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Macedo plano de massas paisagismo

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Macedo plano de massas paisagismo

  1. 1. I • • , . , .~-:- - ,... f i . U 1•, , I I I I Paisagem e Ambiente: ensaios. Universidade de Sao Paulo, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo. Sao Paulo, FAU, 1986. '~ ,~•, ,.••, • · , ·, • · 1 'I - • , !, , • 1 •0C, ' ~. '..;. ,-, , i .) I ' I• , , > -----" . PLANO DE MASS AS - UM INSTRUMENTO PARA 0 DESENHO DA PAISAGEM SILVIO SOARES MACEDO ~2;;1 Denlro do processode"desenllo"dos esp:1<;os livres vm~ssJo as etapas pcrcorridas ,He se cbeg;v na conslru~;"io e usa d:1 p..1isagem desejada. ApOs as pril11eiros eSludos, defini,iles e sele,~o d" are" de il1lerven,rro, da sua in!erpfeta~no, anjl~se cdiagn6srico. obtem-se um plano gem! da pais..1gem -exp.re..5.S0 n!fJves de lim zone:1men[O~R:1cial e funcionnj d<1-~ :ire.1 em C1uest~o. 0 proccsso de projc!o cOll1inu;1 atnwes de Oulr.1S !,lI1tas elap'as como '- - ~- -- . o plnno de lllaSS;1S, 1mcprojcto, projclQ, obms no local, etc.•,ate que 0 ge(~hninado, CSp..l~O vcnha a ser IHilizado pelo sell U5U;1riO. -'~f ~ . .• • £SIC Icxto~ uma introdu~5f'sobre um::t el~pa do processo -0 plano de·~J.ssas -del1l~do a d:u- uma vis;io ger.ll de'Sia etJpJ e qc suas implica~6es 11; paisage;;:l em cOllslru~ao. SOBRE UM PLANO DE l,IASSA QQ!allo demass;"!eoeSludogre! imin:u-dn pais..1gCnl, qU:llldo sedellncDo estmtur.:l b:'isLC:l 90S esp:'!t;OS <l2SLCIll produzidos, suas c:r,lcICIislic:1S de uso,_~n:'! , cor, lextur:l. os cnminhos. etc. - Nest.:! cl:lpado proccssode projc!arocs p:1~O se configllf,pcla primcira vcz 0"descnllo" da [xlisagem desej:ldJ, em um tempo/espa~o dcrlnidos, b:1Sc..1do nos e..'5ILJdos efetu:ldos ;ulIcriannente sobrea area em qucslJoeque resullaram em um plal10 ger::u - 0 zoneamcn(o. Um pl:1no de m;lSS:1 serve de :lpoio para 0 projclo rin:li. pais nelc e estudada J configurai)::io dJ [ulm;} p:lis.1gem a ser produzida. Eurna C!;lP: de qucslionamenlo do .p1:1110 prollQSI0"IU;lVCsdoesIudonas P'!.~I!!!idades:-e"s"'po"'c"i:"'I1;;"Sq;;;~'::;e"""C:lC"ilCWclilld.l!z.sobIi U!1l sf!io delcnllinado. P;U-;l c:-Ida itl!ll1 do pbnQ, bem como par:l sell conjunlo, s:io produzidas altern~li i '.:15 csp;]ciais,que depois de ijJl;dis:1das eseleci nn~das Ie.v;lIn :l UI11 "csboo" da p:lisagem fill:ll preleJldida. ESIC conjunlo produzido, dermis de qucslioll:ldo r. :lV:lbdo pclos dil~rsos sCIOI:es illIcrcssados 1l.1 prod LI~ao cl::J P;lis..1~cm e modific:ldo SC Ilcccss;'uio C1r:-. nsfon11::Jdo em urn :l!licproJcto. 9 , • 1990 nº 03
  2. 2. 0/- GRAU DE DEFINICAO G'Nest:! elapa do processo de projelo detenninnm-se todos as elementos fonn:'ldores d;1 , p:lis...1gem de modo que cad;! esp:l<;o. c:ld:l p~tio, chreirn. c:lminllo 1em detennin:ld:1s as $U:lS forma.':l edimensoes b:lsic:1s, selldo crlr.lcteriz:1dos seus pisos. plallos evolumes de vege!J~:lo. muros, esqueol;1s e volumes eqiticados. ~ . C6nsider.mdo 0 projeto de urn pnrque como cxemplo, C!1f:1cteriZ.:1Ill -se as seguintes ilens: COil fi {)'ur.1ci1o do Sl[iD - Dcncordo corn 0p;11l0 geral,do parqtle"&10 indic:ldos as pinnas' e nfveisn serem produzidos destill;1dos a nCOmod.1f as diversos esp:1~os e:11ividndcs especi(icndos. Sao npontndos os principais nlOvimenlas de tCffiI de modo n criar 0 SllpOl1e adequndo a nova siltJ:1~:1o corn umJ dren;lgem COITela, Jill assentnrnenla e COITE):fio do solo de modo areceber edificios, pisos e plal1[a~:io. Camillhos ~ Delenninados deacordocom um esqucma gcr;'li de circ u la~Jo de pedc51res c vefculos. Sao dimensionadns eespecificnd;'ls,;'Is c..1.r.lClerISlicas basic..1s de pisc, se esle e,penllc:ivel ou irnpenne:lvel e as obms necess:ID;'Is de modo ;'I COllIer 0 terreno, U!Ir.1passar as tiguas. elc., l;'lis como muros de :UTimo. ponIes e aierros. Sao ninda sugcridos criferias de ilulTIill;'l~r10 esinali7...1<;::l.O base, de modo;l fomeccrsubsldios parn um;} t"ulura esp:xitici(;~lo esJo conligur.Jdos as pbnos de vegew~Jo vizinhos :10 pert.:UfSO. A vcg~Ll<;llD-mQ.!!gQQ.os caminhas fem, no CJSO dl! l!.111 p.!y"C]ue. um papel eSlnJlur.tdor ~ ----- - - --- _. -Q~J).I~~2~~~.ri~~~lais e_y.cr!.i~~-'.:P£U"~· ·, pisos c cabenllr;}s~-qu-ctcm cllt;"io SUDS ~;1I'~~le~1s.t!0~~~Lc.'.!!?geE~.i~L~, i~t9~.g~u~~c fec!1.llOOliif u~lii~lciil), ~. ·.(f)s aromas cxDbdos rebs divel'$.1'5 ~lX-(c"ie,), 0 movimenfo"d:lSroul~·segalhos ;l() venlo conLribuem para lIm~ idenlifica:;:lo dos .C':iJX1~os Cn:ldOS;10 reliord:lS lrllhas,conetimes, clc. A c:lda um deles e;Ilribufdo um grill! de imponancia de ;lcardo com;IS Jlecessid;l<ics de usa princip::lis, sccund1ri;]s. etc., cOlrespGlldclldo ;1,ind;l :l clci:"! c:1!egori~1 de uliliz:1po, dirnensoes c (ipos de piso dircrcntcs. Aos c;1minhos pril1cip;lis. :1qucle que pcrcorrcm ;1 ;11"(:<1 i!1cir:1. que c!efillcill OU circl1l1dam sClorcs princip;1is C01Tcsponc!cm ;10S de m:1iol" lIsn,divcrsilic!(os c imcnsa. ncccssi!i!l1do de pisos pCI~C:IVcis c de !j~iLc~.~!!J1ClllQ (bs ,·lgll:1:;.• maJlUIL'Il~:iO ::O~l~l~llS:-_ c: de maior dimclls.:1Q,- -_. .. .. - . SJO.;quclcs que C0I11[1011:1111 ;ltivici:-Hks siJllu1t~llc",S como ;llldar:l ~, de bicic!ct:1. . JCqUCllOSvc1culos. etc., .11iv;i(!;ldes cst:lS sctorii'.;1(ias au n~o, C11 pisos difcr·cl1[cs. 10 .:oj •.•1.1. ..1'..'-'.: , ,-rr Os caminhos dcstinados prcdornin:1ntcmenfc no usa por pedestres C01l1pOl1::un pisos var1:1dos e de b:1ixa resistcllcia ;1c:ug'IS. A utiliz;'l~5.o porvefculos pes.1dos implica em Uln:l escolha Inais especffic:ldc ll1J.tcri;}is, JTI:lis resisfenles a cargas pes;'ldas. Os caminhos sccundirios deslinados J. usos espedficos, como piStilS beil-:l ~guJ. , p:tra J cJ.minh:1d:11cll!.1, par:1;} cOl1lcmpl.:l<;!o oa paisagem. C0l110 lfilh~lS em meio J. basques, elc.,podern (er(r.lIJ.Inelllosdepisoedimens6es111:1.is modCSI<1Sdcvidoaoscu propriousamais i'CSlrifo. como ser.l0 mais longos do quc UIlcces.s..i.rio auma ci.n:ub~Jo r.lpid3 c imcdinw. Qualqucr tiro de: camillho comport:! dllr:lnte sell pcrcurso, illtervcn~6es, cbreir;}s. p:ilios, Tl1 iranlcs, de modo apermitir;'lo u~u:'lr; o 0p Oes de par;l(b rara descanso, bcbcr ~gll:l, cOlltcmpb<;;tQ, t;tc. 11
  3. 3. PERCUQ"SO b'ID.£b c.Dr, ADE~S 1:€ 1''''l<A"C>'S t'€2C.UlLS() "Di~'TO con A'Wl. "'~ p~ faw~'iO lHl1D Col1 t{'2£A rAl>A ;>t.."-A1>'6 l::sr Ar,:os DETERMINADOS EXCLUSlVAMENTE "ELA VEGETACAO B S:10;1":': ]arC!r:ls,canIP9s,bOSql:t;~'5, g@~;]do_S_dcslin.:l.~Jos;Ly'ivciros, I);U~I rcserva nalural, ~;111(ldrios de:1Ili!IIniscpal"30usa publico,sejaeSfcsimpiesCSlarcomo passeios. scnl:!f, d(llnlir. comer IlIll !J·ndIC... pnrajogos. ('ad.111I1l tides ';1ria SLl:1 conligllr;l~;lo dl"! acordo corn:l CSl!lnlH~1 do elCmCll10 'C~CI;J! 11[lli/,l(ln, Slla ((lrIlI:} c quarllid.IJc, crilerios de assenl;t11lCllto, prcdolllin5m:i:l, :lllura. Il' ~ 1111:r . cor C [J':lI ISI);lfl:lll.:ia. I.~ i 13 '~ I
  4. 4. ".:;./ . / ;/ ;// , . ~.----- Pw. deiro de es~udo distinguern~se tfJdicionnlrnenle ulna sene de c<llegorias de volumes vegclais de 3CClrdo com i1 configur:l950 desun ramngem au volume. C<ld:1 urn deles uLjlizado isoIJdamen:t..llilSiUf3dos ~j'jtre:;; au ~grup.:l~CS possibili!;,!lTI acri:19:-l0 de umn gama infinil:J de esp.:190.Tern·se nscguir exemplos de algumas d:lS princip.:1is c:l!egori3S enConlr:1dils. 17
  5. 5. -~ .IoUJI1ES Vtuc:rA!5jAQO££S • "f()eHAS t7r~' , ~ . - -.. /r-- IS 'I I I I 1 I ii, COUF'&u1A0 "D6 QA € W1()~. ~.~ . ~ / Um clC[cfmin;l(jo CSp<1~CJ. COl1f::>rmc:J cSlnl'[1IJ";) vegetal domin:lntc, tern Ur11J ca.ract~rfs­ rica cspcci.1l. Considr.rallCio ror cxcmplo um~l cl,lJ'ci r~l:J scr fomlada sc e1il CJbcr1a elll III cia Zl Wlli! 1l1~11:1 {CCh:ld; Oll CIll rncio:1 11111 rCllquc de <lrvorcs dccopa VCr[iGll, possui urn:! cxprcss.:io csp(1cial di(crcrlle :lfJt~saf de JprCSCfllar ns Incsmas dirnensOCs ilorii'.oll- (;lis. 0 IllC:)1l10 sc dar:l :;C as eiL:mC11!OS domin,lllies soo pinilciros (cslruturas (Ie rum1:! colunar), c(x"jllciros, Cle. 19
  6. 6. 1J.AA ~es~ E5fkfj fn~SO COilfictJ~ 1J~ltS ...... ' -. ~ - -, , ... ........ --- .,. ..,. " .rJ'-... ,- v 20 r, ( VoLDre;. VEC£TAfS COllfi(q:AreD V...L> S(Jt, E~I1W'1(){lA _~~__:~ -.0.-Tr:l~a.rCn_c~~: A qU;Jlltidadeucluz que PC!1l1ilCem c:1dacsp:lC;O determinaumaolltra car.CL:r!slica do cspa~o - 0seu grau de lurninosid:lde. ~------- Urn csv<1~ocol)C!10pel;}copade urn mesilla nllmerode;rvorcsquc um outrocom igunl quantid.1dc.ser~ diferenciJdo pe!ograu de lJ;1nSparencia,de pc!letm~no dilluzpasslvel, da suaclaridadc. As cliferentcs especies vcgetnls possucrn dcnsidade e quantid3dede folklgcm difercntes: muito dens.1S, dcns;l.<;, medias e r.llas, bcm como p0dcm varinf csla::; quanlidades deacordocom acsIJc;;"todo[lllo. Ll)to possibiliL:1 umagr.lIldcwlIicdndc 21
  7. 7. / . .. ' •..._-_.. _. . ,:;.. ... .,. . //-:;/'. ;;::/ , - ' ~VOlumcs Veg,rais B<io~'.Tracticiallalmellre se idenrilic;1 Ulna s<riede volumes que car:IC!enz.11l1ns divers;).') formas de vegel:lq;lo CXiS(CIJ1C. COllsi(/crndos isol.1unmCIlIC [ern pOllen irnpon;illcia Ila configU[;1(:10 ger.1! de dc!crmill<ldos CSIX1~OS livres, princi- palllJcrHl..! 1i0'" e<;p~~"~ de ';;:7::~~"2 C rr.L:t:io ,NHe. No C:I.')O de lim p:trquc, lJllI;] grilndc pr:l<';;), elc" as CC!1jU:HOS rr,mltldos peIos tJifcrCIlICS [jIM:) dt; vc£cla~:'o s;1o [Hares dc(crmin:lll(cs J<l o:-g;J/1iz<I~~o Cprodw;:10 dos esp:J~OS c nunc;,! um c/cmemo i5013do. Nt) cnso de UIll pequeno pjlio. dc tlma pr:Jcinh:luOl c/cmenlOlillico, umn j/"vorc por C:C:Clllplo, pode scr CSlllJlurnJ, qUJse scmprc, CII[l"e[:1I1[o. depcndClldo de COlljUIl[OS de Oulr:I.';) cspecie..,: de pone menor, dos pisos c cdiffcios do C!HOmo Como clcmc!l!oS comp !emcll!arcs. r.j i I ---' '~--V--ifJ , i i ,, " .. / / / ••••• c ' . .. . / fSPACp ~;~ Os elementos vege!~is isolados nos grandCS CSP~l~OS livre'' exislem e dcvcll1 ser consicier;]uos corn~compollcnfes compICmC1l!!lfCS LIe G.1d:1 area. como um del:llllc. Llill referencia!. Wl1 marco, erc. . ~, "; ') '. I j
  8. 8. . ,/--:----- - - ------- ~.. .r;_ '/......<.....- /'/ / C;/ detrataJnentosespJciais,com elementos vegetais demesmo porte, fom)J evolume, mas de foillO.gem corn caracte~sticJS divers..1S. , , - -.. -'<..~-. ,./' @ . . ~A !ransp.:u-encia (.:-unbern cfun~aodostiposdefolhagen; CllCOlllrados, folhas mais finns, mnis ciar:ls, rnais [rJ.nslt1cieias. oulras 0PiJCilS. cscuras, etc., dcterrninam sua lll:1ior au mellor inlensid;ldc. ~ C~r -.Um dos elcmcrl!Os bjsicos ascrcrn considcmcios ni.l fOn11:1950 de 1I1l1i.l pais.."1gcm, pnllCipalrnclllc no que se refere a vcgelac;~o. _ _ Diversos ::;5a a.} tOilS de verde. vermelho, 3marclo e dcrivJdos que nprcsclljJOl os cie.ll1cnlas vegcl:l.is. Pode-seobleras Ill,lis vilrin.d:1S sitt1<1~Ocs de<1cordocom adispoSj~;LO d<1s rnaSS:lS de vcgewc;Jo. [ais COIllO rccantos sornbrios, com pOt/co brilho. com 0 prcdol11 inio dn cor verdcescura. espaC;os clams com 0predo1l1 (Ilia de ;unarclos, vcrdcs cbros, pJIlOS de cor deri vados de m:1ss..1S de arbuslOS Cforra~Oc.), CIC. 22 Autiliz.a~30 de especic que produzem nOr.:J.~Jo aumenlJ a rol de possibilidades de escouulcomai.nU"Odw;5odeurnavan;1ci.1em;tiorg:lrT1:1decores posslveis. tons lOnes.darns, brililJ.1itcs,OS vemleUlOs ;:i.i"I1;:udos e'ariJ.veis, 0 br..mco,cores pas(~js como 0 azul, elc. Tanto-W( como IGlI1SparencQ 5.1.0 co~Des sujeil<1S as variJ,oes de ciima, hiz de .;!cordocom Je~o ana e a idade do elemen!o vegcta}- urn scrvivo, queadOL.1uma confonnJ~5.o espedfica deacordo corn 0[empo,de modo.:lse<.1dapta.rcanvenientemen- te ~o meie que est~ inserido. ----';"'~.-Ie);IIIG!. Dem3.SS:1S vegclais.deliv:ld:ls dJconformJ~o desuafOU1..1gell1:troncaseflores. dos cloros-escuros prcxJuzidos pdojogo de luz sobreassuas superfbes.Taniocomo a [alar cor. c um elemento ~1sica·:1 ser_ consider.1do 11J fonna<;:"lo eC1r.l.Cleriz.1c;r1O de C:--1dn espa~o. --~q)-.MmirueJJ.!Q -Os vegcwis, como seres vivos mOvilllellt~un·se const:mtemenle de umn 11lanci.ra rnui!as vez.cs suril ao scr hU!l1:1llo. em buscn d:1luz., niimenlo, etc. Dev.ido aSllJ conform:l~fio npresenlam diversos graus de nexibilidadc das. suns divers;:ts p;trtes, vnri,:mdo can forme J. especie, a que permile urn movimento variado, confonne a ill1e;lsidadedos vcntos dornina;ltes. IsSG confcrc~l c:ldaesp:1~oondeex.istam elemcntos vegclais Ulna ·Cerla din5.mica, urn ceno rilmo, produro da movinlcl1t:l~jo dos galhos, folh:lgcns, da queda das folhas, etc. . , _~.& Agll:1-llm..clemenLG..lxIsif:-G-U..1...CQUfi.g~i1Q..ger.11 de UOJ Csp:t~_oJ.i.y[.c..: Sua prcsen~n inlrodul movimcnto. rc!lcxJo, lonnlidadcs de ;lzul, verde ecinza. ulllidadc, belll COlllO efalar bisico para:1 vidadosdiversos sere,,, vivos, aNOreS eanimai~. Sua prcsc ll~n pode . ser estJ1lluml, .islo C, quando define aor~Jliza~.t''(o do esp<1~o , [:11 como lim sistema de lagosem ~)arquc. lim do. Ufll <:.iUl:J.l..ClC....,au c.o!.!!plemcnlnLClllalldo panicipauCiJi11:'1 pa.islgc111, mas~odcfUlC ncnhwTl siSlem;] Q.r;cilp.1S:os, tais como as bebedouros, tontc~,.ClC. Confonnc aescala c dimcns;i.o d<1s superficies ocup.1dns par ngua ern urn cspa!):o livre, COnfOiTIlC acscala uo CSp<:l~o . podem JS JgU;JS sere-Ill u5.1d.1S como: .. F1cnl8!!oS p:tra~J.:":' l:lg0S, GlI1nis, lios, praias. ocujJ:ldos por b:lnh LSI[IS. uti l iz<ldo~ par:l pcscn, por pequCIl<lS emb:U-C<H;oes, CIC. - Elemen[os decor:J!ivos • fonles, quccbs de ;'I!!ua. rcpllxoS. t:lllqIlC'i. pequcnos buw.is c~ deslin:ldos ,I umn. composi~Jo visual ~!c um csp:wo descjadQ_ .Elementos d~ cOJ)!wlc· b;ulhados. alag:ldi~os. etc., que iJldcpClltiClltc de til 11:1 fllllyJO de USQ par..li;zcr, SJO rcsc.rv;ldos como :lrc:1s de c])chcnle em cpocas dc clluv~,~iC modo :1 cOlllfolnr Oll rninimizar posslvcis chci:l.s em nglomCf:1dos urb:l1Jos. rf¢J-
  9. 9. . -..::::-~-..:..-., . -#- -Elementos de preserva~Jo - da fauna e OOr.1 ;lqu~[jcas de uma regi;lo, as santuanos, rcscrvas cc0i6~tc., de usa restr1to ao scr humnno. A paIiir da sele~:o dc suas fonnas de uliliz'l~[iO 5:1.0 iocaliladJs as aguJs, seus pcrimetros, profundidades 1ll1nirnas e rnaxil1ws, meios de C:lP(~l~jO c pw·ifica~:1.o, demarc:lctJs as rcpres.1s, diques, c:m::us, elc., cspecific.1dos seus ;lcessos e barreins. :f7 Yolum~~o2. - Os prcciios exislcnles au a canstrllir s.:10 considcrados em sua form:l c volume basicos, JCCSSOS C utiliz;l~?iO. SllJ impJ,:wla1f:Jo 110 meio cdcfiilid:l e l<1nlbcm os principJis movimenlOS de lerra neccss;Uios a sua i1l1pJ;uila~:1(). NeSIJ clapa sao dcfi nidos as pbnos de pisos do seu enloma imcui,JIO, [C!T;JI;:os, cscadarias, p;1Jamares, gramneJos, elc., bcm como a Sll:l relJyao com a voiUmC(n;1 planlacia, uti li,...:]tb de modo n valori7-<.1r au diJuir cdi fieio. 2·1 Ii ---4~Qutros Volumes~onstruid.Q..~ - Quiosques, molhes, miran!es, marquises, pergolados, viveiros, cmbarcadouros. muros, p6rticos, pontcs. etc., volumes complemenk"Ues nos diversos espnyos ou CaJ7lcleriz.ado. marcos de um arnbiente. sno indicados seus usas, loc<'l~io e dimells..lo, fonnas bcisiG1S e 0 seu papel no sislema-paisagcm a ~cr criado OU produzido. . 25
  10. 10. l ~ ~Equipam.eUl.Q?.· Volumes ou pisos conslruidos, de pequen? porte, destinJdos n I utividadesespe.cfficas de iazer,deesportcs, etc. 550 tambcm volumes complemenLtreS dos esp~~os. das :::Itivid~des diversas, como as bancos, as bebcdouros, lumin<.m;1s, etc. ou seus delerminantes, como as destin:-tdos no esporte, :10 bzer inf:-tmil. S~O estes ;1$ qundras e campos de esporle, os brinque.dos inf:lfHis, CIC., que para um usa tolnl e Jdequ3do nos seus fins devem ter consider,ldos como pammetros de implanln~Jo sua pos i~50 no sitio, locados em pianos adequados, com profe95,o :::lOS ventos, insoi,u;;1o controlada, etc. A localiz3!):ao, dimension:unenlo basico e C:lrJCleriz..19;Jo-nestes ultimos epriorir,:hi:l nesl:1 erapa, bern como a especificJ9.:lo de criterios'Be loca1iz:l~;o c usa das volumes camplementares. 1. Estas inforrnar;6es sabre um piano de m:l$S[1S s?io cOl1ccntr.ldas em um;'l colcr;:'io de desenl1o$, plantas, croquis ccortes, reiJI6rjos egdficos, de modo ~ moslr.lr [1 il.TIagern desenhndJ... 2 - Tamocl11 sao cSlabelecidos, para c:'Ida espa~o, criterios de iJlIrnill;}~Jo e LIsa de esqucmas de drenilgcmcorno ed;}da uma vis;,o conjullta da p:lisagcrn J scr produzidJ. CWLIOCRAFLI. CAR PENTER. Phillip L.,el. :11. PI(1l1ls illlhc/andscnpc. S:1fl Fr:Hlcisco: W. H. Frecm;lI and Co., 1975. f lACKElT, Bri.1ll. P/a11111lS design. N!.!w York: M:lcGraw Hill Book Comr~tny. 1979. TA.NDY, Cliff. Paisajc IIrbano. Madrid: I!. Blulll!.! Edi<.:iones. 1976. 26 / / ti-I

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