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O papel da Paróquia na formação dos seus agentes<br />Braga – 30 de Julho de 2011<br />P.e Luís Miguel FIGUEIREDO RODRIGUE...
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Paróquia<br />Impossibilitado como está o Bispo de presidir pessoalmente sempre e em toda a diocese a todo o seu rebanho, ...
Paróquia<br />A Paróquia é uma certa comunidade de fiéis, constituída estavelmente na Igreja particular, cuja cura pastora...
Cristão<br />«A mão do Senhor estava com eles e grande foi o número dos que abraçaram a fé e se converteram ao Senhor.A no...
Cristão<br />	ele era um homem bom, cheio do Espírito Santo e de fé. Assim, uma grande multidão aderiu ao Senhor.Então, Ba...
Cristão<br />No texto bíblico, cristão é sinónimo de:<br />Discípulo<br />Crente<br />Irmão<br />Santo<br />É outro Cristo...
Agente de Pastoral(AA 10)<br />Porque participam no múnus sacerdotal, profético e real de Cristo, têm os leigos parte acti...
Agente de Pastoral(AA 10)<br />	Porque os leigos com verdadeira mentalidade apostólica, à imagem daqueles homens e mulhere...
Agente de Pastoral(AA 10)<br />	Pois eles, fortalecidos pela participação activa na vida litúrgica da comunidade, empenham...
Agente de Pastoral(AA 10)<br />	A paróquia dá-nos um exemplo claro de apostolado comunitário porque congrega numa unidade ...
Agente de Pastoral(AA 10)<br />	Acostumem-se, por fim, a prestar auxílio a toda a iniciativa apostólica e missionária da s...
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Como formar na Paróquia?<br />
Meta<br />«Já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim. E a vida que agora tenho na carne, vivo-a na fé do Filho ...
	«Para isso [a renovação da Igreja], é necessário um grande esforço de formação. Tendo como finalidade favorecer a compree...
	Por conseguinte, há que promover ainda mais uma verdadeira «mistagogia litúrgica», com a participação activa de todos os ...
Mistagogia<br />«na comemoração dos vinte anos do encerramento do Concílio Vaticano II, os Padres sinodais indicaram a mis...
Mistagogia<br />«o vosso Sínodo pôs em evidência alguns temas essenciais, como a catequese e a mistagogia», (João Paulo II...
 1) uma educação da fé que predisponha os fiéis cristãos a viverem pessoalmente o que se celebra.<br />2) uma evangelizaçã...
A grande tradição litúrgica da Igreja ensina-nos que é necessário, para uma frutuosa participação:<br />esforçar-se por co...
	Logo, é preciso promover uma educação da fé que predisponha os fiéis a viverem pessoalmente o que se celebra. Para isso, ...
Na tradição mais antiga da Igreja, o caminho formativo do cristão - embora sem descuidar a inteligência sistemática dos co...
Quem introduz nos mistérios é primariamente a testemunha; depois, este encontro aprofunda-se, sem dúvida, na "iniciação cr...
Desta estrutura fundamental da experiência cristã parte a exigência de um itinerário mistagógico, no qual se hão-de ter se...
Trata-se, primeiramente, da interpretação dos ritos à luz dos acontecimentos salvíficos, em conformidade com a tradição vi...
b) A evangelização mistagógicahá-de preocupar-se por introduzir no sentido dos sinais contidos nos ritos; esta tarefa é pa...
	Mais do que informar, a evangelização mistagógica deverá despertar e educar a sensibilidade dos fiéis para a linguagem do...
c) A evangelização mistagógica deve preocupar-se por mostraro significado dos ritos para a vida cristã, todas as suas dime...
	Aliás, a finalidade de toda a educação cristã é formar o fiel discípulo cristão enquanto «homem novo» para uma fé adulta,...
Condição necessária para se realizar, no âmbito da comunidade cristã, esta tarefa educativa é dispor de formadores adequad...
Mistagogia e transmissão da fé <br />33<br />
 A Igreja, na sua doutrina, vida e culto, perpetua e transmite a todas as gerações tudo aquilo que ela é e tudo quanto acr...
	«Dado este último passo [celebração dos Sacramentos de IC], a comunidade, juntamente com os neófitos, aprofunda mais o mi...
Sínodo de 1977 diz que a Catequese [educação da fé] é:<br />Palavra: Este é um dos primeiros aspectos da missão da Igreja:...
Síntese<br />37<br />
Onde formar?<br />
Comunidade(DGC 246-247)<br />	Entre os caminhos da formação dos catequistas emerge, antes de mais nada, a própria comunida...
	Uma comunidade cristã pode realizar vários tipos de acções formativas:<br />	a) Uma delas consiste em alimentar constante...
	b) Também é muito importante buscar o amadurecimento da fé dos próprios catequistas, através da via ordinária, mediante a...
c) A preparação imediata à catequese, feita com o grupo de catequistas, é um excelente meio de formação, sobretudo se acom...
	d) No âmbito da comunidade, podem ser realizadas também outras actividades formativas: 		- cursos de sensibilização; <br ...
São actividades de formação permanente que, juntamente com o trabalho pessoal do catequista, mostram-se muito convenientes...
Frequentar uma Escola para catequistas é um momento particularmente importante no processo formativo de um catequista. Em ...
Uma formação catequética [pastoral] de nível superior, à qual podem aceder também sacerdotes, religiosos e leigos, é de vi...
	Estes institutos superiores poderão ser de carácter nacional ou internacional. Eles deverão ser implementados como instit...
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O papel da paróquia na formação dos seus agentes

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O papel da paróquia na formação dos seus agentes

  1. 1. O papel da Paróquia na formação dos seus agentes<br />Braga – 30 de Julho de 2011<br />P.e Luís Miguel FIGUEIREDO RODRIGUES<br />luis@diocese-braga.pt<br />1<br />
  2. 2. ?????<br />O que é uma paróquia?<br />O que é um cristão?<br />O que é um agente de pastoral?<br />Conexões e/ou cisões!<br />2<br />
  3. 3. Paróquia<br />Impossibilitado como está o Bispo de presidir pessoalmente sempre e em toda a diocese a todo o seu rebanho, vê-se na necessidade de reunir os fiéis em grupos vários, entre os quais têm lugar proeminente as paróquias, constituídas localmente sob a presidência dum pastor que faz as vezes do Bispo. As paróquias representam, de algum modo, a Igreja visível estabelecida em todo o mundo(SC 42).<br />3<br />
  4. 4. Paróquia<br />A Paróquia é uma certa comunidade de fiéis, constituída estavelmente na Igreja particular, cuja cura pastoral, sob a autoridade do Bispo diocesano, está confiado ao Pároco, como seu pastor próprio. (CIC 515 §1)<br />4<br />
  5. 5. Cristão<br />«A mão do Senhor estava com eles e grande foi o número dos que abraçaram a fé e se converteram ao Senhor.A notícia chegou aos ouvidos da igreja de Jerusalém, e mandaram Barnabé a Antioquia.Assim que ele chegou e viu a graça concedida por Deus, regozijou-se com isso e exortou-os a todos a que se conservassem unidos ao Senhor, de coração firme;<br />5<br />
  6. 6. Cristão<br /> ele era um homem bom, cheio do Espírito Santo e de fé. Assim, uma grande multidão aderiu ao Senhor.Então, Barnabé foi a Tarso procurar Saulo.Encontrou-o e levou-o para Antioquia. Durante um ano inteiro, mantiveram-se juntos nesta igreja e ensinaram muita gente. Foi em Antioquia que, pela primeira vez, os discípulos começaram a ser tratados pelo nome de “cristãos”» (Act 11, 21-26)<br />6<br />
  7. 7. Cristão<br />No texto bíblico, cristão é sinónimo de:<br />Discípulo<br />Crente<br />Irmão<br />Santo<br />É outro Cristo, é um fiel! Baptismo<br />7<br />
  8. 8. Agente de Pastoral(AA 10)<br />Porque participam no múnus sacerdotal, profético e real de Cristo, têm os leigos parte activa na vida e acção da Igreja. A sua acção dentro das comunidades eclesiais é tão necessária que, sem ela, o próprio apostolado dos pastores não pode conseguir, a maior parte das vezes, todo o seu efeito. <br />8<br />
  9. 9. Agente de Pastoral(AA 10)<br /> Porque os leigos com verdadeira mentalidade apostólica, à imagem daqueles homens e mulheres que ajudavam Paulo na propagação do Evangelho (cfr. Act. 18, 18, 20; Rom. 16, 3), suprem o que falta a seus irmãos e revigoram o espírito dos pastores e dos outros membros do povo fiel (cfr. 1 Cor. 16, 17-18). <br />9<br />
  10. 10. Agente de Pastoral(AA 10)<br /> Pois eles, fortalecidos pela participação activa na vida litúrgica da comunidade, empenham-se nas obras apostólicas da mesma. Conduzem à Igreja os homens que porventura andem longe, cooperam intensamente na comunicação da palavra de Deus, sobretudo pela actividade catequética, e tornam mais eficaz, com o contributo da sua competência, a cura de almas e até a administração dos bens da Igreja.<br />10<br />
  11. 11. Agente de Pastoral(AA 10)<br /> A paróquia dá-nos um exemplo claro de apostolado comunitário porque congrega numa unidade toda a diversidade humana que aí se encontra e a insere na universalidade da Igreja. Acostumem-se os leigos a trabalhar na paróquia intimamente unidos aos seus sacerdotes, a trazer para a comunidade eclesial os próprios problemas e os do mundo e as questões que dizem respeito à salvação dos homens, para que se examinem e resolvam no confronto de vários pareceres. <br />11<br />
  12. 12. Agente de Pastoral(AA 10)<br /> Acostumem-se, por fim, a prestar auxílio a toda a iniciativa apostólica e missionária da sua comunidade eclesial na medida das próprias forças.<br />12<br />
  13. 13. Agente de Pastoral(AA 10)<br /> Cultivem o sentido de diocese, de que a paróquia é como que uma célula, e estejam sempre prontos, à voz do seu pastor, a somar as suas forças às iniciativas diocesanas. Mas, para responder às necessidades das cidades e das regiões rurais, não confinem a sua cooperação dentro dos limites da paróquia ou da diocese, mas esforcem-se por estendê-la aos campos interparoquial, interdiocesano, nacional ou internacional. <br />13<br />
  14. 14. Agente de Pastoral<br />Agente de pastoral será, então, um fiel que, em razão do Baptismo, se compromete com a Missão da Igreja (Evangelizar) no seguimento de Cristo, Bom Pastor (Sacerdote, Profeta e Rei).<br /> A diversidade de tipologias de agentes de pastoral depende apenas da diversidade de vocações, dons e carismas que o Espírito Santo suscita na Igreja, em cada tempo.<br />14<br />
  15. 15. Como formar na Paróquia?<br />
  16. 16. Meta<br />«Já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim. E a vida que agora tenho na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus que me amou e a si mesmo se entregou por mim» (Gl 2, 20).<br /> «Mistagogia»<br />16<br />
  17. 17. «Para isso [a renovação da Igreja], é necessário um grande esforço de formação. Tendo como finalidade favorecer a compreensão do verdadeiro sentido das celebrações da Igreja e ainda uma adequada instrução sobre os ritos, tal formação requer uma autêntica espiritualidade e a educação para vivê-la em plenitude. <br />17<br />Mistagogia<br />
  18. 18. Por conseguinte, há que promover ainda mais uma verdadeira «mistagogia litúrgica», com a participação activa de todos os fiéis, cada qual segundo as próprias competências, nas acções sagradas, particularmente na Eucaristia». (EE 73)<br />18<br />Mistagogia<br />
  19. 19. Mistagogia<br />«na comemoração dos vinte anos do encerramento do Concílio Vaticano II, os Padres sinodais indicaram a mistagogia como um dos elementos principais para a renovação da Liturgia, afirmando:  "A catequese [formação de um cristão], como já acontecia nos primórdios da Igreja, devem voltar a ser um caminho que introduza na vida litúrgica (catequese mistagógica)”» 40º Aniversário da SC (Dezembro 2003).<br />19<br />
  20. 20. Mistagogia<br />«o vosso Sínodo pôs em evidência alguns temas essenciais, como a catequese e a mistagogia», (João Paulo II, Sínodo italiano sobre as Paróquias, Janeiro 2005)<br />20<br />
  21. 21. 1) uma educação da fé que predisponha os fiéis cristãos a viverem pessoalmente o que se celebra.<br />2) uma evangelização que leve os fiéis cristãos a penetrarem cada vez mais nos mistérios que são celebrados.<br />3) é um viver no Mistério e a partir do Mistério de Deus, em Jesus Cristo (fruto da mistagogia).  <br />21<br />Mistagogia<br />
  22. 22. A grande tradição litúrgica da Igreja ensina-nos que é necessário, para uma frutuosa participação:<br />esforçar-se por corresponder pessoalmente ao mistério que é celebrado,<br /> através do oferecimento a Deus da própria vida em união com o sacrifício de Cristo<br /> pela salvação do mundo inteiro.<br />22<br />Mistagogia (SaC 64)<br />
  23. 23. Logo, é preciso promover uma educação da fé que predisponha os fiéis a viverem pessoalmente o que se celebra. Para isso, o caminho da formação de carácter mistagógico, que leve os fiéis discípulos cristãos a penetrarem cada vez mais nos mistérios que são celebrados<br />23<br />Mistagogia (SaC 64)<br />
  24. 24. Na tradição mais antiga da Igreja, o caminho formativo do cristão - embora sem descuidar a inteligência sistemática dos conteúdos da fé - assumia sempre um carácter predominantemente experiencial, em que era determinante o encontro vivo e persuasivo com Cristo anunciado por autênticas testemunhas.<br />24<br />Mistagogia (SaC 64)<br />
  25. 25. Quem introduz nos mistérios é primariamente a testemunha; depois, este encontro aprofunda-se, sem dúvida, na "iniciação cristã de carácter mistagógico" e encontra a sua fonte e ápice na celebração da Eucaristia.<br />NB: Testemunho, Iniciação Cristã, Eucaristia!<br />25<br />Mistagogia (SaC 64)<br />
  26. 26. Desta estrutura fundamental da experiência cristã parte a exigência de um itinerário mistagógico, no qual se hão-de ter sempre presente três elementos:<br />a) - Interpretação dos ritos à luz dos acontecimentos salvíficosb) - A evangelização mistagógica<br />c) - Evangelizar todas as pessoas e a pessoa toda<br />26<br />Mistagogia (SaC 64)<br />
  27. 27. Trata-se, primeiramente, da interpretação dos ritos à luz dos acontecimentos salvíficos, em conformidade com a tradição viva da Igreja; de facto, a celebração da Eucaristia, na sua riqueza infinita, possui contínuas referências à história da salvação.<br />A minha também é uma história de salvação!<br />27<br />Mistagogia (SaC 64)<br />
  28. 28. b) A evangelização mistagógicahá-de preocupar-se por introduzir no sentido dos sinais contidos nos ritos; esta tarefa é particularmente urgente numa época acentuadamente tecnológica como a actual, que corre o risco de perder a capacidade de perceber os sinais e os símbolos.<br />28<br />Mistagogia (SaC 64)<br />
  29. 29. Mais do que informar, a evangelização mistagógica deverá despertar e educar a sensibilidade dos fiéis para a linguagem dos sinais e dos gestos que, unidos à palavra, constituem o rito.<br />29<br />Mistagogia (SaC 64)<br />
  30. 30. c) A evangelização mistagógica deve preocupar-se por mostraro significado dos ritos para a vida cristã, todas as suas dimensões:<br /> Inteligência<br /> Afectividade<br /> Vontade<br /> Faz parte do itinerário mistagógico pôr em evidência a ligação dos mistérios celebrados no rito com a responsabilidade missionária dos fiéis discípulos cristãos.<br />30<br />Mistagogia (SaC 64)<br />
  31. 31. Aliás, a finalidade de toda a educação cristã é formar o fiel discípulo cristão enquanto «homem novo» para uma fé adulta, que o torne capaz de testemunhar no próprio ambiente a esperança cristã que o anima.<br />31<br />Mistagogia (SaC 64)<br />
  32. 32. Condição necessária para se realizar, no âmbito da comunidade cristã, esta tarefa educativa é dispor de formadores adequadamente preparados;<br />Mas todo o povo de Deus deve, sem dúvida, sentir-se comprometido nesta formação.<br />Cada comunidade cristã é chamada a ser lugar de introdução pedagógica aos mistérios que se celebram na fé;<br />O Espírito Santo não poupa a efusão dos seus dons para sustentar a missão apostólica da Igreja, a quem compete difundir a fé e educá-la até à sua maturidade.<br />32<br />Mistagogia (SaC 64)<br />
  33. 33. Mistagogia e transmissão da fé <br />33<br />
  34. 34.  A Igreja, na sua doutrina, vida e culto, perpetua e transmite a todas as gerações tudo aquilo que ela é e tudo quanto acredita»(DV 8).<br />34<br />
  35. 35. «Dado este último passo [celebração dos Sacramentos de IC], a comunidade, juntamente com os neófitos, aprofunda mais o mistério pascal e procura traduzi- lo cada vez mais na vida pela, meditação do evangelho, pela participação na Eucaristiae pelo exercício da caridade» (RICA 37).<br />35<br />
  36. 36. Sínodo de 1977 diz que a Catequese [educação da fé] é:<br />Palavra: Este é um dos primeiros aspectos da missão da Igreja: ela fala, anuncia, ensina, comunica com os outros(nº8).<br />Memorial: Este é outro aspecto importante da acção da Igreja: ela recorda, comemora, celebra acções sagradas em memória do Senhor Jesus, realiza a «anamnese»(nº9).<br />Testemunho: A Palavra enraizada na tradição viva é, deste modo, uma Palavra viva para o nosso tempo (nº10)<br />36<br />
  37. 37. Síntese<br />37<br />
  38. 38. Onde formar?<br />
  39. 39. Comunidade(DGC 246-247)<br /> Entre os caminhos da formação dos catequistas emerge, antes de mais nada, a própria comunidade cristã. É nesta que os catequistas [agentes de pastoral] experimentam a própria vocação e alimentam constantemente a própria sensibilidade apostólica. <br />39<br />
  40. 40. Uma comunidade cristã pode realizar vários tipos de acções formativas:<br /> a) Uma delas consiste em alimentar constantemente a vocação eclesial dos catequistas, mantendo viva, nestes, a consciência de serem mandados pela própria Igreja.<br />40<br />Comunidade(DGC 246-247)<br />
  41. 41. b) Também é muito importante buscar o amadurecimento da fé dos próprios catequistas, através da via ordinária, mediante a qual a comunidade cristã educa na fé os próprios agentes pastorais e os leigos mais comprometidos. Quando a fé dos catequistas ainda não está madura, é aconselhável que eles participem do processo catecumenal para jovens e adultos. Pode ser aquele ordinário, da própria comunidade, ou um criado especificamente para eles.<br />41<br />Comunidade(DGC 246-247)<br />
  42. 42. c) A preparação imediata à catequese, feita com o grupo de catequistas, é um excelente meio de formação, sobretudo se acompanhado pela avaliação de tudo aquilo que foi experimentado nas sessões de catequese.<br />NB: Viver bem como cristão e preparar cada acção, de si, já é um excelente modo de formação<br />42<br />Comunidade(DGC 246-247)<br />
  43. 43. d) No âmbito da comunidade, podem ser realizadas também outras actividades formativas: - cursos de sensibilização; <br /> - retiros e convivências nos tempos fortes do ano litúrgico; <br /> - cursos monográficos sobre temas mais necessários ou urgentes; <br /> - uma formação doutrinal mais sistemática, por exemplo estudando o Catecismo da Igreja Católica.<br />43<br />Comunidade(DGC 246-247)<br />
  44. 44. São actividades de formação permanente que, juntamente com o trabalho pessoal do catequista, mostram-se muito convenientes: <br />Alimentar a vocação<br />Vida em e na Comunidade<br />A preparação do seu trabalho apostólico<br />Actividades pontuais<br />44<br />Comunidade(DGC 246-247)<br />
  45. 45. Frequentar uma Escola para catequistas é um momento particularmente importante no processo formativo de um catequista. Em muitos lugares, tais Escolas são organizadas num duplo nível: para «catequistas de base» e para «responsáveis pela catequese».<br />Pode ser oportuno, por economia de meios e de recursos, que tais escolas obedeçam a uma mais ampla orientação, dirigindo-se aos responsáveis pelas diversas acções pastorais.<br />45<br />Diocese(DGC 248-250)<br />
  46. 46. Uma formação catequética [pastoral] de nível superior, à qual podem aceder também sacerdotes, religiosos e leigos, é de vital importância para a catequese. Para tanto, renovam-se os votos de que «sejam incrementados ou criados institutos superiores de pastoral catequética.<br />46<br />Interdiocesana(DGC 251-252)<br />
  47. 47. Estes institutos superiores poderão ser de carácter nacional ou internacional. Eles deverão ser implementados como institutos universitários, no que concerne à organização dos estudos, à duração dos cursos e às condições de admissão.<br />47<br />Interdiocesana(DGC 251-252)<br />

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