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Apropriação de espaço - psi ambiental

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Apropriação de espaço - psi ambiental

  1. 1. Apropriação de espaço: vivências dos pacientes hospitalizados Mestrado em Psicologia Clínica PUC/SP – 2005 Autora: Maria Cherubina de Lima Alves Orientadora: Profa. Dra. Marlise Bassani Cláudia Oliveira Luiza de Andrade Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC/SP Programa de Estudos Pós-Graduados em Psicologia Clínica Núcleo de Psicossomática e Psicologia Hospitalar Disciplina: Psicologia Ambiental e Saúde: apropriação de espaço e apego ao lugar Profa. Dra. Marlise Bassani
  2. 2. Psicologia Ambiental - Histórico <ul><li>Brunswick /1943 </li></ul><ul><ul><li>defendia que os psicólogos deveriam dedicar mais a pesquisa sobre a representatividade do design,os estímulos ambientais transmitidos pelo design eram mais complexos do que normalmente se esperavam na época ; </li></ul></ul><ul><li>Kurt Lewin </li></ul><ul><ul><li>história do desenvolvimento da Psicologia Ambiental não fez pesquisas sobre o ambiente físico objetivo; esboço noções para o desenvolvimento deste paradigma ; </li></ul></ul><ul><li>Barker e Wright – 1955 </li></ul><ul><ul><li>estudo do homem em relação ao meio ambiente ; </li></ul></ul><ul><li>Psicologia Ecológica </li></ul><ul><ul><li>observar pessoas em sua vida cotidiana e narrar numa linguagem simples o que foi observado. </li></ul></ul><ul><li>Objeto de estudo </li></ul><ul><ul><li>behavior setting - unidades comportamentais constituídas pelo comportamento humano e pelo ambiente em que ele ocorre, unidades compostas por seres humanos e objetos inanimados </li></ul></ul>
  3. 3. Psicologia Ambiental - Histórico <ul><li>Bassani (2004) - Psicologia Ambiental surge na década de 70 </li></ul><ul><ul><li>Contexto das relações do ser humano-ambiente físico e problemas ambientais, rompendo com o modelo médico de saúde mental buscando novas formas de atuação e produção do conhecimento. Tanto o ambiente construído pelo ser humano (casas, cidades,etc...), quanto o natural ( rios, florestas, etc...) </li></ul></ul><ul><li>Moser </li></ul><ul><ul><li>Inter-relações devem ser estudadas dentro de suas dimensões temporais(passado, presente e futuro) e espaciais (privado, compartilhados e semipúblicos, espaços públicos, coletivos e ambiente global) </li></ul></ul><ul><li>1970 e 1980 </li></ul><ul><ul><li>Consolidação institucional, surgimento e transformações de cátedras universitárias </li></ul></ul>
  4. 4. Psicologia Ambiental - Histórico <ul><li>Psicologia Ambiental: divulgada através de periódicos: </li></ul><ul><li>Environment and Behavior (1969) e o Journal of Environmental Psycology (1981). </li></ul><ul><li>Handboock of Environmetal Psycology – organizado Stokols/Altman(1987) editado por Bechtel e Churchman; Environmetal Psycology  : principles and practice – Gifford (publicações). </li></ul><ul><li>1970- Manual de Psicologia Ambiental : Environmetal Psycology : mand and his psysical setting (Proshansky, Ittelson e Rivlin): época da difusão no meio científico,traz a questão da amplitude temática, epistemológica, teórica e metodológica, abrange conhecimentos naturais e humano sociais, compreender a relação humano-ambiente. </li></ul>
  5. 5. Psicologia Ambiental - Histórico <ul><li>1990 – reestruturação, redefine a área de investigação, abandonando as pesquisas arquiteturais e etológicas da delimitações espaciais, controle do comportamento humano e a defesa do espaço. </li></ul><ul><li>Psicologia Ambiental: estudar a interação da pessoa com o ambiente sócio físico, incluindo nos seus interesses de estudo a cognição ambiental e os afetos relacionados aos espaços. </li></ul><ul><li>1991 - Handbook of Environmetal Psycology – Stokols e Altman - cognição ambiental, diferenças de personalidade e ambiente. </li></ul><ul><li>2002 - Handbook of Environmetal Psycology – Bechtel e Churchman - globalização e seus efeitos sobre as diferentes culturas e a necessidade de um desenvolvimento sustentável. </li></ul>
  6. 6. Psicologia Ambiental - Fenômenos <ul><li>Percepção Ambiental : forma como se obtém esse reúnem as informações através dos sentidos da visão, olfato, tato e paladar (Bassani, Silveira e Ferraz, 2003). </li></ul><ul><li>Cognição Ambiental : a forma com que se adquire, armazena, organiza e se recorda das informações sobre lugares, distâncias e disposições de prédios, ruas e espaços abertos (Gifford, 2002). </li></ul><ul><li>Estresse Ambiental : variável intermediária, pois ele não é fonte desequilíbrio e nem uma resposta específica do indivíduo, mas uma perturbação que resulta da interação entre pessoa –ambiente(Moser, 1992). </li></ul>
  7. 7. Psicologia Ambiental – Fenômenos <ul><li>Atitudes Pró-ambientais : as atitudes são comportamento eletivos, padrões de ação que podem produzir efeitos nocivos sobre o meio ambiente ou então preservar os recursos naturais disponíveis (Corral e Verdugo, 2001). </li></ul><ul><li>Espaço Pessoal : área ao redor da pessoa com delimitações invisíveis, estabelecidas pelos indivíduos de acordo com as suas próprias características; </li></ul><ul><li>Territorialidade : comportamento ou atitudes de indivíduos ou grupos que visam controlar espaços físicos, objetos pessoais e idéias. </li></ul><ul><li>Privacidade : possibilidade do indivíduo controlar o acesso de outras pessoas sobre ele mesmo, seu espaço e informações a respeito dele. </li></ul>
  8. 8. Psicologia Ambiental - Fenômenos <ul><li>Aglomeração(crowding): forma subjetiva como a presença de outras pessoas é percebida, pois cada pessoa tem um referencial diferente ao julgar confortável ou desconfortável a concentração de pessoas dentro de um espaço delimitado. </li></ul><ul><li>Conservação Ambiental(comms): toda produção de conhecimento relativa à conservação ambiental, independente da abordagem adotada pelos pesquisadores. </li></ul><ul><li>Desenvolvimento Sustentável : é o desenvolvimento capaz de satisfazer as necessidades da geração atual sem comprometer as possibilidades das gerações futuras satisfazerem as suas. </li></ul>
  9. 9. Apropriação de Espaço <ul><li>É um processo circular e simbólico que envolve as dimensões de identificação simbólica e de ação-transformação (Pol, 2002). </li></ul><ul><li>Envolve um sentimento de pertinência que possibilita a transformação de espaços e lugares (Bonfim, 2003). </li></ul><ul><li>Identificação simbólica: processo interativo de reconhecimento dos grupos e se dá pela categorização subjetiva de qualidades pessoais e coletivas semelhantes; </li></ul><ul><li>Ação-transformação: refere-se às ações pessoais e sociais sobre o ambiente, sobre as pessoas e sobre a coletividade que são incorporadas nos processos cognitivos e afetivos da pessoa. </li></ul>
  10. 10. Pesquisa <ul><li>Problema de pesquisa </li></ul><ul><ul><li>Verificar como os pacientes internados vivenciam a apropriação de espaço nos quartos de um hospital público em um município do interior do estado de São Paulo </li></ul></ul><ul><li>Objetivos </li></ul><ul><ul><li>Caracterizar, ou seja, identificar e descrever o conjunto de traços particulares e compartilhados da apropriação de espaço pelos pacientes hospitalizados. </li></ul></ul><ul><ul><li>Investigar o significado da apropriação de espaço para os pacientes durante a internação. </li></ul></ul>
  11. 11. Método <ul><li>Pesquisa qualitativa e quantitativa, descritiva e exploratória </li></ul><ul><li>Sujeitos: </li></ul><ul><ul><li>Pacientes com idades entre 15 e 75 anos internados na Clínica Médica (cirúrgica) e na Neurologia (3º e 4º andares) </li></ul></ul><ul><ul><li>Eram alfabetizados </li></ul></ul><ul><ul><li>Apresentavam condições clínicas para se comunicar e desenhar </li></ul></ul><ul><ul><li>Consentiram e concordaram por escrito sua participação na pesquisa </li></ul></ul><ul><ul><li>Foram entrevistados dentro das normas hospitalares </li></ul></ul><ul><li>Total de 38 pacientes internados entrevistados, sendo que 9 foram excluídos, sendo um total de 29 participantes (15 mulheres e 14 homens). </li></ul>
  12. 12. Método <ul><li>Local </li></ul><ul><ul><li>Hospital público de uma cidade do interior de São Paulo </li></ul></ul><ul><ul><li>A coleta de dados foi realizada nos quartos onde os pacientes estavam internados, sendo os ímpares de um lado e os pares de outro </li></ul></ul><ul><ul><li>O 3º andar (Neurologia, Neurocirurgia): possuía 53 leitos, a maioria com 3 leitos cada e um banheiro </li></ul></ul><ul><ul><li>O 4º andar (Clínica cirúrgica e Médica): possuía 49 leitos, sendo 8 quartos com 2 leitos e 11 quartos com 3 leitos </li></ul></ul><ul><ul><li>Cada quarto tinha armários, mesa ajustável para alimentação no leito, cadeira, escada de um degrau e em alguns casos criados-mudos, mesas de apoio e poltronas reclináveis </li></ul></ul>
  13. 13. Método <ul><li>Normas hospitalares </li></ul><ul><li>Instrumentos: </li></ul><ul><ul><li>Consulta a documentos </li></ul></ul><ul><ul><li>Entrevista semi-estruturada com os sujeitos </li></ul></ul><ul><ul><li>Entrevista semi-estruturada com funcionários da equipe de enfermagem </li></ul></ul><ul><ul><li>Desenhos </li></ul></ul><ul><ul><li>Observação: registro escrito, fotográfico e planta baixa do hospital </li></ul></ul>
  14. 14. Método <ul><li>Redes Semânticas Naturais </li></ul><ul><ul><li>Consiste na apresentação de estímulos escritos, onde o sujeito deve responder com no mínimo 5 e no máximo 10 palavras soltas relacionadas com o estímulo apresentado. Depois pede-se que o sujeito organize essas palavras em ordem hierárquica. </li></ul></ul><ul><ul><li>“Por meio das Redes Semânticas espera-se acessar as vivências significativas sobre as inter-relações sujeito-hospital, mas especificamente sujeito-quarto hospitalar, procurando identificar o que dificulta e o que favorece uma boa relação entre pacientes e hospital.” (ALVES, 2005) </li></ul></ul>
  15. 15. Método <ul><li>Palavras estímulos escolhidas </li></ul><ul><ul><li>Quarto: propiciava uma escolha entre o quarto hospitalar ou residencial, indicando com qual deles o sujeito estiaria mais vinculado </li></ul></ul><ul><ul><li>Saúde: investigar conteúdos relativos ao ideal de saúde dos sujeitos, um ponto importante para se entender o que a internação significa </li></ul></ul><ul><ul><li>Hospital: no intuito de fazer uma verificação direta do que este ambiente significa para os sujeitos </li></ul></ul><ul><ul><li>Doente: para investigar o grau de identificação dos sujeitos com esta condição e seu significado para cada um deles </li></ul></ul><ul><ul><li>Casa: coletar dados sobre as vivências dos sujeitos relativas ao seu ambiente privado e cotidiano </li></ul></ul><ul><ul><li>Cidade: necessidade de conhecer o significado e o tipo de relação que os sujeitos estabelecem com um ambiente público do seu cotidiano. </li></ul></ul>
  16. 16. Método <ul><li>Procedimentos: </li></ul><ul><ul><li>Pré-teste </li></ul></ul><ul><li>Procedimento de coleta: </li></ul><ul><ul><li>Termo de Consentimento </li></ul></ul><ul><ul><li>Início da entrevista semi-estruturada </li></ul></ul><ul><ul><li>Como funcionava as Redes Semânticas </li></ul></ul><ul><ul><li>Apresentação visual e verbal da primeira palavra estímulo </li></ul></ul><ul><ul><li>Respostas do sujeito </li></ul></ul><ul><ul><li>Hierarquização das respostas </li></ul></ul><ul><ul><li>Finalização da entrevista semi-estruturada </li></ul></ul><ul><ul><li>Desenho sobre o que era mais importante no quarto do hospital </li></ul></ul><ul><ul><li>Registro fotográfico do leito </li></ul></ul><ul><ul><li>Entrevista semi-estruturada com a equipe de enfermagem </li></ul></ul><ul><li>Reuniões devolutivas </li></ul><ul><li>Cuidados éticos </li></ul>
  17. 17. Resultados e Análise <ul><li>Utilização de categorias temáticas (Bassani, 2003) </li></ul><ul><li>Seleção de 10 categorias temáticas: </li></ul><ul><ul><li>Ações do sujeito : reúne as palavras que indicam alguma ação do sujeito, ou seja, respostas sobre atividades realizadas por ele e que o tiram da condição de “passivo” no quarto </li></ul></ul><ul><ul><li>Aspectos de saúde-doença : contém palavras que remetem aos vários níveis de equilíbrio e/ou desequilíbrio das manifestações de saúde e de doença dos sujeitos </li></ul></ul><ul><ul><li>Corpo clínico, serviço e sua qualidade : respostas relativas aos funcionários da área da saúde que trabalham no espaço hospitalar investigado e aos serviços oferecidos no hospital por estes funcionários </li></ul></ul><ul><ul><li>Estados subjetivos e sua expressão : refere-se aos sentimentos e às emoções citadas pelos sujeitos, podendo ter conteúdos positivos ou negativos </li></ul></ul><ul><ul><li>Familiares e vínculos pessoais : palavras que dizem respeito às relações sociais dos sujeitos com outras pessoas e os tipos de vínculos pessoais estabelecidos </li></ul></ul>
  18. 18. Resultados e Análise <ul><ul><li>Lugares e seus aspectos físicos : esta categoria agrupa palavras que indicam tanto espaços físicos quanto seus aspectos arquitetonicamente constitutivos, como seus aspectos de mobiliário estético-decorativos </li></ul></ul><ul><ul><li>Religiosidade/espiritualidade : palavras referentes a aspectos próprios da religiosidade e/ou da espiritualidade dos sujeitos </li></ul></ul><ul><ul><li>Valorativa : palavras que conferem valor pessoal aos estímulos apresentados, expressando os julgamentos subjetivos emitidos. São geralmente adjetivos que podem apresentar valores positivos ou negativos referentes aos estímulos </li></ul></ul><ul><ul><li>Outros </li></ul></ul><ul><ul><li>Sem resposta </li></ul></ul>
  19. 19. Resultados e Análise Categoria temática X Palavras- estímulo <ul><li>Total de 87 respostas </li></ul>Lugares e seus aspectos físicos (23) Cidade Valorativa (36) Casa Estados subjetivos e sua expressão (20) Doente Corpo clínico, serviços e sua qualidade (25) Hospital Ações do sujeito (19) Saúde Lugares e seus aspectos físicos (58) Quarto Categoria temática Palavra - estímulo
  20. 20. Resultados e Análise Categoria temática X Perfil dos sujeitos categoria perfil 28.26% com 2 salários mínimos 71.74% com ensino fundamental incompleto 32.61% de 25 a 34 anos 54.35% da Clínica Médica ou Cirúrgica 67.39% por mulheres Ações do sujeito (46) 32.73% com 3 salários mínimos 63.64% com ensino fundamental incompleto 29.09% de 45 a 54 anos 61.82% da Clínica Médica ou Cirúrgica 58.18% por mulheres Sem resposta (55) 47.37% com 2 salários mínimos 50.88% com ensino fundamental incompleto 36.84% de 25 a 34 anos 64.91% da Neurocirurgia ou Neurologia 50.88% por mulheres Estados subjetivos e sua expressão (57) 43.40% com 2 salários mínimos 59.43% com ensino fundamental incompleto 28.30% de 25 a 34 anos 57.55% da Neurocirurgia ou Neurologia 59.43% por homens Lugares e seus aspectos físicos (106) 39.32% com 2 salários mínimos 49.57% com ensino fundamental incompleto 33.33% de 25 a 34 anos 54.70% da Neurologia ou Neurocirurgia 52.99% por mulheres Valorativas (117) Renda Escolaridade Faixa etária Especialidade Gênero
  21. 21. Resultados e Análise Categoria temática X Perfil dos sujeitos 50% com 2 salários mínimos 75% com ensino fundamental incompleto 37.5% de 45 a 54 anos 75% da Clínica Médica ou Cirúrgica 75% por mulheres Religiosidade/espiritualidade (8) 58.33% com 2 salários mínimos 63.5% com ensino fundamental incompleto 33.33% de 45 a 54 anos 70.83% da Neurocirurgia ou Neurologia 50% por homens Familiares e vínculos pessoais (24) 42.86% com 5 salários mínimos ou mais 42.86% com ensino fundamental incompleto 46.43% de 25 a 34 anos 57.14% da Clínica Médica ou Cirúrgica 53.57% por mulheres Outros (28) 33.33% com 3 salários mínimos 69.44% com ensino fundamental incompleto 27.78% de 45 a 54 anos 52.78% da Clínica Médica ou Cirúrgica 50% por homens Corpo clínico, serviços e sua qualidade (36) 35.56% com 2 salário mínimos 66.67% com ensino fundamental incompleto 40% de 25 a 34 anos 60% da Clínica Médica ou Cirúrgica 51.11% por homens Aspectos de saúde – doença (45)
  22. 22. Resultados e análise Agrupamentos (clusters) <ul><li>Os agrupamentos (ou clusters) foram feitos para proporcionar uma análise da classificação hierárquica das respostas dadas às seis palavras-estímulo </li></ul><ul><li>Agrupam os sujeitos quanto a sua forma de avaliar as prioridades para cada um dos estímulos avaliados. </li></ul><ul><li>Agrupamentos das respostas de maior e menor posição hierárquica perfazendo um total de 6 agrupamentos </li></ul>
  23. 23. Resultados e análise Agrupamentos (clusters) <ul><li>Agrupamento 1 </li></ul><ul><ul><li>Os sujeitos apresentaram muitas respostas valorativas para as palavras-estímulo estudadas, sendo esta a categoria mais freqüente entre estes. </li></ul></ul><ul><ul><li>A freqüência mais alta desta categoria foi no estímulo casa, em seguida nos estímulos hospital e cidade, depois, respectivamente: doente,saúde e quarto. </li></ul></ul><ul><li>Agrupamento 2 </li></ul><ul><ul><li>Composto por apenas um sujeito </li></ul></ul><ul><ul><li>Paciente depressivo e retraído </li></ul></ul><ul><ul><li>Categorias foram estados subjetivos e sua expressão e familiares e vínculos pessoais . As respostas da categoria estados subjetivos e sua expressão foram dadas nos estímulos quarto (“descansada”) e saúde (“infelicidade”) </li></ul></ul><ul><li>Agrupamento 3 </li></ul><ul><ul><li>Reuniu dois sujeitos </li></ul></ul><ul><ul><li>A categoria mais citada por eles foi aspectos de saúde-doença nas respostas aos estímulos quarto, hospital e doente, sendo elas, respectivamente: “cura”, “doença” e “dor” </li></ul></ul><ul><ul><li>Constatou-se neste agrupamento a primeira menção sobre a existência de uma ligação entre a saúde e a doença </li></ul></ul>
  24. 24. Resultados e análise Agrupamentos (clusters) <ul><li>Agrupamento 4 </li></ul><ul><ul><li>A categoria mais pontuada deste agrupamento foi a sem resposta, tendo apresentado ocorrências em quase todas as palavras-estímulo, podendo apontar a mobilização de conteúdos conflituosos dos sujeitos. </li></ul></ul><ul><li>Agrupamento 5 </li></ul><ul><ul><li>A categoria mais citada foi lugares e seus aspectos físicos, estando presente em todas as palavras-estímulo. </li></ul></ul><ul><ul><li>Observou-se uma tendência destes sujeitos em considerar os aspectos físicos, do mundo externo ao indivíduo, como questões menos importantes das temáticas investigadas. </li></ul></ul><ul><li>Agrupamento 6 </li></ul><ul><ul><li>Apresentaram um alto índice de respostas valorativas </li></ul></ul><ul><ul><li>Houve uma tendência deste agrupamento de classificar como menos importante as suas valorações das temáticas, indicando uma desqualificação daquilo que os sujeitos consideram importantes quando eles mesmos comparam a outras questões. </li></ul></ul>
  25. 25. Resultados e análise Vivências da apropriação do espaço <ul><li>Importância da outras vivências em hospitais </li></ul><ul><li>Itens que devem ser observados no hospital: cores, limpeza, cama (leito), móveis, banheiros, ventilação, temperatura, iluminação natural e artificial, outros pacientes, ruídos, campainha, normas e rotinas hospitalares, acomodação, agradabilidade, privacidade e atenção da enfermagem </li></ul><ul><li>Percepção da falta de cuidado com o ambiente hospitalar </li></ul><ul><li>Invasão de privacidade por parte dos funcionários e falta de autonomia </li></ul>
  26. 26. Resultados e análise Vivências da apropriação do espaço <ul><li>Agrupamento 1 </li></ul><ul><ul><li>Uma atitude de introversão e passividade e apenas a saúde depende da ação da própria pessoa </li></ul></ul><ul><li>Agrupamento 2 </li></ul><ul><ul><li>Completa passividade, distanciamento do ambiente físico e emoções exclusivamente negativas, além de sinais de introversão. O hospital tem um significado de lugar que irá acabar com a dor e com o sofrimento pela morte ou por um milagre </li></ul></ul><ul><li>Agrupamento 3 </li></ul><ul><ul><li>Sujeitos que imprimem relativamente mais ação no ambiente hospitalar do que os sujeitos dos agrupamentos anteriores, visando corrigir o que não gostaram e pedir o que queriam para garantir seu bem estar </li></ul></ul>
  27. 27. Resultados e análise Vivências da apropriação do espaço <ul><li>Agrupamento 4 </li></ul><ul><ul><li>Apresenta um padrão de não classificar nenhuma resposta como menos representativa ou de dar poucas respostas às palavras-estímulo </li></ul></ul><ul><li>Agrupamento 5 </li></ul><ul><ul><li>Considerou menos importantes alguns aspectos físicos dos ambientes, descartando-os tanto por não serem tão importantes quanto aos outros aspectos citados, quanto em função de seu desejo de que eles não existissem. </li></ul></ul><ul><li>Agrupamento 6 </li></ul><ul><ul><li>Agrupa os sujeitos que apresentaram mais respostas valorativas, classificando aquelas que tinham um valor negativo e indesejado como as menos representativas </li></ul></ul>
  28. 28. Resultados e análise Reflexões de auto-observação da pesquisadora <ul><li>A questão do papel duplo dentro do hospital </li></ul><ul><li>Facilidade de interagir e lidar com o ambiente hospitalar </li></ul><ul><li>Funcionários com medo de estarem sendo avaliados </li></ul><ul><li>Oferta de prolongar a internação dos pacientes </li></ul><ul><li>Demanda de atenção psicológica </li></ul>
  29. 29. Discussão <ul><li>A apropriação de espaço se expressa mais freqüentemente pelo componente de identificação simbólica </li></ul><ul><li>Ansiedade dos sujeitos com o baixo número de respostas na categoria aspectos de saúde-doença </li></ul><ul><li>Foram constatados 3 estilos de apropriação de espaço: </li></ul><ul><ul><li>Paralisação X Caridade </li></ul></ul><ul><ul><li>Passividade X Instabilidade </li></ul></ul><ul><ul><li>Participação X Possibilidade </li></ul></ul>
  30. 30. Discussão <ul><li>Comportamentos relativos a territorialidade (ação-transformação) </li></ul><ul><li>Aspectos desfavoráveis durante a internação </li></ul><ul><li>Hospital: lugar de sofrimento X lugar de cura </li></ul><ul><li>Preferência por uma internação em grupo </li></ul><ul><li>“ A apropriação de espaço leva pessoas a cuidarem mais do ambiente e agir de forma a preservar o equilíbrio ecológico. Assim, explorar o desenvolvimento da ação-transformação e promover uma apropriação de espaço mais equilibrada e positiva para os pacientes e familiares, além de ser benéfico para os pacientes , também pode favorecer a preservação e o cuidado hospitalar .” </li></ul>
  31. 31. Referências Bibliográficas <ul><li>BASSANI, Marlise A., FERRAZ, José M.G.; SILVEIRA, Miguel A. Percepção Ambiental e Agroecologia: Considerações Metodológicas em Psicologia Ambiental. In: II CONGRESSO BRASILEIRO DE AGROECOLOGIA, V SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE AGROECOLOGIA E VI SEMINÁRIO ESTADUAL SOBRE AGROECOLOGIA, 2004 Porto Alegre. Anais... Porto Alegre 2004. </li></ul><ul><li>BASSANI, Marlise A., SIOLVEIRA, Miguel A., FERRAZ, José M.G. Por um estado de espírito agroecologico consciente. In: I CONGRESSO BRASILEIRO DE AGROECOLOGIA, IV SEMINARIO INTERNACIONAL SOBRE AGROECOLOGIA, V SEMINARIO ESTADUAL SOBRE AGROECOLOGIA, 2003, Rio Grande so Sul Anais... Rio Grande do Sul, 2003, v.l,p.1-4. </li></ul><ul><li>CORAL-VERDUGO, Victor. Comportimiento proambiental. Una introcuccíon al estúdio de las conductas preotectoras del ambiente. Santa Cruz de Tetife, Espanha: Resma 2001. </li></ul><ul><li>BONFIM, Zulmira A.C. Cidade e afetividade: estima e construção dos mapas afetivos de Barcelona e de São Paulo. São Paulo: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, 2003. Originalmente apresentada como tese de dontorado, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. </li></ul>
  32. 32. Referências Bibliográficas <ul><li>GIFFORD, Robert. Enviromental psychology. Principles and Pratice. 3. Boston: Optimal Books, 2002. </li></ul><ul><li>ALVES. Maria C. de Lima, Apropriação de Espaço: Vivencias dos pacientes hospitalizados. Dissertação de mestrado. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. 2005. </li></ul><ul><li>MOSER, Gabriel . Psicologia Ambiental no novo milênio: integrando a dinâmica cultural e integral. In:TASSARA, Eda. (Org.).Panoramas Interdisciplinares para uma psicologia ambiental do urbano. São Paulo:EDUC, 2001.p.189-210. </li></ul><ul><li>_______. Gabriel. Lês stress urbains. Paris: Armand Colin, 1992. </li></ul><ul><li>POL, Eric. El modelo dual de la apropiación Del espacio. In: MIRA, Ricardo G.; CAMESELLE, José M. S.; MARTÌNEZ, José R. (Eds.). Psicologia y Médio Ambiente: Aspectos psicosociales, educativos y metodológicos. A Coruña: Unidad de Investigación Persona- Ambiente, Universedad de A Curuña, Universidad de Santiago de Compostela, 2002. </li></ul>

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