julio Cezar de Oliveira Gomes é graduado em História e em Direito pela Uesc. Causa-me forte impressão o descuido de muitas mães de hoje em dia com a conduta de suas filhas ainda crianças, tanto nas classes mais populares como, até mesmo, nas mais abastadas e bem escolarizadas. Na época em que era criança – nasci em 1965 – cresci ouvindo as mães advertindo suas filhas para que tivessem “modos” e “cuidado”. Uma das expressões mais ouvidas, quando as meninas se sentavam displicentemente, com as pernas abertas, mostrando em público a calcinha ou parte dela, era o famoso:“fecha as pernas, menina, e senta direito.” Isso valia para ricos e pobres. Para negros e brancos. Para filhas de doutor ou de trabalhador rural. A preocupação das mães com o pudor e com não expor suas filhas permeava toda a sociedade. Hoje, no Brasil, temos índices vergonhosos de violência sexual praticada contra crianças. Incorporou - se plenamente ao vocabulário cotidiano uma palavra antes quase desconhecida, que designa este tipo de crime: pedofilia. Os números são alarmantes: Segundo o Mapa da Violência 2012 – Crianças e Adolescentes no Brasil, publicado pelo Centro Brasileiro de Estudos Latino Americanos, com base em registros do SINAN, foram atendidos, em 2011, um total de 10.425 crianças e adolescentes vítimas de violência sexual. A grande maioria do sexo feminino: 83,2%, sendo que a maior incidência de atendimentos registra -se na faixa de 10 a 14 anos. Estes números não traduzem senão muito palidamente a realidade, que é muitíssimo pior, pois a criança ou adolescente simplesmente não dispõe, na imensa maioria das vezes, de meios para denunciar seu agressor, que quase sempre é um familiar com forte ascendência sobre ela, passando a sofrer a violência calada, por anos a fio. Acrescente-se que, em muitos casos, após cometer o abuso ou a violência sexual, o criminoso, buscando não ser identificado, mata barbaramente a criança indefesa, trazendo-nos outra palavra bem pouco pronunciada em anos passados: infanticídio. Para constatarmos esta avalanche de violência sexual contra crianças e adolescentes não precisamos recorrer às estatísticas oficiais. Basta ligarmos o rádio, a TV ou acessarmos à internet, e todos os dias nos depararemos com casos similares. No Brasil em que as leis são normalmente ineficazes para conter a prática de crimes, resta às famílias – sobretudo às mães – dar as orientações cabíveis quanto à conduta e manter a vigilância necessária em favor de suas filhas e filhos. E denunciar imediatamente qualquer fato suspeito. Aqui, mais do que nunca, mais vale prevenir do que remediar. Questionamento:( Música) 1) Qual o foco principal do texto? 2) Você acha ser culpa exclusiva da mãeda violência sofrida por seus filhos? 3) Mulheres e criançasabusadassexualmente, buscampor esta violência ou não ? Opine.
  14. 14. Já Sei Namorar - Tribalistas Já sei namorar Já sei beijar de língua Agora só me resta sonhar Já sei onde ir Já sei onde ficar Agora só me falta sair Não tenho paciência pra televisão Eu não sou audiência para a solidão Eu sou de ninguém Eu sou de todo mundo E todo mundo me quer bem Eu sou de ninguém Eu sou de todo mundo E todo mundo é meu também Já sei namorar Já sei chutar a bola Agora só me falta ganhar Não tenho juízo Se você quer a vida em jogo Eu quero é ser feliz Não tenho paciência pra televisão Eu não sou audiência para a solidão Eu sou de ninguém Eu sou de todo mundo E todo mundo me quer bem Eu sou de ninguém Eu sou de todo mundo E todo mundo é meu também Tô te querendo Como ninguém Tô te querendo Como Deus quiser Tô te querendo Como eu te quero Tô te querendo Como se quer 1) Quais as consequências poderia ter a saúdedesta pessoa que expressa na música “não sou de ninguém ,eu sou de todo mundo” levando em consideração não prevenção a gravideze/ou doenças? 2) O foco da música é natural para vocêou não? Hoje, para o adolescente , é importante estar com muitos ao mesmo tempo?
  15. 15. “Meu primeiro namorado me contaminou com o vírus HIV” Carina Penha, 30 anos, está no grupo eleito como um dos mais vulneráveis à aids: as mulheres jovens Fernanda Aranda, iG São Paulo Divulgação Carina Penha descobriu o HIV aos 24 anos e só tinha tido um namorado Carina queria ser Cinderela. Uma princesa do tipo moleca, que gostava de subir em árvores quando menina, mas sonhava com a chegada do príncipe e do casamento com véu e grinalda. No conto de fadas em que vivia, no município de Caxias do Sul (RS), não imaginava que o primeiro namorado iria apresentá-la ao vírus causador da aids e infectá-la com uma doença que parecia, naqueles tempos, ser personagem só de história de terror. “Nem sabia direito o que era HIV . Era uma daquelas coisas que a gente pensa que só acontece com o vizinho”, lembra Carina Penha, hoje com 30 anos e sabidamente soropositiva desde os 24. “Comecei a namorar aos 16. Tinha um relacionamento de 8 anos quando descobri estar infectada. Quase morri de tristeza. Mas sobrevivi”, diz ela, que agora é professora e contadora de histórias. Carina ainda adora os contos de príncipes e princesas – sempre presentes em seus trabalhos com crianças, adolescentes, adultos e idosos – mas salpica seus relatos com informações sobre a aids. Aproveita o talento para contar histórias do mundo da fantasia e dissemina informações contra o preconceito real existente em torno da doença. Alerta às jovens que, basta transar sem camisinha – mesmo que o parceiro pareça um príncipe – para estar no alvo dos novos casos de contaminação. O grupo etário feminino (de 13 a 25 anos), inclusive, foi classificado nesta semana pelo Ministério da Saúde, como um dos mais vulneráveis ao vírus HIV. A vivência de Carina consegue exemplificar um pouco o porquê das mulheres jovens ocuparem esta posição. “E talvez a minha trajetória ajude outras mulheres da minha idade a não entrarem para as estatísticas da aids”, acredita ela, que sempre começa a contar sua história assim.
  16. 16. OTempo Não Pára Cazuza Disparo contra o sol Sou forte, sou por acaso Minha metralhadora cheia de mágoas Eu sou um cara Cansado de correr Na direção contrária Sem pódio de chegada ou beijo de namorada Eu sou mais um cara Mas se você achar Que eu tô derrotado Saiba que ainda estão rolando os dados Porque o tempo, o tempo não pára Dias sim, dias não Eu vou sobrevivendo sem um arranhão Da caridade de quem me detesta A tua piscina tá cheia de ratos Tuas ideias não correspondem aos fatos O tempo não pára Eu vejo o futuro repetir o passado Eu vejo um museu de grandes novidades O tempo não para Não para, não, não pára Eu não tenho data pra comemorar Às vezes os meus dias são de par em par Procurando agulha num palheiro Nas noites de frio é melhor nem nascer Nas de calor, se escolhe: é matar ou morrer E assim nos tornamos brasileiros Te chamam de ladrão, de bicha, maconheiro Transformam o país inteiro num puteiro Pois assim se ganha mais dinheiro A tua piscina tá cheia de ratos Tuas ideias não correspondem aos fatos O tempo não pára Eu vejo o futuro repetir o passado Eu vejo um museu de grandes novidades O tempo não para Não para, não, não pára Dias sim, dias não Eu vou sobrevivendo sem um arranhão Da caridade de quem me detesta A tua piscina tá cheia de ratos Tuas ideias não correspondem aos fatos O tempo não pára Eu vejo o futuro repetir o passado Eu vejo um museu de grandes novidades O tempo não pára Não para, não, não pára Questionamento:( Música) Essa musica é algo autobiográfico , mais identifica e define o Cazuza. foi feita num momento da vida dele que era muito julgado e sempre poética mesmo com seus problemas (tal dito cujo, a doença). 1) A AIDS ainda continua contaminando pessoas,os cuidados para prevenção são ignorados.Você, mesmo sabendo dos riscosda contaminação da doença faria: a) Transariasemcamisinha,semter certeza da contaminação ou não do (a) sua parceiro(a)? Simou não ? Por que? b) Usaria alicatecompartilhado comoutras pessoas? Simou não ? Por que? c) Pediria uma mulher , mesmo sendo sua conhecida para amamentar seu filho em caso extremo? d) Socorreria uma pessoa ensanguentada que sofreu um acidente manuseando sem material de proteção (luvas) ? e) Você , analisando a questões acima poderia hojeter AIDS?
  17. 17. Amor E Sexo Rita Lee Amor é um livro Sexo é esporte Sexo é escolha Amor é sorte Amor é pensamento Teorema Amor é novela Sexo é cinema Sexo é imaginação Fantasia Amor é prosa Sexo é poesia O amor nos torna Patéticos Sexo é uma selva De epiléticos Amor é cristão Sexo é pagão Amor é latifúndio Sexo é invasão Amor é divino Sexo é animal Amor é bossa nova Sexo é carnaval Oh! Oh! Uh! Amor é para sempre Sexo também Sexo é do bom Amor é do bem Amor sem sexo É amizade Sexo sem amor É vontade Amor é um Sexo é dois Sexo antes Amor depois Sexo vem dos outros E vai embora Amor vem de nós E demora Amor é cristão Sexo é pagão Amor é latifúndio Sexo é invasão Amor é divino Sexo é animal Amor é bossa nova Sexo é carnaval Oh! Oh! Oh! Amor é isso Sexo é aquilo E coisa e tal E tal e coisa Uh! Uh! Uh! Ai o amor Hum! O sexo 1) A música define claramente o pensamento do autor sobre amor e sexo? Você concorda com quais trechos da música. 2) Hoje, homens e mulheres sentem necessidade de prevenir contra doenças e gravidez indesejadas que o sexo pode ocasionar, quais o métodos hoje mais usados hoje no auxílio de prevenção aos dois? 3) Você acredita em sexo sem amor?
  18. 18. SABENDO DIZER NÃO Transar ou não transar... Que dúvida... Será que é a hora e eu me sinto preparada (o) para isso? Há situações em que os motivos para dizer SIM são muitos e as razões para dizer NÃO também. Primeiramente, é importante identificar os próprios sentimentos, e isso é uma habilidade que se aprende. Dessa forma, as relações sociais podem se tornar mais transparentes, mais objetivas, estabelecendo-se limites e possibilidades. Discordar de alguém faz parte da maturidade e indica que há formas divergentes de pensar, sentir e agir. Não importa que surjam afirmações generalizados, como "Todo mundo faz isso", "Se não entrar nessa, você está fora do grupo". O importante não é seguir a maioria e sim amadurecer a decisão a ser tomada. Há muitas maneiras de dizer NÃO, como há pessoas que reagem de formas diferentes à negação. É adequado dizer NÃO quando não se tem certeza do que se quer, quando não se sente pronto(a), quando não se tem vontade, mesmo sob pressão. E dizer com segurança "Não gosto de ser pressionado(a)". Há casos em que a necessidade de refletir sobre a decisão pode adiar a resposta, como "Pensarei sobre isso". Se determinadas situações foram bem pensadas, não há porque temer o fato de desagradar alguém. Refletir, amadurecer e falar diretamente dos sentimentos e das decisões a outra pessoa é saber viver com coerência e autonomia. 1) O música Amor e Sexo da Rita Lee expressa de forma clara que amor se sexo é apenas amizade, e muitos jovens são pressionados a “transa” como prova de amor. Já o texto acima fala da vontade de cada um , saber dizer não. Enquanto adolescente, a pressão em estar no grupo é grande?

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