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Apresentação para décimo primeiro ano, aula 64

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Apresentação para décimo primeiro ano, aula 64

  1. 2. <ul><li>I </li></ul><ul><li>a) A minha prima inspira-me! </li></ul><ul><li>b) A musa da poesia inspira-me! </li></ul><ul><li>c) Gosto da irreverência da priminha. </li></ul><ul><li>d) A luz do campo inspira-me! </li></ul><ul><li>«acho nele [campo] a musa que me anima: a claridade, a robustez, a acção» </li></ul>
  2. 3. <ul><li>II </li></ul><ul><li>a) Prefere a cidade, industrial, ao campo, envelhecido. </li></ul><ul><li>b) Detestável prima! </li></ul><ul><li>c) Não conseguirá dar notícia de tudo o que se passou. </li></ul><ul><li>d) O poeta está doente. </li></ul><ul><li>«Não pinto a velha ermida com seu adro; / Sei só desenho de compasso e esquadro» </li></ul>
  3. 4. <ul><li>III </li></ul><ul><li>a) Que seca! </li></ul><ul><li>b) É perigoso fumar junto às eiras. </li></ul><ul><li>c) A observação do trabalho dos outros é já por si cansativa. </li></ul><ul><li>d) Está-se bem no campo! </li></ul>
  4. 5. <ul><li>IV </li></ul><ul><li>a) Rudes mas delicados, os saloios. </li></ul><ul><li>b) A agricultura está demasiado industrializada. </li></ul><ul><li>c) No campo, todos são muito lavados. </li></ul><ul><li>d) Os saloios são uns mentirosos. </li></ul><ul><li>barretadas </li></ul>
  5. 6. <ul><li>V </li></ul><ul><li>a) A prima é demasiado rápida; não a acompanho. </li></ul><ul><li>b) A prima entra por um olival. </li></ul><ul><li>c) Pôs-se frio. </li></ul><ul><li>d) Decide-se o regresso. Estou pensativo. </li></ul><ul><li>«Voltemos» / «E, silencioso, eu fico para trás» </li></ul>
  6. 7. <ul><li>VI </li></ul><ul><li>a) Tudo isto me enoja! </li></ul><ul><li>b) O poeta (e a prima) são donos de uma vinha. </li></ul><ul><li>c) Vá lá, despacha-te! </li></ul><ul><li>d) « V erdeja, v icejante, a nossa v inha» contém uma aliteração. </li></ul>
  7. 8. <ul><li>VII </li></ul><ul><li>a) O poeta entrevê o rabo da prima. </li></ul><ul><li>b) A iguana comprada pela prima rasteja. </li></ul><ul><li>c) Um instantâneo: a prima ergue um pouco a saia. </li></ul><ul><li>d) Afinal, a prima é uma sereia. </li></ul><ul><li>«arregaçar a chita [...] da tua cauda [...] a rastos» </li></ul>
  8. 9. <ul><li>VIII </li></ul><ul><li>a) Vê-se a roupa interior da prima. </li></ul><ul><li>b) Há fogo na seara. </li></ul><ul><li>c) As mulheres, ao longe, usam saias curtas, brancas, engomadas. </li></ul><ul><li>d) Uma minissaia (que desconcentra o poeta). </li></ul><ul><li>«alvejam-te [...] as saias curtas» </li></ul>
  9. 10. <ul><li>IX * </li></ul><ul><li>a) És muito séria, pois, mas dás as tuas pernadas, não é?! </li></ul><ul><li>b) Uma pernada cósmica! </li></ul><ul><li>c) Um momento ordinário. </li></ul><ul><li>d) Uma polaroid: a prima a alongar a perna. </li></ul><ul><li>«como quem saltasse [...] um rego de água» </li></ul><ul><li>ordinário = ‘grosseiro’ </li></ul>
  10. 11. <ul><li>X </li></ul><ul><li>a) As espigas caíram. </li></ul><ul><li>b) Salmões. </li></ul><ul><li>c) Sem a prima notar, o poeta aproxima-se. </li></ul><ul><li>d) Olhando o chão, um pormenor. </li></ul>
  11. 12. <ul><li>XI </li></ul><ul><li>a) As pessoas da aldeia atulham as casas de animais e sementes. </li></ul><ul><li>b) Como são repelentes os bichos! </li></ul><ul><li>c) Para uma sociologia das formigas. </li></ul><ul><li>d) A sociedade na aldeia. </li></ul>
  12. 13. <ul><li>XII </li></ul><ul><li>a) O poeta ofereceu um jasmim à prima. </li></ul><ul><li>b) O poeta estava deitado. </li></ul><ul><li>c) O poeta usava óculos. </li></ul><ul><li>d) O poeta usava uma flor. </li></ul><ul><li>«eu de jasmim na casa do casaco» </li></ul><ul><li>óculo / óculos </li></ul>
  13. 15. <ul><li>XIII </li></ul><ul><li>a) «As ladras da colheita» são as formigas. </li></ul><ul><li>b) «As ladras da colheita» são as aldeãs pobres. </li></ul><ul><li>c) «As ladras da colheita» são as raparigas que sejam como a prima. </li></ul><ul><li>d) «As ladras da colheita» são as aves. </li></ul>
  14. 16. <ul><li>XIV </li></ul><ul><li>a) A prima tivera o cuidado de não esmagar as formigas. </li></ul><ul><li>b) «Suas senhorias» são as espigas. </li></ul><ul><li>c) A prima não teve compaixão com os pobres insectos. </li></ul><ul><li>d) O poeta deu um pulo de ginasta. </li></ul>
  15. 17. <ul><li>XV </li></ul><ul><li>a) Aspectos cromáticos. </li></ul><ul><li>b) Amuei. </li></ul><ul><li>c) Ao longe, o mar. </li></ul><ul><li>d) O poeta avistou uma serra, onde havia trigo. </li></ul><ul><li>loiros / luziam / fusões de imensos oiros / verde / florescente </li></ul><ul><li>«o mar um prado verde e florescente» </li></ul>
  16. 18. <ul><li>XVI </li></ul><ul><li>a) Envergonhada por ter calcado as formigas. </li></ul><ul><li>b) Genuinamente zangada. </li></ul><ul><li>c) Futilidades. </li></ul><ul><li>d) Cocó. </li></ul>
  17. 19. <ul><li>XVII </li></ul><ul><li>a) A prima acha que aquele senhor é realmente preguiçoso. </li></ul><ul><li>b) A prima enfurece-se com a falta de compaixão pelos animais revelada pelo poeta. </li></ul><ul><li>c) A prima detesta insectos. </li></ul><ul><li>d) A prima replica à ironia do poeta também na brincadeira. </li></ul>
  18. 20. <ul><li>Ave-Marias = cair da noite (18 horas) </li></ul><ul><li>Noite fechada = início da noite escura </li></ul><ul><li>Ao Gás = noite avança </li></ul><ul><li>Horas mortas = noite absoluta </li></ul>
  19. 21. <ul><li>soturnidade = qualidade de soturno </li></ul><ul><li>soturno = tristonho || bulício = agitação </li></ul><ul><li>extravasar = transbordar </li></ul><ul><li>turba = multidão, povo || cismar = pensar </li></ul><ul><li>boqueirões = rua ou travessa que vai dar ao cais </li></ul><ul><li>baixel = pequeno navio || singrar = navegar à vela </li></ul><ul><li>flamejar = lançar chamas, arder </li></ul><ul><li>arengar = discursar, fingir que trabalha </li></ul><ul><li>assomar = aparecer em lugar alto </li></ul><ul><li>pilastra = pilar de quatro faces </li></ul>
  20. 22. <ul><li>Nas | nos|sas| ru|as,| ao| a|noi|te| cer | </li></ul><ul><li>1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 </li></ul><ul><li>Há | tal | so|tur|ni|da| de, há | tal | me|lan|co| li |a </li></ul><ul><li>1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 1112 </li></ul>
  21. 23. <ul><li>Decassílabos </li></ul><ul><li>E | nes|te| so|nho eu| já| nem| sei| quem| sou </li></ul><ul><li>1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 </li></ul><ul><li>decassílabo heróico </li></ul><ul><li>Quan|ta| mu|lher| no| seu| pa|ssa|do,| quan|ta </li></ul><ul><li>1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 </li></ul><ul><li>decassílabo sáfico </li></ul>
  22. 24. <ul><li>decassílabo (10) </li></ul><ul><li>dodecassílabo (12) </li></ul><ul><li>dodecassílabo (12) alexandrino </li></ul><ul><li>dodecassílabo (12) </li></ul>
  23. 25. <ul><li>aneurisma = dilatação de uma artéria [...] </li></ul><ul><li>mórbido = doentio || estanco = tabacaria; outro tipo de loja </li></ul><ul><li>malabar = referente à costa ocidental da Índia </li></ul><ul><li>esfumar = esbater; enegrecer com fumo; desaparecer </li></ul><ul><li>ermo = lugar despovoado; solidão </li></ul><ul><li>monástico = relativo a monges; conventual </li></ul><ul><li>pimenteira = árvore que dá a pimenta </li></ul><ul><li>espectral = fantasmagórico </li></ul><ul><li>comparsa = actor secundário </li></ul>
  24. 26. <ul><li>Aljube </li></ul><ul><li>duas igrejas </li></ul><ul><li>estátua de Camões </li></ul><ul><li>Convento do Carmo </li></ul>
  25. 31. <ul><li>impuras = prostitutas </li></ul><ul><li>embocadura = entrada de uma rua </li></ul><ul><li>cutileiro = fabricante de cutelos </li></ul><ul><li>reverbero = aparelho destinado à iluminação da via pública </li></ul><ul><li>lúbrico = lascivo; sensual </li></ul><ul><li>debuxo = desenho floreado </li></ul><ul><li>escarvar = esgaravatar </li></ul><ul><li>mecklemburgueses = cavalos importados da região de Mecklemburg (na Alemanha). </li></ul>
  26. 33. <ul><li>Finais das Ligas de Campeões </li></ul><ul><li>1.ª Sílvia x Gonçalo </li></ul><ul><li>2.ª Inês x Catarina T. </li></ul><ul><li>4.ª Ana x Bruno </li></ul><ul><li>5.ª Dulce x Filipa </li></ul><ul><li>6.ª Mónica x Inês </li></ul>
  27. 36. <ul><li>Título de notícia deve ter verbo (no presente) </li></ul>
  28. 37. <ul><li>Lead tem de ser concreto (local, tempo, etc. não podem ser indefinidos) </li></ul>
  29. 38. <ul><li>Nesta aula queria cada um a escrever o seu texto (podem é depois rever os textos uns dos outros). </li></ul>
  30. 39. <ul><li>Em casa </li></ul><ul><li>Se ainda não o fizeram, tratar da inscrição no site http://www.nescolas.dn.pt/. </li></ul>
  31. 40. <ul><li>Criar grupo (basta que um dos elementos o faça) e associarem-se todos a esse grupo (eu próprio também o farei depois). É natural que, para se poderem associar a um grupo, tenham de se apagar do grupo do ano passado , mas não tenho a certeza. </li></ul>
  32. 41. <ul><li>Ir percebendo como é o aspecto das «matrizes» onde as notícias serão lançadas. </li></ul>
  33. 42. <ul><li>Ir pensando nas imagens das notícias mais importantes. Arquivar essas imagens (tendo também em conta o formato da imagem na editoria). </li></ul>

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