ApresentaçãO Para DéCimo Segundo Ano, Aula 22

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ApresentaçãO Para DéCimo Segundo Ano, Aula 22

  1. 2. <ul><li>1. </li></ul><ul><li>Foi o Infante D. Henrique que preparou as primeiras viagens dos descobrimentos, pelo que é natural que seja a figura que inicia a segunda parte de Mensagem , «Mar Português». </li></ul>
  2. 3. <ul><li>2.1 </li></ul><ul><li>O verso contém três orações assindéticas. A falta de conjunção acentua a ideia de gradação, isolando os três passos de construção da obra (fruto, em primeiro lugar, da vontade de Deus; e, em segundo lugar, do sonho do homem). </li></ul>
  3. 4. <ul><li>4. </li></ul><ul><li>No passado, os portugueses cumpriram uma missão, sulcando mares desconhecidos, criando um império. Desfeito esse império, no presente, Portugal «falta cumprir-se», precisa de um novo desígnio. Daí o apelo que é feito no último verso, relativo ao futuro, de cumprimento do destino mítico de Portugal. </li></ul>
  4. 5. <ul><li>1. </li></ul><ul><li>O poema organiza-se em três partes, correspondentes a cada uma das estrofes: primeiro, temos a viagem; depois, a visão de um mundo novo; finalmente, o sonho (ou a reflexão sobre o sonho). </li></ul>
  5. 6. <ul><li>2. </li></ul><ul><li> Houve um mar desconhecido, anterior aos descobrimentos («anterior a nós»), a que sucederá o «mar português». Esta primeira pessoa do plural implica o sujeito poético como voz de um colectivo, o povo português. </li></ul>
  6. 7. <ul><li>5. </li></ul><ul><li>O paradoxo «O sonho é ver as formas invisíveis / Da distância imprecisa» define o sonho enquanto acto visionário, presciente. Para concretizar o sonho, é necessário ver o invisível e, depois, querer ir ao encontro desse invisível adivinhado. Os que ousam sonhar receberão a recompensa, encontrando a Verdade. </li></ul>
  7. 9. <ul><li>Neste poema de Mensagem , Vasco da Gama , sob o olhar assombrado dos deuses, ascende aos céus , distanciando-se do que é terreno. Atravessa o vale, ladeado de medos , elevando-se ele mesmo a uma condição semelhante à dos deuses . </li></ul>
  8. 10. <ul><li>Também no canto IX de Os Lusíadas os marinheiros portugueses chegam a um lugar que é dos deuses, a Ilha dos Amores, como prémio da sua ousadia, por se terem superado a si mesmos e aos seus medos. No mesmo episódio, já no canto X (cfr. p. 95 do manual), Vasco da Gama é conduzido por Tétis ao cume do monte e recebe a notícia da imortalidade conquistada. </li></ul>
  9. 11. <ul><li>Tal como em Mensagem , em que o Gama é identificado com um Argonauta , também nos Lusíadas , no momento em que partem para a Índia, os portugueses são comparados aos Argonautas (canto IV, 83). </li></ul>
  10. 13. <ul><li>Para desvendar o mar, os portugueses tiveram de pagar um altíssimo preço de dor. No entanto, esse preço foi recompensado: o mar é português, como se vê no título do poema. Significa que valeu a pena sonhar, ter a alma grande, ainda que tenha sido necessário sofrer, pois no mar recebido está a imagem do céu, o mais alto prémio. Assim se processa o elogio do sonho, do desejo do desconhecido, tema recorrente em Mensagem . </li></ul>
  11. 14. <ul><li>Para desvendar o mar, os portugueses tiveram de pagar um altíssimo preço de dor. No entanto, esse preço foi recompensado: o mar é português, como se vê no título do poema. </li></ul>
  12. 15. <ul><li>Significa que valeu a pena sonhar, ter a alma grande, ainda que tenha sido necessário sofrer, pois no mar recebido está a imagem do céu, o mais alto prémio. Assim se processa o elogio do sonho, do desejo do desconhecido, tema recorrente em Mensagem . </li></ul>
  13. 17. <ul><li>Resolve a p. 13 do Caderno do Aluno , usando as respostas já começadas. </li></ul>
  14. 18. <ul><li>Chamo a atenção para o facto de, na zona cinzenta e enquadrada, não estar correcta a definição de «Homonímia». As palavras homónimas correspondem ao fenómeno que, em termos diacrónicos, se designa «convergência» («palavras convergentes», provenientes de étimos diferentes). </li></ul><ul><li>Às palavras homónimas corresponderão verbetes diferentes no dicionário. </li></ul>
  15. 19. <ul><li>Não se confunda a homonímia com a « polissemia » (ilustrada nas várias acepções que tem uma mesma palavra — apresentáveis num só verbete de dicionário). </li></ul>
  16. 20. <ul><li>1.1 </li></ul><ul><li>Na primeira frase «partido» refere-se a uma organização social que defende uma determinada ideologia política. Na segunda, é sinónimo de « quebrado ». </li></ul>
  17. 21. <ul><li>1.2 </li></ul><ul><li>Entre estas duas palavras existe uma relação de homonímia . </li></ul>
  18. 22. <ul><li>2.1 </li></ul><ul><li> “ A caricatura, ao que parece, é um produto do Renascimento…” </li></ul>
  19. 23. <ul><li>2.2 </li></ul><ul><li>[Na verdade, não se trata apenas de sentidos diferentes, mas de palavras diferentes. Não é polissemia, é homonímia .] Exemplos: </li></ul><ul><li>Consegui um segundo lugar na classificação. </li></ul><ul><li>Falta exactamente um segundo para começar a contagem. </li></ul>
  20. 24. <ul><li>3.1 </li></ul><ul><li>As frases seguintes apresentam esse erro corrigido: «O cartoon critica , frequentemente, situações, opiniões, etc..»; «A caricatura nem sempre é uma crítica .» </li></ul>
  21. 25. <ul><li>3.2 </li></ul><ul><li>A relação que existe entre as duas palavras é de homografia . A diferença na grafia das duas palavras está na acentuação. (Para mim, não devia ser assim, já que o acento já constitui uma diferença gráfica; mas é a convenção.) </li></ul>
  22. 26. <ul><li>4. </li></ul><ul><li>Ao enviar os vossos textos para a Póvoa, esquecer-me-ei do selo. </li></ul>
  23. 27. <ul><li>5. </li></ul><ul><li>Relação de paronímia . </li></ul>
  24. 28. <ul><li>5.1 </li></ul><ul><li> i. expiar Pagar </li></ul><ul><li> b. discrição Sobriedade </li></ul><ul><li> j. espiar Espreitar </li></ul><ul><li>d. cumprimento Saudação </li></ul><ul><li> g. evasão Fuga </li></ul><ul><li> f. dispensa Isenção </li></ul>
  25. 29. <ul><li>A parte inicial do sketch «Voto de foleirice» (série Barbosa) faz um trocadilho que assenta numa relação de homonímia . </li></ul>
  26. 30. <ul><li>Uma cacofonia é, afinal, uma homofonia desagradável. Se tivermos tempo, veremos os equivalentes homófonos das grafias que aparecem nas legendas da «Canção da cacofonia» (série Zé Carlos). </li></ul>
  27. 32. <ul><li>1. </li></ul><ul><li>Glossário é um dicionário de vocábulos menos usuais, desactualizados ou específicos de uma área científica, artística ou outras… </li></ul>
  28. 33. <ul><li>2. </li></ul><ul><li>Afirmações correctas [ põe aqui as letras ]: b; d; f; [g]; h. </li></ul><ul><li>• Ave é um hiperónimo de corvo, águia, canário. </li></ul><ul><li>• Vertebrado é um hiperónimo de réptil e peixe. </li></ul><ul><li>• Cérebro é um merónimo de cabeça. </li></ul><ul><li>• Corpo é um holónimo de asa </li></ul>
  29. 34. <ul><li>3. </li></ul><ul><li>Estes grupos de palavras são de merónimos de «corpo»: « unha, pata, garra »; « bico, boca, braço ». </li></ul>
  30. 35. <ul><li>4. </li></ul><ul><li>Holónimo: « Árvore » | « Quarto » | « Livro » | « Computador ». </li></ul>

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