A Inclusão de Pessoas Cegas no Mundo Digital e na Sociedade “ São nas pequenas ações que podemos fazer a grande diferença ...
Cegueira Total Definição <ul><li>Uma delimitação de deficientes visuais, cegos e portadores de visão  </li></ul><ul><li>su...
Causas da Cegueira <ul><li>Em geral, as causas mais freqüentes que levam à cegueira infantil são  </li></ul><ul><li>glauco...
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Criação de Internatos e Institutos <ul><li>A atenção formal às pessoas com deficiência  </li></ul><ul><li>iniciou-se com a...
Os Cegos Começam a Conquistar seu Espaço na Sociedade <ul><li>A verdadeira inclusão busca proporcionar  </li></ul><ul><li>...
O Sol Brilha Para Todos <ul><li>Os cegos começam a ingressar nas Escolas Públicas e a conquistar seu espaço; </li></ul><ul...
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Inclusão dos Cegos   <ul><li>Não é possível negar que existem muitas dificuldades para se elaborar sistemas que possibilit...
Orientação e Mobilidade x Cidadania <ul><li>A orientação e mobilidade têm como um dos objetivos a busca da  </li></ul><ul>...
Grafia Braille “ Semeando  Leitores e  Escritores Competentes” <ul><li>O Braille é um sistema de leitura com o tato para c...
Grafia Braille <ul><li>Alfabeto em Braille </li></ul>
Materiais de Escrita Braille Impressora Braille
O Sistema Dosvox Tela Inicial do Sistema Dosvox
A tecnologia quando está a serviço do ser humano, é capaz de produzir  fatos prodigiosos. O exemplo concreto disso é o DOS...
     - Ler e escrever cartas, textos, livros e jornais;       - Imprimir em negro e Braille;      - Acesso aos recursos de...
São diversas as chaves que provocaram um sucesso extraordinário  deste projeto, que hoje é utilizado por mais de 500 cegos...
<ul><li>O Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro, criou o sistema DOSVOX, destinado a a...
Projeto Cão-Guia de Cego <ul><li>O  Projeto Cão-Guia de Cego  visa à integração do portador de </li></ul><ul><li>necessida...
Locomoção com Cães-guia   <ul><li>O cão guia representa outro recurso de OM, mas exige do seu usuário idade  </li></ul><ul...
Técnicas com Bengala Longa <ul><li>Dentre os recursos utilizados pelos deficientes visuais para locomoção,  </li></ul><ul>...
Técnicas com Guia Vidente  São técnicas utilizadas com o deficiente visual  para o mesmo andar com máxima segurança,  quan...
Dicas de Relacionamento <ul><li>Se encontrar algum deficiente visual que precise de ajuda, identifique-se, faça-o perceber...
Materiais Adaptados SOROBÃ   Celular Adaptado
Do Sonho à Realidade Você pode é só querer ... ANDREA BOCELLI   DORINA NOWILL   (Líder no Campo da Cegueira) Danieli Halot...
“ É a realização de um sonho de 20 anos&quot;,  afirma o novo desembargador. Ricardo Tadeu Marques da Fonseca   TRT do Par...
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A InclusãO De Deficientes Visuais Na Sociedade

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A InclusãO De Deficientes Visuais Na Sociedade

  1. 1. A Inclusão de Pessoas Cegas no Mundo Digital e na Sociedade “ São nas pequenas ações que podemos fazer a grande diferença e, não apenas, olhar o ‘diferente’ que está perto de nós... a inclusão é nossa!!! ” (Luciane M. M. Barbosa) Grupo Interação Formação - Augusto Francisco Teixeira - Eliane Martinez Arevalos - Gabriel Galiego Neto - Márcia Cristina da Silva Souza - Maria Madalena Ribeiro Moleiro - Sérgio Alencar Semensato Elaboração M. Madalena R. Moleiro Seminário Virtual Tecnologias Assistivas Mediadora: Maiara
  2. 2. Cegueira Total Definição <ul><li>Uma delimitação de deficientes visuais, cegos e portadores de visão </li></ul><ul><li>subnormal, se dá por duas escalas oftalmológicas: acuidade visual, </li></ul><ul><li>aquilo que se enxerga a determinada distância e campo visual, a amplitude </li></ul><ul><li>da área alcançada pela visão. </li></ul>
  3. 3. Causas da Cegueira <ul><li>Em geral, as causas mais freqüentes que levam à cegueira infantil são </li></ul><ul><li>glaucoma congênito, a retinopatia da prematuridade, a rubéola, a catarata </li></ul><ul><li>congênita, a toxoplasmose congênita, a hipovitaminose A, a oncocercose, </li></ul><ul><li>o sarampo e o tracoma. A OMS recomenda tratamentos precoces de várias </li></ul><ul><li>doenças oculares, as quais são preveníveis ou tratáveis com a devida </li></ul><ul><li>intervenção oftalmológica. Em adultos especialmente são outros fatores que podem causar a cegueira, </li></ul><ul><li>cada um deles, com suas implicações psicológicas e emocionais. Entre os </li></ul><ul><li>mais freqüentes estão a catarata, diabetes, descolamento de retina, </li></ul><ul><li>glaucoma, retinopatias e causas acidentais entre outras. </li></ul>                                                                                                                                                                                                                                                                                   
  4. 4. Tratamento <ul><li>São recomendados trabalhos de educação especial para quem tem </li></ul><ul><li>diferentes problemas com deficiência visual. Pedagogicamente, o cego é </li></ul><ul><li>aquele que, mesmo possuindo visão subnormal, necessita de conhecimento </li></ul><ul><li>da escrita Braille (sistema de escrita por pontos em relevo) e como portador de visão subnormal aquele que lê tipos impressos ampliados ou com o auxílio de potentes recursos ópticos. Além disso, vários outros recursos podem ser colocados em prática para a </li></ul><ul><li>inserção ou reinserção de indivíduos com deficiência visual. São trabalhos que dependem de conhecimento específico e sobretudo de profissionais habilitados e especializados em cegueira. </li></ul>
  5. 5. Os Deficientes eram considerados inválidos <ul><li>A idéia de integração surgiu para derrubar a </li></ul><ul><li>prática de exclusão social a que foram submetidas </li></ul><ul><li>as pessoas deficientes por vários séculos. A exclusão </li></ul><ul><li>ocorria em seu sentido total, ou seja, as pessoas </li></ul><ul><li>portadoras de deficiências eram excluídas da sociedade </li></ul><ul><li>para qualquer atividade porque antigamente elas eram </li></ul><ul><li>consideradas inválidas, sem utilidade para a sociedade </li></ul><ul><li>e incapazes para trabalhar, características estas </li></ul><ul><li>atribuídas indistintamente a todos que tivessem alguma </li></ul><ul><li>deficiência. </li></ul>
  6. 6. Criação de Internatos e Institutos <ul><li>A atenção formal às pessoas com deficiência </li></ul><ul><li>iniciou-se com a criação de internatos , ainda </li></ul><ul><li>no século XVII , idéia importada da Europa, no </li></ul><ul><li>Período imperial. </li></ul><ul><li>O primeiro foi o Imperial Instituto dos Meninos Cegos , atual Instituto Benjamin Constant (I.B.C.). Este foi criado no Rio de Janeiro, pelo Imperador D. Pedro II, através </li></ul><ul><li>do Decreto Imperial n° 1.428, de 12/09/1854. </li></ul>
  7. 7. Os Cegos Começam a Conquistar seu Espaço na Sociedade <ul><li>A verdadeira inclusão busca proporcionar </li></ul><ul><li>a pessoa com deficiência visual maior </li></ul><ul><li>independência, qualidade de vida e </li></ul><ul><li>inclusão social, através da ampliação de sua </li></ul><ul><li>Comunicação, mobilidade, controle de seu </li></ul><ul><li>Ambiente, habilidades de seu aprendizado, </li></ul><ul><li>Trabalho e integração com a família, amigos </li></ul><ul><li>e sociedade. </li></ul>Iguais na Diferença
  8. 8. O Sol Brilha Para Todos <ul><li>Os cegos começam a ingressar nas Escolas Públicas e a conquistar seu espaço; </li></ul><ul><li>Três cegos, após cursarem o Instituto </li></ul><ul><li>Benjamin Constant, conseguem ingressar na Faculdade de Direito de São Paulo; </li></ul><ul><li>São inaugurados outros vários Institutos para cegos no Brasil: em São Paulo, na Bahia, no Rio Grande do Sul e no Ceará; </li></ul><ul><li>A Constituição estabelece e garante os Direitos dos cegos. </li></ul><ul><li>somos todos filhos de Deus; </li></ul><ul><li>somos todos diferentes; </li></ul><ul><li>somos todos iguais perante a lei </li></ul>
  9. 9. <ul><li>O Dia Nacional do Cego, celebrado em 13 de dezembro, tem um significado especial para mais de 16,6 milhões de deficientes visuais em todo o Brasil. Criada há 47 anos para homenagear a data da morte de José Álvares de Azevedo. </li></ul><ul><li>O jovem cego que introduziu o sistema Braille no Brasil, em 1850, depois de aprendê-lo na França. </li></ul><ul><li>Instituída para preservar o direito à igualdade e solidariedade entre todos da mesma sociedade, a data representou um primeiro passo, embora ainda seja longo o caminho a percorrer para se fazer cumprir os direitos não só dos cegos, como das pessoas com qualquer tipo de deficiência. </li></ul>O Dia Nacional do Cego
  10. 10. Inclusão dos Cegos <ul><li>Não é possível negar que existem muitas dificuldades para se elaborar sistemas que possibilitem a inclusão de cegos. </li></ul><ul><li>São barreiras que vão desde os altos custos até a falta de pessoal especializado na matéria. </li></ul><ul><li>De todas as formas, também é inegável que avanços estão ocorrendo com uma velocidade bastante apreciável.Melhor ainda: muitos destes avanços têm origem nos esforços realizados por pesquisadores brasileiros. </li></ul><ul><li>O mais importante de tudo, entretanto, é dar prosseguimento à divulgação destas idéias. </li></ul><ul><li>Com isto, cria-se a possibilidade de que cada vez mais pessoas e instituições tomem consciência desta realidade e dos novos caminhos que surgem, a fim de que possamos ter uma educação cada vez mais inclusiva, abrindo as portas do mundo para pessoas com diversos tipos e graus de dificuldades e de habilidades . </li></ul>
  11. 11. Orientação e Mobilidade x Cidadania <ul><li>A orientação e mobilidade têm como um dos objetivos a busca da </li></ul><ul><li>cidadania, ou seja, a independência de ir e vir, participando do gozo dos </li></ul><ul><li>direitos civis, sociais e políticos de um estado, a partir de sua habilitação. </li></ul><ul><li>É com esse ideal, que a Sociedade de Assistência aos Cegos - SAC vem </li></ul><ul><li>orientando e ajudando os deficientes visuais a mudarem esse quadro social, </li></ul><ul><li>demonstrando que é possível ver através da escuridão. </li></ul>
  12. 12. Grafia Braille “ Semeando Leitores e Escritores Competentes” <ul><li>O Braille é um sistema de leitura com o tato para cegos inventado pelo </li></ul><ul><li>francês Louis Braille. L. BRAILLE perdeu a visão aos três anos. Quatro anos </li></ul><ul><li>depois, ele ingressou no Instituto de Cegos de Paris. Em 1827, então com </li></ul><ul><li>dezoito anos, tornou-se professor desse instituto. Ao ouvir falar de um </li></ul><ul><li>sistema de pontos e buracos inventado por um oficial para ler mensagens </li></ul><ul><li>durante a noite em lugares onde seria perigoso acender a luz, L. BRAILLE </li></ul><ul><li>fez algumas adaptações no sistema de pontos em relevo. </li></ul>
  13. 13. Grafia Braille <ul><li>Alfabeto em Braille </li></ul>
  14. 14. Materiais de Escrita Braille Impressora Braille
  15. 15. O Sistema Dosvox Tela Inicial do Sistema Dosvox
  16. 16. A tecnologia quando está a serviço do ser humano, é capaz de produzir fatos prodigiosos. O exemplo concreto disso é o DOSVOX, que a partir da interatividade (perguntas e respostas faladas) proporciona aos portadores de deficiência visual a oportunidade do acesso ao computador de forma semelhante aos videntes. Dosvox um Software Inclusivo Para os Deficientes Visuais
  17. 17.      - Ler e escrever cartas, textos, livros e jornais;      - Imprimir em negro e Braille;      - Acesso aos recursos de multimídia, disquete e CD;      - Entretenimento através de diversos jogos;      - Fazer cálculos, cheques, formulários e apresentações;      - Ter agenda de telefone e de compromissos;      - Acessar e escrever página para internet, enviar mensagem e realizar bate-papo. O DOSVOX Possibilita
  18. 18. São diversas as chaves que provocaram um sucesso extraordinário deste projeto, que hoje é utilizado por mais de 500 cegos de todo Brasil: . custo muito baixo; . a tecnologia de produção é muito simples, e viável para as indústrias Nacionais; . o sistema fala e lê em português; . o diálogo homem-máquina é feito de forma simples; . o sistema obedece às restrições e características da maioria das pessoas cegas leigas; . o sistema utiliza padrões internacionais de computação, e assim, o DOSVOX pode ser lido e ler dados e textos gerados por programas e sistemas de uso comum em informática. O projeto tem um grande impacto social pelo benefício que ele traz aos deficientes visuais, abrindo novas perspectivas de trabalho e de comunicação. As Vantagens do Dosvox
  19. 19. <ul><li>O Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro, criou o sistema DOSVOX, destinado a auxiliar os deficientes visuais a usar o computador, executando tarefas como edição de textos (com impressão comum ou Braille) leitura/audição de textos anteriormente transcritos, utilização de ferramentas de produtividade faladas (calculadora, agenda, etc.), além de diversos jogos. O sistema fala através de um sintetizador de som de baixo custo, que é acoplado a um microcomputador tipo IBM-PC. </li></ul><ul><li>O sistema DOSVOX evoluiu a partir do trabalho de Marcelo Pimentel, estudante de informática totalmente cego, e que desenvolveu o editor de textos do sistema. Marcelo é hoje programador do NCE, onde trabalha sob orientação acadêmica do prof.Antonio Borges, responsável pela coordenação do projeto DOSVOX. </li></ul>Saiba Mais Sobre o Dosvox
  20. 20. Projeto Cão-Guia de Cego <ul><li>O Projeto Cão-Guia de Cego visa à integração do portador de </li></ul><ul><li>necessidades especiais à sociedade, facilitando a sua locomoção e </li></ul><ul><li>estimulando a sua independência. </li></ul><ul><li>Os cães utilizados para serem guias de deficientes visuais são geralmente </li></ul><ul><li>pastores alemães, labradores e golden retrievers. </li></ul><ul><li>Com Quase 2 milhões de deficientes visuais, o Brasil tem apenas 60 </li></ul><ul><li>cães guias. </li></ul>Caminhar sem Medo e sem Mito
  21. 21. Locomoção com Cães-guia <ul><li>O cão guia representa outro recurso de OM, mas exige do seu usuário idade </li></ul><ul><li>própria, conhecimentos prévios de OM e condições para a realização dos </li></ul><ul><li>cuidados e manutenção da sobrevivência, saúde e higiene do cão. O uso </li></ul><ul><li>deste recurso não é recomendado para crianças, pois a tendência para </li></ul><ul><li>brincadeiras com este animal é intensa nesta fase e a criança tem dificuldade </li></ul><ul><li>para entender que o cão está ao seu lado para desenvolver um trabalho de </li></ul><ul><li>orientação e facilitação da sua mobilidade e não para brincar. </li></ul>
  22. 22. Técnicas com Bengala Longa <ul><li>Dentre os recursos utilizados pelos deficientes visuais para locomoção, </li></ul><ul><li>a bengala longa apresenta-se como um dos mais seguros, isto é, quando manipulado corretamente. Para esse manuseio correto da bengala é necessário destreza motora, </li></ul><ul><li>boa percepção tátil-cinestésico, vivências </li></ul><ul><li>pré-bengala, conhecimento e manipulação </li></ul><ul><li>com a bengala para introduzir-se as técnicas </li></ul><ul><li>que são: Varredura, técnica diagonal </li></ul><ul><li>(utilizada somente em ambientes internos), </li></ul><ul><li>detecção de objetos, passagem por portas, </li></ul><ul><li>rastreamento com técnica diagonal, subir </li></ul><ul><li>e descer escadas, técnicas de toque, técnica </li></ul><ul><li>de toque e deslize, técnica de deslize, </li></ul><ul><li>rastreamento com técnica de toque, </li></ul><ul><li>rastreamento em três pontos. </li></ul>
  23. 23. Técnicas com Guia Vidente São técnicas utilizadas com o deficiente visual para o mesmo andar com máxima segurança, quando estiver acompanhado. Observa-se desde a postura correta de segurá-lo, dentre outras, como: Mudança de direção, passagens estreitas, troca de lado, subir e descer escadas, aceitar e recusar ajuda, sentar-se (cadeiras/ bancos) e passagens por portas.
  24. 24. Dicas de Relacionamento <ul><li>Se encontrar algum deficiente visual que precise de ajuda, identifique-se, faça-o perceber que você está falando com ele e ofereça auxílio; </li></ul><ul><li>Caso sua ajuda como guia seja aceita, coloque a mão da pessoa no seu cotovelo dobrado. Ela irá acompanhar o movimento do seu corpo enquanto você vai andando. Importante: À medida que surgirem obstáculos no caminho, deve-se informar antecipadamente ao deficiente visual; </li></ul><ul><li>Para ajudar uma pessoa cega a sentar-se, você deve guiá-lo até a cadeira e colocar a mão dela sobre o encosto da mesma, informando se esta tem braço ou não. Importante: Deixe que a pessoa sente-se sozinha. </li></ul>
  25. 25. Materiais Adaptados SOROBÃ Celular Adaptado
  26. 26. Do Sonho à Realidade Você pode é só querer ... ANDREA BOCELLI DORINA NOWILL (Líder no Campo da Cegueira) Danieli Haloten e seu cão guia Stevie Wonder Cantores de Angola, grupo de cantores cegos Esportes
  27. 27. “ É a realização de um sonho de 20 anos&quot;, afirma o novo desembargador. Ricardo Tadeu Marques da Fonseca TRT do Paraná é o Primeiro do Brasil a ter um Juiz com Deficiência Visual
  28. 28. <ul><li>O universo dos mais de 16,5 milhões de deficientes visuais do país, antes </li></ul><ul><li>desconhecido por parte da população, vem ganhando espaço na mídia e </li></ul><ul><li>com isso conscientizando as pessoas sobre a necessidade de inclusão na </li></ul><ul><li>sociedade. Algumas questões como livros em Braille, computadores com </li></ul><ul><li>programas especiais, qualificação profissional e oportunidades no mercado </li></ul><ul><li>de trabalho ainda impedem que a maioria deles leve uma vida com </li></ul><ul><li>qualidade. </li></ul><ul><li>O cego pode trabalhar viver, ter todos os prazeres sexuais, emocionais e intelectuais que todos podem ter. O maior problema não está entre os cegos e a cegueira e sim entre os </li></ul><ul><li>cegos e a sociedade. Há sempre uma barreira que impede que os cegos </li></ul><ul><li>sejam respeitados em suas diferenças e em suas igualdades. </li></ul>CONCLUSÃO Grupo Interação Dezembro/2009

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