Escola Básica Frei João de Vila do Conde                           2 de março de 2012               Projecto eLit.pt (PTDC...
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A EquipaeLit.pt Constituiu-se uma equipa assumidamente interdisciplinarcruzando saberes da C.I., da Sociologia e da Psico...
O ProjetoeLit.pt Área ou campo específico em que a abordagem deste Projeto foi concebida:  a Ciência da Informação     ...
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Focus do ProjetoeLit.pt    Iniciativas de âmbito europeu com reflexo em     Portugal, onde é de destacar:       a reform...
Focus do ProjetoeLit.pt A implementação da Declaração de Bolonha a partir de 2006 tem propósitos de:  uniformização polí...
Focus do ProjetoeLit.pt  Mudança do processo ensinar-aprender   Os estudantes participam/constroem activamente o seu conh...
Focus do ProjetoeLit.pt   No entanto, é preciso sublinhar que      o atual projeto e os resultados obtidos através dos  ...
Focus do ProjetoeLit.pt Convém sublinhar como objetivos mais específicos do eLit.pt, projeto de pesquisa em C.I.:     de...
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Utilização da Biblioteca Escolar (BE) /                   Faculdade (BF)eLit.pt   Biblioteca Escolar / Faculdade    Apesa...
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Utilização da BPeLit.pt    Utilização dos recursos disponíveis (catálogo, acesso livre,     biblioteca digital, catálogo ...
Frequência de utilização dos recursos                    da BPeLit.pt           Frequência de utilização dos recursos da ...
Dificuldade em utilizar os recursos da BPeLit.pt           Dificuldade dos inquiridos em utilizar os recursos da BP: Não ...
Conhecimento de uma norma de                      referenciação bibliográficaeLit.pt           Conhecimento de uma norma ...
Formação de utilizadores na BPeLit.pt           Existência de formação de utilizadores na BP: Sim              60        ...
Literacia Informacional e EducaçãoeLit.pt    Necessidade de ensinar formalmente competências     informacionais       En...
Literacia Informacional e EducaçãoeLit.pt                       Levantamento                       do nível de LI         ...
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Suporte de entrega dos trabalhoseLit.pt                            •Há uma diferença estatisticamente                     ...
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Suporte para a apresentação de                       trabalhoseLit.pt                                Há uma diferença esta...
Instrumentos para a realização de                                                                   trabalhoseLit.pt      ...
Tratamento da informação          seleccionadaeLit.pt                                            A percentagem de        ...
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Ajuda para a realização de trabalhoseLit.pt                                                 •Há uma diferença estatisticam...
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Formação – utilizadores da biblioteca          escolareLit.pt               χ²   13,67               df   2               ...
Utilização de recursos da Internet mais                                   relacionados com o ensino eLit.pt           Wilk...
Motivos para continuar a estudareLit.pt                                                                         χ²       9...
Auto-avaliação dos inquiridoseLit.pt           Auto-avaliação: pesquisa    %
Auto-avaliação dos inquiridoseLit.pt      Auto-Avaliação: capacidade de avaliar e seleccionar os resultados%
Auto-avaliação dos inquiridoseLit.pt         Auto-avaliação: sistematização e produção do trabalho          pretendido    %
ConclusõeseLit.pt    VALOR DO PROJECTO         Alcance geográfico         Metodologia da investigação         Objecto ...
ConclusõeseLit.pt    A destacar:       “Brecha” informacional (information divide)       Bom apetrechamento tecnológico...
ConclusõeseLit.pt    Em Portugal as competências informacionais não têm sido     efectivamente contempladas, até hoje - n...
ReflexõeseLit.pt    Necessidade de formação específica de alunos e de professores    Articulação entre profissionais de ...
Incluir nas práticas sociais e familiares o uso das TIC é apenas um aspeto do problemaeLit.pt  É urgente ligar esta questã...
eLit.pt  Deverá , pois, tal como o foi para a “leitura”, ser efetuado um  investimento estruturado na aquisição de competê...
eLit.pt          Obrigado pela atenção ...           Website: http://web.letras.up.pt/eLit/index.htm
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E lit apresentacao_frei joão_f

  1. 1. Escola Básica Frei João de Vila do Conde 2 de março de 2012 Projecto eLit.pt (PTDC/CCI/65355) A LITERACIA INFORMACIONALNOS ESTUDANTES DO SÉCULO XXI Geração “copy&paste” Armando Malheiro da Silva José Azevedo Fernanda Martins Maria Manuela Pinto Viviana Fernández Marcial
  2. 2. EnquadramentoeLit.pt  eLit.pt - A Literacia Informacional no Espaço Europeu do Ensino Superior: Estudo das Competências da Informação em Portugal  Projeto de investigação aprovado e financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) - 2007/2010  Entidade proponente do Projeto:  Centro de Estudos em Tecnologia e Ciências da Comunicação (CETAC.media) da Faculdade de Letras da Universidade do Porto  Área científica em que o Projeto foi incluído e avaliado:  Ciências da Informação e da Comunicação
  3. 3. A EquipaeLit.pt Constituiu-se uma equipa assumidamente interdisciplinarcruzando saberes da C.I., da Sociologia e da Psicologia eEducação, eixos enformadores da abordagem do tema/problemaLiteracia informacional Armando Malheiro da Silva (Coordenador) Ciência da Informação: Faculdade de Letras – Universidade do Porto Fernanda Martins Psicologia Cognitiva: Faculdade de Letras – Universidade do Porto José Azevedo Sociologia: Faculdade de Letras – Universidade do Porto Maria Manuela Pinto Ciência da Informação : Faculdade de Letras – Universidade do Porto Viviana Fernández Marcial Ciência da Informação : Universidade de A Coruña - Espanha Letícia Silva e Susana Guedes (Bolseiras de Investigação 2008/2009 e 2009/2010 : Faculdade de Letras – Universidade do Porto)
  4. 4. O ProjetoeLit.pt Área ou campo específico em que a abordagem deste Projeto foi concebida:  a Ciência da Informação  tal como vem sendo matrizada e desenvolvida na FLUP através de um corpus teórico-metodológico trans e interdisciplinar  que difere e visa suplantar o perfil empírico e acentuadamente profissional das “Ciências Documentais”
  5. 5. Focus do Projecto Focus do ProjetoeLit.pt  Estudar a Literacia Informacional ou seja, uma ”espécie” de Literacia tendo em conta a moda explosiva e a variedade de Literacias que a literatura exibe  ou seja, um conjunto de caraterísticas e aspectos relacionados com a Informação tal como esta é definida e objetivada pela C.I.  Desenvolver esse estudo tendo como contexto:  as alterações nas políticas e sistemas de educação em Portugal e na Europa  sobretudo no que toca ao nível superior ou universitário e ao modelo de uniformização recentemente implementado e conhecido por Reforma (Declaração) de Bolonha
  6. 6. Focus do ProjetoeLit.pt  A Referência expressa ao Espaço Europeu do Ensino Superior significa precisamente a atenção dada à influência que o meio ambiente (leia-se o enquadramento português e europeu) tem sobre a problemática da Literacia  Não é, pois, possível esquecer, sobretudo, a vertente política que se traduz num conjunto de iniciativas e projetos que, pelo menos, desde 1996 vêm procurando ajustar o sistema educativo à introdução e subsequente impacto das TIC
  7. 7. Focus do ProjetoeLit.pt  Iniciativas de âmbito europeu com reflexo em Portugal, onde é de destacar:  a reforma curricular de 2001-2002 para o ensino básico e secundário (DL nº 6 de 18 Jan 2001) em que é assumido o carácter instrumental do uso das TIC integrado em todos os ciclos de aprendizagem na área de formação transdisciplinar
  8. 8. Focus do ProjetoeLit.pt A implementação da Declaração de Bolonha a partir de 2006 tem propósitos de:  uniformização política dos diplomas e das oportunidades de acesso ao mercado de trabalho no espaço da UE  teve, também, o objectivo de uma mudança profunda na conceção pedagógica, sobretudo em nível do último estádio da educação formal - o universitário  e de aproximar o aluno de uma aprendizagem acompanhada e, ao mesmo tempo, capaz de desenvolver um forte sentido de autonomia e de auto-desenvolvimento das capacidades/competências próprias e adquiridas
  9. 9. Focus do ProjetoeLit.pt  Mudança do processo ensinar-aprender Os estudantes participam/constroem activamente o seu conhecimento  Promoção da formação contínua, aprendizagem ao longo da vida  Ênfase na total integração das TIC nos sistemas de educação, permitindo assim um sistema interactivo de raíz  Criação dos ECTS (European Credits Transfer System)  Nova medida para reconhecer o conhecimento académico dos estudantes e que traz maiores oportunidades de transmissão e aquisição de conhecimento. Os ECTS valorizam as horas que os estudantes dedicam à aquisição específica de conhecimento, em detrimento da definição baseada no número de horas em que o professor ensina.  Promoção de uma educação integrada para o estudante  abrangendo a aquisição de competências genéricas, transversais e específicas (conhecimento, capacidades e habilidades), nas quais o acesso e o uso da informação são uma prioridade.
  10. 10. Focus do ProjetoeLit.pt  No entanto, é preciso sublinhar que  o atual projeto e os resultados obtidos através dos questionários, aplicados de 2007 a 2009, não conseguem espelhar qualquer indício claro do impacto da reforma no comportamento informacional dos estudantes  O que já parece ser visível, através desta abordagem por questionário, é  a transição, em curso, do “cérebro tipográfico” para o ”cérebro hipertextual ou 2.0” estimulada pelos programas e reformas citadas  um importante tópico de pesquisa a explorar
  11. 11. Focus do ProjetoeLit.pt Convém sublinhar como objetivos mais específicos do eLit.pt, projeto de pesquisa em C.I.: determinar a existência da LI tal como a definimos atrás Verificar se a LI já é percetível no fim do ensino secundário e se durante todo esse nível de ensino houve alguma “formação para a LI” no sentido de boas práticas de busca, organização, citação e uso da informação Determinar eventuais contraste entre os níveis de LI no secundário e a meio do ensino universitário e politécnico Situar a LI através do diferentes contextos escolares (secundário e superior - universitário e politécnico) nas assimetrias geográfica e socioeconómica de Portugal continental Partir do contexto escolar e do desenvolvimento da LI que aí se verifica para determinar outros contextos que se sobrepõem ou se ligam complementarmente no processo de consolidação da LI nos estudantes portugueses Avaliar o esforço há muito desenvolvido através dos padrões de LI e até que ponto ele se revela insuficiente ou até inútil para a criação de um efetivo e interiorizado perfil de LI no processo educativo formal em plena Era da Informação e sob o impacto das TIC
  12. 12. Fundamentos epistemológicos e conceptuaiseLit.pt  O Projeto eLit.pt  inscreve-se num “terreno” problemático que convoca olhares complementares e exclui abordagens únicas, mas, precisamente por isso, precisa de evidenciar bem a base disciplinar ou científica de onde parte ou onde assenta  a Ciência da Informação  perspectivada no seu “nicho” interdisciplinar imediato e natural que é o das Ciências da Informação e da Comunicação
  13. 13. Fundamentos epistemológicos e conceptuaiseLit.pt  É um projeto de pesquisa INFORMATION SCIENCE em C.I., entendida esta Informational Behavior como : Informational Literacy  ciência social aplicada que investiga o ciclo info- Information access, comunicacional evaluation, use, (re)production, completo (da produção ao and communication uso da informação) em quaisquer suportes e qualquer que seja a codificação e a natureza dos conteúdos (informação) Adapt. from Tom Wilson
  14. 14. Fundamentos epistemológicos e conceptuaiseLit.pt  O Projeto eLit.pt  Inscreve-se na Ciência da Informação  esta compreende três grandes áreas:  a produção  a organização e representação  o comportamento informacional  A Literacia Informacional surge como problema de estudo dentro do Comportamento Informacional
  15. 15. Fundamentos epistemológicos eeLit.pt conceptuais O objeto construído pela Ciência da Informação como alvo de toda a pesquisa é a INFORMAÇÃO PARTIMOS, EM C.I., DESTA DEFINIÇÃO OPERATÓRIA:  informação é um conjunto estruturado de representações mentais e emocionais codificadas (sinais e símbolos) e modelado com/por interação social, capaz de ser registada em qualquer material de armazenamento de informação (papel, filme, fita magnética, disco compacto, etc.) e, assim, comunicada de uma forma assíncrona e multidirecional (Silva, 2006)
  16. 16. Fundamentos epistemológicos e conceptuaiseLit.pt  Comportamento e Literacia informacionais remetem, naturalmente, para a definição operatória apresentada e configuram, assim, uma especificidade da C.I.  Definimos Comportamento Informacional como:  o modo de ser ou de reagir de uma pessoa ou de um grupo numa determinada situação e contexto, impelido por necessidades induzidas ou espontâneas, no que toca exclusivamente à produçãoemissão, receção, memorização/guarda, reprodução e difusão da informação (Silva, 2006)
  17. 17. Fundamentos epistemológicos e conceptuaiseLit.pt  Definimos Literacia Informacional  através das competências e da capacidade selectiva e sintetizadora na busca e uso da informação (Silva, 2006)  Determinar:  o tipo de competências aprendidas  assim como as necessidades espontâneas ou induzidas ao longo do processo de escolarização  no que toca a buscar, reproduzir/citar, interiorizar e comunicar informação  envolve um diálogo direto e proveitoso com as Ciências da Educação e permite desenvolver pesquisa dentro da C.I.
  18. 18. Fundamentos epistemológicos e conceptuaiseLit.pt  Não podemos esquecer que  o conceito chegou à Biblioteconomia e ao universo das Bibliotecas Escolares e Universitárias vindo dos campos da formação profissional e da Educação, imbricado, sobretudo na língua inglesa (literacy significa alfabetização e literacy),  com o sentido elementar atribuído às competências-chave (aprender a ler, esrever e contar),  e, aos poucos, foi sendo diferenciado desse sentido  para significar uma função cognitiva e emocional mais madura e versátil capaz de avaliar, de escolher e de usar construtivamente os diferentes tipos de informação disponíveis
  19. 19. Fundamentos epistemológicos e conceptuaiseLit.pt  É preciso ainda ter em conta que  a assimilação do conceito na prática formativa e cultural dos bibliotecários levou à elaboração de normas e referenciais, desde os anos 80  a fim de que os utilizadores (estudantes) das Bibliotecas adquirissem boas práticas na busca, uso e citação da fontes procuradas e encontradas nesses espaços próprios dentro do contexto escolar em que desenvolviam as suas actividades
  20. 20. Fundamentos epistemológicos eeLit.pt conceptuais  Essas normas e o entendimento subjacente de L.I. na prática biblioteconómica  desenharam um conjunto de ideias orientadoras do papel do bibliotecário ainda hoje quer no seio das Universidades, quer nas Escolas através da figura do professor bibliotecário  vão desde prescrições elementares e simples como seja a leitura de catálogos e da sinalética classificativa (por ex. CDU), dos livros e periódicos em livre acesso ou os passos certos de uma pesquisa em base de dados bibliográficas  até à estimulação de avaliação, escolha e uso crítico das fontes disponíveis
  21. 21. Fundamentos epistemológicos e conceptuaiseLit.pt  A L.I. na prática biblioteconómica adquiriu, assim,  um viés muito associado à indução de competências através do binómio ensino-aprendizagem, que a pesquisa em C.I. deve compreender e ver os efeitos desse esforço “de formação para a a literacia informacional” nas pessoas, nos grupos e no próprio sistema educativo  A pesquisa em C.I. vai, pois, muito para além das normas e das boas práticas, e busca criticamente entender e caraterizar em profundidade o perfil de L.I. dos sujeitos estudados
  22. 22. Fundamentos epistemológicos e conceptuaiseLit.pt O processo de APRENDIZAGEMLITERACIA INFORMACIONAL no âmbito da CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO Criação 1 Transformação 7 Procura 2 INFORMAÇÃO Está relacionada com Difusão e transmissão 6 Avaliação 3 LITERACIAINFORMACIONAL Armazenamento Organização é um tópico 5 4 fundamental noCOMPORTAMENTO INFORMACIONAL e a AQUISIÇÃO DE COMPETÊNCIAS E HABILIDADES está directamente relacionada com
  23. 23. Fundamentos epistemológicos e conceptuaiseLit.pt  Este ciclo de operações implica:  o desenvolvimento de competências de L.I. que programas “de formação” promovem em determinados sistemas e contextos e que importa sujeitar a exame crítico e é isso que entendemos ser a pesquisa de L.I. em C.I.  o Projecto eLit.pt nasceu alinhado com este objectivo
  24. 24. Fundamentos epistemológicos e conceptuaiseLit.pt  Convém ainda destacar mais alguns conceitos operatórios essenciais:  Inclusão digital  corresponde às competências adquiridas no processo de aprendizagem básica de informática, utilização de computadores e navegação na Internet  difere de LI  porque essas competências não incluem a capacidade de avaliar, seleccionar e usar criticamente a informação produzida/obtida através do computador ou da internet
  25. 25. Fundamentos epistemológicos e conceptuaiseLit.pt  Meio ambiente  significa a realidade política, económica, social e cultural que condiciona e envolve os contextos e situações comportamentais relativas ao fluxo e ao uso/reprodução da informação  Contexto  unidade agregadora de elementos materiais, tecnológicos e simbólicos que envolvem os sujeitos de ação infocomunicacional através de momentos circunstanciais delimitados cronologicamente (situação)  Situação  é o estado circunstancial, temporário, de duração mais ou menos reduzida e contínua, que dá historicidade à ação informacional propriamente dita
  26. 26. Fundamentos epistemológicos e conceptuaiseLit.pt  Convém, por último, reconhecer que o eLit.pt foi concebido tendo em vista a criação de um modelo explicativo e, na medida do possível, interventivo  que ajude a “cartografar” o estado da LI no sistema educativo português  e a propor medidas e programas integrados e interdisciplinares tendentes a proporcionar um alargamento de competências e de desempenho intelectual e cívico à população estudantil
  27. 27. eLit.ptAs competências informacionais sãocodeterminadas, em primeiro lugar, pelascondições do meio e pela ação humana,focada no contexto e na situação. O meio determina o contexto e o contextoé mais urgente e uma situação mais pessoal.. Tudo isto definirá as necessidades deinformaçãoAs necessidades de informaçãodeterminarão o modo como os estudantesacederão à informaçãoQuando os estudantes acedem áinformação, um processo de avaliação eseleção é automaticamente ativado e esteprocesso é influenciado pela situação,contexto e meio.O resultado deste processo é a satisfação ounão-satisfação do estudante
  28. 28. Metodologia de InvestigaçãoeLit.pt  A investigação teve a seguinte base:  a) É necessário desenvolver um estudo específico no país de forma a:  determinar a existência ou não de diversos padrões de literacia  identificar a aptidão e atitude dos estudantes universitários face à literacia informacional no ensino superior  b) A cultura informacional é potencialmente diferente das distintas áreas geográficas de Portugal  c) O comportamento informacional está ligado ás expetativas, necessidades e estilo de vida  d) A criação de um programa estratégico de literacia informacional seria uma garantia de uma otimização do processo de adaptação de Portugal ao Espaço Europeu do Ensino Superior e à sociedade do conhecimento.
  29. 29. Metodologia de InvestigaçãoeLit.pt  Qualitativa  obter indicadores sobre o comportamento informacional, as expectativas, necessidades e uso da informação por parte dos estudantes  estes indicadores foram usados na estruturação do inquérito  Quantitativa  baseada nos resultados do inquérito
  30. 30. A Investigação Metodologia de InvestigaçãoeLit.pt  Principais questões 1ª 2ª 2 3 4 Questão1 Questão Perceber como os Perceber de que forma os estudantes estão estudantes universitários preparados em termos de encaram as novas competências competências requeridas informacionais pela criação do EEES antes do ensino superior Durante a frequência do ensino uperior no final do curso superior
  31. 31. Metodologia de InvestigaçãoeLit.pt 1ª Fase 2ª Fase 3ª Fase Inquérito construído Grupo Foco com base Análise de Resultados nos resultados da e estruturação entrevista do modelo Entrevista e com uma (qualitativo) aplicação nacional
  32. 32. Grupos de QuestõeseLit.pt  Contexto Pessoal (10 questões)  Contexto Escolar (4 questões)  Utilização da Biblioteca e Recursos de Informação  Escolar/Faculdade (8 questões)  Pública (8 questões)  Utilização da Internet (5 questões)  Recuperação e Uso da informação (19 questões)
  33. 33. A Investigação A AmostraeLit.ptÁreas Científicas (Escolas Áreas Científicas (Ensino Superior)Secundárias) Bolonha – 1º Ciclo (3º e 4º semestres) Ciências e Tecnologias Arquitectura Ciências Socioeconómicas Arquitectura paisagista Ciências Sociais e Humanas Bioquímica Artes Visuais Contabilidade e Administração Contabilidade e Gestão Financeira Enfermagem Engenharia Civil/P ; Engenharia Civil/U Gestão de Empresas Gestão/P ; Gestão/U Línguas Línguas e Comunicação Línguas, Literaturas e Culturas Psicologia
  34. 34. A AmostraeLit.pt  11 Escolas Secundárias  955 estudantes  13 Instituições do Ensino Superior  2271 estudantes
  35. 35. Caracterização da AmostraeLit.pt  Género dos inquiridos 70 60 50 40% 30 Secundário Superior 20 10 0 Masculino Feminino
  36. 36. Dados gerais sobre a origem socialeLit.pt  Os estudantes do secundário parecem refletir um perfil característico de populações urbanas  Existe uma clara diferenciação na origem social dos Frequência de utilização alunos do Ensino Universitário e Politécnico:  verifica-se um maior recurso ao apoio social nos alunos do politécnico, bem como uma menor escolaridade da mãe e do pai  os alunos do politécnico já no 1º ciclo frequentaram menos a biblioteca escolar, o que pode, desde logo, evidenciar a frequência de escolas com menos recursos.
  37. 37. Inquiridos do Ensino Superior Inquiridos do Ensino Superior beneficiários bolsa estudo/apoio escolareLit.pt beneficiários bolsa estudo/apoio escolar Ensino Superior 80 70 60 50 % 40 Politécnico 30 Universitário 20 10 0 Sim Não
  38. 38. Nível de escolaridade da mãeeLit.pt Secundário - 45,6% têm um curso superior, seguem-se 23,3% com o Secundário Superior - 22,6% têm o Secundário, seguem-se 22,2% com curso Superior 50 40 45 35 40 30 35 25 30% 20 25 Secundário 15 Superior 20 15 10 10 5 5 0 Sem grau 1º Ciclo 2º Ciclo 3º Ciclo Ensino Ensino Superior 0 Secundário Sem grau 1º Ciclo 2º Ciclo 3º Ciclo Ensino Secundário Ensino Superior
  39. 39. Nível de escolaridade da mãe- inquiridos do Ensino SuperioreLit.pt Ensino Superior - Mãe 30 25 20 15 Politécnico 10 Universitário 5 0 Sem Grau 1º Ciclo 2º Ciclo 3º Ciclo Ensino Ensino Secundário Superior
  40. 40. Nível de escolaridade do paieLit.pt Secundário - 35,5% têm um curso superior, seguem-se 25,2% com o Secundário Superior - 22,8% têm o Secundário, seguem-se 22,5% com o 1º ciclo 40 35 30 25 20% Secundário 15 Superior 10 5 0 Sem grau 1º Ciclo 2º Ciclo 3º Ciclo Ensino Ensino Secundário Superior
  41. 41. Nível de escolaridade do pai – inquiridos do ensino superioreLit.pt Ensino Superior - Pai 30 25 20 15 % Politécnico 10 Universitário 5 0 Sem Grau 1º Ciclo 2º Ciclo 3º Ciclo Ensino Ensino Secundário Superior
  42. 42. Dados gerais sobre a presença de computadores e acesso à InterneteLit.pt Presença de computadores e acesso à Internet  cerca de 99% dos inquiridos declara ter computador em casa  o número de computadores por agregado familiar é maior no superior do que no politécnico o que leva à possibilidade de um uso mais intensivo por cada indivíduo do superior  O acesso à Internet em casa está também bastante difundido (cerca de 81% dos inquiridos refere ter), sendo que a sua distribuição é mais uma vez favorável aos alunos universitários  A frequência de acesso é igualmente diferenciada, sendo os universitários aqueles que acedem com maior frequência.  Verifica-se, ainda, que esta distribuição desigual assenta também numa distribuição geográfica. Assim as maiores taxas de acesso encontram-se também nas maiores cidades.
  43. 43. Número de computadores que os inquiridos têm em casaeLit.pt Cerca de 90% dos alunos têm de 1 a 3 computadores em casa Só 0,2% no Secundário e 0,4% no Superior não tem computador em casa 50 45 40 35 30% 25 Secundário Superior 20 15 10 5 0 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
  44. 44. eLit.pt Lidera o acesso diário à Internet 80 70 60 50% 40 Secundário 30 Superior 20 10 0 Nunca Raramente Uma vez por Várias vezes Uma vez por Várias vezes Diariamente mês por mês semana por semana
  45. 45. Frequência com que acedem à Internet – Inquiridos do Ensino superioreLit.pt Ensino Superior 90 80 70 60 50 40 Politécnico 30 Universitário 20 10 0 Nunca Raramente Uma vez no Várias vezes Uma vez na Várias vezes Diariamente mês no mês semana na semana
  46. 46. Local onde os inquiridos acedem à InterneteLit.pt Domina a opção pelo acesso em casa Destaque para o acesso na Faculdade para o Ensino Superior%
  47. 47. Uso de motores de buscaeLit.pt Opção: Uso Muito Frequente O Google lidera, embora o Yahoo tenha representatividade no Secundário 90 80 70 60 50 Google% Yahoo 40 Sapo AEIOU 30 Outro 20 10 0 Superior Secundário
  48. 48. Estudantes que frequentaram aulaseLit.pt de TIC 94,7% de estudantes do Secundário contra 53% do Superior 100 Estudantes do Secundário estavam no 80 5º ano em 2001-2002 60% Estudantes do 40 Superior estavam no 7º ano em 2001-2002 20 0 S ec undário S uperior
  49. 49. Número de disciplinas em que são requeridos trabalhoseLit.pt Estudantes têm um elevado número de disciplinas que exigem a realização de trabalhos 60 50 40 30 Secundário % Superior 20 10 0 Nenhuma 1 ou 2 3 ou 4 5 ou 6 7, 8 ou 9 10 ou mais
  50. 50. Local onde os inquiridos realizam os seus trabalhoseLit.pt Mantém-se o domínio da realização em casa (com recursos TIC) Estudantes do Superior com uso mais intensivo quer da Faculdade quer da Biblioteca da Faculdade (domínio especializado) 100 90 80 70% 60 50 Secundário 40 Superior 30 20 10 0 Casa Escola/Faculdade Bibioteca Biblioteca Pública Outro Escola/Faculdade
  51. 51. Frequência de utilização dos recursos da InterneteLit.pt MESSENGER, Youtube, Hi5, Downloads lideram - INTERNET para lazer Websites de bibliotecas, B-On e bibliotecas digitais com as % mais baixas 70 YouTube 60 Wikipedia Wikipédia Blogues 50 Hi5 siml Messenger 40 % Jogos Online 30 Radio/Música Uploads 20 Downloads Bibliotecas 10 Website Bibl B-On 0 Superior Secundário Bibliot.Digit
  52. 52. Utilização da Biblioteca Escolar (BE) / Faculdade (BF)eLit.pt Biblioteca Escolar / Faculdade  Apesar dos estudantes optarem maioritariamente pela casa para realizar os trabalhos escolares a maioria dos inquiridos já visitou uma biblioteca. Contudo: Frequência de utilização  cerca de 22,4,6% dos estudantes do Secundário e 15,9% do Superior dizem nunca ter visitado este equipamento desde o 1º ciclo  verificando-se uma maior afluência no 3º ciclo (69,7% e 60,9%), seguido do 2º ciclo (47,7% e 42,3%)  Em termos de regularidade de frequência  A tendência inverte-se: só uma minoria o faz regularmente, sendo notória uma diferença de comportamento entre o estudante do Secundário e o do Ensino Superior
  53. 53. Frequência com que os inquiridos vão à BE/BFeLit.pt%
  54. 54. Frequência da BE/BF noutros ciclos de ensinoeLit.pt%
  55. 55. Frequência da BE no 1º ciclo - Inquiridos do Ensino SuperioreLit.pt Ensino Superior 80 70 60 50 40 Politécnico Universitário 30 20 10 0 Não Sim
  56. 56. Existência de formação de utilizadores na BE/BFeLit.pt  Existência de formação de utilizadores na BE/BF: Sim  Só 25% dos inquiridos reconhece a sua existência 30 25 20 % 15 10 5 0 Secundário Superior
  57. 57. O que fazem os alunos na BE/BFeLit.pt 3ºlugar %
  58. 58. Dificuldade dos inquiridos em utilizar os recursos da BE/BFeLit.pt Dificuldade dos inquiridos em utilizar os recursos da BE/BF: Não Curiosamente não sentem dificuldade 16 14 12 % 10 8 6 4 2 0 Secundário Superior
  59. 59. Utilização dos recursos da BE/BFeLit.pt  Utilização dos recursos disponíveis (catálogo, acesso livre, biblioteca digital, catálogo electrónico, bases de dados)  Secundário:  exceptuando o acesso livre (mesmo assim 25,3% nunca o utilizaram) a % de não utilização dos recursos disponíveis ultrapassa sempre os 50%  Superior:  Estes utilizam uma maior diversidade de recursos do que os do secundário:  Mesmo assim a utilização é baixa recolhendo a opção “nunca” % superiores a 33%, que atinge no caso do catálogo os 52%  apesar de o acesso livre ser o recurso mais utilizado apenas 23,5% o faz frequentemente, nunca sendo utilizado por 17,9%.
  60. 60. Frequência de utilização dos recursos da BE/BFeLit.pt  Frequência de utilização dos recursos da BE/BF: Muito Frequente %
  61. 61. Dificuldade dos inquiridos em utilizar os recursos da BE/BFeLit.pt  Dificuldade dos inquiridos em utilizar os recursos da BE/BF: Não 100 90 80 70 60 50 40 30 20 10 0 Secundário Superior
  62. 62. Utilização da Biblioteca Pública (BP)eLit.pt Biblioteca Pública  Neste grupo de questões destaca-se a % dos que não respondem (quer no Secundário, quer no Superior), rondando mais de 40% dos inquiridos.  28,8 % dos alunos do Secundário desconhece a existência de BP na sua área de residência enquanto no Superior são cerca de 17,8 %
  63. 63. Utilização da BPeLit.pt  Apesar de 57% dos inquiridos do secundário não responderem  Secundário:  40,8% vai para a biblioteca estudar  43,3% para pesquisa e acesso à informação  Superior:  47,8% vai para a biblioteca estudar  53,5% para pesquisa e acesso a informação  Nos recursos disponíveis são maioritariamente identificados: livros, jornais e revistas
  64. 64. O que fazem os alunos na BPeLit.pt  O que fazem os alunos na BP (57% dos inquiridos do secundário não responderam) %
  65. 65. Utilização da BPeLit.pt  Utilização dos recursos disponíveis (catálogo, acesso livre, biblioteca digital, catálogo electrónico, bases de dados)  cerca de 30% de não respondentes  SECUNDÁRIO:  exceptuando o acesso livre (mesmo com 48,2% que nunca utilizaram) a % de não utilização dos recursos disponíveis ultrapassa sempre os 50%  SUPERIOR:  cerca de 50% nunca usou:  catálogo (electrónico ou de fichas), a bibloteca digital e as bases de dados  apesar de o acesso livre ser o recurso mais utiizado apenas 12% o faz frequentemente, nunca sendo utilizado por 31,2%.
  66. 66. Frequência de utilização dos recursos da BPeLit.pt  Frequência de utilização dos recursos da BP: Muito Frequente %
  67. 67. Dificuldade em utilizar os recursos da BPeLit.pt  Dificuldade dos inquiridos em utilizar os recursos da BP: Não 100 90 80 70 60 50 40 30 20 10 0 Secundário Superior
  68. 68. Conhecimento de uma norma de referenciação bibliográficaeLit.pt  Conhecimento de uma norma de referenciação bibliográfica: Sim 45 40 35 30 % 25 20 15 10 5 0 Superior Secundário
  69. 69. Formação de utilizadores na BPeLit.pt  Existência de formação de utilizadores na BP: Sim 60 50 40 % 30 20 10 0 Secundário Superior 40% não responderam a este grupo de questões
  70. 70. Literacia Informacional e EducaçãoeLit.pt  Necessidade de ensinar formalmente competências informacionais  Ensinar de forma crítica - diminuir a aceitação “cega” dos conteúdos da internet
  71. 71. Literacia Informacional e EducaçãoeLit.pt Levantamento do nível de LI (Secund/Sup) Contextos de uso das TIC e CI Familiar Lazer Educativo Ensino Biblioteca Biblioteca /aprendizagem escolar pública
  72. 72. Suporte de entrega ApresentaçãoeLit.pt oral Suporte de apresentação oral Trabalhos Instrumentos realização Tempo Fases de realização Importância Ajuda para a realização Ensino/ Aprendizagem Indicações para a pesquisa Professor Indicações para a estrutura Utilizadores da biblioteca escolar Formação Recursos da Internet
  73. 73. Tipo de trabalho preferidoeLit.pt  Os alunos preferem realizar trabalho de grupo  Nos universitários esta preferência é menos acentuada χ² 46,36  No ensino universitário o gosto pela autonomia torna-se mais df 2 p ,000 evidente
  74. 74. Suporte de entrega dos trabalhoseLit.pt •Há uma diferença estatisticamente significativa relativamente à % de alunos que usa os diferentes suportes de entrega de trabalhos • No ensino politécnico assim como no superior usam mais ambos os suportes (papel e electrónico) • É no ensino universitário que o papel é mais usado • É no ensino secundário que o suporte electrónico é mais usado χ² 51,05 • Os hábitos escolares estão a mudar df 4 e reflectem-se mais depressa ao p ,000 nível do secundário • A Universidade continua a ser uma instituição mais conservadora
  75. 75. Fazem apresentação oral de trabalhoseLit.pt  A percentagem de alunos que apresenta trabalhos oralmente é maior no ensino secundário  No ensino superior a exigência de apresentação dos trabalhos não é tão grande, desvalorizando essa componente que se relaciona, nomeadamente, com o χ² 119,15 desenvolvimento de competências df 2 p ,000 de comunicação
  76. 76. Suporte para a apresentação de trabalhoseLit.pt Há uma diferença estatisticamente significativa relativamente à % de alunos que usa os diferentes suportes de apresentação de trabalhos: P U S • É no ensino politécnico que o PowerPoint é mais usado S • É no ensino secundário que a apresentação oral sem suporte P U electrónico é mais elevada • É no ensino secundário que o flash é mais usado  No ensino secundário a exigência de P U S apresentação dos trabalhos com ajuda de suporte electrónico é menor - falta de equipamento?  A utilização do flash pelos alunos do pp oral flash ensino secundário pode revelar a χ² 32,09 74,39 15,11 adesão cada vez mais rápida deste df 2 2 2 nível de ensino às TIC p ,000 ,000 ,001
  77. 77. Instrumentos para a realização de trabalhoseLit.pt Wilks lambda=,78188, F(14, 5948)=55,620, p=0,0000 Effective hypothesis decomposition Vertical bars denote 0,95 confidence intervals • Os estudantes em5,0 média utilizam mais os motores de busca4,5 para a realização dos trabalhos e por4,0 último os materiais existentes na biblioteca pública3,5 As TIC ultrapassam os3,0 meios clássicos de realização dos2,5 trabalhos Apontamentos Necessidade de Manuais2,0 Bibliog formação para Mat da BE melhorar a qualidade1,5 Mat da BP Motores desta utilização Politec Univ Secund Pag Web ENSINO
  78. 78. Tratamento da informação seleccionadaeLit.pt  A percentagem de estudantes que lêem e tiram apontamentos é idêntica χ² 3,31 df 2 p ns  Há mais alunos do χ² 20,67 secundário a fazer cópia df 2 textual p ,000  Há uma percentagem χ² 37,39 menor de alunos do df 2 secundário a comparar p ,000 leituras e a avaliar a autoria χ² 4,35 df 2 Há uma evolução do nível de p ns χ² 20,93 literacia do ensino df 2 secundário para o superior – p ,000 diminuição da cópia literal e preocupação com a autoria
  79. 79. Fases de realização dos trabalhoseLit.pt Fases realização do trabalho – Fases realização do trabalho – tempo dedicado importância considerada χ² 30,09 χ² 83,71 df 8 df 8 p ,000 p ,000 Os alunos dedicam mais tempo a redigir e a pesquisar embora considerem mais Indicador de falta de destrezas a importante a análise dos resultados nível de literacias
  80. 80. Ajuda para a realização de trabalhoseLit.pt •Há uma diferença estatisticamente significativa relativamente à % de alunos que recorre a diferentes pessoas para pedir ajuda para a realização dos trabalhos • Não pedem ajuda ou pedem a familiares - os alunos do secundário • Pedem ajuda ao grupo - os do politécnico • Aos colegas e aos professores - os do universitário O recurso aos familiares é mais fácil durante o ensino secundário O nível de conhecimentos de cada ninguém grupo prof colegas familiar aluno pode ser mais diferenciado no χ² 188,08 45,57 135,48 130,44 168,56 ensino superior daí o recurso aos df 2 2 2 2 2 colegas/grupo p ,000 ,000 ,000 ,000 ,000
  81. 81. Indicações do professor – pesquisa para o trabalhoeLit.pt χ² 0,10  A percentagem de alunos que df 2 refere que os professores p ns fornecem indicações de pesquisa para os trabalhos a desenvolver é idêntica nos três tipos de ensino Como fazer pesquisa está a fazer parte do processo de ensino/aprendizagem em todos estes níveis de ensino
  82. 82. Indicações do professor – estrutura do trabalhoeLit.pt χ² 51,32 df 2  A percentagem de alunos que p ,000 refere que os professores fornecem indicações sobre a estrutura dos trabalhos é diferente nos três tipos de ensino  É no ensino secundário que os professores fornecem mais indicações  No ensino universitário é onde existem menos indicações Até agora o acompanhamento da realização dos trabalhos pelos professores do ensino universitário era pouco comum
  83. 83. Formação – utilizadores da biblioteca escolareLit.pt χ² 13,67 df 2 p ,001  É na Universidade que existe mais formação fornecida aos utilizadores da biblioteca  No ensino politécnico é onde há menos formação deste tipo As bibliotecas universitárias como parte integrante da vivência académica e da investigação
  84. 84. Utilização de recursos da Internet mais relacionados com o ensino eLit.pt Wilks lambda=,70547, F(10, 4618)=88,012, p=0,0000 Effective hypothesis decomposition Vertical bars denote 0,95 confidence intervals5,0  Os estudantes em4,5 média utilizam mais o4,0 YouTube e a Wikipédia3,5  O recurso menos3,0 utilizado é a b-On2,52,01,51,00,5 Necessidade de formação para rentabilizar a0,0 b-on utilização estes recursos-0,5 youtube em termos educativos wikipedia-1,0 Politec Univ Secund sites bibl bibl dig ENSINO
  85. 85. Motivos para continuar a estudareLit.pt χ² 92,35 df 2 p ,000 χ² 162,24 df 2 p ,000 χ² 62,79 df 2 p ,000 χ² 100,13 df 2 p ,000 Saber mais e gostar de estudar é preferido pelos O tipo de motivação para universitários continuar a estudar é Ter um curso superior pelos alunos do secundário diferenciado consoante o nível Ter um emprego melhor pelos alunos do politécnico de ensino
  86. 86. Auto-avaliação dos inquiridoseLit.pt  Auto-avaliação: pesquisa %
  87. 87. Auto-avaliação dos inquiridoseLit.pt Auto-Avaliação: capacidade de avaliar e seleccionar os resultados%
  88. 88. Auto-avaliação dos inquiridoseLit.pt  Auto-avaliação: sistematização e produção do trabalho pretendido %
  89. 89. ConclusõeseLit.pt  VALOR DO PROJECTO  Alcance geográfico  Metodologia da investigação  Objecto de estudo  Modelo teórico  Análise multi-factorial  Estudo de necessidades e motivação  Contexto do EEES Resultados reportam-se a Portugal mas esta é uma situação constatada a nível global
  90. 90. ConclusõeseLit.pt  A destacar:  “Brecha” informacional (information divide)  Bom apetrechamento tecnológico  O contexto socio-económico e familiar não tem especial relevância no comportamento informacional  Evidência da relação directa entre a maior exigência e necessidade e o nível de desempenho  Boa rede de bibliotecas públicas e escolares/universitárias  O professor não assume um papel relevante no desenvolvimento dessas competências. É necessária uma maior sensibilização  Em termos de literacia informacional, o papel das bibliotecas no processo ensino/aprendizagem não tem a expressão necessária  Escassa capacidade crítica dos estudantes que afecta negativamente as competências de literacia informacional
  91. 91. ConclusõeseLit.pt  Em Portugal as competências informacionais não têm sido efectivamente contempladas, até hoje - nas sucessivas reformas educativas  Torna-se urgente uma sensibilização dos poderes públicos para a literacia informacional  Os actores ao nível dos diferentes contextos – família, biblioteca, escola, ... - terão que participar numa estratégia articulada configurada em politicas e programas governamentais que incidam não só na existência de infra-estruturas mas sobretudo no efectivo desenvolvimento de estratégias ao nível do ensino/aprendizagem promotoras da sensibilização e do desenvolvimento de competências de literacia informacional
  92. 92. ReflexõeseLit.pt  Necessidade de formação específica de alunos e de professores  Articulação entre profissionais de Ciência da Informação e professores-bibliotecários / professores  Relacionar a LI com o ensino e com o ensino em sala de aula  Ver os serviços da biblioteca como uma parcela do processo científico e do processo de ensino-aprendizagem  Integrar e potenciar a utilização das TIC nesses processos  Potenciar a articulação com os provedores de serviços baseados nas TIC
  93. 93. Incluir nas práticas sociais e familiares o uso das TIC é apenas um aspeto do problemaeLit.pt É urgente ligar esta questão à capacidade das pessoas para pesquisar e selecionar criticamente informação que lhes interesse ou que necessitem As formas simples e imediatas de absorção da tecnologia e a destreza do seu uso contribuem nas gerações mais novas para a não consciencialização, ou até mesmo diminuição, das competências de literacia da informação O desenvolvimento dessas competências deve explorar a vertente motivacional que incentiva o jovem a explorar a informação em contexto não educacional num meio que lhe é “natural” – as TIC – projetando-a em pleno para93 espaço de ensino-aprendizagem , seja ele a escola ou o espaço doméstico o
  94. 94. eLit.pt Deverá , pois, tal como o foi para a “leitura”, ser efetuado um investimento estruturado na aquisição de competências de literacia de informação, quer ao nível dos meios formais quer informais Nesse sentido, o processo de ensino/aprendizagem ao longo da vida é uma questão importante, mesmo para aqueles que hoje têm alguma responsabilidade nesta matéria, como é o caso dos professores bibliotecários, redes de bibliotecas e Planos Nacionais em Curso, alargando-o assumidamente a todos os novos agentes, empresariais, institucionais … , que emergiram com a Era da Informação94
  95. 95. eLit.pt Obrigado pela atenção ... Website: http://web.letras.up.pt/eLit/index.htm

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