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Minerais de origem metamórfica Recristalização Minerais índice Escola Secundária de Viriato - 2008 - A.S.
<ul><li>Os minerais das rochas sujeitas a metamorfismo tornam-se instáveis, pelo que se recombinam, formando, por  recrist...
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<ul><li>As transformações mineralógicas que ocorrem, por recristalização, durante os processos metamórficos podem resultar...
<ul><li>A andaluzite, a distena e a silimanite constituem um importante exemplo de transformação polimórfica – são  minera...
<ul><li>O facto de uma rocha metamórfica possuir  andaluzite  permite inferir que a mesma se formou em  condições relativa...
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<ul><li>Um dos critérios para classificar o metamorfismo é a  extensão da área atingida : </li></ul><ul><li>Metamorfismo l...
<ul><li>O  metamorfismo de contacto  é um exemplo de metamorfismo local; </li></ul><ul><li>Resulta da instalação de um mag...
<ul><li>A espessura da orla e o seu grau de metamorfismo dependem da temperatura do magma, bem como da dimensão da intrusã...
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<ul><li>O metamorfismo de contacto também pode ser causado por  extrusões magmáticas . </li></ul><ul><li>Neste caso, este ...
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<ul><li>As rochas de metamorfismo regional caracterizam-se por sucessivas fases de recristalização e de deformação, devido...
<ul><li>Este processo de  anatexia  ocorre já no domínio do denominado  ultrametamorfismo , o qual marca a fronteira entre...
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<ul><li>Há autores que classificam o xisto argiloso não como rocha metamórfica, mas como rocha sedimentar com  fissilidade...
<ul><li>Contudo,   estas rochas metamórficas foliadas, bem como as corneanas (não foliadas), podem resultar da alteração m...
<ul><li>As rochas metamórficas são, na sua generalidade, resistentes e duráveis, por variadas razões: </li></ul><ul><li> ...
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<ul><li>DIAS, A.G et al. (2004).  Geologia 11 . Porto: Areal Editores </li></ul><ul><li>SILVA, A.D et al. (2004).  Terra, ...
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Rochas MetamóRficas

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Rochas MetamóRficas

  1. 1. Minerais de origem metamórfica Recristalização Minerais índice Escola Secundária de Viriato - 2008 - A.S.
  2. 2. <ul><li>Os minerais das rochas sujeitas a metamorfismo tornam-se instáveis, pelo que se recombinam, formando, por recristalização , novas associações minerais compatíveis com as condições termodinâmicas do novo ambiente. </li></ul><ul><li>Alguns minerais são comuns às rochas ígneas (quartzo, feldspatos, …) e às rochas sedimentares (calcite, dolomite, …). </li></ul><ul><li>Outros são exclusivos, formando-se em condições de pressão e temperatura bem definidas, variáveis apenas dentro de limites muito restritos. </li></ul>Escola Secundária de Viriato - 2008 - A.S.
  3. 3. Escola Secundária de Viriato - 2008 - A.S.
  4. 4. Escola Secundária de Viriato - 2008 - A.S.
  5. 5. <ul><li>As transformações mineralógicas que ocorrem, por recristalização, durante os processos metamórficos podem resultar da: </li></ul><ul><li> alteração da composição química dos minerais, por circulação de fluidos; </li></ul><ul><li> instabilidade entre dois ou mais minerais, indutora de reacções mineralógicas entre eles, com formação de novos minerais sem que ocorra variação na composição química global da rocha; </li></ul><ul><li> alteração da estrutura cristalina do mineral, sem variação da composição química; neste caso, ocorre uma transformação polimórfica. </li></ul>Escola Secundária de Viriato - 2008 - A.S.
  6. 6. <ul><li>A andaluzite, a distena e a silimanite constituem um importante exemplo de transformação polimórfica – são minerais polimórficos . </li></ul><ul><li>A composição destes minerais é idêntica (Al 2 SiO 5 ); porém possuem diferentes estruturas cristalinas. </li></ul>Escola Secundária de Viriato - 2008 - A.S.
  7. 7. <ul><li>O facto de uma rocha metamórfica possuir andaluzite permite inferir que a mesma se formou em condições relativamente baixas de pressão e temperatura . </li></ul><ul><li>Por outro lado, a presença de distena indica ambientes metamórficos de altas pressões , enquanto a silimanite indica ambientes metamórficos de elevadas temperaturas . </li></ul><ul><li>Por esta razão, estes minerais são denominados minerais índice ou indicadores das condições de pressão e de temperatura reinantes aquando da formação das rochas metamórficas que os contém. </li></ul>Escola Secundária de Viriato - 2008 - A.S.
  8. 8. <ul><li>Tendo em conta as condições de pressão e temperatura que estiveram presentes, pode considerar-se: </li></ul><ul><li> metamorfismo de baixo grau ; metamorfismo de médio grau e metamorfismo de alto grau ; </li></ul><ul><li>Um aumento da intensidade do metamorfismo é geralmente acompanhado por uma maior granularidade da rocha devido a intensos fenómenos de recristalização. </li></ul><ul><li>As diferentes zonas metamórficas são delimitadas por superfícies de igual grau de metamorfismo – isógradas – definidas pelos pontos onde ocorrem pela primeira vez determinados minerais índice. </li></ul>Escola Secundária de Viriato - 2008 - A.S.
  9. 9. <ul><li>Um dos critérios para classificar o metamorfismo é a extensão da área atingida : </li></ul><ul><li>Metamorfismo local , de carácter bastante localizado; </li></ul><ul><li>Metamorfismo regional , que afecta extensas zonas. </li></ul>Escola Secundária de Viriato - 2008 - A.S.
  10. 10. <ul><li>O metamorfismo de contacto é um exemplo de metamorfismo local; </li></ul><ul><li>Resulta da instalação de um magma, a elevadas temperaturas, no seio das rochas pré-existentes. </li></ul><ul><li>Estas intrusões magmáticas metamorfizam as rochas circundantes devido, essencialmente, à sua elevada temperatura e à libertação de fluidos; </li></ul><ul><li>A orla das rochas alteradas metamorficamente em torno de uma intrusão magmática designa-se auréola metamórfica . </li></ul>Escola Secundária de Viriato - 2008 - A.S.
  11. 11. <ul><li>A espessura da orla e o seu grau de metamorfismo dependem da temperatura do magma, bem como da dimensão da intrusão e da profundidade a que esta ocorre. </li></ul><ul><li>O efeito dos agentes de metamorfismo de contacto atenua-se com a distância ao corpo magmático, pelo que as auréolas são constituídas por rochas com diferentes graus de metamorfismo. </li></ul><ul><li>As rochas metamórficas que se formam no contacto imediato com a intrusão magmática- as de mais alto grau de metamorfismo da auréola- designam-se, genericamente, corneanas , devido ao seu aspecto córneo. </li></ul>Escola Secundária de Viriato - 2008 - A.S.
  12. 12. Escola Secundária de Viriato - 2008 - A.S.
  13. 13. <ul><li>O metamorfismo de contacto também pode ser causado por extrusões magmáticas . </li></ul><ul><li>Neste caso, este tipo de metamorfismo é, em regra, de baixo grau , dado que, na superfície da Terra, o arrefecimento das lavas é muito rápido. </li></ul><ul><li>No metamorfismo de contacto, o calor e os fluidos emanados pelo magma são os factores metamórficos dominantes, verificando-se uma recristalização mineralógica intensa. </li></ul><ul><li>As rochas metamórficas formadas por este tipo de metamorfismo não são, no geral, orientadas, isto é, não apresentam texturas foliadas , dado o papel secundário da tensão. </li></ul>Escola Secundária de Viriato - 2008 - A.S.
  14. 14. <ul><li>É o mais frequente e ocorre em vastas áreas, afectando uma grande extensão de rochas, na sequência de fenómenos tectónicos de larga escala, como por exemplo, o afastamento e a colisão de placas litosféricas . </li></ul><ul><li>O metamorfismo regional deve-se a temperaturas e a tensões moderadas a elevadas , bem como a circulação de fluidos . </li></ul>Escola Secundária de Viriato - 2008 - A.S.
  15. 15. Escola Secundária de Viriato - 2008 - A.S.
  16. 16. <ul><li>As rochas de metamorfismo regional caracterizam-se por sucessivas fases de recristalização e de deformação, devido à acção combinada e crescente das condições de temperatura e de tensão . </li></ul><ul><li>A xistosidade associada a rochas deste tipo de metamorfismo, resulta desta conjugação entre deformação e recristalização. </li></ul><ul><li>Uma vez ultrapassados certos valores de tensão e de temperatura, as rochas metamórficas iniciam um processo de fusão parcial, designado anatexia . </li></ul>Escola Secundária de Viriato - 2008 - A.S.
  17. 17. <ul><li>Este processo de anatexia ocorre já no domínio do denominado ultrametamorfismo , o qual marca a fronteira entre o metamorfismo e o magmatismo, isto é, entre a formação de rochas metamórficas e a formação de rochas magmáticas. </li></ul>Escola Secundária de Viriato - 2008 - A.S.
  18. 18. Escola Secundária de Viriato - 2008 - A.S.
  19. 19. Escola Secundária de Viriato - 2008 - A.S.
  20. 20. Escola Secundária de Viriato - 2008 - A.S.
  21. 21. Escola Secundária de Viriato - 2008 - A.S.
  22. 22. <ul><li>Há autores que classificam o xisto argiloso não como rocha metamórfica, mas como rocha sedimentar com fissilidade (com capacidade de fragmentação segundo os seus finos planos de estratificação). </li></ul><ul><li>Nessa classificação e durante a diagénese, a compacção da argila origina o argilito e a cimentação do argilito origina o xisto argiloso . </li></ul><ul><li>Um argilito (r. sedimentar) submetido a um grau crescente de metamorfismo regional, pode originar, sequencialmente, um xisto argiloso   ardósia  filito  xisto  gnaisse; </li></ul>Escola Secundária de Viriato - 2008 - A.S.
  23. 23. <ul><li>Contudo, estas rochas metamórficas foliadas, bem como as corneanas (não foliadas), podem resultar da alteração mineralógica e/ou textural de um número variado de rochas – mãe. </li></ul><ul><li>Já o mármore e o quartzito resultam do metamorfismo de um tipo específico de rocha pré - existente, o calcário e o arenito quartzítico , respectivamente. </li></ul><ul><li>O mármore e o quartzito mesmo que se formem num ambiente metamórfico em que a tensão dirigida é o factor predominante, não desenvolvem foliação , dado que o único mineral que as constitui forma um mosaico regular. </li></ul>Escola Secundária de Viriato - 2008 - A.S.
  24. 24. <ul><li>As rochas metamórficas são, na sua generalidade, resistentes e duráveis, por variadas razões: </li></ul><ul><li> o calor e a pressão eliminam os poros das rochas, aumentando a sua densidade; </li></ul><ul><li> as reacções metamórficas substituem minerais instáveis por minerais mais estáveis; </li></ul><ul><li> a recristalização fortalece as ligações entre os constituintes da rocha </li></ul><ul><li>São amplamente utilizadas na construção civil, nomeadamente no exterior de edifícios dada a sua resistência à erosão; alicerces de obras de engenharia (pontes e barragens) … </li></ul>Escola Secundária de Viriato - 2008 - A.S.
  25. 25. Escola Secundária de Viriato - 2008 - A.S.
  26. 26. <ul><li>DIAS, A.G et al. (2004). Geologia 11 . Porto: Areal Editores </li></ul><ul><li>SILVA, A.D et al. (2004). Terra, Universo de Vida, 2ª parte, Geologia . Porto: Porto Editora </li></ul>Escola Secundária de Viriato - 2008 - A.S.

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