Successfully reported this slideshow.
We use your LinkedIn profile and activity data to personalize ads and to show you more relevant ads. You can change your ad preferences anytime.

Discernimento

2,154 views

Published on

Metodologia de discernimento teológico-pastoral. Sergio Lanza

  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

Discernimento

  1. 1.
  2. 2. Vias…<br />Programação dedutiva<br />Programação indutiva<br />Programação correlativa<br />
  3. 3. Pressupostos<br />Renovação das Comunidades Cristãs:<br />Projectualidade<br />Mentalidade<br />práticas<br />Discernimento<br />Espiritualidade<br />Metodologia<br />Trabalho projectivo metodológico<br />
  4. 4. Dificuldades<br />Utopia tradicionalista <br />o futuro verga-se ao passado<br />Utopia futurista <br />apenas a invenção continuada poderá dar esperança ao futuro<br />Ambas carregadas de ideologia, com preconceitos de objectividade<br />
  5. 5. Entendimento Programático<br />Positivista<br />Centrado na decisão<br />Tecnocrático<br />Centrado nos objectivos e meios<br />Atomístico<br />Improvisação ocasional<br />
  6. 6. Fundamentos<br />
  7. 7. O objecto material da Teologia Pastoral[O quê?]:<br />A vida (pastoral) da comunidade Cristã <br />O objecto formal da Teologia Pastoral[Que perspectiva?]:<br />A acção eclesial, aqui e agora, na sua actuação e projectualidade, sob um horizonte hermenêutico da fé<br />Fundamentos<br />
  8. 8. Lei da Encarnação: Reciprocidade dialéctica assimétrica entre referência normativa (a fé) e o aspecto contextual (antropológico, sócio-cultural), segundo a lei da encarnação. <br />Assimétrica vinca a ideia de que deve predominar a perspectiva da fé. A reflexão teológico-pastoral é uma reflexão no âmbitoda fé, dialogando com as ciências sociais, mas não são as ciências sociais que devem marcar a reflexão, porque esta é teológica. <br />Fundamentos<br />
  9. 9. Na categoria da Encarnação (evento Jesus Cristo) encontramos:<br />Princípio epistemológico<br />Critério de acção <br /> <br />O princípio de encarnação é uma estrutura constante, que une o divino e o humano e assinala de modo único a acção pastoral<br />Fundamentos<br />
  10. 10. Discernimento Teológico-Pastoral<br />
  11. 11. Dimensão kairológica<br />Esta dimensão exige pensar a acção da Igreja numa relação constante com a situação. Tal relação acontece num horizonte especificamente teológico (kairós). <br />Dimensão criteriológica<br />Os critérios são fundamentais e constituem o centro nevrálgico de todo o processo metodológico, pois estabelecem o coeficiente normativo do agir<br />Dimensão operativa<br />A dimensão operativa confronta-nos com a situação para mudá-la, melhorá-la, mas não se pode cair na utopia. <br />Referências constitutivas<br />
  12. 12. «Discernimento» não é um momento, mas sim uma qualidade específica.<br />As dimensões (kairológica, criteriológica e operativa) estão presentes e articulam-se nestas três fases.<br />Três momentos:<br />Análise e avaliação<br />Decisão e projecção<br />Actuação e verificação<br />Discernimento Teológico-Pastoral<br />
  13. 13. Análise e avaliação da situação a partir da perspectiva da fé. Não se olha a realidade de forma ‘neutra’, mas de um ponto de vista específico que é o da fé (predomina a dimensão kairológica). <br />Decisão e projecção com uma perspectiva concreta (predomina a dimensão criteriológica). Determina um objectivo concreto.<br />Execução e verificação.Aprojectualidade é um projecto, voltada para a realidade concreta (predomina a dimensão operativa). O projecto deve ser concebido para ser executável, eficaz e, portanto, ser real.<br />Três momentos:<br />
  14. 14. Itinerário<br />© José Silva Lima<br />
  15. 15. Teologia do discernimento<br />
  16. 16. Teologia do discernimento<br />O discernimento originário e fundamental exprime a dinâmica própria do acto de fé: é uma leitura cristológica da realidade, sob o influxo do Espírito Santo<br />«Sabedoria da Cruz»<br />Acto teologal, para se exercitar na leitura dos sinais dos tempos. <br />
  17. 17. Teologia do discernimento<br />Exercita-se na acção e na compreensão, sem redundar em mera aplicação de princípios<br />Procura, por etapas, o crescimento na comunhão eclesial e na renovação eclesial<br />
  18. 18. Quadro de referência<br />A eclesiologia de comunhão<br />Não há «navegadores solitários»<br />O discernimento faz-se no quadro comunitário de referência<br />
  19. 19. Quadro de referência<br />Implica a conversão: transformação interior e postura contemplativa.<br />Discernir implica:<br />Humildade<br />Paciência<br />Sabedoria<br />Caridade<br />Testemunho<br />
  20. 20. Quadro de referência<br />É um acto de Tradição<br />Num quadro antropológico e cultural concreto<br />Postula atitudes de serviço e responsabilidade<br />Mas, sobretudo, gradualidade<br />
  21. 21. Quadro de referência<br />Participação de todos os participantes<br />Competências de perdão, diálogo, escuta<br />Sob o signo da projectualidade é possível fazer advir uma época (esperá-la) na qual a mentalidade pastoral seja a mais adequada<br />
  22. 22. Obrigado.<br />Luís Miguel FIGUEIREDO RODRIGUES<br />lmrodrigues@braga.ucp.pt<br />

×